Um joguinho bem gostoso...

Bom, acontece que eu tô morando em outro país agora, e tenho uma amiga tão viciada em sexo quanto eu, então de vez em quando a gente gosta de se esquentar quando conversa. Aí, um dia batendo papo, a gente decidiu fazer um joguinho: a ideia era pegar uma época no tempo, um lugar, e criar uma fantasia com esses elementos, escrevendo juntos, uma frase cada um. Nem preciso dizer que o resultado foi bem quente, e a gente ficou os dois super tarados. Então, vou deixar aqui o transcript da nossa conversa pra vocês se esquentarem também com a nossa fantasia, e com um pouco de sorte vai servir de guia pra estimular a imaginação do seu amig@ favorit@. Aqui vai:Ela pra mim: era uma vez, lá por 1300, enquanto a Escócia e a Inglaterra tavam no meio da batalha...Eu pra ela: um humilde fazendeiro que queria ser cavaleiro, foi ao castelo da condessa oferecer seus serviços...
Ela pra mim: a condessa era uma senhorita refinada e arrogante, que não deixava ninguém perturbá-la nas aulas de piano. Foi quando esse humilde fazendeiro decidiu oferecer seus serviços. O que ela ainda não sabia, nem ninguém no reino, é que ele era, na verdade, um escocês disfarçado.
Eu pra ela: o fazendeiro evitou os olhares dos guardas e, ao se aproximar do aposento da condessa, teve que se precipitar pra dentro pra não ser descoberto por um deles...
Ela pra mim: diante de uma aparição tão abrupta, ela não soube como reagir na hora. Segundos cruciais que serviram pro fazendeiro tapar a boca dela e dizer pra não gritar, que não ia machucar ela, que deixasse ele explicar o motivo da aparição inoportuna dele.
Eu pra ela: o fazendeiro disse que queria ser cavaleiro, mas que nunca seria aceito por causa da pobreza, que precisava da ajuda dela, que faria qualquer coisa. Enquanto falava tudo isso, o fazendeiro não conseguia deixar de admirar a beleza da condessa, o que lhe deu uma ereção que já começava a marcar na calça...
Ela pra mim: diante de palavras tão sinceras, a condessa, frágil e oprimida a manter silêncio, começou a soltar a tensão que a chegada do intruso no quarto dela tinha causado. Ela também notou nele um homem atlético, com traços rústicos, mas muito gostoso. Agora ela se sentia à vontade e interessada, mais na pessoa dele do que no que ele dizia.
Eu pra ela: enquanto o homem implorava pela ajuda da condessa, a mão que tapava a boca dela começou a deslizar pelo rosto daquela mulher gostosa, e desceu devagar pelos ombros...
Ela pra mim: ela percebeu os movimentos ousados do homem, mas longe de irritá-la, começou a ficar cada vez mais excitada. Era uma situação tão proibida quanto inesperada, e isso a acendia ainda mais. Com um simples movimento, ela se posicionou sobre ele, enquanto ele ia se inclinando sobre a cama da condessa.
Eu pra ela: O homem, surpreso e meio atordoado com a reação da condessa, não acreditava no que estava rolando, mas a excitação e a vontade de levar o plano adiante eram tão grandes que ele deixou ela fazer. Enquanto a condessa empurrava ele ainda mais pra cima da cama, ele sentiu a mão dela começando a percorrer o corpo dele...
Ela pra mim: a condessa, pelo contrário, estava maravilhada. Depois de tantos anos reprimida, lendo um monte de livros que falam de amor e luxúria, essa oportunidade apareceu pra ela. Todos os sentimentos e sensações escondidas afloraram no corpo dela de forma orgásmica, e ela não ia deixar passar. Tava cansada de ser respeitada e tratada com tanta distância.
Eu pra ela: o fazendeiro, superando o susto inicial e cego por uma luxúria que acendeu um fogo no meio das pernas dele, virou ela com um movimento rápido, e enquanto a condessa abafava um grito de surpresa, ele começou a acariciar as pernas e os peitos dela...
Ela pra mim: nenhuma fantasia que essa mulher pudesse ter imaginado superava os atos desse fazendeiro. Aquela intensidade nos movimentos dele causava sensações de uma paixão extrema que a fez soltar as primeiras palavras que saíram da boca dela desde que aquele intruso felizmente bagunçou o quarto dela. Foram estas: "Por favor, me faz chegar no melhor orgasmo da minha vida, eu exijo isso.
Eu pra ela: o fazendeiro não precisou ouvir mais. Posicionado agora ao lado dela, começou a dar mordiscadas na orelha e no pescoço. Com uma mão que tinha passado por debaixo do pescoço dela, apertava um peito, e com a outra começou a massagear o clitóris dela, que, para sua grande surpresa, já estava extremamente molhado...
Ela pra mim: no entanto, não causei nenhum tipo de surpresa nela com a ereção que já se anunciava e que a deixava ainda mais fogosa. Ela sentiu vontade de lamber o pau duro dele e, com um movimento simples, se colocou sobre ele e começou a acariciar com os lábios, enquanto mantinha um olhar firme e cheio de luxúria nos olhos dele.
Eu pra ela: ele explodia de prazer, mas ao mesmo tempo sentia a necessidade de retribuir, então, sem tirar o pau da boca da condessa, girou sobre si mesmo e começou a lamber a buceta dela com uma série de lambidas rápidas que a enlouqueceram...
Ela pra mim: felizmente essa mulher não precisava expressar em palavras o que estava sentindo, porque não existia nenhuma que pudesse descrever a revolução que no corpo dela se manifestava. Preciso de um momento meio egoísta, larguei o serviço e me entreguei a aproveitar. Sabendo que depois das explosões de paixão dela, eu poderia devolver no mesmo nível aqueles orgasmos gratificantes.
Eu pra ela: ele, ao perceber que as partes dos dois estavam bem ensaboadas, se deitou sobre ela, enfiou a ponta da pica sem dificuldade dentro da condessa gostosa e começou a brincar. Provavelmente dava pra meter até o fundo no primeiro movimento, de tão molhada que ela tava, mas ele decidiu provocar, fazer ela ficar com vontade até que ela pedisse aos berros pra ele enfiar tudo dentro dela...
Ela pra mim: parecia que eu a conhecia de antes, seus pontos fracos, os gatilhos de paixão que conseguiam enlouquecê-la por completo. Mas como era uma condessa, sempre gostava de mostrar sua superioridade sobre os outros, e essa não ia ser exceção à regra. Então ela pegou ele pelos ombros, colocou ele na cama e, qual ginete, começou a fazer o mesmo jogo que ele propunha: introduzir só a ponta do pau e brincar assim, até que, sem aviso prévio, enfiar tudo dentro dela.
Eu pra ela: assim, ela começou a cavalgar, e ele se sentia extasiado por estar dentro daquela beleza. Os dois começaram a suar, e as bundas da condessa batiam contra as pernas dele, fazendo um som de tapa, e olha se o povo não ia aplaudir se visse uma putaria tão desenfreada! Uma energia enorme tomou conta dele, e num movimento rápido, jogou ela na cama e começou a meter...
Ela pra mim: a condessa estava tão confortável e cheia de prazer que se deixou ser penetrada, ela colaborava levantando levemente a bunda dela pra que as penetrações fossem ainda mais profundas, tava transbordando de prazer, curtindo tantos fluidos corporais, a lubrificação dela que ajudava perfeitamente, o suor dos corpos deles. Só uma coisa passou pela cabeça dela: pedir pra ele, depois de fazê-la gozar mais uma vez, chegar ao próprio clímax e que toda a ejaculação dele fosse direto nas costas e na bunda dela.
Eu pra ela: ele, como se lesse a mente dela, começou colocando as duas pernas da condessa sobre os ombros dele, o que permitiu uma penetração ainda mais profunda e deliciosa. Depois, virou ela de lado e continuou metendo. Já não enxergavam mais nada, estavam em transe. Era só mãos, pernas, suor e prazer pra todo lado. Finalmente, colocou ela de bruços e começou a furar tão forte e tão fundo, que ela teve um orgasmo que quase fez ela perder a consciência...
Ela pra mim: era o máximo que aquela mulher podia aguentar, sentia que não dava pra alcançar um nível mais alto de prazer. Quase implorando, disse pra ele que por favor gozasse nela, precisava sentir todo aquele fluido vital no corpo dela pra completar aquela experiência magnífica.
Eu pra ela: e apertando um pouquinho, fez pressão naquele pau que tava prestes a explodir e fez ele jorrar de prazer. Rapidinho saiu de dentro dela e gozou nas costas dela com uns jatos fortes de porra fervendo, enquanto gritava sem controle, batendo punheta frenético no próprio membro com as pernas tremendo...
Ela pra mim: ela debaixo daquela cachoeira de porra não resistiu à tentação, virou-se e acabou engolindo todo o sêmen que escorria pela cara e boca dela, saboreando cada gota.
Eu pra ela: a língua dela no pau dele foi a melhor finalização que dava pra imaginar, e logo em seguida ele caiu exausto em cima dela, mal conseguindo respirar os dois, completamente suados e satisfeitos, se abraçaram e continuaram se acariciando por mais um tempinho, com um sorriso no rosto.o fim

Espero que vocês tenham gostado e que deixem ela bem gostosa!!

0 comentários - Um joguinho bem gostoso...