Mary e mais (Parte 1)

Pessoal, volto com uma história recente após muito tempo, espero que gostem. La Mari e mais... Era sexta-feira e voltava cansado do trabalho quando recebi um chamada de um amigo para sair de joda. Não me entusiasme a ideia pois vinha de uma semana complicada e não tinha nenhuma desculpa viável para escapar da minha namorada. Como sempre digo, deram-se as circunstâncias, essas que fazem que, sem que você faça nada, tudo se ajuste de repente. Minha namorada teve que levar a minha sogra a visitar parentes, o cara me insistiu e bem, apesar de eu ter-me prometido a mim mesmo ir-me afastando de tudo isso, a tentação me pôs e fui. Nos encontramos em um bar de outro amigo para fazer a prévia, aproveitando para nos darmos um pouco ao dia, pois fazia tempo que não nos víamos. Finalmente, terminamos indo a um boliche bem chato, que segundo os caras tem as melhores cuties. Caímos e muito não gostei da onda, muito histéricas as cuties, ou talvez eu não tivesse vontade de trabalhar. Dei um par de voltas para ver o que estava acontecendo e nem bola assim que me voltei para onde estava o grosso do grupo que já havia ocupado um setor e estava entrando no trago novamente. Nisso a vi, estava bem enpilchada mas era notável que estivesse fora de lugar. Pelo teñido meio colorado, pele branca e sem dúvida não tinha bom corpo, olhando melhor ela tinha físico para fazer esportes, não sei se entende (pernas mais grossas, espalda formada, se tivesse sido alta estaria em problemas). Minha insistência no chequeo fez que, num determinado momento, nossos olhos se cruzassem, foi um instante apenas mas não consegui fazer que se incomodasse como gostava de fazer com as pendejas caretas que havia cruzado, ela me sustentou a mirada desafiante, como se quisesse dizer com os olhos... Dale, veni, anime. Meu amigo Gastón, o tonga para os amigos, saco ao toque que estava pelotudeando e como bom pirata fez uma leitura correta do que me passava. A cutie mais feia do boliche - Me disse quando lhe contei e a mostrei
É uma negra barata - Ampliei quando insistiu que tinha algo que me aquecia

Não pude negar que tinha razão, se notava à legua, igual a bardee por careta e disse que ficasse com alguma das frígidas use the word: pussy de ouro que havia nesse boliche

Decidido a encararla, me aproximou para conversar. Depois de algumas frases ocasionais, aproveitei uma cumbia que estava tocando e a saquei a dançar. Só fiz um par de passos de cumbia cruzada, o básico, mas isso bastou para caí-la bem

Por fim, alguém que sabe bailar cumbia nesse lugar chato - Me disse

Depois de um tempo, a convidou a tomar algo. Era meio chocante sua forma de falar, de rir (para mais, tinha os dentes meio torcidos), se notava que fazia esforços para não parecer bruta, mas igual se notava, não podia disfarçar. Não posso explicar por quê, mas estava me aquecendo cada vez mais

Charlando, contei que tinha 20 anos e havia vindo acompanhando uma amiga, olhando bem, tinha lindas tetas e linda boca de lábios carnudos, mas sendo sincero, não era linda

Mentanto estava em pleno chamuço, passou o Tincho (outro dos caras) fazendo arcadas. Não passaram nem 5 minutos mais e estávamos transando como desaforados, Juliete (ponhamos que assim se chamava) sabia usar a língua de maneira espetacular, me massageava a língua com a sua, alternando a velocidade dos movimentos, enquanto pegava o corpo ao meu para sentir meu poronga, sem qualquer tipo de vergonha, movendo apenas a cintura fazendo que meu cock parecesse a ponto de perfurar boxers e calças. Podia sentir os pezones tiesos apoiados contra meu peito e seus ronronos no meu ouvido me faziam levantar temperatura

Avisei minha amiga que vamos? - Me propôs em um momento

Se ri da minha cara de surpresa. Não pude evitar pensar o puta que devia ser ou o quente que a devia estar eu como para que tomasse a iniciativa (são bobagens) Que eu pensei que ia fazer)

Dale vamos - lhe disse

Me levei com ela até onde estavam as amigas, que se fizeram um picnic, me olhando até que me puseram incomodo e saímos

Já ao ar livre e a vendo bem era pouco feminina, caminhava a lo cachito, não sei por um momento me perguntei o que me fazia calor tanto com essa cutie, ou seriam apenas ganas de coger sem importar quem?

Talvez fosse o perfume barato que eu tinha, aqueles de aroma tipo floral, bem de puta, talvez o piercing na sobrancelha que eu sei, é certo que estava em estado de ebulição e a louca também, assim que chegamos ao carro me olhou como para ver se ia me coger ali mesmo. Por cavalheirismo ou por vergonha, mas procurei um hotel, calcule e não por menosprezar a quem convieria levar.

Estávamos a meio caminho quando comecei a franelar a cock acima do calção, baixei o fechamento e começou a me pajear devagar, fazendo-me sentir a calor da sua mão, subindo e descendo por todo o comprimento enquanto continuava falando e rindo, contando coisas suas como se nada, eu sabia que jogava ao jockey (de lá o físico de atleta), entre outras coisas.

Vamos para minha casa melhor – disse ela em uma delas enquanto continuava com sua tarefa

Me indiquei onde ficava e saímos para ali. Era um bairro meio fodido, mas não estava tão mal. Antes de chegar e sem me dar tempo a nada, baixei sua boquita procurando meu cock, que já nesse momento batia com o calor graças às suas atenções.

Dentro de 3 quadras dobla à direita – disse ela e meteu meu cock na boca

Como chupava a babe!!! Com a língua fazendo movimentos circulares ao redor da minha cock, enquanto seus lábios e cachos exerciam um tipo de efeito sopapo. Realmente, se não fosse porque na rua não havia alma segura, o carro devia ir quase por inércia.

Para metade da quadra – disse ela apenas despegando sua boca da minha poronga Pare o carro e ela continuou com sua tarefa, subindo e descendo pelo tronco, sacando-a da boca e metendo-a até a garganta, era como se estivesse me coitando a boca, mas eu não fazia qualquer movimento, estava como em transe. Ela continuava gerenciando o ritmo, sacando-a às vezes da boca, fazendo-me morrer de vontade que ela continuasse e logo, após me olhar, seguia obsequiosa com sua língua, alternando para cima e para baixo, passando-a pelos testículos, quase eu acabei quando se pôs um e outro na boca. Parecia disposta a tudo, sem importar se estava na porta da casa ou se havia gente na esquina. Meu porongo late de calor e meus testículos ferviam, enquanto ela brincava com seus lábios sobre a cabeça que estava vermelha e brilhante de sua saliva, com as unhas me roçando os testículos fazendo-me retorcer, para finalmente mandá-la até o fundo da garganta uma e outra vez, cada vez com maior intensidade. Comecei a sentir aquele formigamento previo do cum iminente e avisei-a. Por resposta, eu a estougo até o fundo da garganta enquanto o cum saía descontrolado.

Um, dois, três jatos saíram enquanto ela se tragava tudo que podia, até que a arcada lhe impediu seguir traguendo. Ela ergueu sua cara para mim, mostrando como, pela comissura dos lábios, haviam escorrido fios de meu cum, e então, como gata golosa, se lambeu limpando e saboreando-se. E me dando um beijo, se agachou para relamber os restos de cum que ficavam em meu cock.

Eu estava no limbo, quase sem falar e já isso havia valido a pena o viagem, mas ainda faltava muito mais

Continuare...

7 comentários - Mary e mais (Parte 1)

Siempre un placer leerte, Morocho!!
Gracias por entretenernos, exitarnos y divertirnos con tus aventuras.
Quiero que me partas en 2 YA! Eh.. no, digo... la parte 2...
Bebe23
Celebro la vuelta amigazo, como dice la morocha, siempre un placer leer algo suyo!
jajjaa! que bien...!! es lo mejor cuando aparecen esas putas cuando uno menos las espera!
y con una puta asi, la 2 parte seguro es mejor....
mu_a2
MUY BUENO GRACIAS 😉 😉 😉
grande morocho.... volviste!!! se extrañaban tus relatos....
espero la 2º parte y no como la morocha, OJO EHHHH!!!!
+10