Minha Primeira Veterana! 2

Antes de mais nada, quero agradecer pelos comentários e pelos pontos da parte 1 — foi graças a isso que virei NFU. Bom, sem mais delongas, vou contar meu segundo encontro. Pra quem quiser, aqui estáa primeira parte

Meu segundo encontro com essa tia gostosa, que eu queria ter tido, haha, começou essa quinta. A história foi assim: depois do nosso último encontro, ela passou o telefone dela e eu o meu, na quarta ela me manda uma mensagem perguntando se podia me encontrar com ela no dia seguinte (pela quinta) no apartamento dela. Ela passou o endereço e o horário, tipo meio-dia porque ela saía do trabalho. Quando cheguei toquei o interfone, ela atendeu e abriu a porta. Enquanto subia, comecei a imaginar como seria dessa vez, como ela estaria, se me trataria igual, se seria pior, melhor. Só de pensar nisso, meu amigo já começou a acordar e eu desesperadamente esperava chegar no andar e as portas do elevador abrirem pra eu sair correndo até ela.

Cheguei no apartamento e bati... "Pode entrar, tá aberto e fecha com chave". Entrei no apartamento curioso com o que poderia encontrar. Sem enrolar muito, o apartamento era bem amplo e muito bem arrumado. Enfim, comecei a procurar por ela, não estava na cozinha, nem no quarto, nem na sala, então por eliminação só restava o banheiro. Sem bater nem nada, abri a porta e encontrei ela recém-saída do banho, com uma toalha na cabeça e totalmente pelada, depilando ali embaixo... "Oi, lindo, me espera 5 minutinhos na sala que já saio". O que eu fiz e instantaneamente fiquei mais duro que uma estátua.

Ela sai do banheiro, agora vestida, com um fio-dental vermelho com listras pretas, que ficava divino nela, o fio de trás se perdendo na sua bucetinha comestível, e tapando com as mãos aqueles peitos de milf. Ela vai até a cozinha e volta com dois copos de suco, senta e ficamos conversando um pouco sobre o dia de cada um. Como eu disse, ela não tinha nada em cima, e conversando na mesa, apoia os braços e fica falando o mais normal, me mostrando aqueles peitos que eu não podia esperar pra ter na minha boca. A ereção que já tinha baixado voltou a subir. Meus olhos estavam delirando e eu disse que não aguentava mais... "Olha, não aguento mais" e me levantei, já com a calça... Desabrochado e deixando no ar meu pau vermelho e já duro.
"Desculpe por te fazer esperar" e ela se senta na cadeira em frente a mim e, com muita suavidade, pega meu pau e começa a esfregar nos lábios, deixando vários fios de saliva, aumentando ainda mais meu tesão. Ela começa a usar sua língua experiente, percorrendo tudo, desde a ponta até a base das bolas. Ela puxava todo o prepúcio, deixando a cabeça exposta e, sem hesitar, a coloca lentamente na boca. Sempre com sensualidade, e aos poucos enfiando cada vez mais fundo, quase chegando na garganta. Nessa altura, minhas pernas tremiam de tanto que ela estava me deixando louco, e ela percebe, me dizendo que eu podia sentar. Eu desabo na cadeira e, já totalmente relaxado, ela continua chupando, desta vez com mais força e ao mesmo tempo me masturbando. Ela fazia tão bem que era muito difícil aguentar, sem perceber, de tão excitado que estava, não notei que estava quase gozando, então não avisei e, antes de poder dizer algo, já estava jorrando na boca dela todo o leite possível e vendo estrelas.
"Você não me avisou", ela disse com uma cara malandra. Eu, totalmente satisfeito no momento, começo a ver meu amigo baixar, o que ela não deixou acontecer. "Nem pense em baixar agora... agora é a minha vez", disse, olhando fixo para minha rola.
Fomos para o quarto, já despido, e me deitei na cama apoiado contra a cabeceira da cama de casal. Ela entrou e fechou a porta, e em seguida começou a rebolinar aos pés da cama e a me olhar de forma ousada, o que em um momento percebi e achei graça em pensar que aquela mulher era a que vinha tomar chimarrão na casa do sobrinho quando eu o visitava e que eu conhecia há muito tempo, e agora estava dançando para mim... haha... enfim, em um momento ela para e, de costas, muito lentamente começa a baixar a calcinha fio dental e se agacha ao lado. Ela nem precisou me tocar ou fazer nada, só com isso, eu já estava de pau duro.
Ela sobe na cama e, de quatro, vai se aproximando... Chegando perto, sentando em cima de mim e segurando na cabeceira com as mãos, ela começa a esfregar devagar na minha pica. Eu não aguentei mais e peguei firme nas duas nádegas dela, me acomodando e enfiando devagar, sentindo aos poucos os beijos daqueles lábios, o calor da sua buceta enquanto ia penetrando, e aos poucos ela ia subindo e descendo, intercalando com gemidos de ódio, suspiros que me deixavam louco e me faziam morder os peitos dela, o que a fazia gemer mais e eu mordia mais forte, e tudo isso virou um ciclo que nos fazia repetir aquilo de novo e de novo, enlouquecendo a gente.

De repente, ainda sentada em cima de mim, ela vira de costas, me deixando ver aquela bunda que não parava de ficar vermelha das palmadas que eu dava, e também não parava de mostrar aquele cuzinho lindo que dias antes eu tinha enchido com tudo que eu tinha.

De costas pra mim, ela apoia as mãos na cama e começa a afiar minha pica 🙎‍♂️.

Eu não queria mais ficar sentado, então tirei ela de cima, e com ela já de quatro e à minha mercê, ela se deixou foder como uma putinha que pedia cada vez mais. Timidamente, eu disse: "Queria ir na cozinha". Ela me olhou surpresa, mas depois riu entendendo o que eu queria. Fomos pra cozinha, e ela ficou em pé apoiada na bancada, eu cuspi um pouco na pica pra me lubrificar e com uma mão apertava aquele rabão, abrindo ele, e com a outra mão segurando a pica, enfiei com uma vontade voraz. Conforme fui acelerando, batendo nela e continuando assim, os gritos dela confirmavam que ela estava gostando.

Tirei e perguntei se ela não tinha algo pra lubrificar. Ela foi buscar e voltou com um pote de vaselina (eu me perguntando tudo que poderia ter feito com aquele pote). Fiz ela se agachar mais, mas ainda em pé, e pegando um pouco, coloquei na bunda dela e um pouco nos meus dedos, afundando devagar naquele cuzinho lindo. Quando vi que já estava aberto o suficiente, me lubrifiquei. meu pau e não fiz outra coisa além de enfiar. A vaselina foi o melhor, já que entrava como se nada. E com aquele calor que sentia, com aquela comodidade e quase chegando no clímax, dei as últimas enfiadas e me apoiando forte nela gozei totalmente dentro dela.
"que cara leitoso que você é haha"... nós começamos a rir enquanto ela se levantava. Uma vez de pé começamos a nos beijar e de repente ela desce "acho que sobrou um pouco", e começou a chupar meu pau, me esvaziando totalmente.
Depois fomos tomar banho, me vesti e dessa vez sim a despedi com um beijo. Quando estava indo em direção ao elevador, ficava apertando meu pau e me dizendo uma e outra vez o que vivi com essa mulher, não podia ter tanta sorte, eu dizia.
Subo no elevador, e antes da porta fechar vejo que da porta ela me jogou um beijo, e pouco depois chegou uma mensagem dela.."passei muito bem, mas vamos ter que repetir porque senão... tem bronca!" hahaha não podia acreditar, uma gostosa total e ainda por cima gostava dos Simpsons 😀. Enfim, fui embora muito feliz e sorrindo como um idiota pela rua, pensando no quanto tinha me divertido com a tia do meu amigo.



Bom, espero que tenham curtido, não tanto quanto eu, mas tudo bem haha. Desde já, muito obrigada pelos comentários e pelos pontos. Abraço, galera!!

5 comentários - Minha Primeira Veterana! 2

bueno el relato, un consejo hace una poco mas grande la letra para los proximos porque gente como yo media ciega cuesta leer y enfocarse en el relato.
Minha Primeira Veterana! 2