Meu sogro me arrebentou o cu

Olá a todos, essa história é totalmente verdadeira e o que vou contar aconteceu há cinco anos, e não me arrependo nem um pouco.

Um dia fiquei na casa dos meus sogros para passar a noite, já que o Juan (meu marido) tinha que viajar a trabalho.

A casa deles é bem ampla, e decidi ficar no quarto que era do Juan, que fica bem em frente ao dos meus sogros.

Por volta das duas da madrugada, não conseguia dormir, então me levantei para ir até a cozinha. Quando abri a porta do meu quarto, ouvi uns gemidos vindo do quarto dos meus sogros. Imediatamente percebi o que estava acontecendo.

A primeira coisa que fiz foi fechar a porta e fingir que não era nada, mas a curiosidade falou mais alto. Então, bem devagar, abri minha porta, e a deles estava entreaberta. Me aproxiei bem silenciosamente e vi meu sogro metendo nela de quatro na Norma (minha sogra), socando forte nela. Os peitos da Norma balançavam pra frente e pra trás, e ela dizia: "Para, por favor, negro (é assim que chamam meu sogro), não aguento mais, para".

O negro ficou ainda mais louco, metendo com mais força, e pra piorar, em um momento ele disse: "Vem, fica de pé contra a parede, do jeito que eu gosto, que vou te dar pelo cu". Para meu espanto, a Norma pulou da cama, se apoiou com as mãos na parede e arqueou as costas, levantando a bunda (que, para os seus 56 anos, ela tem uma maravilha). Quando o negro se posicionou atrás dela e, de lado, abriu as nádegas dela com suas duas mãos grandes e peludas, eu vi o pau dele; meu Deus, que pedaço de carne aquele filho da puta tem entre as pernas. Quem dera o Juan (meu marido) tivesse metade do pau do pai. Ouvi um grito da Norma e, naquele momento, não aguentei mais e me tranquei no meu quarto. Não dava mais pra segurar minha tesão, e fiquei lá até não ouvir mais os gritos, gemidos de prazer e dor da Norma.

Quando acordei de manhã, eles estavam tomando café da manhã, e tudo estava muito tranquilo e normal. Conversamos sobre mil assuntos, tudo como se nada tivesse acontecido. O negro foi para o escritório dele, A Norma foi pro clube e eu tinha que fazer umas compras no supermercado.
Ao meio-dia meu celular tocou, era meu sogro e ele disse que me esperava no escritório dele em uma hora, que precisava falar sobre um assunto muito importante e por favor que não demorasse.
Fui imediatamente porque fiquei preocupada.
Ao chegar, ele disse à secretária para me deixar entrar.
Eu digo: — Oi, negro, o que aconteceu? Fiquei preocupada, precisa de algo?
— Olha, Clau (me chamo Claudia), vou ser direto: ontem à noite te vi espiando pela porta quando eu dava pra Norma pelo cu.
— Quase morri, claro que tentei negar tudo e chamei ele de louco.
O malandro me disse: — Vem cá, para de fazer essa ofendida, vi como você ficou excitada e aposto que gostou do espetáculo. Nesse momento, ele me abraça e toca minha bunda com aquelas duas mãos enormes que ele tem, em um segundo apertou uma nádega e com a outra mão, tocou minha buceta.
— Viu? Você tá toda molhada desde ontem à noite. Já sei, tenho a solução — ele diz. — Vai pro hotel aqui na esquina e me espera no quarto 3, já vão estar te esperando. Eu vou em 15 minutos.
Eu não entendia nada, não sabia o que fazer, mas por algo que ainda não entendo, calada, saí do escritório e fui pro hotel. Entrei e o responsável me disse: — Senhora, estávamos esperando, o quarto número 3 é seu.
Pra mim mesma eu dizia: "Negro de merda, tinha tudo planejado e eu, como uma otária, caí."
Enquanto esperava, me perguntava: o que eu tô fazendo aqui? Pensava no Juan, estava prestes a foder o pai dele, mas ao mesmo tempo não conseguia parar de pensar naquele pedaço de carne que o negro tem e me lembrava dos gemidos da Norma, e isso me deixou a mil de tesão.
Aí o negro entrou no quarto, eu não sabia o que dizer.
— O safado me diz: — Vamos, Clau, não espere carícias, te desejo há muito tempo e hoje vou te rebentar por todos os lados, nunca te comeram com uma rola boa e hoje vai ser esse dia.
Como uma gatinha, tirei a roupa e me deitei de bruços na cama. Ele ficou só de cueca, com a rola a mil.
— Ahhh, você é uma putinha tímida, gosta de virada de costas. mamita, essas palavras me deixaram louca, mas eu não queria demonstrar nada. Porém, minha respiração estava como nunca. Quando o negro apertou meus peitos com as mãos, não pude acreditar na força que ele tinha, era uma besta. Só parei a bunda para ele me comer pela buceta.

Uff, puta, como você está quente! Será que o boludo do Juan não te come direito? Olha essa buceta que você tem, está pronta para levar pirocada. Ele tirou minha calcinha e enfiou dois dedos na buceta. Soltei um grito de prazer e dor, já que no começo sou sempre muito apertada.

Não aguentei mais e disse: "Por favor, negro, me come como a Norma, não aguento, que pau que você tem, enfia tudo, me faz sua".

O malandro meteu de uma vez. Jamais tinha sentido nada igual na minha vida, que pedaço de carne! Sentia ardência, dor, dobrei as costas para ele não entrar daquele jeito, me matou, não aguentava, pedia para ele tirar.

Ele dizia: "Espera, você vai se acostumar, não será a última vez que te como". E começou a meter e tirar com força. Eu estava louca, já tinha gozado duas vezes, ele estava em cima de mim me dando como uma fera. Eu gozava sem conseguir controlar, gritava como uma puta, e ele me dizia: "O Juan nunca te come assim".

Eu só conseguia dizer: "Continua, negro, não para, continua, como você fode, negro, filho da puta, que pau que você tem". Estava louca, não aguentava as costas, levava 15 minutos de pura pirocada e minha buceta ardia como nunca. Já pedia por favor para ele me deixar descansar, estava sem ar. O pau dele parecia cada vez mais grosso e comprido, o malandro só se cagava de rir.

Em um momento ele para e me diz: "Agora se levanta contra a parede". Eu digo: "NÃO, nem pense, a Norma já tem o cu esticado, eu não".

"QUE? O pelotudo do meu filho nunca arrombou esse cu lindo que você tem? É um boludo".

Eu digo: "Tudo o que você quiser, mas você não vai arrombar meu cu, ainda mais com esse pau terrível que você tem".

"Ah, sim? Espera, já volto e você vai ver".

Eu não pude acreditar, ele se vestiu e foi embora. Espera aí, já vou pegar esse rabo divino que você tem.
Ele voltou depois de meia hora, eu pergunto: "O que foi? Pra onde você foi?"
"Cala a boca e chupa meu pau", ele disse. Imediatamente obedeci a ordem. Ele tinha um pau divino, e o negro ainda não tinha gozado, estava duro como pedra.
"Boa, gostosa, agora fica de pé contra a parede."
"Você tá louco, EU DISSE QUE NÃO!"
"Vem aqui, você tá louca pra sentir o que a Norma sentiu ontem à noite. Vem, puta, comprei um dilatador anal pra você. Fica de pé, te digo, e cala a boca, senão vai ser pior."
A verdade é que eu estava muito excitada, e o negro parecia que o pau ia explodir de tesão.
Fiquei de pé, e ele passou um gel bem frio na minha bunda. Esperamos 15 minutos, enquanto isso ele chupava minha buceta e enfiava dois dedos no meu cu. Eu comecei a gemer de tesão, com a outra mão ele tocava minha buceta. Eu gemia como uma cadela no cio, levantei a bunda, apoiei a cabeça na parede e com as duas mãos abri minhas nádegas e disse: "Sogro, meu cu é seu, por favor, cuida de mim, que te juro que nunca recebi nada de nada."
Juro que ele ficou louco, não aguentou e gozou antes mesmo de enfiar o pau no meu cu.
Ele me diz: "Olha o que você me faz, gozei antes de te meter, você é uma puta do caralho, mas agora você vai sofrer, porque vou demorar pra terminar, puta do caralho. Você não vai conseguir sentar por uma semana, de tanto que vou deixar sua bunda arrebentada." Essas palavras me deixaram louca, e eu pedia por favor que ele arrebentasse meu cu.
Quando ele encostou a cabeça do pau no meu cu, POR FAVOR, que dor e que prazer! Juro que ele não conseguia enfiar, o maluco empurrava, empurrava, empurrava, até que meu cu cedeu. Quase desmaiei de dor, não aguentava ficar de pé. Ele tirou, eu me deitei de lado, ele atrás de mim e enfiou de uma vez. Senti como se estivesse rasgando. Chorava de dor, suplicava pra ele tirar. Ele só dizia: "Calma e aguenta, a Norma passou pela mesma coisa e durou 30 dias, mas você viu como ela fode de cu agora."
Eu gritava que não aguentava mais, e quando ele começou a meter e sacar quase... Eu tô morrendo, mas tenho que admitir que nunca tinha sentido tanto prazer misturado com tanta dor. Eu tinha gozado quatro vezes seguidas, nem tinha percebido, e o negro já tinha gozado dentro de mim e ainda estava no meu cu, mas já mole, flácido, e ele me dizia: "Filha da puta, como você é gostosa. Gozei duas vezes em 10 minutos, que cu é esse que você tem".

Eu não conseguia me mexer, doía o corpo todo, o cu não era mais meu, meus peitos estavam vermelhos de tanto que o negro tinha apertado eles enquanto arrombava meu cu.

Ficamos deitados por uns 15 minutos, eu tinha esquecido de tudo, não conseguia acreditar na foda que meu sogro tinha me dado.

Em um momento ele me diz: "Clau, vou para o escritório, o quarto está pago, fique até quando quiser, mas te vejo em dois dias para continuar esticando esse cu divino que você tem".

Eu não tinha força para nada, a única coisa que respondi foi: "Quando quiser, me avisa e eu vou".

Essa história é real e até hoje o negro continua me comendo pelo menos uma vez por semana e, para mim, ele é a melhor pica que existe.

fonte: elite relatos

10 comentários - Meu sogro me arrebentou o cu

¿Porque en categoría Gay?? Hay q leer algo más q el título para comentar.
Buen relato!!
uhauuu.. muy buena.. como me gustan los buenos relatos como este... me calientan mucho mas que cualquier peli... saludos!!
jajajajjajajajajajaja!!!!!!! me cague de la risa jajajajajajajaa pero a leguas se nota q esto no lo escribio una mujer pero te felicito si me cague de risa jajajajajajaja muy buena
muy buen relato .tengo un amigo que se coge a la mujer ,a la cuñada ,y a la suegra y le da a todas por el ojete