Quem acompanha minhas histórias já sabe que trabalho numa seguradora e que uma das minhas frases de cabeceira sempre foi: "Onde se come não se fode", ou seja, nada de ficar se envolvendo com colegas de trabalho ou clientes da empresa, o que consegui manter por um bom tempo... até cair na tentação. Primeiro foi um policial que fica de guarda depois de baixar a persiana, depois o office boy da empresa, posteriormente um cliente, um dos tantos taxistas que vêm diariamente segurar seus veíbulos, e até minha chefe caiu na jogada. Sobre eles não vou dar maiores detalhes, já que posteriormente pretendo escrever um relato sobre como cada uma dessas relações continuou, desta vez quero focar no David. É assim que ele se chama. 45 anos, casado, três filhos, eu sei porque fui eu mesma que peguei os dados dele para preencher o seguro. Segundo ele me disse, tem uma pequena frota de quatro unidades, alguém recomendou nossa empresa e ele decidiu trazer um para fazer o teste.
- Mas agora acho que amanhã mesmo trago os outros três - me disse, piscando o olho, sedutor, cativante.
Não pude evitar sorrir para ele.
- Então vou estar te esperando - respondi.
- Essa é a condição, eu os trago se você mesma fizer toda a papelada para mim - retrucou.
- Com todo prazer - concordei.
Como não ficaria feliz? Quanto mais seguros, maior a comissão, embora deva admitir que meu interesse por esse novo cliente vinha de outro lugar. Havia algo nele, um certo magnetismo primitivo e animal que eu achava simplesmente irresistível. Não é que ele seja um gostosão, como talvez possam imaginar, embora também não esteja nada mal. Quem me conhece sabe que, quando se trata de homens, pelo menos no que me diz respeito, a aparência é o de menos. O que busco num homem é que ele me faça sentir mulher sem nem mesmo me tocar, apenas com um gesto, um olhar. Pessoas como nós, tão sexuais, tão passionais, nos entendemos sem necessidade de palavras, quando nos A conexão que encontramos se estabelece como algo que flutua no ar e nos faz sentir que somos animais da mesma laia. É mais ou menos isso que sinto com o David.
Depois de resolver toda a papelada do seguro, saímos para tirar as fotos do carro. O veículo estava na esquina, um pouco afastado do escritório, então achei que era uma boa oportunidade para pregar uma peça. Chegamos lá, tirei fotos da frente, de trás, dos lados, do motor e, quando chegou a hora de fotografiar o interior, entrei no carro de um jeito… digamos, pouco convencional. Tanto que fiquei praticamente de quatro, com meu bundinha apontada pra ele, enquanto fotografava o painel. Quando saí, notei que ele estava meio excitado, mesmo com o dia frio e ventoso.
— Bom, pronto, vou esperar os motoristas então — falei ao sair.
— Eh… sim… amanhã mesmo eles passam, se der eu mando algum hoje — ele respondeu, tentando disfarçar o impacto.
Nos despedimos com um aperto de mão, um beijo na bochecha, e cada um seguiu seu caminho — ele pro táxi dele, e eu pro escritório, embora confesse que a partir daí comecei a me sentir meio… inquieta. Não sabia por quê, até que percebi. Era o David. Não conseguia parar de pensar nele. Às vezes acontece isso de eu ficar fissurada num cara e não conseguir tirá-lo da cabeça até transar com ele. Mas o que eu podia fazer? Não podia ligar e dizer que ele me tinha deixado impactada. Então tentei me concentrar no trabalho e esquecer aquele homem que me deixou numa posição tão vulnerável.
Às seis em ponto, guardei minhas coisas, fui me trocar, me despedi das colegas e saí do escritório. Tava um frio da porra. Levantei a gola do casaco e fui pra parada do ônibus. Na esquina, esperei o sinal abrir. Foi aí que um táxi parou exatamente onde eu estava. "Mas eu não chamei táxi nenhum", foi o que pensei primeiro, então me inclinei pra dizer que ele tinha— errado, eu não parei ele, quando... com quem eu me encontro?... sim... com David.
- O que você ainda está fazendo por aqui? - perguntei, surpresa.
- Tinha umas coisas pra resolver na região - ele disse, o que era mentira, claro, mas não comentei.
- Mas que sorte te encontrar, nem se a gente tivesse combinado - continuou, sorrindo.
- Digo o mesmo, você não tá me seguindo, né? - brinquei.
- Hahaha... não, qual é, você não acredita em coincidências? - ele riu.
- Uma vez ouvi que coincidência é um desejo que se realiza - eu disse, inventei na hora, mas era perfeito pra ele entender minhas intenções. Não precisou de mais.
- Posso te levar até sua casa? - ele perguntou então.
- Com esse frio, essa é uma oferta que não posso recusar - respondi e entrei no táxi dele.
Mesmo já tendo nos visto há poucas horas, nos cumprimentamos de novo com um beijo na bochecha, mas dessa vez bem perto do canto dos lábios. Sem precisar falar nada, os dois sabíamos muito bem o que queríamos. Ele logo partiu e, sem nem perguntar onde eu morava, seguiu um caminho específico.
- Você ainda não perguntou meu endereço - lembrei depois de algumas quadras.
- Nós dois sabemos que não estamos indo pra sua casa, pelo menos por enquanto, não é? - ele disse.
- Por acaso você tá me sequestrando? - retruquei com um sorriso que, mais que rejeição, sugeria cumplicidade.
- Você gostaria? - ele perguntou.
- Bom, se o sequestro não me fizer chegar em casa depois das nove, até que pode ser legal - esclareci.
- Prometo que você chega antes - ele garantiu. - O que você acha?
Fingi pensar na resposta por um momento. Finalmente, peguei meu celular e liguei pro meu marido, fazendo um gesto pro David ficar quieto.
- Oi, amor, onde você tá? - cumprimentei meu esposo quando ele atendeu. Ele disse que estava com uns amigos. - Manda um abraço pra eles. É, eu liguei porque tava com vontade de ir ver meu tio, você se importa? Você é um amor, sim, não se preocupa, eu levo um pouco de comer, beijos, te quero, não idiota, eu muito mais - mandei um beijinho com barulhinho e desliguei. O David estava morrendo de rir.
- O que foi? - perguntei.
- Não, nada, eu adoro as gostosas como você, que são tão diretas assim - ele concordou com a cabeça.
- Você também é bem direto, como sabia que eu não ia te mandar pastar? - perguntei.
- Quando você tirava as fotos, ao entrar no carro… esse rabinho pedia um pau aos berros - ele confessou, enquanto com uma mão segurava o volume na calça.
Não fiquei para trás e agarrei também: - E que pau! - exclamai ao senti-lo já latejante e duro.
Quando percebi, já estávamos entrando na garagem de um motel. Assim que parou o carro, não nos aguentamos e nos beijamos com entusiasmo incontrolável, nos apalpando sem qualquer receio. Ao descer, David mal conseguia disfarçar a barraca armada que seu pau formava sob a calça. No quarto, nos enlaçamos de novo daquela forma que revelava nossos desejos de devorar um ao outro. Suas mãos rapidamente se apossaram do meu rabinho, apertando enquanto me mantinha colada ao seu corpo, sem parar de me beijar com língua e tudo. Ao nos separarmos, subiu até meus peitos e também os apertou e mordeu bruscamente por cima da roupa. Gosto que chupem meus peitos, é uma das minhas fraquezas, então logo tirei a blusa, abaixei o sutiã e os ofereci em bandeja, para que ele se empanturrasse à vontade. Assim que os viu, se lançou sobre eles e os devorou, mordeu meus mamilos e depois chupou e lambeu todo o resto, fazendo com que ficassem bem duros e latejantes.
- Assim, gostoso… me come toda… vai…! - eu dizia enquanto acariciava sua cabeça e o puxava ainda mais para mim.
Assim, entre beijos, carícias e chupadas, caímos na cama, enroscados, esfregando um no outro, e ali, em questão de segundos, terminamos de nos despir, enquanto eu tirava a calcinha, última peça que impedia minha nudez total, Eu olhava de lado enquanto ele terminava de tirar a cueca, e quando o fez... Mamma mia!... o pau ficou ereto em pleno estado de fervura, ostentando uma curvatura pronunciada que fazia a cabeça apontar para cima... e falando em cabeça... ela estava quase roxa, parecia que todo o sangue do corpo tinha se acumulado naquela parte dele, inflando-a até praticamente dobrar o diâmetro do resto do tronco.
- Toma, putinha, tudo pra você! - ele disse ao subir na cama e apontar sua potente rola para mim.
Me recostei na cama e, abrindo a boca, me preparei para recebê-la. Ele não demorou nada para enfiá-la, quase me engasgando com seu volume proeminente; mesmo assim, fechei meus lábios em torno de uma carnuda tão agradável e comecei a chupá-la com todas as minhas forças. Podia sentir a dureza, a pegajosidade, as veias em relevo pulsando freneticamente. Enquanto eu a chupava, ele acariciava meus peitos e até enfiava os dedos na minha buceta, metendo o indicador e o médio de uma das mãos quase até os nós dos dedos, enfiando e puxando em um ritmo feroz, fazendo meu fluxo saltar de uma forma que evidenciava a tesão que eu estava sentindo.
Aquele pau era supremo, delicioso, imponente. De vez em quando, eu o tir formando um 69, então enquanto eu continuava me empanturrando com o pau dele, ele começou a comer minha buceta de um jeito que revelava sua vasta experiência naquela arte. Meu corpo todo tremia e estremecia com o avanço daquela língua que descrevia círculos concêntricos e se introduzia entre minhas dobras cada vez mais úmidas e quentes. Então, de repente, ele começou a mover a pélvis de forma que agora não era eu quem estava comendo o pau dele, mas ele quem estava me fazendo comê-lo, enfiando quase até a garganta. Eu sentia que ele chegava até além da campainha, mas isso não importava, estava tão gostoso, tão duro, tão quentinho, tão suculento, que eu não me importaria se ele quebrasse minha mandíbula se com isso eu pudesse saborear ainda mais plenamente tão deliciosa iguaria.
Quando ele tirou da minha boca, o pau estava escorrendo uma mistura de fluidos e saliva que se espalhou por todo o meu rosto e parte do meu corpo. Limpei-me com uma mão e abri as pernas, esperando aproveitar o mais rápido possível aquilo pelo qual eu estava ali. David colocou a respectiva camisinha, posicionou-se em cima de mim e, olhando-me com uma mistura de luxúria e perversidade, foi enfiando devagar e gradualmente, fazendo-me sentir, metia um pouco, tirava, esfregava sobre o clitóris e metia um pouco mais, então a mesma coisa, tirava, esfregava e mais para dentro ainda, até tê-lo todo no meu interior, latejando inchado de orgulho e paixão.
—Desde que você se sentou na minha frente para fazer o seguro, eu sabia que você e eu íamos acabar assim… — eu disse num sussurro, enquanto o abraçava e o mantinha junto ao meu corpo, no exato instante em que ele começou a se mover.
Ele sorriu e continuou com seus movimentos, cada vez mais rápidos, cada vez mais profundos, enérgicos, lacerantes, ele metia e quando chegava no fundo rubricava cada enfiada com um empurrãozinho final que me deixava completamente louca.
—Isso… isso… isso… issssssooooo…! — eu rugia em pleno êxtase, me abrindo por completo, me entregando completamente, sem guardar nada, me movendo junto com ele, sentindo minha buceta se abrindo e dilatando só pra ele, me deleitando com os sons do sexo, aquele PLOC-PLOC que ficava cada vez mais intenso.
Aos poucos, ele foi se afastando do meu corpo, até ficar praticamente de joelhos, então apoiou minhas pernas sobre as dele e começou a se mover com mais atrito. Agora eu sentia o pau ecoando nas minhas entranhas, empurrando tudo ainda mais fundo, se é que isso era possível. Com as pernas bem abertas e levantadas, minha buceta se abria em todo seu esplendor pra receber aquela coluna de carne que me perfurava até o mais íntimo. David me manuseava ao seu bel-prazer, me penetrando de diferentes ângulos, enfiando e tirando aquele tronco imenso, endurecido, com a cabeça exposta que entrava e saía do meu corpo como se fosse propriedade dele, sem visto nem restrições, não havia fronteira nem obstáculo que o detivesse, ele avançava sem qualquer impedimento e só recuava pra entrar com ainda mais força, me enchendo além do que eu imaginava.
— Você gosta, meu amor… gosta do meu pau? — ele me perguntava, sempre me olhando na cara, sem perder nenhuma das minhas expressões, que eu fazia entre suspiros exaltados de prazer.
— Sim… gosto… ahhhhhhhh… adoro… adoro como você me come… mmmmmmm… siiiiiiiiii… me dá… me dá ele todo… como eu gosto do seu pau…! — eu dizia, procurando pela boca dele pra devorá-la enquanto sentia ele acelerar os movimentos só pra me satisfazer.
Tem caras que não gostam que você fale enquanto te comem, se contentam só em ouvir você gemer e suspirar, outros ficam excitados ouvindo você dizer o quanto metem bem, o quanto o pau é grande, que nunca te comeram assim… David é desses últimos, e quanto mais eu falava, mais ele esquentava. Dava pra notar nas investidas, nos gemidos, no brilho dos olhos dele, no jeito que me beijava… pura tesura… pura excitação…
Meu corpo era um punhado agitado e convulsionado, Eu me movia com ele, tentando sentir cada enfiada como se fosse a última, como se depois daquela não houvesse mais nada. Eu morria de prazer, me desfazendo num oceano de gemidos roucos e agônicos, usando todos os meus sentidos para aproveitar uma foda tão gostosa.
De quatro foi ainda mais duro, mais brutal, ele me agarrou pelo cabelo e me deu com alma e vida, sacudindo minhas nádegas a puro embate, puxava minha cabeça para trás sem parar de me comer de um jeito que ameaçava me destruir e espalhar minhas vísceras por toda a cama... não me importava, devo dizer... se esse era o preço que eu tinha que pagar por um prazer tão grande, pagaria com gosto.
—Quando te vi sentadinha na sua mesa, tão recatada, nem imaginei que você fosse tão boa no sexo — ele disse depois, numa breve pausa. —Você é uma bomba... explode, Mari.
Eu ri, vindo dele, que entendia muito bem de sexo e sedução, era um elogio muito bem recebido. Estávamos deitados um ao lado do outro, recuperando as energias depois de um orgasmo que quase nos deixou KO. Me aproximei dele e o beijei. Meu beijo foi descendo pelo corpo dele, até chegar naquela nova ereção que atraía meus lábios como se fosse um ímã. Beijei, lambi, mordi de leve os lados.
—Que pau gostoso você tem...! — consegui murmurar antes de praticamente engolir ele por inteiro.
—Ahhhhhh... não só fode bem, Mari, também chupa como ninguém... ahhhhhhh... que boquete, meu Deus...! — ele estremeceu ao sentir meus lábios, minha língua, meu palato, toda minha boca a serviço do pau dele, que recuperou em poucos segundos aquele esplendor maravilhoso que tinha causado tanto estrago na minha intimidade.
Com o pau já bem duro, latejando orgulhoso, coloquei uma nova camisinha e sentei em cima dele, o cavalguei com avidez e fúria, esfregando meus peitos no rosto dele, fazendo ele chupar, morder, sentindo no meu ventre como toda aquela energia sexual se acumulava e concentrada, prestes a explodir, acelerei minha cavalgada, gemendo muito mais alto ainda, mais exaltada, o suor me encharcava o rosto mas não me importava, continuei subindo e descendo, buscando meu horizonte, a meta da minha vida, a razão do meu existir, até que… ahhhhhhhhh… ahhhhhhhhh… ahhhhhhhhhh… gozei estrondosamente, explodi num orgasmo maravilhoso que me arrancou por segundos do meu próprio corpo para me levar além, muito além da minha consciência terrena… naquele momento me senti em comunhão com o universo, com a natureza, com Deus mesmo, me senti parte de uma ordem que não podemos entender com a razão mas sim com a alma.
Quando voltei a mim, desabei sobre seu corpo, e entre suspiros satisfeitos o beijei na boca. Nossas línguas se uniram num longo e molhado agradecimento. Não precisava dizer, mas ambos estávamos completamente satisfeitos, felizes da vida, exaustos de tanto transar.
O resto é o de sempre, saímos do hotel, ele me deixou a algumas quadras da minha casa e assim nos despedimos… até um novo encontro? Não sei, não gosto de me repetir, mas me diverti tanto, aproveitei tanto que não me importaria de fazer mais uma vez. Como detalhe extra e anedótico, conto que no dia seguinte mesmo ele mandou os motoristas para garantir o resto da sua frota, pelo menos cumpriu a palavra.
Beijos.
- Mas agora acho que amanhã mesmo trago os outros três - me disse, piscando o olho, sedutor, cativante.
Não pude evitar sorrir para ele.
- Então vou estar te esperando - respondi.
- Essa é a condição, eu os trago se você mesma fizer toda a papelada para mim - retrucou.
- Com todo prazer - concordei.
Como não ficaria feliz? Quanto mais seguros, maior a comissão, embora deva admitir que meu interesse por esse novo cliente vinha de outro lugar. Havia algo nele, um certo magnetismo primitivo e animal que eu achava simplesmente irresistível. Não é que ele seja um gostosão, como talvez possam imaginar, embora também não esteja nada mal. Quem me conhece sabe que, quando se trata de homens, pelo menos no que me diz respeito, a aparência é o de menos. O que busco num homem é que ele me faça sentir mulher sem nem mesmo me tocar, apenas com um gesto, um olhar. Pessoas como nós, tão sexuais, tão passionais, nos entendemos sem necessidade de palavras, quando nos A conexão que encontramos se estabelece como algo que flutua no ar e nos faz sentir que somos animais da mesma laia. É mais ou menos isso que sinto com o David.
Depois de resolver toda a papelada do seguro, saímos para tirar as fotos do carro. O veículo estava na esquina, um pouco afastado do escritório, então achei que era uma boa oportunidade para pregar uma peça. Chegamos lá, tirei fotos da frente, de trás, dos lados, do motor e, quando chegou a hora de fotografiar o interior, entrei no carro de um jeito… digamos, pouco convencional. Tanto que fiquei praticamente de quatro, com meu bundinha apontada pra ele, enquanto fotografava o painel. Quando saí, notei que ele estava meio excitado, mesmo com o dia frio e ventoso.
— Bom, pronto, vou esperar os motoristas então — falei ao sair.
— Eh… sim… amanhã mesmo eles passam, se der eu mando algum hoje — ele respondeu, tentando disfarçar o impacto.
Nos despedimos com um aperto de mão, um beijo na bochecha, e cada um seguiu seu caminho — ele pro táxi dele, e eu pro escritório, embora confesse que a partir daí comecei a me sentir meio… inquieta. Não sabia por quê, até que percebi. Era o David. Não conseguia parar de pensar nele. Às vezes acontece isso de eu ficar fissurada num cara e não conseguir tirá-lo da cabeça até transar com ele. Mas o que eu podia fazer? Não podia ligar e dizer que ele me tinha deixado impactada. Então tentei me concentrar no trabalho e esquecer aquele homem que me deixou numa posição tão vulnerável.
Às seis em ponto, guardei minhas coisas, fui me trocar, me despedi das colegas e saí do escritório. Tava um frio da porra. Levantei a gola do casaco e fui pra parada do ônibus. Na esquina, esperei o sinal abrir. Foi aí que um táxi parou exatamente onde eu estava. "Mas eu não chamei táxi nenhum", foi o que pensei primeiro, então me inclinei pra dizer que ele tinha— errado, eu não parei ele, quando... com quem eu me encontro?... sim... com David.
- O que você ainda está fazendo por aqui? - perguntei, surpresa.
- Tinha umas coisas pra resolver na região - ele disse, o que era mentira, claro, mas não comentei.
- Mas que sorte te encontrar, nem se a gente tivesse combinado - continuou, sorrindo.
- Digo o mesmo, você não tá me seguindo, né? - brinquei.
- Hahaha... não, qual é, você não acredita em coincidências? - ele riu.
- Uma vez ouvi que coincidência é um desejo que se realiza - eu disse, inventei na hora, mas era perfeito pra ele entender minhas intenções. Não precisou de mais.
- Posso te levar até sua casa? - ele perguntou então.
- Com esse frio, essa é uma oferta que não posso recusar - respondi e entrei no táxi dele.
Mesmo já tendo nos visto há poucas horas, nos cumprimentamos de novo com um beijo na bochecha, mas dessa vez bem perto do canto dos lábios. Sem precisar falar nada, os dois sabíamos muito bem o que queríamos. Ele logo partiu e, sem nem perguntar onde eu morava, seguiu um caminho específico.
- Você ainda não perguntou meu endereço - lembrei depois de algumas quadras.
- Nós dois sabemos que não estamos indo pra sua casa, pelo menos por enquanto, não é? - ele disse.
- Por acaso você tá me sequestrando? - retruquei com um sorriso que, mais que rejeição, sugeria cumplicidade.
- Você gostaria? - ele perguntou.
- Bom, se o sequestro não me fizer chegar em casa depois das nove, até que pode ser legal - esclareci.
- Prometo que você chega antes - ele garantiu. - O que você acha?
Fingi pensar na resposta por um momento. Finalmente, peguei meu celular e liguei pro meu marido, fazendo um gesto pro David ficar quieto.
- Oi, amor, onde você tá? - cumprimentei meu esposo quando ele atendeu. Ele disse que estava com uns amigos. - Manda um abraço pra eles. É, eu liguei porque tava com vontade de ir ver meu tio, você se importa? Você é um amor, sim, não se preocupa, eu levo um pouco de comer, beijos, te quero, não idiota, eu muito mais - mandei um beijinho com barulhinho e desliguei. O David estava morrendo de rir.
- O que foi? - perguntei.
- Não, nada, eu adoro as gostosas como você, que são tão diretas assim - ele concordou com a cabeça.
- Você também é bem direto, como sabia que eu não ia te mandar pastar? - perguntei.
- Quando você tirava as fotos, ao entrar no carro… esse rabinho pedia um pau aos berros - ele confessou, enquanto com uma mão segurava o volume na calça.
Não fiquei para trás e agarrei também: - E que pau! - exclamai ao senti-lo já latejante e duro.
Quando percebi, já estávamos entrando na garagem de um motel. Assim que parou o carro, não nos aguentamos e nos beijamos com entusiasmo incontrolável, nos apalpando sem qualquer receio. Ao descer, David mal conseguia disfarçar a barraca armada que seu pau formava sob a calça. No quarto, nos enlaçamos de novo daquela forma que revelava nossos desejos de devorar um ao outro. Suas mãos rapidamente se apossaram do meu rabinho, apertando enquanto me mantinha colada ao seu corpo, sem parar de me beijar com língua e tudo. Ao nos separarmos, subiu até meus peitos e também os apertou e mordeu bruscamente por cima da roupa. Gosto que chupem meus peitos, é uma das minhas fraquezas, então logo tirei a blusa, abaixei o sutiã e os ofereci em bandeja, para que ele se empanturrasse à vontade. Assim que os viu, se lançou sobre eles e os devorou, mordeu meus mamilos e depois chupou e lambeu todo o resto, fazendo com que ficassem bem duros e latejantes.
- Assim, gostoso… me come toda… vai…! - eu dizia enquanto acariciava sua cabeça e o puxava ainda mais para mim.
Assim, entre beijos, carícias e chupadas, caímos na cama, enroscados, esfregando um no outro, e ali, em questão de segundos, terminamos de nos despir, enquanto eu tirava a calcinha, última peça que impedia minha nudez total, Eu olhava de lado enquanto ele terminava de tirar a cueca, e quando o fez... Mamma mia!... o pau ficou ereto em pleno estado de fervura, ostentando uma curvatura pronunciada que fazia a cabeça apontar para cima... e falando em cabeça... ela estava quase roxa, parecia que todo o sangue do corpo tinha se acumulado naquela parte dele, inflando-a até praticamente dobrar o diâmetro do resto do tronco.
- Toma, putinha, tudo pra você! - ele disse ao subir na cama e apontar sua potente rola para mim.
Me recostei na cama e, abrindo a boca, me preparei para recebê-la. Ele não demorou nada para enfiá-la, quase me engasgando com seu volume proeminente; mesmo assim, fechei meus lábios em torno de uma carnuda tão agradável e comecei a chupá-la com todas as minhas forças. Podia sentir a dureza, a pegajosidade, as veias em relevo pulsando freneticamente. Enquanto eu a chupava, ele acariciava meus peitos e até enfiava os dedos na minha buceta, metendo o indicador e o médio de uma das mãos quase até os nós dos dedos, enfiando e puxando em um ritmo feroz, fazendo meu fluxo saltar de uma forma que evidenciava a tesão que eu estava sentindo.
Aquele pau era supremo, delicioso, imponente. De vez em quando, eu o tir formando um 69, então enquanto eu continuava me empanturrando com o pau dele, ele começou a comer minha buceta de um jeito que revelava sua vasta experiência naquela arte. Meu corpo todo tremia e estremecia com o avanço daquela língua que descrevia círculos concêntricos e se introduzia entre minhas dobras cada vez mais úmidas e quentes. Então, de repente, ele começou a mover a pélvis de forma que agora não era eu quem estava comendo o pau dele, mas ele quem estava me fazendo comê-lo, enfiando quase até a garganta. Eu sentia que ele chegava até além da campainha, mas isso não importava, estava tão gostoso, tão duro, tão quentinho, tão suculento, que eu não me importaria se ele quebrasse minha mandíbula se com isso eu pudesse saborear ainda mais plenamente tão deliciosa iguaria.
Quando ele tirou da minha boca, o pau estava escorrendo uma mistura de fluidos e saliva que se espalhou por todo o meu rosto e parte do meu corpo. Limpei-me com uma mão e abri as pernas, esperando aproveitar o mais rápido possível aquilo pelo qual eu estava ali. David colocou a respectiva camisinha, posicionou-se em cima de mim e, olhando-me com uma mistura de luxúria e perversidade, foi enfiando devagar e gradualmente, fazendo-me sentir, metia um pouco, tirava, esfregava sobre o clitóris e metia um pouco mais, então a mesma coisa, tirava, esfregava e mais para dentro ainda, até tê-lo todo no meu interior, latejando inchado de orgulho e paixão.
—Desde que você se sentou na minha frente para fazer o seguro, eu sabia que você e eu íamos acabar assim… — eu disse num sussurro, enquanto o abraçava e o mantinha junto ao meu corpo, no exato instante em que ele começou a se mover.
Ele sorriu e continuou com seus movimentos, cada vez mais rápidos, cada vez mais profundos, enérgicos, lacerantes, ele metia e quando chegava no fundo rubricava cada enfiada com um empurrãozinho final que me deixava completamente louca.
—Isso… isso… isso… issssssooooo…! — eu rugia em pleno êxtase, me abrindo por completo, me entregando completamente, sem guardar nada, me movendo junto com ele, sentindo minha buceta se abrindo e dilatando só pra ele, me deleitando com os sons do sexo, aquele PLOC-PLOC que ficava cada vez mais intenso.
Aos poucos, ele foi se afastando do meu corpo, até ficar praticamente de joelhos, então apoiou minhas pernas sobre as dele e começou a se mover com mais atrito. Agora eu sentia o pau ecoando nas minhas entranhas, empurrando tudo ainda mais fundo, se é que isso era possível. Com as pernas bem abertas e levantadas, minha buceta se abria em todo seu esplendor pra receber aquela coluna de carne que me perfurava até o mais íntimo. David me manuseava ao seu bel-prazer, me penetrando de diferentes ângulos, enfiando e tirando aquele tronco imenso, endurecido, com a cabeça exposta que entrava e saía do meu corpo como se fosse propriedade dele, sem visto nem restrições, não havia fronteira nem obstáculo que o detivesse, ele avançava sem qualquer impedimento e só recuava pra entrar com ainda mais força, me enchendo além do que eu imaginava.
— Você gosta, meu amor… gosta do meu pau? — ele me perguntava, sempre me olhando na cara, sem perder nenhuma das minhas expressões, que eu fazia entre suspiros exaltados de prazer.
— Sim… gosto… ahhhhhhhh… adoro… adoro como você me come… mmmmmmm… siiiiiiiiii… me dá… me dá ele todo… como eu gosto do seu pau…! — eu dizia, procurando pela boca dele pra devorá-la enquanto sentia ele acelerar os movimentos só pra me satisfazer.
Tem caras que não gostam que você fale enquanto te comem, se contentam só em ouvir você gemer e suspirar, outros ficam excitados ouvindo você dizer o quanto metem bem, o quanto o pau é grande, que nunca te comeram assim… David é desses últimos, e quanto mais eu falava, mais ele esquentava. Dava pra notar nas investidas, nos gemidos, no brilho dos olhos dele, no jeito que me beijava… pura tesura… pura excitação…
Meu corpo era um punhado agitado e convulsionado, Eu me movia com ele, tentando sentir cada enfiada como se fosse a última, como se depois daquela não houvesse mais nada. Eu morria de prazer, me desfazendo num oceano de gemidos roucos e agônicos, usando todos os meus sentidos para aproveitar uma foda tão gostosa.
De quatro foi ainda mais duro, mais brutal, ele me agarrou pelo cabelo e me deu com alma e vida, sacudindo minhas nádegas a puro embate, puxava minha cabeça para trás sem parar de me comer de um jeito que ameaçava me destruir e espalhar minhas vísceras por toda a cama... não me importava, devo dizer... se esse era o preço que eu tinha que pagar por um prazer tão grande, pagaria com gosto.
—Quando te vi sentadinha na sua mesa, tão recatada, nem imaginei que você fosse tão boa no sexo — ele disse depois, numa breve pausa. —Você é uma bomba... explode, Mari.
Eu ri, vindo dele, que entendia muito bem de sexo e sedução, era um elogio muito bem recebido. Estávamos deitados um ao lado do outro, recuperando as energias depois de um orgasmo que quase nos deixou KO. Me aproximei dele e o beijei. Meu beijo foi descendo pelo corpo dele, até chegar naquela nova ereção que atraía meus lábios como se fosse um ímã. Beijei, lambi, mordi de leve os lados.
—Que pau gostoso você tem...! — consegui murmurar antes de praticamente engolir ele por inteiro.
—Ahhhhhh... não só fode bem, Mari, também chupa como ninguém... ahhhhhhh... que boquete, meu Deus...! — ele estremeceu ao sentir meus lábios, minha língua, meu palato, toda minha boca a serviço do pau dele, que recuperou em poucos segundos aquele esplendor maravilhoso que tinha causado tanto estrago na minha intimidade.
Com o pau já bem duro, latejando orgulhoso, coloquei uma nova camisinha e sentei em cima dele, o cavalguei com avidez e fúria, esfregando meus peitos no rosto dele, fazendo ele chupar, morder, sentindo no meu ventre como toda aquela energia sexual se acumulava e concentrada, prestes a explodir, acelerei minha cavalgada, gemendo muito mais alto ainda, mais exaltada, o suor me encharcava o rosto mas não me importava, continuei subindo e descendo, buscando meu horizonte, a meta da minha vida, a razão do meu existir, até que… ahhhhhhhhh… ahhhhhhhhh… ahhhhhhhhhh… gozei estrondosamente, explodi num orgasmo maravilhoso que me arrancou por segundos do meu próprio corpo para me levar além, muito além da minha consciência terrena… naquele momento me senti em comunhão com o universo, com a natureza, com Deus mesmo, me senti parte de uma ordem que não podemos entender com a razão mas sim com a alma.
Quando voltei a mim, desabei sobre seu corpo, e entre suspiros satisfeitos o beijei na boca. Nossas línguas se uniram num longo e molhado agradecimento. Não precisava dizer, mas ambos estávamos completamente satisfeitos, felizes da vida, exaustos de tanto transar.
O resto é o de sempre, saímos do hotel, ele me deixou a algumas quadras da minha casa e assim nos despedimos… até um novo encontro? Não sei, não gosto de me repetir, mas me diverti tanto, aproveitei tanto que não me importaria de fazer mais uma vez. Como detalhe extra e anedótico, conto que no dia seguinte mesmo ele mandou os motoristas para garantir o resto da sua frota, pelo menos cumpriu a palavra.
Beijos.
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