Me tornando Mulher - Minha primeira punheta

Antes dos 19 anos, nunca pensei em ter namorado, muito menos em relações ou experiências sexuais. Meus únicos pensamentos eram focados em estudar e dar vazão aos meus hobbies. No geral, eu gostava de qualquer hobby que exigisse habilidade, paciência, compromisso ou determinação.

Como eu dizia, minha indiferença por garotos era total, obviamente também não sentia interesse por garotas no sentido sentimental. Minhas amigas sempre falavam de garotos, cantores, atores, etc., e meu tédio meio que me afastava delas.

Em casa, a verdade é que a informação sexual que eu tinha se limitava ao pleno conhecimento do meu corpo e, de forma bem genérica, ao dos garotos. Isso não era por falta de informação ou desinteresse dos meus pais. Muito pelo contrário, eles sempre foram e continuam sendo muito liberais nesse aspecto. Da mesma forma, sempre se mostraram muito dispostos a responder qualquer dúvida ou pergunta que eu quisesse fazer.

Apesar de ser uma garota, meu jeito era muito decidido e teimoso. Eu sempre estava metida em alguma luta ou cruzada por algo que eu achava que valia a pena brigar. Nunca cedia para nada nem para ninguém. Eu me mantinha firme até as últimas consequências, até sair vencedora ou vencida, até conseguir o que queria. Não importava, o importante era não recuar, fosse garota ou garoto, mais velho ou mais novo, melhor ou pior, mais ou menos importante. Meus pais, nesse sentido, me ensinaram que, quando se defende ou persegue o que você acha justo ou importante, é preciso tentar acima de tudo.

Quando eu tinha 19 anos, começou um novo período letivo no qual meu maior interesse era o de sempre: estudar e tirar as melhores notas possíveis. Foi assim por três meses, até que um belo dia tudo mudou. Algo fez com que minha visão do mundo e da vida desse uma guinada de 180 graus.

Minha mãe fazia aniversário e, para comemorar, organizou, junto com meu pai, uma festa em casa, para a qual convidaram os amigos deles e os seus filhos (todos eram conhecidos meus, colegas de classe ou amigos de infância). Entre os amigos dos meus pais, havia um casal que eles conheciam desde a época da faculdade. Esse casal veio acompanhado do filho deles, Pablo.

Quando meus olhos se fixaram em Pablo, uma infinidade de sensações percorreu meu corpo e minha mente. Apesar de ser filho de uns bons amigos dos meus pais, nunca na vida tinha visto ele. Era um cara realmente gostoso, um ano mais velho que eu, com cabelo quase preto, uns olhos cinza-avelã que quebravam a harmonia do rosto moreno e que davam um ar de garoto mau e interessante ao mesmo tempo. Vestia uma calça jeans bem desgastada e uma camisa branca enfiada na calça pelo lado direito e totalmente solta pelo esquerdo. Era só uns dois centímetros mais alto que eu e não parava de me olhar nos olhos, de igual pra igual, sem desviar o olhar. Eu o cumprimentei apertando a mão dele e pedi que me acompanhasse até o resto dos meus amigos e amigas.

Quando chegamos perto dos jovens, ninguém pareceu conhecê-lo depois das apresentações. Pra todo mundo, ele era um completo desconhecido. Ele nos contou que tinha passado a vida inteira em Córdoba, de onde os pais eram originários, e que quando eles se mudaram para Granada, decidiram que ele continuasse estudando lá, ficando sob os cuidados dos avós. Também nos disse que, naquele ano, decidiram que ele estudasse em Granada pra se familiarizar com a cidade, já que a faculdade seria lá mesmo.

Começamos a beber e comer enquanto íamos quebrando o gelo com o novo amigo. Tenho que admitir que ele virou a sensação da festa pra todo mundo. Os caras contavam coisas sobre a cidade e, claro, falavam da quantidade de minas gostosas com quem ele poderia pegar. As garotas se pavoneavam e flertavam, pareciam umas cachorras no cio. E eu, o que fazia? Ficava olhando pra ele feito uma idiota, sem perder um detalhe do que ele dizia, de quem ele olhava, dos gestos dele e, no fim, de tudo. os detalhes.
- O que foi, Luz? – Minha amiga Ana me perguntou.
- Eu? – Respondi – Nada, não tem nada não, só tô ligada no que vocês tão falando – continuei.

Mentira, tava fascinada por aquele garoto que, sem saber como nem por quê, bagunçava minha mente e me dava uma sensação de sufoco que eu nunca tinha sentido. Nunca tinha me interessado por meninos, mas o Pablo tinha despertado em mim algo que me deixava com um nó na garganta.
- Ela me pergunta o que foi!... se ele me pedisse agora, eu dava o ouro e o moreno, o que ele quisesse – falei pra mim mesma.

Depois de algumas horas, ficou tarde e os convidados foram indo embora aos poucos. Quando os pais do Pablo se despediram dos meus, ele se despediu de mim com dois beijos e, no segundo, sussurrou no meu ouvido:
- Espero que a gente se veja algum dia e que sejamos bons amigos.

As palavras dele, quase inaudíveis, me deixaram paralisada, sem saber o que dizer, mas reagi falando:
- Eu também espero, vocês caíram muito bem pra todo mundo, principalmente pras meninas.

Que idiota! Por que falei essa besteira? A última coisa que eu queria era mencionar esse detalhe. Mas enfim, eles foram embora e meu sufoco ficou ainda pior. Pra tentar me acalmar, comecei a arrumar tudo da festa: copos, restos de comida, papéis, cinzeiros. Varri o chão, lavei, coloquei os sofás e as cadeiras no lugar... enfim, meus pais se olhavam maravilhados, surpresos... extasiados.

Aquela noite passei acordada, sem parar de pensar no Pablo e no momento em que fosse vê-lo de novo. Passaram-se várias semanas e não o vi mais. Custava a me concentrar nos estudos. Mal me concentrava em qualquer coisa. Ele sempre inundava minha mente e eu não parava de vê-lo nos meus pensamentos.

Passaram as provas antes das férias de Natal e a verdade é que meu rendimento tinha caído pra caramba. Essa situação não podia continuar por mais tempo, eu precisava fazer alguma coisa, e com toda a urgência.

No dia antes da véspera de Natal, minha mãe comentou que tinham organizado um almoço num restaurante pro dia 30 de dezembro com os amigos, pra comemorar o Natal e que a gente, os filhos, também ia. Meus olhos olharam pra ela animados e minha alegria interior me fez exclamar:

- Boaaaa!!!

- Puxa, filha, vejo que você tá super empolgada com o almoço – ela respondeu com cara de surpresa.

- É, mãe, bom... o negócio é que eu gosto muito de me reunir com todos os meus amigos – respondi segurando meu entusiasmo.

- Justamente... hoje à tarde encontrei a mãe do Pablo pra comprar uns presentinhos pra entregar no almoço. – ela me disse. – Se quiser vir com a gente, pode. – completou.

- Tá bom, mãe. Mas o Pablo vai também? Queria saber como ele tá se adaptando na cidade. – falei fingindo indiferença.

- Ah, não sei, filha. Mas a gente pode pedir pra ele, se não tiver nada pra fazer, vir com a gente. – ela concluiu.

Na hora de sair de casa, eu já tava arrumada. Coloquei um vestido de lã bem justinho, meio decotado e que mal batia no joelho, marcando bem a cintura, a bunda e os peitos. Por cima, me cobri com um casaco comprido e bem abotoado até o pescoço. Não tava fazendo tanto frio na rua, mas não queria que minha mãe me visse vestida pra matar. Com certeza ela me obrigaria a botar algo mais quente. Minha intenção era que, quando ela visse o que eu tava usando, já fosse na rua e não tivesse mais jeito.

Quando a gente chegou no centro da cidade, decidimos que as mães iam fazer compras e que eu e o Pablo íamos tomar chocolate quente numa cafeteria que eu conhecia, onde era a especialidade da casa.

Quando serviram o chocolate, a gente não tinha parado de falar sobre todo tipo de assunto. Dava pra ver que ele era um cara muito inteligente e que se interessava por um monte de coisas. Depois de um tempo soprando, começamos a tomar o chocolate. Ainda tava quente e entrava muito bem. Depois de terminar o meu, senti o calor invadindo meu corpo, então me armei de valor e tirei o casaco. Antes não tinha feito isso porque me dava muita vergonha, não sabia o que o Pablo ia pensar ao me ver vestida daquele jeito no meio do inverno.

- Caralho, Luz!! - Ele exclamou - que corpaço você tem com esse vestido! - Continuou.

- Obrigada, Pablo, você herdou a galanteria do seu pai - respondi, meio nervosa.

Em seguida, levantei a mão e, com um gesto, indiquei ao garçom que me servisse outro chocolate... precisava urgentemente. O calor que a segunda xícara me deu foi bem maior que o da primeira. Durante todo o tempo que ficamos lá, não parei de suar por causa do chocolate e dos olhares daquele garoto que me fascinava tanto.

Quando nos levantamos para ir embora, ele ficou atrás de mim, me ajudando a vestir o casaco. Quando já estava vestido, por trás, ele abotoou os três botões de cima, encostando o corpo nas minhas costas, na minha bunda e roçando levemente meu peito direito com a mão ao retirá-la. Meu Deus, como me deixou!! Senti uma espécie de choque que nasceu no estômago e desceu até minha buceta passando pela barriga. Nunca tinha sentido aquilo e também não imaginava que fosse possível. O coração parecia querer sair do peito. Como pude, dei uns passos e fomos caminhando encontrar nossas mães.

Passamos o resto da tarde os quatro juntos, tomando uns refrigerantes e comendo uns bolos. Eu, sentada, com as pernas cruzadas, era incapaz de separá-las, sentia que tinha a calcinha molhada na região da buceta. Não sabia se era por causa dos calores passados ou por outra coisa. Embora nunca tivesse tido desejos sexuais, tinha alguma informação sobre o assunto, mas... obviamente faltava a experiência.

Naquela noite e nos dias seguintes, senti mudanças em mim que desconhecia. Sentia uma vontade louca de me masturbar quando lembrava do momento em que ele colocou o casaco em mim. Tinha noções de como se fazia, mas morria de medo de não fazer direito e que minha primeira masturbação Foi um desastre. Eu queria que fosse plena e satisfatória.

Depois do Natal, decidi me abrir com a minha mãe e contar o que estava rolando comigo. Não aguentava mais e precisava dos conselhos dela. Depois do almoço, a gente sentou no sofá, tomando um chá. Meu pai estava de plantão no hospital naquele dia, então estávamos só nós duas.

Expliquei o que estava acontecendo e os motivos pelos quais me sentia daquele jeito. Ela pegou na minha mão e disse:

- Minha filha, fico muito feliz que você confie em mim pra falar sobre isso. Sei que é uma sensação muito íntima e especial pra você. Preciso te dizer que não tem por que se sentir envergonhada ou retraída. Todas nós passamos por essa primeira vez e sei o quanto é importante que você curta isso de verdade, consciente do significado que tem pra uma garota... melhor dizendo, pra uma mulher de verdade.

- Obrigada, mãe, não tava com medo de te contar, mas sim de você achar que sou muito nova – respondi bem mais relaxada depois de ver a reação dela.

- Olha, filha, eu poderia te dizer o que fazer e como, mas você vai entender que é só teoria, não podemos praticar juntas nem te dar instruções explícitas. Vamos fazer algo que acho que é o melhor – falou num tom bem tranquilo.

- O quê, mãe? – perguntei, ansiosa pra saber o que ela ia sugerir.

- Sabe, tenho uma amiga que é sexóloga. É uma profissional, mas, acima de tudo, é de total confiança. Vou ligar pra ela agora e, mesmo estando de férias, acho que consegue te encaixar. O consultório é na casa dela e não acredito que vá criar problemas.

Dito isso, pegou o telefone e ligou pra ela. Na conversa, pareceu que a amiga não colocou obstáculos e que, pela confiança que tinham uma na outra, ela me atenderia de um jeito bem especial.

Naquela mesma noite, depois do jantar, meu pai bateu na porta do meu quarto e eu deixei ele entrar.

- Oi, filha – falou, quebrando o gelo – sua mãe me contou o que tá rolando com você e a solução que vocês encontraram. Quero que saiba que é algo natural e que não... Você não precisa ter medo nem vergonha, nós dois confiamos em você. Mas lembre sempre do que te digo: "o que é feito com moderação é bom, o ruim são os excessos" – falei, dando um beijo na sua testa.

- Obrigada, pai, te amo muito. Sempre tenho presentes suas palavras e conselhos. – respondi, beijando ele no rosto.

Nos desejamos boa noite e fui me deitar, algo que não consegui até depois da metade da noite.

No dia seguinte, fui pontualmente à casa da amiga da minha mãe. Ela abriu a porta e se apresentou com muita doçura. Me convidou para entrar na sala e nos sentamos no sofá. Ela tinha preparado uns biscoitos e um bule quente, pelo vapor que saía. Passamos meia hora conversando. Nesse tempo, contei o que estava acontecendo comigo e falei da minha total falta de experiência sexual. Ela, muito atenta, me ouvia e respondia.

Realmente, me senti muito à vontade com ela. A voz dela era calma e doce, muito relaxante. Além disso, ela ainda era jovem, devia ter uns 37 anos, mais ou menos como minha mãe. O rosto dela era agradável e eu diria que achei ela bem gostosa. Ela realmente conseguiu que eu perdesse a vergonha.

Ela me perguntou se eu era virgem e respondi que sim. Mas expliquei que, no ano anterior, a ginecologista tinha removido meu hímen porque me causava desconforto ao usar absorvente interno e, principalmente, ao nadar na piscina. Ela respondeu que isso era uma boa notícia para mim, porque, na hora de fazer, eu não teria o medo que algumas meninas têm de romper, sangrar e tal. Que não era fácil isso acontecer, mas que algumas não conseguem evitar sentir.

Finalmente, ela se levantou do sofá, me ofereceu a mão e me ajudou a levantar, me convidando a acompanhá-la até a consulta, que era num quarto bem grande, no final de um corredor comprido. Quando chegamos, nos sentamos em duas poltronas que estavam na frente da escrivaninha dela.

Ela pegou da mesa um modelo de plástico desmontável da região da buceta. Por um tempo, me explicou o que era cada parte, cada Canto da anatomia íntima da mulher e a função que ela tinha. Eu já sabia quase tudo, mas ela me mostrou um jeito de ver bem detalhado.

Por um bom tempo, ela me explicou o que eu deveria fazer quando estivesse sozinha no meu quarto, porque, segundo ela, seria o lugar mais adequado por ter privacidade e conforto. Ela também insistiu muito pra eu fazer bem devagar no começo, pra me familiarizar com aquela área íntima. Me acalmou dizendo que eu mesma, sem perceber, iria acelerando os movimentos conforme fosse progredindo. Por fim, me aconselhou a usar um creme lubrificante que eu poderia comprar em qualquer farmácia sem problemas. Do mesmo jeito, me recomendou usar um consolo fino, especial pra quem tava começando nessas práticas. Ela mesma me deu um novo que tirou de uma gaveta. Disse que pra comprar tinha que ser maior de 18 anos e que minha mãe tava de acordo.

Tenho que admitir que tava radiante de felicidade e muito ansiosa pra chegar a noite e poder praticar na intimidade do meu quarto. Finalmente ia conseguir acalmar aquele fogo que sentia dentro de mim quando pensava no Pablo.

Ela não quis me cobrar e, depois das minhas insistências, disse:

- Não se preocupa, mulher, fica tranquila que eu acerto com sua mãe e ela me paga me convidando pra almoçar um dia desses. O importante é que você curta seu corpo e seja feliz. Você, acima de tudo, conhece seu corpo e quando precisar de conselho, ou o que for, vem e a gente conversa, tá?

- MUITO OBRIGADA!! Muito obrigada. Pode deixar que, a partir de hoje, vou vir sempre que precisar de conselhos profissionais de uma amiga. Valeu! – respondi enquanto a gente se abraçava de novo.

Antes de ir, ela também recomendou colocar um espelho de mão na frente da buceta quando fosse fazer, assim eu poderia ver melhor a virilha e saber o tempo todo o que tava fazendo. A gente se despediu e fui pra casa.

Quando cheguei, cumprimentei meu pai com um beijão e minha mãe com um abraço forte. Contei tudo pra eles. Aconteceu e agradeci a eles por serem tão especiais. Os dois me olharam com uma expressão de ternura e, de certa forma, de satisfação pela solução do "Problema".

Depois do jantar, fui pro meu quarto bater papo com minhas amigas no MSN, mal podia esperar pra contar pras mais íntimas. Claro que ia omitir o motivo principal pelo qual dei esse passo, o Pablo. Infelizmente, naquele dia ele não entrou. Mas no fundo, preferi assim. Não sei o que teria acontecido se ele entrasse.

Depois de um tempo conversando com elas e falando besteira, me arrumei pra dormir. Lavei bem as mãos, me despi e coloquei uma camisola curta que batia na coxa, sem calcinha.

Finalmente tinha chegado o momento mais importante da minha vida sexual até aquele dia. Peguei um espelhinho da penteadeira, o creme e guardei o vibrador no criado-mudo. Apaguei a luz e acendi um abajurzinho que tinha na mesinha. Me deitei contra a cabeceira da cama, com vários travesseiros embaixo das costas, e me posicionei o mais confortável possível. Peguei na mesinha uma xícara de chocolate quente que tinha preparado antes. Acho que desde o dia que tomei com o Pablo, senti que o chocolate despertava em mim o desejo sexual. Nunca tinha sentido isso antes, porque nunca tomei em circunstâncias parecidas.

Não parava de pensar no Pablo e, no momento em que fechei os olhos, a imagem dele veio rápido aos meus pensamentos. Lembrei da hora em que ele me ajudou a vestir o casaco, o roçar do corpo dele contra o meu e o toque da mão dele ao passar de leve acariciando meu peito.

Quase sem perceber, comecei a deslizar minhas mãos pelos peitos, percorrendo a redondeza deles, parando ao passar pelos mamilos, notando como eles ficavam duros, quase como quando eu ia nadar na piscina e eles se eriçavam com o frio ao sair da água. Um formigamento gostoso percorria meu peito. Ao mesmo tempo, cruzava as pernas esfregando uma na outra pra apertar minha buceta. Sentia o calor nas minhas coxas por causa da excitação e do atrito. Uns cinco minutos depois, eu não conseguia imaginar que era o Pablo me fazendo todas aquelas carícias, que era ele me dando o prazer que tanto desejava. De repente, tive uma ideia. Pensei que, se colocasse o espelho na frente da minha buceta, poderia imaginar que era ele me olhando, observando como eu oferecia aquele presente.

Abri as pernas e as dobrei, deixando bem visível a entrada do reino do prazer que estava prestes a explorar. Coloquei o espelho e pude ver meus lábios, na meia-luz, entre as sombras. Deixei o espelho apoiado no suporte traseiro e deslizei a mão direita desde os peitos, passando pela barriga, pelo púbis levemente peludo, bem devagar, aproveitando cada centímetro. Com a outra mão, ficava percorrendo os peitos, alternando entre eles.

— Ummm! — Um leve gemido de prazer escapou dos meus lábios entreabertos.

Quando minha mão direita chegou na buceta, tive que parar para não soltar um gemido mais forte. Na hora, continuei e, separando os lábios com dois dedos, descobri a entrada. Quis seguir os passos que a Alicia, a sexóloga, tinha indicado, e, procurando o clitóris, encontrei ele. Com o dedo do meio, comecei a esfregar bem devagar, com calma, sentindo o volume, o toque. De todos os movimentos, decidi que o circular era o que mais prazer me dava.

Chegando nesse ponto, as carícias nos peitos tinham virado pequenos beliscões nos mamilos. Eu alternava isso com as carícias no clitóris. Sentia meus quadris balançando de um lado para o outro. Meu corpo começava a ondular levemente.

— UMMMMMMMMMM!! — Um segundo gemido escapou dos meus lábios de novo. Dessa vez, mais forte e prolongado, no momento em que os movimentos do meu dedo no clitóris aumentaram de intensidade.

Olhava no espelho e podia ver meu dedo deslizando naquele botãozinho. De repente, parei de repente: tinha lembrado que, com o tesão que tava, esqueci de passar um pouco de creme nos dedos. Rapidamente, abri o tubinho, me lambuzei generosamente os dedos do meio e, sem perder tempo em recolocar o tampão no lugar, voltei para onde ansiava retornar.

Depois de um tempo, aproximei os dedos dos lábios vaginais e os acariciei, sentindo cada uma das suas dobras, sua textura, e percorri toda a sua extensão. Finalmente, decidi não perder mais tempo e introduzi a ponta do dedo no interior da rachinha. Depois de ver no espelho como ele ia sumindo dentro da buceta, fechei os olhos, recostei a cabeça no travesseiro, mordi os lábios e enfiei o dedo o mais fundo que pude.

- ¡¡¡UMMMMMMMMMMMM!!! Soltei dos lábios um terceiro gemido, esse sem dúvida muito mais forte. Não pensei em nenhum momento que meus pais pudessem me ouvir, apesar de existir, entre o quarto deles e o meu, uma salinha de estar e um banheiro.

Eu estava tão concentrada em me dar prazer e tão ansiosa para senti-lo, que meus pensamentos eram só para o Pablo e para mim.

O dedo não parava de entrar e sair. De vez em quando eu deixava ele no meio do caminho e o dedicava a explorar meu interior, em todas as direções. Eu sabia bem, através das minhas incursões na internet, mais ou menos onde poderia estar o ponto "G". Procurei por ele afanosamente à medida que minha excitação e prazer aumentavam… queria descobrir tudo o que fosse possível naquela mesma noite, naquele mesmo instante.

Não encontrei o ponto "G" (agora sei disso com certeza), mas naquele momento, o que eu encontrei, foi um prazer inimaginável para mim. A mão que acariciava meus peitos parou de fazer isso e, quase automaticamente, deslizou até as coxas, acariciando a parte interna delas, tentando pegar as formigas que pareciam percorrê-las e que surgiam da barriga, por baixo dela… não sabia de onde, mas estavam me deixando louca. Sentia como a entrada da buceta inchava, os lábios aumentavam de temperatura… uffff, eu estava ficando louca.

Sem dúvida, eu tinha experimentado o que chamavam de "Um orgasmo". O dedo começou a escorregar no interior da boceta. Pequenas gotas de um Fluido suave e meio viscoso começou a escorrer pela abertura da buceta. Decidi enfiar mais um dedo pra intensificar o prazer. Não queria dar trégua e tava doida pra sentir mais. Quando o orgasmo acabou, os dois dedos ajudaram a expulsar os fluidos que, lá do fundo das minhas entranhas, tavam loucos pra sair e ver a luz pela primeira vez.

Por mais cinco minutos, continuei enfiando os dedos dentro de mim e alternando com carícias no clitóris. Os bicos dos peitos tinham voltado ao normal e os lábios ardiam por causa das várias mordidas que, sem perceber, tinham levado. No fim das contas, tinha esquecido completamente do vibrador. Não precisei dele.

Finalmente fechei os olhos de novo, quis ver outra vez a imagem do meu amado, como se quisesse agradecer por tanto prazer que senti.

Depois de tudo isso, me levantei da cama, juntei tudo e fui pro banheiro pela porta que ligava com meu quarto. Sentei no bidê, passei sabonete líquido na mão e passei um tempão lavando minha área íntima. A água fresca foi um alívio danado pra bucetinha ardida. Por fim, voltei pro quarto, vesti a calcinha, troquei os lençóis e me enfiei na cama, bem coberta, apaguei a luz e fiquei pensando, lembrando e imaginando tudo que minha mente foi capaz até pegar no sono.

Na manhã seguinte, acordei super feliz, com vontade de tomar um café da manhã bem reforçado. Quando cheguei na cozinha, dei bom dia pra minha mãe e um beijo bem especial. Ela percebeu minha alegria e meu sorriso radiante. Num tom baixinho, quase sussurrando, me perguntou:

- Já? Você fez?

- Siiiiim!… respondi sem parar de sorrir.

Me sentia tão feliz que queria que todo mundo fosse também. Beijei minha mãe de novo e as duas se abraçaram num abraço que vou lembrar pra sempre. As lágrimas escorreram dos meus olhos risonhos, em silêncio.

- Valeu, mãe! Te amo mais que tudo nesse mundo. Você é a melhor mãe do mundo. – falei sem parar de soluçar.

- De nada, filha. eu também te quero mais que tudo nesse mundo. Agora come, que você precisa. Respondeu sem parar de me olhar com aquele amor que só ela sabe expressar.

Quando meu pai entrou na cozinha, não precisou perguntar nada. Ao me ver tão feliz e ao olhar nos olhos da minha mãe, ele soube ou imaginou qual era o motivo de tanta alegria. Mas não disse nada, pelo menos na minha frente.

Os dias passaram e todas as minhas amigas já sabiam da notícia. Umas me parabenizaram super felizes por eu ser mais uma, outras também fizeram, mas com uma certa inveja, porque ainda não tinham experimentado algo assim.

Finalmente chegou o dia do almoço com os amigos dos meus pais e os meus. Nos dias entre aquele em que tomei chocolate com Pablo e esse, a gente não se viu, só trocamos umas poucas palavras na internet. Mas ele não fazia ideia do que tinha rolado.

Naquele dia, eu queria estar radiante. Queria que, quando ele me visse, não pensasse em nada nem em ninguém além de mim. Com certeza eu tinha posto meus olhos nele e não ia parar até conseguir. Pra isso, me vesti com uma calça de couro vinho tão justa que mal dava pra sentar. Sem dúvida, não deixava nada pra imaginação. Completei com uma blusa de algodão bem fina e sem sutiã por baixo, que marcava bem os peitos, de um jeito que em algum momento os bicos aparecessem bem definidos. Na cintura, um cinto grosso de couro preto com uma fivela grande de bronze. Botas pretas de couro com salto médio. As bijuterias pra ocasiões especiais, lábios vermelhos e rosto levemente maquiado. O cabelo cheio de cachos e levemente preso. Se ele escapasse vivo daquilo, é porque não tinha sangue nas veias.

Meus pais e eu fomos dos últimos a chegar… já imaginam quem teve a culpa… hahahaha. Eu sentia todos os olhares cravados em mim, principalmente dos mais velhos. Não me importava, o alvo que eu buscava não era nenhum deles. Quando cheguei onde Pablo estava, senti ele despindo meu corpo com o Olhar. Já tinha meio caminho andado, só faltava que ela não se desgrudasse de mim a tarde inteira.

Na mesa, sentamos um de frente pro outro. Ele sentou primeiro e, ao passar do lado dele, me inclinei no ouvido dele e falei:

— Sabe de uma coisa, Pablo? Outro dia eu me masturbei, a primeira vez na minha vida, pensando em você. Lembrei do dia que você me ajudou a vestir o casaco. Quando senti seu corpo roçando nas minhas costas e na minha bunda, você me deixou tão tesuda que te dediquei uma bela punheta.

Dito isso, segui meu caminho, contornei a mesa comprida e sentei na frente dele. Quando olhei pra ele, não consegui evitar me surpreender. Longe de estar perdido, desorientado, ele me encarava com aqueles olhos penetrantes, desafiador e, ousaria dizer, até metido. Mexendo os lábios sem fazer som algum, entendi que ele dizia:

— Quando você pedir, eu faço uma pra você.

— OK — respondi do mesmo jeito, sem emitir som e acompanhando minha resposta com o polegar pra cima.

A refeição inteira passamos conversando, cara a cara. Depois de comer, fomos todos os jovens pra um lado e os mais velhos pro outro. Fomos passear em grupo, porque a tarde estava muito agradável. Quando chegou a hora de nos despedirmos, Pablo me disse ao dar os beijos de cortesia:

— Quer que eu te ligue um dia desses?

— Se demorar mais de um dia pra ligar, mando a polícia te procurar — respondi.

— OK, "chiqui"! Não sai do pé do telefone. — ele respondeu, mais sexy do que eu.

Exceto por uns dois dias, que ele foi passar o Ano Novo com a família em Córdoba, o resto das férias a gente se via todo santo dia. Foi nesses dias que ele finalmente se decidiu a me pedir em namoro. Sem dúvida era o primeiro cara com quem eu saía, mas que cara!! A espera valeu a pena.

Essa é a história da minha primeira masturbação, a mais importante por ser a primeira e por quem a provocou. Graças aos meus pais e à Alicia, a sexóloga, consegui apagar o fogo que o Pablo tinha acendido em todo o meu ser. Não só consegui minha primeira prazer sexual, também consegui encontrar o primeiro amor. Foi muito gostoso e o começo de uma vida sexual intensa.

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11 comentários - Me tornando Mulher - Minha primeira punheta

solo te recomiendo no te entregues a ese muchacho hasta el año de novios...
no sea que te rompa el corazon...
mejor sigue con el dedito
yeap
me encanta como te expresas... me gusto
mas largo que esperanza de pobre...o pedo de vivora..
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