Minha vida secreta 1
Olá a todos, vou me apresentar: sou a Jéssica e estou num relacionamento lésbico há quase um ano. Minha parceira é uma garota de 21 anos, igual a mim; ela é morena, olhos verdes, baixinha, 1,53 m, mas com uns peitos que, pra essa altura, se destacam mais que qualquer outra coisa no corpo dela. Uma bundinha pequena também bem marcante. Eu sou de cabelo castanho claro, quase loiro, 1,73 m de altura, 90-60-91, olhos verdes e um sorriso sempre no rosto.
Pra começar a história, conto que sempre gostei de garotas, mas nunca tinha ficado com nenhuma até agora, que estou com a Romy. Somos muito felizes e moramos juntas há seis meses. Nossas relações sexuais sempre foram bem lésbicas, até que ultimamente tô sentindo uma vontade de ser penetrada. Pra saciar essa vontade, comprei um cinto de couro pra segurar um belo consolo que a gente só usava de vez em quando, mas, como eu disse, tô com uma vontade de algo mais… ser colocada de quatro e levar uma penetrada vaginal ou anal enquanto estimulam meu clitóris é minha maior loucura agora, mais do que sentir os lábios da minha mulher chupando meu botãozinho de prazer. Isso me deixava louca a ponto de me fazer gritar, mas agora sentir a borracha do meu consolo dentro de mim me faz gemer como nunca. Aqueles 16 cm por 4 já não bastavam mais, e, pra não ser tão óbvia, consegui algo um pouco mais do meu agrado. Quanto? 20 cm por 5. Não é muito? Ou é? Sei lá, a verdade é que nunca me preocupei com tamanho, nem nos meus tempos de hétero, mas agora é como se eu sentisse falta do que há de mais gostoso no homem: sim, o pau dele. Uau, uma lésbica falando assim… bom, sei lá, é o que tô sentindo. Acho que nunca deixei de precisar de um homem, só não percebia.
Tô muito apaixonada pela minha parceira e achei que nunca faria nada que colocasse nosso relacionamento em risco. Pois eu fiz. Fazia tempo que não ligava minha webcam enquanto conversava, mas muitos homens ligavam a delas. suas, pra mostrar os atributos e aos poucos fui me interessando, mas fui selecionando, não pelo tamanho nem pela beleza do corpo, mas por afinidade. aí fui me enganchando com Gonzalo, um moleque de Junín, província de Buenos Aires, 21 anos, cabelo preto azulado e 1,82m de altura, que já tava impactado há um tempo e, como tantos outros, queria me levar pra cama. ele insistia pra que eu fosse quem fizesse ele se iniciar sexualmente. pra que mentir? depois de várias conversas, sentia cada vez mais curiosidade de reviver algo com um homem, e minha putaria ultrapassava o imaginável. começamos com sexo virtual, escondido do meu parceiro, claro. meus dedinhos foram meu começo, mas com o passar das noites não era suficiente e precisei do meu brinquedinho pra me sentir mais satisfeita. via ele gozar pela cam e me dava cada vez mais vontade de encher minha boca com o fruto do esperma dele. até cheguei a passar a língua no monitor e molhar meus lábios com meu próprio mel. tinha algo nele que me enlouquecia e me dava vontade de ser a putinha virtual dele. virtual? que virtual, se eu morria de vontade de levar uma boa foda? quando tava com a Romina e era a putinha dela, minha mente viajava e eu imaginava que era o Gonza quem satisfazia minhas necessidades. cada volta pra casa era um eterno imaginar, cada magrelo que me chamava a atenção, minha cabeça pedia aos berros que aquele era o cara certo pra fazer, mas eu não decidia. mais de uma vez mordi os lábios no escritório onde sou secretária de uma advogada, infelizmente. sim... se fosse homem, com certeza já teria sido assediada, e com a putaria que carrego, provavelmente passaria fazendo hora extra. mais de uma vez me toquei disfarçadamente enquanto recusava algum convite de cliente pra sair. não podia me expor no meu local de trabalho. Gonzalo é filho de um fazendeiro de Junín, muito rico, e sempre me dizia que quando o pai dele viesse pra capital, ele acompanharia e viria me ver. Vamos ver... e eu não poderia recusar o convite pra jantar. Uma tarde, tarde da noite e eu ainda no escritório depois do meu horário normal de saída, tava conectada e vejo que o Gonza entra online. Mmm, pensei, com o tesão que tô, é exatamente o que eu precisava. Nunca tínhamos brincado comigo na firma. Já na primeira frase foi provocação: - Oi, slut. Tô com uma vontade louca de te comer hoje. - E eu de sentir teu pau entre minhas pernas. - Tão quentinha assim, Jessy? - Sim, meu amor. Não tenho meu brinquedinho, mas posso arrumar algo pra substituir. - Tem alguma coisa aí? - Algo. - Algo? O quê? - Um desodorante roll-on que quero enfiar entre as pernas. - Não preferia meu pau? - Com o tesão que tô, se você tivesse por perto, com certeza aceitaria. - Então aceita? - Aceitaria feliz. - Beleza, cê tá sozinha? Vou aí. Me passa o endereço, tô perto. - Perto? Onde? - No... a umas quadras do Parque Lezama. - É, bem perto mesmo. - Então vou? - Quero te contar a verdade. Tudo que te falei é verdade, mas antes de sair com a Romy, eu tinha uns clientes, entende? - Não. - Clientes. - Que você era uma slut. - Algo assim, mas cara. - Fazia tempo que não fazia, mas há um mês voltei. - A trabalhar de slut? - Não trabalho de slut. Só faço com quem eu gosto e curto o que faço, e de quebra me pagam bem. - Ah, é? Quanto você cobra? - $1200, $1500, depende. Umas 2 ou 3 horas, no máximo. - E a noite toda, quanto? - Tenho que voltar pra casa. Só 3 horas, no máximo. - Tô com os $1200. Onde te busco? - Algo conhecido: na porta do Teatro Colón. - Daqui a pouco tô aí. Quero que seja com você que eu estreie. - Vai ser um prazer duplo te fazer estrear. Com o tesão que tô hoje, vamos nos divertir muito. - Fica tão bem em você ser slut. - Sim, sou slut. Cara, mas slut. - E nesse tempo, já fez muitas vezes? - Na verdade, só uma. Mas me prometi que se fosse fazer, só seria cobrando esse dinheiro. - Isso quer dizer que em um ano só fez uma vez, e foi há um mês? - Sim, exatamente. - Beleza, vou saindo pra lá, senão... vou gozar antes - Tô te esperando Por um instante pensei que besteira tinha feito, mas se nem tava pensando em ir, era só um jogo, né? Claro que não, tava excitada e a ganância aumentava minha excitação. Os $1200 eram a desculpa perfeita pra disfarçar meu tesão e a puta vontade que eu tava. Tava a mil, me acariciei por um tempo e decidi ir. Já tava no jogo e, tentar, o que eu perderia? Já sabia da minha Romy, que tanto amo, mas meu tesão só aumentava, só pensava no que ia fazer, no gostoso que seria sentir um homem dentro de mim de novo. Desliguei o computador, peguei minhas coisas e saí pro teatro, encontrar meu… cliente. Já me sentia toda uma profissional. Por sorte, ia ficar com alguém com quem nunca tinha transado antes, senão com certeza notaria minha inexperiência ou falta de prática. Deixei meu carro num estacionamento a uma quadra do lugar, caminhei bem sedutora e mais de um cara me deu mole. Percebi que, se quisesse, podia arrumar mais de um cliente em apenas uma quadra e meia. Recebi todo tipo de cantada, desde "gata, que farol lindo" até "quanto cobra, gostosa?" "por você pagaria qualquer coisa", ouvi gritarem de um carro importado luxuoso. Mas não tava nos meus planos esse tipo de aventura, valeu, mas me arriscar com alguém que só conhecia pelo MSN e, apesar de achar que era uma boa pessoa, na real não sabia. Metros antes de chegar na porta do teatro, um cara de uns 30 anos, no máximo, me abordou pra ir numa festa numa balada VIP da área. Me deixou o cartão dele e disse pra ligar que eu podia fazer uma grana boa. Falei: - Não posso, tô esperando um cliente. - Sim, meu amor, é disso que se trata. - Tava falando de um cliente do estúdio onde trabalho. - Chama como quiser, mas se tiver interesse, tem grana boa. - Bom, vou pensar. - Se tiver interesse, sexta e sábado depois da 1h, diz que é das minas do staff. - Talvez, por que não? - Bom, tô te esperando… seu nome? - Jessica - Adoro nomes de puta
- Ah, valeu
- Bom, Jessy, seu nome vai ficar na lista caso você se decida
- OK, tô lá
- Viu que eu tô certa?
- Em quê?
- Seu nome, gostosa
- Ah, é de puta, né?
- Isso mesmo
Depois daquela proposta e das coisas que vinham me falando no pouco trajeto que fiz, fiquei me perguntando se realmente parecia uma puta ou se dava pra perceber tanta vontade de ser comida que eu tinha. Com certeza, igual às cachorras no cio, eu devia exalar algum cheiro especial. Meus feromônios estariam fazendo efeito no sexo oposto. E olha que eu tava com minha roupa de secretária. Como será que me olhariam se eu estivesse vestida de puta? Não sei, mas com certeza meu conjuntinho de secretária provocava mais, ainda mais com uma camisa que, sob as luzes fortes dos carros, deixava ver de um jeito bem tentador meus peitões lindos. Somados à minha excitação e à proposta de alguns minutos antes, meus bicos estavam no maior tesão. A camisa justa marcava esses bicos de um jeito extraordinário, convidando quem visse a querer chupá-los. Nos cerca de 15 minutos de espera, recebi mais propostas de sexo do que em toda a minha vida. E realmente teria topado com mais de um.
Minutos depois, para um Peugeot 307 cabriolé e um cara de óculos escuros me convida pra subir. Finjo que não ouvi nada, mas uma voz que escuto a metros diz:
- Vai, puta, sobe que vão te dar a foda da sua vida e você ainda pode tirar uma boa grana desse caipira.
Como se fosse um aviso, aquele grito me trouxe de volta pra onde eu estava e pro que eu esperava.
- Quanto cobra, puta?
Chego perto do carro, apoio descaradamente minhas mãos na janela, empinando minha bunda pra fora e dando uma vista deliciosa dos meus peitos pra ele e da minha bunda pros transeuntes. Respondo:
- Pra você, eu chamo 1200. Sou cara, mas valho o que você paga.
- Espero que você mostre isso.
- Não vai se arrepender do que pagar.
Um novo grito corta a noite:
- Tem que ser puta, viu? Um carro novo e a tanga cai sozinha. Viro, olho pra quem gritou e provocando com o olhar, abro a porta e entro no carro. — Onde você me leva ou eu indico? — Me guia e vamos pro hotel que você quiser. — Beleza, volta na direção do parque de novo. Fui indicando o caminho enquanto ele, todo inquieto, passava a mão mais habilidosa por baixo da minha saia. Minha reação? Um suspiro e um "mmm, sim, tava com vontade de levar uma boa foda". Ele chegou a enfiar um dedinho na minha buceta e eu comecei a gemer. Não paro de me estimular, devolvo os prazeres e com juros: passo a mão, abaixo o zíper dele, tiro o pau dele pra fora e por umas quadras me distraio com minha linguinha, deixando todo o arsenal dele pronto pra batalha. Quando calculo que já tô perto, enfio o membro inteiro na minha boca e me levanto, indicando como chegar no "Osiris", na rua Cochabamba, 12, Puerto Madero. Durante o trajeto, não paro de me estimular. Entramos no hotel e ele, meio nervoso, tenta pedir um quarto. Como toda profissional que não sou, me aproximo e peço uma suíte. Enquanto falo, molho meus lábios com a ponta da língua e mostro pro recepcionista que meu cliente pagaria qualquer tarifa do hotel. Entramos, ele pede pra eu entrar primeiro. Observo de passagem uma cama bem grande com almofadas de coração, uma hidromassagem onde os vidros das paredes deixavam tudo à mostra, uns degraus que me colocariam nela, e umas outras coisas que nem vale mencionar. Ele me empurra contra a parede pra me beijar. — Tá esquecendo de algo, love. — Do quê? — Das 1200 razões que me trouxeram aqui. — Você é mais puta do que eu pensava. — Pode ser, mas isso é um negócio e com prazer incluído. Recebo meu pagamento, viro as costas e coloco a grana na minha bolsa. Ele me pega de novo, dessa vez de costas, e sinto o pau dele apertado contra minha bunda. Me inclino, ele levanta minha saia e encontra uma micro tanga vermelha. Esfrega minhas nádegas enquanto eu derreto de tesão. Me beija o pescoço e sussurra no meu ouvido coisas que minha mente nem escuta. Apoia o pau dele na minha bunda enquanto as mãos dele descobrem meus peitos, a camisa desabotoada e meus peitos livres. Me viro e fico de frente pra ele. Ele me beija apaixonado. Minhas fantasias cobriam todo tipo de sexo, mas não imaginava que ia curtir tanto os beijos dele. Ele devorou meus lábios vermelho-fogo e acendeu meu pavio. As chamas do meu corpo me cercavam numa paixão inimaginável. Me ajoelhei na frente dele e coloquei uma camisinha, e enquanto me levantava de novo, minha língua percorria o corpo dele. Ele começou a chupar meus peitos. Eu tava desesperada. Deixei cair minha saia e ele a calça dele, e depois a cueca. Ele levantou minhas pernas, senti o pau dele roçar minha buceta. Enfiou os dedinhos e levou até minha boca — essas são coisas que me fascinam, chupar meu próprio mel. Devagar, ele encaixou a cabeça na minha bocetinha e eu senti entrar. — Humm, que gostoso ser uma putinha. — É, daqui a uns minutos acho que não vou ter gastado essa grana à toa, o que vou sentir daqui a umas horas. — Enfia tudo, aí sim que é gostoso. Como você se sente perdendo a virgindade com essa puta? — Jessy, sempre imaginei esse momento, em que você era minha, em que eu te fazia minha putinha. — Claro que sou sua putinha. Me come toda, sou toda sua, quero que você curta tanto quanto eu. — Que peitos lindos que você tem, não paro de admirar. Enroscada na cintura dele pelas minhas pernas e empalada por aquele pau que eu tanto desejava, ele me levou até a cama, me deitou, levantou minhas pernas sobre os ombros dele. Minha bunda ficou exposta, eu tava à mercê dele, mas ele continuou me penetrando na buceta. — Ai, sim, me come, me arrebenta toda, quero ser sua putinha, ser a mulher que te desvirginou. — Você já fez isso. — Quero sentir você gozar, ser a melhor lembrança que você tem de alguém. — Já é, sua putinha. — Ai, como me excita você me chamar de putinha. Minhas pernas tremiam de prazer e eu ofegava como a putinha em que estava me transformando. Eu gemia e pedia pra ele me fazer gozar, que eu não aguentava mais. — Assim que você gosta, putinha? — Aí sim, me come, mais aí, siiiim, mais, siiiim, vai, que eu vou gozar. — Você vai gozar, mas bem cheia de porra, putinha. — Aí sim, me come como uma. uma puta. Como se fosse uma ordem, me virei, abri minhas pernas e fiquei de quatro, esperando a investida dele. Ele me pegou pela cintura e começou a me montar. Que prazer me sentir a putinha dele. Assim, toda noite, eu imaginava ser a puta de alguém e estava sendo. Peguei a mão direita dele e levei até minha buceta. Na hora ele entendeu o que eu queria. Acariciou devagar primeiro e com mais vontade depois. Meu clitóris já estava prestes a gozar. Ele chegou ao ápice e gozou pela primeira vez. Eu empurrei meu corpo contra o dele e, ao sentir as contrações, tive meu primeiro orgasmo. Era meu primeiro gozo de puta. Era o começo da minha nova vida, uma vida secreta que com certeza me encheria de felicidade. Minhas vontades de puta estavam sendo saciadas, mas não... eu queria mais. Queria que ele preenchesse cada um dos meus buracos. Precisava sentir o pau dele no meu cu. Mas como pedir, se ele era o cliente? — Ai, e agora, o que você vai fazer comigo? Quer meu cuzinho? — Que puta você é, gata. — Você acha? — Tenho certeza. — Então, hummm, faz meu cuzinho. Sem mudar a posição que eu estava, a de putinha, abri minhas nádegas, apoiei o pau dele e, aos poucos, fui sentindo ele entrar. — Hummm, mais, quero ele todo. — Assim você quer, meu amor? Todinho dentro? Pela primeira vez, um homem me comia analmente. Doía, mas eu curtia a dor. As investidas dele eram suaves e ritmadas. Eu gemia, sussurrava, reclamava, mas gozava como nunca. Mexia meu cuzinho para encaixar o pau dele no meu buraco. — Que gostoso que você me come. — Você gosta, puta, de levar no cu? — Ai, sim, adoro. Essa é minha primeira vez com um homem. — Sou o primeiro homem que te come o cu, meu amor? — Ai, sim, e eu adoro. Depois de continuar curtindo uma boa enculada e enquanto ele estimulava meu clitóris, senti que ia gozar, mas de repente reagi. — Hummm, puta, vou encher você de porra, gostosa. — Hummm, que delícia, enche meu cuzinho todo. — Sim, puta, já vou gozar. Siiiiim. — Ai, você é um filho da puta. Você tá me comendo sem camisinha. — Pelo que você me cobrou. é o mínimo que você tem que fazer, mas não se preocupa - aí siiiiiiii me dá tudo siiiiiiii vai, não paraaaaaa Com minha excitação não tinha notado que não tava de camisinha; tava chegando no meu segundo orgasmo, o primeiro durante o sexo anal, estimulando meu clitóris mas sendo penetrada analmente, sabia que isso não ia terminar ali já tinha enchido meu cu de porra e o fio de sêmen escorria até minha buceta então por que não, tava muito segura que não tava nos meus dias férteis então resolvi me entregar de vez Me soltei da posição que a gente tava e joguei ele na cama. - agora quem vai te comer é a Jessy - como você gosta de ser puta - adoro, tantas noites sonhei com esse dia - que vontade de transar que você tem, se quem te cobrasse fosse eu com certeza você aceitava - não, não, a puta sou eu mas pra me ativar preciso de incentivo subi em cima dele, montei e deixei o pau dele deslizar na minha buceta, encharcada, sedenta de pau e de porra, me agachei e comecei a subir e descer ele me pegou pela cintura e acompanhou meu ritmo, uma das mãos dele foi pros meus peitos pra acariciar, aos poucos fui ficando mais louca, mas ele foi murchando até que saiu quis colocar de novo mas já tava mole parei de cavalgar e resolvi recuperar aquele pedaço de carne, dar vitalidade pra ele tinha decidido sentir o gozo dele na minha buceta e ia conseguir fiquei de quatro, peguei o pau dele e comecei a chupar que gostoso o sêmen misturado com meus sucos vaginais, o gosto dos meus fluidos eu provava quando costumava meter meus dedinhos ou os da minha namorada e saborear, mas assim essa mistura me excitava mais tava uma ninfomaníaca mesmo, curtia muito a foda que tavam me dando e aquela chupada era uma delícia virei, precisava ser retribuída, subi em cima dele e deixei minha buceta na cara dele demorou pra passar a língua na minha xota, não sei se por nojo ou medo, mas acabou fazendo, a linguinha dele enfiou bem fundo e eu não parava de masturbar o pau dele já tinha recuperado a ereção e eu Prestes a explodir de novo, me levantei e, de costas pra ele, montei de novo. Aquela vara tava de novo pronta e disposta, não demorou muito pra gozar de novo. Não foi muito, mas o suficiente pra se fazer notar. — Agora quero sentir seu gozo na minha buceta. — Isso, sua putinha, continua montando em mim... é toda sua. Subia e descia, e quando tinha ela bem dentro, esfregava meu corpo contra o dele. Apertei bem minhas pernas e lá estava de novo: me deixei cair e gritei que nem uma louca. Caí rendida do lado dele, ele já imóvel, os dois cansados da batalha. Uma vitória dos dois. Fui pro chuveiro, tinha esquecido da hidromassagem. Deitei por uns minutos, fechei os olhos por um momento e senti as mãos dele massageando meus ombros. Hummm, era só o que faltava: uma boa massagem depois de uma boa sessão de sexo. Devagar, ele foi entrando na hidro entre minhas costas e a borda; lentamente, começou a beijar meus ombros e suas mãos passaram dos meus ombros pras minhas tetas enquanto sussurrava no meu ouvido: — São as tetas mais lindas que já imaginei, podia passar horas mimando elas. — Mas você só tem uns minutos, já é tarde, tenho que ir. Mas, em vez de continuar brincando com minhas tetas — coisa que tava me excitando de novo —, ele começou a descer as mãos pelo meu abdômen, fazendo cócegas, até chegar com as mãos na minha xereca. Devagar, começou a separar meus lábios com uma mão e a enfiar os dedos com a outra, pra depois brincar com meu clitóris enquanto enfiava três dedos no meu ser. — Hummm... isso, continua assim, nunca para. Me dá outro orgasmo com esses dedos mágicos que você tem, que putinha você me faz sentir. — Você é putinha, eu não te faço sentir putinha, você é a maior putinha entre as vadias, mas também a putinha mais gostosa que já conheci na vida. As palavras dele ecoavam na minha cabeça e disparavam minhas sensações, me esquentando a níveis nunca vistos. Sabia que não tinha mais tempo, mas as carícias dele me devolviam o entusiasmo. Juntei minha boca com a dele, a língua dele brincava com a minha numa batalha que só podia... terminar em um empate, já que nenhuma cedia e foi como se quiséssemos chegar ao fundo do nosso ser. Ela se levantou ao lado do hidro e, olhando na minha cara, disse: — Abre essa boquinha carnuda que você tem, quero que me faça o melhor boquete que você já fez na vida, sua putinha. — Seus desejos são ordens — eu disse. Abri minha boca e enfiei todo o pau dela até minha garganta, com minha linguinha percorrendo todo o pedaço dela e engolindo ele por completo. Realmente estava fazendo a melhor felação que já tinha feito na vida, estava adorando chupar ele, então com uma mão comecei a me masturbar suavemente debaixo d'água — mmmmmm, não para, Jessy, estou aproveitando como nunca, sonhei muito com esse dia, mas nunca mmmmm pensei que fosse tão prazeroso. — mmmmm… ahhhhh…. Siiiiiiii, adoro seu pau, papai, me deixa louca, adoro quando você mete, adoro chupar ele, me deixa louca… Gosto de ser putinha, gosto de ser sua putinha… enche minha boquinha de leite, papai… vai, me dá seu leitinho… Mmmm — vou encher essa boquinha de leite, putinha, e quero que você engula tudo, como uma boa putinha — mmmmmm, claro, papai, vou tomar todo o leite… — putinha! Como me excita você me chamar de papai…. Mmmmmm senti que ele gozou na minha boca e tomei o sêmen dele até a última gota, não foi muito, mas quem se importa com isso? Eu pelo menos não, o que importava era o quanto eu tinha aproveitado aquela noite. Me joguei para trás, esperei um minuto e decidi sair. Sequei o que restava de putinha e voltei a ser a secretária tímida. Até quando, não sei. Saímos do hotel e fomos até onde eu tinha deixado meu carro. Minutos depois, já voltando para casa, duas horas e meia depois de ter saído do escritório, quase 22h30, meu telefone toca. Era a Romina. — Oi, amor, onde você está? — A caminho de casa, você não sabe, chego e te conto…
Deixem pontinhos, me ajudem a crescer nessa comunidade, desde já agradeço.
Olá a todos, vou me apresentar: sou a Jéssica e estou num relacionamento lésbico há quase um ano. Minha parceira é uma garota de 21 anos, igual a mim; ela é morena, olhos verdes, baixinha, 1,53 m, mas com uns peitos que, pra essa altura, se destacam mais que qualquer outra coisa no corpo dela. Uma bundinha pequena também bem marcante. Eu sou de cabelo castanho claro, quase loiro, 1,73 m de altura, 90-60-91, olhos verdes e um sorriso sempre no rosto.
Pra começar a história, conto que sempre gostei de garotas, mas nunca tinha ficado com nenhuma até agora, que estou com a Romy. Somos muito felizes e moramos juntas há seis meses. Nossas relações sexuais sempre foram bem lésbicas, até que ultimamente tô sentindo uma vontade de ser penetrada. Pra saciar essa vontade, comprei um cinto de couro pra segurar um belo consolo que a gente só usava de vez em quando, mas, como eu disse, tô com uma vontade de algo mais… ser colocada de quatro e levar uma penetrada vaginal ou anal enquanto estimulam meu clitóris é minha maior loucura agora, mais do que sentir os lábios da minha mulher chupando meu botãozinho de prazer. Isso me deixava louca a ponto de me fazer gritar, mas agora sentir a borracha do meu consolo dentro de mim me faz gemer como nunca. Aqueles 16 cm por 4 já não bastavam mais, e, pra não ser tão óbvia, consegui algo um pouco mais do meu agrado. Quanto? 20 cm por 5. Não é muito? Ou é? Sei lá, a verdade é que nunca me preocupei com tamanho, nem nos meus tempos de hétero, mas agora é como se eu sentisse falta do que há de mais gostoso no homem: sim, o pau dele. Uau, uma lésbica falando assim… bom, sei lá, é o que tô sentindo. Acho que nunca deixei de precisar de um homem, só não percebia.
Tô muito apaixonada pela minha parceira e achei que nunca faria nada que colocasse nosso relacionamento em risco. Pois eu fiz. Fazia tempo que não ligava minha webcam enquanto conversava, mas muitos homens ligavam a delas. suas, pra mostrar os atributos e aos poucos fui me interessando, mas fui selecionando, não pelo tamanho nem pela beleza do corpo, mas por afinidade. aí fui me enganchando com Gonzalo, um moleque de Junín, província de Buenos Aires, 21 anos, cabelo preto azulado e 1,82m de altura, que já tava impactado há um tempo e, como tantos outros, queria me levar pra cama. ele insistia pra que eu fosse quem fizesse ele se iniciar sexualmente. pra que mentir? depois de várias conversas, sentia cada vez mais curiosidade de reviver algo com um homem, e minha putaria ultrapassava o imaginável. começamos com sexo virtual, escondido do meu parceiro, claro. meus dedinhos foram meu começo, mas com o passar das noites não era suficiente e precisei do meu brinquedinho pra me sentir mais satisfeita. via ele gozar pela cam e me dava cada vez mais vontade de encher minha boca com o fruto do esperma dele. até cheguei a passar a língua no monitor e molhar meus lábios com meu próprio mel. tinha algo nele que me enlouquecia e me dava vontade de ser a putinha virtual dele. virtual? que virtual, se eu morria de vontade de levar uma boa foda? quando tava com a Romina e era a putinha dela, minha mente viajava e eu imaginava que era o Gonza quem satisfazia minhas necessidades. cada volta pra casa era um eterno imaginar, cada magrelo que me chamava a atenção, minha cabeça pedia aos berros que aquele era o cara certo pra fazer, mas eu não decidia. mais de uma vez mordi os lábios no escritório onde sou secretária de uma advogada, infelizmente. sim... se fosse homem, com certeza já teria sido assediada, e com a putaria que carrego, provavelmente passaria fazendo hora extra. mais de uma vez me toquei disfarçadamente enquanto recusava algum convite de cliente pra sair. não podia me expor no meu local de trabalho. Gonzalo é filho de um fazendeiro de Junín, muito rico, e sempre me dizia que quando o pai dele viesse pra capital, ele acompanharia e viria me ver. Vamos ver... e eu não poderia recusar o convite pra jantar. Uma tarde, tarde da noite e eu ainda no escritório depois do meu horário normal de saída, tava conectada e vejo que o Gonza entra online. Mmm, pensei, com o tesão que tô, é exatamente o que eu precisava. Nunca tínhamos brincado comigo na firma. Já na primeira frase foi provocação: - Oi, slut. Tô com uma vontade louca de te comer hoje. - E eu de sentir teu pau entre minhas pernas. - Tão quentinha assim, Jessy? - Sim, meu amor. Não tenho meu brinquedinho, mas posso arrumar algo pra substituir. - Tem alguma coisa aí? - Algo. - Algo? O quê? - Um desodorante roll-on que quero enfiar entre as pernas. - Não preferia meu pau? - Com o tesão que tô, se você tivesse por perto, com certeza aceitaria. - Então aceita? - Aceitaria feliz. - Beleza, cê tá sozinha? Vou aí. Me passa o endereço, tô perto. - Perto? Onde? - No... a umas quadras do Parque Lezama. - É, bem perto mesmo. - Então vou? - Quero te contar a verdade. Tudo que te falei é verdade, mas antes de sair com a Romy, eu tinha uns clientes, entende? - Não. - Clientes. - Que você era uma slut. - Algo assim, mas cara. - Fazia tempo que não fazia, mas há um mês voltei. - A trabalhar de slut? - Não trabalho de slut. Só faço com quem eu gosto e curto o que faço, e de quebra me pagam bem. - Ah, é? Quanto você cobra? - $1200, $1500, depende. Umas 2 ou 3 horas, no máximo. - E a noite toda, quanto? - Tenho que voltar pra casa. Só 3 horas, no máximo. - Tô com os $1200. Onde te busco? - Algo conhecido: na porta do Teatro Colón. - Daqui a pouco tô aí. Quero que seja com você que eu estreie. - Vai ser um prazer duplo te fazer estrear. Com o tesão que tô hoje, vamos nos divertir muito. - Fica tão bem em você ser slut. - Sim, sou slut. Cara, mas slut. - E nesse tempo, já fez muitas vezes? - Na verdade, só uma. Mas me prometi que se fosse fazer, só seria cobrando esse dinheiro. - Isso quer dizer que em um ano só fez uma vez, e foi há um mês? - Sim, exatamente. - Beleza, vou saindo pra lá, senão... vou gozar antes - Tô te esperando Por um instante pensei que besteira tinha feito, mas se nem tava pensando em ir, era só um jogo, né? Claro que não, tava excitada e a ganância aumentava minha excitação. Os $1200 eram a desculpa perfeita pra disfarçar meu tesão e a puta vontade que eu tava. Tava a mil, me acariciei por um tempo e decidi ir. Já tava no jogo e, tentar, o que eu perderia? Já sabia da minha Romy, que tanto amo, mas meu tesão só aumentava, só pensava no que ia fazer, no gostoso que seria sentir um homem dentro de mim de novo. Desliguei o computador, peguei minhas coisas e saí pro teatro, encontrar meu… cliente. Já me sentia toda uma profissional. Por sorte, ia ficar com alguém com quem nunca tinha transado antes, senão com certeza notaria minha inexperiência ou falta de prática. Deixei meu carro num estacionamento a uma quadra do lugar, caminhei bem sedutora e mais de um cara me deu mole. Percebi que, se quisesse, podia arrumar mais de um cliente em apenas uma quadra e meia. Recebi todo tipo de cantada, desde "gata, que farol lindo" até "quanto cobra, gostosa?" "por você pagaria qualquer coisa", ouvi gritarem de um carro importado luxuoso. Mas não tava nos meus planos esse tipo de aventura, valeu, mas me arriscar com alguém que só conhecia pelo MSN e, apesar de achar que era uma boa pessoa, na real não sabia. Metros antes de chegar na porta do teatro, um cara de uns 30 anos, no máximo, me abordou pra ir numa festa numa balada VIP da área. Me deixou o cartão dele e disse pra ligar que eu podia fazer uma grana boa. Falei: - Não posso, tô esperando um cliente. - Sim, meu amor, é disso que se trata. - Tava falando de um cliente do estúdio onde trabalho. - Chama como quiser, mas se tiver interesse, tem grana boa. - Bom, vou pensar. - Se tiver interesse, sexta e sábado depois da 1h, diz que é das minas do staff. - Talvez, por que não? - Bom, tô te esperando… seu nome? - Jessica - Adoro nomes de puta
- Ah, valeu
- Bom, Jessy, seu nome vai ficar na lista caso você se decida
- OK, tô lá
- Viu que eu tô certa?
- Em quê?
- Seu nome, gostosa
- Ah, é de puta, né?
- Isso mesmo
Depois daquela proposta e das coisas que vinham me falando no pouco trajeto que fiz, fiquei me perguntando se realmente parecia uma puta ou se dava pra perceber tanta vontade de ser comida que eu tinha. Com certeza, igual às cachorras no cio, eu devia exalar algum cheiro especial. Meus feromônios estariam fazendo efeito no sexo oposto. E olha que eu tava com minha roupa de secretária. Como será que me olhariam se eu estivesse vestida de puta? Não sei, mas com certeza meu conjuntinho de secretária provocava mais, ainda mais com uma camisa que, sob as luzes fortes dos carros, deixava ver de um jeito bem tentador meus peitões lindos. Somados à minha excitação e à proposta de alguns minutos antes, meus bicos estavam no maior tesão. A camisa justa marcava esses bicos de um jeito extraordinário, convidando quem visse a querer chupá-los. Nos cerca de 15 minutos de espera, recebi mais propostas de sexo do que em toda a minha vida. E realmente teria topado com mais de um.
Minutos depois, para um Peugeot 307 cabriolé e um cara de óculos escuros me convida pra subir. Finjo que não ouvi nada, mas uma voz que escuto a metros diz:
- Vai, puta, sobe que vão te dar a foda da sua vida e você ainda pode tirar uma boa grana desse caipira.
Como se fosse um aviso, aquele grito me trouxe de volta pra onde eu estava e pro que eu esperava.
- Quanto cobra, puta?
Chego perto do carro, apoio descaradamente minhas mãos na janela, empinando minha bunda pra fora e dando uma vista deliciosa dos meus peitos pra ele e da minha bunda pros transeuntes. Respondo:
- Pra você, eu chamo 1200. Sou cara, mas valho o que você paga.
- Espero que você mostre isso.
- Não vai se arrepender do que pagar.
Um novo grito corta a noite:
- Tem que ser puta, viu? Um carro novo e a tanga cai sozinha. Viro, olho pra quem gritou e provocando com o olhar, abro a porta e entro no carro. — Onde você me leva ou eu indico? — Me guia e vamos pro hotel que você quiser. — Beleza, volta na direção do parque de novo. Fui indicando o caminho enquanto ele, todo inquieto, passava a mão mais habilidosa por baixo da minha saia. Minha reação? Um suspiro e um "mmm, sim, tava com vontade de levar uma boa foda". Ele chegou a enfiar um dedinho na minha buceta e eu comecei a gemer. Não paro de me estimular, devolvo os prazeres e com juros: passo a mão, abaixo o zíper dele, tiro o pau dele pra fora e por umas quadras me distraio com minha linguinha, deixando todo o arsenal dele pronto pra batalha. Quando calculo que já tô perto, enfio o membro inteiro na minha boca e me levanto, indicando como chegar no "Osiris", na rua Cochabamba, 12, Puerto Madero. Durante o trajeto, não paro de me estimular. Entramos no hotel e ele, meio nervoso, tenta pedir um quarto. Como toda profissional que não sou, me aproximo e peço uma suíte. Enquanto falo, molho meus lábios com a ponta da língua e mostro pro recepcionista que meu cliente pagaria qualquer tarifa do hotel. Entramos, ele pede pra eu entrar primeiro. Observo de passagem uma cama bem grande com almofadas de coração, uma hidromassagem onde os vidros das paredes deixavam tudo à mostra, uns degraus que me colocariam nela, e umas outras coisas que nem vale mencionar. Ele me empurra contra a parede pra me beijar. — Tá esquecendo de algo, love. — Do quê? — Das 1200 razões que me trouxeram aqui. — Você é mais puta do que eu pensava. — Pode ser, mas isso é um negócio e com prazer incluído. Recebo meu pagamento, viro as costas e coloco a grana na minha bolsa. Ele me pega de novo, dessa vez de costas, e sinto o pau dele apertado contra minha bunda. Me inclino, ele levanta minha saia e encontra uma micro tanga vermelha. Esfrega minhas nádegas enquanto eu derreto de tesão. Me beija o pescoço e sussurra no meu ouvido coisas que minha mente nem escuta. Apoia o pau dele na minha bunda enquanto as mãos dele descobrem meus peitos, a camisa desabotoada e meus peitos livres. Me viro e fico de frente pra ele. Ele me beija apaixonado. Minhas fantasias cobriam todo tipo de sexo, mas não imaginava que ia curtir tanto os beijos dele. Ele devorou meus lábios vermelho-fogo e acendeu meu pavio. As chamas do meu corpo me cercavam numa paixão inimaginável. Me ajoelhei na frente dele e coloquei uma camisinha, e enquanto me levantava de novo, minha língua percorria o corpo dele. Ele começou a chupar meus peitos. Eu tava desesperada. Deixei cair minha saia e ele a calça dele, e depois a cueca. Ele levantou minhas pernas, senti o pau dele roçar minha buceta. Enfiou os dedinhos e levou até minha boca — essas são coisas que me fascinam, chupar meu próprio mel. Devagar, ele encaixou a cabeça na minha bocetinha e eu senti entrar. — Humm, que gostoso ser uma putinha. — É, daqui a uns minutos acho que não vou ter gastado essa grana à toa, o que vou sentir daqui a umas horas. — Enfia tudo, aí sim que é gostoso. Como você se sente perdendo a virgindade com essa puta? — Jessy, sempre imaginei esse momento, em que você era minha, em que eu te fazia minha putinha. — Claro que sou sua putinha. Me come toda, sou toda sua, quero que você curta tanto quanto eu. — Que peitos lindos que você tem, não paro de admirar. Enroscada na cintura dele pelas minhas pernas e empalada por aquele pau que eu tanto desejava, ele me levou até a cama, me deitou, levantou minhas pernas sobre os ombros dele. Minha bunda ficou exposta, eu tava à mercê dele, mas ele continuou me penetrando na buceta. — Ai, sim, me come, me arrebenta toda, quero ser sua putinha, ser a mulher que te desvirginou. — Você já fez isso. — Quero sentir você gozar, ser a melhor lembrança que você tem de alguém. — Já é, sua putinha. — Ai, como me excita você me chamar de putinha. Minhas pernas tremiam de prazer e eu ofegava como a putinha em que estava me transformando. Eu gemia e pedia pra ele me fazer gozar, que eu não aguentava mais. — Assim que você gosta, putinha? — Aí sim, me come, mais aí, siiiim, mais, siiiim, vai, que eu vou gozar. — Você vai gozar, mas bem cheia de porra, putinha. — Aí sim, me come como uma. uma puta. Como se fosse uma ordem, me virei, abri minhas pernas e fiquei de quatro, esperando a investida dele. Ele me pegou pela cintura e começou a me montar. Que prazer me sentir a putinha dele. Assim, toda noite, eu imaginava ser a puta de alguém e estava sendo. Peguei a mão direita dele e levei até minha buceta. Na hora ele entendeu o que eu queria. Acariciou devagar primeiro e com mais vontade depois. Meu clitóris já estava prestes a gozar. Ele chegou ao ápice e gozou pela primeira vez. Eu empurrei meu corpo contra o dele e, ao sentir as contrações, tive meu primeiro orgasmo. Era meu primeiro gozo de puta. Era o começo da minha nova vida, uma vida secreta que com certeza me encheria de felicidade. Minhas vontades de puta estavam sendo saciadas, mas não... eu queria mais. Queria que ele preenchesse cada um dos meus buracos. Precisava sentir o pau dele no meu cu. Mas como pedir, se ele era o cliente? — Ai, e agora, o que você vai fazer comigo? Quer meu cuzinho? — Que puta você é, gata. — Você acha? — Tenho certeza. — Então, hummm, faz meu cuzinho. Sem mudar a posição que eu estava, a de putinha, abri minhas nádegas, apoiei o pau dele e, aos poucos, fui sentindo ele entrar. — Hummm, mais, quero ele todo. — Assim você quer, meu amor? Todinho dentro? Pela primeira vez, um homem me comia analmente. Doía, mas eu curtia a dor. As investidas dele eram suaves e ritmadas. Eu gemia, sussurrava, reclamava, mas gozava como nunca. Mexia meu cuzinho para encaixar o pau dele no meu buraco. — Que gostoso que você me come. — Você gosta, puta, de levar no cu? — Ai, sim, adoro. Essa é minha primeira vez com um homem. — Sou o primeiro homem que te come o cu, meu amor? — Ai, sim, e eu adoro. Depois de continuar curtindo uma boa enculada e enquanto ele estimulava meu clitóris, senti que ia gozar, mas de repente reagi. — Hummm, puta, vou encher você de porra, gostosa. — Hummm, que delícia, enche meu cuzinho todo. — Sim, puta, já vou gozar. Siiiiim. — Ai, você é um filho da puta. Você tá me comendo sem camisinha. — Pelo que você me cobrou. é o mínimo que você tem que fazer, mas não se preocupa - aí siiiiiiii me dá tudo siiiiiiii vai, não paraaaaaa Com minha excitação não tinha notado que não tava de camisinha; tava chegando no meu segundo orgasmo, o primeiro durante o sexo anal, estimulando meu clitóris mas sendo penetrada analmente, sabia que isso não ia terminar ali já tinha enchido meu cu de porra e o fio de sêmen escorria até minha buceta então por que não, tava muito segura que não tava nos meus dias férteis então resolvi me entregar de vez Me soltei da posição que a gente tava e joguei ele na cama. - agora quem vai te comer é a Jessy - como você gosta de ser puta - adoro, tantas noites sonhei com esse dia - que vontade de transar que você tem, se quem te cobrasse fosse eu com certeza você aceitava - não, não, a puta sou eu mas pra me ativar preciso de incentivo subi em cima dele, montei e deixei o pau dele deslizar na minha buceta, encharcada, sedenta de pau e de porra, me agachei e comecei a subir e descer ele me pegou pela cintura e acompanhou meu ritmo, uma das mãos dele foi pros meus peitos pra acariciar, aos poucos fui ficando mais louca, mas ele foi murchando até que saiu quis colocar de novo mas já tava mole parei de cavalgar e resolvi recuperar aquele pedaço de carne, dar vitalidade pra ele tinha decidido sentir o gozo dele na minha buceta e ia conseguir fiquei de quatro, peguei o pau dele e comecei a chupar que gostoso o sêmen misturado com meus sucos vaginais, o gosto dos meus fluidos eu provava quando costumava meter meus dedinhos ou os da minha namorada e saborear, mas assim essa mistura me excitava mais tava uma ninfomaníaca mesmo, curtia muito a foda que tavam me dando e aquela chupada era uma delícia virei, precisava ser retribuída, subi em cima dele e deixei minha buceta na cara dele demorou pra passar a língua na minha xota, não sei se por nojo ou medo, mas acabou fazendo, a linguinha dele enfiou bem fundo e eu não parava de masturbar o pau dele já tinha recuperado a ereção e eu Prestes a explodir de novo, me levantei e, de costas pra ele, montei de novo. Aquela vara tava de novo pronta e disposta, não demorou muito pra gozar de novo. Não foi muito, mas o suficiente pra se fazer notar. — Agora quero sentir seu gozo na minha buceta. — Isso, sua putinha, continua montando em mim... é toda sua. Subia e descia, e quando tinha ela bem dentro, esfregava meu corpo contra o dele. Apertei bem minhas pernas e lá estava de novo: me deixei cair e gritei que nem uma louca. Caí rendida do lado dele, ele já imóvel, os dois cansados da batalha. Uma vitória dos dois. Fui pro chuveiro, tinha esquecido da hidromassagem. Deitei por uns minutos, fechei os olhos por um momento e senti as mãos dele massageando meus ombros. Hummm, era só o que faltava: uma boa massagem depois de uma boa sessão de sexo. Devagar, ele foi entrando na hidro entre minhas costas e a borda; lentamente, começou a beijar meus ombros e suas mãos passaram dos meus ombros pras minhas tetas enquanto sussurrava no meu ouvido: — São as tetas mais lindas que já imaginei, podia passar horas mimando elas. — Mas você só tem uns minutos, já é tarde, tenho que ir. Mas, em vez de continuar brincando com minhas tetas — coisa que tava me excitando de novo —, ele começou a descer as mãos pelo meu abdômen, fazendo cócegas, até chegar com as mãos na minha xereca. Devagar, começou a separar meus lábios com uma mão e a enfiar os dedos com a outra, pra depois brincar com meu clitóris enquanto enfiava três dedos no meu ser. — Hummm... isso, continua assim, nunca para. Me dá outro orgasmo com esses dedos mágicos que você tem, que putinha você me faz sentir. — Você é putinha, eu não te faço sentir putinha, você é a maior putinha entre as vadias, mas também a putinha mais gostosa que já conheci na vida. As palavras dele ecoavam na minha cabeça e disparavam minhas sensações, me esquentando a níveis nunca vistos. Sabia que não tinha mais tempo, mas as carícias dele me devolviam o entusiasmo. Juntei minha boca com a dele, a língua dele brincava com a minha numa batalha que só podia... terminar em um empate, já que nenhuma cedia e foi como se quiséssemos chegar ao fundo do nosso ser. Ela se levantou ao lado do hidro e, olhando na minha cara, disse: — Abre essa boquinha carnuda que você tem, quero que me faça o melhor boquete que você já fez na vida, sua putinha. — Seus desejos são ordens — eu disse. Abri minha boca e enfiei todo o pau dela até minha garganta, com minha linguinha percorrendo todo o pedaço dela e engolindo ele por completo. Realmente estava fazendo a melhor felação que já tinha feito na vida, estava adorando chupar ele, então com uma mão comecei a me masturbar suavemente debaixo d'água — mmmmmm, não para, Jessy, estou aproveitando como nunca, sonhei muito com esse dia, mas nunca mmmmm pensei que fosse tão prazeroso. — mmmmm… ahhhhh…. Siiiiiiii, adoro seu pau, papai, me deixa louca, adoro quando você mete, adoro chupar ele, me deixa louca… Gosto de ser putinha, gosto de ser sua putinha… enche minha boquinha de leite, papai… vai, me dá seu leitinho… Mmmm — vou encher essa boquinha de leite, putinha, e quero que você engula tudo, como uma boa putinha — mmmmmm, claro, papai, vou tomar todo o leite… — putinha! Como me excita você me chamar de papai…. Mmmmmm senti que ele gozou na minha boca e tomei o sêmen dele até a última gota, não foi muito, mas quem se importa com isso? Eu pelo menos não, o que importava era o quanto eu tinha aproveitado aquela noite. Me joguei para trás, esperei um minuto e decidi sair. Sequei o que restava de putinha e voltei a ser a secretária tímida. Até quando, não sei. Saímos do hotel e fomos até onde eu tinha deixado meu carro. Minutos depois, já voltando para casa, duas horas e meia depois de ter saído do escritório, quase 22h30, meu telefone toca. Era a Romina. — Oi, amor, onde você está? — A caminho de casa, você não sabe, chego e te conto…
Deixem pontinhos, me ajudem a crescer nessa comunidade, desde já agradeço.
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