Continuando com minha esposa buscando novas sensações, saímos uma noite em que estávamos sozinhos em casa. Conversamos sobre isso numa daquelas noites em que contávamos nossas fantasias, e essa era a dela: ser uma puta de estrada, ficar com caminhoneiros, cobrar por sexo. Era a oportunidade que tínhamos, e saímos. Ela se vestiu com uma mini preta, bem colada na bunda e nas pernas, meias vermelhas com renda, blusa também vermelha, bem decotada. Seus brincos eram tão grandes que, ao andar, refletiam toda a iluminação. Seus lábios, de um vermelho intenso e brilhantes, seus olhos sombreados que realçavam o verde deles. Unhas bem pintadas, perfumada e com a franjinha sobre seus lindos cílios. Quando ela entrou no carro, me segurei, ela estava uma puta gostosa, então só liguei e saímos. A estrada não fica longe de casa, já sabíamos onde os caminhões paravam regularmente, que geralmente eram do Brasil. Deixei ela na estrada, num lugar escuro. Ela só precisou andar alguns metros até onde os veículos estavam estacionados. Ela começou a andar entre os caminhões, eu desci e a observava de perto, ela caminhava devagar, com a bolsinha na mão direita. Parou na frente de um cara alto, mais do que isso não dava pra descrever, estava escuro. Ficaram alguns minutos aparentemente conversando, depois o cara seguiu o caminho dele e a Lujan ficou parada, como se esperasse. Não demorou muito e a pessoa que esteve com ela saiu do estacionamento acompanhada por outro, nessa parte já tinha luz, então vi bem. Ambos eram altos, mais de 1,80 eu calculo, não magros, mas sim fornidos, naturais, caras como qualquer um. Morenos os dois, um deles grisalho. Ao chegar perto dela, começaram uma nova conversa, seguidas de umas risadas, as dela eram fáceis de reconhecer. Nisso, um deles, o grisalho, pega ela pela cintura e leva até um dos caminhões, seguidos ambos pelo outro. Sobem primeiro a Lujan e o grisalho, o outro fica embaixo. Só observo do meu lugar, com o pau duro, morrendo de vontade de saber o que estava rolando. O que Tava lá embaixo, subiu no estribo do caminhão e logo depois entrou. Vi a oportunidade e me aproximei. Faltando poucos metros, já comecei a ouvir palavras sujas, gemidos, risadas. Era o que eu imaginava ouvir: luxúria...
— Que bem que você chupa essa pica, puta... continua, continua...
— É isso que você queria? Mmmm...
Tudo que se ouvia eram coisas assim, e ela confirmando que sim, que era isso que queria. Nem preciso dizer que ela tava explodindo de prazer, de gozo. Não era a primeira vez que me chifrava, mas nunca deixava de gozar. Parecia que ela sempre dava um jeito de me fazer feliz.
Num dado momento, ela fala pra eles que os três não podiam transar ali, que tavam desconfortáveis.
— Onde você quer fazer, puta?
— Lá embaixo, entre os caminhões — diz Luján.
Foi aí que eu me escondi, sempre tentando não perder de vista o que vinha pela frente.
Os três desceram e um deles colocou o que parecia um cobertor no chão. Assim que esticaram a manta, ela se jogou em cima do mais velho dos dois e começou a chupar a pica dele. A luz da lua deixava a cena bem nítida. O cara era bem dotado, e gritava a cada chupada funda da minha esposa. O outro tava atrás dela, acariciando o cabelo dela, até que Luján largou a pica do que tava chupando e passou pra próxima. O espetáculo era foda: o cara deitou e ela ficou de quatro sem parar de chupar ele. O outro aproveitou e se colocou atrás, começando a bombar a bunda gostosa dela. Era um ritmo sincronizado, parecia que tavam numa dança frenética, misturada com gemidos e putarias. Tirei minha pica pra fora e comecei a acariciar ela, cada passada da minha mão na cabeça da rola era como uma corrente elétrica percorrendo meu corpo.
Os dois caras ficaram de frente pra Luján e começaram a bater punheta. Ela pedia pra eles encherem os peitos dela de porra. Eles atenderam o pedido, e nunca vi tanta porra em cima dela. Ela se jogou de novo nas picas deles e continuou chupando, os caras implorando: por favor, chega, não aguentavam mais.
Antes dos três terminarem, voltei pro carro. Passaram Quinze minutos e ela aparece com um sorrisão, perguntando se eu vi tudo ou se queria que ela contasse. Falei que não consegui ver, porque tava com medo de me verem, então ela começou a me contar tudo. Cada coisa que ela dizia só confirmava o que eu tinha visto. Enquanto contava, ela ficava passando a mão no meu volume, seguido de umas lambidas, como se guardasse o final pra quando chegasse em casa. Chegamos em poucos minutos e foi algo incrível, a gente se chupou pra caralho, eu submeti ela a tudo que você puder imaginar: com consolo, óleos no corpo inteiro, dedos no cu dela, tudo que der pra imaginar...
Foi a noite que ela realizou a fantasia dela, e nem preciso dizer que me deixou com um tesão do caralho.
— Que bem que você chupa essa pica, puta... continua, continua...
— É isso que você queria? Mmmm...
Tudo que se ouvia eram coisas assim, e ela confirmando que sim, que era isso que queria. Nem preciso dizer que ela tava explodindo de prazer, de gozo. Não era a primeira vez que me chifrava, mas nunca deixava de gozar. Parecia que ela sempre dava um jeito de me fazer feliz.
Num dado momento, ela fala pra eles que os três não podiam transar ali, que tavam desconfortáveis.
— Onde você quer fazer, puta?
— Lá embaixo, entre os caminhões — diz Luján.
Foi aí que eu me escondi, sempre tentando não perder de vista o que vinha pela frente.
Os três desceram e um deles colocou o que parecia um cobertor no chão. Assim que esticaram a manta, ela se jogou em cima do mais velho dos dois e começou a chupar a pica dele. A luz da lua deixava a cena bem nítida. O cara era bem dotado, e gritava a cada chupada funda da minha esposa. O outro tava atrás dela, acariciando o cabelo dela, até que Luján largou a pica do que tava chupando e passou pra próxima. O espetáculo era foda: o cara deitou e ela ficou de quatro sem parar de chupar ele. O outro aproveitou e se colocou atrás, começando a bombar a bunda gostosa dela. Era um ritmo sincronizado, parecia que tavam numa dança frenética, misturada com gemidos e putarias. Tirei minha pica pra fora e comecei a acariciar ela, cada passada da minha mão na cabeça da rola era como uma corrente elétrica percorrendo meu corpo.
Os dois caras ficaram de frente pra Luján e começaram a bater punheta. Ela pedia pra eles encherem os peitos dela de porra. Eles atenderam o pedido, e nunca vi tanta porra em cima dela. Ela se jogou de novo nas picas deles e continuou chupando, os caras implorando: por favor, chega, não aguentavam mais.
Antes dos três terminarem, voltei pro carro. Passaram Quinze minutos e ela aparece com um sorrisão, perguntando se eu vi tudo ou se queria que ela contasse. Falei que não consegui ver, porque tava com medo de me verem, então ela começou a me contar tudo. Cada coisa que ela dizia só confirmava o que eu tinha visto. Enquanto contava, ela ficava passando a mão no meu volume, seguido de umas lambidas, como se guardasse o final pra quando chegasse em casa. Chegamos em poucos minutos e foi algo incrível, a gente se chupou pra caralho, eu submeti ela a tudo que você puder imaginar: com consolo, óleos no corpo inteiro, dedos no cu dela, tudo que der pra imaginar...
Foi a noite que ela realizou a fantasia dela, e nem preciso dizer que me deixou com um tesão do caralho.
6 comentários - A fantasia de ser puta de estrada