Nova aposta ganhou

Na minha cabeça, mais uma nova fantasia pra realizar tava rondando, mas eu precisava ganhar de novo uma das nossas partidas pra isso. Assim, Ana ia ser obrigada a pagar a aposta como perdedora. Precisei de várias jogadas pra conseguir vencer ela; quanto mais interesse eu colocava, mais partidas eu perdia. Não conseguia ganhar nem fazendo trapaça, até que chegou minha hora e finalmente eu ganhei. E claro, não demorei pra dizer qual ia ser meu desejo:

Vamos alugar uma cabana num camping de segunda a domingo, onde você vai ficar sozinha até sexta à tarde, quando eu chegar. Mas não é só isso: você vai ter que ser quem decide com quem fazer amizades durante esses dias, e até onde quer ir (os limites quem põe é você). Uma última coisa: você vai ter que anotar tudo que for acontecendo nesse caderno, porque depois vai ter que me contar sem pular um único detalhe.

Agora escrevo direto do caderno dela:

Segunda: Isso aqui é muito bonito, praia, piscina, muita natureza e tudo muito limpo e arrumado. Mas tô sozinha e meio entediada. Pensei que no primeiro dia vou passar na praia.

Não tem muita gente, mas decidi me afastar um pouco e ficar só de top-less. Quando voltei de tarde, resolvi ir pro mesmo lugar. Cheguei e vi que tava tão tranquilo quanto antes. Depois de uns trinta minutos, chegaram três caras jovens, uns 27 ou 28 anos, e se sentaram a uns 20 metros de onde eu tava. Montaram uma espécie de guarda-sol e colocaram as toalhas debaixo. Não pensaram duas vezes: foram tirando toda a roupa e ficaram pelados na minha frente, sem se importar nem um pouco que eu tivesse ali.

Terça: Hoje decidi passar o dia todo na piscina. E, embora muitos caras tenham chegado perto, na intenção de bater um papo ou me convidar pra tomar algo (desculpa perfeita pra paquerar), não me senti atraída por nenhum.

Eu continuo pegando sol. Igual que na praia de topless, e isso já causou briga em mais de um casal. Dava pra perceber como os maridos disfarçavam pra me olhar, e as mulheres deles não achavam graça nenhuma.

Na hora do jantar, resolvi sentar pra tomar algo na varanda do quiosque. Um instante depois, chegaram os três caras que eu tinha visto no dia anterior na praia. Sentaram bem na mesa ao lado. Quando eu tava indo embora, um deles, talvez o mais ousado, levantou e, com um sorriso daqueles de comercial de TV, me segurou pelo braço e pediu pra eu ficar e tomar uma cerveja com eles, que me deviam uma explicação por terem ficado pelados na praia sem saber se ia me incomodar (eles não faziam ideia do quanto eu tinha curtido a vista).

Pensei que não faria mal um pouco de companhia e aceitei o convite. Fizemos as apresentações e eles disseram se chamar Fran, Sebas e Juan. Que o motivo das mini férias era uma espécie de despedida de fim de faculdade que resolveram fazer antes de cada um voltar pra sua cidade.

Me pareceram três caras super divertidos e muito educados também. O tempo todo foi super relaxado e, sem perceber, já eram quase quatro da manhã. Eles me acompanharam até meu bangalô, que ficava praticamente do lado do deles, e antes de ir embora, me fizeram prometer que na manhã seguinte eu passaria com eles na praia.

Quarta-feira: Como tinha prometido, eles me buscaram cedo e, antes de descer pra praia, passamos no supermercado. Compramos cerveja, pão e umas carnes pra fazer sanduíches, além de frutas. Guardamos tudo num cooler e fomos passar o dia na praia. Chegamos e decidimos ficar no mesmo lugar do dia anterior. Eles montaram o guarda-sol de novo e arrumaram tudo. Eu não entendia tanto interesse em querer que ninguém reparasse na gente. Aos poucos, fui me dando... conta. Como da outra vez, eles se pelaram completamente e pediram pra eu fazer o mesmo, não precisei insistir muito, imitei eles e começamos com aqueles joguinhos de "quem chupa por último" até que todos entramos na água. Eu me sentia muito bem entre eles, jogávamos água, nos empurrávamos e tudo era risada e brincadeira, até que aos poucos fomos pegando confiança.

Saímos da água e deitamos na sombra, as primeiras cervejas começaram a rolar e me ofereceram um baseado (depois descobri o que era). Cada tragada que eu dava, me sentia mais chapada e relaxada. Fui pegar uma toalha e vejo o João agachado, fazendo um boquete daqueles no Sebas. Nada mais me surpreende, mas tenho que admitir que não esperava por aquilo. Querendo disfarçar, virei e não dei muita importância. Agora o Franco, que estava bem do meu lado, tinha tirado a pica pra fora e tava se tocando. Em pouco tempo, ela ficou durona pra caralho, devia ter uns 20 cm ou mais. Ele se aproximou e começou a apalpar meus peitos, me beijou na boca enfiando a língua até o fundo, e em seguida colocou minha mão na pica dele. Se abaixando até minha buceta, começou a chupar gostoso, enfiando os dedos e a língua. Eu só queria que aquilo nunca acabasse.

Entre um gemido e outro, acabamos deitados juntos, nós quatro. O Sebas amassava meus peitos enquanto metia no João, e esse, ao mesmo tempo, tocava a pica do Franco, que não parava de me chupar (que loucura, parecia cena de pornô). O João se levantou como pôde e aproximou a pica pra eu chupar, enquanto o Franco se enfiou entre minhas pernas, querendo me foder a todo custo. Talvez ele achasse que eu ia dificultar, mas abri as pernas e deixei ele meter tudo. Ele me fodia com muita força, sentia ele enfiar até o fundo, e eu só pedia mais e mais.

O Sebas pediu pra eu continuar fodendo com o Franco, mas sentada em cima dele, enquanto ele queria brincar com meu cu. Eu já imaginava o que viria a seguir. Continuei e deixei ele fazer. Não demorou muito pra ele perceber que minha bunda também tava pedindo pau. Juan, enquanto se masturbava na minha frente, curtia o espetáculo e, quando Sebas começou a meter por trás, ele se levantou e enfiou o pau na minha boca. Agora sim eu tava sendo realmente fodida: pela buceta uns 20 cm, pelo cu praticamente a mesma coisa e pela boca, não menos que 17 cm. Os três me fodiam sem vergonha nenhuma, já tinham sacado como eu era e, sem muito esforço, consegui gozar três vezes. Cada um tava na sua, só querendo se satisfazer pra gozar, enquanto eu esperava pronta pra ser regada com o leite deles. O primeiro foi Sebas, empurrava tanto que quase tirava o pau pela frente, até que gritou e começou a inundar meu cu. Ficou assim uns dois minutos e, antes de terminar, Fran se juntou e começou a descarregar dentro da minha buceta. Agora faltava o Juan, esse não hesitou, se colocou atrás de mim, apontou o pau pro meu cu que tinha acabado de ser fodido, apertou até enfiar tudo. Tava tão dilatado que mal sentia, e logo ele começou a gozar, empurrando sem parar, enquanto eu me masturbava o clitóris e gozava de novo. Quando todos terminamos, deitamos nas toalhas e ficamos meio dormindo. Eu me sentia cheia por todos os lados, sentia o leite escorrendo pelas minhas pernas e eles comentavam e riam.

No fim da tarde, voltamos pro camping e decidimos ir pro bangalô descansar separados. Antes, combinamos que no dia seguinte passaríamos o dia na piscina.

Quinta-feira: Quando cheguei na piscina, já era mais de meio-dia. Dormi a noite inteira sem acordar e só pensava em encontrar os caras. Eles, assim que me viram, vieram na minha direção e todos perguntavam por que eu tinha demorado. Mais uma vez foi o Fran que acertou em cheio ao dizer: "Com certeza ontem à noite ela terminou bem cansada." Ele tinha acertado, mas eu de novo tava morrendo de vontade de ter outro festival igual. O dia anterior.
Passamos o dia inteiro na piscina até o meio da tarde, quando Juan e Sebas decidiram ir ao centro fazer compras. Fran me olhou com um olhar safado e comentou: "Por que a gente não fica aqui? A gente dá um jeito de fazer alguma coisa."

Quando nos expulsaram da piscina, éramos os últimos. Decidimos tomar banho no meu bangalô. Fran me pegou pela cintura e, sem eu esperar, me deu um beijo na boca. Ele me levou pela cintura até entrarmos e, quase sem me dar tempo de fechar a porta, tirou meu pareô e depois o biquíni. Me levou até o sofá e abaixou a sunga. Pude ver toda a rola dele dura e ereta. Me abaixei e comecei a chupar ele. Ele se sentou no braço do sofá e começou a meter os dedos na minha buceta.

"Porra, como você está molhada, aberta e ensopada."
"E você, hein? Já na piscina dava pra ver sua rola dura por baixo da sunga."

Eu chupava ele como se fossem tirar de mim. Enquanto isso, ele me chamava de gostosa e falava um monte de putaria. Ele me colocou de quatro e meteu. Dessa vez não enro lou: empurrava e gemia até sentir que eu estava gozando. Esperou eu terminar e, tirando a rola, pediu pra gozar nos meus peitos. Peguei a rola dele e comecei a bater uma em cima do meu peito, até ele começar a jorrar na minha cara e nos meus peitos. Me sujou toda e, quando terminou, com a mão dele começou a esfregar tudo, enfiando os dedos na minha boca.

Ficamos assim, abraçados, por umas duas horas. Decidi que era hora de contar que eu era casada, que meu marido chegaria na sexta-feira pra passar o fim de semana comigo. No começo ele me olhou surpreso, mas aos poucos fui contando como era nossa relação de casal e que tudo era permitido, desde que estivéssemos de acordo e fizesse parte dos nossos desejos. Tenho certeza de que meu marido, Antonio, vai cair bem com vocês.

Preciso dizer que, durante os dias em que Ana ficou sozinha no camping, eu ligava pra ela. diário pra saber dela, mas quando a conversa desviava pro que tá escrito aqui, eu mudava de assunto, não queria saber de nada do passado até terminar a semana e, além disso, ela ia me devolver o caderno de anotações dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.http://www.todorelatos.com/relato/76678/

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