A sogra gostosa do meu irmão

A sogra do meu irmão ficou viúva há muito tempo, ela é uma mulher na casa dos quarenta e poucos anos e quando a conheci, era uma mulher um pouco cheinha. Fiquei muito tempo sem vê-la e quando a revi numa festa na casa do meu irmão, fiquei pasmo ao vê-la: ela tinha perdido muito peso e estava muito gostosa.
— Ei, mano, tua sogra tá muito bonita.
— É, tá uma delícia.
— E aí, ela tem namorado?
— A minha mulher diz que não.
— Ela tá muito gostosa.

Umas duas semanas depois, eu tava num shopping e lembrei que ela tinha uma boutique lá. Fui pra ver se encontrava ela, entrei e não tava, pensei que já era tarde e ela tinha ido embora. Já ia saindo quando ouvi a voz dela. Virei e lá estava ela. Me aproximei e ela, ao me ver, me abraçou e me deu um beijo na bochecha.
— O que você tá fazendo aqui?
— Tava passando, lembrei da senhora e vim dar um oi.
— Vem pro meu escritório, já volto, a gente já vai fechar.

Entrei e sentei numa cadeira. Pouco depois ela voltou e a gente começou a conversar, ficamos um tempinho batendo papo.
— Dona Chela, se a senhora não tiver nada pra fazer, quer sair comigo?
— Gostei da ideia. Mas como a gente faz com dois carros?
— Eu sigo a senhora, a senhora deixa o seu em casa e a gente vai no meu.

Quando chegamos na casa dela, ela me fez entrar, dizendo que ia trocar de roupa. Me servi uma dose e esperei. Na mesa de centro tinha um monte de catálogos, peguei um pra ver e era só de lingerie. Ela voltou enquanto eu olhava, tinha vestido outro vestido solto, sem meia e com umas sandálias de salto.
— Deixa eu tomar uma dose antes da gente sair.

Ela serviu e sentou pra terminar.
— Dona Chela, a senhora usa toda essa lingerie?
— Não, não uso mais. Pra quê? Pra quem? Antes eu usava.
— E essas de fio dental não incomodam?
— Sabe que não, é bem gostoso.
— Adoro mulher de lingerie. Bora, vamos?
— Olha, Javier, me veio uma ideia. Por que a gente não janta aqui? Não acha que a gente fica mais à vontade? Posso cozinhar alguma coisa.
— Eu ajudo a senhora, aí a gente faz junto. Terminamos, mas pronto.
E botou música e fomos pra cozinha.
— Sua namorada usa lingerie?
— Qual o quê, ela nem gosta, aliás nunca vi uma mulher vestida assim, só vi nos catálogos.
— Não acredito que você nunca viu uma mulher vestida assim. E o que te chama a atenção?
— Elas parecem sensuais, sexy, deliciosas, imagino que beijar as pernas com as meias na cara da gente e depois tocar a pele macia dela deve ser o máximo, adoraria ver uma mulher vestida assim, tocar nela, acariciar ela.

E preparando a comida e ela cantava as melodias, mexia o corpo, e terminamos e fomos jantar, acabamos a garrafa de vinho e abrimos outra e sentamos na sala, nós dois sentados conversando, o vestido dela tinha subido mais e dava pra ver as coxas brancas bem torneadas, não aguentei mais e me aproximei.
— A comida estava deliciosa, obrigado.

E ia dar um beijo na bochecha dela, mas quando ela virou o rosto nossos lábios se encontraram, foi um beijo suave, com ternura, nos separamos e nos olhamos.
— Faz tanto tempo que não ganho um beijo, que me sinto uma namorada medrosa.

E peguei o queixo dela e beijei de novo, dessa vez nosso beijo durou mais e em um minuto nós dois abrindo as bocas brincávamos com nossas línguas, nos beijamos longamente, ela colocou uma das pernas em cima das minhas e eu aproveitei pra acariciar ela, fui subindo a mão até quase chegar na bunda dela, a respiração dela foi ficando ofegante, me beijava como se quisesse me devorar, tirei minha mão e coloquei num dos peitos dela e ela se deixando, apertei o mamilo dela, ficamos uns dez minutos nos beijando e eu tocando ela, minha mão passava pras pernas dela e vice-versa, e de repente ela se separou, eu pensei que ela tinha esfriado ou ficado brava, ela se levantou e disse que já voltava, foi pro quarto, eu não sabia o que pensar nem por que ela tinha ido embora, pensei que tinha sido rápido demais e que ela não voltaria, mas me enganei, daqui a pouco ela voltou. —Fecha os olhos.
Fechei, e quando os abri, ela estava ali na minha frente. Tinha tirado o vestido e colocado uma camisolinha minúscula, mal cobrindo a bucetinha dela, uma cinta-liga e as meias pretas, além da calcinha fio dental também preta. Fiquei olhando pra ela, surpreso. Ela se aproximou de mim, eu peguei na bunda dela, puxei ela pra perto e comecei a beijar o corpo dela, a barriga, os peitos. Ela colocou as mãos atrás da minha cabeça e me apertava contra o corpo dela, eu continuei acariciando ela. Abri as pernas dela e acariciei a bucetinha, ela gemia de prazer e se deixava tocar. Fiquei assim por um bom tempo, depois me recostei no encosto e puxei ela comigo. Ela sentou no meu colo, fui levantando ela até que, com as mãos dela na parede, a buceta dela ficou na altura da minha boca, e comecei a chupar. Ela mexia o corpo, aproveitando o boquete que eu tava dando, e não demorou muito, uns cinco minutos, quando senti a bucetinha dela começar a pulsar e, com um grito de satisfação, ela começou a gozar. Eu me grudei na buceta dela sem parar, e ela mexia mais e gozou de novo. Antes que ela se afastasse da minha boca, fiz ela gozar mais duas vezes. Minha cara toda tava cheia dos sucos dela. Enquanto eu chupava a buceta dela, tirei meu pau e, quando ela desceu, enfiei na buceta dela. Ela gemeu, foi sentando devagar, aproveitando a metida, e quando enfiou tudo, já tinha gozado de novo. Quando ela teve tudo lá dentro, ficou parada por um momento, curtindo, e começou a se mexer. Ela gritava e gemia e se mexia tão rápido. Ela tava se montando em mim, eu fiquei parado, sem me mexer, e ela gozava uma vez atrás da outra. Os orgasmos que ela teve, até onde pude contar, foram doze. Quando já tava cansada, me disse que não aguentava mais. Eu já não aguentava mais também. Ela queria descansar, mas não deixei. Coloquei ela de joelhos no sofá, fiquei atrás dela e meti. Dei umas quantas fodidas até soltar toda minha porra. Ela mexia a bunda, apertou a buceta dela e tirou tudo de dentro. Caí em cima dela. ela, meu pau ainda continuava dentro dela e eu deixei até que saísse sozinho, nós dois cansados e respirando forte ficamos assim.
— Faz muito tempo que não sentia nada igual.
— Isso é só o começo.
Nós levantamos e fomos pro chuveiro pra nos limpar, lá dentro ela de joelhos começou a chupar, mas não tirou ele de lá, terminamos e saímos assim molhados e fomos pra cama, deitados nós dois começamos de novo, fizemos um 69 primeiro, depois ela subiu em cima de mim e pra terminar coloquei ela de quatro, comi por um tempo e tirei ele e comecei a meter por trás, no começo ela resistiu dizendo que nunca tinham feito aquilo por ali, mas insisti e ela deixou foder pelo cu, meti tudo, deixei ela se acostumar e comecei a foder, comi por uns trinta minutos até soltar o jorro enchendo ela.
No dia seguinte quando acordei ela já não estava, levantei e tomei uma xícara de café e já ia saindo quando meu telefone tocou, atendi e era ela dizendo que voltaria logo, que só tinha ido abrir a loja e voltava, eu fiquei lá e ela voltou, quando entrou no quarto tirou o vestido que tava usando e vi que tava com outro conjunto de lingerie, dessa vez vermelho, assim deitou na cama comigo e de novo começou a festa.
Isso faz um mês, a gente trepa quase todo dia e semana passada enquanto estávamos na casa do meu irmão, todo mundo sentado na mesa ela tirou meu pau e começou a bater uma ali mesmo, mas não me fez gozar e quando a gente foi embora no caminho pra casa dela ela me deu uma mamada daquelas e me deixou seco. Agora a gente tá conversando em se mudar pra morar junto, mas a gente tá segurando pelo escândalo que pode dar na família.
Tamo pensando.

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