Sou putinha (11,12)

11

De manhã, a Lucía acordou tarde, se vestiu e foi correr. Hoje não viu os caras no jardim, então não pôde dar um oi pro seu querido Fran, ficou meio triste porque já fazia dois dias que não via ele. Então continuou correndo por um bom tempo, até que, toda suada, voltou pra casa pra tomar um banho e saiu pra almoçar no centro.

A tarde passou no cinema e andando pelas margens do rio. Tava calor e uma porrada de turistas e jovens se amontoavam por lá. Ela quase sempre ia sozinha; com o tempo, foi perdendo as amigas que tinha, já que mal ia pra faculdade e, quando ia, percebia que aquele não era mais o ambiente dela. Na cidade anterior, tinha algumas amigas "da profissão", mas também levou uns bons perrengues, por ciúmes sem motivo e brigas por causa dos melhores clientes. Então, nessa cidade, tava praticamente sozinha. Bom, tinha a Ángeles, o Fran, o Pedro e agora a Lucrécia; aos poucos, o círculo íntimo dela... nunca tão bem dito, tava se expandindo.

Mas em momentos como hoje, se sentia meio sozinha no meio de tanta gente. Claro que podia ter chegado em qualquer grupo de caras e pegado alguém, isso era fácil pra ela com aquele corpaço e beleza, mas não era isso que ela queria. Então, já de noite, voltou pra casa, sozinha como de costume.

Mas hoje decidiu ligar pra Ángeles, queria a companhia dela quando voltasse. Ela ficou meio surpresa com a ligação, mas logo ficou feliz em ter notícias dela de novo. Ofereceu jantar na casa dela, já que tava no caminho, e a Lucía aceitou de boa. Então resolveu passar num restaurante chinês e pediu comida pra levar.

Quando chegou, arrumou um pouco a casa, tomou banho e se vestiu com uma calça confortável e uma camiseta justa, que marcava a barriga lisa, a cintura fina e os peitos pequenos e redondinhos. Não que ela tivesse se arrumado especialmente, é que assim se sentia à vontade. Chamou os vizinhos e eles subiram na hora.

Se cumprimentaram animadamente. Abraçou tanto a mãe quanto o filho, como se não os visse há anos, e foram para a sala. Curtiram a comida chinesa, que era uma das preferidas da Lucía e que ajudava a manter a silhueta dela, e conversaram animadamente sobre o que tinham feito durante o dia. Fran contou que agora estavam num jardim um pouco mais longe e que lá a mãe dele o buscava quando voltava do trabalho, por isso ele não estava mais naquela manhã no jardim como de costume.

Depois de jantar, Ángeles disse ao Fran para descer e ir se deitando, assim ficaram a sós ela e Lucía. Esta percebeu que ela queria contar alguma coisa, pois achou que despachou o Fran um pouco cedo, então esperou que chegasse o momento de se abrir.

— Olha, Lucía, ontem à noite aconteceu uma coisa terrível com o Fran! — disparou ela quando se sentaram.

— Qual é, mulher, ele é um anjo — respondeu Lucía tirando o peso do assunto antes de ouvi-la.

— Sim, eu sei, mas é que ultimamente ele tá "solto", tô falando das hormonas dele. Ontem ele chegou e passou a tarde toda comigo. Fomos fazer a compra semanal no hipermercado e aí encontrei sutiãs, que tavam me fazendo falta, porque com as peitudas que eu tenho, não gosto que ainda tenham enchimento e os outros são difíceis de achar. Resumo: peguei eles e resolvi experimentar, mas claro, outras vezes acontece de eu deixar o Fran sozinho por uns minutos e ele começa a ficar impaciente e acaba saindo do lugar, e eu tenho que percorrer meio hipermercado pra achar ele. Então decidi que ele também entrasse no provador. Aí entramos e o normal: me despi, com as tetas já de fora coloco o novo, vejo que fica um pouco apertado, então tiro e coloco o próximo — explicava Ángeles com todos os detalhes. — Pois é, menina, nisso eu tava concentrada no que tava fazendo e vejo o Fran me olhando, mas com um olhar muito atento, tipo, ele ficava encarando as tetas descaradamente e sorria. Me fez sentir um pouco desconfortável. É verdade, mas não dei muita importância, até que ele tentou acariciar um dos meus peitos. Foi um toque leve, ele segurou por um momento, mas o suficiente pra me deixar mais inquieta. Aí eu olhei pra calça dele e não é que o coitado tava todo duro?

- Ué, mulher, o menino não é de pedra. Se ele te viu ali com os peitos de fora, é normal ter ficado excitado - justificou a Lúcia.

- É, pensei nisso depois, mas na hora achei engraçado. Resumindo, dei uns tapinhas lá nas partes dele e falei: "Nossa, o passarinho cresceu, hein, amor?" - ela confessou. Ele riu, e eu ali com meus peitos de fora na frente dele. Aí ele começou a dar umas palmadinhas nos meus peitos também, com a mão virada pra cima, como se estivesse segurando eles, e depois deixando cair nas mãos dele. Até perguntei se ele gostava dos peitos da mamãe...

- E o que ele disse? - perguntou Lúcia, surpresa.

- Que eles eram bem molinhos - respondeu a Ángeles, fazendo as duas rirem.

- Que safado, né?

- Pois é. No fim, me vesti de novo e não dei mais bola pra "brincadeirinha". Depois voltamos pra casa e falei pra ele tomar banho enquanto eu preparava o jantar. Como ele demorou, fui ver o que tava rolando e vi ele sentado na privada, pelado, e completamente duro. Fiquei olhando e vi que ele tava se tocando no pau, tipo tentando se masturbar. Quando me viu, sorriu e pediu pra eu fazer cócegas... lá, no pau!

- Nossa, mulher! O coitado tava tentando se masturbar? E ele sabia fazer? - perguntou a Lúcia, super curiosa, lembrando da masturbação que ela tinha feito e percebendo que o menino tinha aprendido a lição e tava colocando em prática.

- Sei lá, filha. O fato é que ele tava tocando a ponta com o polegar e o indicador, e movendo suavemente pra cima e pra baixo. Fiquei pasma e... bem, me aproximei pra ver o que ele tava fazendo. Nem sei no que eu tava pensando, sabe? Mas fiz isso. Então, mais de perto, me agachei e peguei na mão dele, queria ensinar ele a se masturbar, me veio de repente! — exclamou Ángeles, meio impressionada ao lembrar.

Lucía esperou Ángeles se recompor, porque ao confessar isso ela ficou visivelmente nervosa, e ela também não soube o que dizer.

— Pois é, peguei na mão dele e coloquei na base, e com a minha por cima expliquei como... como ele tinha que mexer, e fui fazendo pra cima e pra baixo pra ele entender.

— É, e ele aprendeu? — perguntou Lucía, interessada na confissão excitante.

— Mais ou menos, ele tinha dificuldade, mas seguia bem minhas instruções. O negócio é que... nunca antes tinha reparado como o pau do meu menino era grosso! — exclamou Ángeles, tapando a boca no final quando disse "pau", se mostrando escandalizada pelo deslize.

— Não se envergonhe, mulher, te entendo perfeitamente, afinal fui eu que sugeri que talvez você pudesse ajudá-lo nesse aspecto.

— É, mas não consigo evitar. Pois depois de um tempo batendo uma pra ele e vendo como ele era grosso... fiquei com tesão, entre o nervosismo e a situação. Resumindo, perdi a cabeça e tirei a mão dele, que ele mexia tão sem jeito, peguei direto com minhas próprias mãos e comecei a bater uma pra ele eu mesma, mas com vontade, viu — disparou Ángeles.

— Sério? Que coragem você teve, finalmente decidiu masturbar ele! — exclamou Lucía, incentivando a confissão.

— Pois é, filha, bati uma pra ele a toda velocidade. Acabei ajoelhando na frente dele e batendo com as duas mãos, até que, sem esperar, ele explodiu como uma fonte e os jatos de porra começaram a sair pra todo lado e acabaram me respingando.

Lucía acabou rindo, e a risada contagiou Ángeles, que se relaxou enquanto contava.

— Nem te conto como o danado me deixou, caiu porra no meu cabelo, no vestido, nos braços, até nas tetas e escorreu pelo decote!

— Imagino, devia ter sido cômico! — continuou. — rindo Lucía. —Então tudo bem, né?

— Bom, sim, o coitado parece que curtiu bastante, embora quando me viu toda suja ele ficou meio sem graça, mas eu disse que não tinha problema. Sequei ele com a toalha e mandei ele se vestir e sentar pra jantar.

— E você aproveitou pra se limpar, né? — perguntou Lucía.

— Pois é, o que mais eu ia fazer? O caso é que quando tirei a roupa e tinha tanta porra no cabelo que decidi lavar ele e tomar um banho. E enquanto fazia isso... — ela fez uma pausa na história, que já contava aceleradamente —, me senti tão tesuda, Lucía, que fiquei com muita culpa por sentir isso depois de masturbar meu filho.

— Mulher, não se torture por isso, é compreensível e acho que você agiu certo. Afinal, desde quando você não dá uma trepada?

— Uai, já nem lembro mais o que é isso! — exclamou Ángeles rindo. — Bom, eu me masturbo, sabe? Tenho um vibrador daqueles e me dou bem com ele.

— Sim, claro, faz bem — concordou Lucía.

— Pois no final eu fiz — disse ela categoricamente —, me masturbei no chuveiro até gozar, e isso depois me deu ainda mais culpa à noite.

— Você não tem que pensar nisso, mulher. Seu filho precisava de você e você ajudou ele, pronto. E de quebra, no caminho, você também se deu um "gostinho".

— Você pinta tão bem que parece a coisa mais natural, filha — admitiu Ángeles, escandalizada por estar contando aquelas coisas.

— Pois é assim que você deve pensar — continuou Lucía, animando ela. — Então ele não te incomodou mais, né?

— Desde ontem não. Depois jantamos e tudo numa boa. A verdade é que precisava desabafar com você e contar isso, pra não carregar esse peso sozinha na consciência.

— Obrigada por confiar em mim — disse Lucía, e se aproximando dela deu um beijo na bochecha e a abraçou.

Afinal, ambas eram mulheres solitárias e precisavam uma da outra, por isso talvez tivessem se dado tão bem.

Quando se despediu, Lucía ficou mais um tempo vendo TV na sala e ficou refletindo. sobre o que a Ángeles tinha contado pra ela, imaginou ela ali ajoelhada na frente do pauzão do filho dela, como ele gozava literalmente na cara dela e como ela depois se masturbava no chuveiro, e a ideia a excitou tanto que acabou se masturbando no sofá. Afinal de contas, era bom se manter em forma também nesse aspecto...

12

Já era quinta-feira, e Lucía, que era um bicho de hábitos, acordou tarde e, como sempre, saiu pra fazer um pouco de esporte, depois de devorar uma tigela de cum com cereais. Correr fazia ela se sentir bem consigo mesma, e as manhãs daquela primavera também convidavam a sair e pegar um sol.

Ela chegou no parque e sentou num banco, onde descobriu que estava sendo observada por um velho num banco ao lado. O homem olhava de esguelha pra ela e parecia estar gostando, porque não parava de dar umas olhadas. Ela decidiu entrar na brincadeira e fez poses meio forçadas no banco, passando as mãos sensualmentes pelas coxas e pelos peitos. No fundo, ela se divertia em excitar aquele velho, até se perguntou se conseguiria fazer ele ter uma ereção. Porque sabia que com a idade a masculinidade "diminui".

O homem, que devia ter uns sessenta anos, não se intimidou e, sem mais nem menos, levantou e com o jornal dele trocou de banco, sentando do lado daquela novinha provocante e suada.

- Bom dia - ele cumprimentou.

- Bom dia, "vovô" - respondeu ela, meio irônica.

- O tempo tá maravilhoso, né? - continuou o homem, sem se abalar.

- Ah, sim, aqui é super gostoso! Tá bem quentinho - completou Lucía, se divertindo com a situação.

- Dá pra ver que você correu bastante, né?

- Bastante, saio pra correr todo dia, isso me relaxa muito.

- Eu já não corro mais, as únicas corridas que faço são lendo o jornal - se gabou o velho, com um tom safado.

- Isso é porque você não treina todo dia - respondeu Lucía.

- Pois é, deve ser a falta de costume. Talvez com uma ajudinha eu conseguisse voltar a Ficar em forma. Claro, com sua ajuda já teria motivação de sobra pra aposentadoria inteira... he he - riu o velho.

- Ah, pois é! Mas eu teria medo de te marcar um ritmo muito pesado pra você.

Lucía se recostou no banco descaradamente, mostrando os peitos como se fossem um troféu, arqueando as costas que nem um arco prestes a disparar a flecha.

- Ora, filha, nesse caso você teria que tomar cuidado comigo, que já não sou o que era.

- Bom, isso você vai ter que ver, porque eu tô cheia de energia.

- Isso se vê de longe, gatinha, dá pra perceber que você se cuida. Eu acho que você tá fora do alcance desse pobre pré-aposentado, como eu queria poder "treinar" com uma jovenzinha igual você.

- Quem sabe, tudo depende do que você estivesse disposto a sacrificar pra conseguir esse corpinho, até onde você iria?

- Sei lá, não entendo muito desses assuntos, pra ser sincero, mas com certeza seria o melhor investimento dos últimos tempos pra mim.

- Isso é bom, vejo que você tem espírito aventureiro. Me faz uma oferta generosa que não me ofenda e a gente continua conversando.

- Claro, uma mensalidade seria um preço muito alto pra mim, e não sei se eu poderia bancar.

- Bom, me faz uma oferta e seja generoso pra ver o que a gente pode fazer - propôs a jovem com descaramento.

O velho se aproximou do ouvido dela e sussurrou um valor.

- Qualé, vovô, com isso você não paga nem um treino leve! - exclamou a garota, irritada com a oferta.

- Não, se eu já acho que com o treino eu já estaria mais que servido, he he - riu o velho.

- Então que seja o dobro e negócio fechado.

O velho pensou por uns instantes e então concluiu...

- Tá bom, mas preciso ir no caixa eletrônico rapidinho - confessou.

- Vale, sem problema, vai você sozinho, eu espero cinco minutos. Se não voltar, vou embora "desiludida" pra casa. Ah, e passa na farmácia também, que não trouxe "small tits" comigo. por favor!
- Já volto! - respondeu.

O velho se levantou e saiu correndo, como era de se esperar, ofertas de novinhas como a Lúcia não apareciam todo dia. No fundo, Lúcia até gostou dele e sentiu um tesão em dar pra aquele velho. Enquanto esperava, continuou tomando sol naquele banco do parque, respirando o ar puro e fresco da manhã.

Quando ele voltou, ela notou que a respiração dele estava ofegante, sem dúvida tinha dado uma boa corrida.

- Nossa, querido, como você veio rápido! - disse ela, sorrindo com todas as suas pérolas brancas.

- Pois é, filha, já te falei que preciso de treino, já tô velho pra essas coisas - disse o homem entre ofegos.

- Cê tem a grana e os peitinhos pequenos? - perguntou ela sem papas na língua.

- Claro que sim, bem aqui - disse o senhor, apontando pro bolso interno do paletó. A única coisa que me preocupa é onde vamos fazer isso, na minha casa não dá, minha mulher pode chegar das compras a qualquer hora - explicou ele.

- Bom, pra um boquete, acho que a gente pode se virar em algum canto do parque, não acha? - propôs a garota, cheia de safadeza.

- Bom, espero que nenhuma vizinha nos veja, vamos ver se achamos um lugar.

- Valeu! - exclamou Lúcia, pulando do banco.

Ela se agarrou no braço do velho e começaram um passeio agradável pelo parque, como se fosse sua netinha que tinha saído com o vovô idoso pra dar uma volta. Alguns velhos ficavam olhando pra eles com os olhos arregalados, até um ou outro acenou pra ele, sem conseguir falar nada, dava pra ver que o conheciam, e o homem acenou de volta, também sem dizer nada, mas com um sorriso de orelha a orelha. Sem dúvida, ele tava orgulhoso de levar aquela gostosa no braço, já teria conversa pros próximos seis meses na partida de dominó da manhã.

Chegaram perto da marginal, tinha uma ponte por onde passava a água que descia de um barranco ali perto. ali, eles buscaram a intimidade que precisavam. Os carros passavam por cima na movimentada rodovia, enquanto a garota e o velho se encostavam numa parede de concreto decorada com pichações e grafites meio obscenos, que, dada a situação, combinavam bem com a cena.

Ali, Lucía se deu a liberdade de meter a mão no paletó do velho e tirou a caixa de camisinhas de 3 unidades e o maço de notas. Ele se surpreendeu um pouco, mas deixou a garota fazer o que queria.

— Pô, vovô, só três? Cê não vai gastar muito mesmo, né? — disse ela, enquanto guardava o dinheiro no decote, por baixo do sutiã.

— Bom, filha, pra que ia querer mais? — respondeu o homem, dando de ombros.

— É verdade, com uma já basta... e as outras duas pra sua patroa — falou Lucía, ajoelhando-se na frente dele e sorrindo de orelha a orelha.

Ela desabotoou a braguilha dele e, metendo a mão, puxou o pinto dele, meio murcho pra falar a verdade, não como ela esperava. Então pegou ele nas mãos, cuspiu nelas e começou a esfregar com a saliva. Isso podia parecer meio nojento, mas naquelas circunstâncias Lucía sabia que era o lubrificante mais eficaz. Ela puxou a pele pra trás e esfregou com as palmas, até que, magicamente, revitalizou o murcho membro viril.

Finalmente, pegou a camisinha que tinha guardado junto com o dinheiro e tirou o preservativo lubrificado da embalagem. Colocou na boca, se aproximou da glande dele e, apertando com força com os lábios, desenrolou ela mesma no pau do velho, que, extasiado, olhava pra jovem e gostosa garota ajoelhada aos pés dele. Ele ficou pasmo com a habilidade que aquela descarada mostrou ao colocar a camisinha de um jeito tão sensual.

— Vovô, isso vai te agradar, espero que muito.

— Ah, sim, filha, acho que vou adorar! — confessou o velho, que ainda só tinha visto o começo. — Mas filha, antes de continuar, cê não me mostra sua buceta um pouco, né? Mesmo que a gente não vá foder — pediu ele. propôs.
— Te mostrar, você fica satisfeito só com isso?
— Claro, claro, só quero ver e, já que tá, se me mostrar os peitinhos, também ia adorar, mulher! — exclamou o velho, quase implorando.
— Viu, já tava achando que isso não ia ser vantajoso pra mim — disse ela, sorrindo —, tá bom, vovô, isso é "por conta da casa".

E depois de dizer isso, a garota se levantou, puxou a camiseta amarela fina com uma estampa das "Super Poderosas" e abaixou o sutiã, mostrando os peitos empinados pro velho. Em seguida, baixou o shortinho rosa, exibindo a buceta bem depilada.

O velho ficou extasiado olhando enquanto Lúcia mostrava seus encantos juvenis e sorria com seus dentes brancos e nacarados.
— O que achou, vovô, "valho o que custo"? — perguntou ela, cheia de cara de pau.
— E como, filha! Que peitinhos deliciosos e que bucetinha tão linda, parece uma menina, minha netinha querida... — afirmou o velho, que instintivamente levou as mãos aos peitos da jovem.
— Não exagera! — exclamou ela, brincando — Você disse só olhar — completou.
— Mas, filha, é que você é tão gostosa, não podia deixar eu apalpar um pouco a mercadoria? Afinal, não vamos foder, né?
— Bom, já sabia que ia querer passar a mão na minha buceta, mas fica sabendo que não dá pra foder — acrescentou ela, sarcástica.

O velho primeiro levou as mãos aos peitos de Lúcia, apalpando os dois ao mesmo tempo, percorrendo com os dedos grossos as auréolas rosadas e excitando os biquinhos escondidos sob a pele, que brotaram como os chifres do caracol quando o sol aparece. Lúcia sentiu cócegas e sorriu enquanto ele fazia isso, mostrando uma cara de excitação sensual exagerada.

Depois, tremendo, ele baixou uma mão até tocar o monte de Vênus dela, tão depilado quanto a bucetinha de uma adolescente. Apalpou de leve, só roçando com as pontas dos dedos. Em seguida, desceu e tocou os lábios externos até enfiar o dedo do meio perto do cu dela. atravessando a rachinha dela de lado a lado. Apoiando a palma da mão nos lábios dela, que se destacavam levemente da pele, desenhando uma bucetinha deliciosa nas palavras do velho.

- Você tem uma bucetinha deliciosa, filha. Não vai querer fazer xixi, né? Adoraria ver você fazendo.

Aquilo já era demais, o tio agora queria ver ela mijar ali mesmo. E a verdade é que a Lucía, com tanta correria e o tempo que tava na rua, percebeu que tava com vontade.

- Pô, tio, cê pede cada coisa, hein? Mas olha, porque cê me caiu bem e porque eu tô apertada, vou te agradar.

A mina se agachou e o velho se abaixou pra não perder nenhum detalhe. Quando o jatinho loiro começou a cair com aquele arco característico, o velho sorriu ao ver aparecer.

- Que lindo, que maravilha! - exclamou ao ver.

- Cê é meio doidinho, né? - respondeu a Lucía, divertida.

- Pois é, filha, na minha idade pouca coisa excita a gente, mas isso sempre! Agora cê não vai deixar eu tocar de novo, vai?

- Mas tio, isso é uma sacanagem!

- Sei, sei, sou um velho sujo e tarado, mas isso me faria muito feliz, posso?

A Lucía já tava meio de saco cheio, mas até certo ponto ficava surpresa com aquele homem mais velho, as coisas que ele pedia não eram normais e a verdade é que o velho tomou coragem e, adiantando a resposta dela, colocou a mão com a palma pra cima bem debaixo dos lábios da buceta dela, então ela deixou...

Ele apalpou a ppk dela ainda molhada do xixi e mexendo suavemente os lábios lubrificados pelo caldo quente que tinha saído dali.

- Hum, que macia que cê tem, filha, que maravilha! Cê pode chupar ela agora? Mas eu queria que fizesse assim, sem cobrir, se não se importar.

- Tá bom, mas fica registrado que isso não era o combinado, anda, vamos logo! - disparou a Lucía voltando pra posição inicial aos pés do velho.

O homem se levantou e a Lucía teve que recuperar parcialmente a ereção do velho que tinha sumido. deixando o pau dele meio mole, ainda enfiado na camisinha. Ela chupou e balançou assim até conseguir uma ereção mais decente de novo, e aí continuou com o jogo de boca, mãos e língua, numa brincadeira que já dominava com maestria.

Enquanto fazia isso, olhava pro velho de baixo, e ele fechava os olhos e, de vez em quando, olhava pra ela. Algo que deu mais nojo do que quando descobriu que aquele homem lambeu os próprios dedos, os mesmos que tinham tocado a buceta molhada pelo pipi dela antes, sem dúvida ainda com o pipi escorrido da bocetinha dela neles.

Mas essa foi a primeira impressão; depois, pensou que o velho era um puta tarado e que devia estar realmente com tesão pra fazer aquilo. No fundo, se sentiu, de certa forma, lisonjeada por aquele cara que tinha lambido o pipi dela. Pra ele, com certeza era uma iguaria.

O velho foi duro de roer, aquele pau não terminava de endurecer de vez, e ela teve que se esforçar com as duas mãos e a boca, até que conseguiu fazer ele gozar, soltando uns jatos tímidos de porra na camisinha. No fim, deu trabalho tirar o orgasmo daquele avô. Ela sugou a gozada até o fim, enquanto ele tremia de prazer e, finalmente, tirou o pau da boca dela.

Ela se vestiu e, enquanto o senhor fazia o mesmo, tirando a camisinha antes, ele agradeceu pelos serviços prestados e perguntou se outro dia podia "repetir". Ela disse que sim, que se encontrariam no parque, já que ela costumava correr por lá. E, assim como se conheceram, Lúcia retomou a corrida de volta pra casa e se despediram.

O velho ficou olhando pra bunda dela, bem empinada, e satisfeito com o investimento, foi andando tranquilamente atrás dela.

3 comentários - Sou putinha (11,12)

Me encantan los relatos de este tipo, muy bueno el tuyo 🤤