Na vida, podem surgir situações que nos superam. Às vezes a gente pensa, meio levianamente ou só por inexperiência, que diante de certas realidades vai reagir de um jeito ou de outro, mas, quando a intensidade avassaladora do real bate, a gente acaba reagindo de maneiras muito estranhas, até pra nós mesmos. A história a seguir é um relato real, e espero que seja disso que ela tire sua força. Quero conseguir passar pra vocês a intensidade de uma experiência que mudou a vida da minha parceira e, principalmente, a minha, pra sempre.
Na época em que isso aconteceu, nós dois tínhamos 22 anos. Conhecíamos a Vanesa desde o primário, era um amor que tinha crescido com a gente. Aos 8, já trocávamos bilhetinhos, era uma brincadeira, mas já nos atraíamos e nos escolhíamos. Aos 14, começamos a namorar, ou pelo menos, a gente chamava assim de ficar de mãos dadas e dar beijinhos tímidos nos aniversários pra onde os colegas de escola nos convidavam. Juntos descobrimos o amor, crescemos e experimentamos nossos corpos. Desde as primeiras carícias safadas dos 15 anos até aqueles 22, a gente tinha sido exclusivo um do outro em tudo relacionado a sexo.
Éramos jovens, nos curtíamos, o sexo realmente era parte da nossa relação. Mas, sendo sincero e olhando em perspectiva, embora ainda nos amássemos com frequência e paixão, ainda jovens não tínhamos conseguido escapar da monotonia de 7 anos transando e, de verdade, tínhamos caído numa certa mornidão. Mas aí tudo mudou, e o acaso resolveu e nos ensinou a viver algo que, talvez, por nós mesmos, nunca tivéssemos descoberto.
Era o verão de 2002 e, com dois casais amigos, a gente tinha decidido ir de férias em grupo. Tinham várias opções, mas escolhemos uma que era conveniente por vários motivos: íamos pra Florianópolis e pararíamos na casa do irmão de uma das minas que ia com a gente na viagem. Depois de uma viagem longuíssima... De ônibus, quase 30 horas desde Buenos Aires, chegamos em Floripa e de lá, com outro ônibus da cidade, até a casa onde íamos ficar. Nosso grupo era formado, além de mim e da minha namorada Vanesa, por José e Laura (ambos de 22 anos, amigos de escola) e por Leandro e Daniela (de 23 e 21 anos, o Leandro era parceiro de time de futebol meu e do José desde antes). A casa era do irmão da Daniela, Aníbal, um figuraço; tinha 32 anos e já estava há pelo menos 8 anos rodando pelo Brasil. Uns anos antes do que aconteceu, ele finalmente se estabeleceu em Florianópolis, onde tocava um estúdio de tatuagem e no verão alugava parte da casa pra juntar uma grana extra.
A casa foi uma surpresa gostosa pra todo mundo, já que era mais do que esperávamos pelo preço combinado: tinha 3 quartos, um pra cada casal, mais uma salinha, um banheiro e uma cozinha com sala de jantar. Já o Aníbal se mudou durante esse período do ano pra uma espécie de garagem que ficava totalmente separada da parte da casa que a gente alugava, e ele tinha reformado pra poder morar lá nos meses em que alugava a parte principal da propriedade. Tinha duas portas de entrada: uma principal que dava pra rua e acessava a sala, e outra nos fundos da casa, com entrada pra cozinha, que só dava pra chegar contornando a casa por um corredor lateral. Todos os quartos tinham janelas que davam pra esse corredor lateral, então eram bem ventilados e com luz natural.
As férias foram realmente maravilhosas. Muita praia, bons amigos e longos amanheceres na melhor companhia. Os dias passavam na praia, com muito chimarrão e jogos de cartas, e à noite geralmente a gente comia junto e depois decidia se ia pra alguma balada do centro ou pra algum bar das muitas praias da cidade balneária brasileira. Os caras sempre bebiam demais, a cerveja corria como água, e as minas, embora fossem bem mais moderadas com as bebidas, também tiveram suas noites de porre. Com o passar das noites, nem sempre os três casais concordavam com o mesmo plano; às vezes um casal ficava e os outros dois saíam, ou, até mesmo, em algumas ocasiões, os membros de um mesmo casal não faziam o mesmo plano (por exemplo, duas minas ficavam e uma das mulheres saía com os três caras).
Na noite em que tudo aconteceu, a gente tinha decidido fazer um churrasco. Encontrar os cortes de carne que na Argentina a gente costuma grelhar na churrasqueira, num açougue no meio do Brasil, era uma odisseia. No entanto, o Aníbal, que já morava lá há anos, se saiu muito bem nos levando no lugar certo, e por isso a gente o convidou pra comer com a gente. Não era incomum a gente chamar ele pra jantar com a gente, ou só pra tomar um gole, e naquela noite a gente fez isso de novo. A noite foi normal, o churrasco parecia mais carne de cavalo do que de boi, mas a gente riu pra caralho e, como toda noite, não foi só cerveja ou vinho, mas os dois e em quantidade. Nessa ocasião, minha mina tinha bebido um pouco mais do que o normal, raramente acontecia com ela, e ela demonstrava isso rindo e zoando com as outras minas enquanto o Leandro animava a noite colocando uns sons agitados no aparelho de som.
À meia-noite, a janta tinha acabado e já começava a discussão de como continuar a noite. Todo mundo concordou muito rápido em ir pra uma das baladas do centro, a gente tava mesmo com vontade de prolongar aquele momento bom. As minas foram pros quartos se arrumar e se maquiar enquanto a gente fazia o mesmo, mas com muito mais pressa. O Aníbal, por sua vez, apesar da nossa insistência, decidiu ficar em casa porque no dia seguinte trabalhava.
Uma hora depois, todo mundo tava pronto, mas a Vanesa começou a sentir o peso do que tinha bebido. A gente sentou ela, esperou um pouco pra ver se ela melhorava, mas não. Tinha razão, ela ainda estava se sentindo mal e preferiu ficar pra dormir do que sair com o resto do grupo. Diante da decisão dela de ficar, eu não tinha escolha a não ser acompanhá-la. Os caras lamentaram, mas estavam tão afim de sair que de qualquer jeito foram os quatro e, sinceramente, não me incomodei, porque eu teria feito o mesmo. Levei a Vane pro quarto, ela se deitou e eu fiquei remoendo a raiva. Me sentia bem frustrado.
Não tava com vontade de deitar, então saí pro pátio pequeno nos fundos, onde o Aníbal tava arrumando umas coisas. Ele estranhou um pouco quando viu que eu não tinha ido com o resto do grupo pro baile e contei o que tinha rolado com a Vanesa. "Uma boa noite de sono e amanhã ela tá nova", ele disse, e eu concordei.
Tomei mais uma cerveja com o Aníbal e voltei pro quarto, onde a Vanesa estava. Parecia profundamente dormindo e tava linda, de tirar o fôlego. Ela tinha se deitado com a roupa que vestiu pra sair: uma regata de tecido bem leve, sem mangas e com um decidaço, e uma saia preta bem curtinha. Olhei pra ela e fiquei de pau duro. A saia já era curta, mas deitada tinha subido mais uns centímetros, deixando à mostra uma boa parte da bunda dela. Não dava pra ver a calcinha, não porque ela não tivesse, mas porque era minúscula e a bunda dela era tão grande quanto firme. Ela tava deitada de lado, sem nenhum cobertor. Deitei atrás dela, tirei o pau e comecei a esfregar contra a raba dela. A luz do quarto tava apagada, mas a que entrava pela porta da sala era suficiente pra ver tudo. Tava com uma ereção do caralho, passei a mão nos peitos dela, primeiro de leve, procurando os bicos, e quando achei, apertei mais forte. Ela tinha uns peitos lindos, grandes, mas ainda assim durinhos (as vantagens dos 22 anos!). Tava excitadíssimo, ela parecia totalmente dormindo, mas eu não precisava da ajuda dela pra me divertir. Momento enorme.
Fiquei mais uns minutos assim, mas precisava de mais. Enfiei a mão por baixo da saia dela, tirei a calcinha. Tava molhada. Tentei penetrar ela na posição que a gente tava, ela de costas pra mim e de lado. Tava meio bêbado, muito excitado, e ela sempre foi muito apertada, então foi difícil. Ela se mexeu, mudou de posição, ficou de barriga pra cima. Subi nela e tentei de novo, mas aí ela não foi tão delicada: abriu os olhos e falou: “Me deixa em paz, não vê que quero dormir?”. Fiquei olhando pra ela, queria matar ela. “OK, fica tranquila, vou com os caras pra não te encher mais”, saí do quarto. Liguei a TV, já não tava mais a fim de ir dançar, mas 10 minutos de “Os Simpsons” dublados em português me convenceram. Troquei a camisa, passei perfume e em 15 minutos tava pronto pra sair.
A porta da frente da casa tava trancada, a gente tinha só um jogo de chaves e já tinham levado. Tive que sair pela porta dos fundos, já tinha passado quase uma hora, mas o Aníbal ainda tava lá, só olhando as estrelas e bebendo (ele não tinha limite pra álcool, e mesmo assim, naqueles 15 dias, nunca vimos ele bêbado).
- Onde cê vai? - ele perguntou.
- Dançar, não tô com sono e a Vane tá dormindo que nem uma pedra, nem vai perceber que eu fui.
E foi assim, me despedi e saí de casa pelo corredor lateral. Quando passei pela janela do nosso quarto, olhei pra dentro e vi a Vane: nunca mais ia ver ela com os mesmos olhos.
Sou do tipo que acredita que as coisas acontecem por um motivo, e que nada é coincidência. O que vou contar agora é, pra mim, a maior prova de como, quando algo tem que ser, não importa que coincidências ou situações precisem rolar, as coisas acontecem.
A casa ficava muito longe do centro comercial. O normal era andar umas três quadras até uma rua com muito movimento e esperar passar um ônibus ou, com muita sorte, um Táxi. Imagina que às 2h30 da manhã a frequência não era grande, então não devem ter passado menos de 15 minutos até eu ver lá longe o que parecia um táxi. Tateei meu bolso e não achei a carteira, o táxi se aproximava, revirei os bolsos de trás da calça e também nada. A noite tava indo pro buraco, não tinha a carteira e ia ter que voltar pra casa buscar. Me xinguei e comecei a voltar.
A volta foi num passo rápido. A volta me tomou metade do tempo que a ida. Mas quando, já no terreno da casa e no corredor, passei pela janela do nosso quarto, fiquei paralisado. O quarto continuava escuro, mas ainda dava pra ver o interior pela luz da sala que entrava em jorro pela porta aberta. Na cama, a Vane de olhos fechados, como eu tinha deixado, mas do lado dela estava sentado o Aníbal. Era como ver um urso prestes a comer um coelho. O Aníbal era grande, imponente: media quase 1,90m e não pesava menos de 110 kg. Do lado dele, totalmente inconsciente, minha mina com seus 1,60m e 45 kg.
Numa mão ele segurava uma xícara de café e com a outra sacudia delicadamente a Vane pelo ombro. Eu não ouvia muito bem, talvez porque tivesse atordoado ou porque ele falava baixo demais, mas o fato é que parecia que ele queria acordá-la e dar um pouco de café. A cena durou uns 2 minutos, e os sacolejos do Aníbal foram passando de leves pra fortes. A Vane não se mexia, ele apoiou a xícara no criado-mudo e se deitou junto com ela. Lembro disso e me dá o mesmo nó no estômago que naquela noite. Mesmo assim, fiquei escondido, observando, com aquela sensação estranha de que estavam me roubando na minha frente, e que de algum jeito bizarro, eu não conseguia evitar de ver aquilo com um tesão mórbido.
Ele se deitou do lado dela. Continuava falando com ela. Num momento, chegou bem perto e beijou ela. Primeiro, tímido. Depois, com uma das mãos enormes dele, começou a acariciar a coxa da Vanesa. Do joelho até o meio. da coxa, e cada vez um pouco mais pra cima. Daqui a pouco já tinha a mão dela na coxa bem lá em cima, na altura da bunda dela, a saia curta totalmente levantada, parecia mais um cinto do que a peça de roupa que era. Acho que a partir daí ele se convenceu de que ela tava totalmente inconsciente, ou simplesmente a excitação descontrolou ele, mas começou a agir sem nenhuma cautela.
Ela tava deitada de lado, com a saia toda levantada e sem calcinha (eu tinha tirado um tempinho antes de me mandar). Ele tirou da calça um pau que era tão descomunal quanto o tamanho dele. Não sei quanto media, mas com certeza era humilhantemente maior que meus 17 cm, passava fácil dos 20 cm, era um cano de carne grosso e preto. Assim como eu fiz, ele encostou ele nas nádegas dela e começou a se esfregar, enquanto com a mão direita procurava a virilha dela. Ela parecia totalmente inconsciente, será que era por causa do álcool? A situação era um cara enorme, esfregando o pau dele na bunda da minha mulher enquanto com os dedos atrapalhados procurava o clitóris dela, ela inconsciente e eu observando tudo com uma ereção animal.
Quando ele se cansou da umidade da virilha dela, tirou a mão e levou os dedos ao nariz, cheirou eles por um tempo, parecia embriagado com o cheiro da buceta dela, enquanto acelerava a esfregada do pau dele na bunda da minha mulher. Depois voltou com a mão pra minha mina, mas dessa vez procurou os peitões enormes dela. Desde o primeiro dia que chegamos na casa, mesmo ele sempre tendo sido muito discreto, dava pra ver como os olhos do Aníbal iam longe toda vez que a Vane andava de biquíni pela casa. Ela usava uns biquínis pequenininhos, os peitos dela eram enormes e, por algum motivo, não faltava oportunidade em que os mamilos marcavam. Ele começou a apalpar eles enfiando as mãos por baixo da camiseta, mas depois isso já não bastou, e ele levantou a camiseta dela. De um jeito que minha mulher ficou quase totalmente nua. Ele observou ela por um tempo e depois começou a passar a língua nos mamilos dela. Isso durou pelo menos 10 minutos.
Da escuridão onde eu estava, fiquei observando tudo, pasmo, numa mistura de choque pela surpresa, pelo álcool e por um tesão novo e doentio. Naquela altura, já começava a debater entre interromper ou não a situação. Não ia fazer um escândalo, só ia tentar entrar em casa fazendo barulho suficiente pra dar chance de me ouvir, se ajeitar e ajeitar ela, enquanto eu me demorava na cozinha ou no banheiro. Mas, de novo, as circunstâncias me venceram e eu fiquei ali, olhando com cara de bobo e o pau duro como uma vara.
Aníbal abriu as pernas de Vanesa e aproximou o rosto da buceta dela. Quase desesperado, começou a chupá-la, e me pareceu ver algo: ao receber as primeiras lambidas, a Vane fechou os punhos e arqueou levemente as costas. Aníbal se levantou, se posicionou por cima dela e, sem nem a delicadeza de uma camisinha, penetrou minha namorada. Amigos, não sei se vocês já viram um homem possuir a mulher de outro, mas a imagem tira o ar dos pulmões. A humanidade enorme daquele cara estava sobre a carne delicada da minha mina, a mulher que até segundos atrás só conhecia intimidade comigo, agora estava sendo penetrada por uma espécie de urso gigante. Ele meteu com força, quase com desprezo. A cama se mexia com uma violência que parecia que ia desabar. Nunca tinha dado pra minha namorada um sexo com aquela potência, com aquela brutalidade. Depois de um tempo, ele tirou o pau e, bufando como um touro, gozou por todo o torso nu da minha mulher.
Me afastei da janela e, deslizando as costas pela parede, me deixei cair até ficar sentado no chão. Minha cabeça não estava clara; uma e outra vez, a imagem daquele imenso homem sujando os peitos da minha mulher com o esperma dele invadia minha mente e acelerava meu pulso. Eu estava terrivelmente excitado. Não sei se passaram 2, 10 ou 20 minutos, mas ouvi a porta dos fundos da casa abrir e fechar com força. Reagi, me levantei e, com cuidado... Caminhei pelo corredor até o fundo da casa, espiei com cuidado e vi a luz acender no quarto do Aníbal. Não entendo bem por quê, mas como quem se esconde (mesmo não tendo motivo pra isso), saí devagar da sombra onde estava e entrei na casa.
É muito difícil pra mim descrever as sensações que eu tinha naquele momento, só um corno que passou por algo assim vai me entender. Eu me sentia enganado, humilhado, mas ao mesmo tempo terrivelmente excitado, parecia que tava drogado, uma confusão danada de sentimentos.
Mas a noite ainda me guardava uma surpresa.
Quando entrei em casa, não tinha nada muito claro na cabeça, mas o que eu não esperava era não encontrar minha mina no quarto. Quase na hora ouvi o barulho do chuveiro. Não entendia nada, até instantes atrás um gorila tinha abusado dela aproveitando que ela tava inconsciente, mas logo depois a putinha parecia acordada o bastante pra levantar e ir tomar banho. Ela voltou, me cumprimentou com um pouco de surpresa, tentou me beijar e eu virei o rosto, não conseguia beijar ela. Joguei ela na cama e fui metendo com uma violência que nunca tinha tido até aquele dia, enquanto fazia isso, não parava de pensar: Ela tava acordada? Tinha gostado? Tinha provocado? Será que enquanto eu metia nela, ela ainda tava pensando nele?…
Nunca tocamos no assunto por anos, até que um dia a gente conversou e esclareceu aquela noite… e tudo mudou pra nós.
Na época em que isso aconteceu, nós dois tínhamos 22 anos. Conhecíamos a Vanesa desde o primário, era um amor que tinha crescido com a gente. Aos 8, já trocávamos bilhetinhos, era uma brincadeira, mas já nos atraíamos e nos escolhíamos. Aos 14, começamos a namorar, ou pelo menos, a gente chamava assim de ficar de mãos dadas e dar beijinhos tímidos nos aniversários pra onde os colegas de escola nos convidavam. Juntos descobrimos o amor, crescemos e experimentamos nossos corpos. Desde as primeiras carícias safadas dos 15 anos até aqueles 22, a gente tinha sido exclusivo um do outro em tudo relacionado a sexo.
Éramos jovens, nos curtíamos, o sexo realmente era parte da nossa relação. Mas, sendo sincero e olhando em perspectiva, embora ainda nos amássemos com frequência e paixão, ainda jovens não tínhamos conseguido escapar da monotonia de 7 anos transando e, de verdade, tínhamos caído numa certa mornidão. Mas aí tudo mudou, e o acaso resolveu e nos ensinou a viver algo que, talvez, por nós mesmos, nunca tivéssemos descoberto.
Era o verão de 2002 e, com dois casais amigos, a gente tinha decidido ir de férias em grupo. Tinham várias opções, mas escolhemos uma que era conveniente por vários motivos: íamos pra Florianópolis e pararíamos na casa do irmão de uma das minas que ia com a gente na viagem. Depois de uma viagem longuíssima... De ônibus, quase 30 horas desde Buenos Aires, chegamos em Floripa e de lá, com outro ônibus da cidade, até a casa onde íamos ficar. Nosso grupo era formado, além de mim e da minha namorada Vanesa, por José e Laura (ambos de 22 anos, amigos de escola) e por Leandro e Daniela (de 23 e 21 anos, o Leandro era parceiro de time de futebol meu e do José desde antes). A casa era do irmão da Daniela, Aníbal, um figuraço; tinha 32 anos e já estava há pelo menos 8 anos rodando pelo Brasil. Uns anos antes do que aconteceu, ele finalmente se estabeleceu em Florianópolis, onde tocava um estúdio de tatuagem e no verão alugava parte da casa pra juntar uma grana extra.
A casa foi uma surpresa gostosa pra todo mundo, já que era mais do que esperávamos pelo preço combinado: tinha 3 quartos, um pra cada casal, mais uma salinha, um banheiro e uma cozinha com sala de jantar. Já o Aníbal se mudou durante esse período do ano pra uma espécie de garagem que ficava totalmente separada da parte da casa que a gente alugava, e ele tinha reformado pra poder morar lá nos meses em que alugava a parte principal da propriedade. Tinha duas portas de entrada: uma principal que dava pra rua e acessava a sala, e outra nos fundos da casa, com entrada pra cozinha, que só dava pra chegar contornando a casa por um corredor lateral. Todos os quartos tinham janelas que davam pra esse corredor lateral, então eram bem ventilados e com luz natural.
As férias foram realmente maravilhosas. Muita praia, bons amigos e longos amanheceres na melhor companhia. Os dias passavam na praia, com muito chimarrão e jogos de cartas, e à noite geralmente a gente comia junto e depois decidia se ia pra alguma balada do centro ou pra algum bar das muitas praias da cidade balneária brasileira. Os caras sempre bebiam demais, a cerveja corria como água, e as minas, embora fossem bem mais moderadas com as bebidas, também tiveram suas noites de porre. Com o passar das noites, nem sempre os três casais concordavam com o mesmo plano; às vezes um casal ficava e os outros dois saíam, ou, até mesmo, em algumas ocasiões, os membros de um mesmo casal não faziam o mesmo plano (por exemplo, duas minas ficavam e uma das mulheres saía com os três caras).
Na noite em que tudo aconteceu, a gente tinha decidido fazer um churrasco. Encontrar os cortes de carne que na Argentina a gente costuma grelhar na churrasqueira, num açougue no meio do Brasil, era uma odisseia. No entanto, o Aníbal, que já morava lá há anos, se saiu muito bem nos levando no lugar certo, e por isso a gente o convidou pra comer com a gente. Não era incomum a gente chamar ele pra jantar com a gente, ou só pra tomar um gole, e naquela noite a gente fez isso de novo. A noite foi normal, o churrasco parecia mais carne de cavalo do que de boi, mas a gente riu pra caralho e, como toda noite, não foi só cerveja ou vinho, mas os dois e em quantidade. Nessa ocasião, minha mina tinha bebido um pouco mais do que o normal, raramente acontecia com ela, e ela demonstrava isso rindo e zoando com as outras minas enquanto o Leandro animava a noite colocando uns sons agitados no aparelho de som.
À meia-noite, a janta tinha acabado e já começava a discussão de como continuar a noite. Todo mundo concordou muito rápido em ir pra uma das baladas do centro, a gente tava mesmo com vontade de prolongar aquele momento bom. As minas foram pros quartos se arrumar e se maquiar enquanto a gente fazia o mesmo, mas com muito mais pressa. O Aníbal, por sua vez, apesar da nossa insistência, decidiu ficar em casa porque no dia seguinte trabalhava.
Uma hora depois, todo mundo tava pronto, mas a Vanesa começou a sentir o peso do que tinha bebido. A gente sentou ela, esperou um pouco pra ver se ela melhorava, mas não. Tinha razão, ela ainda estava se sentindo mal e preferiu ficar pra dormir do que sair com o resto do grupo. Diante da decisão dela de ficar, eu não tinha escolha a não ser acompanhá-la. Os caras lamentaram, mas estavam tão afim de sair que de qualquer jeito foram os quatro e, sinceramente, não me incomodei, porque eu teria feito o mesmo. Levei a Vane pro quarto, ela se deitou e eu fiquei remoendo a raiva. Me sentia bem frustrado.
Não tava com vontade de deitar, então saí pro pátio pequeno nos fundos, onde o Aníbal tava arrumando umas coisas. Ele estranhou um pouco quando viu que eu não tinha ido com o resto do grupo pro baile e contei o que tinha rolado com a Vanesa. "Uma boa noite de sono e amanhã ela tá nova", ele disse, e eu concordei.
Tomei mais uma cerveja com o Aníbal e voltei pro quarto, onde a Vanesa estava. Parecia profundamente dormindo e tava linda, de tirar o fôlego. Ela tinha se deitado com a roupa que vestiu pra sair: uma regata de tecido bem leve, sem mangas e com um decidaço, e uma saia preta bem curtinha. Olhei pra ela e fiquei de pau duro. A saia já era curta, mas deitada tinha subido mais uns centímetros, deixando à mostra uma boa parte da bunda dela. Não dava pra ver a calcinha, não porque ela não tivesse, mas porque era minúscula e a bunda dela era tão grande quanto firme. Ela tava deitada de lado, sem nenhum cobertor. Deitei atrás dela, tirei o pau e comecei a esfregar contra a raba dela. A luz do quarto tava apagada, mas a que entrava pela porta da sala era suficiente pra ver tudo. Tava com uma ereção do caralho, passei a mão nos peitos dela, primeiro de leve, procurando os bicos, e quando achei, apertei mais forte. Ela tinha uns peitos lindos, grandes, mas ainda assim durinhos (as vantagens dos 22 anos!). Tava excitadíssimo, ela parecia totalmente dormindo, mas eu não precisava da ajuda dela pra me divertir. Momento enorme.
Fiquei mais uns minutos assim, mas precisava de mais. Enfiei a mão por baixo da saia dela, tirei a calcinha. Tava molhada. Tentei penetrar ela na posição que a gente tava, ela de costas pra mim e de lado. Tava meio bêbado, muito excitado, e ela sempre foi muito apertada, então foi difícil. Ela se mexeu, mudou de posição, ficou de barriga pra cima. Subi nela e tentei de novo, mas aí ela não foi tão delicada: abriu os olhos e falou: “Me deixa em paz, não vê que quero dormir?”. Fiquei olhando pra ela, queria matar ela. “OK, fica tranquila, vou com os caras pra não te encher mais”, saí do quarto. Liguei a TV, já não tava mais a fim de ir dançar, mas 10 minutos de “Os Simpsons” dublados em português me convenceram. Troquei a camisa, passei perfume e em 15 minutos tava pronto pra sair.
A porta da frente da casa tava trancada, a gente tinha só um jogo de chaves e já tinham levado. Tive que sair pela porta dos fundos, já tinha passado quase uma hora, mas o Aníbal ainda tava lá, só olhando as estrelas e bebendo (ele não tinha limite pra álcool, e mesmo assim, naqueles 15 dias, nunca vimos ele bêbado).
- Onde cê vai? - ele perguntou.
- Dançar, não tô com sono e a Vane tá dormindo que nem uma pedra, nem vai perceber que eu fui.
E foi assim, me despedi e saí de casa pelo corredor lateral. Quando passei pela janela do nosso quarto, olhei pra dentro e vi a Vane: nunca mais ia ver ela com os mesmos olhos.
Sou do tipo que acredita que as coisas acontecem por um motivo, e que nada é coincidência. O que vou contar agora é, pra mim, a maior prova de como, quando algo tem que ser, não importa que coincidências ou situações precisem rolar, as coisas acontecem.
A casa ficava muito longe do centro comercial. O normal era andar umas três quadras até uma rua com muito movimento e esperar passar um ônibus ou, com muita sorte, um Táxi. Imagina que às 2h30 da manhã a frequência não era grande, então não devem ter passado menos de 15 minutos até eu ver lá longe o que parecia um táxi. Tateei meu bolso e não achei a carteira, o táxi se aproximava, revirei os bolsos de trás da calça e também nada. A noite tava indo pro buraco, não tinha a carteira e ia ter que voltar pra casa buscar. Me xinguei e comecei a voltar.
A volta foi num passo rápido. A volta me tomou metade do tempo que a ida. Mas quando, já no terreno da casa e no corredor, passei pela janela do nosso quarto, fiquei paralisado. O quarto continuava escuro, mas ainda dava pra ver o interior pela luz da sala que entrava em jorro pela porta aberta. Na cama, a Vane de olhos fechados, como eu tinha deixado, mas do lado dela estava sentado o Aníbal. Era como ver um urso prestes a comer um coelho. O Aníbal era grande, imponente: media quase 1,90m e não pesava menos de 110 kg. Do lado dele, totalmente inconsciente, minha mina com seus 1,60m e 45 kg.
Numa mão ele segurava uma xícara de café e com a outra sacudia delicadamente a Vane pelo ombro. Eu não ouvia muito bem, talvez porque tivesse atordoado ou porque ele falava baixo demais, mas o fato é que parecia que ele queria acordá-la e dar um pouco de café. A cena durou uns 2 minutos, e os sacolejos do Aníbal foram passando de leves pra fortes. A Vane não se mexia, ele apoiou a xícara no criado-mudo e se deitou junto com ela. Lembro disso e me dá o mesmo nó no estômago que naquela noite. Mesmo assim, fiquei escondido, observando, com aquela sensação estranha de que estavam me roubando na minha frente, e que de algum jeito bizarro, eu não conseguia evitar de ver aquilo com um tesão mórbido.
Ele se deitou do lado dela. Continuava falando com ela. Num momento, chegou bem perto e beijou ela. Primeiro, tímido. Depois, com uma das mãos enormes dele, começou a acariciar a coxa da Vanesa. Do joelho até o meio. da coxa, e cada vez um pouco mais pra cima. Daqui a pouco já tinha a mão dela na coxa bem lá em cima, na altura da bunda dela, a saia curta totalmente levantada, parecia mais um cinto do que a peça de roupa que era. Acho que a partir daí ele se convenceu de que ela tava totalmente inconsciente, ou simplesmente a excitação descontrolou ele, mas começou a agir sem nenhuma cautela.
Ela tava deitada de lado, com a saia toda levantada e sem calcinha (eu tinha tirado um tempinho antes de me mandar). Ele tirou da calça um pau que era tão descomunal quanto o tamanho dele. Não sei quanto media, mas com certeza era humilhantemente maior que meus 17 cm, passava fácil dos 20 cm, era um cano de carne grosso e preto. Assim como eu fiz, ele encostou ele nas nádegas dela e começou a se esfregar, enquanto com a mão direita procurava a virilha dela. Ela parecia totalmente inconsciente, será que era por causa do álcool? A situação era um cara enorme, esfregando o pau dele na bunda da minha mulher enquanto com os dedos atrapalhados procurava o clitóris dela, ela inconsciente e eu observando tudo com uma ereção animal.
Quando ele se cansou da umidade da virilha dela, tirou a mão e levou os dedos ao nariz, cheirou eles por um tempo, parecia embriagado com o cheiro da buceta dela, enquanto acelerava a esfregada do pau dele na bunda da minha mulher. Depois voltou com a mão pra minha mina, mas dessa vez procurou os peitões enormes dela. Desde o primeiro dia que chegamos na casa, mesmo ele sempre tendo sido muito discreto, dava pra ver como os olhos do Aníbal iam longe toda vez que a Vane andava de biquíni pela casa. Ela usava uns biquínis pequenininhos, os peitos dela eram enormes e, por algum motivo, não faltava oportunidade em que os mamilos marcavam. Ele começou a apalpar eles enfiando as mãos por baixo da camiseta, mas depois isso já não bastou, e ele levantou a camiseta dela. De um jeito que minha mulher ficou quase totalmente nua. Ele observou ela por um tempo e depois começou a passar a língua nos mamilos dela. Isso durou pelo menos 10 minutos.
Da escuridão onde eu estava, fiquei observando tudo, pasmo, numa mistura de choque pela surpresa, pelo álcool e por um tesão novo e doentio. Naquela altura, já começava a debater entre interromper ou não a situação. Não ia fazer um escândalo, só ia tentar entrar em casa fazendo barulho suficiente pra dar chance de me ouvir, se ajeitar e ajeitar ela, enquanto eu me demorava na cozinha ou no banheiro. Mas, de novo, as circunstâncias me venceram e eu fiquei ali, olhando com cara de bobo e o pau duro como uma vara.
Aníbal abriu as pernas de Vanesa e aproximou o rosto da buceta dela. Quase desesperado, começou a chupá-la, e me pareceu ver algo: ao receber as primeiras lambidas, a Vane fechou os punhos e arqueou levemente as costas. Aníbal se levantou, se posicionou por cima dela e, sem nem a delicadeza de uma camisinha, penetrou minha namorada. Amigos, não sei se vocês já viram um homem possuir a mulher de outro, mas a imagem tira o ar dos pulmões. A humanidade enorme daquele cara estava sobre a carne delicada da minha mina, a mulher que até segundos atrás só conhecia intimidade comigo, agora estava sendo penetrada por uma espécie de urso gigante. Ele meteu com força, quase com desprezo. A cama se mexia com uma violência que parecia que ia desabar. Nunca tinha dado pra minha namorada um sexo com aquela potência, com aquela brutalidade. Depois de um tempo, ele tirou o pau e, bufando como um touro, gozou por todo o torso nu da minha mulher.
Me afastei da janela e, deslizando as costas pela parede, me deixei cair até ficar sentado no chão. Minha cabeça não estava clara; uma e outra vez, a imagem daquele imenso homem sujando os peitos da minha mulher com o esperma dele invadia minha mente e acelerava meu pulso. Eu estava terrivelmente excitado. Não sei se passaram 2, 10 ou 20 minutos, mas ouvi a porta dos fundos da casa abrir e fechar com força. Reagi, me levantei e, com cuidado... Caminhei pelo corredor até o fundo da casa, espiei com cuidado e vi a luz acender no quarto do Aníbal. Não entendo bem por quê, mas como quem se esconde (mesmo não tendo motivo pra isso), saí devagar da sombra onde estava e entrei na casa.
É muito difícil pra mim descrever as sensações que eu tinha naquele momento, só um corno que passou por algo assim vai me entender. Eu me sentia enganado, humilhado, mas ao mesmo tempo terrivelmente excitado, parecia que tava drogado, uma confusão danada de sentimentos.
Mas a noite ainda me guardava uma surpresa.
Quando entrei em casa, não tinha nada muito claro na cabeça, mas o que eu não esperava era não encontrar minha mina no quarto. Quase na hora ouvi o barulho do chuveiro. Não entendia nada, até instantes atrás um gorila tinha abusado dela aproveitando que ela tava inconsciente, mas logo depois a putinha parecia acordada o bastante pra levantar e ir tomar banho. Ela voltou, me cumprimentou com um pouco de surpresa, tentou me beijar e eu virei o rosto, não conseguia beijar ela. Joguei ela na cama e fui metendo com uma violência que nunca tinha tido até aquele dia, enquanto fazia isso, não parava de pensar: Ela tava acordada? Tinha gostado? Tinha provocado? Será que enquanto eu metia nela, ela ainda tava pensando nele?…
Nunca tocamos no assunto por anos, até que um dia a gente conversou e esclareceu aquela noite… e tudo mudou pra nós.
17 comentários - Meu começo como corno
Gracias tambien a quienes dejaron puntos.
Espero tener algo de tiempo para compartir con uds. como siguio el tema.
GRACIAS1
leelo todo que vale la pena 😉