Alumna caliente.

Poringa! - Prazer Coletivo

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Título:
Aluna gostosa.

Corpo:
Valeu por todos os comentários, pontos e mensagens privadas, isso nos motiva a continuar. A Paty fica louca com os comentários e MPs de vocês.
Esperamos que vocês curtam esse conto tanto quanto os outros. Essa é a continuação de como a Paty e eu viramos um casal de mente aberta. Aguardamos seus comentários, tomara que gostem. Desde já, muito obrigado.

Numa quinta-feira que conseguimos nos encontrar num hotel com a Paty, estávamos tomando umas cervejas e ela me perguntou:
"Como você gostaria que eu fosse na cama? Tranquila ou puta? Me diz."
Pensei por um momento, porque não queria magoar, mas queria tirar um bom proveito daquela pergunta.
"QUAL AMAZONA ARDENTE QUE SÓ QUER SE SENTIR DESEJADA E GOZADA
MAS ACIMA DE TUDO GOZAR DO PRÓPRIO SEXO E DESEJO
ASSIM QUERO MINHA AMADA, ENTREGUE À LUXÚRIA
E NO CAMINHO, SE ELA ME PERMITIR, VOU DAR MEU CONHECIMENTO
PRA NÓS DOIS NOS CONHECERMOS E GOZARMOS SEM RESSENTIMENTOS."

Levantando-se da cama, caminhou até o banheiro e entrou. Peguei uma cerveja e fiquei tomando. Depois de um tempo, a Paty saiu. O cabelo cacheado e lindo enfeitava aquele rostinho safado levemente maquiado. Os ombros gostosos sustentavam um sutiã cor de bege, que tinha uma renda na altura dos mamilos, deixando entrever aquelas maravilhas escuras e durinhas. Ela se movia feito uma gata na minha direção, rebolando aquela raba de deusa que me mata. Uma calcinha fio dental bege, com a mesma renda na frente da buceta, que dava pra ver que estava toda depilada, assim como aquelas pernas torneadas que ainda brilhavam pelo hidratante que ela devia ter passado depois de se depilar. Rebolando, parou na frente do criado-mudo onde eu tinha deixado meus cigarros. Virou-se e se abaixou, mostrando aquela raba gloriosa enfiada na calcinha pequena. As nádegas enormes, quase escapando, como se estivessem presas. Virou-se sensual e veio na minha direção, enquanto eu já estava com um belo volume na virilha. Ajoelho na cama e, colocando o cigarro na boca, disse:
"Sou matéria-prima disposta a aprender, quero aprender a ser uma verdadeira puta pra você, mas quero que seja por etapas. Hoje não quero aprender a chupar pau nem engolir porra, hoje quero que me ensine a me entregar. E se eu gostar dos cursos, talvez você leve como prêmio algo que estou vendo na TV..."

Virei a cabeça e vi na TV do hotel, estava passando uma cena pornô onde uma puta estava engolindo dois paus grandes numa dupla penetração.
O pau subiu feito um obelisco, e eu me levantei pra tirar a roupa rapidamente, e tomei o resto da cerveja que ainda tinha na lata.

Juan:
"Lição um: atitude. Você tem que exalar sensualidade e desejo. Lembra que pode usar linguagem pesada e pedir o que quiser na hora, isso nos excita."

Paty:
"Ok, vou ver se entendi. Não me interrompe e me diz como eu fui até o final, ok, amor?", e eu concordei com a cabeça.

Deitando na cama, ela apontou pra boca dela e eu me joguei nela, dando um beijo molhado e ardente. Nossas línguas se entrelaçavam e ela começou a esfregar meu pau, depois apontou pro sutiã dela. Sentei ela na cama e, lambendo suas costas e pescoço, fui tirando a peça devagar, me apossando daqueles pezões duros e grandes que pulsavam ao contato com minha língua.

Desci até o abdômen dela e fiz círculos no umbigo devagar enquanto massageava aquelas tetas. As costas arqueadas e os gemidinhos dela me deixavam a mil. Ela apontou pro biquíni e eu puxei com os dentes, cuidando pra não estragar a peça. Comecei a beijar os pés dela devagar, subindo por aquelas pernas torneadas e deliciosamente depiladas, macias ao toque da língua. Quando cheguei na buceta dela, puxei um travesseiro e coloquei debaixo daquele rabo glorioso, pra levantar e deixar o cenário pronto pra lambida que eu ia dar.

"Come essa buceta cheia de vontade de pau, quero sentir ela bem molhada e quente pra receber esse pau que você tem aí..." Isso me deixou doido. louco, eu
mergulhei entre as pernas dela e comecei a lamber aquela gruta de luxúria e desejo, a cada lambida um novo jorro de líquido escorria dela, os lábios maiores dela estavam
inchados e vermelhos de sangue acumulado de tanto prazer. Fixei minha atenção naquele botão que agora, ereto, se erguia bem acima dos lábios inchados e
lustrosos, dei várias lambidas e mordiscadas com todo cuidado e depois ficava nele, dando tudo que podia com a língua.
"mmmmmm, isso, lambe, lambe esse ponto que sinto que vou gozar, sinto como minhas nádegas se apertam, vai aí, meu amor, me faz virar uma puta com sua língua,
vai, vai..."
Ela se arqueou, permitindo então que eu descesse até o cu, onde tentei enfiar minha língua, mas ela nem deixou.
"Quero essa pica já... me dá agora ou eu enlouqueço, enfia ela já..."
Ajoelhado entre as pernas dela, enfiei a pica de uma vez e ela gemeu de prazer, sentia como as paredes da buceta dela envolviam minha pica em calor e espasmos,
tudo estava quente e úmido lá dentro e se movia em impulsos deliciosos e ardentes. Me posicionei de um jeito que minha pica batia gostoso no fundo daquela
buceta fervente e escorrendo líquidos.
"mmmmmm, que gostoso, bate essa pica, mmm, vai, racha ela, racha ela no meio, essa buceta de puta merece porque ficou molhada a semana inteira pensando
na sua pica, dá o que ela merece por ser vagabunda e tarada..."
Isso me deixou louco, eu bombava e bombava tão forte que os sons invadiam o quarto, as bolas batiam nas nádegas dela e os líquidos me respingavam
até no púbis, o estalo dos líquidos me enlouquecia e ela gemia como uma louca.
Ela se arqueou a ponto de quase me derrubar, e eu meti mais forte, o corpo dela tremia e a buceta dela parecia que ia arrancar minha pica, o corpo todo dela coberto
de suor e espasmos me deixava à beira do orgasmo. Tentei aguentar, mas chegou uma hora que não deu mais e a pica escapou da buceta palavra: buceta
porque não queria gozar dentro dela, se levantou, sentou e pegando no meu pau disse:
"me dá gozo de macho, enche meus peitos de porra, quero sentir nos meus peitos, vamos lá, quero gozo, mmmm."
Um jato branco e direto de porra saiu do meu pau e acertou um peito, seguido de outros dois da mesma intensidade, e depois transbordou na mão dela com um jorro na mão que implacável continuava batendo uma pra mim. Foi a glória, tinha nascido minha puta, minha Paty.
"mmm que lindo ser puta, Juan, prometo que vou te obedecer pra aprender a ser uma puta daquelas que você com certeza quer que eu seja. Da próxima vez quero aprender outra coisa... o que dá pra fazer com a boca?"
Espero que tenham gostado e já sabem: comentários e mensagem privada pra Paty, bem bonitinhos mas quentes. Animem ela pra continuar postando.Alumna caliente.oralWIROOS!

3 comentários - Alumna caliente.

otro excelente relato, me calente montones! aca estoy acariciandome mientras te leo. 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤