Quando eu era moleque e comecei a perceber que gostava de caras, não sabia o que fazer. Me juntava com meus amigos, morria de vontade de ver eles pelados, e quando via, queria tocar, sentir o corpo deles. Então aprendi a ficar acordado...
Quando a gente dormia junto, sempre ficava até tarde conversando, vendo filme, jogando alguma coisa, enchendo o saco, resumindo. Assim, de bobeira, a gente ia cansando, até a conversa diminuir e a gente cair no sono.
Um desses dias, sei lá por que, fiquei acordado quando todo mundo já tinha apagado. Éramos cinco: Jonathan, Gastón, Federico, Nacho e eu. Quem mais me dava tesão era e ainda é Federico: loiro, olho azul intenso, corpo bonito, gente boa, e o melhor de tudo: era o que tinha o sono mais pesado...!!
Essa noite a gente tinha ficado na casa do Jonathan, e estava num mezanino grande que dava pra sala, com sacos de dormir que a gente nem usava porque no mezanino sempre fazia calor. A gente tava deitado em círculo: eu, depois Nacho, Gastón, Jonathan, Federico e eu de novo. Não acreditava na sorte que eu tinha de estar do lado do Fede. Escutava a respiração calma e relaxada dele, a luz fraca que vinha de fora me deixava ver ele inteiro. Ele tava de lado, olhando na minha direção, com uma camiseta e o saco de dormir cobrindo da cintura pra baixo. Dava pra ver que ele tava com calor...
Devagar e silenciosamente, fui me aproximando, muito consciente de que se alguém acordasse e me descobrisse, a parada ia acabar muito mal...
Com a respiração e o pulso acelerados, me deitei do lado dele, a uns 30 cm, e lentamente, com a mão trêmula, fui aproximando do corpo dele. Ia tocar ele quando, de repente, ele se mexeu no sono. O saco de dormir escorregou e deixou à mostra um belo volume apertado com força dentro de uma cueca branca. O pulso acelerou, eu tava com medo de ser descoberto, mas tava mais tarado e excitado, com a mão trêmula e a respiração ofegante. Retomei minha expedição rumo ao prazer do contato com o corpo dele, estiquei um pouco o braço e apoiei suavemente a mão no peito dele, tava quente, se movia devagar no ritmo da respiração. Fui descendo lentamente até a dobra da camiseta dele e senti o contato com a pele, era lisa, macia e morna, os pelinhos de adolescente que tavam começando a aparecer roçavam na palma da minha mão. Deslizei a mão pra baixo, passei por cima do umbigo dele, os pelos eram cada vez mais grossos, mais duros. Com o nervosismo, eu olhava pra todo lado, ansioso e tenso, mas ao mesmo tempo o tato era o sentido mais agudo naquele momento. Toquei a borda da cueca, tava justa, com medo de que a força necessária pra meter a mão dentro fosse demais e acordasse ele, continuei por cima do tecido fino da cueca. Senti o pau dele, quente, meio inchado por algum sonho erótico que ele devia estar tendo, era grande, esponjoso. Toquei os ovos dele, entre as pernas com pelo fino e macio, cheguei no começo da racha. Tava com vontade de sentir a pele que esperava debaixo daquele tecido...
Tava muito nervoso, queria com toda a minha tesão meter a mão dentro daquela cueca, mas podia acordar ele. Dei uma pausa na minha expedição e me deitei do lado dele, me tocando. Tava com o pau duro, meus 15 cm de catorze anos tavam a todo vapor, a porra ia esquentando e se acumulando dentro dos meus ovos. Me toquei por uns minutos e quando a tesão foi demais e vi que o Fede tava mais dormindo que uma pedra, criei coragem e retomei a expedição disposto a tudo ou nada. Me deitei com o peito na frente do volume dele, toquei o pau dele, tive a sensação de que tava mais duro e maior, senti como se o meu próprio pau inchasse com mais força. Delicadamente, peguei o elástico da cueca dele e estiquei, abriu uma fresta entre aquele ventre de deus e a cueca. Meti a outra mão e senti os pelos duros e sedosos que rodeavam o pau lindo dele. Suavemente, agarrei ele, tava quente e meio duro, com a cabeça meio... Molhada, era uma maravilha, os ovos dele estavam inchados, apertados no saco, dava pra sentir um cheiro mistura de amaciante de roupa e suor juvenil. De repente, ouvi um barulho, quase bruscamente coloquei tudo de volta no lugar. Olhei pro lado e vi que era o Nacho que tinha se ajeitado. Nervoso e assustado, voltei pro meu lugar original, tremendo e todo agitado. Esperei um tempo pra ter certeza de que tudo estava calmo e silencioso de novo. Me virei e vi que o volume do Fede estava visivelmente maior, e que o pau dele fazia força contra a cueca pra conseguir uma ereção das mais duras...
Com aquela visão, continuei me tocando e batendo uma por um tempo. Quando não aguentei mais, gozei com uma potência que nunca tinha tido antes. Eu tinha ficado muito excitado, e o prazer era imenso.
Depois de gozar, um relaxamento divino percorreu todo o meu corpo. Fechei os olhos e fiquei um tempo relembrando as sensações que tinha vivido, até que mexi a mão e senti meu esperma já frio e líquido na minha barriga. Levantei e fui ao banheiro me limpar.
Quando voltei, o Fede já tinha se virado e se coberto de novo com o saco de dormir. Eu fiz o mesmo e dormi.
No dia seguinte, acordei e já estavam todos acordados e conversando. Olhei pro Fede, ele me olhou, riu e perguntou o que eu tinha. Eu disse: "Nada, mano, o que vai ser? Dormi que nem uma pedra." 😃
Bom, meu primeiro relato, nomes falsos mas experiência mais que real. Espero que tenham curtido com uma boa punheta...!!! 😉
Quando a gente dormia junto, sempre ficava até tarde conversando, vendo filme, jogando alguma coisa, enchendo o saco, resumindo. Assim, de bobeira, a gente ia cansando, até a conversa diminuir e a gente cair no sono.
Um desses dias, sei lá por que, fiquei acordado quando todo mundo já tinha apagado. Éramos cinco: Jonathan, Gastón, Federico, Nacho e eu. Quem mais me dava tesão era e ainda é Federico: loiro, olho azul intenso, corpo bonito, gente boa, e o melhor de tudo: era o que tinha o sono mais pesado...!!
Essa noite a gente tinha ficado na casa do Jonathan, e estava num mezanino grande que dava pra sala, com sacos de dormir que a gente nem usava porque no mezanino sempre fazia calor. A gente tava deitado em círculo: eu, depois Nacho, Gastón, Jonathan, Federico e eu de novo. Não acreditava na sorte que eu tinha de estar do lado do Fede. Escutava a respiração calma e relaxada dele, a luz fraca que vinha de fora me deixava ver ele inteiro. Ele tava de lado, olhando na minha direção, com uma camiseta e o saco de dormir cobrindo da cintura pra baixo. Dava pra ver que ele tava com calor...
Devagar e silenciosamente, fui me aproximando, muito consciente de que se alguém acordasse e me descobrisse, a parada ia acabar muito mal...
Com a respiração e o pulso acelerados, me deitei do lado dele, a uns 30 cm, e lentamente, com a mão trêmula, fui aproximando do corpo dele. Ia tocar ele quando, de repente, ele se mexeu no sono. O saco de dormir escorregou e deixou à mostra um belo volume apertado com força dentro de uma cueca branca. O pulso acelerou, eu tava com medo de ser descoberto, mas tava mais tarado e excitado, com a mão trêmula e a respiração ofegante. Retomei minha expedição rumo ao prazer do contato com o corpo dele, estiquei um pouco o braço e apoiei suavemente a mão no peito dele, tava quente, se movia devagar no ritmo da respiração. Fui descendo lentamente até a dobra da camiseta dele e senti o contato com a pele, era lisa, macia e morna, os pelinhos de adolescente que tavam começando a aparecer roçavam na palma da minha mão. Deslizei a mão pra baixo, passei por cima do umbigo dele, os pelos eram cada vez mais grossos, mais duros. Com o nervosismo, eu olhava pra todo lado, ansioso e tenso, mas ao mesmo tempo o tato era o sentido mais agudo naquele momento. Toquei a borda da cueca, tava justa, com medo de que a força necessária pra meter a mão dentro fosse demais e acordasse ele, continuei por cima do tecido fino da cueca. Senti o pau dele, quente, meio inchado por algum sonho erótico que ele devia estar tendo, era grande, esponjoso. Toquei os ovos dele, entre as pernas com pelo fino e macio, cheguei no começo da racha. Tava com vontade de sentir a pele que esperava debaixo daquele tecido...
Tava muito nervoso, queria com toda a minha tesão meter a mão dentro daquela cueca, mas podia acordar ele. Dei uma pausa na minha expedição e me deitei do lado dele, me tocando. Tava com o pau duro, meus 15 cm de catorze anos tavam a todo vapor, a porra ia esquentando e se acumulando dentro dos meus ovos. Me toquei por uns minutos e quando a tesão foi demais e vi que o Fede tava mais dormindo que uma pedra, criei coragem e retomei a expedição disposto a tudo ou nada. Me deitei com o peito na frente do volume dele, toquei o pau dele, tive a sensação de que tava mais duro e maior, senti como se o meu próprio pau inchasse com mais força. Delicadamente, peguei o elástico da cueca dele e estiquei, abriu uma fresta entre aquele ventre de deus e a cueca. Meti a outra mão e senti os pelos duros e sedosos que rodeavam o pau lindo dele. Suavemente, agarrei ele, tava quente e meio duro, com a cabeça meio... Molhada, era uma maravilha, os ovos dele estavam inchados, apertados no saco, dava pra sentir um cheiro mistura de amaciante de roupa e suor juvenil. De repente, ouvi um barulho, quase bruscamente coloquei tudo de volta no lugar. Olhei pro lado e vi que era o Nacho que tinha se ajeitado. Nervoso e assustado, voltei pro meu lugar original, tremendo e todo agitado. Esperei um tempo pra ter certeza de que tudo estava calmo e silencioso de novo. Me virei e vi que o volume do Fede estava visivelmente maior, e que o pau dele fazia força contra a cueca pra conseguir uma ereção das mais duras...
Com aquela visão, continuei me tocando e batendo uma por um tempo. Quando não aguentei mais, gozei com uma potência que nunca tinha tido antes. Eu tinha ficado muito excitado, e o prazer era imenso.
Depois de gozar, um relaxamento divino percorreu todo o meu corpo. Fechei os olhos e fiquei um tempo relembrando as sensações que tinha vivido, até que mexi a mão e senti meu esperma já frio e líquido na minha barriga. Levantei e fui ao banheiro me limpar.
Quando voltei, o Fede já tinha se virado e se coberto de novo com o saco de dormir. Eu fiz o mesmo e dormi.
No dia seguinte, acordei e já estavam todos acordados e conversando. Olhei pro Fede, ele me olhou, riu e perguntou o que eu tinha. Eu disse: "Nada, mano, o que vai ser? Dormi que nem uma pedra." 😃
Bom, meu primeiro relato, nomes falsos mas experiência mais que real. Espero que tenham curtido com uma boa punheta...!!! 😉
3 comentários - Silenciosa