O que vou contar agora é o que rolou com a minha tia Lida há um tempo. Minha tia tinha uns 28 ou 29 anos, já era casada e tinha uma bebê. Naquela época, eu morava com uns tios que me adotaram desde pequeno, era mais um filho na família. Acontece que eu estudava de manhã e, à tarde, ajudava minha tia Rebeca com alguns serviços de casa. Foi aí que, uma tarde, minha tia me mandou levar uns vestidos para minha tia Lida, pra ela fazer umas costuras ou coisa assim. Não imaginei que fosse rolar nada de mais, só que minha tia Lida era um pedaço: tinha um corpo magro, mas bem torneado, uma bunda de dar água na boca e, principalmente, era atraente porque era bem simpática. Mas, como era esposa do meu tio Carlos, tinha que respeitar, e só valia fantasiar um pouco, eu pensava comigo. Além disso, naqueles dias, eu tinha pegado a irmã de um amigo do colégio e tava super feliz. Então, naquela tarde quente, parti pra casa da minha tia.
O que eu sempre lembrava dela era que, nas reuniões de família de vez em quando, ela me olhava de um jeito estranho, mas disfarçado. Eu percebia, porque bobo eu não era, mas como era minha tia, fazia de conta que não via nada. E assim os minutos passaram até que o ônibus me deixou perto da casa dela. Cheguei lá mais ou menos na hora que tinha saído de casa. Bati na porta e ela me recebeu com um sorriso: "Que milagre você aparecer por aqui, Pedrinho!" "Oi, tia, é que minha tia Rebeca me mandou", respondi. Ela me fez entrar, conversamos mais do que o recado que minha tia Rebeca tinha dado, e perguntei se ela estava ocupada e se ia terminar o serviço na hora. Ela disse que sim. Aí perguntei se podia esperar, e ela falou que não tinha problema. Felizmente, meu tio Carlos tava trabalhando e a bebê de um ano e meio tava dormindo. Então, pra esquentar o clima, comecei a brincar com minha tia e falei: "Tia, que calorão, né? Sabe, tô com vontade de tomar um banho. Será que você não me empresta o chuveiro? Rato… falei bem soltinho, ela, longe de estranhar, disse que não tinha problema e que eu podia usar o chuveiro dela, mas antes de fazer isso perguntei se meu tio ia chegar logo, e ela respondeu que ele só voltaria à noite. Falei isso pra sondar e passar uma imagem de coisa inocente, sem maldade no que eu tava pedindo. Só que como minha tia alugava a casa e ela era bem pequena e apertada, o chuveiro ficava do lado da cozinha. Entrei pra tomar um banho caprichado, mas, de sacanagem, fui calculando pra ver se provocava minha tia, já que era a primeira vez que ficava a sós com ela. E foi o que aconteceu: enquanto eu tomava banho, ela tava ali do lado preparando algo na cozinha, e eu, enquanto me lavava, ia enchendo o saco dela devagar. "Tia, cê não tá com calor aí fora? Por que não entra aqui? A água tá bem gostosa", falei só pra zoar, e ela respondia inocente: "Como é que eu vou entrar, se você tá aí?" "Vem logo, tia…" eu replicava, tentando ela. Insisti tanto que ela se impacientou e eu fiz ela entrar no meu jogo. "Só abre a cortina, tia…" eu dizia. "Mas como é que vou abrir? Cê tá louco?" ela falava. "Já vou me cobrir com uma toalha, tia." Tirei a mão, puxei a toalha e falei pra ela abrir a cortina de plástico que cobria o chuveiro. "Tanto auê pra me dizer que a água tá gostosa…" ela disse, quase sorrindo. Eu tinha fechado o chuveiro e me coberto com a toalha, e aí me deu na telha abrir o chuveiro e molhar ela de surpresa. Ela deu um grito. Quando molhei ela, tipo carnaval mesmo. "Você é um danado, Pedrinho, molhou meu vestido todo, seu malvado, agora vai ver." Dito isso, pegou uma jarra d'água e tentou me jogar água de surpresa, mas eu fui mais rápido, segurei os braços dela e a jarra. Naquele exato instante, ao forcejar com ela, a toalha caiu e eu fiquei pelado na frente dela. Ela deu um grito: "Se cobre, pelo amor de Deus… se cobre!" gritou, e eu enganei ela, dizendo que já tinha me coberto, e fiz ela abrir os olhos. Quando ela me viu nu, se cobriu de novo. os olhos, de novo, e eu me entreguei, segurando as mãos dela pra ela não se cobrir: …tia, não seja boba, olha só, no fundo eu sei que você quer olhar, aproveita que meu tio não tá… sou todo seu…” Com as mãos pra baixo, fiz ela me olhar, e ela, envergonhada, já tinha caído na armadilha, …já chega, já te olhei, agora se veste, por favor, me disse apressada, mas eu ainda segurava as mãos dela, e falei: tia, por que você não me toca…, você é louco, nãooooo, respondeu na hora, mas insisti tanto que ela acabou aceitando, e começou a me tocar devagar, “você tem um corpo bonito” me disse, você também, falei, ..é, mas não vou deixar você tocar no meu, só pra garantir, me disse sorrindo, enquanto me tocava, falava, “você é bem simpático, Pedro, vai ser um puta gostoso…” então comecei a dizer: ei, tia, que tal se você fizer tudo que quiser comigo agora? eu não vou reclamar, sou todo seu, e de novo ela responde: não, não, não, se veste, por favor, já chega, mas eu insisti mais com meu papo e convenci ela a esfregar meu pau, e ela fez isso, mas nessa altura já tínhamos nos acomodado num canto do chuveiro, e lá estava ela me masturbando do jeito mais gostoso, “viu, tia, não morde” eu dizia entre risadas, ela, como hipnotizada pelo jogo, continuava me masturbando com as mãos, então eu completei, “que tal se você chupar um pouquinho…” ela, longe de resistir, disse: “mas só um pouquinho” e enquanto eu enfiava minha pica na boca dela, eu dizia sarcasticamente: “prometo que não conto nada pro meu tio… hahaha” então minha tia Lida tava me fazendo um boquete foda, eu segurava a cabeça dela pra ela não parar de me chupar nem por um segundo, depois de um bom tempo, levei ela pra cama dela, que era perto da cozinha, e comecei a despir ela, mas ela resistiu, mas já era tarde, eu despi ela enquanto beijava o pescoço dela mais rápido que um carro de corrida, e ela não aguentou e se deixou levar pelo momento, coloca alguma coisa que não tô me cuidando! Ela disse toda extasiada, mas eu não liguei, e meti sem proteção mesmo, ali na cama dela, meti sem dó, que buceta gostosa que ela tinha, era apertada, a danada, e isso me dava ainda mais prazer, quando eu meti de quatro foi tanto barulho que os gemidos dela acordaram o bebê que tava do lado, começou a chorar, mas eu continuei montando nela mesmo assim, enquanto ela acalmava o filho já com os olhos virados de prazer, porque enquanto fazia isso eu tava enfiando por trás também, naquele dia eu batizei o cuzinho lindo dela, mas tive que lubrificar antes de penetrar porque foi pedido dela mesma, lá pelas 6 da tarde (eu tinha chegado às 2 da tarde) um jato enorme de porra saiu da minha pica e fiz ela tomar tudo, claro que uma boa parte sujou a cara e o cabelo dela, aquela foda foi animal, sem querer imaginem, mas foi com a minha própria tia, depois disso toda semana eu aparecia na casa da minha tia pelo menos duas vezes por semana, com alguma desculpa, minha tia Lida virou minha escrava sexual por pelo menos um ano até que ela foi morar no sul, e eu parei de vê-la, tive que me virar e morar longe dos meus tios, então dei meu telefone pra ela me ligar e ela ligava de vez em quando, algumas vezes viajei pro sul e me encontrava com ela lá, sempre dava um jeito de ir pra algum motel por ali, e assim soltávamos nossos instintos mais baixos, depois de um tempo ela engravidou de novo (claro que não de mim) e nunca mais a vi até hoje…
O que eu sempre lembrava dela era que, nas reuniões de família de vez em quando, ela me olhava de um jeito estranho, mas disfarçado. Eu percebia, porque bobo eu não era, mas como era minha tia, fazia de conta que não via nada. E assim os minutos passaram até que o ônibus me deixou perto da casa dela. Cheguei lá mais ou menos na hora que tinha saído de casa. Bati na porta e ela me recebeu com um sorriso: "Que milagre você aparecer por aqui, Pedrinho!" "Oi, tia, é que minha tia Rebeca me mandou", respondi. Ela me fez entrar, conversamos mais do que o recado que minha tia Rebeca tinha dado, e perguntei se ela estava ocupada e se ia terminar o serviço na hora. Ela disse que sim. Aí perguntei se podia esperar, e ela falou que não tinha problema. Felizmente, meu tio Carlos tava trabalhando e a bebê de um ano e meio tava dormindo. Então, pra esquentar o clima, comecei a brincar com minha tia e falei: "Tia, que calorão, né? Sabe, tô com vontade de tomar um banho. Será que você não me empresta o chuveiro? Rato… falei bem soltinho, ela, longe de estranhar, disse que não tinha problema e que eu podia usar o chuveiro dela, mas antes de fazer isso perguntei se meu tio ia chegar logo, e ela respondeu que ele só voltaria à noite. Falei isso pra sondar e passar uma imagem de coisa inocente, sem maldade no que eu tava pedindo. Só que como minha tia alugava a casa e ela era bem pequena e apertada, o chuveiro ficava do lado da cozinha. Entrei pra tomar um banho caprichado, mas, de sacanagem, fui calculando pra ver se provocava minha tia, já que era a primeira vez que ficava a sós com ela. E foi o que aconteceu: enquanto eu tomava banho, ela tava ali do lado preparando algo na cozinha, e eu, enquanto me lavava, ia enchendo o saco dela devagar. "Tia, cê não tá com calor aí fora? Por que não entra aqui? A água tá bem gostosa", falei só pra zoar, e ela respondia inocente: "Como é que eu vou entrar, se você tá aí?" "Vem logo, tia…" eu replicava, tentando ela. Insisti tanto que ela se impacientou e eu fiz ela entrar no meu jogo. "Só abre a cortina, tia…" eu dizia. "Mas como é que vou abrir? Cê tá louco?" ela falava. "Já vou me cobrir com uma toalha, tia." Tirei a mão, puxei a toalha e falei pra ela abrir a cortina de plástico que cobria o chuveiro. "Tanto auê pra me dizer que a água tá gostosa…" ela disse, quase sorrindo. Eu tinha fechado o chuveiro e me coberto com a toalha, e aí me deu na telha abrir o chuveiro e molhar ela de surpresa. Ela deu um grito. Quando molhei ela, tipo carnaval mesmo. "Você é um danado, Pedrinho, molhou meu vestido todo, seu malvado, agora vai ver." Dito isso, pegou uma jarra d'água e tentou me jogar água de surpresa, mas eu fui mais rápido, segurei os braços dela e a jarra. Naquele exato instante, ao forcejar com ela, a toalha caiu e eu fiquei pelado na frente dela. Ela deu um grito: "Se cobre, pelo amor de Deus… se cobre!" gritou, e eu enganei ela, dizendo que já tinha me coberto, e fiz ela abrir os olhos. Quando ela me viu nu, se cobriu de novo. os olhos, de novo, e eu me entreguei, segurando as mãos dela pra ela não se cobrir: …tia, não seja boba, olha só, no fundo eu sei que você quer olhar, aproveita que meu tio não tá… sou todo seu…” Com as mãos pra baixo, fiz ela me olhar, e ela, envergonhada, já tinha caído na armadilha, …já chega, já te olhei, agora se veste, por favor, me disse apressada, mas eu ainda segurava as mãos dela, e falei: tia, por que você não me toca…, você é louco, nãooooo, respondeu na hora, mas insisti tanto que ela acabou aceitando, e começou a me tocar devagar, “você tem um corpo bonito” me disse, você também, falei, ..é, mas não vou deixar você tocar no meu, só pra garantir, me disse sorrindo, enquanto me tocava, falava, “você é bem simpático, Pedro, vai ser um puta gostoso…” então comecei a dizer: ei, tia, que tal se você fizer tudo que quiser comigo agora? eu não vou reclamar, sou todo seu, e de novo ela responde: não, não, não, se veste, por favor, já chega, mas eu insisti mais com meu papo e convenci ela a esfregar meu pau, e ela fez isso, mas nessa altura já tínhamos nos acomodado num canto do chuveiro, e lá estava ela me masturbando do jeito mais gostoso, “viu, tia, não morde” eu dizia entre risadas, ela, como hipnotizada pelo jogo, continuava me masturbando com as mãos, então eu completei, “que tal se você chupar um pouquinho…” ela, longe de resistir, disse: “mas só um pouquinho” e enquanto eu enfiava minha pica na boca dela, eu dizia sarcasticamente: “prometo que não conto nada pro meu tio… hahaha” então minha tia Lida tava me fazendo um boquete foda, eu segurava a cabeça dela pra ela não parar de me chupar nem por um segundo, depois de um bom tempo, levei ela pra cama dela, que era perto da cozinha, e comecei a despir ela, mas ela resistiu, mas já era tarde, eu despi ela enquanto beijava o pescoço dela mais rápido que um carro de corrida, e ela não aguentou e se deixou levar pelo momento, coloca alguma coisa que não tô me cuidando! Ela disse toda extasiada, mas eu não liguei, e meti sem proteção mesmo, ali na cama dela, meti sem dó, que buceta gostosa que ela tinha, era apertada, a danada, e isso me dava ainda mais prazer, quando eu meti de quatro foi tanto barulho que os gemidos dela acordaram o bebê que tava do lado, começou a chorar, mas eu continuei montando nela mesmo assim, enquanto ela acalmava o filho já com os olhos virados de prazer, porque enquanto fazia isso eu tava enfiando por trás também, naquele dia eu batizei o cuzinho lindo dela, mas tive que lubrificar antes de penetrar porque foi pedido dela mesma, lá pelas 6 da tarde (eu tinha chegado às 2 da tarde) um jato enorme de porra saiu da minha pica e fiz ela tomar tudo, claro que uma boa parte sujou a cara e o cabelo dela, aquela foda foi animal, sem querer imaginem, mas foi com a minha própria tia, depois disso toda semana eu aparecia na casa da minha tia pelo menos duas vezes por semana, com alguma desculpa, minha tia Lida virou minha escrava sexual por pelo menos um ano até que ela foi morar no sul, e eu parei de vê-la, tive que me virar e morar longe dos meus tios, então dei meu telefone pra ela me ligar e ela ligava de vez em quando, algumas vezes viajei pro sul e me encontrava com ela lá, sempre dava um jeito de ir pra algum motel por ali, e assim soltávamos nossos instintos mais baixos, depois de um tempo ela engravidou de novo (claro que não de mim) e nunca mais a vi até hoje…
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