Hoje, novamente, quero compartir com vocês outra vivência desta semana. Acompanhei minha prima ao hospital para o check-up de rotina dela, aquele que se faz a cada seis meses – acho que é sobre câncer de mama. Lá no hospital, era uma revolução de mulheres fazendo seus exames, e fico feliz que elas se cuidem, já que sem elas, o que seria deste mundo… um tanto chato e sem graça, hehehe.
Assim que ela entrou no consultório, comecei a pensar se não estava fazendo algo errado, digo: por ser o amante da minha prima. E se os papéis se invertessem um dia? Hmm, só de pensar nisso, já fiquei com a pele arrepiada e meu corpo começou a suar lentamente. Imaginem se a esposinha amada de vocês os traísse? Seria desastroso, não acham? Bom, no final das contas, justifiquei minha situação com ela, porque, na verdade, não estava fazendo algo errado, mas sim algo bom – vocês vão dizer: "Que bom?" – Sim, um bem, porque minha prima não se sente satisfeita com o marido e precisa de alguém que torne os momentos de sexo mais prazerosos.
Depois de cerca de meia hora (bem, foi o tempo que eu contei), ela saiu e esperamos pelos resultados. Ela me disse que primeiro passou pela avaliação e depois receberia um diagnóstico de como estava naquele momento – dando um sorrisinho, eu disse: "Bom, você está bem gostosa", e o veredito final é… você está bem. E começamos a rir – o resto das pessoas devem ter pensado: "Esses aí são meio malucos" – mas não importa, seguimos com o nosso, esperando os resultados.
E depois de um tempo, um médico saiu e disse para ela entrar para receber os resultados – eu continuei esperando – e finalmente ela me pegou pela mão e fomos pegar o ônibus que nos levaria para casa. Já no transporte público, a conversa tomou um rumo peculiar: o que seria do nosso relacionamento se fôssemos pegos no meio do ato sexual? A única coisa que me ocorreu dizer foi: bom, desde que isso não… E aí, que tal se a gente aproveita a oportunidade pra realizar nossas fantasias sexuais? E ela me respondeu: "Tem toda razão, tem que viver o momento e o que tiver que acontecer, acontecerá."
Chegamos então no centro de Tlalpan, uma área cheia de sorveterias e muitas outras guloseimas, etc. Comemos um sorvete de casquinha e fomos para o bosque continuar conversando sobre nossas aventuras – que até então eram só duas. E lá dentro do bosque, ela começou a me estimular de um jeito que, ao acariciar meu pau com tanto empenho, em instantes meu pinto ficou todo excitado. E eu comentei: "Aqui não, princesa, podem nos ver." E ela disse: "Tá com medo?" Não respondi que não era medo, mas sim vergonha de me verem pelado. Ela retrucou: "Poxa, não é excitante fazer num lugar onde não é permitido?" "É, sim, mas e se nos pegarem?" E ela respondeu: "Vamos nos deixar levar pelo momento, como você mesmo disse há pouco."
Deixei de pensar em todos os meus medos e comecei a despi-la, tirando a blusa primeiro, acariciando seus peitos pequenos e mordendo seus lábios como se fossem uma fruta gostosa que eu nunca tivesse provado. Segurei ela pelas costas pra tirar o sutiã, mas não tirei de vez, com medo de que, se alguém chegasse, a visse totalmente nua do peito. Lentamente, fui beijando suas costas enquanto ela mesma acariciava os peitos e a bunda, que ela aos poucos aproximava do meu pau. A grama e as folhas, algumas secas, foram testemunhas de como eu a ajoelhei pra poder morder sua bundinha e assim beijar sua buceta com uma vontade louca, como se quisesse devorá-la. Minha língua agia por conta própria, meus lábios ficaram secos, mas minha língua era um mar úmido em sua vulva. Seus gemidos enchiam de pudor minha hombridade, que se sentia meio traída pelos nervos que não me deixavam em paz por estar num lugar público.
Alguns instantes depois, ela pegou meu pau e levou à boca, não parando de chupar como se fosse um... Cara, entre gemidos e ansiosas, ela me perguntou como estava o gosto do meu pau e ela me respondeu que tinha um sabor indescritível, mas que era delicioso. Ali, esqueci todos os meus nervos e me deixei levar. Era algo que ainda não tinha experimentado e que, a partir daquele momento, faria de novo. Foi uma experiência maravilhosa. Estive quase gozando dentro da boca dela, mas nesse instante ela parou de chupar e ficou de quatro para que eu pudesse penetrá-la por trás. Já estávamos no clímax total. Enfiei meu pene e ela estava molhada, como se meu pau soubesse exatamente o que estava fazendo. Minhas mãos agarradas nos quadris dela, metendo e sacando, sacando e metendo, uma e outra vez, até que o sêmen do meu corpo se esvaziou dentro dela, concluindo nossa nova travessura. No entanto, uma vez terminado nosso ato, nos vestimos o mais rápido possível, eu subindo a calça e ela o shorts, e saímos correndo de mãos dadas...
Espero que tenham gostado, e estou levando muito a sério não fazer de novo, já que tenho tido sentimentos conflitantes de culpa e satisfação.
PS: só tirei uma foto dela no hospital, mas não sei como postar. Se alguém me explicar, agradecerei. Ah! E outra coisa: ela não deixou eu tirar uma foto com o shorts abaixado e os peitos de fora, só tirei escondido, mas com roupa...
Assim que ela entrou no consultório, comecei a pensar se não estava fazendo algo errado, digo: por ser o amante da minha prima. E se os papéis se invertessem um dia? Hmm, só de pensar nisso, já fiquei com a pele arrepiada e meu corpo começou a suar lentamente. Imaginem se a esposinha amada de vocês os traísse? Seria desastroso, não acham? Bom, no final das contas, justifiquei minha situação com ela, porque, na verdade, não estava fazendo algo errado, mas sim algo bom – vocês vão dizer: "Que bom?" – Sim, um bem, porque minha prima não se sente satisfeita com o marido e precisa de alguém que torne os momentos de sexo mais prazerosos.
Depois de cerca de meia hora (bem, foi o tempo que eu contei), ela saiu e esperamos pelos resultados. Ela me disse que primeiro passou pela avaliação e depois receberia um diagnóstico de como estava naquele momento – dando um sorrisinho, eu disse: "Bom, você está bem gostosa", e o veredito final é… você está bem. E começamos a rir – o resto das pessoas devem ter pensado: "Esses aí são meio malucos" – mas não importa, seguimos com o nosso, esperando os resultados.
E depois de um tempo, um médico saiu e disse para ela entrar para receber os resultados – eu continuei esperando – e finalmente ela me pegou pela mão e fomos pegar o ônibus que nos levaria para casa. Já no transporte público, a conversa tomou um rumo peculiar: o que seria do nosso relacionamento se fôssemos pegos no meio do ato sexual? A única coisa que me ocorreu dizer foi: bom, desde que isso não… E aí, que tal se a gente aproveita a oportunidade pra realizar nossas fantasias sexuais? E ela me respondeu: "Tem toda razão, tem que viver o momento e o que tiver que acontecer, acontecerá."
Chegamos então no centro de Tlalpan, uma área cheia de sorveterias e muitas outras guloseimas, etc. Comemos um sorvete de casquinha e fomos para o bosque continuar conversando sobre nossas aventuras – que até então eram só duas. E lá dentro do bosque, ela começou a me estimular de um jeito que, ao acariciar meu pau com tanto empenho, em instantes meu pinto ficou todo excitado. E eu comentei: "Aqui não, princesa, podem nos ver." E ela disse: "Tá com medo?" Não respondi que não era medo, mas sim vergonha de me verem pelado. Ela retrucou: "Poxa, não é excitante fazer num lugar onde não é permitido?" "É, sim, mas e se nos pegarem?" E ela respondeu: "Vamos nos deixar levar pelo momento, como você mesmo disse há pouco."
Deixei de pensar em todos os meus medos e comecei a despi-la, tirando a blusa primeiro, acariciando seus peitos pequenos e mordendo seus lábios como se fossem uma fruta gostosa que eu nunca tivesse provado. Segurei ela pelas costas pra tirar o sutiã, mas não tirei de vez, com medo de que, se alguém chegasse, a visse totalmente nua do peito. Lentamente, fui beijando suas costas enquanto ela mesma acariciava os peitos e a bunda, que ela aos poucos aproximava do meu pau. A grama e as folhas, algumas secas, foram testemunhas de como eu a ajoelhei pra poder morder sua bundinha e assim beijar sua buceta com uma vontade louca, como se quisesse devorá-la. Minha língua agia por conta própria, meus lábios ficaram secos, mas minha língua era um mar úmido em sua vulva. Seus gemidos enchiam de pudor minha hombridade, que se sentia meio traída pelos nervos que não me deixavam em paz por estar num lugar público.
Alguns instantes depois, ela pegou meu pau e levou à boca, não parando de chupar como se fosse um... Cara, entre gemidos e ansiosas, ela me perguntou como estava o gosto do meu pau e ela me respondeu que tinha um sabor indescritível, mas que era delicioso. Ali, esqueci todos os meus nervos e me deixei levar. Era algo que ainda não tinha experimentado e que, a partir daquele momento, faria de novo. Foi uma experiência maravilhosa. Estive quase gozando dentro da boca dela, mas nesse instante ela parou de chupar e ficou de quatro para que eu pudesse penetrá-la por trás. Já estávamos no clímax total. Enfiei meu pene e ela estava molhada, como se meu pau soubesse exatamente o que estava fazendo. Minhas mãos agarradas nos quadris dela, metendo e sacando, sacando e metendo, uma e outra vez, até que o sêmen do meu corpo se esvaziou dentro dela, concluindo nossa nova travessura. No entanto, uma vez terminado nosso ato, nos vestimos o mais rápido possível, eu subindo a calça e ela o shorts, e saímos correndo de mãos dadas...
Espero que tenham gostado, e estou levando muito a sério não fazer de novo, já que tenho tido sentimentos conflitantes de culpa e satisfação.
PS: só tirei uma foto dela no hospital, mas não sei como postar. Se alguém me explicar, agradecerei. Ah! E outra coisa: ela não deixou eu tirar uma foto com o shorts abaixado e os peitos de fora, só tirei escondido, mas com roupa...
5 comentários - Minha Prima e Eu: Parte 2 e Que Parte!
Y lo de la fota, hay paginas como imageshack.us ahi te aparece como subirla, y una vez la subas, cuando crees el post, aparece un botoncito en el menu donde se crea el post que dice subir imagen, ahi pegas el link de la foto subida y ya.
y copias el que dice:
Código para colocar la imagen en un foro: