A Garota da Família (Parte 6) Final!

Capítulo Vinte e UmFiquei ali sentado, amarrado e com o pau duro de tanto viagra. Então era tudo um plano? Nada foi real? Senti uma puta sensação de ter sido enganado. Depois do que a Luciana falou, fiquei em silêncio, sem saber bem o que dizer.

— Do que você tá se surpreendendo? Achei que já tinha sacado… — A Jazmín falou sorrindo enquanto abraçava a Jesse por trás, apalpando ela.

— Eu dei várias pistas e nada, cabeça dura pra caralho — Disse a Luciana rindo, se divertindo. A Jesse só olhava tudo com um olhar estranho. Não sabia bem o que passava na cabeça dela. Eu só pensava numa coisa: não era real o que eu tinha com a Jesse?

— Tá pensando que a gente é umas pervertidas doentes, né? — Falou a Jazmín, também rindo, enquanto empurrava a Jesse. Fez ela se ajoelhar na minha frente. Olhei pra Jesse, ela me encarou firme com aqueles olhos azuis enormes. Depois baixou o olhar e mordeu o lábio inferior.

— Eu… — Gaguejei — … Sim, não… não sei… — A Luciana ria pra caralho da situação e da minha confusão.

— Vamos ver como a menina do Papai chupa… — Disse a Jazmín empurrando a cabeça da Jesse pro meu pau. A Jesse sabia o que fazer. Abriu a boca e engoliu meu pau. Podia estar confuso, até podia estar puto com a situação. Mas os lábios da Jesse no meu pau, sentir a língua dela, me davam um prazer que ninguém mais conseguia me dar.

— Ah, caralho, vocês fazem tudo tão devagar! — Falou a Luciana, empurrando a Jesse. Passou a perna por cima de mim e, sem preâmbulos, sentou no meu pau. Não tava de calcinha por baixo da saia plissada. Enfiou ele na buceta dela na hora. E do jeito que sentou, começou a cavalgar em mim rapidão. As tetonas dela balançavam pra cima e pra baixo no ritmo. Do jeito que ela tava indo, eu não ia aguentar muito sem gozar.

— Ahhhh siiiim… — Gemía a Luciana enquanto abria a camisa e deixava as tetonas soltas. Enquanto me montava, beliscava os próprios bicos com tudo.

— Como eu gosto de andar de cavalinho — Comentava a Luciana enquanto meu pau entrava e saía cada vez mais rápido. A Jazmín segurava a Jesse, parecia que… Eu tava com medo que ela escapasse ou algo assim. Abracei ela por trás e peguei nas tetas dela. Massageava por cima da camisa, apertava. Olhava tudo sempre com um sorriso. Essa era a situação que eu esperava.
— Ahhhh…. Ahhhhhhhh!!... — Luciana fechou os olhos e se arqueou pra trás. Senti as contrações da buceta dela apertando meu pau. Ela tava gozando. Gritou igual uma loba no cio e ficou ofegante. Me encarou e saiu de cima de mim. Meu pau ainda continuava duro.
— O plano de vocês é me estuprar ou algo assim? — falei finalmente. Jazmín e Luciana me olharam, depois se entreolharam e caíram na gargalhada. Jesse olhava tudo sem expressão nenhuma.
— Algo assim, vamos ver o que rola. A noite é longa e a gente tem umas ideias… — disse Jazmín. Luciana pegou a câmera de vídeo.
— Vamos gravar a menina fazendo umas safadezas — falou Luciana. Jazmín, divertida, trouxe uma Jesse assustada até mim. Ela se deixava levar, parecia uma bonequinha de controle remoto. Cruzou uma perna em cima de mim igual a Luciana tinha feito antes. Jesse me encarou, mordendo o lábio. Queria me dizer algo com o olhar, mas não sabia o quê. Tava de calcinha de algodão por baixo da saia plissada. Sem tirar os olhos de mim, com carinha de cachorrinha assustada, puxou a calcinha pro lado. Devagar, colocou a ponta do meu pau entre os lábios da buceta dela e começou a descer. Foi se sentando no meu pau, enfiando tudo.
— A gente não tem esse tempo todo… — disse Luciana, e pegando ela pelos ombros, empurrou Jesse pra baixo, enfiando meu pau de uma vez.
— Ahhhhhhhhhhhhhhhh!!!!... — gemeu Jesse, fechando os olhos e apertando os dentes. Meu pau começou a pulsar ao sentir a caverna quente de Jesse.
Quem conhece essa história pode pensar coisas tipo “Jesse é toda arrombada” “deve ter os buracos do tamanho de uma panela”. Lamento dizer que não. O jeito que ela se ajustava ao meu pau, o calor que saía… a lubrificação dela… tudo era tão perfeito. Sentia umas pulsações pequenas da buceta dela. Jesse não se mexia, mas Só de ter ela ali já me dava umas sensações incríveis.
—Mmmm… mmmm… —Ela mesma começou a subir devagar. Depois descia soltando um “ahhhhhh” longo e repetia o movimento. Em cada penetração, os rabos de cavalo do cabelo dela balançavam. Luciana girava ao nosso redor gravando tudo com o maior detalhe. Andava com os peitões de fora e seu jeito de andar de gata fazia a minissaia ondular. Jazmín se colocou atrás de Jesse e abraçou ela.
—Sempre invejei os peitões da filhinha do papai —Falou enquanto massageava os peitos de Jesse por cima da camisa. Jesse ofegou. Depois Jazmín pegou as bordas da camisa com as duas mãos. Puxou pros lados e rasgou a camisa de Jesse abrindo ela de uma vez. Os botões voaram pra todo lado. Os peitos de Jesse saltaram pra fora. A gravata caiu no meio deles. Jazmín, com os dedos, começou a beliscar os bicos dela. Jesse reclamou, mas continuou subindo e descendo no meu pau.
—Vou te contar uma história… —Começou Jazmín sem parar de apalpar Jesse. Amassava os peitões generosos da irmã mais nova à vontade. Prestar atenção em Jazmín enquanto Jesse cavalgava em mim e ver os peitos dela sendo amassados era uma tarefa bem foda.
—Um tempinho atrás tudo era tão normal, tão… —Continuou Jazmín.
—Chato —Completou Luciana sem parar de gravar tudo.
—Claro… chato… —Seguiu Jazmín e lambeu a orelha de Jesse. Ela tremeu e gemeu de olhos fechados sem parar de se mexer em cima de mim.
—… A gente tinha nossas coisinhas. Eu sabia bem que Luciana era uma viciada em sexo, eu tentava manter isso meio escondido. E Jesse, bom, ela é uma anjinha… —Jazmín apertou os peitos de Jesse com raiva. Mal cabiam nas mãos dela.
—Lembra como a gente começou, Lucy?
—No acampamento! —Gritou Luciana rindo.
—mmmmm… aaaaahh… aaahhmmm… —Os gemidos de Jesse continuavam. Ela cavalgava devagar em mim sem prestar atenção no que Jazmín dizia.
—A gente ainda tava no colégio. E tivemos que ir pra um acampamento… deu na coincidência de que minha divisão e a da Luciana foram juntas…
– Lembra do que a gente tomou naquela noite? Chupei o pau de um professor e ele deixou a gente passar bebida – completou Luciana, super divertida ao lembrar dessas coisas.
– A gente bebeu pra caralho, e tava muito alegre naquela noite. Jogamos um jogo de dar beijos entre todo mundo. E… – Jazmín apertou os peitos de Jesse e lambeu o pescoço dela.
– … e a gente teve que se beijar. Eu e a Lucy. No começo foi só um selinho… mas nossos colegas pediram mais. A gente já tava bem bebida, o que ajudou muito… Nossas línguas se enroscaram.
– Foi tão excitante… eu ainda tinha gosto de porra do velho professor na boca…
– Mmm… mmmmmmm… – Jesse não parava de subir e descer em cima de mim. Ela fazia tão bem, tão devagar, que parecia que a gente nunca ia gozar.
– Aquilo desencadeou tudo… naquela mesma noite, no acampamento, dormimos juntas na minha barraca. Minhas duas colegas estavam em outras barracas. E eu e a Lucy…
– Gostei tanto daquele beijo que me joguei em cima dela e devorei a boca dela – disse Luciana.
– Eu amei, nunca tinha beijado uma garota. E sabe? Nunca achei estranho que fosse minha irmã.
– A gente se esfregou a noite toda… só nós duas. Fizemos tudo que dava e o que não dava também hahaha… – disse Luciana rindo enquanto colocava um cinto com consolo. Era uma parada preta e comprida, bem grossa. Pegou um pote de lubrificante e derramou no consolo. Dava um certo medo ver a Luciana com um troço daquele entre as pernas, lambuzando de lubrificante como se tivesse um pau e estivesse se masturbando.
– A menina tá muito quieta – disse Jazmín ao ver a Luciana. Eu não falava nada. Ter a Jesse montada no meu pau e ouvir aquelas confissões era demais pra mim. Acho que ninguém na minha situação conseguiria pensar direito.
– … A gente começou a compartilhar coisas… – continuou Jazmín. Luciana se posicionou atrás da Jesse e apontou a ponta do consolo pro cu dela. Jesse olhou pra trás mas não disse nada. Luciana derramou um jato de lubrificante na bunda da Jesse.
– Aaahhg… – ela gemeu. Jesse rangendo os dentes. Se jogou em cima de mim, enterrando meu rosto entre seus peitões.
—A Lucy me emprestou a namorada dela uma vez… Eu emprestei a minha… E em várias noites entediantes, a gente dormia junto… — continuou Jasmim.
—O que a gente menos fazia era dormir, hahaha — riu Luciana.
—Ahhhhhh… Mmmmmmmmm… Luciana continuava enfiando o consolador gigante na bunda da Jesse até bater nas nádegas dela. Jesse suspirou aliviada. Mas Luciana começou a recuar. E depois enfiou de novo com tudo.
—A gente falava muito da Jesse. De como ela era linda. Tão doce e com um corpo de matar. E nada, nem uma página pornô, nem um namorado, nada. A princesinha do papai era um anjinho…
—E isso nos excitava ainda mais… — disse Luciana, começando a meter na Jesse cada vez mais rápido. Minha pica na buceta dela sentia a pressão do consolador.
—Mas não sabíamos como incluí-la nas nossas brincadeiras… até que uma noite, fui ao banheiro e ouvi gemidos… o doce canto angelical da minha irmãzinha se masturbando no escuro do quarto dela…
—A Jasmim foi me buscar e a gente se enfiou no quarto da Jesse sem ela perceber. Ficamos olhando um tempão como ela enfiava os dedinhos lá embaixo… era tão excitante…
—A gente se meteu na cama dela… A Jesse não tava vestindo nada. Tentou falar alguma coisa…
—Mas meus lábios não deixaram… — completou Luciana.
—Eu me agarrei nos peitos dela e não acreditava que eram tão grandes, redondos, firmes… — continuou Jasmim.
—Nós duas masturbamos nossa irmãzinha e ela não conseguiu resistir. Começou a gozar… e a gozar uma vez atrás da outra. Pedia pra gente parar… — disse Luciana, fodendo a irmãzinha sem piedade. Tava segurando ela pela cintura e se movia como se fosse um homem. Jesse tinha os olhos fechados e aguentava a porrada.
Jasmim se aproximou da Jesse e, lambendo a orelha dela, disse:
—Conta pro Javi como foi…
—Ahh… não… queria… mmmm… aahhhgg… mas… mas… eu gostava tanto… tanto do… do que vocês faziam… aaahh mmmm… — mal conseguiu dizer Jesse entre os gemidos.
—Tão doce… tão abusável… — disse Jasmim rindo e beijo a Jesse.
- Ahhgg... aaammm... aahhhhhh... ahhhhhhhhhh!!!!!... – Jesse gritava, tremendo e cravando as unhas nos meus ombros. Ela começou a gozar, mas a Luciana não deixava ela em paz e continuava metendo nela.
- A Jazmín uma vez me disse: você não faz ideia do pedaço de pau que o cara com quem eu tô saindo tem... –
- E esse cara era você... o resto acho que você já conhece... – completa a Jazmín.
Deus, era informação demais. Tudo tão estranho. Será que essa história podia ser real? Eu tinha que confiar nisso? A verdade é que eu não entendia nada. Mas algo dentro de mim dizia: nada disso vale merda nenhuma, você tá com as três irmãs juntas, que importa como tudo se montou.
- Até a Jesse entrou no nosso jogo... embora eu ache que ela foi longe demais... – disse a Jazmín. Eu suava. Comecei a apertar os punhos, sentindo que ia gozar. A Luciana percebeu e tirou a Jesse de cima do Javier num instante. Meu pau ficou lá no ar, pulsando, prestes a gozar. A Luciana pegou ele e deu uma lambida. A Jazmín se juntou a ela do lado, e as duas passaram as línguas. Os jatos começaram a sair sem controle, embora não fosse tanta quantidade. A Jazmín e a Luciana não desperdiçaram nada. Passaram a língua por todo o meu pau até deixar ele limpinho. A Jesse observava tudo, ofegante, sentada no chão. Tinha uma carinha de "isso era meu".
- Nunca faz mal um copinho de porra antes de dormir... – brincou a Luciana.
- Vem e continua tomando sua chupada... – ordenou a Jazmín pra Jesse. Ela veio até mim sem me olhar, se ajoelhou e, sem mais, começou a chupar meu pau. Meu pau já tava meio sensível, mas os lábios doces da Jesse eram um bom remédio.
- Mas você... por isso tava tão distante... – falei pra Jazmín, tentando entender as coisas. A Jazmín me olhou com um sorriso. A Luciana empurrava a cabeça da Jesse e fazia meu pau chegar na garganta dela.
- Na verdade, eu tava assim porque tô saindo com outro cara. Tecnicamente, hoje estamos dando fim ao nosso relacionamento formal. – Mais e mais informação. Agora a gente já não era mais namorados, se é que alguma vez fomos. realidade.
—Quando vai nos apresentar o novo gostoso? —disse Luciana, olhando pra irmã.
—Não, esse aqui é só meu. A coisa é séria com ele. —Jasmim tinha um olhar sério. Luciana só olhou pra ela, levantou uma sobrancelha e continuou empurrando a cabeça de Jesse. Segurava ele pelas marias-chiquinhas do cabelo e fazia a cabeça subir e descer.
Jasmim se ajoelhou do lado de Jesse e começou a chupar meu pau junto com a irmã. Passou a língua me encarando com aqueles olhos de gata.
—Isso não significa… —Passou a língua de novo por todo o meu tronco. —… Que você não continue sendo meu brinquedinho…—
Que jeito estranho elas tinham de pensar. Embora, na real, parecesse esquisito analisando friamente, porque a verdade… eu tava curtindo pra caralho.
Luciana chamou Jesse e ficou só Jasmim, de quatro, mamando meu pau. Parecia que ainda não tinha terminado o discurso.
—É inacreditável que depois de tudo isso… você nunca conseguiu me comer… haha essa virgemzinha é pro meu namorado… —Disse Jasmim, divertida, dando um tapa na própria bunda.
Luciana se posicionou atrás de Jasmim e começou a beijar o pescoço dela. Com as mãos, percorreu o corpo dela, desde os peitos por cima da camisa até as pernas. Enfiou a mão por baixo da saia de Jasmim e apertou a buceta dela. Jasmim fechou os olhos e gemeu, apertando meu pau. Jesse se colocou aos pés de Jasmim enquanto tentava esconder os peitos, mas sem os botões da camisa era impossível. Me olhou sem dizer nada.
—Que orelhinha linda… —Dizia Luciana, passando a língua na orelha de Jasmim. Ela gemia em êxtase. Passava a língua no meu pau e se derretia com os carinhos da irmã mais velha.
De repente, ouvi um “click-click”. Jasmim abriu os olhos e olhou pra trás. Luciana se levantou com um sorriso enorme no rosto. Jesse se afastou um pouco de Jasmim. Sem que ela percebesse —nem eu também— Luciana tinha algemado Jasmim. Ela estava com as mãos nas costas, presas por algemas policiais que sei lá de onde tirou. Jesse tinha amarrado os tornozelos dela juntos, impossibilitando qualquer movimento. movimento.
Jasmim estava com cara de assustada.
— Ai, ai, irmãzinha adorada, achou que a gente ia perder a estreia da sua buceta? — comentou Luciana, bem divertida, enquanto recolocava o cinto com o consolo preto.
— O que você vai fazer? Minha bunda é do meu namorado, já falei… — Jasmim não estava nem um pouco achando graça. — … Me solta agora… — ordenou.
— Kkk… não, não… sua bunda é nossa… — Luciana deixava cair lubrificante no consolo preto que balançava entre as pernas dela. Era bem grande e grosso.
— Não se atreva, filha da puta… — xingou Jasmim. Isso sim era algo que não se via todo dia. Jesse observava tudo de lado, sem dizer nada.
— Que boquinha! Vamos ter que te ensinar modos… — Luciana se ajoelhou atrás de Jasmim. Ela tentou fugir, mas não conseguia. Cambaleou, perdeu o equilíbrio e caiu de lado em posição fetal. Luciana sentou nas pernas de Jasmim. Levantou a saia dela, deixando a bunda à mostra. Jasmim estava de lingerie fina branca. Luciana puxou a calcinha fio dental para baixo e derramou lubrificante na bunda virgem da irmã.
— Chega! Não tem graça! — gritava Jasmim, mas Luciana, que não era nada delicada, enfiou dois dedos bem bruscos no cu dela.
— Ahhh… — gemeu Jasmim. Luciana ria pra caralho enquanto sodomizava a irmã.
— Você nunca me deixou enfiar nada na sua bunda… hoje é o grande dia! — exclamou Luciana, pegando o consolo e colocando na entrada do cu de Jasmim.
Devo dizer que a situação tava me agradando. Não conseguia evitar um sorriso vendo o que tava rolando. Jesse observava tudo, mordendo o lábio inferior.
— Chega! Para, Luc…! Aaaahhgg!!!… — Jasmim não conseguiu terminar a frase. Assim, caída de lado, começou a receber o grande consolo preto dentro do cu que era virgem.
— Aahhh!! Aahhh!!! Chega!!! Arde!!!… — gritava Jasmim, mas Luciana não tinha pena nenhuma. Enfiava o consolo sem parar. E não parou até enterrar bem fundo, inteiro.
— Aaahhgg… deus… dói… me queima… aaahgg… — Jazmín se queixava. Luciana tinha o consolador enfiado inteiro no cu da irmã, sem mexer.
— Tadaaannn! E o consolador desapareceu! — exclamou Luciana, imitando um mágico. Soltei uma gargalhada, era inevitável. Jesse também esboçou um sorrisinho.
— Bom, hora de botar a mão na massa… — disse Luciana, esfregando as mãos. Depois segurou a cintura de Jazmín e começou a puxar o consolador. Jazmín gritava e ofegava.
— Para, filha da puta! Você vai ver! Aaahhh!!!! Vou te matar! — xingava e gritava. E Luciana enfiava o consolador de uma vez, calando ela. Tirava devagar de novo, e metia com toda força.
— Aaahh… aaahgg… huufff… Hugh… — Jazmín se resignou, aparentemente. Depois de um tempo, só bufava, com o rosto todo suado. Luciana continuava com o vai e vem frenético. Deitou-se sobre a irmã, agarrou ela pelos cabelos, puxando a cabeça dela pra trás. Jazmín apertava os dentes com o tratamento bruto. Luciana ria enquanto comia ela com raiva, lambia o pescoço da irmã e mordia o ombro dela. Depois desceu as mãos até os peitinhos de Jazmín e apertou eles. Começou a beijar o pescoço dela selvagemente, mexendo a cintura sem parar.
— Você tá gostando, puta… viu? Cê gosta… — dizia Luciana sem parar de comer ela. Com a outra mão, esfregava o clitóris de Jazmín.
— Aaahhhg.. mmmm…. Aaaammm… — ofegava Jazmín, sem dizer nada e de olhos fechados. A cara dela tava toda vermelha e os cabelos grudados no rosto de suor. Depois começou a tremer, a ofegar mais forte, dando socos no chão.
— Ahh!!! Deus!!!!!! Sua puta do caralho!... — gritava Jazmín enquanto Luciana comia ela mais rápido.
— Alguém tá gozando, senhoras e senhores!... — gritava Luciana enquanto Jazmín se contorcia de prazer num orgasmo potente. Assim que a bagunça acabou, Luciana tirou o consolador do cu dela e Jazmín ficou lá, exausta e ofegante no chão.
— É cansativo trabalhar tanto… haha… — brincou Luciana e foi embora. a cozinha.
—Ei, Jess! Solta o moleque! — gritou Luciana da cozinha. Jesse me olhou e sorriu. Parecia que tava esperando essa ordem. Chegou perto de mim sem falar nada e começou a me soltar.
—Bom, essa aí já era — disse Luciana olhando pra Jasmim, voltando da cozinha com uma lata de cerveja.
—Agora, touro, vejo que o viagra ainda tá fazendo efeito… arromba a raba da Jasmim pra deixar tudo em ordem!
—Eh… não… — balbuciou Jasmim sem forças. Jesse terminou de me soltar. Encostou a boca no meu ouvido e sussurrou:
—… Faz ela sofrer… — e me beijou na bochecha. As ordens de Jesse eram canto de anjo no meu ouvido. Me levantei esticando os braços, me sentindo um escravo recém-liberto.
Luciana se preparou pra cena, pegou a câmera e sentou bem à vontade no sofá. Jesse também sentou noutro sofá, segurando a camisa pra tampar os peitos. Era óbvio que tava super interessada no que ia rolar.
—Bom… desejo o melhor pra você e pro seu namorado… — falei. —… Pena que não vai ter nada pra estrear…
—Não… chega… — reclamou Jasmim sem forças enquanto eu a colocava de quatro. Passei um pouco de lubrificante na minha pica e besuntei bem. Apoiei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela. Agarrei ela pela cintura.
—Ação! — gritou Luciana.
—Filho da pu… aaahhhhhhhh!!!... — Meti de uma vez, sem piedade. E assim que entrou, me movi pra trás e meti de novo, fazendo tremer os glúteos da raba dela. Jasmim gritava a cada estocada. Uma e outra vez fui penetrando sem dó, abrindo caminho na bunda dela.
—Aaaahhh!! Aahhh!!! Aaaaagh!!!! … — gritava Jasmim a cada investida. Era uma foda bem de filme pornô. Forte, tirando quase tudo e enterrando com toda a raiva. Luciana aplaudia comemorando do nosso lado. Jesse assistia tudo bem atenta do sofá.
—Bravo! Essa vai ser a foda do ano! — Ela se aproximou da gente com a câmera e gravou bem em detalhe como entrava e saía minha pica do cu apertado da Jasmim. Olhei pra Jesse, dava pra ver Olhei nos olhos dela. Ela me encarava com aqueles olhões azuis enormes, mordendo o lábio sem piscar.
— Quer que você goze nas costas dela... — Luciana falou atrás, gravando do meu ombro. Eu não ia aguentar muito mais. Ela suava pra caralho, fazendo toda a força que podia nas estocadas.
— Aaagg... Hummm... Hufffff... — Jasmim reclamava, mas já sem forças. Tava completamente perdida na porra da foda olímpica que eu tava dando. Um tremor subiu pela minha espinha. Ia gozar. Tirei meu pau e apontei pra Jasmim. Só saíram dois jatos de porra e nada mais. Já tinha gozado muito e tava secando.
— Acho que temos um problema de estoque, hahaha — Luciana riu, filmando tudo. Jasmim ficou lá jogada no chão, de olhos fechados, respirando como se faltasse ar. Tinha o cabelo todo grudado na cara.
— Tô morto... — falei, sentando no sofá do lado da Jesse. Ela me olhou e me deu um sorriso. Meu pau ardia um pouco e tava super sensível... e ainda continuava duro.
— Tô morrendo de sede... — falei.
— Vou pegar algo pra você! — Jesse disse e saiu correndo pra cozinha. Voltou num instante com um copo de suco. Bebi tudo de um gole só.
— Acho que ainda tem mais um cartucho... — Luciana falou, jogando lubrificante no meu pau. Depois começou a me masturbar. Doía um pouco, mas eu gostava.
— Faz uns carinhos nele pra ele não reclamar tanto — Luciana disse pra Jesse. E a princesinha da casa se aproximou de mim e começou a me dar beijinhos no pescoço. Eu não conseguia resistir a ela. Puxei ela pra perto e começamos a nos beijar. Luciana, sem parar de me masturbar, se juntou e começou a me beijar também...
Luciana montou em mim, enfiando meu pau na buceta. Começou a cavalgar, mexendo os quadris em círculo. Colocou os peitões na minha cara pra eu chupar. Não recusei, passei a língua naqueles balões de carne enormes. Luciana pegou a cabeça da Jesse e puxou ela pros peitos. Ela também teve que chupar pra saciar a Luciana. Parecíamos dois filhotes. Mamando na mãe dela. Depois de um bom tempo cavalgando em mim, ela começou a gozar gritando e saiu de cima. Jesse tinha uma carinha de tesão incrível, aninhada do meu lado. Luciana a pegou e deitou ela em cima de si, começou a beijá-la. Jesse parecia ter experiência nisso, porque beijou a irmã dela tão bem quanto beijava comigo. Ver elas se beijando daquele jeito tão apaixonado me deixava a mil. Aproveitei e me deitei sobre Jesse. Meu pau sozinho se posicionou na buceta e foi entrando devagar até entrar completamente. Jesse gemia como as deusas. Luciana, debaixo dela, chupava os peitos dela e mordia os bicos da irmãzinha. Eu movia meus quadris e beijava o pescoço dela. Jesse não aguentava mais de prazer.
Jazmín ainda estava lá, algemada no chão. Ela nos olhava com ódio e raiva. Isso nos dava muita graça, embora também não déssemos muita atenção pra ela. Jesse começou a tremer, se abraçou na Luciana, gemendo e ofegando forte. Movi meus quadris mais rápido, penetrando ela com paixão. Ela gozou com um gemido longo que a deixou sem ar. Depois caiu ofegando em cima da Luciana, descansando a cabeça nas tetonas enormes.
— Chupa ela como eu te ensinei, Jess… — Tirei meu pau de dentro da Jesse. Ela desceu até as pernas da irmã. E, como uma putinha treinada, começou a lamber o clitóris.
— Me dá de comer esse pau… entre meus peitos… — E os desejos dela eram ordens. Me ajoelhei sobre a Luciana. Mal conseguia segurar aqueles peitões enormes com minhas mãos. Coloquei meu pau entre aqueles balões e apertei. Ele sumia no meio daquelas piñatas de carne. Jesse sabia bem o que fazia. Enfiava dois dedinhos na racha da Luciana e lambia o clitóris dela sem parar. A mais peituda das irmãs não demorou pra gozar de novo.
— Isso!! A puta mãe!!! Issooooooooo!!!! — Gritava Luciana gozando mais uma vez. E assim que Luciana gozou, ela me tirou de cima. Pegou a Jesse e puxou ela pra perto. A irmã mais velha não parecia cansada nem nada. Começou a beijar a Jesse com a mesma paixão de antes. Segurava ela pela nuca e enfiava a língua até o fundo. garganta.
Só tinha forças pra continuar, mas não queria parar. Não podia parar. Me deitei sobre a Jesse e dessa vez direcionei meu pau pra bunda dela. Meu pau tava ardendo. Mas ainda não podia descansar. Com cuidado, fui penetrando ela até minhas bolas baterem nas nádegas da bunda dela. Com amor, comecei a foder a Jesse. Ela beijava a irmã, depois descia beijando o pescoço até chegar nas tetonas dela e ficava ali chupando elas. Depois, enfiou a mãozinha entre as pernas da Luciana e começou a masturbar ela. Nos sincronizamos os três, nos dando prazer. Gozamos juntos num só gemido. E a Jazmín ali no chão, olhando tudo ofendida.
A Luciana começou a gritar e a xingar pra caralho. A Jesse arqueava a cintura e tremia abraçando a irmã. Senti um arrepio na espinha. Enquanto elas gozavam, não aguentei mais. Enterrei meu pau na bunda da Jesse bem até o fundo e comecei a gozar. Senti dois jatos saírem, meus olhos se fecharam e caí exausto.Capítulo Vinte e DoisSenti um pouco de frio. Me mexi entre os sonhos e abri os olhos devagar. Tava escuro, mas dava pra enxergar bem onde eu tava. Era a sala da casa das minas. As lembranças vieram na mente. Toda a situação da noite anterior. Por um momento, pensei que tudo tinha sido um sonho. Mas não, pelo que eu via ao redor, tudo tinha sido bem real. Embora eu tivesse sozinho. Encolhido no sofá, coberto com um cobertor. Jazmín já não tava mais algemada no chão, a Luciana também não, e a Jesse…

—Ah… você acordou? — Disse uma voz do meu lado. Era a Jesse de pijama. Tava com um copo de suco na mão. —… não quis te acordar e deixei você dormir, você parecia tão tranquilo… — Falou quase sussurrando.

Fiquei olhando pra ela por um tempo sem falar nada. Ela sentou do meu lado nervosa.

—Você deve achar que sou uma coisa nojenta… — Disse gaguejando, olhando pro chão. Se não me enganava, tudo era mentira…

—Nada foi verdade? — Perguntei, e a Jesse me encarou firme com os olhos brilhando. Tava quase chorando.

—Não… sim… não… — Gaguejou. —… sei que menti, mas… mas você me atraía, me atraía antes de tudo isso. E… quando me falaram do plano deles… pensei que, que de outro jeito não ia conseguir ficar com você… e… eu queria ficar com você e aceitei tudo… pra ficar com você e… e eu…

Umas lágrimas escorreram pelas bochechas dela e meu coração se partiu. Eu até posso ser um filho da puta e um pilantra, mas era a primeira vez na minha vida que ouvia palavras tão sinceras.

Não falei nada. Só abracei ela.

—Eu escolho você… — Falei no ouvido dela.

Ficamos um tempão abraçados em silêncio.

—Hoje… você pode ficar pra dormir… comigo, se quiser… — Disse a Jesse, hesitante.

—Adoraria — Falei, pegando na mão dela. Ela me deu um daqueles sorrisos meigos que derretiam. Juntos, subimos as escadas pro quarto dela. Entramos na cama sem falar nada. Jesse se aninhou entre meus braços e suspirou. Aproximei meus lábios do ouvido dela e sussurrei:

—Te amo, Jesse… — Ela virou um pouco a cabeça, me olhando nos olhos. olhos. Dava pra ver o brilho azul celeste na escuridão.
—Te amo, Javier… — E senti os lábios quentinhos dela colados nos meus.EpílogoAquela noite foi a última noite que consegui dormir em casa. Em poucos dias, a notícia de que eu não era mais namorado da Jazmín já era um furo. Mas eu continuava vendo as garotas em outros lugares. Principalmente a Luciana, e mais ainda a Jesse.
— Na real, ele é um baita dum idiota, e é bem feio o coitado… — Luciana comentou sobre o novo namorado da Jazmín.
— Mamãe disse outro dia que o novo namorado da Jazmín não se comparava com você… — Jesse me contou um dia em que a gente passeava no shopping. Esqueci de dizer que, embora seja óbvio, eu estava namorando a Jesse desde aquela noite. Só a Luciana sabia, e mais ninguém. A Luciana estava feliz com isso. Contanto que eu continue fazendo o que ela manda…
— Sabe que eu gosto de brincar com você… e sei bem que minha irmãzinha não se importa. Não se importa que a gente tranque sozinho, sem ela, ou com ela, ou um monte de outras coisas que a gente experimentou. Ela gosta, minha irmãzinha é mais sedenta por sexo do que eu. Ela te ama, e só quer você. Daria a vida por você. Então nunca te passe pela cabeça ficar com outra garota nem fazer ela sofrer de verdade. Uma coisa são nossas brincadeiras, outra é sacanear ela. Nem pense, porque você vai saber o que eu sou quando fico puta… — Luciana me disse bem séria. Nunca a vi falar com tanta seriedade.

Às vezes vejo a Jazmín, mas ela parece decidida a ser uma pessoa “normal”. Porque a gente só conversa como bons amigos. Ela tá bem bobona com o namorado dela. Até me apresentou ele. E sim, ele era bem idiota. Tanto que ela nunca disse pra ele que eu era ex dela.

Meu relacionamento com a Jesse estava cada vez melhor. Apresentei ela pros meus pais e eles ficaram maravilhados. A Jesse me deixava besta. Eu contava o tempo que passava até vê-la de novo. Aconteceram muitas coisas naquele ano. Tantas… com ela, com a Luciana e com… talvez mais pra frente eu conte bem essa parte.

Passaram-se alguns meses e já estávamos quase no fim do ano. Num piscar de olhos, a Jesse já estava se inscrevendo na faculdade e se formou no colégio. Senti muita saudade de ela deixar de usar aquele uniforme que tanto me gostava. Mas ela jamais deixaria de ser minha coleguinha.
Poucos dias depois disso, Luciana, como sempre, não teve ideia melhor do que dizer uma noite durante o jantar com a família:
— Sabiam que a Jesse tá namorando o Javier, o ex da Jazmín?

A notícia caiu como uma bomba. No dia seguinte, tive que ir falar com os pais dela. A situação foi muito tensa. Poucas vezes me senti tão nervoso na vida. Não quero me alongar muito, mas a mãe sorriu ao me ver. O pai, não. E foi muito melhor do que eu podia imaginar. A Jesse estava do meu lado, segurando minha mão. Levei um sermão enorme. E no meio de tudo que ele disse, uma frase ficou martelando na minha cabeça:

— Vou ser sincero. Sempre achei que você era um bom garoto. Dá pra ver que ela te ama. Sei que vai cuidar da minha princesa. Mas se você fizer ela chorar, se ela tiver o menor problema por sua causa, tenho uma 38 na gaveta com duas balas direto na sua cabeça. Fui claro?

Era a segunda pessoa daquela família que me ameaçava se eu machucasse a Jesse.
— Que bom ter você em casa de novo, tô tão feliz — disse a mãe, me dando um beijo na bochecha.
— Mulher! Falamos que temos que ser rígidos com essa situação! — o pai se irritou. A Jesse sorria radiante como eu nunca tinha visto.
— Somos namorados oficiais… — ela sussurrou, enquanto o pai continuava discutindo com a esposa sobre me tratar com carinho.

Que família mais estranha.
Atrás, na porta que dava pra sala, estava a Luciana. Ficou lá o tempo todo, ouvindo cada palavra. Mas pela cara dela, parecia que já sabia o que ia acontecer. Tinha um sorriso muito safado no rosto.

Tudo começava de novo. Eu me sentia em casa.





Esta história é ficção,
Todos os personagens são inventados
E não têm nada a ver com a realidade.
Qualquer semelhança é mera coincidência.

Comentarios Destacados

enrigt +8
La verdad que ficcion o no la historia es increible y creo que mas de uno tenemos como fantasia vivir algo asi. Si pudiera te dejaria puntos... excelentisimo aporte!!!!

31 comentários - A Garota da Família (Parte 6) Final!

Te dejo diez. Pero al que escribió esto le hacen falta unas buenas clases de ortografía.
d4nlt0 +1
buena historia 😃
muy buena historia
Que historia tan eXXXXXXXcelente, buenísima, lo descriptivo, casi que me podía imaginar a Jessee, las tetazas de Lusiana y hasta a la mojigata de Jazmín, para colmo estamos con el mismo nombre del protagonista, entonces me sentía compenetrado con la trama. Excelente, bacanísimo el final, nadie pierde todos ganan, todos obtienen lo que originalmente querían. Que aportazo hombre muchísimas, pero muchas gracias por compartir. Espero seguir leyendo estos relatos que me calientan más que cualquier video.
uuufffff!!! que gran historia... toda!!! dure mucho en leeerla ... pero quede fascinado!!!
recomendada 100%
Cabrón... la historia es deliciosa de principio a fin. Es como Jesse o como las tetas de Luciana PER-FEC-TA. Me inspiro mucho para escribir mis propias historias o mejorarlas. Es increible la verdad. Me lo leí lo mas rapido que pude pero me quede con ganas de saber mas ¿Que pasó en el último año? Mas vale que la continues o voy a tener que encontrar una mina como Jazmin o como Jesse para que vaya a convencerte con sus jueguitos 😉. Capo, super capo.
capo la verdad muy bien pensada muy inteligente muy exitante pero sobre todo atrapante desde principio a fin el final sarpado espectacular lo unico que no hubiera puesto es o del maestro me dio pena por jesse tan pura pero bueno termino con el capo fantastico espero leer otra historia tuya
la verdad, me enoje jaja, creyendo que yo era javier .-. pero siendo real o no la historia, me encanto, te daria puntos o esas cosas pero no se. sigue escribiendo relatos aso:D
T_H2
La verdad, increíble, tal vez mejoraría la ortografía, pero la trama es impresionante, muy excitante y me encanta el amor de Jesse y Javier!.
muy buena historia, de principio a fin, a exepcion de unos pocos errores ortográficos, todo estuvo de primera, lograste traspasar las emociones del protagonista al lector, y tambien quitaste le pusiste un toque amargo a la historia con el que todos renegaron pero era escencial para darle ese sabor real a una ficción, gran trabajo!!!
Q buena historia.... loco...d ayer ala noche y hoy me la lei todaaaaaaa......
E leído ya cientos de historias y muy pocas me han exitado tanto al punto que deje de trabajar para seguir con la trama me tiene loco tremenda paja me e echo ahora mismo se la estoy mandando a mi novia es bi y seguro cuando llegue a la casa me espera bien mojada
Me encanto esa historia habra otra igual de buena y completa aca en la pagina?de ser asi.coemnten.cual es o dejen un link.
Puta madre he leido cientos de relatos y te soy cincero este fue el que mas me gusto lei los 6 capitulos en un solo dia mierda que bueno relato y hasta crei que era sierto me re encanto genio
muy bueno..!! me lei toda la zaga. Las cosas que pasan (a lo mejor es fantasia ésta), pero a veces las cosas pasan. Si te toca una mina como jazmin te puede o no, arruinar tu vida. En éste caso, el protagonista varon, se benefició. Para mi gusto, bastante pasivo el Javier al dejarse atar, no sabiendo lo que una o varias despechadas pueden hacerle... Continuará..? van puntos, obvio.
amigo te quiero felicitar no solo por crear una historia tan original sino tambien por meter en esta historia mucho drama romance tragedia erotismo y sexo hasta mas no poder mis felicitaciones, lastima que no sea una historia real
excelente historia, por alguna razon no la habia visto y hoy que me la tope la lei de principio a fin. y tengo el pito que me arde de tanta presion con el pantalon.
Sos el puto amo me lo leí todo, esperamos más de usted.