Minhas primeiras traições de casada

Confissões 1
Depois de pensar bem, decidi fazer algumas confissões que talvez deem pistas pra alguns dos meus leitores sobre quem escreve por trás desse pseudônimo. É um risco, eu sei, mas adoro provocar o destino. O perigo me excita. Espero que curtam, e se me reconhecerem, já sabem onde me encontrar; mas sejam discretos, hein.
Uma coisa que não contei – e é por isso que começo essas confissões – é que sou divorciada. Casei assim que terminei a faculdade; o casamento durou só uns dois anos. Meu marido se chamava Miguel; ele é alto, moreno, forte, gostoso, não muito sociável – esse foi um dos nossos problemas – e muito trabalhador, talvez até demais, como vocês vão ver. Desde o namoro a gente era muito fogoso. A gente se pegava, se apalpava ou transava sempre que dava chance. Quando casamos, não foi diferente, claro; ficamos um mês sem ele trabalhar, porque ofereceram um bom cargo pra ele, mas só um mês – ou umas duas semanas a mais – depois do casamento. Felizmente, dinheiro não faltava, embora não fôssemos ricos nem nada, então passamos todo esse tempo em "lua de mel". Eu adorava provocá-lo, então andava pela casa semi-nua, com shorts curtinhos, minissaias ou de calcinha e uma camisetinha; raramente ele resistia às minhas investidas, e a gente fodia três, até quatro vezes por dia. Ele me mal-acostumou. Sempre fui louca por sexo, e ser tão bem atendida todo dia me deixava encantada.
O sexo era muito intenso, sempre foi com Miguel, mas depois que casamos, às vezes era violento – um pouco, não muito – e aos poucos fui pegando gosto. No começo, me assustou um pouco, porque tudo bem um amigo especial fazer isso numa noite louca, mas o marido... eu temia que virasse outro tipo de agressão. Mas não foi assim; percebi que ele só ficava excitado em me comer com força. Ele rasgava minha roupa, a gente se debatia, e ele dizia umas coisas tipo "assim que você gosta?" "você adora, né? que te enfiem com força, né?" e ele me bombava com força. Eu também ficava toda excitada com aquilo.
Enfim, assim foram os primeiros meses, mas depois de uns dois meses trabalhando – eu e Miguel, eu como dona de casa – entrei pra trabalhar quase um ano depois de casar – comecei a sentir falta daquelas fodas... três vezes, quatro... e aos poucos também sentia falta de me sentir desejada pelos caras da faculdade, pelos professores. Aquelas horas em casa eram intermináveis. Claro que eu saía, mas sentia falta de tudo aquilo. Fazia exercício em casa – sempre gostei de me manter em forma – mas decidi ir pra uma academia que ficava na esquina da minha casa. Queria ficar com mais gente, malhar mais e, por que não, sentir o olhar dos homens na minha bunda, nos meus peitos. Ver como eles fantasiam com o meu corpo... provocá-los. Nas primeiras semanas, eu me comportava meio distante dos instrutores e dos homens em geral; não escondia que era casada. Na verdade, isso interessou ainda mais a grande maioria deles. Claro que não era a única mulher casada que ia na academia, tinha várias e muito gostosas. A verdade é que fiquei com um pouco de ciúme. Foi justamente com elas que me relacionei desde o começo; os comentários que faziam, quem recomendavam, com quem nem chegar perto, enfim, o que a gente comenta nesses lugares... e em outros. A maioria dos instrutores era jovem, um pouco mais velhos que eu na época, tipo uns 25 anos, embora tivesse dois na faixa dos 40. Uns dois eram realmente gatos, os outros nem tanto, mas eram muito gostosos.
Já na terceira semana, comecei a ficar mais à vontade, menos cortante e até a brincar com os instrutores e outros caras da academia. Alguns não demoraram a se insinuar com elogios, segredinhos, colocando a mão na minha cintura, no meu quadril ou um pouquinho mais abaixo, se oferecendo pra me levar em casa – mas desanimavam quando eu dizia "Ah, que legal, obrigada, mas moro aqui na esquina". Eu estava feliz, tinha conseguido o que queria a atenção dos homens, me sentir desejada.
Não raramente chegava em casa depois da academia e me masturbava antes de tomar banho ou na banheira, mas logo aquilo já não era suficiente. Foi uma época também em que o Miguel chegava mais tarde que o normal e meio cansado, então nossas sessões de sexo se limitavam a duas ou três vezes por semana e nos fins de semana. Pra mim não bastava, ele tinha me acostumado com muito mais, eu precisava e ele não estava. Eu não queria fazer amor, queria transar, ser comida só por desejo, luxúria. Então decidi satisfazer minhas necessidades. De namorada fui infiel por safada, agora de casada, por necessidade. Se ele não me atendia, teria quem atendesse.

Podia ter procurado ex-namorados ou professores da faculdade, mas queria experimentar coisas novas e decidi que seria um dos instrutores; já sabia quem. Eduardo era um dos mais gatos e de corpo mais bonito; uma das minas da academia – Araceli, casada – tinha me dito que tinha dado pra ele e que ele comia gostoso. Ele tinha fama na academia de ser um putão, então não seria difícil levar ele pra cama. Precisava pensar numa desculpa pra levar ele em casa e lembrei que em algum momento ele tinha se oferecido pra conectar ou consertar aparelhos de som ou encanamento, então usaria essa desculpa.

Naquele dia o Miguel tinha ido trabalhar um pouco tarde e pouco depois que ele saiu, coloquei uma tanguinha branca, meu conjunto esportivo de lycra branca e fui pra academia. Malhei como de costume e num dos meus intervalos comentei com o Lalo que ia embora mais cedo porque o chuveiro da minha casa não tava funcionando e eu teria que chamar um encanador pra dar uma olhada. Ele, claro, se ofereceu pra dar uma olhada.

– Ah, nem pensar, Lalo.
– Por que não? Já te falei que manjo dessas coisas e de aparelhos elétricos, não lembra?
– Lembro sim, mas como é que pode. Que vergonha.
– Relaxa, pra você ver que a gente dá um bom serviço pros nossos alunos aqui na academia.
– Kkkkk, pois é, isso sim. Mas... não conte pra ninguém, senão o que vão pensar.
- Não se preocupa, Teté. Se quiser, vou na frente e te encontro nas lojinhas da esquina.
- Tá bom. Que lindo, muito obrigada.

Foi assim que fizemos. Nos encontramos nuns comércios que têm entre a academia e minha casa. Tava nervosa, mas excitada ao mesmo tempo. Tava prestes a trair meu marido pela primeira vez. E se alguém visse a gente entrando no meu apê? E se o Lalo não tomasse a iniciativa, será que eu tomaria? Teve um flerte, mas ele sabia que eu era casada e fui fria no começo. Tava prestes a descobrir. Enquanto caminhávamos pra minha casa, mexia a bunda um pouco mais do que o normal. Fiz a mesma coisa ao subir as escadas do meu prédio, subi na frente dele e exagerei um pouco no rebolado pra dar um incentivo. Sentia o olhar dele grudado na minha bunda; isso me excitou pra caralho, sentia meu coração pulando do peito. Me sentia uma adolescente prestes a agarrar pela primeira vez. Entramos no apê, larguei minha mochilinha na sala, fui na cozinha pegar algo pra beber na geladeira, me curvei pra dar uma boa vista da minha bunda e enquanto bebia um pouco de Gatorade, o Lalo chegou por trás, acariciou meus ombros massageando e desceu as mãos pelo meu torso até a cintura.

- Não, o que cê tá fazendo, Lalo?
- Cê tá uma delícia, Tere – ele me segurou firme na cintura, passou os polegares pela minha bunda e os outros dedos na frente, perto de onde começava minha calcinha fio dental. Eu tava pegando fogo.
- Não, Lalo, para.
- Que bunda gostosa! Desde que cê chegou, cê me deu vontade, Tere.
- Lalo, eu sou casada. Melhor a gente parar – nessa hora, ele esfregou o volume dele na minha bunda; era enorme e tava durasso; tava morrendo de vontade de provar, de sentir ele dentro – Mm...
- Tá gostando do que sente?
- Mas cê veio arrumar a banheira… não continua, pelo amor – ele sorriu.
- Que porra eu vou saber de encanamento, Tere? Além disso, sua ducha não tem nada, o que cê quer é uma boa foda. Igual às outras coroas da academia. Se só pra isso mesmo, pra pegar um cara pra te comer enquanto teu maridinho tá trampando – ela tava uma brasa.
Não, Lalo… pelo amor, não continua – ele continuava massageando minha bunda, meus peitos e esfregando o pau na minha racha. Aí, enquanto uma mão dele tava nos meus peitos, a outra desceu até minha virilha.
Cê tá encharcada, Tere, quer pica, né?
Não, Lalo… mm… pelo amor, não quero ser infiel… não, pelo… amor… – ele enfiou a mão por baixo da minha blusa esportiva e começou a beliscar meus bicos, enquanto fazia movimento de sobe e desce com o quadril, esfregando o pau na minha bunda.
Sshhh… se deixa levar, gatinha, a gente vai se divertir. Deixa teu maridinho trabalhar enquanto a gente fode – ele me masturbava por cima da lycra e eu ficava cada vez mais excitada; foi uma delícia. Ele sussurrava no meu ouvido e lambia meu pescoço, mordiscava, também as orelhas, e finalmente me beijou. O frio da geladeira e o calor que eu sentia no corpo era uma delícia. Na mesma posição – eu de frente pro refri aberto e ele atrás de mim – ele enfiou a mão por baixo da minha lycra pra me masturbar, me dedar… ele fez maravilhosamente bem. – Que buceta gostosa você tem, macia, raspadinha; dá pra ver que você é uma mulher bem safada, Teresita. Vou chupar ela, vou lamber, vou mamar essa xereca tão gostosa que você tem…
Continua, Lalo… continua… continua… vou gozar… que delícia…
Depois vou meter, vou te comer gostoso, Tere. Você vai sentir minha pica até a garganta, gatinha. Vou meter como nunca te comeram, Tere.
Assim, assim, assim, assim, assim… ai, to gozando, to gozando… mmmmmmmmmmmm… ah. Mmm, que delícia – Lalo foi parando de me masturbar aos poucos e beijava meu pescoço, esfregava o pau na minha bunda e acariciava meus peitos – Agora é minha vez – me virei, grudei nele, agarrei a bunda dele e fui andando com ele até um sofá da sala; abaixei a calça dele com os dentes, ele sentou, abri um pouco as pernas dele, tirei a calça e as meias e subi lambendo as pernas dele enquanto segurava o pau sobre a cueca dele.
Que gostoso! Tira a blusa, Tere – fiz isso, fiquei só no sutiã esportivo – que tetas deliciosas – ele lambia a parte interna da minha coxa e continuava se masturbando por cima da cueca. Eu puxei a cueca dele pra baixo pra liberar a pau, era um cock enorme, gostoso, cheirei, lambi um pouco e depois tirei a cueca dele; pedi pra ele tirar a camiseta e enquanto ele fazia isso, enfiei o cock dele na minha boca – Aaahhh… que delícia.
Mmmmmmmm…mmmmm…você é uma delícia, Lalo…mmmmmmmm – ele segurava meu cabelo e afastava pra ver como eu tava chupando. De vez em quando eu passava um dos meus mamilos na ponta do cock e depois voltava a lamber, chupar… nessa hora deu vontade de ele gozar na minha boca, então fiz de tudo pra ele gozar. Eu sugava, masturbava com a mão, gemia, passava a língua e percebi a excitação dele subindo rápido.
Ai, caralho, você vai fazer eu gozar, Tere. Espera, calma – ignorei.
Mmmmmmm…mmmmm…mmmmmmmmmmm…mmmmmmmmmmmm
Ai, sua safada… quer que eu goze? Hã? Quer meu cum, Teresita?
M-hm…mmmmmmm… me dá seu cum, Lalo…mmmmmmmmm
Você é uma safada, Tere… te adoro, você é uma putinha, sabia. Ai, que gostoso… vou gozar na sua boquinha, Teresita… quer meu cum?
M-hm – gemi bem manhosa – mmmmmm…mmmmmmmm… – senti o cock pulsar e poucos segundos depois senti o jorro quente encher minha boca; foi uma delícia. Continuei chupando até ele ir perdendo a ereção aos poucos, mas não perdeu totalmente.
Você chupa uma delícia… é uma safada, Tere. Não achei que você fosse tão… levanta.
Hm?
Levanta – fiz isso; ainda estava de sutiã esportivo e legging – vira de costas – eu obedecia ele em tudo, ele começou a se masturbar – tira a legging devagar. Puta, você é uma gostosa, juro, e que calcinha fio dental deliciosa – ele se aproximou, acariciou minhas nádegas com as mãos e lambeu – vira de novo – obedeci, minha buceta ainda por baixo da calcinha ficou na frente do rosto dele – ele cheirou – eu ainda estava excitada – tira o sutiã, quero ver suas tetas – se Tirei por um broche na frente; tirei e depois ele foi descendo devagar minha tanga — que gostosa, você depila — acariciou com os dedos e a língua. Eu queria brincar um pouco de puta e rato, queria provocá-lo um pouco, então peguei na mão dele, me ajoelhei e falei num tom arrependido, não totalmente falso:
Acho melhor a gente parar, Lalo, já me comportei muito mal e já nos aliviamos um pouco.
Só deixa eu lamber sua buceta — ele desceu a mão direita e começou a acariciar enquanto me beijava — quero sentir seu gosto, Tere, lamber sua xereca, chupar ela, só isso e pronto — continuava me masturbando e eu aceitei. Deitamos no carpete, abri minhas pernas e ele logo começou a comer minha buceta. Eu segurava a cabeça dele e ele beliscava meus mamilos. Chupou deliciosamente. Ficamos uns minutos assim e eu estava perto do meu segundo orgasmo quando ele parou e lambeu minha barriga até meus peitos.
Não, continua, Lalo, vou gozar, continua, conti… — nesse momento ele meteu; a verdade é que foi delicioso e eu quis fantasiar um pouco que ele estava me comendo à força — ai, não, Lalo… não… filho da puta.
Bem que você queria, Teresita — ele começou a bombar, metia e tirava o pau enorme da minha buceta; me sentia mal por trair meu marido, mas estava adorando; ele não estava ali para me satisfazer, alguém ia fazer isso.
Não, Lalo, meu marido… por favor.
Bem que você gosta, putinha… achou que eu ia embora sem te comer? Achou que uma chupada bastava? Agora você vai dar porque vai dar, vagabunda.
Ai, você tem um pau enorme, filho da puta… tira, Lalo, por favor… meu marido.
Seu marido é um corno, igual aos das outras velhas da academia, que só vão lá pra ver quem come elas. Umas vadias mal fodidas. Mas eu vou te dar uma boa foda, Teresita.
Não, Lalo…
Era isso que você queria, safada. Bem que você vai de lycra transparente na academia, mostrando suas calcinhas fio dental… com essa bunda e essa buceta… bem que você sabe que todo mundo quer meter em você, Teresita. E era isso que você queria, não se faz. Você é uma puta.
Não, Lalo… Por favor... já... ca-la, Lalo... mmm
Se até geme, safada... tá pegando fogo, gostosa, seu maridinho não te atende, Teresita? Tá com tesão? – me excitava gostoso demais o que ele falava e tive meu segundo orgasmo – Queria pica, né? Então essa é toda sua, Teresita.
Já, Lalo – na verdade não queria que parasse, pelo contrário, queria que continuasse me comendo e falando do jeito que tava; ele se ajoelhou, colocou minhas pernas nos braços dele e meteu de novo – Ai...
Você é bem puta, Teresita, até minha porra você tomou, safadinha... que gostoso seus peitos balançam enquanto eu meto. Agora onde você vai querer seu gozo, hein, vagabunda. Na boquinha pra seu maridinho corno saborear? Nos peitos? Onde, Teresita?
Ai, que gostoso você come, filho da puta – sem tirar de dentro, ele me levantou, sentou e me sentou em cima dele, meus peitos ficaram na cara dele e ele começou a lamber, morder e massagear minha bunda, enquanto eu cavalgava.
Viu como o que você precisa é de uma boa pica?
Sim, sim, me come do jeito que quiser, Lalo.
Se você visse como os caras da academia te olham, Teresita... morrem pra comer essa bunda – ele apertou minha bunda.
Sério?
E como não? Se você é uma gostosa. Desde que chegou, vários querem te levar pra cama, gatinha.
Ah, é?
Com essas lycras que você usa, essas calcinhas fio dental... e como você rebola... se soubessem que essa bunda já é minha.
Não é só sua, Lalito... não seja ciumento.
Ah, quer que outros te atendam... safada. Igual às outras casadas.
A gente nunca sabe... – acelerei os movimentos porque vinha outro orgasmo – aperta minha bunda, Lalo... morde meus peitos... vou gozar... aaaaaahhhhhhhhhhhh.... que gostoso... me aperta... – eu empurrava a bunda contra ele e me joguei pra trás pra sentir mais a pica dele –...
Que gostoso você aperta...
Que gostoso! Tava precisando disso...
Quero meter por trás, fica de putinha, Teresita... quero ver seu cu.
Quer meter por trás? Foi assim que me imaginou? – saí de cima da vara dele e me ajeitei deitando no banco do sofá e levantando a bunda, ele logo se posicionou, acariciou minha bunda, nas costas, deu uns tapas na minha bunda com a rola e enfiou até o fundo — Ai! Mmmm… que gostosa ela é.
Mmmm… mas que rabo, Tere… assim que eu te imaginava, gatinha…
Ai, sim, buceta, me come, enfia, Lalo… enfia. Você tem uma enorme.
E é toda sua, Teresita — me deu uns tapas na bunda —
Sim, me dá mais… eu gosto, buceta.
Você gosta forte, safadinha, que delícia… — me deu mais tapas na bunda — eu curtindo essa bunda e seu maridinho otário no trampo. Você é uma gostosa, Teresita, uma puta… uma vagabunda que quer rola enquanto o marido trabalha, né?
Sim, buceta, adoro rola e meu marido não me dá atenção.
Então vou te dar rola toda vez que eu quiser, Teresita.
Sim, Lalo, sim… me come… me come… — nisso ele começou a estimular meu cu com o dedão; aos poucos massageava meu cu — por aí não, Lalo…
Só o dedo, você vai gostar, putinha… outro dia eu inauguro, Teresita — aos poucos enfiou o dedão no meu cu enquanto continuava me bombando — você gosta, Teresita?
Ai, sim, mas com cuidado… mmmmmm…
Tô achando que já inauguraram, linda… você quer no cu?
Não, Lalo — por dentro eu dizia "Sim" — não, por aí não… — ele tirou da buceta e foi enfiando no meu cu — nãooooo… a-a-a-a-a-a-a… dói…
Bem que você tá curtindo, Teresita… uai, que cuzinho apertado… porra, que gostosa você é… que fodas vou te dar, Teresita… vamos nos divertir muito, puta.
Já, já… Lalo… enfia na buceta… me come…
Nem fodendo, garota… você tem um rabo delicioso… — me deu tapas na bunda e puxou meu cabelo, eu apertava com o cu pra ele gozar. De repente ele tirou e enfiou de novo na minha buceta, bombando com força —
Ai, sim, que delícia… mmmmmm… — me excitou rapidinho e outro orgasmo tava chegando, senti que a rola dele crescia e bombeava, então ele também tava perto de terminar e eu apertava com a bucetinha.
Você gosta, hein? É assim que te fode seu maridinho?
Assim, continua, Lalo, continua.
Vou gozar, Tere… me aperta, me aperta a rola… ai, assim, safada, assim.
Sim, goza, Lalo, goza… ai, que delícia de foda, filho da puta — eu Apertou meu quadril enquanto me bombava, de repente saiu e senti o esperma quente dele nas minhas costas.
Essa foi a primeira vez que traí meu – agora – ex-marido, e não foi a última, nem com o Lalo, nem em outras traições. Depois vêm outras confissões.

fonte:usrelatos

10 comentários - Minhas primeiras traições de casada

Buen relato , si estas fueron las primeras, como seran las que siguen
swan28
Que rico relato bebe....cogidota que te dio Eduardooo...}
mis primeras infidelidades de casada
Excelente y caliente relato. Solo imaginarlo la cogida que te dio y me quedo al palo. Te sigo para que me sigas
Antes de ser infiel, piensa que estas cambiando tardes y noches enteras por, como mucho, dos horas. Que estas eligiendo los besos de alguien que te tiene ganas en vez de los de la persona que te ama. Que estas prefiriendo a una persona para la cual eres 'alguien más' en vez de la persona que quizá sea la única a la que de verdad le importes. Que estas prefiriendo a alguien que pensó que estabas 'bueno/a' en vez alguien que cree que eres la persona más hermosa del mundo. Que estas optando por alguien que te alimenta el ego en vez de optar por alguien que te llena el corazón. Que estas apartando de tu lado a una persona que daría la vida por ti, por alguien a quien apenas le interesas. Que estas traicionando la confianza de alguien que piensa y se preocupa por ti las 24hs a cambio de alguien que probablemente te olvide mañana.
Siguele que al cabo ojos que no ven corazon que no siente, pero las crisis personales y todos los demas sintomas que dice tu conciencia a cada circunstancia que te encontraras expuesta, seran mas dificiles superarlos "Sola" por infiel!!!
Que polémica se armó. Lo único que aporto es que le pongas garra a la ortografía, por lo menos va a hacer mas ameno el relato. Un abrazo.
que buena cogida que te diste me dejaste con la verga al palo te dedico mi paja y lechita a esta buena cogida bebe
muy bueno..!! bien caliente... hay mas, no..?