Histórias de Escritório 6 Parte 2

Beleza, galera, peço desculpas mas me atrasei no trampo, porque esses dias tô enrascado no escritório. Aqui vai a 2ª parte do que rolou naquele dia, pra ser mais exato na noite do jantar entre os colegas de trabalho. Espero ser o mais fiel possível ao que vivi, porque a gatinha e a situação me deixaram de cabeça quente.

(Como introdução, naquele mesmo dia, depois da tarde com a coroa de quarenta, a gente tinha combinado com minhas colegas de se encontrar pra jantar)

2ª parte: a campainha tocou, fui lá e, abrindo a porta, vi a nova colega, que vou chamar de "a religiosa" daqui pra frente. Ela sorriu e hesitou um pouco antes de me dar um beijo na bochecha – trouxe um refrigerante, não curto cerveja – disse ela, mostrando uma sacola. – entra que tá chovendo – falei.

Ela, ao ver que a gente tava sozinho, ficou meio nervosa, mas eu comecei a falar um monte de besteira e, depois de um tempo, ela já tava me ajudando a arrumar a mesa e tal pro jantar.

Passaram uns 5 minutos e recebi um SMS da coroa de quarenta dizendo que ia chegar um pouco atrasada. Nisso, a campainha tocou de novo, fui abrir e era a mendoca, que me lançou uns olhares bem safados. Eu fiz uma careta e murmurei "não tamos sozinhos". Foi um erro. Ela olhou pra ver se vinha alguém, me deu um beijo e me pegou nas bolas. Eu, nem besta, bloqueei a visão da porta pra religiosa lá de dentro não ver o que tava rolando. Eu fazia cara pra mendoca parar, mas ela só ria, a mina tava adorando a situação. Nisso, a religiosa se aproximou falando – que bom que você chegou – a mendoca me soltou pra receber o beijo da religiosa, que depois me olhou pedindo licença pra usar o banheiro. Quando indiquei onde era, ela entrou no banheiro. Assim que ouvi a porta fechar, a mendoca foi pro meio da sala e, fazendo um sinal com a mão de "vem rápido", baixou a calça e a calcinha até a metade e se inclinou, apoiando as mãos na borda do sofá, de costas pra mim, rapidinho. desembainhei meu pau e mandei ver de uma vez na buceta dela. sentir a mudança de temperatura ao penetrar é fabuloso, não sei o que o bonner tava colocando, se era comer a mendocina ou a situação. devo ter metido rápido umas 10 ou 15 vezes, quando ouvimos a porta do banheiro. tirei rapidão e fui correndo pra cozinha. a religiosa apareceu na sala dizendo que tinha esquecido a bolsa, pegou ela no sofá, onde tinha deixado, e foi pro banheiro. me aproximei da mendocina querendo mais guerra e aí percebi que tinha esquecido um detalhe sobre como usar o bidê, então fui pro banheiro a toda pressa. bati na porta perguntando se podia entrar – a religiosa falou –pode– quando abri a porta notei que ela tinha desabotoado e abaixado o zíper do jeans completamente –desculpa encher o saco– me desculpei, nisso ela se ajeitou e virou de lado pra não mostrar a calcinha. fui até o bidê e falei –olha que a torneira tá invertida, a fria é quente e vice-versa, e a da quente tá dura a borrachinha, abre um pouco e espera porque não sai água e aí a gente abre mais e ela solta um jato a pressão tão quente que vai cauterizar suas hemorroidas– ela riu e tentou abrir a torneira do bidê pra testar, foi tão sem jeito por estar nervosa que sem querer roçou meu volume, percebendo o que tinha feito sem querer meio que se assustou e recuou de repente levando as mãos à boca pra mostrar que tava envergonhada, por isso soltou a calça e ela caiu até os joelhos. o que vi é que ela tava usando uma calcinha less azul e marcava a buceta dela todinha. me surpreendeu pra caralho. rapidamente me virei pra sair e não deixar ela mais constrangida, enquanto ia embora sem querer olhei pra trás pra ver a bunda dela, era linda, tinha um pouco, mas muito pouca celulite, mas uma bunda muito bem feita, mas uma bunda é uma bunda e ninguém vai falar “essa bunda eu não vou comer”. –ah, para de olhar minha bunda que me Você tá incomodando" — disse ela.
A noite passou rápido, no meio da chuva torrencial que se ouvia forte. Eu ficava dividido entre os olhares da mendocina e os comentários de duplo sentido dela, e a coroa de quarenta também não ficava atrás. A velha e a outra coroa nem ligavam, eram umas gatas super legais, tinham boa energia e zoavam todo mundo. Às vezes eu me perguntava se elas desconfiavam de algo entre eu, a coroa e a mendocina, porque dava pra ver de longe que não eram nenhumas bobas. O que me surpreendeu, isso sim, foi descobrir a religiosa me olhando — e não com um olhar nada maternal, se é que vocês me entendem.

Tudo acabou, era umas uma e meia da manhã. A primeira a ir embora foi a mendocina, que pegou meu guarda-chuva e vazou. A outra colega de 40 anos foi assim que viu o carro do marido na porta. O marido da coroa chegou na van dela, e ela ofereceu carona pra religiosa e pra velha, mas a religiosa disse que tinha pedido um Uber pra um amigo e ia esperar.

A velha, vendo que o marido não vinha, aceitou a carona da coroa e foi embora. Fiquei eu sozinho com a religiosa. Ficamos em silêncio, e eu ofereci:
— Me ajuda a arrumar um pouco e, se sobrar tempo, te faço outro café.
— Fechou — foi a resposta.

Comecei a organizar as coisas, e ela me deu uma mão, mas antes mandou um SMS pro amigo do Uber. Os primeiros minutos ficamos calados, até que ela quebrou o silêncio.
— Hoje você passou dos limites, ficou me olhando sem parar.
— Sim... a raba, se não me engano, e pra ser sincero, não me sinto nem um pouco culpado.
— Ah, seu (meu nome) sem-vergonha.
— Para de encher o saco, você tem uma bunda no ponto do caramelo, pelo que vejo tá "comível".
— Nem pensar... — ela hesitou — ... você me acha gostosa?
— Claro que sim... e com o que vi hoje, mais ainda. Me surpreendi você usar uma calcinha fio dental.
— Por quê? Pra mim são super confortáveis — respondeu.
— É que você dava a impressão de ser uma gatinha que usa calcinha de velha, o fio dental revela bastante.
— Já te disse, não uso pra provocar. Os uso porque são super confortáveis pra mim.
Seguimos, batendo papo por mais um tempo, chegou um SMS, era o amigo dela dizendo que o carro não pegava. –Putz, já teria ido com “falou o nome da coroa”–
Eu me aproximei, li o SMS e falei –chamamos outro remeiro ou, senão, você dorme no meu quarto e eu fico no sofá.–
–Ok, terminamos de arrumar e pedimos outro remeiro, senão aceito sua proposta. Não te incomoda?–
–Nem fodendo, não é todo dia que uma gostosa dorme na minha cama–
–Ah, para de encher o saco que você me mata de rir.– respondeu.
Eu peguei um monte de coisas e fui pra cozinha, ela me seguiu e, sem perceber, me virei e trombei de frente com ela. Foi rápido e instintivo, os dois se moveram ao mesmo tempo e demos um selinho. Eu fui até a mesa da sala e ela deixou as coisas na bancada. Virei pra olhar pra ela e ela me encarava, segurando a cabeça com uma mão, tipo pensando no que tinha rolado. Ela veio até a mesa pra pegar outras coisas e eu voltei pra cozinha pra levar o resto. Avancei, ela também, paramos um na frente do outro e saiu outro selinho. Larguei rapidamente as coisas na mesa e voltei a ficar de frente pra ela, que tava com a respiração meio ofegante e a minha se igualou à dela. Devagar, nos abraçamos e começamos a nos beijar, mas não estávamos colados um no outro. Depois de um tempo, a distância foi diminuindo e começamos a juntar os peitos, barriga, cintura, até que meu volume, que já tava duro, encaixou na fenda da buceta dela. Nessa hora, ela começou a passar a mão nas minhas costas com frenesi. Eu aproveitei e desci a mão até tocar a bunda dela. Ela parou, parou de me beijar, me olhou fixo, pensei que tinha estragado tudo com o que fiz, mas ela voltou a me beijar, se afastou um pouco e, com as duas mãos, pegou na minha piroca por cima da calça e começou a me masturbar. Ela se virou pra ajustar minha piroca pra que, por baixo da calça, apontasse pra cima, facilitando a punheta. A esquerda começou então a trabalhar nas minhas bolas.
Eu tava enlouquecido. Quase caindo, fomos pro meu sofá, e enquanto eu me sentava, ela conseguiu puxar minha calça e cueca pra baixo, olhou pra minha pica e viu que tava molhada, com a ponta do dedo tocou a cabecinha e levou o dedo à boca pra provar um pouco da minha porra. Rapidamente voltou pro trabalho manual, tava me matando. Depois de uns 15 minutos, parou, se levantou e tirou a roupa toda. As auréolas dos peitos eram bem grandes e rosadas, sem bico, só um relevozinho. A buceta tinha bastante pelo, não é muito minha praia, mas buceta é buceta, com muito, pouco ou nenhum pelo, a gente quer chupar e foder do mesmo jeito. Ela se ajeitou de um jeito que dava pra chupar os dois peitos dela, e depois de se acomodar, voltou pro trabalho manual. Eu, por minha vez, deslizei um dos meus dedos e comecei a acariciar a buceta dela… e aí veio a surpresa: quando tentei enfiar um dedo, ela reclamou.

— Ai, para…!! — disse, eu continuei — Tá doendo, filho da puta, para… — ela se afastou.

— Você é virgem? — perguntei.

— Sim… — disse meio envergonhada.

— Que estranho? — falei.

— Por quê? — ela perguntou.

— Ah, porque você sabe lidar com uma pica, nenhuma gostosa fez o que você fez comigo, como aprendeu isso?

— No internato católico, com um amigo.

— Com um amigo, no internato católico!!!???

— Sim, com um amigo que ainda vejo de vez em quando. O que aconteceu foi que um dia o padre tava ensinando sobre educação sexual e um ponto era que fornicar antes do casamento era pecado, mas uma novinha perguntou sobre sexo oral e o padre não soube o que dizer. Nunca soubemos se foi por ignorância ou se ele tinha vergonha de falar sobre isso. Enfim, quando a aula terminou, a gente se juntou no pátio e começou a debater o que era fornicar e o que não era. Por algum motivo, a gente achava que fornicar era só quando a buceta é penetrada pelo pênis — eu interrompi — Fala buceta e pica — ela sentou do meu lado pra continuar a história, mas não soltou minha pica, enquanto contava, ficava brincando com a cabecinha com o polegar, foi difícil. concentrar, acreditem.
—naquela noite, depois do papo entre amigos, fui pro quarto do meu amigo, eu sempre ia pro quarto dele quando ficava sem sono e ele também vinha pro meu se não conseguisse dormir, se isso acontecia a gente ia pro quintal conversar sem frescura nenhuma, então fui e entrei em silêncio, o cara tava se masturbando “que que cê tá fazendo” perguntei, ele ficou sem graça e eu me aproximei, admito que a conversa com as minas e os caras no quintal tinha despertado uma certa fome e curiosidade, e como nunca tinha visto um pau de verdade, só numa foto na televisão, me aproximei e puxei o lençol, o pau dele tava duro e ele, vendo minha curiosidade, começou a se masturbar, eu estendi a mão e toquei nos ovos dele que tavam bem inchados, nisso ele pegou minha mão e me forçou a segurar o pau dele e, segurando meu pulso, me indicou pra continuar. O que veio depois foi que meu amigo colocou as mãos pro lado e começou a curtir o que eu tava fazendo, e isso me motivou pra caralho. Uma colega de quarto, bem putinha às vezes, falava num celular que tinha escondido com um namorado que via de vez em quando, que ela adorava e que adoraria chupar o pau dele. Eu, devagar pra testar, me aproximei e lambi a cabeça do pau do meu amigo, lembro que ele soltou um gemido e me xingou, isso me animou, e comecei a lamber por um tempão.
—ai, abre a boca e chupa ele— ele disse todo excitado
Eu abri a boca e enfiei o máximo que consegui, só mexia a língua na cabeça do pau dele. Ele segurou minha cabeça com as mãos e me indicou pra me mexer, então comecei a masturbar ele com a boca. Depois de uns minutos, o cara começou a tremer e, gozando, acabou fora da minha boca. Era a primeira vez que via saindo porra de um pinto. A situação me deixava louca. Meu amigo levantou da cama, me fez ficar de pé, abaixou meu pijama com a calcinha, me deitou na cama, senti a língua dele na minha buceta, foi estranho, ele chupou minha buceta e eu comecei a sentir prazer, nisso ele esticou as mãos debaixo da minha Ela tirou a camisa e começou a apalpar meus peitos.
Foi minha primeira vez, não teve penetração naquele momento nem depois. Eu e meu amigo ficamos nos vendo por uns 3 anos e só nos chupávamos.

Quando a religiosa terminou o relato, eu tava super avassalado. Ela se inclinou e começou a chupar minha pica, e foi alucinante, o que ela fez com a boca, língua, lábios, dentes. Até parava de vez em quando e com o olhar procurava o meu pra eu ver o que ela tava fazendo. Quando sentia que eu ia gozar, se afastava e dizia – ainda não.

Ela me fez deitar no sofá e sentou na minha cara. Eu tinha que chupar ela, e fiz bem mal por vários motivos, mas o principal é que não conseguia me concentrar porque ela não deixava minha pica quieta nem por um segundo. Enquanto eu chupava a buceta dela, ela alternava entre me masturbar, passar a mão nas minhas bolas ou se inclinar e me chupar.

Finalmente, lá pras 4 da manhã, enquanto ainda chovia, fomos dormir na minha cama, os dois pelados e dormimos abraçados. A noite toda não penetrei ela…

Quando o despertador tocou, eu tava dormindo de lado e ela de costas pra mim. Ela se virou, ajeitou o lençol, me deu um selinho, senti a mão dela me pegar e, enquanto sorria, começou a me masturbar. O polegar dela roçava minhas bolas.

Enquanto fazia isso, sorria pra mim e eu só levei a mão no rosto dela e comecei a acariciar. – o cabelo, gosto que toquem meu cabelo – ela disse.

Meia hora depois, levantamos. Enquanto ela foi no banheiro, peguei meu celular e tinha oito SMS da mendocina perguntando se na noite chuvosa todo mundo tinha ido embora pra ela vir me ver, e da quarentona a temática era por que eu não dava bola pra ela.

Ainda tem mais umas histórias pra contar… se vocês tiverem interesse, claro?

3 comentários - Histórias de Escritório 6 Parte 2

Alanq
por supuesto interesa! muy bueno!
que sigan los relatos! este en particular me encanto mas q los otros!!

bien dicen que.. "las santitas son las peores""