A irmã da minha melhor amizade

Continuação deEste postMinha mão me surpreendeu muito, fazendo-me mover rapidamente, rompendo todo o romantismo que havia conseguido. Olhei-a fixamente nos olhos e senti-me no céu. A pouca luz que entrava pela janela fazia brilhar seus olhos tanto como brilhavam as estrelas que estava vendo segundos atrás. Me calou no momento estúpido em que tentei dizer alguma coisa. Notava-se que ela estava nervosa, dado que tremia de forma quase imperceptível. Sua boca começou a se aproximar da minha em o que pareceu ser uma eternidade, na qual eu pensava a cada momento que me estava enganando. No instante em que nossos lábios e línguas entraram em contato, esqueci-me de tudo. Depois de alguns beijos doces, a paixão começou a nos possuir e todo meu corpo começou a entrar em calor. Comecei a levá-la para o colchão no qual eu estava sozinho acostado, e me pus arriba dela. O prazer que senti ao notar meu corpo afundando nas finas telas que nos separavam me estremeceu, e se o fiz notar em um beijo extremamente fogoso. Aos minutos não podia mais e minha loucura me pôde. Comecei a tirar-lhe o camisola que ela estava usando e novamente tive que tirar apenas minha blusa. Não hesitei essa vez e tirei seu ridículo corpete, sem antes jogar com seus peitos nus, ao qual ela respondia com gemidos leves que apenas incentivavam meu estado mental já muito delirante. Quando baixei para eliminar da equação o único que a separava da completa nudez, foi quando me deteve. Lembro-me de ter a cara na altura de sua cintura, quando ela me agarrou e fez-me olhar-a à força. Por minha parte fiz também força por ignorar seu pedido silencioso, mas logo notei em um destelo de lucidez que tentava comunicar algo. Olhei-a e o que notei me fez sentir alguma coisa que não entendia, que nunca antes havia sentido. Totalmente rendido ante imagem semelhante que me pôde em muitas maneiras, meu corpo perdeu sua fogosidade e terminou abraçando-me em um choro inesperado que molhava minha espinha. A noite havia terminado. Aqui em que se tratava do físico; ao menos pensei nesse momento.

- Há... - foi o único que conseguiu dizer após mil e uma carilinas.

- Não faz falta que me expliques, Ana - lhe disse, querendo dizer, obviamente, que morria por saber.

- Não, não, tens que saber - meu silêncio fez que tivesse que continuar - meu namorado me deixou há um mês.

- Ah. O que aconteceu? - a verdade é que me desiludiu. Mas ao ver que tardava muito em responder e me olhava fixamente nos olhos, tudo se fechou.

- Estou grávida - meus olhos nunca estiveram mais grandes, juro.

- Tu família sabe?

- Não.

Não há palavras que possam explicar a quantidade de culpa, responsabilidade e ódio que senti nesse momento. Mas ela estava tranquila. Deixou de chorar no instante, embora ainda não tivesse dito nada. A irmã menor do meu melhor amigo, que mais tarde descobri que havia completado 18 anos há uma semana, me estava contando a mim, alguém que conhecia há pouco mais de 24 horas, que seu namorado a havia deixado e ela estava grávida. Minha mente foi para as férias nesse momento.

- Pergunta tola mas, estás segura?

- Sim, pelotudo.

- ¡Volvemos a la puteadas! - me parei

- Perdão, perdão, mas sabes como estou!

- Ah, claro, porque eu não. Como pensas que vou olhar para tua família agora. Para o teu irmão!

- Llegás a dizer algo e te mato

- Vos não estais em posição de ameaçar a ninguém - lhe disse enquanto me aproximava da sua cara

- Ah, te fazes o malo agora, o que vais fazer? - disse com o melhor tom de quem não sente nenhuma culpa

- Nada, Ana. Não vou fazer nada. - sim, eu disse isso, e a sua cara se transformou.

- O quê?

- Estás grávida, Ana. Com isso é suficiente. Anda para dormir.

- ¡Andate a la mierda, filho de puta! - gritou enquanto agarrava sua roupa e saía.

- Era que tinha que pensar. Basta mal estava já que me quisera acostar com a irmã do meu melhor amigo; mas estando grávida, era loucura. Cerca de uma hora após eu seguia desperto, e escutei a porta abrir-se, com o meu amigo e seus pais pais falando em uma espécie de voz baixa. Tomás entrou no quarto tentando fazer pouco barulho, enquanto eu fingia estar dormindo; não me animava ainda a cruzar palavra com ele. Depois começou a se fixar se eu estava ou não dormindo, chamando meu nome em um volume cada vez mais alto, embora ainda em susurro, e então movendo meu corpo para estar seguro. Ao ver que eu não respondia, foi que tudo aconteceu. - Continue fazendo cliqueaqui-

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