Antes de mais nada, deixo claro que, embora já tenha visto alguns dos relatos a seguir postados, não vi todos aqui no Poringa. Por isso, tomo a liberdade de postá-los de novo, já que vou colocar as 9 partes. Espero que curtam, especialmente para o PABLO, que me fez NFU, comentando que tinha gostado dos relatos que postei...
Minha namorada adora mostrar a bunda Parte 3
Fala, galera. Desculpa a demora pra escrever, mas por motivos que vocês já devem imaginar, depois do que rolou no meu prédio com a minha namorada, a gente teve que mudar pra outro apartamento. Todo mundo já tinha descoberto o vício dela, e pra mim era muito vergonhoso ser parado na rua e ouvirem ofertas pra comer a raba da Marcela. Além disso, o Rubén, toda vez que via ela, perdia o controle e passava a mão na bunda dela, não importava onde estivesse, na frente de qualquer estranho, e ela não conseguia fazer nada pra impedir.
O limite foi quando, um dia, voltando do trabalho, encontrei minha namorada na guarita de segurança do prédio, encostada de frente pra parede, e o Rubén do lado dela, levantando a saia e exibindo a bunda dela pra pelo menos uns 6 ou 7 caras que eu nem conhecia. Todo mundo aplaudia e falava um monte de putaria, enquanto o Rubén passava a mão nela desesperadamente, e a Marcela, cada vez mais safada, deixava fazer sem dizer nada.
- Aí chega o corno do marido - falou o Rubén assim que me viu entrar.
Fez-se um silêncio enorme. Ela me olhou, tentou abaixar a saia, mas o Rubén não deixou. Todo mundo virou pra me encarar, enquanto ele continuou:
- Fique assim mesmo, senhora, mostre pro seu marido o quão puta você é, sabendo que aquilo que ele tava falando deixava ela louca.
Enquanto todo mundo ria, peguei a Marcela pelo braço, tirei ela dali e subimos pro nosso apartamento, onde, no meio de uma briga, fiz ela prometer que nunca mais faria exibições sem minha autorização ou sem eu estar presente. Ela tava muito arrependida e confessou que cada vez sentia mais vontade de mostrar a bunda e que não conseguia evitar ficar excitada só de ouvir alguma proposta ou saber que alguém queria passar a mão e comer ela.
Depois de conversar um bom tempo, a gente concordou que isso não podia continuar assim. Eu admiti que me excita ver ela mostrar a bundinha dela, mas já tinha passado dos limites. descontrolado e que precisava dar um jeito.
Foi aí que decidimos nos mudar e mudar de vida. Ela prometeu se controlar diante de qualquer insinuação e eu prometi não pedir mais que ela se exibisse em público.
Foi assim que passamos esses meses entretidos procurando uma nova casa e, depois que encontramos, decorando e mobiliando.
Tínhamos relações sexuais "normais" e os dois tentávamos evitar mencionar qualquer coisa do que vivemos no passado. De qualquer forma, eu tinha certeza de que Marcela lembrava muito bem de tudo e percebia porque, no meio da relação, ela fechava os olhos e, enfiando um dedo na buceta, gozava umas três vezes seguidas. Eu também não posso negar que, quando estava sozinho, me vinham à cabeça as cenas da minha mina trepando com gente estranha, e eu acabava fazendo uma baita punheta.
Uma tarde, decidimos ir a uma loja de móveis que uma amiga da Marcela tinha recomendado, já que planejávamos trocar os móveis do quarto, especialmente a cama, que por ser bem velha, fazia barulho só de a gente se mexer nela. Quando chegamos, fomos recebidos por um cara de uns 30 anos:
- Boa tarde, me chamo Carlos, em que posso ajudar? - perguntou educadamente.
- Boa tarde, uma amiga dela recomendou este lugar - respondi, apontando para Marcela.
- Oi, nos recomendaram falar com um tal de Pedro - disse ela.
- É meu pai - respondeu ele - entrem, por favor. Marcela passou na frente, e eu notei como os olhos dele foram direto pra rabeta dela, que, diga-se de passagem, estava bem marcada naquelas calças de tecido fininho que ela estava usando.
Ele nos fez entrar num escritório, e atrás de uma mesa estava um senhor de uns 65 anos, que Carlos logo apresentou como o pai dele.
- Boa tarde, senhor. Minha amiga Cecília nos mandou aqui pra ajudar a escolher uma boa cama - disse Marcela.
- Ah, sim, a Cecília me ligou e disse que você viria - respondeu Pedro - o que ela não disse é que você viria com seu marido. continuou.
Não entendi por que ele disse aquilo, mas não dei muita importância.
- Venham, vamos para os fundos, onde fica a fábrica, e aí vou mostrar os modelos de cama que tenho, continuou ele.
Assim que Marcela se levantou, o velho cravou o olhar descaradamente na bunda dela e continuou admirando enquanto caminhava atrás dela, sem se importar se eu percebia ou não.
Isso me deu uma certa raiva, mas não posso negar que também me deixou com muito tesão.
Atravessamos uma porta e entramos num galpão enorme, cheio de pedaços de madeira e serragem por todo lado. Tinha pelo menos 10 operários trabalhando, e conforme Marcela passava na frente deles, iam despindo ela com os olhos. Naquele momento, percebi que isso não tinha passado despercebido pra ela, porque notei que ela empinava mais a raba e mexia de um jeito bem sensual.
Comecei a me preocupar quando ela se virou pra me olhar e vi na expressão dela que já tava no fogo. Pensei em pegar ela pelo braço e voltar outro dia, mas a excitação que sentia ao vê-la se exibindo foi mais forte e não consegui mexer um músculo.
- Aqui estão os modelos de cama que fabricamos, disse o velho. Todas têm colchões pra você testar, continuou, se dirigindo a Marcela.
- Não precisa, só de olhar já dá pra ver, falei eu.
- Não acredita no seu marido, gata. É melhor você testar pra saber qual é a mais confortável, ele disse pra Marcela, me ignorando completamente.
- Deita nessa aqui, pra ver como você sente, continuou, apontando pra uma cama de dois lugares e meio.
Marcela, que até agora não tinha dito nada, me olhou e falou com a voz trêmula de tesão:
- Meu amor, posso deitar na cama do senhor?
Eu fiquei mudo. Olhei pro velho, que tava sorrindo, e vi todos os operários pararem o que estavam fazendo e prestarem atenção na cena.
Como não recebi resposta minha, Marcela se jogou na cama de bruços, com a bunda bem empinada.
- E aí, — O que você acha, gata? — perguntou o velho.
— Não sei direito, não — respondeu Marcela.
— Mexe um pouco, levanta mais a bunda e desce, pra ver como sente a firmeza — instruiu o velho.
Nessa altura, já dava pra ver um volume na calça do velho, e os carpinteiros já tinham se aproximado bastante, formando um círculo em volta da cama. Eu estava imóvel, olhando tudo, e a única coisa em que pensava era em tirar a pica da calça, porque de tão dura que estava, tava me matando.
— Tá bom assim, senhor? — perguntou Marcela, enquanto levantava a bunda e se deixava cair.
— Assim tá ótimo, gata — respondeu o velho, tentando ajeitar a pica na calça.
— Mesmo assim, não sei direito — disse Marcela.
— Gata, você dorme de pijama? — perguntou o velho.
— Não, por quê?
— E como você dorme?
— De calcinha.
— Por isso você não sente se o colchão é confortável. Eu recomendaria que você tirasse a calcinha pra testar.
— Não precisa — falei eu, tentando mostrar uma autoridade que já tinha perdido há muito tempo.
Os operários já tinham se aproximado mais e estavam a menos de um metro da minha namorada.
— Senhor, eu aconselharia o senhor a sentar naquela cadeira e esperar lá enquanto fazemos sua mulher testar a cama — disse o velho.
O que eu obedeci, um pouco porque com o olhar dela Marcela estava me pedindo, e outro porque de tanto tesão que eu tava, já não conseguia mais ficar de pé.
— Vamos, gata, mostra pra gente como você dorme — pediu o velho.
Então Marcela desabotoou a calça e tirou, deixando à mostra uma calcinha branca minúscula, quase toda enfiada naquela bunda linda.
Ela se deitou de bruços e, olhando pro velho, perguntou: — Tá melhor assim, senhor?
— Sim, gata, agora você deve estar bem quente mostrando a bunda pra gente. Sua amiga me contou que você adora mostrar ela, e eu tava ansioso pra ver. Vejo que seu marido não se importa, então abre bem pra nós. Então a Marcela ficou de quatro, levantou bem aquela bundinha minúscula e deixou ela à mercê de quem quisesse olhar. Enquanto o velho e os funcionários baixaram as calças e mostraram uns membros enormes, totalmente eretos. Isso deixou a Marcela louca, que começou a enfiar um dedo na buceta e a gemer desesperadamente. Dava pra ver que ela tinha se segurado por muito tempo e que agora estava mais sem freio do que nunca.
- Quer que a gente arrebente essa bundinha, gata? - disse o velho.
- Por favor, chupa ela pra mim, senhor - implorava Marcela enquanto puxava a tanga pro lado, mostrando o cuzinho aberto.
O velho não se fez de rogado e rapidamente levou a língua naquele buraquinho precioso, enquanto os outros começaram a passar a mão nela por todo lado e um deles enfiou a pica na boca dela, que a minha namorada aceitou de boa e começou a chupar feito uma louca até o cara não aguentar mais e encher a boca dela de porra. Enquanto isso, se revezavam no cu: um saía e outro já metia a boca, tiravam a boca e enfiavam primeiro um, depois dois e até três dedos. Apalpavam ela toda. Tiraram a camiseta dela e chupavam os peitos. Ela só gemia e pedia mais pica.
Eu só olhava enquanto uns onze caras aproveitavam da puta da minha namorada e me masturbava, gozava e voltava a me masturbar de novo.
- Saiam todos - ordenou o velho de repente. - Troquem de roupa e voltem a trabalhar, que pra vocês a festa acabou.
- Não me deixa assim, senhor, por favor, preciso de uma pica na minha bundinha - dizia Marcela enquanto olhava pra ele com cara de desespero.
- Se fizer o que eu mandar, você vai ter.
- Gostou do meu filho, né? Vi como você olhou pra ele quando entrou. Então agora você vai se trocar, vai buscar ele no salão de vendas, vai trazer ele pra cá e, na minha frente e na do seu marido, vai pedir pra ele arrebentar a sua bundinha.
Marcela se levantou, se limpou com uma toalha que o velho deu, se vestiu e saiu andando em direção à parte de... Vai em frente. O velho me olhou e mandou eu subir a calça e agir como se nada tivesse acontecido.
- Você vai ver como vai esquentar quando sua mulher, do nada, pedir pra um cara arrebentar a buceta dela, ele disse.
A ideia me agradou, então obedeci.
Fiquei de pé ao lado do velho, e ele fingia que me explicava as vantagens da cama, quando a Marcela chegou com o filho.
- O que você precisa, pai? – ela perguntou.
- A senhora precisa que você faça um favor pra ela – ele respondeu.
- A senhora manda.
- Chama ela de gostosa – ordenou o velho.
- Quero que você arrebente minha bucetinha na frente do meu marido e do seu pai – disse Marcela, enquanto abaixava a calça e mostrava a raba nua.
- Vi como você me olhava quando me conheceu. Você me excita pra caralho e eu preciso de uma pica dentro de mim, então, por favor, arrebenta ela – completou.
O moleque não entendia nada. Olhava pra mim e pro velho enquanto tocava, meio sem jeito, a bunda da minha mina.
O pai mandou ele se despir, e a Marcela fez o mesmo e se deitou no colchão. O cara deitou do lado e começaram a se beijar e se apalpar por todo lado. O velho tirou a calça de novo, e eu fiz o mesmo. Ficamos de pé, assistindo a cena.
- Que puta que é sua mulher, olha como ela adora a pica do meu filho – o velho me dizia. Ele tinha razão. A Marcela chupava com gosto, e o velho, de vez em quando, enfiava um dedo no cu dela, deixando ela mais doida ainda.
- Olha como ela engole o dedo, que cuzão gostoso – ele continuava.
- Vem cá, gostosa, chupa a minha enquanto meu filho abre mais essa raba.
Na hora, a Marcela se levantou, ficou de quatro, empinou a bucetinha e enfiou a pica do velho na boca, enquanto o filho se posicionou atrás e meteu até o talo. Não dá pra explicar como ela gritava e se mexia. Tava explodindo de tesão. Pedia mais e mais. O velho xingava ela, chamava de puta, de rabuda, e ela ficava ainda mais louca. Ficaram assim. Por um bom tempo, ela deve ter gozado pelo menos 5 vezes, até que o filho encheu a buceta dela toda de porra e, no segundo round, o velho fez ela engolir todo o esperma dele.
Marcela ficou estirada na cama, toda arrebentada.
Eu soube a partir daí que minha namorada nunca mais ia mudar.
Minha namorada adora mostrar a bunda Parte 3
Fala, galera. Desculpa a demora pra escrever, mas por motivos que vocês já devem imaginar, depois do que rolou no meu prédio com a minha namorada, a gente teve que mudar pra outro apartamento. Todo mundo já tinha descoberto o vício dela, e pra mim era muito vergonhoso ser parado na rua e ouvirem ofertas pra comer a raba da Marcela. Além disso, o Rubén, toda vez que via ela, perdia o controle e passava a mão na bunda dela, não importava onde estivesse, na frente de qualquer estranho, e ela não conseguia fazer nada pra impedir.
O limite foi quando, um dia, voltando do trabalho, encontrei minha namorada na guarita de segurança do prédio, encostada de frente pra parede, e o Rubén do lado dela, levantando a saia e exibindo a bunda dela pra pelo menos uns 6 ou 7 caras que eu nem conhecia. Todo mundo aplaudia e falava um monte de putaria, enquanto o Rubén passava a mão nela desesperadamente, e a Marcela, cada vez mais safada, deixava fazer sem dizer nada.
- Aí chega o corno do marido - falou o Rubén assim que me viu entrar.
Fez-se um silêncio enorme. Ela me olhou, tentou abaixar a saia, mas o Rubén não deixou. Todo mundo virou pra me encarar, enquanto ele continuou:
- Fique assim mesmo, senhora, mostre pro seu marido o quão puta você é, sabendo que aquilo que ele tava falando deixava ela louca.
Enquanto todo mundo ria, peguei a Marcela pelo braço, tirei ela dali e subimos pro nosso apartamento, onde, no meio de uma briga, fiz ela prometer que nunca mais faria exibições sem minha autorização ou sem eu estar presente. Ela tava muito arrependida e confessou que cada vez sentia mais vontade de mostrar a bunda e que não conseguia evitar ficar excitada só de ouvir alguma proposta ou saber que alguém queria passar a mão e comer ela.
Depois de conversar um bom tempo, a gente concordou que isso não podia continuar assim. Eu admiti que me excita ver ela mostrar a bundinha dela, mas já tinha passado dos limites. descontrolado e que precisava dar um jeito.
Foi aí que decidimos nos mudar e mudar de vida. Ela prometeu se controlar diante de qualquer insinuação e eu prometi não pedir mais que ela se exibisse em público.
Foi assim que passamos esses meses entretidos procurando uma nova casa e, depois que encontramos, decorando e mobiliando.
Tínhamos relações sexuais "normais" e os dois tentávamos evitar mencionar qualquer coisa do que vivemos no passado. De qualquer forma, eu tinha certeza de que Marcela lembrava muito bem de tudo e percebia porque, no meio da relação, ela fechava os olhos e, enfiando um dedo na buceta, gozava umas três vezes seguidas. Eu também não posso negar que, quando estava sozinho, me vinham à cabeça as cenas da minha mina trepando com gente estranha, e eu acabava fazendo uma baita punheta.
Uma tarde, decidimos ir a uma loja de móveis que uma amiga da Marcela tinha recomendado, já que planejávamos trocar os móveis do quarto, especialmente a cama, que por ser bem velha, fazia barulho só de a gente se mexer nela. Quando chegamos, fomos recebidos por um cara de uns 30 anos:
- Boa tarde, me chamo Carlos, em que posso ajudar? - perguntou educadamente.
- Boa tarde, uma amiga dela recomendou este lugar - respondi, apontando para Marcela.
- Oi, nos recomendaram falar com um tal de Pedro - disse ela.
- É meu pai - respondeu ele - entrem, por favor. Marcela passou na frente, e eu notei como os olhos dele foram direto pra rabeta dela, que, diga-se de passagem, estava bem marcada naquelas calças de tecido fininho que ela estava usando.
Ele nos fez entrar num escritório, e atrás de uma mesa estava um senhor de uns 65 anos, que Carlos logo apresentou como o pai dele.
- Boa tarde, senhor. Minha amiga Cecília nos mandou aqui pra ajudar a escolher uma boa cama - disse Marcela.
- Ah, sim, a Cecília me ligou e disse que você viria - respondeu Pedro - o que ela não disse é que você viria com seu marido. continuou.
Não entendi por que ele disse aquilo, mas não dei muita importância.
- Venham, vamos para os fundos, onde fica a fábrica, e aí vou mostrar os modelos de cama que tenho, continuou ele.
Assim que Marcela se levantou, o velho cravou o olhar descaradamente na bunda dela e continuou admirando enquanto caminhava atrás dela, sem se importar se eu percebia ou não.
Isso me deu uma certa raiva, mas não posso negar que também me deixou com muito tesão.
Atravessamos uma porta e entramos num galpão enorme, cheio de pedaços de madeira e serragem por todo lado. Tinha pelo menos 10 operários trabalhando, e conforme Marcela passava na frente deles, iam despindo ela com os olhos. Naquele momento, percebi que isso não tinha passado despercebido pra ela, porque notei que ela empinava mais a raba e mexia de um jeito bem sensual.
Comecei a me preocupar quando ela se virou pra me olhar e vi na expressão dela que já tava no fogo. Pensei em pegar ela pelo braço e voltar outro dia, mas a excitação que sentia ao vê-la se exibindo foi mais forte e não consegui mexer um músculo.
- Aqui estão os modelos de cama que fabricamos, disse o velho. Todas têm colchões pra você testar, continuou, se dirigindo a Marcela.
- Não precisa, só de olhar já dá pra ver, falei eu.
- Não acredita no seu marido, gata. É melhor você testar pra saber qual é a mais confortável, ele disse pra Marcela, me ignorando completamente.
- Deita nessa aqui, pra ver como você sente, continuou, apontando pra uma cama de dois lugares e meio.
Marcela, que até agora não tinha dito nada, me olhou e falou com a voz trêmula de tesão:
- Meu amor, posso deitar na cama do senhor?
Eu fiquei mudo. Olhei pro velho, que tava sorrindo, e vi todos os operários pararem o que estavam fazendo e prestarem atenção na cena.
Como não recebi resposta minha, Marcela se jogou na cama de bruços, com a bunda bem empinada.
- E aí, — O que você acha, gata? — perguntou o velho.
— Não sei direito, não — respondeu Marcela.
— Mexe um pouco, levanta mais a bunda e desce, pra ver como sente a firmeza — instruiu o velho.
Nessa altura, já dava pra ver um volume na calça do velho, e os carpinteiros já tinham se aproximado bastante, formando um círculo em volta da cama. Eu estava imóvel, olhando tudo, e a única coisa em que pensava era em tirar a pica da calça, porque de tão dura que estava, tava me matando.
— Tá bom assim, senhor? — perguntou Marcela, enquanto levantava a bunda e se deixava cair.
— Assim tá ótimo, gata — respondeu o velho, tentando ajeitar a pica na calça.
— Mesmo assim, não sei direito — disse Marcela.
— Gata, você dorme de pijama? — perguntou o velho.
— Não, por quê?
— E como você dorme?
— De calcinha.
— Por isso você não sente se o colchão é confortável. Eu recomendaria que você tirasse a calcinha pra testar.
— Não precisa — falei eu, tentando mostrar uma autoridade que já tinha perdido há muito tempo.
Os operários já tinham se aproximado mais e estavam a menos de um metro da minha namorada.
— Senhor, eu aconselharia o senhor a sentar naquela cadeira e esperar lá enquanto fazemos sua mulher testar a cama — disse o velho.
O que eu obedeci, um pouco porque com o olhar dela Marcela estava me pedindo, e outro porque de tanto tesão que eu tava, já não conseguia mais ficar de pé.
— Vamos, gata, mostra pra gente como você dorme — pediu o velho.
Então Marcela desabotoou a calça e tirou, deixando à mostra uma calcinha branca minúscula, quase toda enfiada naquela bunda linda.
Ela se deitou de bruços e, olhando pro velho, perguntou: — Tá melhor assim, senhor?
— Sim, gata, agora você deve estar bem quente mostrando a bunda pra gente. Sua amiga me contou que você adora mostrar ela, e eu tava ansioso pra ver. Vejo que seu marido não se importa, então abre bem pra nós. Então a Marcela ficou de quatro, levantou bem aquela bundinha minúscula e deixou ela à mercê de quem quisesse olhar. Enquanto o velho e os funcionários baixaram as calças e mostraram uns membros enormes, totalmente eretos. Isso deixou a Marcela louca, que começou a enfiar um dedo na buceta e a gemer desesperadamente. Dava pra ver que ela tinha se segurado por muito tempo e que agora estava mais sem freio do que nunca.
- Quer que a gente arrebente essa bundinha, gata? - disse o velho.
- Por favor, chupa ela pra mim, senhor - implorava Marcela enquanto puxava a tanga pro lado, mostrando o cuzinho aberto.
O velho não se fez de rogado e rapidamente levou a língua naquele buraquinho precioso, enquanto os outros começaram a passar a mão nela por todo lado e um deles enfiou a pica na boca dela, que a minha namorada aceitou de boa e começou a chupar feito uma louca até o cara não aguentar mais e encher a boca dela de porra. Enquanto isso, se revezavam no cu: um saía e outro já metia a boca, tiravam a boca e enfiavam primeiro um, depois dois e até três dedos. Apalpavam ela toda. Tiraram a camiseta dela e chupavam os peitos. Ela só gemia e pedia mais pica.
Eu só olhava enquanto uns onze caras aproveitavam da puta da minha namorada e me masturbava, gozava e voltava a me masturbar de novo.
- Saiam todos - ordenou o velho de repente. - Troquem de roupa e voltem a trabalhar, que pra vocês a festa acabou.
- Não me deixa assim, senhor, por favor, preciso de uma pica na minha bundinha - dizia Marcela enquanto olhava pra ele com cara de desespero.
- Se fizer o que eu mandar, você vai ter.
- Gostou do meu filho, né? Vi como você olhou pra ele quando entrou. Então agora você vai se trocar, vai buscar ele no salão de vendas, vai trazer ele pra cá e, na minha frente e na do seu marido, vai pedir pra ele arrebentar a sua bundinha.
Marcela se levantou, se limpou com uma toalha que o velho deu, se vestiu e saiu andando em direção à parte de... Vai em frente. O velho me olhou e mandou eu subir a calça e agir como se nada tivesse acontecido.
- Você vai ver como vai esquentar quando sua mulher, do nada, pedir pra um cara arrebentar a buceta dela, ele disse.
A ideia me agradou, então obedeci.
Fiquei de pé ao lado do velho, e ele fingia que me explicava as vantagens da cama, quando a Marcela chegou com o filho.
- O que você precisa, pai? – ela perguntou.
- A senhora precisa que você faça um favor pra ela – ele respondeu.
- A senhora manda.
- Chama ela de gostosa – ordenou o velho.
- Quero que você arrebente minha bucetinha na frente do meu marido e do seu pai – disse Marcela, enquanto abaixava a calça e mostrava a raba nua.
- Vi como você me olhava quando me conheceu. Você me excita pra caralho e eu preciso de uma pica dentro de mim, então, por favor, arrebenta ela – completou.
O moleque não entendia nada. Olhava pra mim e pro velho enquanto tocava, meio sem jeito, a bunda da minha mina.
O pai mandou ele se despir, e a Marcela fez o mesmo e se deitou no colchão. O cara deitou do lado e começaram a se beijar e se apalpar por todo lado. O velho tirou a calça de novo, e eu fiz o mesmo. Ficamos de pé, assistindo a cena.
- Que puta que é sua mulher, olha como ela adora a pica do meu filho – o velho me dizia. Ele tinha razão. A Marcela chupava com gosto, e o velho, de vez em quando, enfiava um dedo no cu dela, deixando ela mais doida ainda.
- Olha como ela engole o dedo, que cuzão gostoso – ele continuava.
- Vem cá, gostosa, chupa a minha enquanto meu filho abre mais essa raba.
Na hora, a Marcela se levantou, ficou de quatro, empinou a bucetinha e enfiou a pica do velho na boca, enquanto o filho se posicionou atrás e meteu até o talo. Não dá pra explicar como ela gritava e se mexia. Tava explodindo de tesão. Pedia mais e mais. O velho xingava ela, chamava de puta, de rabuda, e ela ficava ainda mais louca. Ficaram assim. Por um bom tempo, ela deve ter gozado pelo menos 5 vezes, até que o filho encheu a buceta dela toda de porra e, no segundo round, o velho fez ela engolir todo o esperma dele.
Marcela ficou estirada na cama, toda arrebentada.
Eu soube a partir daí que minha namorada nunca mais ia mudar.
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