Minha vida secreta II
Recomendo lerem minha vida secreta primeiro pra entender o que me levou a isso, mas quem quiser seguir com esse relato, saibam que o que aconteceu pode ser tratado como uma história à parte. Pra quem não me conhece, meu nome é Jéssica, tenho 21 anos, cabelo castanho claro, 1,73m, olhos verdes e 90-60-91 de medidas. Tô há um ano num relacionamento com a Romina, que me iniciou no lesbianismo. Depois de uma semana do que rolou com o Gonzalo e com cada dia mais vontade e tesão de ficar com um homem, eu não sabia o que fazer. Era sexta à noite e a Romi tinha que acompanhar a mãe no dia seguinte pra fazer uns trâmites, iam sair bem cedo, por isso a gente tinha decidido jantar na casa dela e ela ia dormir lá, na capital. Depois da janta e de tomar uns cafés, um pouco depois da meia-noite, decido voltar pra casa. Pego a Avenida Corrientes sentido 9 de julho. Quando chego no cruzamento das duas avenidas, com um calorão entre as pernas, lembro do que aconteceu na semana anterior a poucas quadras dali. Vem na minha memória o homem que me fez a proposta de ir naquela balada e procuro o cartão. O lugar não devia ser longe, exato, tava a menos de 10 quadras dali e decido ir dar uma olhada. Quando passo pela porta, quase não acho o lugar, era um canto meio escondido que passava bem despercebido. Falo pra mim mesma que não, mas um estacionamento na esquina e uma placa de "aberto 24 horas" me fazem mudar de ideia. 00h45 marcava o relógio quando entro pra estacionar o carro. Ao descer, encontro outra mina muito gostosa que pelo visto também tava indo pra lá. Saio do carro e um cara se aproxima e pergunta:
- Nova?
- Como? Não entendi.
- Se é nova no clube.
- Não, não, não trabalho aqui.
- Que estranho, ninguém para aqui a essa hora além das minas que trabalham lá e dos clientes.
- Não, é que talvez eu trabalhe sim, sei lá.
- Você é muito gostosa, vai se dar bem. Bem... Não sou assim mesmo.
— Não liga pra ele, vem comigo.
Diz a garota que, segundos antes, eu descia de um Peugeot 206 e, pelo que o rapaz do estacionamento tinha mencionado, com certeza era uma das minas do lugar e, pelo visto, já tava por dentro de tudo.
— Que?
— Vem que eu te apresento pras outras minas e te mostro tudo. Quando vim pela primeira vez, não tive essa sorte e tive que me virar sozinha.
— É que não sei, não tô segura.
— Bom, eu te mostro tudo e você decide. Ainda dá pra desistir.
— Valeu, você é muito gente boa.
— Meu nome é Yanina.
— Ah.
— Pois é, nome de puta.
— O meu também.
— É? Qual?
— Jessica.
— Hum, nome bonito, bem gostoso.
Andamos meia quadra, uns 40 metros, até o local que só quem procurasse ou soubesse conseguia enxergar. Um cara na porta, muito educado, nos cumprimenta. Um cara que eu digo, um gigante. Com certeza era segurança, um patovica, como chamam aqui.
— Boa noite, Yanina.
— Boa noite, Juan. Ela é a Jessica, provavelmente você vai ver ela mais vezes.
— Prazer, senhorita Jessica, você é muito gostosa.
— Obrigada, Juan. Boa noite.
— Espero que goste do lugar e se junte às outras minas.
Entramos por uma porta lateral, que só podia ser aberta por dentro e que, graças a umas câmeras, dava pra ver quem chegava. Yanina foi me explicando como funcionavam as coisas. Me contou que as minas que trabalhavam lá tinham um salário por serem funcionárias do lugar, e o que rolasse era extra, e eles ficavam com uma porcentagem. Também me disse que outras minas só vinham de vez em quando e só recebiam os extras se tivessem. Expliquei que era impossível eu entrar pra trabalhar com elas, não poderia vir todo dia, não teria desculpas pra onde tô, e muito menos poderia contar que tô nessa. Tenho parceiro e não trocaria ele por nada nesse mundo, ainda mais por umas putarias que não sei quanto tempo iam durar. Tô sofrendo pra caralho com tudo isso que tô fazendo. fazendo e ainda mais se penso que me sinto uma puta e que o dinheiro é uma desculpa pra matar minha vontade ou pior ainda pra ser infiel à pessoa que amo com menos remorso, me apresentar aqui hoje é a maior prova do que estou me tornando, o que fiz com Gonzalo foi o tesão do momento e embora tivesse tempo de me arrepender hoje é diferente, com certeza daqui a pouco vou estar sentada numa mesa tomando um drink com um desconhecido acertando o preço pra acabar numa cama me revirando como mais uma puta, matando a vontade de ser comida por qualquer um sem ligar pro preço, só pelo prazer de ter uma boa rola dentro da minha buceta e gozar igual louca com o que fizerem comigo e terminar de provar pra mim mesma que sou uma puta completa ao sair do quarto e me entregar pra outro desconhecido. Yani me mostrou um closet cheio de roupas adequadas pra ocasião. minissaias muito hot, portaligas, meia-calça, camisas completamente transparentes e milhares de acessórios. - Escolhe o que mais te agradar e com certeza você vai ser a estrela do lugar hoje - Estrela? Eu? Logo quando entrei vi umas minas muito lindas e muito gostosas - Sim, muito gostosas, mas você tem um anjo especial - Ha, ha, sim, o anjo da guarda - Vem, deixa eu te ajudar, tira a saia e a camisa e a gente vê o que coloca por baixo - O que você acha, vou ficar sexy? - Ai, love, que roupinha você tá usando, com essa tanga, hmm, que delícia, que conjuntinho lindo, Jessy - Não me tenta que eu posso me animar, mas com você - Isso a gente pode resolver fácil - É, como? - Assim Ela se aproximou, me olhou nos olhos, me beijou enquanto a mão dela se perdia na minha entreperna, se eu já tinha chegado toda excitada, o que minha nova amiga acabou de fazer me fez decidir de vez, ela me beijou e acariciou meus peitos, minha bunda pequena e cada lugar do meu corpo, eu fervia, não conseguia parar de beijar e acariciar ela do mesmo jeito que ela fazia comigo, de repente ela parou, me entregou um top branco quase transparente e uma mini preta com vermelho e disse - fica com seu conjuntinho que é mais hot que qualquer um de nós aqui antes de ir embora termine com isso, mas agora vou te deixar bem gostosa pra que o primeiro que te roçar te acenda e você exploda em algum dos quartos - que filha da puta você é - não vai dizer que não tá super gostosa, puta - aí sim, mais que isso e me chamar assim me enlouquece - gata, larga sua namorada e vem trabalhar aqui que você enche de grana - isso não, isso é a única coisa que me segura e não me deixa fazer merda - merda? Aí, deus, você é de comer, meu amor - quanto que? - Quanto você vale, puta, porque hoje você não escapa - Mmm pra você de graça - É, hoje à noite você vem pra casa - Não, sua namoradinha não chega só de tarde? - Sim e daí? - E nada, que hoje à noite você passa comigo, então termina cedo - Se fosse por isso a gente saía já - Não, não, antes vão te dar uma boa fodida, então vamos pro salão - Tá, mas não me deixa sozinha - Eu te acompanho enquanto der pra ficar
Ao entrar, mais de um fixou o olhar em mim, até alguns que estavam acompanhados, acho que só com minha entrada já arrumei alguma inimiga. Fomos até o balcão e não demorou muito pra Yani perceber que estavam nos olhando e falando da gente - vem Jessy que já tem quem te coma - que? - vai, me acompanha, fomos pra uma mesa onde tinha um casal de caras de uns 25 anos, um loiro que pelo sotaque não era argentino mas falava muito bem espanhol, o outro moreno, ambos bonitos e com cerca de 1,80 m de altura, olhos claros o loiro e castanhos escuros o moreno que era um pouco mais musculoso mas nada exagerado, pela aparência pareciam executivos e que alguma reunião extraordinária os prendeu até tarde - Oi Yanina, que amiga linda você tem hoje, é nova? - Obrigada, mmm, sim sou nova - Não só nova, Marce, a estrear e vejo que seu amigo tá interessado nela - Sim, te apresento, ele é o Sergio, veio do Brasil da central da empresa onde trabalho, é um empresário importante. - Ela é a Jessica e hoje é a estreia dela Isso — Ela parece meio tímida, sim — Teu amigo também, mas acho que vão se entender muito bem na cama — Olha, Yani, tenho um pedido especial — Pede — Sabe que você é minha preferida, mas — Mmm, sem problema, mas se quiser ficar com ela, é toda sua. E teu amigo? — É isso que queria te pedir — Sim, sem problema, não, Jessy — Não, tá certo, foi pra isso que vim — E qual dos dois vai estrear minha amiga? — É que a gente queria ir os dois juntos com ela — O quê? Perguntei, assustada — Sim, como é que não vai querer, Jessy, mas o pagamento é dobrado e o tempo é o mesmo — Se aceitar, tem $3000 pra você e o do local separado — E a Yanina? — Não se preocupa, já te falei antes que hoje a estrela era você e não me enganei.
Enquanto a gente continuava a conversa, um garçom se aproxima com uma garrafa de champanhe e 4 taças. — Seu pedido — Você gosta de champanhe? — Sim, mas prefiro o doce — Pronto, já peço outra — Não, tá bom, deixa — Beleza, já sei, pode mandar outra garrafa pro quarto, mas que seja doce — Muito bem, senhor, precisa de mais alguma coisa? — Não, tá bom por enquanto — Já sabe, Javier, pros cavalheiros reserva a 7 — Ok, se tiver livre, é cedo e dá pra escolher.
Depois de ir me soltando com uns copos, fiquei mais à vontade e me soltei mais, o Sérgio foi se animando e a bebida também foi dando coragem. Sentada do lado dele, minhas pernas eram suavemente acariciadas pelo jovem brasileiro que, igual a mim, a cada segundo que passava era um grau a mais de temperatura que subia. Abri minhas pernas e os dedos dele entraram até o fundo da minha buceta, mmm, um suspiro e meus pensamentos agradecendo por ter me decidido a vir. Não sei se as minas que faziam isso sentiam o que eu tava sentindo naquele momento, se o que eu tava vivendo tivesse acontecido num bar, com certeza teria terminado do mesmo jeito, num quarto e bem comida, com minha buceta cheia mas com meus bolsos vazios. Yanina, percebendo minha excitação e como as coisas tavam rolando, se levanta. — Bom, acho que é hora de eu ir. Deixando a gente sozinho, já sabe como ir. Marcelo, mostra o caminho pro Sergio e pra Jessy, que nunca subiu.
- Vamos?
- Vamos sim, tô morrendo de vontade de fazer coisas novas.
- Você gosta de experimentar coisas novas?
- Desde que não me maltratem ou batam, sim.
- Já sei o que vou fazer na próxima vez que vier.
- Ah, é mesmo?
- Quero vocês duas, você e a Yani.
- Uai, não sei se vai ter próxima vez.
- Se não tiver aqui, a Yani vai dar um jeito.
- Bom, vamos ver. Por enquanto, hoje tô aqui.
A gente foi pro fundo do lugar, peguei os dois pela cintura e resolvi viver minha aventura. Chegando lá, subimos num elevador. Marcelo indicou o terceiro andar. Enquanto subia, Sergio me beijou de boca aberta e enfiou a mão na minha bunda, me puxou pra perto e eu senti a excitação dele. O elevador parou no terceiro andar, um hall pequeno com uma luz fraca. Cada quarto tinha um número luminoso: 7, 8, 9. Três quartos no andar, e a gente ficou com o mais perto, o 7. Marcelo passou um cartão e a porta abriu. Um quarto dos sonhos: cama redonda, banheiro todo de vidro, espelhos, hidromassagem, tapetes e, no meio, uma mesinha com uma garrafa de champanhe e uma caixa de bombons. Mmm, que delícia cada coisa que eu via me animava mais a continuar nessa. Ser uma putinha tava me agradando, pelo menos pelo que eu tava vendo até agora.
Sergio me abraçava por trás, acariciava meus peitos e puxava meu top pra baixo, deixando a parte de cima do meu conjuntinho à mostra. Marcelo se aproximou, levantou meus braços, tirou meu top e subiu meu sutiã, deixando meus peitos no ar, chupando eles devagar, saboreando meus biquinhos. Sergio levou a mão na minha entreperna, puxou minha calcinha fio dental e os dedos dele causaram o primeiro tremor em mim. Um dos dedinhos entrou na minha buceta, tirava e acariciava meu clitóris enquanto eles me deliciavam. Eu comecei a tirar a calça do Marcelo, me inclinei pra frente e, depois de acariciar o pau dele por um tempo, levei à boca. Sergio tirou minha mini saia de cintura e deixou minha calcinha cair. Eu tava... Inclinada chupando a pica do Marcelo enquanto o Sergio colocava um preservativo pra meter o pedaço inteiro dele na minha buceta, uhi mmm que gostoso a pica dele foi entrando em mim, bem devagar como se soubessem do jeito que eu gosto, bem lentinho ele foi se mexendo. O Marcelo se afasta de mim, pega um bombom e coloca na minha boca, sinto o gosto delicioso do chocolate se misturando com o salgado da pica dele e o licor gostoso que tava recheado. Pego uma taça de champanhe e ele sentou pra nos observar sem se afastar de mim. O Sergio me leva até a cama, quando subo nela sinto o membro dele sair de mim, quero deitar mas ele prefere que eu continue como uma putinha enquanto ele volta a me foder pela minha buceta. Me seguro no encosto da cama pra ficar mais firme, as estocadas dele foram aumentando a cada segundo depois de longos minutos sendo a putinha do estrangeiro. O Marce se junta a nós, para na minha frente em cima da cama pra eu chupar a pica dele de novo. Ele me dá outro bombom mas antes que eu termine já tinha o pedaço dele na minha boca, fiquei chupando enquanto o Sergio me levava ao auge. Meu primeiro orgasmo tava chegando, levei minha mão ao meu clitóris pra me deliciar completamente. Senti o Ser gozar e isso me excitou mais, comecei a gemer com mais intensidade. Não conseguia chupar a pica do Marce porque precisava me segurar pra não cair. Os espasmos quebravam meu corpo e meu conterrâneo pegou minha cabeça, empurrou ela sobre ele e derramou todo o esperma dele na minha boca. Por mais que eu engolisse, não dava conta e fios de porra escorriam pelo canto dos meus lábios. Tinha acabado mas ainda tava muito quente. A sanidade voltava pra mim e me fazia pensar no que tava fazendo. Não podia ser tão puta de estar num quarto com dois desconhecidos e tendo a foda mais emocionante que já me deram. Os dois me deixaram por uns instantes, me serviram champanhe. — O champanhe doce que você preferia. — Obrigada. — Por você aceitar ficar com nós dois. — Sério que é sua primeira vez? — Sim, e isso de... Nunca imaginei que estaria num menage a trois - e isso é só o começo, love - hmm, que gostoso. O Sergio não me largava de jeito nenhum, como se tivesse medo de eu escapar. Comi uns bombons enquanto bebia, ele tirou a taça da minha mão e me levou de volta pra cama. Colocou outra camisinha, deitou de barriga pra cima e pediu pra eu montar nele. Subi e comecei a cavalgar. O Marcelo se levantou de novo na cama pra eu chupar a rola dele até ele ficar duro de novo, enquanto eu continuava montando o parceiro dele, que segurava minha bunda e acompanhava o ritmo. O Marcelo desceu de novo, se posicionou atrás de mim, começou a chupar meu cu, enfiou um dedinho e um suspiro escapou dos meus lábios, mas me segurei. No segundo, só gemi e deixei claro como era gostoso - hmm, que gostoso, sua linguinha e esses dedinhos me enlouquecem, esses dedinhos inquietos. - Então você gosta, putinha, de ter seu cuzinho cuidado? - Hmm, sim, é todo seu. - Vou arrebentar seu cu, putinha. - Isso aí, arrebenta tudo sem dó. Ele encaixou a vara na porta do meu cu e empurrou até enfiar tudo. Aíiii, dessa vez doeu, mas a Yami tinha razão, já me sentia a estrela da noite. Os primeiros movimentos dele eram descompassados, mas depois o Sergio só fazia movimentos pequenos e o Marcelo colocava um ritmo mais intenso. Sempre soube que minha excitação me levaria a fazer loucuras inimagináveis, mas nunca pensei que chegaria a ter uma dupla penetração. Essa situação tava me enlouquecendo e, a cada minuto, eu percebia que precisava dessas coisas, que não conseguia parar de transar de qualquer jeito e com qualquer um. Sentia que era um prazer excessivo, não ia mais me restringir, meu destino era esse e, se não pudesse levar meu parceiro a esses limites, continuaria fazendo escondido. Meu corpo tremeu de novo, meu momento tava chegando e aquelas duas rolas estavam gozando. Me apertaram como nunca, senti as coisas deles mais fundas do que nunca e gozei pela segunda vez. Tava acabada. Exausta, desmoronei e só estava sendo sustentada por eles. O pau do Sergio saiu da minha buceta e o Marcelo tirou o dele do meu cu. Tava meio dolorida, fiquei deitada enquanto os caras continuavam bebendo. Sergio chegou perto, abriu minhas pernas e foi direto na minha xota, que tava encharcada, a maior molhada que já tive. Chupou meus sucos e saboreou cada parte do meu corpo. Levantou minhas pernas e tentou meter de novo. Eu parei ele, falei que assim não, sem proteção não ia rolar. — Quero gozar no teu corpo. — Não, não. Quero fazer assim. Peguei o pau dele e levei à boca. — Quero gozar nos teus peitos, são lindos. — Me avisa quando tiver perto de gozar. Fui dando um boquete gostoso, devagar. Ele tirou da minha boca pra dizer que tava perto. — Já, meu amor, vou gozar. — Dá essa coisinha aqui que minhas meninas vão cuidar dela. — Isso, coloca entre seus peitos que quero encher você de porra. Eu masturbava ele com meus seios até fazer gozar. O esforço de ter acabado e só um pouco de sêmen tinha sobrado, mas o suficiente pra besuntar meus peitos. Me levantei, sabia que tudo tinha acabado, e tomei a iniciativa naquele momento. Servi uma nova taça de champanhe, peguei minha calcinha e fui pra hidromassagem. Deitei lá, reclamei a cabeça e vi o Sergio atrás de mim. Acariciou meu cabelo, depois meu rosto e disse: — Não quer vir comigo? Preciso de uma secretária. — Não, obrigada, não tô a fim disso. — Prefere ser uma puta? — Não, isso também não foi. Foi uma aventura interessante, mas acaba aqui. — Também não vou poder te ver mais aqui. — Duvido, mas essa Yani... — Mas eu quero você. — Talvez a Yanina te dê notícias minhas, e aí a gente vê. Ele levantou e foi com o amigo. Pedi pra ficar, que eles fossem. Em poucos minutos, minha nova amiga apareceu. — Tudo bem, Jessy? — Sim, por quê? — Como você não descia, a gente se preocupou. — Não, tá tudo bem. Tô cansada, não só disso, mas de antes. — Bom, fica aqui, descansa. Peguei o telefone e liguei, informei que tava tudo bem. Tá, e ela saiu de novo. -Vou te roubar um bombom. -Só um? Pega quantos quiser. Peguei uns dois e fechei a porta. Fiquei lá nem sei quanto tempo, até que a Yanina apareceu com minha roupa. -Vamos pra casa descansar, é melhor. -Na sua casa? -Sim, pra casa. -Ah, então não vamos descansar. -Fala sério, sai daí e se troca. -Me ajuda a me secar. Ela me enrolou numa toalha e me tirou da hidro. Fiquei parada enquanto ela me secava. -Vamos ver como essa menina mimada se veste pra gente ir pra casinha. Me vesti, tava morta de cansada. A Yami pediu as chaves do carro e fomos no meu, deixando o dela no estacionamento. Subi no banco do carona, coloquei o cinto e fechei os olhos. Devíamos ter andado umas 25 ou 30 quadras quando percebi que entramos num subsolo. Tinha chegado no apartamento dela. Estacionou perto do elevador, a poucos metros, e como pude, meio bebada e meio cansada, saí do carro e fui pro elevador. Chegamos no 11º andar, apartamento B. Era a casa dela. Entramos, ela me beijou e me levou direto pro quarto. Fui me despindo com a ajuda dela até ficar só de conjuntinho. Deitei, e ela do meu lado começou a me beijar e acariciar meus peitos. Tirou toda a minha roupa íntima, mergulhou entre os lençóis até chegar na minha buceta. A desesperação voltou pro meu corpo, a excitação tomou conta de mim. Tava de novo muito tesuda, meu sangue fervia, e a Yanina tava botando o broche de ouro numa noite estupenda... Ou seria o começo de um novo dia? Mas isso a gente descobre num novo relato. Não perde, beijinhos.
Recomendo lerem minha vida secreta primeiro pra entender o que me levou a isso, mas quem quiser seguir com esse relato, saibam que o que aconteceu pode ser tratado como uma história à parte. Pra quem não me conhece, meu nome é Jéssica, tenho 21 anos, cabelo castanho claro, 1,73m, olhos verdes e 90-60-91 de medidas. Tô há um ano num relacionamento com a Romina, que me iniciou no lesbianismo. Depois de uma semana do que rolou com o Gonzalo e com cada dia mais vontade e tesão de ficar com um homem, eu não sabia o que fazer. Era sexta à noite e a Romi tinha que acompanhar a mãe no dia seguinte pra fazer uns trâmites, iam sair bem cedo, por isso a gente tinha decidido jantar na casa dela e ela ia dormir lá, na capital. Depois da janta e de tomar uns cafés, um pouco depois da meia-noite, decido voltar pra casa. Pego a Avenida Corrientes sentido 9 de julho. Quando chego no cruzamento das duas avenidas, com um calorão entre as pernas, lembro do que aconteceu na semana anterior a poucas quadras dali. Vem na minha memória o homem que me fez a proposta de ir naquela balada e procuro o cartão. O lugar não devia ser longe, exato, tava a menos de 10 quadras dali e decido ir dar uma olhada. Quando passo pela porta, quase não acho o lugar, era um canto meio escondido que passava bem despercebido. Falo pra mim mesma que não, mas um estacionamento na esquina e uma placa de "aberto 24 horas" me fazem mudar de ideia. 00h45 marcava o relógio quando entro pra estacionar o carro. Ao descer, encontro outra mina muito gostosa que pelo visto também tava indo pra lá. Saio do carro e um cara se aproxima e pergunta:
- Nova?
- Como? Não entendi.
- Se é nova no clube.
- Não, não, não trabalho aqui.
- Que estranho, ninguém para aqui a essa hora além das minas que trabalham lá e dos clientes.
- Não, é que talvez eu trabalhe sim, sei lá.
- Você é muito gostosa, vai se dar bem. Bem... Não sou assim mesmo.
— Não liga pra ele, vem comigo.
Diz a garota que, segundos antes, eu descia de um Peugeot 206 e, pelo que o rapaz do estacionamento tinha mencionado, com certeza era uma das minas do lugar e, pelo visto, já tava por dentro de tudo.
— Que?
— Vem que eu te apresento pras outras minas e te mostro tudo. Quando vim pela primeira vez, não tive essa sorte e tive que me virar sozinha.
— É que não sei, não tô segura.
— Bom, eu te mostro tudo e você decide. Ainda dá pra desistir.
— Valeu, você é muito gente boa.
— Meu nome é Yanina.
— Ah.
— Pois é, nome de puta.
— O meu também.
— É? Qual?
— Jessica.
— Hum, nome bonito, bem gostoso.
Andamos meia quadra, uns 40 metros, até o local que só quem procurasse ou soubesse conseguia enxergar. Um cara na porta, muito educado, nos cumprimenta. Um cara que eu digo, um gigante. Com certeza era segurança, um patovica, como chamam aqui.
— Boa noite, Yanina.
— Boa noite, Juan. Ela é a Jessica, provavelmente você vai ver ela mais vezes.
— Prazer, senhorita Jessica, você é muito gostosa.
— Obrigada, Juan. Boa noite.
— Espero que goste do lugar e se junte às outras minas.
Entramos por uma porta lateral, que só podia ser aberta por dentro e que, graças a umas câmeras, dava pra ver quem chegava. Yanina foi me explicando como funcionavam as coisas. Me contou que as minas que trabalhavam lá tinham um salário por serem funcionárias do lugar, e o que rolasse era extra, e eles ficavam com uma porcentagem. Também me disse que outras minas só vinham de vez em quando e só recebiam os extras se tivessem. Expliquei que era impossível eu entrar pra trabalhar com elas, não poderia vir todo dia, não teria desculpas pra onde tô, e muito menos poderia contar que tô nessa. Tenho parceiro e não trocaria ele por nada nesse mundo, ainda mais por umas putarias que não sei quanto tempo iam durar. Tô sofrendo pra caralho com tudo isso que tô fazendo. fazendo e ainda mais se penso que me sinto uma puta e que o dinheiro é uma desculpa pra matar minha vontade ou pior ainda pra ser infiel à pessoa que amo com menos remorso, me apresentar aqui hoje é a maior prova do que estou me tornando, o que fiz com Gonzalo foi o tesão do momento e embora tivesse tempo de me arrepender hoje é diferente, com certeza daqui a pouco vou estar sentada numa mesa tomando um drink com um desconhecido acertando o preço pra acabar numa cama me revirando como mais uma puta, matando a vontade de ser comida por qualquer um sem ligar pro preço, só pelo prazer de ter uma boa rola dentro da minha buceta e gozar igual louca com o que fizerem comigo e terminar de provar pra mim mesma que sou uma puta completa ao sair do quarto e me entregar pra outro desconhecido. Yani me mostrou um closet cheio de roupas adequadas pra ocasião. minissaias muito hot, portaligas, meia-calça, camisas completamente transparentes e milhares de acessórios. - Escolhe o que mais te agradar e com certeza você vai ser a estrela do lugar hoje - Estrela? Eu? Logo quando entrei vi umas minas muito lindas e muito gostosas - Sim, muito gostosas, mas você tem um anjo especial - Ha, ha, sim, o anjo da guarda - Vem, deixa eu te ajudar, tira a saia e a camisa e a gente vê o que coloca por baixo - O que você acha, vou ficar sexy? - Ai, love, que roupinha você tá usando, com essa tanga, hmm, que delícia, que conjuntinho lindo, Jessy - Não me tenta que eu posso me animar, mas com você - Isso a gente pode resolver fácil - É, como? - Assim Ela se aproximou, me olhou nos olhos, me beijou enquanto a mão dela se perdia na minha entreperna, se eu já tinha chegado toda excitada, o que minha nova amiga acabou de fazer me fez decidir de vez, ela me beijou e acariciou meus peitos, minha bunda pequena e cada lugar do meu corpo, eu fervia, não conseguia parar de beijar e acariciar ela do mesmo jeito que ela fazia comigo, de repente ela parou, me entregou um top branco quase transparente e uma mini preta com vermelho e disse - fica com seu conjuntinho que é mais hot que qualquer um de nós aqui antes de ir embora termine com isso, mas agora vou te deixar bem gostosa pra que o primeiro que te roçar te acenda e você exploda em algum dos quartos - que filha da puta você é - não vai dizer que não tá super gostosa, puta - aí sim, mais que isso e me chamar assim me enlouquece - gata, larga sua namorada e vem trabalhar aqui que você enche de grana - isso não, isso é a única coisa que me segura e não me deixa fazer merda - merda? Aí, deus, você é de comer, meu amor - quanto que? - Quanto você vale, puta, porque hoje você não escapa - Mmm pra você de graça - É, hoje à noite você vem pra casa - Não, sua namoradinha não chega só de tarde? - Sim e daí? - E nada, que hoje à noite você passa comigo, então termina cedo - Se fosse por isso a gente saía já - Não, não, antes vão te dar uma boa fodida, então vamos pro salão - Tá, mas não me deixa sozinha - Eu te acompanho enquanto der pra ficar
Ao entrar, mais de um fixou o olhar em mim, até alguns que estavam acompanhados, acho que só com minha entrada já arrumei alguma inimiga. Fomos até o balcão e não demorou muito pra Yani perceber que estavam nos olhando e falando da gente - vem Jessy que já tem quem te coma - que? - vai, me acompanha, fomos pra uma mesa onde tinha um casal de caras de uns 25 anos, um loiro que pelo sotaque não era argentino mas falava muito bem espanhol, o outro moreno, ambos bonitos e com cerca de 1,80 m de altura, olhos claros o loiro e castanhos escuros o moreno que era um pouco mais musculoso mas nada exagerado, pela aparência pareciam executivos e que alguma reunião extraordinária os prendeu até tarde - Oi Yanina, que amiga linda você tem hoje, é nova? - Obrigada, mmm, sim sou nova - Não só nova, Marce, a estrear e vejo que seu amigo tá interessado nela - Sim, te apresento, ele é o Sergio, veio do Brasil da central da empresa onde trabalho, é um empresário importante. - Ela é a Jessica e hoje é a estreia dela Isso — Ela parece meio tímida, sim — Teu amigo também, mas acho que vão se entender muito bem na cama — Olha, Yani, tenho um pedido especial — Pede — Sabe que você é minha preferida, mas — Mmm, sem problema, mas se quiser ficar com ela, é toda sua. E teu amigo? — É isso que queria te pedir — Sim, sem problema, não, Jessy — Não, tá certo, foi pra isso que vim — E qual dos dois vai estrear minha amiga? — É que a gente queria ir os dois juntos com ela — O quê? Perguntei, assustada — Sim, como é que não vai querer, Jessy, mas o pagamento é dobrado e o tempo é o mesmo — Se aceitar, tem $3000 pra você e o do local separado — E a Yanina? — Não se preocupa, já te falei antes que hoje a estrela era você e não me enganei.
Enquanto a gente continuava a conversa, um garçom se aproxima com uma garrafa de champanhe e 4 taças. — Seu pedido — Você gosta de champanhe? — Sim, mas prefiro o doce — Pronto, já peço outra — Não, tá bom, deixa — Beleza, já sei, pode mandar outra garrafa pro quarto, mas que seja doce — Muito bem, senhor, precisa de mais alguma coisa? — Não, tá bom por enquanto — Já sabe, Javier, pros cavalheiros reserva a 7 — Ok, se tiver livre, é cedo e dá pra escolher.
Depois de ir me soltando com uns copos, fiquei mais à vontade e me soltei mais, o Sérgio foi se animando e a bebida também foi dando coragem. Sentada do lado dele, minhas pernas eram suavemente acariciadas pelo jovem brasileiro que, igual a mim, a cada segundo que passava era um grau a mais de temperatura que subia. Abri minhas pernas e os dedos dele entraram até o fundo da minha buceta, mmm, um suspiro e meus pensamentos agradecendo por ter me decidido a vir. Não sei se as minas que faziam isso sentiam o que eu tava sentindo naquele momento, se o que eu tava vivendo tivesse acontecido num bar, com certeza teria terminado do mesmo jeito, num quarto e bem comida, com minha buceta cheia mas com meus bolsos vazios. Yanina, percebendo minha excitação e como as coisas tavam rolando, se levanta. — Bom, acho que é hora de eu ir. Deixando a gente sozinho, já sabe como ir. Marcelo, mostra o caminho pro Sergio e pra Jessy, que nunca subiu.
- Vamos?
- Vamos sim, tô morrendo de vontade de fazer coisas novas.
- Você gosta de experimentar coisas novas?
- Desde que não me maltratem ou batam, sim.
- Já sei o que vou fazer na próxima vez que vier.
- Ah, é mesmo?
- Quero vocês duas, você e a Yani.
- Uai, não sei se vai ter próxima vez.
- Se não tiver aqui, a Yani vai dar um jeito.
- Bom, vamos ver. Por enquanto, hoje tô aqui.
A gente foi pro fundo do lugar, peguei os dois pela cintura e resolvi viver minha aventura. Chegando lá, subimos num elevador. Marcelo indicou o terceiro andar. Enquanto subia, Sergio me beijou de boca aberta e enfiou a mão na minha bunda, me puxou pra perto e eu senti a excitação dele. O elevador parou no terceiro andar, um hall pequeno com uma luz fraca. Cada quarto tinha um número luminoso: 7, 8, 9. Três quartos no andar, e a gente ficou com o mais perto, o 7. Marcelo passou um cartão e a porta abriu. Um quarto dos sonhos: cama redonda, banheiro todo de vidro, espelhos, hidromassagem, tapetes e, no meio, uma mesinha com uma garrafa de champanhe e uma caixa de bombons. Mmm, que delícia cada coisa que eu via me animava mais a continuar nessa. Ser uma putinha tava me agradando, pelo menos pelo que eu tava vendo até agora.
Sergio me abraçava por trás, acariciava meus peitos e puxava meu top pra baixo, deixando a parte de cima do meu conjuntinho à mostra. Marcelo se aproximou, levantou meus braços, tirou meu top e subiu meu sutiã, deixando meus peitos no ar, chupando eles devagar, saboreando meus biquinhos. Sergio levou a mão na minha entreperna, puxou minha calcinha fio dental e os dedos dele causaram o primeiro tremor em mim. Um dos dedinhos entrou na minha buceta, tirava e acariciava meu clitóris enquanto eles me deliciavam. Eu comecei a tirar a calça do Marcelo, me inclinei pra frente e, depois de acariciar o pau dele por um tempo, levei à boca. Sergio tirou minha mini saia de cintura e deixou minha calcinha cair. Eu tava... Inclinada chupando a pica do Marcelo enquanto o Sergio colocava um preservativo pra meter o pedaço inteiro dele na minha buceta, uhi mmm que gostoso a pica dele foi entrando em mim, bem devagar como se soubessem do jeito que eu gosto, bem lentinho ele foi se mexendo. O Marcelo se afasta de mim, pega um bombom e coloca na minha boca, sinto o gosto delicioso do chocolate se misturando com o salgado da pica dele e o licor gostoso que tava recheado. Pego uma taça de champanhe e ele sentou pra nos observar sem se afastar de mim. O Sergio me leva até a cama, quando subo nela sinto o membro dele sair de mim, quero deitar mas ele prefere que eu continue como uma putinha enquanto ele volta a me foder pela minha buceta. Me seguro no encosto da cama pra ficar mais firme, as estocadas dele foram aumentando a cada segundo depois de longos minutos sendo a putinha do estrangeiro. O Marce se junta a nós, para na minha frente em cima da cama pra eu chupar a pica dele de novo. Ele me dá outro bombom mas antes que eu termine já tinha o pedaço dele na minha boca, fiquei chupando enquanto o Sergio me levava ao auge. Meu primeiro orgasmo tava chegando, levei minha mão ao meu clitóris pra me deliciar completamente. Senti o Ser gozar e isso me excitou mais, comecei a gemer com mais intensidade. Não conseguia chupar a pica do Marce porque precisava me segurar pra não cair. Os espasmos quebravam meu corpo e meu conterrâneo pegou minha cabeça, empurrou ela sobre ele e derramou todo o esperma dele na minha boca. Por mais que eu engolisse, não dava conta e fios de porra escorriam pelo canto dos meus lábios. Tinha acabado mas ainda tava muito quente. A sanidade voltava pra mim e me fazia pensar no que tava fazendo. Não podia ser tão puta de estar num quarto com dois desconhecidos e tendo a foda mais emocionante que já me deram. Os dois me deixaram por uns instantes, me serviram champanhe. — O champanhe doce que você preferia. — Obrigada. — Por você aceitar ficar com nós dois. — Sério que é sua primeira vez? — Sim, e isso de... Nunca imaginei que estaria num menage a trois - e isso é só o começo, love - hmm, que gostoso. O Sergio não me largava de jeito nenhum, como se tivesse medo de eu escapar. Comi uns bombons enquanto bebia, ele tirou a taça da minha mão e me levou de volta pra cama. Colocou outra camisinha, deitou de barriga pra cima e pediu pra eu montar nele. Subi e comecei a cavalgar. O Marcelo se levantou de novo na cama pra eu chupar a rola dele até ele ficar duro de novo, enquanto eu continuava montando o parceiro dele, que segurava minha bunda e acompanhava o ritmo. O Marcelo desceu de novo, se posicionou atrás de mim, começou a chupar meu cu, enfiou um dedinho e um suspiro escapou dos meus lábios, mas me segurei. No segundo, só gemi e deixei claro como era gostoso - hmm, que gostoso, sua linguinha e esses dedinhos me enlouquecem, esses dedinhos inquietos. - Então você gosta, putinha, de ter seu cuzinho cuidado? - Hmm, sim, é todo seu. - Vou arrebentar seu cu, putinha. - Isso aí, arrebenta tudo sem dó. Ele encaixou a vara na porta do meu cu e empurrou até enfiar tudo. Aíiii, dessa vez doeu, mas a Yami tinha razão, já me sentia a estrela da noite. Os primeiros movimentos dele eram descompassados, mas depois o Sergio só fazia movimentos pequenos e o Marcelo colocava um ritmo mais intenso. Sempre soube que minha excitação me levaria a fazer loucuras inimagináveis, mas nunca pensei que chegaria a ter uma dupla penetração. Essa situação tava me enlouquecendo e, a cada minuto, eu percebia que precisava dessas coisas, que não conseguia parar de transar de qualquer jeito e com qualquer um. Sentia que era um prazer excessivo, não ia mais me restringir, meu destino era esse e, se não pudesse levar meu parceiro a esses limites, continuaria fazendo escondido. Meu corpo tremeu de novo, meu momento tava chegando e aquelas duas rolas estavam gozando. Me apertaram como nunca, senti as coisas deles mais fundas do que nunca e gozei pela segunda vez. Tava acabada. Exausta, desmoronei e só estava sendo sustentada por eles. O pau do Sergio saiu da minha buceta e o Marcelo tirou o dele do meu cu. Tava meio dolorida, fiquei deitada enquanto os caras continuavam bebendo. Sergio chegou perto, abriu minhas pernas e foi direto na minha xota, que tava encharcada, a maior molhada que já tive. Chupou meus sucos e saboreou cada parte do meu corpo. Levantou minhas pernas e tentou meter de novo. Eu parei ele, falei que assim não, sem proteção não ia rolar. — Quero gozar no teu corpo. — Não, não. Quero fazer assim. Peguei o pau dele e levei à boca. — Quero gozar nos teus peitos, são lindos. — Me avisa quando tiver perto de gozar. Fui dando um boquete gostoso, devagar. Ele tirou da minha boca pra dizer que tava perto. — Já, meu amor, vou gozar. — Dá essa coisinha aqui que minhas meninas vão cuidar dela. — Isso, coloca entre seus peitos que quero encher você de porra. Eu masturbava ele com meus seios até fazer gozar. O esforço de ter acabado e só um pouco de sêmen tinha sobrado, mas o suficiente pra besuntar meus peitos. Me levantei, sabia que tudo tinha acabado, e tomei a iniciativa naquele momento. Servi uma nova taça de champanhe, peguei minha calcinha e fui pra hidromassagem. Deitei lá, reclamei a cabeça e vi o Sergio atrás de mim. Acariciou meu cabelo, depois meu rosto e disse: — Não quer vir comigo? Preciso de uma secretária. — Não, obrigada, não tô a fim disso. — Prefere ser uma puta? — Não, isso também não foi. Foi uma aventura interessante, mas acaba aqui. — Também não vou poder te ver mais aqui. — Duvido, mas essa Yani... — Mas eu quero você. — Talvez a Yanina te dê notícias minhas, e aí a gente vê. Ele levantou e foi com o amigo. Pedi pra ficar, que eles fossem. Em poucos minutos, minha nova amiga apareceu. — Tudo bem, Jessy? — Sim, por quê? — Como você não descia, a gente se preocupou. — Não, tá tudo bem. Tô cansada, não só disso, mas de antes. — Bom, fica aqui, descansa. Peguei o telefone e liguei, informei que tava tudo bem. Tá, e ela saiu de novo. -Vou te roubar um bombom. -Só um? Pega quantos quiser. Peguei uns dois e fechei a porta. Fiquei lá nem sei quanto tempo, até que a Yanina apareceu com minha roupa. -Vamos pra casa descansar, é melhor. -Na sua casa? -Sim, pra casa. -Ah, então não vamos descansar. -Fala sério, sai daí e se troca. -Me ajuda a me secar. Ela me enrolou numa toalha e me tirou da hidro. Fiquei parada enquanto ela me secava. -Vamos ver como essa menina mimada se veste pra gente ir pra casinha. Me vesti, tava morta de cansada. A Yami pediu as chaves do carro e fomos no meu, deixando o dela no estacionamento. Subi no banco do carona, coloquei o cinto e fechei os olhos. Devíamos ter andado umas 25 ou 30 quadras quando percebi que entramos num subsolo. Tinha chegado no apartamento dela. Estacionou perto do elevador, a poucos metros, e como pude, meio bebada e meio cansada, saí do carro e fui pro elevador. Chegamos no 11º andar, apartamento B. Era a casa dela. Entramos, ela me beijou e me levou direto pro quarto. Fui me despindo com a ajuda dela até ficar só de conjuntinho. Deitei, e ela do meu lado começou a me beijar e acariciar meus peitos. Tirou toda a minha roupa íntima, mergulhou entre os lençóis até chegar na minha buceta. A desesperação voltou pro meu corpo, a excitação tomou conta de mim. Tava de novo muito tesuda, meu sangue fervia, e a Yanina tava botando o broche de ouro numa noite estupenda... Ou seria o começo de um novo dia? Mas isso a gente descobre num novo relato. Não perde, beijinhos.
0 comentários - Minha vida secreta II