Olá! Apresento meu primeiro post, espero que gostem. Esses relatos são 100% verdade e vividos por mim!!
Esse relato aconteceu quando a gente tava celebrando as festas pátrias do meu país. Como todo mundo faz, começou com um churrasco e muita bebida, e à noite fomos dançar na casa de um amigo vizinho ou nos "fondas", como eram conhecidos na época os lugares onde se dança.
Depois de passar com a família, saí pra casa dos vizinhos, uma mulher mais velha mas muito gente boa. Nisso, chegaram mais amigos e a festa começou. Com o passar das horas, todo mundo já tava bem bêbado, uns começaram a se despedir, e no fim só ficaram 5 mulheres, o vizinho e eu, os únicos homens.
A gente continuou a festa e colocou uma música bem animada, merengue, que é onde eu me destaco dançando.
Aí começou tudo. Chamei a vizinha pra dançar, uma mulher mais velha mas toda bem cuidada e no lugar. Pra você ter ideia, ela tem um corpo de dar inveja em modelo de biquíni duas peças e fica espetacular. Enquanto a gente dançava, dando voltas pra cá e pra lá, acabei passando a mão no peito dela, que cabia certinho na palma da minha mão, bem durinho, como se estivesse curtindo o momento.
A vizinha não reclamou nada, então deixei a mão ali sem problemas, e a cada volta eu colocava de novo.
Foi assim nosso primeiro contato.
No fim da noite, já amanhecendo, decidimos ir pra umas piscinas perto dali. Todo mundo já bem bêbado, partimos. Ao chegar, todos de biquíni foram pra água, menos eu e minha vizinha, que resolvemos sair do local pra comprar algo pra curar a ressaca e pra comer. Foi então que ficamos sozinhos por um caminho ermo e solitário. Na ida, nem uma palavra, já que estávamos meio tontos de tanta bebida.
Na volta, eu disse: "Desculpa por ter tocado seu peito na festa, é que eles estavam tão gostosos e durinhos..."
- Ela respondeu: "Não se preocupa, e eles estavam como pareciam."
- "Sim, e muito melhores", eu disse.
Foi aí que peguei ela pelo braço e beijei. Ela aceitou, mas depois recusou, dizendo que eu poderia ser filho dela. Tinha 22 anos.
O que ela disse, mas não sou, e eu beijo ela de novo,
chegando a um terreno totalmente abandonado, com árvores grandes e muito mato por todo lado.
Foi lá que eu deitei ela na toalha que a gente levava e a despi com movimentos carinhosos e rápidos (já que estavam nos esperando pra comer).
Depois, beijei ela e, ficando os dois nus, ela se ajoelha e começa a chupar meu pau de um jeito calmo, mas excitante. Passaram uns longos minutos nessa posição. Depois foi minha vez: beijei ela toda, os peitos, até chegar na buceta — uma coisa espetacular, um sabor delicioso que nem toda mulher tem. Foi assim que comecei a passar a língua no ponto G, fazendo ela gozar em questão de minutos. Ela me disse que foi espetacular, que nunca tinha sentido algo assim sem ser penetrada.
Agora é minha vez, eu falei. Coloco ela de quatro, com toda a raba virada pra mim. Ela diz que não, porque ninguém nunca passou por ali, o que me dá ainda mais vontade. Começo a penetrar ela pelo cuzinho de quatro, mas brincando com o rabo só com um dedo, dilatando ela. Depois de uns minutos, ela cede e me pede pra meter por ali, mas devagar. Nessa hora, não hesitei e comecei a trajetória. Foi aí que senti um aperto — ela queria e não queria ao mesmo tempo, me apertava tanto que eu não conseguia entrar. Falei pra ela que, se quisesse, tinha que relaxar, que eu ia fazer com amor. E foi assim que a gente transou por mais de uma hora no local, em várias posições. Ela me elogiou pelo que fiz, porque só conhecia o papai-e-mamãe e eu ensinei muito mais.
Daquele dia em diante, toda vez que a gente fica sozinho, passo na casa dela pra dar uma nova lição e pra ela fazer sexo oral em mim, que ela faz maravilhosamente bem.
Espero que tenha gostado. Em breve volto com outra das histórias que já vivi com essa vizinha.
Esse relato aconteceu quando a gente tava celebrando as festas pátrias do meu país. Como todo mundo faz, começou com um churrasco e muita bebida, e à noite fomos dançar na casa de um amigo vizinho ou nos "fondas", como eram conhecidos na época os lugares onde se dança.
Depois de passar com a família, saí pra casa dos vizinhos, uma mulher mais velha mas muito gente boa. Nisso, chegaram mais amigos e a festa começou. Com o passar das horas, todo mundo já tava bem bêbado, uns começaram a se despedir, e no fim só ficaram 5 mulheres, o vizinho e eu, os únicos homens.
A gente continuou a festa e colocou uma música bem animada, merengue, que é onde eu me destaco dançando.
Aí começou tudo. Chamei a vizinha pra dançar, uma mulher mais velha mas toda bem cuidada e no lugar. Pra você ter ideia, ela tem um corpo de dar inveja em modelo de biquíni duas peças e fica espetacular. Enquanto a gente dançava, dando voltas pra cá e pra lá, acabei passando a mão no peito dela, que cabia certinho na palma da minha mão, bem durinho, como se estivesse curtindo o momento.
A vizinha não reclamou nada, então deixei a mão ali sem problemas, e a cada volta eu colocava de novo.
Foi assim nosso primeiro contato.
No fim da noite, já amanhecendo, decidimos ir pra umas piscinas perto dali. Todo mundo já bem bêbado, partimos. Ao chegar, todos de biquíni foram pra água, menos eu e minha vizinha, que resolvemos sair do local pra comprar algo pra curar a ressaca e pra comer. Foi então que ficamos sozinhos por um caminho ermo e solitário. Na ida, nem uma palavra, já que estávamos meio tontos de tanta bebida.
Na volta, eu disse: "Desculpa por ter tocado seu peito na festa, é que eles estavam tão gostosos e durinhos..."
- Ela respondeu: "Não se preocupa, e eles estavam como pareciam."
- "Sim, e muito melhores", eu disse.
Foi aí que peguei ela pelo braço e beijei. Ela aceitou, mas depois recusou, dizendo que eu poderia ser filho dela. Tinha 22 anos.
O que ela disse, mas não sou, e eu beijo ela de novo,
chegando a um terreno totalmente abandonado, com árvores grandes e muito mato por todo lado.
Foi lá que eu deitei ela na toalha que a gente levava e a despi com movimentos carinhosos e rápidos (já que estavam nos esperando pra comer).
Depois, beijei ela e, ficando os dois nus, ela se ajoelha e começa a chupar meu pau de um jeito calmo, mas excitante. Passaram uns longos minutos nessa posição. Depois foi minha vez: beijei ela toda, os peitos, até chegar na buceta — uma coisa espetacular, um sabor delicioso que nem toda mulher tem. Foi assim que comecei a passar a língua no ponto G, fazendo ela gozar em questão de minutos. Ela me disse que foi espetacular, que nunca tinha sentido algo assim sem ser penetrada.
Agora é minha vez, eu falei. Coloco ela de quatro, com toda a raba virada pra mim. Ela diz que não, porque ninguém nunca passou por ali, o que me dá ainda mais vontade. Começo a penetrar ela pelo cuzinho de quatro, mas brincando com o rabo só com um dedo, dilatando ela. Depois de uns minutos, ela cede e me pede pra meter por ali, mas devagar. Nessa hora, não hesitei e comecei a trajetória. Foi aí que senti um aperto — ela queria e não queria ao mesmo tempo, me apertava tanto que eu não conseguia entrar. Falei pra ela que, se quisesse, tinha que relaxar, que eu ia fazer com amor. E foi assim que a gente transou por mais de uma hora no local, em várias posições. Ela me elogiou pelo que fiz, porque só conhecia o papai-e-mamãe e eu ensinei muito mais.
Daquele dia em diante, toda vez que a gente fica sozinho, passo na casa dela pra dar uma nova lição e pra ela fazer sexo oral em mim, que ela faz maravilhosamente bem.
Espero que tenha gostado. Em breve volto com outra das histórias que já vivi com essa vizinha.
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