Me custa muito escrever sobre isso, mas é um aviso pra todos que podem cruzar com essa mulher. Ela se chama Flávia, pelo menos foi o que me disse quando apareceu na rotisseria onde eu trabalhava. Devia ter uns 50 anos na época e agora talvez 55 (isso que eu conto aconteceu há pouco mais de 5 anos). Loira, alta, cabelo comprido, lábios carnudos, olhos castanhos e, pelo jeito de se vestir, é uma pessoa de boa condição. Como eu disse, ela entrou na rotisseria numa quinta-feira. Nesse dia, minha namorada, Ana, passou na rotisseria como fazia toda quinta pra me fazer companhia. Ana era 2 anos mais nova que eu (na época eu tinha 22 anos e ela 20 ou estava prestes a completar) morena, corpo bonito, 1,69, também de família de grana e bem chamativa pra idade dela. Ela gostava de se vestir de forma provocante e em mais de uma ocasião a gente brigou, mas terminava em reconciliações incríveis. Peitos bonitos, lábios carnudos (principalmente o de baixo), piercing na língua. Olhos castanhos, e o melhor de tudo, uma bunda incrível. Lembro que uma vez que fomos de férias pra praia, ela usava um biquíni com fio dental que fazia todos os homens virarem a cabeça. Nessa vez também brigamos, mas nos reconciliamos. O sexo era incrível, mas ela era bem reservada. A bunda ela não dava e sexo oral não curtia. Ou pelo menos era o que eu achava.
Mas Flávia entrou naquele dia na rotisseria. Ana ficou olhando pra ela um tempo e me perguntou se eu queria que ela atendesse. Eu disse que sim e fui pro depósito pegar uma caixa de garrafas de cerveja. Não sei o que aconteceu naqueles minutos em que eu estava lá dentro, mas quando voltei, Ana estava brigando feio com essa mulher.
Ana: - A senhora não vai me dizer que isso não é uma nota falsa!
Flávia: Querida, não é falsa.
Ana: A senhora me achou com cara de otária!!
Ana, quando queria, era um terror nas discussões.
Flávia (se virando pra mim): Diz pra ela, querido, pra não ficar assim-
E me entregou a nota que não ela queria aceitar a Ana.
era mesmo uma nota de cem falsa. até tinha duas marcas de caneta que comprovavam.
Eu: Senhora, isso é falso.
Flávia: Você é um idiota igualzinho sua namorada.
Eu: A gente não vai deixar ninguém nos desrespeitar, senhora. Vai embora, gritei.
Flávia: Ah é?
Eu: Sim, me ouviu. Ou tem colágeno demais nas orelhas?
Ana riu e a mulher foi embora brava, não sem antes dizer:
Flávia: Vocês vão se arrepender.
Passaram dois dias. No sábado à tarde, pedi pra Ana cobrir uma hora na rotiseria enquanto eu visitava uns clientes pra cobrar o fiado. O que posso contar dessa hora que ela ficou sozinha na rotiseria, sei pela câmera de segurança da rotiseria e do armazém.
Lá pelas 5 da tarde, entrou um homem na rotiseria. Grandão, uns 45 ou 50 anos. Parecia bem gostoso. Falou com Ana por um tempão e vou transcrever o que ouvi das gravações.
Grandão: Oi, gostosa.
Ana: Oi (meio tímida).
Grandão: Tem pão?
Ana: Sim, quanto você queria?
Grandão: Sei lá. Você me fez esquecer de tudo quando entrei. Você é linda.
Ana sorriu pra ele e ficou vermelha.
Ana: Bom, obrigada.
Grandão: Precisava de um pacote de queijo.
Ana: Qual? – perguntou, apontando pra um dos da terceira prateleira, que estavam mais altos.
Grandão: Aquele – disse, apontando pro mais longe.
Ana teve que subir num banquinho e a bunda dela ficou à disposição dos olhos daquele cara.
Grandão: Deixa eu te ajudar – falou, e passou o balcão.
O que veio depois foi terrível. Sutilmente, o grandão se aproximou dela e passou a mão na bunda dela por cima do jeans apertado da Ana.
Ana não disse nada e suspirou. Depois desceu e ficou de costas pra ele. O cara começou a beijar ela e a falar umas coisas.
Grandão: Tá gostando, gostosa?
Ana não dizia nada. Sempre que alguém chegava perto dela, ela mandava tomar no cu, mas dessa vez não falou nada.
Grandão: Vejo que você tá gostando. E espero que goste. mas isso.
E ele desabotoou a calça. Dava pra ver uma pica enorme e dura saindo. O cara pegou a mão da Ana e perguntou: Cê gosta?
Ana não falou nada. Só se abaixou e começou a chupar entre gemidos.
Grandão: Isso, hmm isso
Por uns minutos, Ana lustrou aquele pauzão sem parar. Lambeu como se fosse um sorvete. Enfiava até a raiz e soltava, e os fios de baba na boca dela espalhavam por todo o membro. O tempo todo, o cara não parava de falar coisas tipo: "cê gosta, putinha?", "teu namorado não tem uma tão grande?", "agora cê vai ver o que é bom". E ria.
Depois de um tempo, ele carregou ela e levou pro depósito. Assim que entraram, uma silhueta feminina entrou no local.
Do que veio depois, eu fui testemunha pessoal.
Segundo o vídeo, 5 minutos depois que todo mundo entrou no depósito, eu apareci na cena. Lembro que não vi a Ana em lugar nenhum e que ouvia sons vindo do depósito. Quando fui me aproximando, os barulhos viraram vozes. E ao chegar, vi a cena: igual num filme pornô, o grandão comia a Ana com violência. Ela tava de costas pra ele, se segurando numa mesa como podia, aguentando as investidas do cara. Enquanto isso, numa cadeira não muito longe deles, a Flavia se masturbava vendo a cena e xingando a Ana de tudo.
Flavia: Isso, putinha!!.
Eu irrompi aos gritos.
Eu: Que porra cê tá fazendo, filho da puta? — falei pro cara e me joguei em cima dele.
O tipo parou de foder a Ana e me deu uma surra até me imobilizar. Me prendeu de pés e mãos numa cadeira, usando umas algemas que tinham trazido de antemão. E depois do confronto (só durou uns minutos, porque ele era realmente muito forte), continuou comendo a Ana.
Grandão: Viu, putinha? — falava pra ela. — Teu namorado eu dominei num minuto. — e ria
A Flavia foi embora naquela hora e, pelo que deu pra perceber, fechou a rotisseria. Depois voltou e sentou do meu lado pra continuar se masturbando. A cena. Eu não podia acreditar. Lá estava a Ana, a mesa se mexendo sem parar e o cara enfiando o pauzão dele na buceta dela. Eu gritava.
Eu: Filhos da puta.
Grandão: Ah, é? – ele disse e virou a Ana sem parar de meter o pau. Viu que ela gosta. Diz pra ele que você gosta, sua puta. – ele falava pra Ana.
Ana: Sim, sim. Eu gosto, eu gosto. – Ana gritava enquanto levava palmada na bunda.
Os dois de pé, transando na minha frente igual uns loucos. Nessa hora eu comecei a chorar.
Grandão (colocando a Ana de quatro com a cara virada pra mim): Tá vendo esse pau, mano? – ele disse, balançando o membro enorme dele que tava com camisinha. Agora vai pro cuzinho da sua namorada.
Ele começou a enfiar devagar, como se tivesse curtindo cada centímetro, e a minha namorada tava com um grito preso na boca que de tanto prazer não deixava sair som nenhum. Dava pra ver que ela tava gostando, e quando entrou, ela soltou um gemido. Aí ele começou a bombar. No começo devagar, depois mais rápido. "Toma, puta, toma!!" – ele gritava enquanto sussurrava umas coisas no ouvido dela e me olhava rindo. A Ana só fazia uma cara de grito constante. E a Flávia continuava do meu lado, se masturbando.
Flávia: Tá vendo que puta que é a sua namorada? Haha.
Eu: Não, não, para.
Flávia: Pede pra ele parar.
Eu: Para, por favor.
Mas o cara não parava de rir. Dava pra ouvir o barulho do pau entrando na buceta da Ana. Nas próximas quatro horas, o cara comeu ela em todas as posições. Abria as pernas dela, cuspia na boca dela, gozava na língua dela (o piercing deixava ele louco). Num momento, ele parou de comer ela e falou: Olha isso.
Ele gozou na língua dela até a última gota e depois disse: Agora, puta, mostra pro seu namorado como você engole. E a Ana obedeceu. Ele tinha dominado ela completamente. A camisinha depois de duas horas já não servia mais, então num momento ele falou: Você vai sentir minha carne. E começou a comer ela sem camisinha, no chão, de conchinha, e enquanto dava pra ouvir o barulho do pau entrando e saindo, ele falava no ouvido da Ana. o ódio:
Grandão: Tá ouvindo isso? Sou eu te comendo. Ouviu, cara? Sou eu comendo sua namorada.
Flavia, nisso, ria sem parar e não parou de se masturbar até ver que toda a cena me excitou. O volume nas minhas calças não dava pra disfarçar, e então ela se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido:
Flavia: parece que você gosta que dominem sua namorada. Olha só, mocinha, seu namorado gosta de ver você sendo comida.
Ana nem ligou pra ela. Só repetia: me come, me come.
Flavia abriu minha calça e começou a me masturbar. Uma e outra vez. O calor das mãos dela me humilhava cada vez mais. Mas a excitação aumentava.
Grandão: Me diz, bundinha minha, você gosta da minha pica? — enquanto dava tapinhas suaves na bunda dela.
Ana: Siiiiiiiiiiim! Ai, ai, ai. Me come, papai.
Grandão: Toma, putinha, toma. Quem é seu macho? Quem?
Ana: Você, filho da puta. Você.
Grandão: Fala pro seu namorado.
Ana: Pablo, ele é meu macho. Ele. Ele. Ah, ah, ah. — falava com voz de puta, a Ana.
Grandão: haha. Viu, cara? Sua namorada é minha. Por desrespeitar a Flavia.
Flavia: haha. Como você dizia que eu era uma idiota? — sussurrava pra mim. Me fala que você é um idiota e me pede desculpa.
Eu: não.
Grandão: Ah, não? Vou gozar na buceta da sua namorada por isso e vou engravidar ela. Toma, putinha, toma.
Pude ver pelo jeito da Ana que ele tinha gozado dentro da buceta dela. Também nos peitos, na boca e na raba várias vezes nessas quatro horas. E naquele momento eu também gozei. E tudo acabou.
Os dois foram embora do local, dizendo que de agora em diante eu teria que respeitar a Flavia, e o Grandão me disse que a Ana era dele a partir daquele momento. Quando eles foram embora e a Ana me soltou, ela pediu desculpa, mas eu não consegui perdoar ela e terminamos. Nunca mais vi ela. Nem a Flavia, nem o Grandão.
Só espero que vocês tenham cuidado. Se um dia entrar uma mulher chamada Flavia com notas falsas, é melhor aceitar ou vocês vão pagar.
Mas Flávia entrou naquele dia na rotisseria. Ana ficou olhando pra ela um tempo e me perguntou se eu queria que ela atendesse. Eu disse que sim e fui pro depósito pegar uma caixa de garrafas de cerveja. Não sei o que aconteceu naqueles minutos em que eu estava lá dentro, mas quando voltei, Ana estava brigando feio com essa mulher.
Ana: - A senhora não vai me dizer que isso não é uma nota falsa!
Flávia: Querida, não é falsa.
Ana: A senhora me achou com cara de otária!!
Ana, quando queria, era um terror nas discussões.
Flávia (se virando pra mim): Diz pra ela, querido, pra não ficar assim-
E me entregou a nota que não ela queria aceitar a Ana.
era mesmo uma nota de cem falsa. até tinha duas marcas de caneta que comprovavam.
Eu: Senhora, isso é falso.
Flávia: Você é um idiota igualzinho sua namorada.
Eu: A gente não vai deixar ninguém nos desrespeitar, senhora. Vai embora, gritei.
Flávia: Ah é?
Eu: Sim, me ouviu. Ou tem colágeno demais nas orelhas?
Ana riu e a mulher foi embora brava, não sem antes dizer:
Flávia: Vocês vão se arrepender.
Passaram dois dias. No sábado à tarde, pedi pra Ana cobrir uma hora na rotiseria enquanto eu visitava uns clientes pra cobrar o fiado. O que posso contar dessa hora que ela ficou sozinha na rotiseria, sei pela câmera de segurança da rotiseria e do armazém.
Lá pelas 5 da tarde, entrou um homem na rotiseria. Grandão, uns 45 ou 50 anos. Parecia bem gostoso. Falou com Ana por um tempão e vou transcrever o que ouvi das gravações.
Grandão: Oi, gostosa.
Ana: Oi (meio tímida).
Grandão: Tem pão?
Ana: Sim, quanto você queria?
Grandão: Sei lá. Você me fez esquecer de tudo quando entrei. Você é linda.
Ana sorriu pra ele e ficou vermelha.
Ana: Bom, obrigada.
Grandão: Precisava de um pacote de queijo.
Ana: Qual? – perguntou, apontando pra um dos da terceira prateleira, que estavam mais altos.
Grandão: Aquele – disse, apontando pro mais longe.
Ana teve que subir num banquinho e a bunda dela ficou à disposição dos olhos daquele cara.
Grandão: Deixa eu te ajudar – falou, e passou o balcão.
O que veio depois foi terrível. Sutilmente, o grandão se aproximou dela e passou a mão na bunda dela por cima do jeans apertado da Ana.
Ana não disse nada e suspirou. Depois desceu e ficou de costas pra ele. O cara começou a beijar ela e a falar umas coisas.
Grandão: Tá gostando, gostosa?
Ana não dizia nada. Sempre que alguém chegava perto dela, ela mandava tomar no cu, mas dessa vez não falou nada.
Grandão: Vejo que você tá gostando. E espero que goste. mas isso.
E ele desabotoou a calça. Dava pra ver uma pica enorme e dura saindo. O cara pegou a mão da Ana e perguntou: Cê gosta?
Ana não falou nada. Só se abaixou e começou a chupar entre gemidos.
Grandão: Isso, hmm isso
Por uns minutos, Ana lustrou aquele pauzão sem parar. Lambeu como se fosse um sorvete. Enfiava até a raiz e soltava, e os fios de baba na boca dela espalhavam por todo o membro. O tempo todo, o cara não parava de falar coisas tipo: "cê gosta, putinha?", "teu namorado não tem uma tão grande?", "agora cê vai ver o que é bom". E ria.
Depois de um tempo, ele carregou ela e levou pro depósito. Assim que entraram, uma silhueta feminina entrou no local.
Do que veio depois, eu fui testemunha pessoal.
Segundo o vídeo, 5 minutos depois que todo mundo entrou no depósito, eu apareci na cena. Lembro que não vi a Ana em lugar nenhum e que ouvia sons vindo do depósito. Quando fui me aproximando, os barulhos viraram vozes. E ao chegar, vi a cena: igual num filme pornô, o grandão comia a Ana com violência. Ela tava de costas pra ele, se segurando numa mesa como podia, aguentando as investidas do cara. Enquanto isso, numa cadeira não muito longe deles, a Flavia se masturbava vendo a cena e xingando a Ana de tudo.
Flavia: Isso, putinha!!.
Eu irrompi aos gritos.
Eu: Que porra cê tá fazendo, filho da puta? — falei pro cara e me joguei em cima dele.
O tipo parou de foder a Ana e me deu uma surra até me imobilizar. Me prendeu de pés e mãos numa cadeira, usando umas algemas que tinham trazido de antemão. E depois do confronto (só durou uns minutos, porque ele era realmente muito forte), continuou comendo a Ana.
Grandão: Viu, putinha? — falava pra ela. — Teu namorado eu dominei num minuto. — e ria
A Flavia foi embora naquela hora e, pelo que deu pra perceber, fechou a rotisseria. Depois voltou e sentou do meu lado pra continuar se masturbando. A cena. Eu não podia acreditar. Lá estava a Ana, a mesa se mexendo sem parar e o cara enfiando o pauzão dele na buceta dela. Eu gritava.
Eu: Filhos da puta.
Grandão: Ah, é? – ele disse e virou a Ana sem parar de meter o pau. Viu que ela gosta. Diz pra ele que você gosta, sua puta. – ele falava pra Ana.
Ana: Sim, sim. Eu gosto, eu gosto. – Ana gritava enquanto levava palmada na bunda.
Os dois de pé, transando na minha frente igual uns loucos. Nessa hora eu comecei a chorar.
Grandão (colocando a Ana de quatro com a cara virada pra mim): Tá vendo esse pau, mano? – ele disse, balançando o membro enorme dele que tava com camisinha. Agora vai pro cuzinho da sua namorada.
Ele começou a enfiar devagar, como se tivesse curtindo cada centímetro, e a minha namorada tava com um grito preso na boca que de tanto prazer não deixava sair som nenhum. Dava pra ver que ela tava gostando, e quando entrou, ela soltou um gemido. Aí ele começou a bombar. No começo devagar, depois mais rápido. "Toma, puta, toma!!" – ele gritava enquanto sussurrava umas coisas no ouvido dela e me olhava rindo. A Ana só fazia uma cara de grito constante. E a Flávia continuava do meu lado, se masturbando.
Flávia: Tá vendo que puta que é a sua namorada? Haha.
Eu: Não, não, para.
Flávia: Pede pra ele parar.
Eu: Para, por favor.
Mas o cara não parava de rir. Dava pra ouvir o barulho do pau entrando na buceta da Ana. Nas próximas quatro horas, o cara comeu ela em todas as posições. Abria as pernas dela, cuspia na boca dela, gozava na língua dela (o piercing deixava ele louco). Num momento, ele parou de comer ela e falou: Olha isso.
Ele gozou na língua dela até a última gota e depois disse: Agora, puta, mostra pro seu namorado como você engole. E a Ana obedeceu. Ele tinha dominado ela completamente. A camisinha depois de duas horas já não servia mais, então num momento ele falou: Você vai sentir minha carne. E começou a comer ela sem camisinha, no chão, de conchinha, e enquanto dava pra ouvir o barulho do pau entrando e saindo, ele falava no ouvido da Ana. o ódio:
Grandão: Tá ouvindo isso? Sou eu te comendo. Ouviu, cara? Sou eu comendo sua namorada.
Flavia, nisso, ria sem parar e não parou de se masturbar até ver que toda a cena me excitou. O volume nas minhas calças não dava pra disfarçar, e então ela se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido:
Flavia: parece que você gosta que dominem sua namorada. Olha só, mocinha, seu namorado gosta de ver você sendo comida.
Ana nem ligou pra ela. Só repetia: me come, me come.
Flavia abriu minha calça e começou a me masturbar. Uma e outra vez. O calor das mãos dela me humilhava cada vez mais. Mas a excitação aumentava.
Grandão: Me diz, bundinha minha, você gosta da minha pica? — enquanto dava tapinhas suaves na bunda dela.
Ana: Siiiiiiiiiiim! Ai, ai, ai. Me come, papai.
Grandão: Toma, putinha, toma. Quem é seu macho? Quem?
Ana: Você, filho da puta. Você.
Grandão: Fala pro seu namorado.
Ana: Pablo, ele é meu macho. Ele. Ele. Ah, ah, ah. — falava com voz de puta, a Ana.
Grandão: haha. Viu, cara? Sua namorada é minha. Por desrespeitar a Flavia.
Flavia: haha. Como você dizia que eu era uma idiota? — sussurrava pra mim. Me fala que você é um idiota e me pede desculpa.
Eu: não.
Grandão: Ah, não? Vou gozar na buceta da sua namorada por isso e vou engravidar ela. Toma, putinha, toma.
Pude ver pelo jeito da Ana que ele tinha gozado dentro da buceta dela. Também nos peitos, na boca e na raba várias vezes nessas quatro horas. E naquele momento eu também gozei. E tudo acabou.
Os dois foram embora do local, dizendo que de agora em diante eu teria que respeitar a Flavia, e o Grandão me disse que a Ana era dele a partir daquele momento. Quando eles foram embora e a Ana me soltou, ela pediu desculpa, mas eu não consegui perdoar ela e terminamos. Nunca mais vi ela. Nem a Flavia, nem o Grandão.
Só espero que vocês tenham cuidado. Se um dia entrar uma mulher chamada Flavia com notas falsas, é melhor aceitar ou vocês vão pagar.
10 comentários - Billete Falso
Idem 😩