Capítulo Dezoito— Já vai… — A campainha continuava tocando. Abri a porta e, para minha surpresa, quem estava parado ali não era nenhuma das opções que eu tinha pensado.
— Oi, cunhadinho…
— Luciana… — falei, observando ela.
— Eu e minha garrafa de tequila estávamos entediadas e pensamos: por que não nos divertir com nosso cunhadinho do coração? — Olhei pra Luciana. Ela tinha uma garrafa de tequila na mão e estava tão puta quanto sempre. Foda-se, deixei ela entrar. Ela, como se fosse a casa dela, foi até a cozinha preparar sei lá o quê.
— Vou tomar um banho — falei. Me tranquei no banheiro e deixei a água correr. Não queria pensar muito. Com certeza a Luciana tinha ficado sabendo de tudo e veio tirar vantagem da situação. Levei uns 10 minutos no chuveiro. Cobri a cintura com uma toalha e saí do banheiro em direção ao meu quarto pra pegar uma roupa.
— Javi Javier, safado do meu coração, que porra é essa? — disse Luciana, me mostrando um estojo vazio.
— Ah… a Jazmín me deu aquele CD ontem à noite… — falei, sem muita vontade.
— Ei, do que eu perdi? — ela disse, meio surpresa. Algo estranho estava rolando.
— Não perdeu nada, são as fotos que você e…
— Ha, será que você não viu esse disco? — Luciana disse, rindo. Eu não tava entendendo nada.
— Hã… não… por quê?
— Oh, oh! Só vi um pouquinho, mas vai te surpreender tanto quanto a mim… — As coisas estavam realmente estranhas, não tinha muita coisa que surpreendia a Luciana. Ela me empurrou e me sentou no sofá.
— Fica aí, já volto — disse e saiu rápido pra cozinha. O que será que ela estava tramando? Voltou com a garrafa de tequila, umas rodelas de limão, sal e copos. Sentou do meu lado, animada, e serviu dois tragos.
— Então, desde quando a Jazmín sabe de tudo? — ela perguntou…
— Não sei… ontem à noite ela soltou tudo, a merda virou de vez… — falei, meio sem vontade.
— Mmmm… vamos brindar — disse, me dando um copo de tequila.
— Pra quê vamos brindar?… acho que não tenho motivo pra brindar…
— Brinda porque nem tudo tá tão ruim quanto você pensa… — Dito isso, nós dois bebemos. Um gole só de tequila. O álcool queimou minha garganta. Mas fez bem, tava precisando sentir algo forte.
—Mais um! —Falou Luciana e serviu outro gole. A gente tomou mais rápido que o primeiro.
—E agora, que comece o show —Ela disse e apertou o play no aparelho de DVD. A tela tava preta. Luciana serviu mais um gole.
A imagem apareceu de repente na TV. Era um vídeo caseiro… Demorei uns segundos pra perceber que a câmera tava no quarto do Jesse. A imagem se mexia, alguém tava ajustando. Apontava pra cama, mas não tinha ninguém.
Sobe na cama…
Essa era a voz da Jazmín? O Jesse apareceu na frente da câmera. Tava com o uniforme do colégio. Parecia nervosa. Sentou na cama e ficou parada, sem saber o que fazer. Que vídeo era esse?
Fala a sua parte, Jesse…
Era a voz da Jazmín. Com certeza era dela. O Jesse demorou uns segundos, mas olhou pra câmera e disse:
Oi, Javier… Sou uma putinha e quero que você me veja fazendo minhas coisas de putinha…
Minha mente não tava entendendo nada. Luciana olhava pra mim, olhava pra TV se divertindo. Jazmín entrou no quadro. Tava com uma saia preta e uma camisa branca. O cabelo solto. Foi até a cama e sentou do lado do Jesse. Passou o braço no ombro da irmã mais nova. As duas agora olhavam pra câmera. O Jesse desviava o olhar pra baixo, mas quando encarava a câmera, era como se tivesse me olhando.
Todo mundo tem uma obsessão pela minha irmãzinha, a colegial, a boneca da família. Minha mãe, meu pai, Luciana, você… vou descobrir o que é que a minha irmã tem…
E dito isso, Jazmín inclinou o rosto na direção do Jesse. Não dava pra acreditar no que tava vendo. Jazmín encostou os lábios nos do Jesse, a irmã mais nova. Começou a beijar ela. O Jesse não se mexia, tava ali parada se deixando beijar. Mas aí vi que as mãos dela seguravam Jazmín pela cintura. As duas foram se deitando na cama. O Jesse já não tava mais parada, aos poucos começava a beijar a irmã com a mesma paixão que ela. Eu não conseguia acreditar. o que eu tava vendo.
–Pena que não me convidaram… Mais um?...– Ela me disse, me dando outro copo de tequila. Tomei sem hesitar. Ela tomou outro. Meus olhos estavam arregalados. Jazmín devorava a boca de Jesse com uma paixão que eu nunca tinha visto. Jesse abraçava a irmã e se deixava levar. Dava pra ver que aos poucos ela tava curtindo aquilo. As mãos de Jazmín iam pra lá e pra cá. Percorriam o corpo da irmã rapidinho. Acariciavam as pernas dela e amassavam os peitos por cima do uniforme da escola.
–Ohhmmmm… mmmmm…– Luciana aumentou o volume da TV. Os gemidos e suspiros de Jesse e Jazmín encheram a sala. Jazmín, com as mãos, abriu a camisa de Jesse de um puxão. Os botões da camisa voaram pra todo lado. Os peitões generosos de Jesse pularam pra fora. Jazmín, fora de si, baixou o sutiã da irmã e começou a chupar os peitos dela. Jesse parecia surpresa, mas também não fazia nada pra evitar a situação.
Olhei pro meu lado e Luciana tava com uma perna em cima do sofá. Ela tava vestida com uma regata e uma minissaia jeans. Tinha a mão entre as pernas, dentro da calcinha fio dental, e tava se masturbando. Olhava fixo pra TV. Deixei ela fazer o dela. Deus, não dava pra acreditar no que eu tava vendo. Jazmín tirou a camisa e a saia, ficou pelada. Agora Jesse beijava ela com a mesma intensidade. Jesse beijava o pescoço da irmã e tocava os peitos dela, as pernas. Jazmín, aos poucos, ia despindo ela… as duas se reviravam na cama com uma suavidade e uma paixão que tava me deixando louco.
Senti as mãos de Luciana na minha cintura. Ela abriu a toalha e puxou meu pau pra fora. Já tava duríssimo. Ver aquele vídeo tava me deixando louco de tesão. Sem muita enrolação, Luciana deu uma lambida no meu pau. E sem mais, engoliu ele inteiro pra começar a me chupar rapidinho. Mas ela não parava de olhar pra TV. E também não parava de se masturbar. Tinha uma das mãos entre as pernas e mexia freneticamente.
Você é uma puta. e dá vontade de te comer…
Aaahhh… mmmmm…
Os gemidos da Jesse, a voz da Jazmín. As duas estavam completamente peladas. Tinham as pernas cruzadas. Uma perna da Jazmín entre as pernas da Jesse. Uma perna da Jesse entre as pernas da Jazmín. As duas se mexiam como se estivessem se penetrando, esfregando as pernas nas suas bucetinhas. A Jazmín amassava os peitos da Jesse e chupava eles igual uma loba faminta. A Jesse arranhava as costas da Jazmín e gemia cada vez mais alto.
A boca da Luciana chupava minha pica numa velocidade danada. Ela descia e subia a cabeça sem parar, lambia, me chupava e ainda me mamava as bolas. Não aguentei mais. Peguei a Luciana e joguei ela no chão. Ela riu, se divertindo.
— Adoro quando você vira um puto animal… — Ela falou, de quatro, olhando pra trás. Aquele rabo incrível, redondo e firme, tava ali na minha mão. Me levantei imponente, deixei a toalha cair e fiquei completamente nu. Peguei minha pica com a mão como se fosse uma arma. E, me colocando atrás da Luciana, puxei a calcinha fio dental dela e enfiei na buceta dela com uma estocada violenta, cheia de velocidade.
— Aaai, meu deus! Assim, filho da puta! — Gritou a Luciana, e eu comecei a meter mais forte. Nós dois não parávamos de olhar pra TV. A Jesse e a Jazmín se reviravam na cama, gemendo. A Jazmín desceu pelas pernas da Jesse e enfiou a cabeça entre elas. Começou a chupar a buceta da irmãzinha. A Jesse mordia o dedo, gemendo e arqueando a cintura.
— Mais forte, viado, mais forte! — Gritava a Luciana, se mexendo sozinha pra se penetrar ainda mais. Eu segurava a Luciana pela cintura e metia de um jeito brutal. Minha pica entrava e saía a toda velocidade da boceta dela. O rabo dela vibrava a cada estocada. Na TV, a Jazmín e a Jesse faziam um 69. A Jesse já não tava mais tímida nem com medo. Ela lambia a buceta da Jazmín com paixão, passava a língua e enfiava os dedinhos na racha da irmã de um jeito que eu nunca imaginei que ela faria.
A Luciana e eu estávamos suando de tanto que a gente tava transando. Eu não ia aguentar muito mais. Luciana gemia forte.
-Isso mesmo, viado! Mais forte! Me dá mais, me destrói, viado! – Ela continuava gritando, começando a gemer num orgasmo evidente.
Ahhh... aahhhhh... ahhhhhhhhhh!!!
A TV emitia sons. Jesse e Jazmín gemiam mais forte. As duas estavam descontroladas, se chupando e enfiando dedos nos próprios buracos. As duas estavam gozando e apertando os corpos uma da outra. Jesse arqueava o corpo e tremia. Jazmín gemia com a cabeça jogada pra trás. Não aguentei mais, dei duas estocadas fortes na Luciana e enterrei meu pau até o fundo. Comecei a gozar violentamente. Luciana gemia e se agarrava ao tapete num orgasmo potente. Depois de encher a buceta dela com meu esperma quente, caí ofegante no sofá. Luciana ficou deitada no tapete, respirando pesado e com um sorriso de satisfação no rosto. Nós dois continuávamos olhando a TV.
Jazmín e Jesse estavam se beijando docemente. Jesse na cama e Jazmín por cima dela. O beijo era longo e profundo. Depois de um tempo, eu e Luciana olhávamos hipnotizados aquilo. Jazmín se levantou da cama e desligou a câmera. Assim terminava o vídeo.
-Gosto de ver esse tipo de documentário, e você, cunhado? – Luciana disse, servindo mais duas doses de tequila. Não consegui evitar rir. As coisas tinham tomado um rumo inesperado.
Luciana era meio difícil de satisfazer completamente. Mas depois de mais duas transas, além de todo o tequila que continuamos bebendo, caímos no sono. Acabei num estado de sonho. Não queria pensar muito no que tinha visto naquele vídeo. No final, de um jeito ou de outro, todos nós abusávamos da Jesse... E Jesse não fazia nada pra evitar.
Quando acordei, Luciana dormia tranquilamente ao meu lado. Já era domingo. Como foi que isso aconteceu? Melhor não pensar. Tomei outro banho e preparei algo pro café da manhã. O que eu tinha que fazer? Não sabia nem como reagir agora. E não podia simplesmente sumir... ou podia?
-Pensando num plano maligno pra não perder nada e ficar com tudo? – Luciana me tirou dos meus pensamentos. Ela saiu do banho completamente nua. Não respondi. Ela foi se trocar e, depois de um tempo, voltou e sentou pra tomar café da manhã comigo.
— Cunhado… vamos falar sério… — Luciana disse enquanto servia café.
— Justo você me diz isso… — Luciana riu, divertida.
— Sim, eu sei. Mas, o que você pretende fazer? Não vou negar que tudo isso me diverte pra caralho, mas… como eu disse. Achava que eu tinha o controle de tudo, e agora vejo que não é bem assim.
— Não esperava que a Jazmín reagisse desse jeito… o lógico seria que, assim que ela soubesse de tudo, tudo acabasse, né?
— Essa não é uma história comum e qualquer, seu bobinho, e se tem um final, tem que ser explosivo… — Luciana fez uma careta imitando uma explosão.
— Se seus pais descobrirem, sou homem morto.
— Bom, sim, mas acho que eles não vão descobrir, pelo menos por um bom tempo. Pensa um pouco: uma pessoa normal, ao saber disso, faria um escândalo. E a gente tem algum escândalo aqui? Não, nenhum. E o que isso quer dizer? Que eu posso ser muito puta, e adoro isso, uso esse título com muito orgulho. Mas minhas irmãs também são. Você já sentiu que a Jesse se recusou firmemente a isso? Não, a putinha adora se fazer de santa. E a Jazmín, tão elegante e senhora, em vez de te punir por todas as porcarias que você fez, vai lá e te dá um presente. Te manda um vídeo lésbico com a irmãzinha dela…
O que a Luciana dizia fazia muito sentido. Por que nunca enxerguei isso desse jeito?
— … É muito simples isso, cunhado… todas nós gostamos dessa situação…
— Então, o que você acha que vai acontecer? O que eu tenho que fazer? — Perguntei pra Luciana, que parecia ter resposta pra tudo.
— Nada. Agora que a Jazmín entrou, você não pode fazer nada. Você é nosso boneco. Eu não quero casar com você, só essa situação me fascina. A Jesse te manipula, e a Jazmín também tá te manipulando. Então enfia na cabeça que você não toma nenhuma decisão sobre isso, a gente te usa, te dá ordens, te diz o que fazer, quando e como. E você não pode fazer nada a respeito.
-Mas… -Luciana não gostou nada de estar falando tudo aquilo. Nunca tinha falado com ela daquele jeito.
-Mas nada. Porque você não está passando mal, não. Então aproveita, seu bobinho. É só um jogo.
Luciana tinha razão. Sempre achei que ela não pensava em nada e fazia as coisas por impulso. Mas a verdade é que ela tinha tudo friamente calculado. Tudo que ela dizia era verdade. O que eu podia fazer a respeito? Nada, só esperar que me dissessem o que fazer. Meu celular tocou naquele instante. Tinha uma mensagem de texto.
Vem pra casa às 20h.
Era uma mensagem da Jazmín, e só dizia isso. E não me restava outra opção a não ser ir. Luciana leu a mensagem e soltou uma gargalhada.
-Tá vendo? -Essa situação não tinha fim.
Luciana, por sorte, foi embora depois de um tempo. Eu precisava de um pouco de paz e pensar. Mas por mais que eu revirasse minha cabeça, não encontrava solução pra nada. E me assustava a ideia de não poder ficar com a Jesse, eu estava começando a aceitar que estava apaixonado de verdade pela mais nova das três irmãs… Mas será que era amor? Depois de tudo que fiz ela fazer… Era amor o que eu sentia pela Jesse ou só um tesão do caralho?
Me joguei na cama e dormi quase até as 6 da tarde. E pela primeira vez em muito tempo senti nervoso, uma dor na barriga que me fazia lembrar de quando eu era um adolescente inexperiente.
Meia hora antes das 20h, parti pra casa das três irmãs. Tudo teria sua resolução naquele dia. Eu pressentia.Capítulo DezenoveCheguei e fiquei uns 5 minutos parado na porta sem fazer nada. Tava com medo de tocar a campainha. Tinha a imagem do pai das minhas minas saindo com uma arma e estourando meus miolos. Precisava me controlar, e tinha que encarar todas as minhas culpas e pecados. Pois é, senhores, se tem alguém que vai direto pro inferno, esse sou eu.
Respirei fundo e toquei a campainha.
A porta se abriu e, pra meu espanto, não ouvi gritos de raiva nem uma arma apontada pra mim. Em vez disso, saiu aquela cabeleira loira, aquela carinha de anjo com olhos cor de céu. Jesse abriu a porta e ficou me encarando. Fiquei observando ela por uns instantes. Tava uma gostosa como sempre. Uma calça jeans que marcava toda a bunda e a cintura fina. E uma regatinha vermelha que, mesmo sendo solta, não conseguia esconder os peitões dela.
— Oi… — Ela disse, tímida. E me fez entrar.
— A gente tem uma reunião de família, porque você já é da família, né? — Disse Luciana sentada num dos sofás da sala. Tava toda puta como de costume. Uma minissaia jeans, uns sapatos e a regata branca que pouco fazia pra esconder os peitões enormes dela. Tudo era muito estranho. Jesse não chegava perto de mim. Luciana me seguia com o olhar igual um leão seguindo a presa.
— Chegou na hora certa pro jantar… — Disse Jazmín atrás de mim. Tava na porta da cozinha. Me olhava com uma cara sem expressão. Não dava pra saber se tava puta, triste ou algo assim. Só me encarava. Tava com uma camisa branca e uma calça social. O cabelo preso num coque que deixava ela linda e delicada.
— Hora de comer, venham pra mesa… — Disse Jazmín, e ninguém falou nada. Jesse e Luciana foram e sentaram sem mais. Luciana tava se divertindo pra caralho com a situação. Jazmín sentou na cabeceira da mesa.
— Senta, Javier — Jazmín me indicou, e eu sentei na frente dela. Cada um tinha um prato de macarrão que a minha… namorada? tinha preparado. Jesse tava como congelada, olhando pro colo.
— Suas Papais? — Finalmente criei coragem pra perguntar. Jasmim me olhou por uns segundos e respondeu.
— Tão viajando por uns dias, então a casa é toda nossa, né? — O tom era sarcástico e o olhar frio me deixava sem saber o que dizer.
— Comam antes que esfrie… — Disse Jasmim, como se fosse uma ordem. Jesse pegou o garfo e começou a comer bem devagar. Luciana comia normalmente, sem nenhum problema. Jasmim me encarava.
— A salsa tá uma delícia? — Ela perguntou.
— Tá muito boa… — Falei sem saber bem o que responder.
— Tão deliciosa quanto os peitões enormes da Luciana? — Perguntou Jasmim, sem nenhum pudor. Quase cuspi o macarrão que tava mastigando.
— Ou talvez os peitos grandes e redondos da Jesse? Quais são mais gostosos, Javier? — Não sabia o que responder. Luciana continuava comendo com um sorriso no rosto, parecendo prestes a cair na gargalhada. Jesse mexia o garfo devagar, mas também me olhava, esperando minha resposta.
— Acho que dá pra falar na lata sobre essas coisas, né? Se você consegue transar com minhas irmãs, essa conversa deve ser mamão com açúcar. Me responde… — Jasmim não se abalava. Pra mim, a resposta era fácil, era só falar os da Jesse. Mas eu sentia que não devia responder aquilo.
— As três têm um gosto particular… — Respondi.
— Você não é bom em mentir na minha cara, Javier… — Jasmim tinha razão. Olho no olho, eu não conseguia mentir pra ela.
— Jesse… — Respondi. E Jesse me olhou e sorriu. Jasmim olhou pra ela, e Jesse apagou o sorriso na hora.
— Bom, vejo que você gosta de pele jovem. — Afirmou Jasmim.
— Meus peitos estão muito bravos com você, Javierzinho… — Disse Luciana rindo. Jasmim continuava me encarando e comendo normalmente. Como se essa fosse a conversa mais normal do mundo.
— E quem beija melhor, Javier?
— Você, Jasmim… — Respondi sem hesitar. E era verdade. Os melhores beijos eram os da Jasmim. Jesse beijava incrível… mas só por ser a Jesse. E eu nunca tinha beijado muito a Luciana. Acho que Jasmim não esperava por essa resposta, porque desviou o olhar meio sem graça. — Tem coisas melhores pra fazer, beijar não é importante — disse Luciana.
— Isso não é verdade! — Jesse falou de repente. Depois percebeu o que disse e baixou o olhar, tímida.
— Pelo visto você não beija muito bem, Jesse — Jazmín disse pra irmã mais nova. Jesse olhou pra ela, depois pra mim, sem saber o que dizer.
— Que coisas são melhores do que beijar, Luciana? — Jazmín perguntou pra irmã mais velha. Luciana mastigou o macarrão que tinha na boca e respondeu com toda calma:
— Chupar uma boa rola é melhor do que beijar.
— Você gosta de chupar rolas, Jesse? — perguntou pra irmãzinha. Jesse ficou completamente vermelha.
— Ela não provou muitas, digamos assim — comentou Luciana. Jesse olhava pra mim, olhava pra Jazmín, olhava pra Luciana, sem saber o que fazer. Eu não dizia nada, com medo de piorar as coisas.
— Como assim? — perguntou Jazmín.
— Claro, ela só chupou a do Javier, e outro dia fez o professor de história chupar ela. Só tem duas rolas no currículo. Perdão, três, você chupou a do meu namorado naquela vez, não chupou?
Jesse não sabia onde se esconder.
— Ela não chupou a do seu namorado — esclareci.
— Tem razão, mas tava com vontade, disso tenho certeza…
— A pequena da família… — comentou Jazmín.
— Vai ser mais puta do que eu, podem ter certeza — respondeu Luciana.
— Isso vai ser difícil… — falei em defesa dela.
— Difícil?… você já transformou ela numa puta, nem na idade dela eu fiz tudo que minha irmãzinha fez… — disse Luciana. E ela tinha razão… eu a transformei em tudo que ela era agora. Jesse era consequência dos meus atos. Jesse não dizia nada.
— O que mamãe e papai fariam se soubessem o que a pequena anda fazendo, hein? — comentou Jazmín com malícia. Jesse arregalou os olhos, assustada.
— Acabava com a diversão… — comentou Luciana.
— Acho que tô começando a entender por que você acha isso tão divertido… — disse Jazmín, pensativa. — Vamos fazer o seguinte… parem de comer e vão pra sala. — ordenou Jazmín. Jesse não protestou nem recusou, levantou da mesa e foi pra sala. Luciana a seguiu, se divertindo. Jazmín olhou pra mim, mas não disse nada.
— Agora que todo mundo tá aqui… Aqui, vocês duas vão sentar ali… — Ordenou Jasmim para as irmãs e fez elas sentarem num dos sofás. — …Você, Javier, naquele sofá… — Apontou pra uma poltrona. Jasmim foi até a cozinha e voltou com um copo d'água.
— Toma isso… — Me deu um comprimido e o copo.
— O que é? — Perguntei desconfiado.
— Não é veneno, toma — Ela disse. Peguei o comprimido e engoli, depois bebi a água. Melhor fazer o que ela mandava.
— Era Viagra, espero que faça um bom efeito… — Disse Jasmim enquanto saía de novo. Luciana observava tudo de braços cruzados e com um sorriso. Jesse olhava ansiosa e nervosa do lado dela.
— Ele vai te torturar… — Luciana falou rindo. Jasmim voltou naquele momento com uma câmera de vídeo. Sentou na outra poltrona. Apontou a câmera pras irmãs e vi a luz vermelha acender. Tava gravando.
— Faz a tua parte, Luciana… — Jasmim disse pra irmã.
— E qual é a minha parte? — Respondeu Luciana rindo.
— Sabe? Melhor não. Você, Jesse. Beija sua irmã… — Ordenou Jasmim. Jesse olhou pra ela e balançou a cabeça.
— Não se faz de santinha… sabe o que vai acontecer se não obedecer, além do mais, você gosta — Jesse respirou fundo e, como quem vai pra execução, se aproximou de Luciana. Bem devagar, foi chegando a cabeça perto da irmã mais velha. Luciana olhava muito divertida. Jesse, quando tava a centímetros do rosto dela, deu um beijinho rápido nos lábios e só.
— Isso não é beijo, irmãzinha… — Disse Luciana e segurou Jesse pela cabeça. E mandou um beijo apaixonado. Jesse se surpreendeu no começo, Luciana tava comendo a boca dela sem mais. Mas aos poucos Jesse foi relaxando. Dava pra ver claramente como ela também beijava a irmã cada vez com mais tesão. Jasmim gravava tudo com a câmera com todo cuidado. Minha mente não sabia o que fazer. Olhava pra Jasmim e tentava entender o que ela tramava. Depois olhava pra Jesse e Luciana se beijando… ai, meu deus… minha mente viajava… não conseguia evitar começar a sentir um calor danado…
— Levanta a blusa dela… Ordeno Jasmim para Luciana. E ela não recusou nada. Empurrou Jesse no sofá, deixando ela deitada, e levantou a camiseta dela. Jesse só olhava, respirando ofegante e com as bochechas vermelhas. Luciana pegou as tetas suculentas de Jesse e massageou por cima do sutiã. Jesse respirava cada vez mais ofegante. Luciana tinha um sorriso perverso no rosto. Adorava o que estava fazendo.
— Chupa as tetas da garota... — Jasmim continuava dando ordens. Luciana abaixou o sutiã de Jesse e deixou as tetonas dela no ar. Sem mais delongas, se jogou nelas e começou a chupar, sugando com paixão. Vi os lábios carnudos de Luciana chupando e sugando os bicos de Jesse. Eles ficaram duros como espinhos. A irmã mais nova já estava mais que excitada. Meu pau estava duríssimo dentro da calça. Ver tudo aquilo estava me enlouquecendo. E o viagra que tinha tomado deixava ele duro como pedra. Doía, precisava tirar ele pra fora.
— Sua putinha, irmãzinha, já tá excitada... nem recusou nada disso — Jasmim falava pra Jesse sem parar de gravar em vídeo. Luciana se contorcia em cima de Jesse, chupando as tetas. A irmã mais nova ainda tinha um certo pudor de se deixar levar completamente pelas sensações. Além disso, eu sabia bem o quanto as tetas de Jesse eram sensíveis.
— Tira teu pau e bate uma — Jasmim me ordenou. Não questionei. Precisava fazer isso. Abri o zíper da calça e, quase desesperado, liberei meu pau. Nunca senti ele tão duro e quente. Meu pau ardia e tremia.
— Tá gostando de ver aquelas duas se beijando? — Jasmim me perguntou e focou a câmera em mim.
— Sim... — Jesse já estava abraçando Luciana e ofegava com as carícias. As duas estavam se beijando no sofá com paixão.
— O que você gosta no que tá vendo?... — Jasmim me perguntava. Minha mente já não estava boa. Não conseguia pensar direito. Só pensava em sexo e mais sexo.
— Fiquei com muito tesão vendo essas putas se rolando assim — As palavras saíram da minha boca sem que eu pudesse controlar. evitar isso. Minha mão subia e descia no meu pau e meus olhos não conseguiam tirar o foco das duas irmãs.
—Você gosta de vê-las assim? — Jazmín continuava.
—Fico louco vendo Jesse ser comida pela irmã dela… — Deus, isso tava me excitando demais.
—Luciana te excita? — Jazmín perguntava.
—Ela tem uma bunda enorme e esses peitões são inacreditáveis…
—O que você faria com ela?
—Quero arrebentar essa buceta dela com força, destruir ela com meu pau e fazer ela gritar até pedir pra parar — Não acreditava que tava falando essas coisas pra Jazmín. Luciana me olhou por uns segundos com um sorrisinho perverso e continuou beijando Jesse. Uma mão dela tava entre as pernas da irmã, masturbando ela. Jesse se contorcia, ofegante e gemendo.
—E a Jesse? — Jazmín continuou.
—Jesse é incrível… é perfeita…
—O que ela tem de perfeita?
—Tem uns peitos que me deixam louco, uma bunda redonda maravilhosa, uma carinha que me fascina…
—O que você faria com a Jesse? — Jesse, enquanto ofegava e gozava com a chupada e a masturbação que a irmã tava dando, me olhou.
—Quero fazer ela minha… possuir ela, transar a noite toda sem parar…
—Você fica tão excitado com as duas?
—Tão me deixando louco… ver elas assim me enlouquece…
—Você gostou do vídeo que te mandei?
—Não consigo parar de pensar naquele vídeo… nunca fiquei tão excitado vendo um vídeo…
Jazmín gravava tudo com a câmera. Ia do meu rosto pras duas irmãs, fazia um plano da minha mão batendo punheta pro meu pau e outro das irmãs se rolando no sofá. Tudo, cada detalhe do que tava rolando era capturado pela câmera de vídeo.
—Me arrebenta a buceta logo! — Gritou Luciana, ofegante, enquanto tirava a calcinha. Jesse beijava o pescoço da irmã mais velha.
—E você, Jesse, o que quer? — Perguntou Jazmín. Jesse olhou pro meu pau e os olhinhos azuis dela expressavam desejo e safadeza.
—Quero… quero… — Ela dizia, se lambendo. — …Quero chupar esse pau…
—Então engatinha igual a gatinha vadia que você é até o pau dele… — Jazmín falou pra Jesse. Jesse desceu do sofá e ficou de quatro. As patas se arrastraram até onde eu estava.
—Você também, Luciana, quero ver as duas putas das minhas irmãs gateando… — Meu Deus, meus olhos quase saltaram das órbitas ao ver Jesse e Luciana vindo como gatas na minha direção. Minha pica tremia de tesão. Jesse parecia possuída. Tinha uma carinha de safada incrível. Da Luciana nem precisava falar muito. Elas chegaram até mim e agarraram minha pica. Meu Deus, era tão gostoso. Jesse não aguentou mais e deu uma longa lambida na minha pica.
—Tava morrendo de vontade de fazer isso, sua puta? — disse Jazmín. Ela tinha se levantado do sofá e gravava tudo de perto. Jesse deu outra lambida e, quando terminou, Luciana fez o mesmo. A sensação era sublime. Nunca senti nada igual na vida. Uma lambida da Jesse, uma lambida da Luciana. Cada vez mais rápido. Luciana começou a chupar minhas bolas… Jesse, sem mais, abriu sua boquinha e engoliu a cabeça da minha pica, começando a chupar.
—Meu Deus, que putas que vocês são, se matam por uma pica… — As garotas pareciam não ouvir. Ou, se ouviam, ficavam ainda mais excitadas. As duas chupavam minha pica de um jeito que me enlouquecia. Passavam os lábios e a língua pra lá e pra cá na minha pica. Ter aquelas duas bocas ali estava me levando ao céu. Não sei como coordenaram, mas Luciana e Jesse colocaram os lábios na minha pica, uma de cada lado. E começaram a se mover ao mesmo tempo, rapidinho. Meu Deus! Minha pica não aguentava mais.
—Parecem estrelas pornô… — disse Jazmín. As duas bocas na minha pica faziam estragos. Não aguentei mais. Senti meu gozo chegando a toda velocidade. Minha pica endureceu e começou a jorrar porra sem controle. Mas as garotas não paravam de chupar. Meu leite caía na cara delas, e elas lambiam tudo. Foram três jatos fortes de porra quente nas duas irmãs. Elas não pararam de chupar até deixar minha pica limpinha. E o melhor: as duas se lambiam, engolindo o sêmen que tinha nas bochechas. Nunca imaginei ver a Jesse tão sem vergonha.
—Foi um bom começo… — disse. Jasmim. Meu pau continuava tão duro quanto no começo. O viagra tava fazendo efeito em mim.
— Você vai pedir pra gente parar de tanto sexo… — Jasmim me disse. — Vocês dois… vão se trocar… — Ela ordenou. Jesse e Luciana saíram sem reclamar.
— Não entendo… Não te entendo, Jasmim… — falei ofegante.
— Será que você não gosta? — Ela me perguntou.
— Sim, mas…
— Vou te explicar em poucas palavras. Não vou estragar minha família por causa disso. Não vou fazer escândalo, mesmo sabendo que você merece. E se você acha que foi esperto o bastante pra chegar até aqui… tá enganado. E faço isso por mim, não por você… — E dito isso, saiu da sala me deixando sozinho.Capítulo VinteMesmo com isso, eu continuava sem entender. Jasmim era estranha… e muito inteligente. Nunca deixava nada ao acaso. E esse parecia ser um plano perfeitamente orquestrado por ela. Seria esse o final que ela queria?
Peguei um cigarro e acendi. Não sabia o que as três estavam tramando. Mas tinha algo que não fechava. E o que me irritava era que eu não tinha o controle. Mas havia algo mais que eu não entendia. Tudo isso era perfeito demais. Não era normal. Não podia ser que eu estivesse prestes a transar com as três irmãs ao mesmo tempo. Era irreal. Olhei pra minha pica, ainda dura pra caralho.
— Mesmo que você não entenda, aproveita — falei, olhando pra minha pica. Essas coisas não acontecem com qualquer um. E eu tinha que aproveitar.
Ouvi barulhos nas escadas. E o que vi me deixou pasmo. Minha mandíbula caiu no chão de tanta surpresa. As três irmãs desciam finalmente pelas escadas. Era um sonho molhado realizado. Sinceramente, naquele momento, duvidei da minha sanidade. Jasmim, Jesse e Luciana estavam vestidas com seus uniformes de colégio. Luciana usava um tão justo que, na parte dos peitos, parecia que a camisa ia explodir. A saia plissada era tão curta que dava pra ver a calcinha fio dental dela quando andava. Jesse usava o uniforme de sempre, aquele uniforme que me enlouquecia. E Jasmim… ver a Jasmim naquele uniforme era como voltar ao passado. As três com duas tranças nas laterais da cabeça. As três vestidas de colegiais. Isso não podia ser real.
Jasmim trazia uma caixa na mão. Deixou ela de lado e ficou me encarando. Luciana se aproximou de mim. Eu tava duro de tesão. Jesse se aproximou. Jasmim se aproximou. As três tinham um olhar perverso. Sorriam como se eu fosse o brinquedo delas. Começaram a me tocar pelo corpo todo. Sentia todas aquelas mãos em mim, e era como receber uma massagem dos deuses. Luciana começou a tirar minha camiseta. Jesse tirava meu tênis. Entre as três, me deixaram completamente nu. Toda vez que eu tentava me mexer, as garotas não deixavam.
— Quietinho… — Elas continuavam falando e me tocando. Não sei quanto tempo fiquei assim. Mas quando não aguentei mais e quis tocá-las, percebi que não conseguia. Tentei mexer meus braços, mas não deu. As três irmãs tinham me amarrado.
— Vamos colocar uma música — disse Luciana, e Jesse foi correndo até o aparelho de som. Um rock calmo começou a tocar na sala inteira. As três irmãs pareciam saber exatamente o que estavam fazendo. Até a Jesse. Jazmín fechou os olhos e começou a dançar devagar, rebolando os quadris. Luciana se aproximou pela frente e a segurou pela cintura. Jesse a pegou por trás. As três se moviam no ritmo da música, contorcendo seus corpos. Jesse e Luciana apertavam Jazmín contra elas.
— Isso é divertido... — sussurrou Jesse, mas eu ouvi. As três me olhavam. As três irmãs com uma cara de safadeza, de malícia, como se tivessem todo o controle sobre mim. A única que continuava igual era a Luciana. Jesse e Jazmín pareciam outras pessoas. O anjinho inocente da Jesse tinha ido embora. E a gatinha elegante da Jazmín também. Eram três vadias me provocando. E estavam conseguindo.
— Mmmmmm... — elas gemiam alto enquanto esfregavam seus corpos. Se tocavam entre si. Luciana enfiava as mãos por baixo da camisa de Jazmín enquanto passava a língua no pescoço dela. Jesse acariciava as pernas de Jazmín, enfiando as mãos por baixo da saia plissada. Tudo isso sem parar de me olhar. As três queriam que eu visse tudo.
— Olha... o touro quer se soltar — comentou Luciana. Eu fazia força para me soltar, mas não conseguia. Jazmín e Jesse riram ao me ver assim. Por que a Jesse estava agindo daquele jeito? Não vi ela beber álcool nem nada. E nem preciso falar da Jazmín. Mas... vê-las assim me deixava de um jeito... queria arrebentar minhas amarras e ir até elas para castigá-las com meu pau.
Eu estava enlouquecendo de tanto vê-las se tocando. Deus... Agora começavam a se beijar. Luciana começou a beijar Jazmín... Jazmín então pegou a Jesse e a jogou no sofá. Jesse riu, se divertindo. As duas irmãs mais velhas sentaram uma de cada lado. Começaram a passar a mão na Jesse. Por todos os lados. Luciana lambia o pescoço dela e subia até a orelha. Jazmín começou a beijar ela na boca… Meu pau tremia, eu já precisava ir com elas, queria penetrar elas, queria comer elas agora.
As três irmãs agora vinham na minha direção. As três com aquele olhar devorador de homens. Luciana se colocou de um lado meu e começou a tocar meu peito. Jesse do outro lado e começou a passar a mão no meu cabelo. Jazmín se ajoelhou entre minhas pernas. Mas não pegou no meu pau. Só passou o dedo por cima, me deixando louco.
— Vou te contar um segredo… — Disse Jazmín enquanto passava o dedo no meu pau duro.
— Eu sabia de tudo isso antes de você fazer qualquer coisa… — Continuou Jazmín.
— Como…? — Eu não entendia.
— Não lembra disso: “você não ia gostar de transar com minhas irmãs? Mmmmmm” — Voltaram à minha mente as vezes que, transando com Jazmín, ela me falava essas coisas.
— Posso brincar com seu namorado? Perguntei um dia pra Jazmín… e ela aceitou — Disse Luciana massageando meu peito.
— Provoca o Javier. Foi o que eu falei pra Jesse há um tempo… — Continuou Jazmín.
— Eu aceitei… você me atraía muito… — Sussurrou Jesse no meu ouvido.
— Se achava o Don Juan de Marco conquistando três irmãs? — Disse rindo Jazmín, pegou no meu pau e apertou com força.
— Tudo foi planejado por nós, seu bobinho… — Disse Luciana rindo.
Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Tudo era um plano delas? Agora tudo fazia sentido. Agora eu sabia porque tudo era tão irreal. Tudo tão perfeito.
— Oi, cunhadinho…
— Luciana… — falei, observando ela.
— Eu e minha garrafa de tequila estávamos entediadas e pensamos: por que não nos divertir com nosso cunhadinho do coração? — Olhei pra Luciana. Ela tinha uma garrafa de tequila na mão e estava tão puta quanto sempre. Foda-se, deixei ela entrar. Ela, como se fosse a casa dela, foi até a cozinha preparar sei lá o quê.
— Vou tomar um banho — falei. Me tranquei no banheiro e deixei a água correr. Não queria pensar muito. Com certeza a Luciana tinha ficado sabendo de tudo e veio tirar vantagem da situação. Levei uns 10 minutos no chuveiro. Cobri a cintura com uma toalha e saí do banheiro em direção ao meu quarto pra pegar uma roupa.
— Javi Javier, safado do meu coração, que porra é essa? — disse Luciana, me mostrando um estojo vazio.
— Ah… a Jazmín me deu aquele CD ontem à noite… — falei, sem muita vontade.
— Ei, do que eu perdi? — ela disse, meio surpresa. Algo estranho estava rolando.
— Não perdeu nada, são as fotos que você e…
— Ha, será que você não viu esse disco? — Luciana disse, rindo. Eu não tava entendendo nada.
— Hã… não… por quê?
— Oh, oh! Só vi um pouquinho, mas vai te surpreender tanto quanto a mim… — As coisas estavam realmente estranhas, não tinha muita coisa que surpreendia a Luciana. Ela me empurrou e me sentou no sofá.
— Fica aí, já volto — disse e saiu rápido pra cozinha. O que será que ela estava tramando? Voltou com a garrafa de tequila, umas rodelas de limão, sal e copos. Sentou do meu lado, animada, e serviu dois tragos.
— Então, desde quando a Jazmín sabe de tudo? — ela perguntou…
— Não sei… ontem à noite ela soltou tudo, a merda virou de vez… — falei, meio sem vontade.
— Mmmm… vamos brindar — disse, me dando um copo de tequila.
— Pra quê vamos brindar?… acho que não tenho motivo pra brindar…
— Brinda porque nem tudo tá tão ruim quanto você pensa… — Dito isso, nós dois bebemos. Um gole só de tequila. O álcool queimou minha garganta. Mas fez bem, tava precisando sentir algo forte.
—Mais um! —Falou Luciana e serviu outro gole. A gente tomou mais rápido que o primeiro.
—E agora, que comece o show —Ela disse e apertou o play no aparelho de DVD. A tela tava preta. Luciana serviu mais um gole.
A imagem apareceu de repente na TV. Era um vídeo caseiro… Demorei uns segundos pra perceber que a câmera tava no quarto do Jesse. A imagem se mexia, alguém tava ajustando. Apontava pra cama, mas não tinha ninguém.
Sobe na cama…
Essa era a voz da Jazmín? O Jesse apareceu na frente da câmera. Tava com o uniforme do colégio. Parecia nervosa. Sentou na cama e ficou parada, sem saber o que fazer. Que vídeo era esse?
Fala a sua parte, Jesse…
Era a voz da Jazmín. Com certeza era dela. O Jesse demorou uns segundos, mas olhou pra câmera e disse:
Oi, Javier… Sou uma putinha e quero que você me veja fazendo minhas coisas de putinha…
Minha mente não tava entendendo nada. Luciana olhava pra mim, olhava pra TV se divertindo. Jazmín entrou no quadro. Tava com uma saia preta e uma camisa branca. O cabelo solto. Foi até a cama e sentou do lado do Jesse. Passou o braço no ombro da irmã mais nova. As duas agora olhavam pra câmera. O Jesse desviava o olhar pra baixo, mas quando encarava a câmera, era como se tivesse me olhando.
Todo mundo tem uma obsessão pela minha irmãzinha, a colegial, a boneca da família. Minha mãe, meu pai, Luciana, você… vou descobrir o que é que a minha irmã tem…
E dito isso, Jazmín inclinou o rosto na direção do Jesse. Não dava pra acreditar no que tava vendo. Jazmín encostou os lábios nos do Jesse, a irmã mais nova. Começou a beijar ela. O Jesse não se mexia, tava ali parada se deixando beijar. Mas aí vi que as mãos dela seguravam Jazmín pela cintura. As duas foram se deitando na cama. O Jesse já não tava mais parada, aos poucos começava a beijar a irmã com a mesma paixão que ela. Eu não conseguia acreditar. o que eu tava vendo.
–Pena que não me convidaram… Mais um?...– Ela me disse, me dando outro copo de tequila. Tomei sem hesitar. Ela tomou outro. Meus olhos estavam arregalados. Jazmín devorava a boca de Jesse com uma paixão que eu nunca tinha visto. Jesse abraçava a irmã e se deixava levar. Dava pra ver que aos poucos ela tava curtindo aquilo. As mãos de Jazmín iam pra lá e pra cá. Percorriam o corpo da irmã rapidinho. Acariciavam as pernas dela e amassavam os peitos por cima do uniforme da escola.
–Ohhmmmm… mmmmm…– Luciana aumentou o volume da TV. Os gemidos e suspiros de Jesse e Jazmín encheram a sala. Jazmín, com as mãos, abriu a camisa de Jesse de um puxão. Os botões da camisa voaram pra todo lado. Os peitões generosos de Jesse pularam pra fora. Jazmín, fora de si, baixou o sutiã da irmã e começou a chupar os peitos dela. Jesse parecia surpresa, mas também não fazia nada pra evitar a situação.
Olhei pro meu lado e Luciana tava com uma perna em cima do sofá. Ela tava vestida com uma regata e uma minissaia jeans. Tinha a mão entre as pernas, dentro da calcinha fio dental, e tava se masturbando. Olhava fixo pra TV. Deixei ela fazer o dela. Deus, não dava pra acreditar no que eu tava vendo. Jazmín tirou a camisa e a saia, ficou pelada. Agora Jesse beijava ela com a mesma intensidade. Jesse beijava o pescoço da irmã e tocava os peitos dela, as pernas. Jazmín, aos poucos, ia despindo ela… as duas se reviravam na cama com uma suavidade e uma paixão que tava me deixando louco.
Senti as mãos de Luciana na minha cintura. Ela abriu a toalha e puxou meu pau pra fora. Já tava duríssimo. Ver aquele vídeo tava me deixando louco de tesão. Sem muita enrolação, Luciana deu uma lambida no meu pau. E sem mais, engoliu ele inteiro pra começar a me chupar rapidinho. Mas ela não parava de olhar pra TV. E também não parava de se masturbar. Tinha uma das mãos entre as pernas e mexia freneticamente.
Você é uma puta. e dá vontade de te comer…
Aaahhh… mmmmm…
Os gemidos da Jesse, a voz da Jazmín. As duas estavam completamente peladas. Tinham as pernas cruzadas. Uma perna da Jazmín entre as pernas da Jesse. Uma perna da Jesse entre as pernas da Jazmín. As duas se mexiam como se estivessem se penetrando, esfregando as pernas nas suas bucetinhas. A Jazmín amassava os peitos da Jesse e chupava eles igual uma loba faminta. A Jesse arranhava as costas da Jazmín e gemia cada vez mais alto.
A boca da Luciana chupava minha pica numa velocidade danada. Ela descia e subia a cabeça sem parar, lambia, me chupava e ainda me mamava as bolas. Não aguentei mais. Peguei a Luciana e joguei ela no chão. Ela riu, se divertindo.
— Adoro quando você vira um puto animal… — Ela falou, de quatro, olhando pra trás. Aquele rabo incrível, redondo e firme, tava ali na minha mão. Me levantei imponente, deixei a toalha cair e fiquei completamente nu. Peguei minha pica com a mão como se fosse uma arma. E, me colocando atrás da Luciana, puxei a calcinha fio dental dela e enfiei na buceta dela com uma estocada violenta, cheia de velocidade.
— Aaai, meu deus! Assim, filho da puta! — Gritou a Luciana, e eu comecei a meter mais forte. Nós dois não parávamos de olhar pra TV. A Jesse e a Jazmín se reviravam na cama, gemendo. A Jazmín desceu pelas pernas da Jesse e enfiou a cabeça entre elas. Começou a chupar a buceta da irmãzinha. A Jesse mordia o dedo, gemendo e arqueando a cintura.
— Mais forte, viado, mais forte! — Gritava a Luciana, se mexendo sozinha pra se penetrar ainda mais. Eu segurava a Luciana pela cintura e metia de um jeito brutal. Minha pica entrava e saía a toda velocidade da boceta dela. O rabo dela vibrava a cada estocada. Na TV, a Jazmín e a Jesse faziam um 69. A Jesse já não tava mais tímida nem com medo. Ela lambia a buceta da Jazmín com paixão, passava a língua e enfiava os dedinhos na racha da irmã de um jeito que eu nunca imaginei que ela faria.
A Luciana e eu estávamos suando de tanto que a gente tava transando. Eu não ia aguentar muito mais. Luciana gemia forte.
-Isso mesmo, viado! Mais forte! Me dá mais, me destrói, viado! – Ela continuava gritando, começando a gemer num orgasmo evidente.
Ahhh... aahhhhh... ahhhhhhhhhh!!!
A TV emitia sons. Jesse e Jazmín gemiam mais forte. As duas estavam descontroladas, se chupando e enfiando dedos nos próprios buracos. As duas estavam gozando e apertando os corpos uma da outra. Jesse arqueava o corpo e tremia. Jazmín gemia com a cabeça jogada pra trás. Não aguentei mais, dei duas estocadas fortes na Luciana e enterrei meu pau até o fundo. Comecei a gozar violentamente. Luciana gemia e se agarrava ao tapete num orgasmo potente. Depois de encher a buceta dela com meu esperma quente, caí ofegante no sofá. Luciana ficou deitada no tapete, respirando pesado e com um sorriso de satisfação no rosto. Nós dois continuávamos olhando a TV.
Jazmín e Jesse estavam se beijando docemente. Jesse na cama e Jazmín por cima dela. O beijo era longo e profundo. Depois de um tempo, eu e Luciana olhávamos hipnotizados aquilo. Jazmín se levantou da cama e desligou a câmera. Assim terminava o vídeo.
-Gosto de ver esse tipo de documentário, e você, cunhado? – Luciana disse, servindo mais duas doses de tequila. Não consegui evitar rir. As coisas tinham tomado um rumo inesperado.
Luciana era meio difícil de satisfazer completamente. Mas depois de mais duas transas, além de todo o tequila que continuamos bebendo, caímos no sono. Acabei num estado de sonho. Não queria pensar muito no que tinha visto naquele vídeo. No final, de um jeito ou de outro, todos nós abusávamos da Jesse... E Jesse não fazia nada pra evitar.
Quando acordei, Luciana dormia tranquilamente ao meu lado. Já era domingo. Como foi que isso aconteceu? Melhor não pensar. Tomei outro banho e preparei algo pro café da manhã. O que eu tinha que fazer? Não sabia nem como reagir agora. E não podia simplesmente sumir... ou podia?
-Pensando num plano maligno pra não perder nada e ficar com tudo? – Luciana me tirou dos meus pensamentos. Ela saiu do banho completamente nua. Não respondi. Ela foi se trocar e, depois de um tempo, voltou e sentou pra tomar café da manhã comigo.
— Cunhado… vamos falar sério… — Luciana disse enquanto servia café.
— Justo você me diz isso… — Luciana riu, divertida.
— Sim, eu sei. Mas, o que você pretende fazer? Não vou negar que tudo isso me diverte pra caralho, mas… como eu disse. Achava que eu tinha o controle de tudo, e agora vejo que não é bem assim.
— Não esperava que a Jazmín reagisse desse jeito… o lógico seria que, assim que ela soubesse de tudo, tudo acabasse, né?
— Essa não é uma história comum e qualquer, seu bobinho, e se tem um final, tem que ser explosivo… — Luciana fez uma careta imitando uma explosão.
— Se seus pais descobrirem, sou homem morto.
— Bom, sim, mas acho que eles não vão descobrir, pelo menos por um bom tempo. Pensa um pouco: uma pessoa normal, ao saber disso, faria um escândalo. E a gente tem algum escândalo aqui? Não, nenhum. E o que isso quer dizer? Que eu posso ser muito puta, e adoro isso, uso esse título com muito orgulho. Mas minhas irmãs também são. Você já sentiu que a Jesse se recusou firmemente a isso? Não, a putinha adora se fazer de santa. E a Jazmín, tão elegante e senhora, em vez de te punir por todas as porcarias que você fez, vai lá e te dá um presente. Te manda um vídeo lésbico com a irmãzinha dela…
O que a Luciana dizia fazia muito sentido. Por que nunca enxerguei isso desse jeito?
— … É muito simples isso, cunhado… todas nós gostamos dessa situação…
— Então, o que você acha que vai acontecer? O que eu tenho que fazer? — Perguntei pra Luciana, que parecia ter resposta pra tudo.
— Nada. Agora que a Jazmín entrou, você não pode fazer nada. Você é nosso boneco. Eu não quero casar com você, só essa situação me fascina. A Jesse te manipula, e a Jazmín também tá te manipulando. Então enfia na cabeça que você não toma nenhuma decisão sobre isso, a gente te usa, te dá ordens, te diz o que fazer, quando e como. E você não pode fazer nada a respeito.
-Mas… -Luciana não gostou nada de estar falando tudo aquilo. Nunca tinha falado com ela daquele jeito.
-Mas nada. Porque você não está passando mal, não. Então aproveita, seu bobinho. É só um jogo.
Luciana tinha razão. Sempre achei que ela não pensava em nada e fazia as coisas por impulso. Mas a verdade é que ela tinha tudo friamente calculado. Tudo que ela dizia era verdade. O que eu podia fazer a respeito? Nada, só esperar que me dissessem o que fazer. Meu celular tocou naquele instante. Tinha uma mensagem de texto.
Vem pra casa às 20h.
Era uma mensagem da Jazmín, e só dizia isso. E não me restava outra opção a não ser ir. Luciana leu a mensagem e soltou uma gargalhada.
-Tá vendo? -Essa situação não tinha fim.
Luciana, por sorte, foi embora depois de um tempo. Eu precisava de um pouco de paz e pensar. Mas por mais que eu revirasse minha cabeça, não encontrava solução pra nada. E me assustava a ideia de não poder ficar com a Jesse, eu estava começando a aceitar que estava apaixonado de verdade pela mais nova das três irmãs… Mas será que era amor? Depois de tudo que fiz ela fazer… Era amor o que eu sentia pela Jesse ou só um tesão do caralho?
Me joguei na cama e dormi quase até as 6 da tarde. E pela primeira vez em muito tempo senti nervoso, uma dor na barriga que me fazia lembrar de quando eu era um adolescente inexperiente.
Meia hora antes das 20h, parti pra casa das três irmãs. Tudo teria sua resolução naquele dia. Eu pressentia.Capítulo DezenoveCheguei e fiquei uns 5 minutos parado na porta sem fazer nada. Tava com medo de tocar a campainha. Tinha a imagem do pai das minhas minas saindo com uma arma e estourando meus miolos. Precisava me controlar, e tinha que encarar todas as minhas culpas e pecados. Pois é, senhores, se tem alguém que vai direto pro inferno, esse sou eu.
Respirei fundo e toquei a campainha.
A porta se abriu e, pra meu espanto, não ouvi gritos de raiva nem uma arma apontada pra mim. Em vez disso, saiu aquela cabeleira loira, aquela carinha de anjo com olhos cor de céu. Jesse abriu a porta e ficou me encarando. Fiquei observando ela por uns instantes. Tava uma gostosa como sempre. Uma calça jeans que marcava toda a bunda e a cintura fina. E uma regatinha vermelha que, mesmo sendo solta, não conseguia esconder os peitões dela.
— Oi… — Ela disse, tímida. E me fez entrar.
— A gente tem uma reunião de família, porque você já é da família, né? — Disse Luciana sentada num dos sofás da sala. Tava toda puta como de costume. Uma minissaia jeans, uns sapatos e a regata branca que pouco fazia pra esconder os peitões enormes dela. Tudo era muito estranho. Jesse não chegava perto de mim. Luciana me seguia com o olhar igual um leão seguindo a presa.
— Chegou na hora certa pro jantar… — Disse Jazmín atrás de mim. Tava na porta da cozinha. Me olhava com uma cara sem expressão. Não dava pra saber se tava puta, triste ou algo assim. Só me encarava. Tava com uma camisa branca e uma calça social. O cabelo preso num coque que deixava ela linda e delicada.
— Hora de comer, venham pra mesa… — Disse Jazmín, e ninguém falou nada. Jesse e Luciana foram e sentaram sem mais. Luciana tava se divertindo pra caralho com a situação. Jazmín sentou na cabeceira da mesa.
— Senta, Javier — Jazmín me indicou, e eu sentei na frente dela. Cada um tinha um prato de macarrão que a minha… namorada? tinha preparado. Jesse tava como congelada, olhando pro colo.
— Suas Papais? — Finalmente criei coragem pra perguntar. Jasmim me olhou por uns segundos e respondeu.
— Tão viajando por uns dias, então a casa é toda nossa, né? — O tom era sarcástico e o olhar frio me deixava sem saber o que dizer.
— Comam antes que esfrie… — Disse Jasmim, como se fosse uma ordem. Jesse pegou o garfo e começou a comer bem devagar. Luciana comia normalmente, sem nenhum problema. Jasmim me encarava.
— A salsa tá uma delícia? — Ela perguntou.
— Tá muito boa… — Falei sem saber bem o que responder.
— Tão deliciosa quanto os peitões enormes da Luciana? — Perguntou Jasmim, sem nenhum pudor. Quase cuspi o macarrão que tava mastigando.
— Ou talvez os peitos grandes e redondos da Jesse? Quais são mais gostosos, Javier? — Não sabia o que responder. Luciana continuava comendo com um sorriso no rosto, parecendo prestes a cair na gargalhada. Jesse mexia o garfo devagar, mas também me olhava, esperando minha resposta.
— Acho que dá pra falar na lata sobre essas coisas, né? Se você consegue transar com minhas irmãs, essa conversa deve ser mamão com açúcar. Me responde… — Jasmim não se abalava. Pra mim, a resposta era fácil, era só falar os da Jesse. Mas eu sentia que não devia responder aquilo.
— As três têm um gosto particular… — Respondi.
— Você não é bom em mentir na minha cara, Javier… — Jasmim tinha razão. Olho no olho, eu não conseguia mentir pra ela.
— Jesse… — Respondi. E Jesse me olhou e sorriu. Jasmim olhou pra ela, e Jesse apagou o sorriso na hora.
— Bom, vejo que você gosta de pele jovem. — Afirmou Jasmim.
— Meus peitos estão muito bravos com você, Javierzinho… — Disse Luciana rindo. Jasmim continuava me encarando e comendo normalmente. Como se essa fosse a conversa mais normal do mundo.
— E quem beija melhor, Javier?
— Você, Jasmim… — Respondi sem hesitar. E era verdade. Os melhores beijos eram os da Jasmim. Jesse beijava incrível… mas só por ser a Jesse. E eu nunca tinha beijado muito a Luciana. Acho que Jasmim não esperava por essa resposta, porque desviou o olhar meio sem graça. — Tem coisas melhores pra fazer, beijar não é importante — disse Luciana.
— Isso não é verdade! — Jesse falou de repente. Depois percebeu o que disse e baixou o olhar, tímida.
— Pelo visto você não beija muito bem, Jesse — Jazmín disse pra irmã mais nova. Jesse olhou pra ela, depois pra mim, sem saber o que dizer.
— Que coisas são melhores do que beijar, Luciana? — Jazmín perguntou pra irmã mais velha. Luciana mastigou o macarrão que tinha na boca e respondeu com toda calma:
— Chupar uma boa rola é melhor do que beijar.
— Você gosta de chupar rolas, Jesse? — perguntou pra irmãzinha. Jesse ficou completamente vermelha.
— Ela não provou muitas, digamos assim — comentou Luciana. Jesse olhava pra mim, olhava pra Jazmín, olhava pra Luciana, sem saber o que fazer. Eu não dizia nada, com medo de piorar as coisas.
— Como assim? — perguntou Jazmín.
— Claro, ela só chupou a do Javier, e outro dia fez o professor de história chupar ela. Só tem duas rolas no currículo. Perdão, três, você chupou a do meu namorado naquela vez, não chupou?
Jesse não sabia onde se esconder.
— Ela não chupou a do seu namorado — esclareci.
— Tem razão, mas tava com vontade, disso tenho certeza…
— A pequena da família… — comentou Jazmín.
— Vai ser mais puta do que eu, podem ter certeza — respondeu Luciana.
— Isso vai ser difícil… — falei em defesa dela.
— Difícil?… você já transformou ela numa puta, nem na idade dela eu fiz tudo que minha irmãzinha fez… — disse Luciana. E ela tinha razão… eu a transformei em tudo que ela era agora. Jesse era consequência dos meus atos. Jesse não dizia nada.
— O que mamãe e papai fariam se soubessem o que a pequena anda fazendo, hein? — comentou Jazmín com malícia. Jesse arregalou os olhos, assustada.
— Acabava com a diversão… — comentou Luciana.
— Acho que tô começando a entender por que você acha isso tão divertido… — disse Jazmín, pensativa. — Vamos fazer o seguinte… parem de comer e vão pra sala. — ordenou Jazmín. Jesse não protestou nem recusou, levantou da mesa e foi pra sala. Luciana a seguiu, se divertindo. Jazmín olhou pra mim, mas não disse nada.
— Agora que todo mundo tá aqui… Aqui, vocês duas vão sentar ali… — Ordenou Jasmim para as irmãs e fez elas sentarem num dos sofás. — …Você, Javier, naquele sofá… — Apontou pra uma poltrona. Jasmim foi até a cozinha e voltou com um copo d'água.
— Toma isso… — Me deu um comprimido e o copo.
— O que é? — Perguntei desconfiado.
— Não é veneno, toma — Ela disse. Peguei o comprimido e engoli, depois bebi a água. Melhor fazer o que ela mandava.
— Era Viagra, espero que faça um bom efeito… — Disse Jasmim enquanto saía de novo. Luciana observava tudo de braços cruzados e com um sorriso. Jesse olhava ansiosa e nervosa do lado dela.
— Ele vai te torturar… — Luciana falou rindo. Jasmim voltou naquele momento com uma câmera de vídeo. Sentou na outra poltrona. Apontou a câmera pras irmãs e vi a luz vermelha acender. Tava gravando.
— Faz a tua parte, Luciana… — Jasmim disse pra irmã.
— E qual é a minha parte? — Respondeu Luciana rindo.
— Sabe? Melhor não. Você, Jesse. Beija sua irmã… — Ordenou Jasmim. Jesse olhou pra ela e balançou a cabeça.
— Não se faz de santinha… sabe o que vai acontecer se não obedecer, além do mais, você gosta — Jesse respirou fundo e, como quem vai pra execução, se aproximou de Luciana. Bem devagar, foi chegando a cabeça perto da irmã mais velha. Luciana olhava muito divertida. Jesse, quando tava a centímetros do rosto dela, deu um beijinho rápido nos lábios e só.
— Isso não é beijo, irmãzinha… — Disse Luciana e segurou Jesse pela cabeça. E mandou um beijo apaixonado. Jesse se surpreendeu no começo, Luciana tava comendo a boca dela sem mais. Mas aos poucos Jesse foi relaxando. Dava pra ver claramente como ela também beijava a irmã cada vez com mais tesão. Jasmim gravava tudo com a câmera com todo cuidado. Minha mente não sabia o que fazer. Olhava pra Jasmim e tentava entender o que ela tramava. Depois olhava pra Jesse e Luciana se beijando… ai, meu deus… minha mente viajava… não conseguia evitar começar a sentir um calor danado…
— Levanta a blusa dela… Ordeno Jasmim para Luciana. E ela não recusou nada. Empurrou Jesse no sofá, deixando ela deitada, e levantou a camiseta dela. Jesse só olhava, respirando ofegante e com as bochechas vermelhas. Luciana pegou as tetas suculentas de Jesse e massageou por cima do sutiã. Jesse respirava cada vez mais ofegante. Luciana tinha um sorriso perverso no rosto. Adorava o que estava fazendo.
— Chupa as tetas da garota... — Jasmim continuava dando ordens. Luciana abaixou o sutiã de Jesse e deixou as tetonas dela no ar. Sem mais delongas, se jogou nelas e começou a chupar, sugando com paixão. Vi os lábios carnudos de Luciana chupando e sugando os bicos de Jesse. Eles ficaram duros como espinhos. A irmã mais nova já estava mais que excitada. Meu pau estava duríssimo dentro da calça. Ver tudo aquilo estava me enlouquecendo. E o viagra que tinha tomado deixava ele duro como pedra. Doía, precisava tirar ele pra fora.
— Sua putinha, irmãzinha, já tá excitada... nem recusou nada disso — Jasmim falava pra Jesse sem parar de gravar em vídeo. Luciana se contorcia em cima de Jesse, chupando as tetas. A irmã mais nova ainda tinha um certo pudor de se deixar levar completamente pelas sensações. Além disso, eu sabia bem o quanto as tetas de Jesse eram sensíveis.
— Tira teu pau e bate uma — Jasmim me ordenou. Não questionei. Precisava fazer isso. Abri o zíper da calça e, quase desesperado, liberei meu pau. Nunca senti ele tão duro e quente. Meu pau ardia e tremia.
— Tá gostando de ver aquelas duas se beijando? — Jasmim me perguntou e focou a câmera em mim.
— Sim... — Jesse já estava abraçando Luciana e ofegava com as carícias. As duas estavam se beijando no sofá com paixão.
— O que você gosta no que tá vendo?... — Jasmim me perguntava. Minha mente já não estava boa. Não conseguia pensar direito. Só pensava em sexo e mais sexo.
— Fiquei com muito tesão vendo essas putas se rolando assim — As palavras saíram da minha boca sem que eu pudesse controlar. evitar isso. Minha mão subia e descia no meu pau e meus olhos não conseguiam tirar o foco das duas irmãs.
—Você gosta de vê-las assim? — Jazmín continuava.
—Fico louco vendo Jesse ser comida pela irmã dela… — Deus, isso tava me excitando demais.
—Luciana te excita? — Jazmín perguntava.
—Ela tem uma bunda enorme e esses peitões são inacreditáveis…
—O que você faria com ela?
—Quero arrebentar essa buceta dela com força, destruir ela com meu pau e fazer ela gritar até pedir pra parar — Não acreditava que tava falando essas coisas pra Jazmín. Luciana me olhou por uns segundos com um sorrisinho perverso e continuou beijando Jesse. Uma mão dela tava entre as pernas da irmã, masturbando ela. Jesse se contorcia, ofegante e gemendo.
—E a Jesse? — Jazmín continuou.
—Jesse é incrível… é perfeita…
—O que ela tem de perfeita?
—Tem uns peitos que me deixam louco, uma bunda redonda maravilhosa, uma carinha que me fascina…
—O que você faria com a Jesse? — Jesse, enquanto ofegava e gozava com a chupada e a masturbação que a irmã tava dando, me olhou.
—Quero fazer ela minha… possuir ela, transar a noite toda sem parar…
—Você fica tão excitado com as duas?
—Tão me deixando louco… ver elas assim me enlouquece…
—Você gostou do vídeo que te mandei?
—Não consigo parar de pensar naquele vídeo… nunca fiquei tão excitado vendo um vídeo…
Jazmín gravava tudo com a câmera. Ia do meu rosto pras duas irmãs, fazia um plano da minha mão batendo punheta pro meu pau e outro das irmãs se rolando no sofá. Tudo, cada detalhe do que tava rolando era capturado pela câmera de vídeo.
—Me arrebenta a buceta logo! — Gritou Luciana, ofegante, enquanto tirava a calcinha. Jesse beijava o pescoço da irmã mais velha.
—E você, Jesse, o que quer? — Perguntou Jazmín. Jesse olhou pro meu pau e os olhinhos azuis dela expressavam desejo e safadeza.
—Quero… quero… — Ela dizia, se lambendo. — …Quero chupar esse pau…
—Então engatinha igual a gatinha vadia que você é até o pau dele… — Jazmín falou pra Jesse. Jesse desceu do sofá e ficou de quatro. As patas se arrastraram até onde eu estava.
—Você também, Luciana, quero ver as duas putas das minhas irmãs gateando… — Meu Deus, meus olhos quase saltaram das órbitas ao ver Jesse e Luciana vindo como gatas na minha direção. Minha pica tremia de tesão. Jesse parecia possuída. Tinha uma carinha de safada incrível. Da Luciana nem precisava falar muito. Elas chegaram até mim e agarraram minha pica. Meu Deus, era tão gostoso. Jesse não aguentou mais e deu uma longa lambida na minha pica.
—Tava morrendo de vontade de fazer isso, sua puta? — disse Jazmín. Ela tinha se levantado do sofá e gravava tudo de perto. Jesse deu outra lambida e, quando terminou, Luciana fez o mesmo. A sensação era sublime. Nunca senti nada igual na vida. Uma lambida da Jesse, uma lambida da Luciana. Cada vez mais rápido. Luciana começou a chupar minhas bolas… Jesse, sem mais, abriu sua boquinha e engoliu a cabeça da minha pica, começando a chupar.
—Meu Deus, que putas que vocês são, se matam por uma pica… — As garotas pareciam não ouvir. Ou, se ouviam, ficavam ainda mais excitadas. As duas chupavam minha pica de um jeito que me enlouquecia. Passavam os lábios e a língua pra lá e pra cá na minha pica. Ter aquelas duas bocas ali estava me levando ao céu. Não sei como coordenaram, mas Luciana e Jesse colocaram os lábios na minha pica, uma de cada lado. E começaram a se mover ao mesmo tempo, rapidinho. Meu Deus! Minha pica não aguentava mais.
—Parecem estrelas pornô… — disse Jazmín. As duas bocas na minha pica faziam estragos. Não aguentei mais. Senti meu gozo chegando a toda velocidade. Minha pica endureceu e começou a jorrar porra sem controle. Mas as garotas não paravam de chupar. Meu leite caía na cara delas, e elas lambiam tudo. Foram três jatos fortes de porra quente nas duas irmãs. Elas não pararam de chupar até deixar minha pica limpinha. E o melhor: as duas se lambiam, engolindo o sêmen que tinha nas bochechas. Nunca imaginei ver a Jesse tão sem vergonha.
—Foi um bom começo… — disse. Jasmim. Meu pau continuava tão duro quanto no começo. O viagra tava fazendo efeito em mim.
— Você vai pedir pra gente parar de tanto sexo… — Jasmim me disse. — Vocês dois… vão se trocar… — Ela ordenou. Jesse e Luciana saíram sem reclamar.
— Não entendo… Não te entendo, Jasmim… — falei ofegante.
— Será que você não gosta? — Ela me perguntou.
— Sim, mas…
— Vou te explicar em poucas palavras. Não vou estragar minha família por causa disso. Não vou fazer escândalo, mesmo sabendo que você merece. E se você acha que foi esperto o bastante pra chegar até aqui… tá enganado. E faço isso por mim, não por você… — E dito isso, saiu da sala me deixando sozinho.Capítulo VinteMesmo com isso, eu continuava sem entender. Jasmim era estranha… e muito inteligente. Nunca deixava nada ao acaso. E esse parecia ser um plano perfeitamente orquestrado por ela. Seria esse o final que ela queria?
Peguei um cigarro e acendi. Não sabia o que as três estavam tramando. Mas tinha algo que não fechava. E o que me irritava era que eu não tinha o controle. Mas havia algo mais que eu não entendia. Tudo isso era perfeito demais. Não era normal. Não podia ser que eu estivesse prestes a transar com as três irmãs ao mesmo tempo. Era irreal. Olhei pra minha pica, ainda dura pra caralho.
— Mesmo que você não entenda, aproveita — falei, olhando pra minha pica. Essas coisas não acontecem com qualquer um. E eu tinha que aproveitar.
Ouvi barulhos nas escadas. E o que vi me deixou pasmo. Minha mandíbula caiu no chão de tanta surpresa. As três irmãs desciam finalmente pelas escadas. Era um sonho molhado realizado. Sinceramente, naquele momento, duvidei da minha sanidade. Jasmim, Jesse e Luciana estavam vestidas com seus uniformes de colégio. Luciana usava um tão justo que, na parte dos peitos, parecia que a camisa ia explodir. A saia plissada era tão curta que dava pra ver a calcinha fio dental dela quando andava. Jesse usava o uniforme de sempre, aquele uniforme que me enlouquecia. E Jasmim… ver a Jasmim naquele uniforme era como voltar ao passado. As três com duas tranças nas laterais da cabeça. As três vestidas de colegiais. Isso não podia ser real.
Jasmim trazia uma caixa na mão. Deixou ela de lado e ficou me encarando. Luciana se aproximou de mim. Eu tava duro de tesão. Jesse se aproximou. Jasmim se aproximou. As três tinham um olhar perverso. Sorriam como se eu fosse o brinquedo delas. Começaram a me tocar pelo corpo todo. Sentia todas aquelas mãos em mim, e era como receber uma massagem dos deuses. Luciana começou a tirar minha camiseta. Jesse tirava meu tênis. Entre as três, me deixaram completamente nu. Toda vez que eu tentava me mexer, as garotas não deixavam.
— Quietinho… — Elas continuavam falando e me tocando. Não sei quanto tempo fiquei assim. Mas quando não aguentei mais e quis tocá-las, percebi que não conseguia. Tentei mexer meus braços, mas não deu. As três irmãs tinham me amarrado.
— Vamos colocar uma música — disse Luciana, e Jesse foi correndo até o aparelho de som. Um rock calmo começou a tocar na sala inteira. As três irmãs pareciam saber exatamente o que estavam fazendo. Até a Jesse. Jazmín fechou os olhos e começou a dançar devagar, rebolando os quadris. Luciana se aproximou pela frente e a segurou pela cintura. Jesse a pegou por trás. As três se moviam no ritmo da música, contorcendo seus corpos. Jesse e Luciana apertavam Jazmín contra elas.
— Isso é divertido... — sussurrou Jesse, mas eu ouvi. As três me olhavam. As três irmãs com uma cara de safadeza, de malícia, como se tivessem todo o controle sobre mim. A única que continuava igual era a Luciana. Jesse e Jazmín pareciam outras pessoas. O anjinho inocente da Jesse tinha ido embora. E a gatinha elegante da Jazmín também. Eram três vadias me provocando. E estavam conseguindo.
— Mmmmmm... — elas gemiam alto enquanto esfregavam seus corpos. Se tocavam entre si. Luciana enfiava as mãos por baixo da camisa de Jazmín enquanto passava a língua no pescoço dela. Jesse acariciava as pernas de Jazmín, enfiando as mãos por baixo da saia plissada. Tudo isso sem parar de me olhar. As três queriam que eu visse tudo.
— Olha... o touro quer se soltar — comentou Luciana. Eu fazia força para me soltar, mas não conseguia. Jazmín e Jesse riram ao me ver assim. Por que a Jesse estava agindo daquele jeito? Não vi ela beber álcool nem nada. E nem preciso falar da Jazmín. Mas... vê-las assim me deixava de um jeito... queria arrebentar minhas amarras e ir até elas para castigá-las com meu pau.
Eu estava enlouquecendo de tanto vê-las se tocando. Deus... Agora começavam a se beijar. Luciana começou a beijar Jazmín... Jazmín então pegou a Jesse e a jogou no sofá. Jesse riu, se divertindo. As duas irmãs mais velhas sentaram uma de cada lado. Começaram a passar a mão na Jesse. Por todos os lados. Luciana lambia o pescoço dela e subia até a orelha. Jazmín começou a beijar ela na boca… Meu pau tremia, eu já precisava ir com elas, queria penetrar elas, queria comer elas agora.
As três irmãs agora vinham na minha direção. As três com aquele olhar devorador de homens. Luciana se colocou de um lado meu e começou a tocar meu peito. Jesse do outro lado e começou a passar a mão no meu cabelo. Jazmín se ajoelhou entre minhas pernas. Mas não pegou no meu pau. Só passou o dedo por cima, me deixando louco.
— Vou te contar um segredo… — Disse Jazmín enquanto passava o dedo no meu pau duro.
— Eu sabia de tudo isso antes de você fazer qualquer coisa… — Continuou Jazmín.
— Como…? — Eu não entendia.
— Não lembra disso: “você não ia gostar de transar com minhas irmãs? Mmmmmm” — Voltaram à minha mente as vezes que, transando com Jazmín, ela me falava essas coisas.
— Posso brincar com seu namorado? Perguntei um dia pra Jazmín… e ela aceitou — Disse Luciana massageando meu peito.
— Provoca o Javier. Foi o que eu falei pra Jesse há um tempo… — Continuou Jazmín.
— Eu aceitei… você me atraía muito… — Sussurrou Jesse no meu ouvido.
— Se achava o Don Juan de Marco conquistando três irmãs? — Disse rindo Jazmín, pegou no meu pau e apertou com força.
— Tudo foi planejado por nós, seu bobinho… — Disse Luciana rindo.
Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Tudo era um plano delas? Agora tudo fazia sentido. Agora eu sabia porque tudo era tão irreal. Tudo tão perfeito.
4 comentários - A Gostosa da Família (Parte 5)