Aventura muy gay en importante ciudad del interior (parte 3)

Voltei pro hotel com o coração na boca, tomei um banho, me depilei o corpo todo (por sorte sou quase sem pelos), tomei umas cervejas e, duas horas depois, tava pontualmente tocando a campainha de novo na casa. Não me preocupei com a roupa (jeans, camiseta branca e tênis), já que ia, como eles falaram, vestido de mulher!

Reconheço que já tinha usado umas peças femininas antes, saias curtas, me olhando no espelho, vestindo uma tanga e usando ela por baixo da calça, peruca, etc., mas nunca saí na rua montado. Uma vez até fui na piscina de um hotel com uma tanga cinza minúscula no lugar do sungão...

De novo, tava me arriscando a cruzar uma porta que antes nunca passaria pela minha cabeça, mas me excitava o desafio de participar de uma festa privada dessas, e ainda me colocar na pele de uma travesti amadora por uma noite e obedecer tudo que mandassem...

Quem abriu foi Javier, e pela cara dele, ficou surpreso que era eu. — Lucas, olha quem tá aqui — falou olhando pra dentro enquanto me fazia entrar. Lucas se aproximou, fez um sinal de saudação e disse — Chama a Tamara, prepara ele que não temos muito tempo!

Abriram uma porta e entrei noutro quarto, também arrumado pra transar, e uma voz feminina falou do banheiro, que ficava a uns metros — Me espera um minuto que já tô contigo.

Estranhei a ideia de ter uma mulher nisso, mas era óbvio que ela também trabalhava ali.

Fiquei parado esperando ela uns minutos, até que a porta abriu e apareceu Tamara; baixinha, corpo muito gostoso, enfiada num conjunto de jaqueta e minissaia de couro preto e látex bem justo, com o cabelo molhado e preso pra trás. Ela me encarou com uns olhos verdes enormes, tentando entender quem eu era e o que tava fazendo ali.

Primeiro ela falou — Tô boa? — e antes que eu respondesse, pareceu lembrar: — Ah, você é o guri que veio hoje, não curte as mulheres, né?

Quis responder que não era bem assim, que na verdade eu gostava pra caralho de mulheres, mas também de homens, embora mais
debaixo da cintura pra baixo, mas ela continuou falando enquanto me olhava de cima a baixo: _vamos ver, você é bonitinho, tem um corpo
bom, magro, e com o cabelo curtinho vai ficar perfeito com uma das minhas perucas; tira toda a roupa.

Ela me olhou pelado e disse: melhor eu te vestir de mulher, porque o que você tem entre as pernas não serve pra esse tipo de
festa... Eu me defendi_ olha que eu sei usar muito bem e além do mais tamanho é mito que
_ escuta aqui, bonitinho, aqui mito não cola, vale o que se vê, agradece que você tem uma bunda linda, (passou a mão enquanto me
dizia isso) e isso sim vai agradar pra caralho e você também vai gostar, né?
Bom, sua boquinha também vai agradar muito, você vai ficar o tempo todo com caras em volta enfiando o pau na sua boca..

Dito isso, abriu o guarda-roupa e começou a tirar vários vestidos de mulher. Vou te vestir bem putinha, sabe, a gente vai se
divertir pra caralho você e eu lá.

De novo comecei a ficar excitado com essa situação bizarra, eu pelado na frente dessa gatinha que ia me vestir de putinha
feito uma boneca.....

Ela pegou um sutiã bordado vermelho com enchimento, uma peruca morena cortada em chanel, um casaquinho amplo bem leve preto tipo seda, que
ia, ela disse, direto por cima do sutiã, uma saia de lycra vermelha curtíssima e meias caladas pretas com cinta-liga.

Eu olhava sem saber o que fazer, incapaz de me imaginar nessas roupas tão provocantes.
Não, isso não vai dar certo... comecei a falar e ela me cortou de mal jeito _cala a boca que não tem tempo, agora quem manda sou eu!_

Toma, ela disse, veste essa calcinha fio-dental preta. (mal cobria o volume).

Ela me ajudou a vestir tudo, eu não acreditava na transformação, ainda mais quando me maquiou e pintou os lábios e colocou
brincos. Calça essas botas tipo cowboy dos meninos, já que as minhas não vão servir!

Quando me olhei No espelho, meia hora depois, não conseguia acreditar na imagem que tava me devolvendo! Era uma puta e tava gostosa pra caralho!!

O trabalho tava perfeito, e comecei a curtir o anonimato de interpretar um papel diferente, o que também começou a me excitar e

comecei a sentir que meu pau queria gozar pra fora daquela calcinha fio dental minúscula!

Falei pra ela que tava durasso e depois de rir, ela disse: "Beleza, agora se coloca na pele de uma gatinha, fala mais suave (embora

você não vá falar muito na festa) e se mexe mais devagar, ok? Tá maravilhosa."

Javier e Lucas me olhavam enquanto terminavam de se vestir com ternos pretos elegantes (que depois, na festa, largariam

logo pra ficar só de sunguinhas brancas a noite toda).

Nesse clima, a campainha tocou e os caras falaram: "Pronto, a van veio nos buscar."

Um suor frio escorreu pelas minhas costas, e saímos pra rua.

Próximo capítulo final: a festa.

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