Cinco minutos depois das 11, me conectei pra ver minha nova putinha. Eu tinha certeza de que, se fizesse tudo direito, podia ter um relacionamento bem satisfatório e duradouro com a Cristina, mas também sabia que precisava dar pra ela o que ela tava procurando: experiências novas, intensas até um ponto que eu ainda não conhecia, e acima de tudo, muito safadas e excitantes. Tinha que conseguir deixar a Cris num estado de cio permanente.
— Oi, Cris.
— Oi, senhor.
— Dormiu bem?
— Não sei dizer, senhor. Fiquei muito excitada, mas também muito animada.
— Isso é bom sinal, Cris. Acho que você vai me dar muitas satisfações.
— Espero que sim, senhor.
— Quero te conhecer um pouco mais. Onde você tá agora?
— Tô no meu escritório, senhor. Mas tenho bastante privacidade.
— Isso vai ser muito bom pra gente.
Cris me contou que era chefe de contabilidade de uma pequena editora. Era tipo uma executiva de nível médio e fazia pouco mais de um ano que tinham dado uma sala só pra ela. Por sorte, ela também tinha uma webcam no escritório, já que a empresa onde trabalhava era filial de outra, sediada em outra cidade, e todo mês ela participava de uma reunião por videoconferência com outros colegas do grupo. Nunca fiquei tão feliz com as possibilidades que a internet oferece no mundo corporativo.
Ela também me contou que entre 11 e 12, os funcionários costumavam sair pra tomar café da manhã e, mais ou menos às 5, encerravam o expediente, a menos que tivessem algo urgente. Mas ela geralmente ficava até as 7 ou 7:30, e nesse horário não era comum ter movimento na empresa.
— Bem, Cris — continuei —, o que você precisa fazer agora?
— Tirar a calcinha pro senhor?
— Exatamente.
Cris se levantou e eu pude ver que ela tava usando uma saia preta acima do joelho. Era uma saia com um pouco de volume, mas bem adequada pro trabalho. Ninguém diria que por baixo tinha uma buceta morrendo de vontade de ser usada. Gostei dessa imagem dupla que a Cristina passava, e achei muito conveniente pros meus planos. jogos.
Ela levantou a saia na frente pra me deixar ver a calcinha fio dental dela, também preta, um pouco mais transparente que a da noite anterior, minha putinha tinha se preparado bem, e depois se virou e se inclinou um pouco pra tirar a calcinha e me deixar ver a bunda perfeita dela. Aí sentou e escreveu:
Espero que o senhor goste de como ficou minha bucetinha. Fiz pro senhor.
Ela se levantou de novo e ergueu a saia na frente. A boceta dela aparecia muito bem depilada, só tinha deixado um triângulo pequenininho que deixava tudo muito gostoso.
Gostei muito, Cris. Apreciei como você caprichou.
Obrigada, senhor. Espero que logo o senhor use ela como quiser.
Haha, talvez antes do que você imagina. Trouxe o que eu pedi?
Sim, senhor. Não é exatamente o que o senhor pediu, mas espero que sirva.
Me mostra.
Pra minha surpresa, apareceu na mão dela uma caneta Montblanc, bem grossa e comprida.
Nossa, Cris, você arrumou um artigo de luxo. É do seu marido?
Sim, senhor, dei de presente pra ele uns meses atrás e ele não usou.
Haha, adoro a ironia, agora vou usar ela na mulher dele.
A parte oposta à tampa tinha uns oito centímetros de comprimento e era grossa como um dedo indicador. Além disso, era perfeitamente lisa.
Muito bem, Cris, agora coloca a câmera pra eu poder ver a cadeira e sua bunda.
Cris abaixou a câmera e colocou num móvel auxiliar, de lado em relação às pernas dela, de modo que eu tinha uma boa visão.
Cris, quero que você levante a saia e prenda na cintura, e depois sente de lado deixando sua bunda e sua boceta livres pro que vou pedir.
Depois de algumas tentativas se ajeitando, Cris encontrou uma posição sentando sobre uma das nádegas, com a bunda perfeitamente visível pela câmera.
Porra, pega a caneta e passa pela sua fenda, mas sem enfiar.
Cris colocou uma mão na coxa pra puxar e mostrar melhor a boceta, e com a outra começou a passar a ponta da caneta por toda a fenda dela. Antes de começar, A buceta já tava toda molhada. Em um minuto, a caneta tava brilhando com os fluidos da buceta da Cristina.
Agora quero que você coloque a ponta da caneta no seu cu e faça movimentos circulares sem apertar muito, e com a outra mão você se masturba.
Cris se remexeu na cadeira e colocou uma perna de lado em cima da mesa. Enfiou uma mão entre as pernas e começou a se tocar no clitóris com dois dedos. Com a outra, segurava a caneta e se acariciava o buraco do cu.
Bem, Cris, agora enfia a caneta devagar no seu cu sem parar de fazer movimentos circulares e com os dedos indicador e médio da outra mão, aperta seu clitóris.
Eu não conseguia ver o rosto de Cris, mas sabia que ela tava gozando porque cada vez mexia mais forte os quadris. Por um momento, pensei que ela ia cair da cadeira. Aos poucos, ela foi enfiando a caneta no cu até quase chegar no cabo, enquanto esfregava e apertava o clitóris cada vez com mais força.
Não dava pra ter uma referência exata, mas no momento em que achei que ela podia gozar, mandei ela parar. Cris demorou uns segundos pra se recompor e ajeitar a câmera.
Senhor, por que o senhor não me deixou continuar? Eu tava muito excitada.
Eu é que digo quando você goza e quando não.
Desculpa, senhor, achei que…
Não ache nada – cortei ela – a única coisa que você tem que fazer é obedecer. Tá claro?
Sim, senhor, desculpa.
Tá bem. Doeu?
Não, senhor, foi muito gostoso. Mas me sinto meio estranha por ter feito isso aqui.
A partir de agora, sua vida vai ser assim. Você vai se sentir disponível pros meus caprichos a qualquer hora do dia ou da noite.
Eu sei, senhor, e isso me excita muito. Eu tô ciente de que o senhor pode me pegar e usar meu corpo do jeito que quiser, e isso me deixa louca.
Cristina ia quebrando barreiras aos poucos, e a da linguagem era outra que a gente tinha que superar. Mas eu via na cara dela que todos os poros transbordavam excitação e prazer.
Você quer dizer que te deixa igual a uma gostosa doida, que é o que você é.
Sim, senhor. Sim, senhor, o quê?
Que sou uma foxy gostosa.
Por que você vai ser uma boa putinha, não é?
Sim, senhor, vou ser uma putinha para o senhor, para que possa usar minha buceta, minha boca e meu cu como quiser. E só o senhor vai foder meu cu de agora em diante. Estou morrendo de vontade de ser usada pelo senhor e te dar muito prazer.
Muito bem, Cris. Na verdade, eu tinha outros planos, mas vou mudá-los, dado o estado da sua desesperação. Hoje à tarde sai um pouco mais cedo. A gente se vê.
Me dá uma alegria imensa, senhor. Estava louca por isso.
Não volte a colocar a calcinha.
Não vou, senhor.
Na verdade, não é que eu tenha mudado meus planos, é que estava morrendo de vontade de encontrar a Cris e ir mais fundo no processo em que a gente tinha se metido. Aquela loirinha que estava desejando ser dominada me deixava a mil, e se eu não a visse logo, ia acabar tendo um infarto ou estourando minha pica, ou os dois. Passei o endereço de um pub meio escuro e não muito movimentado, relativamente perto da casa dela, e marquei para as sete da noite.
Quando a vi entrar, senti o poder do caçador quando tem a presa na mira, e a vida do animal depende só do movimento do dedo. A realidade superava de longe a cam, e a verdade é que a Cris era um docinho. Eu estava sentado no fundo do pub, num sofá baixo de frente para a porta, então a vi na hora, mas ela demorou um pouco para me achar, e assim pude me deliciar vendo as caras de pasmo que os outros clientes faziam. Não que a Cris fosse deslumbrante, ela é mais daquelas mulheres que, quando entram num lugar, todo mundo percebe que entrou. Ela estava com a saia preta que eu já tinha visto, uma blusa de seda roxa e uma jaqueta também preta. Estava elegante, mas não chamativa, e ainda assim era difícil tirar os olhos dela.
Ela sorriu para mim de longe e veio na minha direção como uma colegial. Transbordava alegria e excitação. Quando chegou na mesa, não me levantei, simplesmente fiz um movimento com o dedo para que ela se inclinasse para me beijar na boca e toquei a Peitos por cima da blusa que ela usava.
Vai ao banheiro e tira o sutiã – falei.
Sim, senhor, não sabia…
Vai.
Ela voltou dois minutos depois com a jaqueta um pouco mais fechada que antes pra evitar que os mamilos aparecessem pela blusa e que os peitos dela balançassem a cada passo. Nos olhos dela dava pra ver a excitação que sentia por não estar usando roupa íntima em público e por isso ser porque eu tinha mandado. Ela foi sentar do meu lado, mas com um movimento da mão fiz ela sentar no sofá da frente.
Você me obedeceu?
Sim, senhor, acabei de tirar o…
Não tô falando disso, abre as pernas
Cris largou o sorriso por um instante e começou a olhar pros lados. Mesmo sem ninguém na frente dela, alguns clientes que estavam no balcão podiam perceber o que ela tava fazendo.
Como ela tava pensando mais do que devia, fiz um gesto de levantar, e aí Cris ficou tensa e me olhou com uma mistura de dó e vergonha que adorei. Ela murmurou algo como "desculpa" e colocou as mãos nos joelhos. Devagar foi puxando a saia até ficar no meio da coxa e abriu as pernas pra eu poder ver a buceta dela.
Não fecha até eu mandar.
Sim, senhor
Da próxima vez quero que me obedeça na hora
Desculpa, senhor, é que…
É que o quê? – falei calmo, mas com firmeza
É que me sinto nua e não consigo evitar…
Olha aqui, Cris, não quero passar por isso toda vez que te pedir algo. Vou te dar mais uma chance de pensar. Se não quiser ser minha putinha e não quiser me pertencer, me fala e ficamos de boa.
Por favor, senhor, não fala isso – os olhos dela estavam tristes, mas ainda mais lindos que antes
Então? – tava adorando humilhar a Cris
Sim, quero ser sua putinha, mas tenha paciência, eu nunca…
Então tá combinado que você me pertence
Sim, senhor
Seu corpo me pertence
Sim, senhor, meu corpo é seu
E eu posso fazer o que quiser com ele pra me dar prazer
Sim, senhor Pode me usar à vontade
Então, se eu quiser ver você chupando a pica daquele senhor no balcão, você vai, né?
Cris não disse nada. Olhou pro senhor no balcão, que tinha uns cinquenta anos, barriga de chopp e um bigodinho ridículo, e virou a cabeça pra mim, baixando o olhar pros joelhos ainda abertos.
Senhor, eu achava que o senhor me queria pra mim
E claro que te quero. Eu sentir prazer com algumas coisas que uso você pra fazer não significa que não te quero. Na real, vou te querer e cuidar de você porque você é minha.
Cris me olhou e sorriu de novo, mas meio insegura, e falou baixinho:
Nesse caso, acho que sim
O quê? – respondi, porque não tinha ouvido
Que sim, que se o senhor mandasse, eu chuparia a pica daquele senhor
Bem, Cris. Não esquece.
Não vou esquecer, senhor.
Cris sorriu abertamente de novo, na hora, depois que a tensão passou. Percebi que a situação tinha deixado ela mais excitada do que já tava. Continuava com as pernas meio abertas, e sem dar tempo pra ela reagir, chamei o garçom, que veio na hora. Ao mesmo tempo, peguei a mão de Cris e puxei ela pra perto de mim, fazendo com que se inclinasse sobre a mesa, o que deixou os peitos dela à vista do garçom. Cris não parava de me olhar nos olhos, mas já não tinha vergonha, só prazer. Pedi a conta pro garçom, que não tirou os olhos dos peitos de Cris nem por um segundo, e falei pra Cristina:
Quem sabe um dia eu mando você chupar uma pica, ou uma buceta, vai saber? Mas agora quero que você chupe a minha. Vamos pra sua casa.
Vai ser um prazer, senhor – disse Cris com uma alegria que faria qualquer um pensar que eu tinha acabado de dar um carro pra ela.
Cristina parecia a mulher mais feliz do mundo porque ia chupar minha pica e eu ia usar ela do meu jeito como objeto de prazer. A gente tinha dado mais uma volta no parafuso, e Cris tinha respondido exatamente do jeito que eu gostava, com um pouco de resistência. Se ela continuasse derrubando as barreiras dela, sem pressa e com calma... embora com firmeza, eu ia ter uma mulher gostosa submissa aos meus caprichos. Tipo, o paraíso. Mas naquele momento, a única coisa que eu queria era chegar na casa dela.
(Continua)fonte: todorelatos.com
— Oi, Cris.
— Oi, senhor.
— Dormiu bem?
— Não sei dizer, senhor. Fiquei muito excitada, mas também muito animada.
— Isso é bom sinal, Cris. Acho que você vai me dar muitas satisfações.
— Espero que sim, senhor.
— Quero te conhecer um pouco mais. Onde você tá agora?
— Tô no meu escritório, senhor. Mas tenho bastante privacidade.
— Isso vai ser muito bom pra gente.
Cris me contou que era chefe de contabilidade de uma pequena editora. Era tipo uma executiva de nível médio e fazia pouco mais de um ano que tinham dado uma sala só pra ela. Por sorte, ela também tinha uma webcam no escritório, já que a empresa onde trabalhava era filial de outra, sediada em outra cidade, e todo mês ela participava de uma reunião por videoconferência com outros colegas do grupo. Nunca fiquei tão feliz com as possibilidades que a internet oferece no mundo corporativo.
Ela também me contou que entre 11 e 12, os funcionários costumavam sair pra tomar café da manhã e, mais ou menos às 5, encerravam o expediente, a menos que tivessem algo urgente. Mas ela geralmente ficava até as 7 ou 7:30, e nesse horário não era comum ter movimento na empresa.
— Bem, Cris — continuei —, o que você precisa fazer agora?
— Tirar a calcinha pro senhor?
— Exatamente.
Cris se levantou e eu pude ver que ela tava usando uma saia preta acima do joelho. Era uma saia com um pouco de volume, mas bem adequada pro trabalho. Ninguém diria que por baixo tinha uma buceta morrendo de vontade de ser usada. Gostei dessa imagem dupla que a Cristina passava, e achei muito conveniente pros meus planos. jogos.
Ela levantou a saia na frente pra me deixar ver a calcinha fio dental dela, também preta, um pouco mais transparente que a da noite anterior, minha putinha tinha se preparado bem, e depois se virou e se inclinou um pouco pra tirar a calcinha e me deixar ver a bunda perfeita dela. Aí sentou e escreveu:
Espero que o senhor goste de como ficou minha bucetinha. Fiz pro senhor.
Ela se levantou de novo e ergueu a saia na frente. A boceta dela aparecia muito bem depilada, só tinha deixado um triângulo pequenininho que deixava tudo muito gostoso.
Gostei muito, Cris. Apreciei como você caprichou.
Obrigada, senhor. Espero que logo o senhor use ela como quiser.
Haha, talvez antes do que você imagina. Trouxe o que eu pedi?
Sim, senhor. Não é exatamente o que o senhor pediu, mas espero que sirva.
Me mostra.
Pra minha surpresa, apareceu na mão dela uma caneta Montblanc, bem grossa e comprida.
Nossa, Cris, você arrumou um artigo de luxo. É do seu marido?
Sim, senhor, dei de presente pra ele uns meses atrás e ele não usou.
Haha, adoro a ironia, agora vou usar ela na mulher dele.
A parte oposta à tampa tinha uns oito centímetros de comprimento e era grossa como um dedo indicador. Além disso, era perfeitamente lisa.
Muito bem, Cris, agora coloca a câmera pra eu poder ver a cadeira e sua bunda.
Cris abaixou a câmera e colocou num móvel auxiliar, de lado em relação às pernas dela, de modo que eu tinha uma boa visão.
Cris, quero que você levante a saia e prenda na cintura, e depois sente de lado deixando sua bunda e sua boceta livres pro que vou pedir.
Depois de algumas tentativas se ajeitando, Cris encontrou uma posição sentando sobre uma das nádegas, com a bunda perfeitamente visível pela câmera.
Porra, pega a caneta e passa pela sua fenda, mas sem enfiar.
Cris colocou uma mão na coxa pra puxar e mostrar melhor a boceta, e com a outra começou a passar a ponta da caneta por toda a fenda dela. Antes de começar, A buceta já tava toda molhada. Em um minuto, a caneta tava brilhando com os fluidos da buceta da Cristina.
Agora quero que você coloque a ponta da caneta no seu cu e faça movimentos circulares sem apertar muito, e com a outra mão você se masturba.
Cris se remexeu na cadeira e colocou uma perna de lado em cima da mesa. Enfiou uma mão entre as pernas e começou a se tocar no clitóris com dois dedos. Com a outra, segurava a caneta e se acariciava o buraco do cu.
Bem, Cris, agora enfia a caneta devagar no seu cu sem parar de fazer movimentos circulares e com os dedos indicador e médio da outra mão, aperta seu clitóris.
Eu não conseguia ver o rosto de Cris, mas sabia que ela tava gozando porque cada vez mexia mais forte os quadris. Por um momento, pensei que ela ia cair da cadeira. Aos poucos, ela foi enfiando a caneta no cu até quase chegar no cabo, enquanto esfregava e apertava o clitóris cada vez com mais força.
Não dava pra ter uma referência exata, mas no momento em que achei que ela podia gozar, mandei ela parar. Cris demorou uns segundos pra se recompor e ajeitar a câmera.
Senhor, por que o senhor não me deixou continuar? Eu tava muito excitada.
Eu é que digo quando você goza e quando não.
Desculpa, senhor, achei que…
Não ache nada – cortei ela – a única coisa que você tem que fazer é obedecer. Tá claro?
Sim, senhor, desculpa.
Tá bem. Doeu?
Não, senhor, foi muito gostoso. Mas me sinto meio estranha por ter feito isso aqui.
A partir de agora, sua vida vai ser assim. Você vai se sentir disponível pros meus caprichos a qualquer hora do dia ou da noite.
Eu sei, senhor, e isso me excita muito. Eu tô ciente de que o senhor pode me pegar e usar meu corpo do jeito que quiser, e isso me deixa louca.
Cristina ia quebrando barreiras aos poucos, e a da linguagem era outra que a gente tinha que superar. Mas eu via na cara dela que todos os poros transbordavam excitação e prazer.
Você quer dizer que te deixa igual a uma gostosa doida, que é o que você é.
Sim, senhor. Sim, senhor, o quê?
Que sou uma foxy gostosa.
Por que você vai ser uma boa putinha, não é?
Sim, senhor, vou ser uma putinha para o senhor, para que possa usar minha buceta, minha boca e meu cu como quiser. E só o senhor vai foder meu cu de agora em diante. Estou morrendo de vontade de ser usada pelo senhor e te dar muito prazer.
Muito bem, Cris. Na verdade, eu tinha outros planos, mas vou mudá-los, dado o estado da sua desesperação. Hoje à tarde sai um pouco mais cedo. A gente se vê.
Me dá uma alegria imensa, senhor. Estava louca por isso.
Não volte a colocar a calcinha.
Não vou, senhor.
Na verdade, não é que eu tenha mudado meus planos, é que estava morrendo de vontade de encontrar a Cris e ir mais fundo no processo em que a gente tinha se metido. Aquela loirinha que estava desejando ser dominada me deixava a mil, e se eu não a visse logo, ia acabar tendo um infarto ou estourando minha pica, ou os dois. Passei o endereço de um pub meio escuro e não muito movimentado, relativamente perto da casa dela, e marquei para as sete da noite.
Quando a vi entrar, senti o poder do caçador quando tem a presa na mira, e a vida do animal depende só do movimento do dedo. A realidade superava de longe a cam, e a verdade é que a Cris era um docinho. Eu estava sentado no fundo do pub, num sofá baixo de frente para a porta, então a vi na hora, mas ela demorou um pouco para me achar, e assim pude me deliciar vendo as caras de pasmo que os outros clientes faziam. Não que a Cris fosse deslumbrante, ela é mais daquelas mulheres que, quando entram num lugar, todo mundo percebe que entrou. Ela estava com a saia preta que eu já tinha visto, uma blusa de seda roxa e uma jaqueta também preta. Estava elegante, mas não chamativa, e ainda assim era difícil tirar os olhos dela.
Ela sorriu para mim de longe e veio na minha direção como uma colegial. Transbordava alegria e excitação. Quando chegou na mesa, não me levantei, simplesmente fiz um movimento com o dedo para que ela se inclinasse para me beijar na boca e toquei a Peitos por cima da blusa que ela usava.
Vai ao banheiro e tira o sutiã – falei.
Sim, senhor, não sabia…
Vai.
Ela voltou dois minutos depois com a jaqueta um pouco mais fechada que antes pra evitar que os mamilos aparecessem pela blusa e que os peitos dela balançassem a cada passo. Nos olhos dela dava pra ver a excitação que sentia por não estar usando roupa íntima em público e por isso ser porque eu tinha mandado. Ela foi sentar do meu lado, mas com um movimento da mão fiz ela sentar no sofá da frente.
Você me obedeceu?
Sim, senhor, acabei de tirar o…
Não tô falando disso, abre as pernas
Cris largou o sorriso por um instante e começou a olhar pros lados. Mesmo sem ninguém na frente dela, alguns clientes que estavam no balcão podiam perceber o que ela tava fazendo.
Como ela tava pensando mais do que devia, fiz um gesto de levantar, e aí Cris ficou tensa e me olhou com uma mistura de dó e vergonha que adorei. Ela murmurou algo como "desculpa" e colocou as mãos nos joelhos. Devagar foi puxando a saia até ficar no meio da coxa e abriu as pernas pra eu poder ver a buceta dela.
Não fecha até eu mandar.
Sim, senhor
Da próxima vez quero que me obedeça na hora
Desculpa, senhor, é que…
É que o quê? – falei calmo, mas com firmeza
É que me sinto nua e não consigo evitar…
Olha aqui, Cris, não quero passar por isso toda vez que te pedir algo. Vou te dar mais uma chance de pensar. Se não quiser ser minha putinha e não quiser me pertencer, me fala e ficamos de boa.
Por favor, senhor, não fala isso – os olhos dela estavam tristes, mas ainda mais lindos que antes
Então? – tava adorando humilhar a Cris
Sim, quero ser sua putinha, mas tenha paciência, eu nunca…
Então tá combinado que você me pertence
Sim, senhor
Seu corpo me pertence
Sim, senhor, meu corpo é seu
E eu posso fazer o que quiser com ele pra me dar prazer
Sim, senhor Pode me usar à vontade
Então, se eu quiser ver você chupando a pica daquele senhor no balcão, você vai, né?
Cris não disse nada. Olhou pro senhor no balcão, que tinha uns cinquenta anos, barriga de chopp e um bigodinho ridículo, e virou a cabeça pra mim, baixando o olhar pros joelhos ainda abertos.
Senhor, eu achava que o senhor me queria pra mim
E claro que te quero. Eu sentir prazer com algumas coisas que uso você pra fazer não significa que não te quero. Na real, vou te querer e cuidar de você porque você é minha.
Cris me olhou e sorriu de novo, mas meio insegura, e falou baixinho:
Nesse caso, acho que sim
O quê? – respondi, porque não tinha ouvido
Que sim, que se o senhor mandasse, eu chuparia a pica daquele senhor
Bem, Cris. Não esquece.
Não vou esquecer, senhor.
Cris sorriu abertamente de novo, na hora, depois que a tensão passou. Percebi que a situação tinha deixado ela mais excitada do que já tava. Continuava com as pernas meio abertas, e sem dar tempo pra ela reagir, chamei o garçom, que veio na hora. Ao mesmo tempo, peguei a mão de Cris e puxei ela pra perto de mim, fazendo com que se inclinasse sobre a mesa, o que deixou os peitos dela à vista do garçom. Cris não parava de me olhar nos olhos, mas já não tinha vergonha, só prazer. Pedi a conta pro garçom, que não tirou os olhos dos peitos de Cris nem por um segundo, e falei pra Cristina:
Quem sabe um dia eu mando você chupar uma pica, ou uma buceta, vai saber? Mas agora quero que você chupe a minha. Vamos pra sua casa.
Vai ser um prazer, senhor – disse Cris com uma alegria que faria qualquer um pensar que eu tinha acabado de dar um carro pra ela.
Cristina parecia a mulher mais feliz do mundo porque ia chupar minha pica e eu ia usar ela do meu jeito como objeto de prazer. A gente tinha dado mais uma volta no parafuso, e Cris tinha respondido exatamente do jeito que eu gostava, com um pouco de resistência. Se ela continuasse derrubando as barreiras dela, sem pressa e com calma... embora com firmeza, eu ia ter uma mulher gostosa submissa aos meus caprichos. Tipo, o paraíso. Mas naquele momento, a única coisa que eu queria era chegar na casa dela.
(Continua)fonte: todorelatos.com

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