Esclareço que não é um conto meu, li em outro site (todo relatos) e gostei muito, e também curti a ideia de compartilhá-los com vocês :D
Ok, vamos continuar com a história :DDom Ramão durante toda a vida se considerou um homem íntegro. Seus costumes eram simples e sua moral, firme. Sua disciplina, inquebrável. Ou pelo menos era o que ele sempre pensou. Mas, apesar do seu negócio, que sempre funcionou como um relógio, a verdade é que a vida nunca foi como ele queria. Seu primeiro casamento foi um fracasso terrível do qual ele só se recuperou quando conheceu Teresa, sua segunda esposa. Por quem ele era cegamente apaixonado. Ramão sempre gostou de mulheres elegantes e achou que tinha encontrado nela a verdadeira classe. Mas ela era fria como gelo e sempre se manteve distante, até depois do casamento.
Ramão vivia mortificado pela ideia de que sua mulher não estava apaixonada por ele. Suspeitava que ela só tinha aceitado casar por despeito do término anterior. Ou talvez só estivesse buscando o abrigo e o conforto da sua posição sólida. O fato é que ele nunca conseguiu enxergar nem o menor brilho de paixão nos olhos da sua bela esposa. E as rápidas e pouco convincentes gozadas que eles trocavam de vez em quando só aumentavam sua amargura.
A atitude dos enteados também não ajudava muito a melhorar a situação. No começo, ele tentou se comportar com eles como se fossem seus próprios filhos. Quis ser um pai modelo e, provavelmente, esse foi o erro dele. Porque, ao tentar substituir o pai deles tão rápido, a única coisa que conseguiu foi que os garotos o culpassem pela situação deles.
A pior de todos era a mais velha, Laura. Desde o início, ela respondia às ordens dele com frases do tipo “-Você não é meu pai!” ou “-Você não é ninguém para me castigar.”. E nos momentos de raiva, já tinha chamado ele de “porco reprimido”, “velho nojento” e “pau-curto”. Osvaldo era mais reservado, mas também já tinha deixado bem claro em alguma ocasião o quanto o odiava.
A única com quem Ramão sempre manteve uma boa O relacionamento era com a Marta, a caçula da família. Talvez porque a conheceu desde a mais tenra infância e pôde influenciar mais diretamente na educação dela. Entre outras coisas, conseguiu evitar que ela estudasse no mesmo colégio elitista do centro que os irmãos mais velhos. Em vez disso, a colocou num colégio interno de freiras bem tradicional. A verdade é que a relação com aquela garotinha era o que mais o preenchia na vida atual. Mas, ultimamente, essa relação estava tomando um rumo que o preocupava mais do que qualquer outra coisa que pudesse acontecer.
Na cabeça dele, ainda guardava nítida a cena daquela mesma tarde, quando foi buscar a pequena na escola. Em vez de se sentar no banco do carona, do lado dele, como costumava fazer, ela disse ao Ramón que estava cansada e preferia ir atrás. No entanto, ele estranhou ao ver pelo retrovisor que sua princesinha estava sentada bem no meio do banco, em vez de deitada como tinha dito que faria. Lembrou de ter ligado o motor sem dar importância e, depois de alguns minutos dirigindo, uma imagem chamou sua atenção, gelando o sangue nas veias. Foi algo que viu pelo espelho retrovisor. Sua enteada, Marta, tinha colocado um dos pés descalços no banco de trás e abraçava o joelho nu, enquanto o olhar se perdia distraído pela janela do carro. A outra perna balançava de um lado para o outro, levantando ainda mais a saia até revelar as coxas e parte da virilha.
Mas não foi a postura pouco recatada da garota que assustou o padrasto, e sim a linda mata de pelos loiros que apareceu claramente no retrovisor, exposta aos seus olhos. E saber que sua jovem enteada não estava de calcinha por baixo daquela saia escolar fez com que a pica dele despertasse na hora.
Ramón tentava inutilmente manter o olhar fixo na estrada quando aquela menina sem-vergonha colocou o outro pé no levantando-se, por sua vez, ergueu o joelho e abriu as pernas, mostrando sua docinha bucetinha aberta pelo retrovisor. De repente, os olhos vivos da garota examinaram descaradamente o espelho em busca do olhar do padrasto, que ela encontrou ainda preso entre as dobras de sua vulva. Então seus olhares se cruzaram por apenas um instante e Ramón descobriu uma expressão safada e nada inocente no rostinho da pequena. Ela, em seguida, baixou os pés do banco, ajeitou a saia com um jeito recatado e voltou a olhar pela janela com uma atitude distraída. Quem a visse naquele momento acreditaria que ela era incapaz de qualquer ato impuro. Não parecia a mesma que segundos atrás lançava um olhar provocante para o padrasto enquanto exibia generosamente sua bucetinha juvenil. Mas Ramón lembrava muito bem, e isso manteve sua pica dura até chegarem ao destino.
Embora sua mulher dormisse placidamente ao seu lado, Ramón não conseguia pegar no sono. Além da lógica preocupação que as mudanças na personalidade de sua enteada lhe causavam, o que realmente o horrorizava era constatar a inegável excitação que aquelas situações aberrantes lhe haviam provocado. Não só ele tinha ficado excitado, mas em mais de uma ocasião chegara a participar ativamente daquela loucura. Aquele não era um fato isolado, e sua mente não parava de remoer isso. Se tudo viesse à tona, sua reputação estaria por um fio.
Uma coisa eram as carinhosas carícias que ocasionalmente dava à sua enteada, as quais, embora em algum momento tivessem ido além do devido, sempre se mantiveram no limite do racional. Mas o rumo que os acontecimentos estavam tomando ia além de toda a sanidade. Lembrou-se das recentes viagens de bonde, quando quase gozou se esfregando contra a bundinha da sua menina, e percebeu que estava com a pica dura como uma rocha. Precisava se aliviar urgentemente e virou o olhar em busca de sua mulher.
Sua mulher gostosa continuava do lado dele, dormindo numa posição parada. Parte do corpo dela estava descoberta e dava pra ver as curvas elegantes cobertas por uma camisola fina de seda preta. Algumas noites, a esposa idolatrada dele usava uma venda nos olhos que, com a ajuda de um sonífero, deixava ela dormir enquanto o marido ficava lendo até tarde com a luz do criado-mudo acesa. E Ramón percebeu o quanto precisava foder a mulher dele.
Queria poder fazer ali mesmo, sem se importar com os garotos. Ia adorar meter nela selvagemente, sem tirar a venda dos olhos, ouvir ela gritar. Mas sabia que, se acordasse ela ou tentasse alguma coisa, o mais certo era acabarem brigando e ele talvez dormisse no sofá. Em vez disso, só acariciou com cuidado os glúteos duros da mulher por cima da camisola. Fez isso devagar pra não acordar ela, enquanto levantava os lençóis pra apreciar a figura dela. Mas sabia que não podia passar daquilo. E a pica dele tava cada vez mais dura.
Logo, pensamentos mais sombrios invadiram a mente dele. Pensou em sair pra procurar a enteada e se arrepiou ao perceber que não seria a primeira vez que fazia isso. Lembrou, envergonhado, como em algumas ocasiões tinha chegado a gozar nos lençóis daquela ninfeta a poucos centímetros do corpinho dela. Explorava os encantos dela roçando de leve as curvas com a palma da mão, tomando cuidado pra não acordar ela, igual fazia com a mulher. Se odiava por isso, mas tava ficando viciado no tesão que aquela situação causava. Como vinha acontecendo cada vez mais, no fim o instinto dele venceu a razão. Levantou da cama com o máximo cuidado pra não alertar a esposa. E foi em silêncio até aquele quarto proibido, vencido finalmente pela putaria.
Desde que Marta tinha proibido ele de gozar, as já frequentes As punhetas tinham dado lugar a longas e intensas sessões de esfregamento constante, que ela só interrompia para fazer as tarefas mais essenciais. O castigo imposto pelo irmão dias atrás tinha permitido que a garotinha ardente descobrisse novos horizontes de prazer. Naquela mesma tarde, depois de uma massagem intensa no clitóris, ela conseguiu prolongar por quase uma hora uma sensação de prazer imenso, que não ficava longe do tão desejado orgasmo.
Mas a necessidade de chegar ao clímax começava a ficar doentia. E a única coisa que a pobre garota conseguia com suas apalpadelas era se sentir cada vez mais excitada.
Ela percebeu na hora que alguém estava espiando. Por mais concentrada que estivesse nas próprias manobras, não podia ignorar a sombra alongada que o intruso projetava na parede, denunciando sua posição, escondido atrás da fresta da porta. Ela percebeu que suas travessuras estavam dando resultado, exatamente como seu dono queria. E não teve dúvida nenhuma sobre quem estava escondido atrás daquela porta.
Os alegres pijamas com que a pequena Marta costumava dormir tinham sido trocados por uma camiseta larga, sem mangas, mais confortável e fácil de tirar. Além disso, ela não usava calcinha, pois sabia que essa peça era proibida para ela. Na verdade, para ela era uma roupa perfeita, já que a única coisa que fazia desde o momento em que se trancava no quarto era enfiar os dedos até ficar exausta.
O fato de se sentir observada fez com que a pequena ficasse ainda mais excitada e decidiu que tinha que dar um belo show para o intruso. Então virou o corpo em direção à porta e se colocou de costas para ela, posicionando seus encantos ao alcance da pouca luz que entrava por ali. Assim que se certificou de que tanto a bunda quanto a buceta estavam expostas ao olhar atento daquela sombra expectante, começou a se masturbar ostensivamente, mexendo os quadris de forma impudica.
Marta se sentia invadida. Pelo tesão. Sabia que aquele sentimento não era por causa das sugestões do irmão. Conhecia muito bem as ordens dele e ter aqueles pensamentos tarados ainda não estava entre elas. Então sua cabecinha jovem logo entendeu que aquele prazer extra vinha da própria mente dela. Eram todos os pensamentos obscuros que ela sempre reprimiu no fundo do ser. Agora tentavam vir à tona, cientes de qual era a verdadeira natureza da "nova" Marta. E pela primeira vez ela se sentiu liberada, entregue por completo à sua doce escravidão.
A luz abundante que agora iluminava todo o corpo dela fez a pequena exibicionista saber que estava totalmente exposta diante do voyeur. Num puxão, arrancou a camiseta e começou a se tocar nos peitinhos sem vergonha, enquanto torcia os bicos inchados. Depois decidiu dar mais emoção ao espetáculo deslizando um dedo no cu e continuou se dando prazer nas posições mais obscenas que sua imaginação fértil pôde criar.
Depois de um longo tempo em que só se ouvia o chape-chape daqueles dedos infantis se enfiando nos buracos inflamados, ouviu-se um gemido abafado vindo da porta. E Marta pôde ver pelo canto do olho como o padrasto segurava a pica com força através da calça do pijama, onde se via uma mancha enorme fruto da gozada recente do espectador excitado.
A pequena escrava desejou poder saborear aquele esperma e se livrar assim da maldição. Mas sabia que o momento ainda não tinha chegado, tinha que esperar. Então quis dar um novo rumo ao espetáculo grotesco que estava fazendo e se virou para a luz, mostrando o corpo de frente, enquanto abria as pernas sem vergonha, olhando o padrasto estupefato direto nos olhos. Ele ficou imóvel, dominado pela situação, enquanto a garota acariciava sensualmente os peitos e depois levava as duas mãos na buceta e abria os lábios, oferecendo seus mais secretos encantos diante do olhar absorto do seu alvo. Finalmente, depois de enfiar um dedo na sua gruta molhada, levou-o à boca e se deliciou saboreando a própria excitação sem desviar o olhar nem por um instante do seu apavorado padrasto.
Ramón continuava imóvel, como uma estátua de pedra. A mente daquele adulto, uma vez liberta da excitação, voltava a se encontrar presa do pânico e da confusão. E ainda mais ao se saber descoberto. Então, assim que recuperou o domínio do próprio corpo, decidiu se afastar dali o mais rápido que pôde. Precisava de tempo para pensar friamente. Mas, antes de conseguir sair do quarto, uma nova imagem perturbou sua consciência quando aquela doce menininha, com um olhar safado e nada inocente, disse:
"—Boa noite, papai."
Na manhã seguinte, Ramón foi o primeiro a se levantar. Continuava inquieto com os pensamentos sombrios que o perseguiram durante toda a madrugada. E ainda tinha que levar a menina pra escola, o que o aterrorizava. Não fazer isso, no entanto, teria sido uma temeridade. Ele precisava ir naquela direção perigosa. Sua esposa, por outro lado, iria para o escritório no centro, acompanhando, no caminho, os outros dois filhos, como de costume. Ele sabia que não tinha nenhum motivo razoável para se recusar a acompanhar a enteada. E a última coisa que queria era levantar qualquer suspeita.
Sentiu-se mais relaxado ao ver a manhã transcorrer como a de qualquer dia normal. Sua esposa estava atarefada se arrumando às pressas, tão estressada quanto de costume. Enquanto isso, as duas meninas brigavam pra ver quem comia o último bolinho. Laura ganhou, como de costume. Na ponta da mesa estava Osvaldo, cada vez mais retraído. Parecia absorto nos próprios pensamentos. Finalmente, Ramón reuniu coragem suficiente para olhar diretamente para sua pequena enteada e não viu nada nela que fugisse do normal. Parecia a menina boa e obediente que sempre tinha sido.
Embora logo começasse a se perguntar se ela estaria pelada por baixo daquela saia tão curta. Ao ficar a sós com a pequena, Ramón tentou se comportar da forma mais normal que conseguiu. Ajudou a garotinha a pegar suas coisas e se preparou para acompanhá-la até a escola. Mas a tranquilidade dele se quebrou de repente quando sua princesinha perguntou com uma voz encantadora, inocente e um pouco safada:
“-Papai, por favor, a gente pode ir de bonde?”
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Ok, vamos continuar com a história :DDom Ramão durante toda a vida se considerou um homem íntegro. Seus costumes eram simples e sua moral, firme. Sua disciplina, inquebrável. Ou pelo menos era o que ele sempre pensou. Mas, apesar do seu negócio, que sempre funcionou como um relógio, a verdade é que a vida nunca foi como ele queria. Seu primeiro casamento foi um fracasso terrível do qual ele só se recuperou quando conheceu Teresa, sua segunda esposa. Por quem ele era cegamente apaixonado. Ramão sempre gostou de mulheres elegantes e achou que tinha encontrado nela a verdadeira classe. Mas ela era fria como gelo e sempre se manteve distante, até depois do casamento.
Ramão vivia mortificado pela ideia de que sua mulher não estava apaixonada por ele. Suspeitava que ela só tinha aceitado casar por despeito do término anterior. Ou talvez só estivesse buscando o abrigo e o conforto da sua posição sólida. O fato é que ele nunca conseguiu enxergar nem o menor brilho de paixão nos olhos da sua bela esposa. E as rápidas e pouco convincentes gozadas que eles trocavam de vez em quando só aumentavam sua amargura.
A atitude dos enteados também não ajudava muito a melhorar a situação. No começo, ele tentou se comportar com eles como se fossem seus próprios filhos. Quis ser um pai modelo e, provavelmente, esse foi o erro dele. Porque, ao tentar substituir o pai deles tão rápido, a única coisa que conseguiu foi que os garotos o culpassem pela situação deles.
A pior de todos era a mais velha, Laura. Desde o início, ela respondia às ordens dele com frases do tipo “-Você não é meu pai!” ou “-Você não é ninguém para me castigar.”. E nos momentos de raiva, já tinha chamado ele de “porco reprimido”, “velho nojento” e “pau-curto”. Osvaldo era mais reservado, mas também já tinha deixado bem claro em alguma ocasião o quanto o odiava.
A única com quem Ramão sempre manteve uma boa O relacionamento era com a Marta, a caçula da família. Talvez porque a conheceu desde a mais tenra infância e pôde influenciar mais diretamente na educação dela. Entre outras coisas, conseguiu evitar que ela estudasse no mesmo colégio elitista do centro que os irmãos mais velhos. Em vez disso, a colocou num colégio interno de freiras bem tradicional. A verdade é que a relação com aquela garotinha era o que mais o preenchia na vida atual. Mas, ultimamente, essa relação estava tomando um rumo que o preocupava mais do que qualquer outra coisa que pudesse acontecer.
Na cabeça dele, ainda guardava nítida a cena daquela mesma tarde, quando foi buscar a pequena na escola. Em vez de se sentar no banco do carona, do lado dele, como costumava fazer, ela disse ao Ramón que estava cansada e preferia ir atrás. No entanto, ele estranhou ao ver pelo retrovisor que sua princesinha estava sentada bem no meio do banco, em vez de deitada como tinha dito que faria. Lembrou de ter ligado o motor sem dar importância e, depois de alguns minutos dirigindo, uma imagem chamou sua atenção, gelando o sangue nas veias. Foi algo que viu pelo espelho retrovisor. Sua enteada, Marta, tinha colocado um dos pés descalços no banco de trás e abraçava o joelho nu, enquanto o olhar se perdia distraído pela janela do carro. A outra perna balançava de um lado para o outro, levantando ainda mais a saia até revelar as coxas e parte da virilha.
Mas não foi a postura pouco recatada da garota que assustou o padrasto, e sim a linda mata de pelos loiros que apareceu claramente no retrovisor, exposta aos seus olhos. E saber que sua jovem enteada não estava de calcinha por baixo daquela saia escolar fez com que a pica dele despertasse na hora.
Ramón tentava inutilmente manter o olhar fixo na estrada quando aquela menina sem-vergonha colocou o outro pé no levantando-se, por sua vez, ergueu o joelho e abriu as pernas, mostrando sua docinha bucetinha aberta pelo retrovisor. De repente, os olhos vivos da garota examinaram descaradamente o espelho em busca do olhar do padrasto, que ela encontrou ainda preso entre as dobras de sua vulva. Então seus olhares se cruzaram por apenas um instante e Ramón descobriu uma expressão safada e nada inocente no rostinho da pequena. Ela, em seguida, baixou os pés do banco, ajeitou a saia com um jeito recatado e voltou a olhar pela janela com uma atitude distraída. Quem a visse naquele momento acreditaria que ela era incapaz de qualquer ato impuro. Não parecia a mesma que segundos atrás lançava um olhar provocante para o padrasto enquanto exibia generosamente sua bucetinha juvenil. Mas Ramón lembrava muito bem, e isso manteve sua pica dura até chegarem ao destino.
Embora sua mulher dormisse placidamente ao seu lado, Ramón não conseguia pegar no sono. Além da lógica preocupação que as mudanças na personalidade de sua enteada lhe causavam, o que realmente o horrorizava era constatar a inegável excitação que aquelas situações aberrantes lhe haviam provocado. Não só ele tinha ficado excitado, mas em mais de uma ocasião chegara a participar ativamente daquela loucura. Aquele não era um fato isolado, e sua mente não parava de remoer isso. Se tudo viesse à tona, sua reputação estaria por um fio.
Uma coisa eram as carinhosas carícias que ocasionalmente dava à sua enteada, as quais, embora em algum momento tivessem ido além do devido, sempre se mantiveram no limite do racional. Mas o rumo que os acontecimentos estavam tomando ia além de toda a sanidade. Lembrou-se das recentes viagens de bonde, quando quase gozou se esfregando contra a bundinha da sua menina, e percebeu que estava com a pica dura como uma rocha. Precisava se aliviar urgentemente e virou o olhar em busca de sua mulher.
Sua mulher gostosa continuava do lado dele, dormindo numa posição parada. Parte do corpo dela estava descoberta e dava pra ver as curvas elegantes cobertas por uma camisola fina de seda preta. Algumas noites, a esposa idolatrada dele usava uma venda nos olhos que, com a ajuda de um sonífero, deixava ela dormir enquanto o marido ficava lendo até tarde com a luz do criado-mudo acesa. E Ramón percebeu o quanto precisava foder a mulher dele.
Queria poder fazer ali mesmo, sem se importar com os garotos. Ia adorar meter nela selvagemente, sem tirar a venda dos olhos, ouvir ela gritar. Mas sabia que, se acordasse ela ou tentasse alguma coisa, o mais certo era acabarem brigando e ele talvez dormisse no sofá. Em vez disso, só acariciou com cuidado os glúteos duros da mulher por cima da camisola. Fez isso devagar pra não acordar ela, enquanto levantava os lençóis pra apreciar a figura dela. Mas sabia que não podia passar daquilo. E a pica dele tava cada vez mais dura.
Logo, pensamentos mais sombrios invadiram a mente dele. Pensou em sair pra procurar a enteada e se arrepiou ao perceber que não seria a primeira vez que fazia isso. Lembrou, envergonhado, como em algumas ocasiões tinha chegado a gozar nos lençóis daquela ninfeta a poucos centímetros do corpinho dela. Explorava os encantos dela roçando de leve as curvas com a palma da mão, tomando cuidado pra não acordar ela, igual fazia com a mulher. Se odiava por isso, mas tava ficando viciado no tesão que aquela situação causava. Como vinha acontecendo cada vez mais, no fim o instinto dele venceu a razão. Levantou da cama com o máximo cuidado pra não alertar a esposa. E foi em silêncio até aquele quarto proibido, vencido finalmente pela putaria.
Desde que Marta tinha proibido ele de gozar, as já frequentes As punhetas tinham dado lugar a longas e intensas sessões de esfregamento constante, que ela só interrompia para fazer as tarefas mais essenciais. O castigo imposto pelo irmão dias atrás tinha permitido que a garotinha ardente descobrisse novos horizontes de prazer. Naquela mesma tarde, depois de uma massagem intensa no clitóris, ela conseguiu prolongar por quase uma hora uma sensação de prazer imenso, que não ficava longe do tão desejado orgasmo.
Mas a necessidade de chegar ao clímax começava a ficar doentia. E a única coisa que a pobre garota conseguia com suas apalpadelas era se sentir cada vez mais excitada.
Ela percebeu na hora que alguém estava espiando. Por mais concentrada que estivesse nas próprias manobras, não podia ignorar a sombra alongada que o intruso projetava na parede, denunciando sua posição, escondido atrás da fresta da porta. Ela percebeu que suas travessuras estavam dando resultado, exatamente como seu dono queria. E não teve dúvida nenhuma sobre quem estava escondido atrás daquela porta.
Os alegres pijamas com que a pequena Marta costumava dormir tinham sido trocados por uma camiseta larga, sem mangas, mais confortável e fácil de tirar. Além disso, ela não usava calcinha, pois sabia que essa peça era proibida para ela. Na verdade, para ela era uma roupa perfeita, já que a única coisa que fazia desde o momento em que se trancava no quarto era enfiar os dedos até ficar exausta.
O fato de se sentir observada fez com que a pequena ficasse ainda mais excitada e decidiu que tinha que dar um belo show para o intruso. Então virou o corpo em direção à porta e se colocou de costas para ela, posicionando seus encantos ao alcance da pouca luz que entrava por ali. Assim que se certificou de que tanto a bunda quanto a buceta estavam expostas ao olhar atento daquela sombra expectante, começou a se masturbar ostensivamente, mexendo os quadris de forma impudica.
Marta se sentia invadida. Pelo tesão. Sabia que aquele sentimento não era por causa das sugestões do irmão. Conhecia muito bem as ordens dele e ter aqueles pensamentos tarados ainda não estava entre elas. Então sua cabecinha jovem logo entendeu que aquele prazer extra vinha da própria mente dela. Eram todos os pensamentos obscuros que ela sempre reprimiu no fundo do ser. Agora tentavam vir à tona, cientes de qual era a verdadeira natureza da "nova" Marta. E pela primeira vez ela se sentiu liberada, entregue por completo à sua doce escravidão.
A luz abundante que agora iluminava todo o corpo dela fez a pequena exibicionista saber que estava totalmente exposta diante do voyeur. Num puxão, arrancou a camiseta e começou a se tocar nos peitinhos sem vergonha, enquanto torcia os bicos inchados. Depois decidiu dar mais emoção ao espetáculo deslizando um dedo no cu e continuou se dando prazer nas posições mais obscenas que sua imaginação fértil pôde criar.
Depois de um longo tempo em que só se ouvia o chape-chape daqueles dedos infantis se enfiando nos buracos inflamados, ouviu-se um gemido abafado vindo da porta. E Marta pôde ver pelo canto do olho como o padrasto segurava a pica com força através da calça do pijama, onde se via uma mancha enorme fruto da gozada recente do espectador excitado.
A pequena escrava desejou poder saborear aquele esperma e se livrar assim da maldição. Mas sabia que o momento ainda não tinha chegado, tinha que esperar. Então quis dar um novo rumo ao espetáculo grotesco que estava fazendo e se virou para a luz, mostrando o corpo de frente, enquanto abria as pernas sem vergonha, olhando o padrasto estupefato direto nos olhos. Ele ficou imóvel, dominado pela situação, enquanto a garota acariciava sensualmente os peitos e depois levava as duas mãos na buceta e abria os lábios, oferecendo seus mais secretos encantos diante do olhar absorto do seu alvo. Finalmente, depois de enfiar um dedo na sua gruta molhada, levou-o à boca e se deliciou saboreando a própria excitação sem desviar o olhar nem por um instante do seu apavorado padrasto.
Ramón continuava imóvel, como uma estátua de pedra. A mente daquele adulto, uma vez liberta da excitação, voltava a se encontrar presa do pânico e da confusão. E ainda mais ao se saber descoberto. Então, assim que recuperou o domínio do próprio corpo, decidiu se afastar dali o mais rápido que pôde. Precisava de tempo para pensar friamente. Mas, antes de conseguir sair do quarto, uma nova imagem perturbou sua consciência quando aquela doce menininha, com um olhar safado e nada inocente, disse:
"—Boa noite, papai."
Na manhã seguinte, Ramón foi o primeiro a se levantar. Continuava inquieto com os pensamentos sombrios que o perseguiram durante toda a madrugada. E ainda tinha que levar a menina pra escola, o que o aterrorizava. Não fazer isso, no entanto, teria sido uma temeridade. Ele precisava ir naquela direção perigosa. Sua esposa, por outro lado, iria para o escritório no centro, acompanhando, no caminho, os outros dois filhos, como de costume. Ele sabia que não tinha nenhum motivo razoável para se recusar a acompanhar a enteada. E a última coisa que queria era levantar qualquer suspeita.
Sentiu-se mais relaxado ao ver a manhã transcorrer como a de qualquer dia normal. Sua esposa estava atarefada se arrumando às pressas, tão estressada quanto de costume. Enquanto isso, as duas meninas brigavam pra ver quem comia o último bolinho. Laura ganhou, como de costume. Na ponta da mesa estava Osvaldo, cada vez mais retraído. Parecia absorto nos próprios pensamentos. Finalmente, Ramón reuniu coragem suficiente para olhar diretamente para sua pequena enteada e não viu nada nela que fugisse do normal. Parecia a menina boa e obediente que sempre tinha sido.
Embora logo começasse a se perguntar se ela estaria pelada por baixo daquela saia tão curta. Ao ficar a sós com a pequena, Ramón tentou se comportar da forma mais normal que conseguiu. Ajudou a garotinha a pegar suas coisas e se preparou para acompanhá-la até a escola. Mas a tranquilidade dele se quebrou de repente quando sua princesinha perguntou com uma voz encantadora, inocente e um pouco safada:
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