ex gostosa baixinha

Que bom que vocês gostaram dos meus relatos anteriores! Dessa vez vou contar um que aconteceu com uma ex-namorada, a "baixinha", na época em que eu tinha só 16 anos. Ah, ia esquecendo: fiquei quase um ano saindo com essa mina e foi pura trepada, então vou contar aos poucos as histórias que vivi com ela. Começando pela primeira vez.

Bom, conhecia essa garota desde o ensino médio. Ela é baixinha, cabelo preto, uns peitos de bom tamanho, pele branca e uma bunda de sonho que era adornada por uma tatuagem tribal bem ali onde termina as costas. E sim, super gostosa, a vadia. Já no colégio, eu ficava com ela, sempre nas aulas de educação física. Ela pedia ajuda pra se trocar, a gente ia pra trás da sala e eu tirava a saia dela, deixando só de calcinha pra depois colocar o short. Era uma delícia. Naquela época ela não deixava eu tocar muito nela, mas ela em mim, sim, várias vezes. Ela tocava no meu pau por cima da calça, lá na sala. Era foda demais. Teve até uma vez que uma amiga dela nos pegou quando ela estava me tocando, e a amiga também começou a fazer. Tinha duas colegiais tocando no meu pau. Naquela época não passou disso, e depois que saímos do ensino médio, eu fui pra outro colégio e a gente perdeu contato, até um ano depois, quando ela me procurou. E claro, sempre gostei dela, então aceitei na hora ficar com ela.

Desde o nosso primeiro encontro, demos um amasso daqueles, relembrando os velhos tempos, ou recuperando o tempo perdido, como preferirem. Teve uma vez que eu estava com o carro do meu pai e fui levar ela em casa. Parei a algumas quadras, porque estava escuro, e comecei a beijá-la. Depois, minha mão foi tentar tocar os peitos dela, mas ela me segurou. Mas nem por isso eu parei. Continuei e tentei desabotoar a blusa dela, e ela não quis. E eu pensei: "Tudo bem, vamos descer". Com minha mão, comecei a percorrer as pernas dela. Ela com o uniforme estava espetacular. Pouco a pouco, minha mão subia mais, percorrendo a saia dela... até que consegui sentir sua calcinha, fiquei super excitado, enquanto continuava beijando-a apaixonadamente, meti minha mão por baixo de suas nádegas. Ela se virou um pouco de lado, o que me deu mais mobilidade, mas às vezes minha mão ficava esmagada pelas suas nádegas, o que era desconfortável. Por isso, tirei minha mão e coloquei sobre sua bucetinha. Pensei que ela ia tirar, mas nada, pelo contrário, abriu suas perninhas para eu fazer meu melhor trabalho. Por cima da calcinha, comecei a esfregar devagar, e justo quando tentei tirá-la de lado, ela puxou minha mão, dizendo que era tudo por aquela noite. Não estávamos nem um mês juntos e já tinha praticamente a masturbado.

Passou mais um mês e os amassos eram mais frequentes e mais quentes, até que numa ocasião a convidei para casa (minha família tinha saído), e claro, não desperdiçamos a oportunidade com um amasso tremendo no meu quarto... Naquela ocasião, ela usava uma blusa justa que tinha uns fechos nas alças, tentei desabotoá-los, mas ela não quis. Na real, a única parte que ela não me deixava tocar eram os seios, e isso me frustrava porque é minha parte favorita. Mas tudo bem, continuei com o amasso até desabotoar sua calça. Ela não disse nada, só me perguntou se eu tinha certeza [ela já não era virgem]. Claro que sim! A única coisa que ela pediu foi que a gente se despisse juntos, bem, tirar a calça, porque a blusa não. Na hora de tirar sua calcinha foi maravilhoso ver aquela ppk peludinha. Ela não se depilava nem nada do tipo, mas os pelos estavam arrumados na típica forma horizontal, não muito definida, mas era gloriosa. Ela tirou minha cueca e começou a me masturbar, e eu a ela. Coloquei-a na cama, peguei uma camisinha da minha cômoda, coloquei e fui penetrando-a devagar. No começo foi de mete e saca sem muito ritmo da parte dela, a gente ainda estava se acertando. Depois de um tempo, coloquei-a para cavalgar e a coisa mudou. Com mais liberdade, ela começou a se mover, e na hora de enfiar todo meu membro nela... Ela sentia até o fundo da buceta, dava pra sentir nitidamente quando batia numa espécie de parede e, quando chegava lá, soltava uns gemidos tremendos. Aí comecei a aumentar a velocidade e ficamos nessa até eu gozar.

Mesmo depois de ter gozado com uma quantidade absurda de porra na camisinha, meu pau continuou super ereto. Fiquei surpreso, só olhei pra ela e perguntei se queria mais uma. Claro que ela topou. Fui rápido no banho, me lavei e coloquei uma camisinha nova. Começamos de novo, dessa vez mais devagar pra aproveitar cada segundo.

A gente parou porque já estava há um tempão e o medo de alguém chegar e nos pegar no flagra tava sempre presente. Então nos vestimos e levei ela pra casa de carro. Mal viramos a esquina e minha mãe já vinha vindo. Acelerei um pouco mais pra ela não me parar e ver a gata.

Depois de alguns meses praticando, nossa transa tinha ficado animal, sério. Ela é super fogosa. Quando a gente ia pro parque conversar, era a única coisa que a gente não fazia. Que nem uns pivetes, a gente ficava se agarrando lá, cagando se alguém visse. Várias vezes ela puxava meu pau pra fora e começava a me masturbar. Essa sensação é muito foda, porque é em público e a chance de ser visto deixava a gente ainda mais excitado.

Teve uma vez que a gente tava com muito tesão, mas na minha casa tinha gente e não tínhamos onde ir. Aí fomos pra uma casa abandonada atrás de uma loja, que era super escuro, só com a luz da lua. Ela tava de calça jeans, e eu achei que ia ser só um amasso, porque com ela de calça é muito ruim — sempre comi ela com o uniforme da escola. Mas entre beijos e carícias, nessa época ela já me deixava tocar nela toda. Tirei a blusa dela, deixando só o sutiã, acariciei os peitos enquanto ela puxava meu pau e começava a massagear. Ela se agachou e começou a chupar. Ela era tão tarada que treinava em casa com uma banana e depois fazia em mim. Ela pegou minhas nádegas com as mãos e eu senti que... Aproximo elas mais da sua boca, então comecei a me mexer como se estivesse penetrando, mas dessa vez na boca dela. Ela não dizia nada, e a sensação estava gostosa, até que ela parou e me perguntou: "Por que você faz isso? Em que filme pornô você viu isso ou o quê?" Respondi: "Por quê? Você me sufoca", disse ela rindo. Eu também ri, "Bom, eu senti que você estava puxando, e por isso fiz isso." — "Eu não estava puxando, estava segurando..."

Nos olhamos, ela se levantou e se colou em mim. Estávamos fervendo e, puta merda, tirei a calça, a calcinha e o sutiã dela. Tinha ela totalmente nua ali, num lugar escondido. Foi super excitante. Sentei ela sobre mim e a penetrei. Ela, já com mais prática, se mexia como um liquidificador, de um lado para o outro, de cima para baixo, era espetacular. Enquanto o sobe e desce dos seus peitos me hipnotizava, eu tentava pegá-los com a boca. A umidade dela era impressionante — sempre adorei isso nela, com a menor provocação já ficava molhada, o que facilitava a penetração. Apesar da escuridão, a lua fornecia a luz necessária para admirar seu corpo nu. Levantei-a, encostei-a contra a parede de costas para mim e a penetrei. O impacto das suas nádegas fazia meu pau querer explodir, mas ouvir seus gemidos (controlados para não sermos ouvidos) me fazia me segurar. Ela aproveitou ao máximo... Acabei gozando. Super suados, nos trocamos, sentamos do lado de fora da minha casa e, quando já havíamos perdido o vermelho do rosto, levei-a para casa...

Até aqui deixo essa parte. Em breve tem mais: um fim de semana com ela na casa da avó, a vez que transamos num ônibus com os pais dela a alguns assentos... Bom, enfim, foi um ano com ela, então tenho bastante material para recordar. Aguardem, em breve!

2 comentários - ex gostosa baixinha

ZUPER MI AMIGO NTA NO PIERDAS A ESA XAVA!!