Beleza, galera, peço desculpas mas me atrasei no trampo, porque esses dias tô todo enrrolado no escritório. Aqui vou postar a 2ª parte do que rolou naquele dia, pra ser mais exato na noite do jantar entre os colegas de trabalho. Espero ser o mais fiel possível ao que vivi, porque a gatinha e a situação me deixaram de cabeça quente.
(Como introdução, naquele mesmo dia, depois da tarde com a coroa, a gente tinha combinado com minhas colegas de se encontrar pra jantar)
2ª parte: a campainha tocou, fui lá e, abrindo a porta, vi a nova colega, que vou chamar daqui pra frente de "a religiosa". Ela deu um sorriso e hesitou um pouco antes de me dar um beijo na bochecha – trouxe um refrigerante, não curto cerveja – disse ela me mostrando uma sacola. – entra que tá chovendo – falei.
Ela, ao ver que a gente tava sozinho, ficou meio nervosa, mas eu comecei a falar um monte de besteira e depois de um tempo ela já tava me ajudando a arrumar a mesa e tal pro jantar.
Passaram uns 5 minutos e recebi um SMS da coroa dizendo que ia chegar um pouco atrasada. Nisso, a campainha tocou de novo, fui abrir e era a mendocina, que me deu uns olhares bem safados. Eu fiz uma careta e murmurei "não tô sozinho". Esse foi um erro. Ela olhou pra ver se vinha alguém, me deu um beijo e me agarrou as bolas. Eu, nem lerdo nem besta, bloqueei a visão da porta pra religiosa lá de dentro não ver o que tava rolando. Eu fazia cara pra mendocina parar, mas ela só ria, a mina tava curtindo a situação. Nisso, a religiosa se aproximou dizendo – que bom que você chegou – a mendocina me soltou pra receber o beijo da religiosa, que depois olhou pra mim pedindo permissão pra usar o banheiro. Quando indiquei onde era, ela entrou no banheiro. Ao sentir a porta fechar, a mendocina foi pro meio da sala e, fazendo um sinal com a mão de "vem rápido", baixou a calça e a calcinha até a metade e se inclinou, apoiando as mãos na borda do sofá, de costas pra mim, rapidinho. desembainhei meu pau e mandei ver de uma vez, usando a palavra: buceta. Sentir a mudança de temperatura ao penetrar é fabuloso, não sei o que o Bonner tava colocando, se era comer a mendocina ou a situação. Devia ter me mexido rápido umas 10 ou 15 vezes, quando ouvimos a porta do banheiro. Tirei rapidamente e fui correndo pra cozinha. A religiosa apareceu na sala dizendo que tinha esquecido a bolsa, pegou ela no sofá, onde tinha deixado, e foi pro banheiro. Me aproximei da mendocina querendo mais guerra e aí percebi que tinha esquecido um detalhe sobre como usar o bidê, então fui pro banheiro a toda pressa. Bati na porta perguntando se podia entrar – a religiosa falou –“pode”– quando abri a porta, notei que ela tinha desabotoado e abaixado o zíper do jeans completamente –“desculpa encher o saco”– me desculpei, nisso ela se ajeitou e virou de lado pra não mostrar a calcinha. Fui até o bidê e falei –“olha, a torneira tá invertida, a fria é quente e vice-versa, e a da quente tá dura a borrachinha, abre um pouco e espera porque não sai água e aí a gente abre mais e ela jorra um jato tão quente que vai cauterizar suas hemorroidas”– Ela riu e tentou abrir a torneira do bidê pra testar, foi tão desastrada de nervosa que sem querer roçou meu volume, percebendo o que tinha feito sem querer meio que se assustou e recuou de repente levando as mãos à boca pra mostrar que tava envergonhada, por isso soltou a calça e ela caiu até os joelhos. O que vi é que ela tava usando uma calcinha less azul e marcava a buceta pra caralho. Me surpreendeu pra caramba. Rapidamente me virei pra sair e não incomodar mais, enquanto ia embora, inconscientemente olhei pra trás pra ver a bunda dela, era linda, tinha um pouco, mas muito pouca celulite, mas uma bunda muito bem feita, mas bunda é bunda e ninguém vai falar “essa bunda eu não como”. –“ai, para de olhar minha bunda que me” Você tá incomodando" - disse ela.
A noite passou rápido, no meio da chuva torrencial que se ouvia forte. Eu ficava dividido entre os olhares da mendocina e seus comentários de duplo sentido, e a coroa de quarenta não ficava atrás. A velha e a outra coroa nem ligavam nem cortavam, eram umas gatinhas muito legais, tinham boa energia e zoavam todo mundo. Às vezes eu me perguntava se elas suspeitavam de algo da minha história com a coroa e a mendocina, porque dava pra ver de longe que não eram umas bobas. O que me surpreendeu, isso sim, foi descobrir a religiosa me olhando, e não com um olhar nada maternal, saca?
Tudo acabou, era tipo uma e meia da manhã. A primeira a ir embora foi a mendocina, que pegou meu guarda-chuva e vazou. A outra colega de 40 anos foi assim que viu o carro do marido na porta. O marido da coroa chegou na van dela, e ela ofereceu carona pra religiosa e pra velha, mas a religiosa disse que tinha pedido um Uber pra um amigo e ia esperar.
A velha, vendo que o marido não vinha, aceitou a oferta da coroa e foi embora. Fiquei eu sozinho com a religiosa. Ficamos em silêncio e eu ofereci:
- Me ajuda a arrumar um pouco e, se sobrar tempo, te faço outro café.
- Fechou - foi a resposta.
Comecei a arrumar as coisas e ela me deu uma mão, mas antes mandou um SMS pro amigo do Uber. Os primeiros minutos ficamos calados, até que ela quebrou o silêncio.
- Hoje você passou dos limites, ficou me olhando sem parar.
- Sim... a rabeta, se não me engano, e pra ser sincero, não me sinto nem um pouco culpado.
- Ah, seu (meu nome) sem-vergonha.
- Mas para de encher o saco, se você tem uma raba no ponto do caramelo, pelo que vejo, tá "comível".
- Nada a ver... - ela hesitou - ... você me acha gostosa?
- Claro que sim... e com o que vi hoje, ainda mais. Me surpreendi que você usasse uma calcinha fio dental.
- Por quê? Pra mim são super confortáveis - respondeu.
- É que você dava a impressão de ser uma gatinha que usa calcinha de velha, o fio dental revela bastante.
- Te falei, não uso pra provocar, os uso porque são super confortáveis pra mim.
Seguimos, conversando mais um pouco, chegou um SMS, era o amigo dela falando que o carro não ligava. –Ufa, já ia embora com “falou o nome da quarentona”–
Eu me aproximei, li o SMS e falei –chamamos outro remeiro ou, se não, você dorme no meu quarto e eu fico no sofá.–
–Ok, terminamos de arrumar e pedimos outro remeiro, senão aceito sua proposta, não te incomoda?–
–nem um pouco, não é todo dia que uma gostosa dorme na minha cama–
–ah, para de encher, que você me mata de rir.– respondeu.
Eu peguei um monte de coisas e fui pra cozinha, ela me seguiu e, sem perceber, me virei e trombei de frente com ela, foi rápido e instintivo, nós dois nos mexemos ao mesmo tempo e demos um selinho. Eu fui até a mesa da sala e ela deixou as coisas na bancada. Virei pra olhar pra ela e ela me encarava, segurando a cabeça com uma mão, como se pensasse no que tinha rolado. Ela veio até a mesa pra pegar outras coisas e eu voltei pra cozinha pra levar mais coisas. Avancei, ela também, paramos um na frente do outro e saiu outro selinho, larguei rapidamente as coisas na mesa e voltei a ficar de frente pra ela, que tava com a respiração meio ofegante e a minha se igualava à dela, devagar nos abraçamos e começamos a nos beijar, mas não estávamos colados um no outro, depois de um tempo a distância foi diminuindo e começamos a juntar os peitos, barriga, cintura, até que meu volume, que já tava duro, encaixou na fenda da pussy dela. Nesse momento ela começou a passar a mão nas minhas costas com frenesi, eu aproveitei e desci a mão até pegar na bunda dela, ela parou, parou de me beijar, me olhou fixo, pensei que tinha estragado tudo com o que fiz, mas ela voltou a me beijar, se afastou um pouco e com as duas mãos pegou na minha cock por cima da calça e começou a me masturbar, ela se virou pra ajustar minha cock pra que por baixo da calça apontasse pra cima, facilitando a punheta, a esquerda então começou a trabalhar nas minhas bolas.
Eu tava enlouquecido. Quase caindo, fomos pro meu sofá, e enquanto eu sentava, ela conseguiu puxar minha calça e cueca pra baixo, olhou pra minha cock e viu que tava molhada, com a ponta do dedo tocou a cabecinha e levou o dedo na boca pra provar um pouco do meu cum. Rapidinho voltou pro trabalho manual, tava me matando. Depois de uns 15 minutos, parou, levantou e tirou a roupa toda. As auréolas dos peitos eram bem grandes e rosadas, sem bico, só um relevozinho. A pussy dela tinha bastante pelo, não é muito minha praia, mas uma pussy é uma pussy, com muito, pouco ou nenhum pelo, a gente quer chupar e foder do mesmo jeito. Ela se ajeitou de um jeito que dava pra chupar os dois peitos dela, e depois que se acomodou, voltou pro trabalho manual. Eu, por minha vez, deslizei um dos meus dedos e comecei a acariciar a pussy dela… e aí veio a surpresa: quando tentei enfiar um dedo, ela reclamou.
— Ai, para…!! — disse, eu continuei — Tá doendo, filho da puta, para… — ela se afastou.
— Você é virgem? — perguntei.
— Sim… — disse meio envergonhada.
— Que estranho? — falei.
— Por quê? — perguntou.
— Ah, porque você sabe lidar com uma cock, nenhuma gostosa fez o que você fez comigo, como aprendeu isso?
— No internato católico, com um amigo.
— Com um amigo, no internato católico!!!???
— Sim, com um amigo que ainda vejo de vez em quando. O que aconteceu foi que um dia o padre tava ensinando sobre educação sexual e um ponto era que fornicar antes do casamento era pecado, mas uma mina perguntou sobre sexo oral e o padre não soube o que dizer. Nunca soubemos se foi por ignorância ou se ele tinha vergonha de falar sobre isso. No fim, quando a aula acabou, a gente se juntou no pátio e começou a debater o que era fornicar e o que não era. Por algum motivo, a gente achava que fornicar era só quando a pussy é penetrada pela cock — eu interrompi — Fala pussy e cock — ela sentou do meu lado pra continuar a história, mas não soltou minha cock, enquanto contava, ficava brincando com a cabecinha com o polegar, foi difícil concentrar, acreditem.
—naquela noite, depois do papo entre amigos, fui pro quarto do meu amigo, eu sempre ia pro quarto dele quando não conseguia dormir e ele também vinha pro meu se tivesse insone, se isso acontecesse a gente ia pro quintal conversar sem nenhuma restrição, então fui e entrei em silêncio, o cara tava se masturbando “que que cê tá fazendo” perguntei, ele ficou sem graça e eu me aproximei, reconheço que a conversa com as minas e os caras no quintal tinha despertado uma certa fome e curiosidade, e como nunca tinha visto uma rola de verdade, só numa foto na televisão, me aproximei e puxei o lençol, a rola dele tava dura e ele, vendo minha curiosidade, começou a se masturbar, eu estiquei a mão e toquei nos ovos dele que tavam bem inchados, nisso ele pegou minha mão e me forçou a segurar a rola dele e, segurando meu pulso, me indicou pra continuar. O que veio depois foi que meu amigo colocou as mãos ao lado e começou a curtir o que eu tava fazendo, e isso me motivou pra caralho. Uma colega de quarto, bem putinha às vezes, falava num celular escondido com um namorado que via de vez em quando, que adorava e que adoraria chupar a rola dele. Eu, devagar pra testar, me aproximei e lambi a cabeça da rola do meu amigo, lembro que ele soltou um gemido e me xingou, isso me animou, e comecei a lamber por um tempão.
—ai, abre a boca e chupa ela— ele disse, excitado
Eu abri a boca e enfiei o máximo que consegui, só mexia a língua na cabeça da rola dele. Ele pegou minha cabeça com as mãos e me indicou pra me mexer, então comecei a masturbá-lo com a boca. Depois de uns minutos, o cara começou a tremer e, gozando, acabou fora da minha boca. Era a primeira vez que via sair porra de um pinto. A situação me deixava louca. Meu amigo levantou da cama, me fez levantar, abaixou meu pijama com a calcinha, me deitou na cama, senti a língua dele na minha buceta, foi estranho, ele chupou minha buceta e comecei a sentir prazer, nisso ele esticou as mãos debaixo da minha Ela tirou a camisa e começou a apalpar meus peitos.
Foi minha primeira vez, não teve penetração nem naquele momento nem depois. Eu e meu amigo ficamos nos vendo por uns 3 anos, e só nos chupávamos.
Quando a religiosa terminou o relato, eu estava super avassalado. Ela se inclinou e começou a chupar meu pau, e foi alucinante, o que ela fez com a boca, língua, lábios, dentes. Até parava de vez em quando e, com o olhar, buscava o meu para que eu visse o que ela estava fazendo. Quando sentia que eu ia gozar, ela se afastava e dizia: – Ainda não.
Ela me fez deitar no sofá e sentou na minha cara. Eu tinha que chupar a buceta dela, e fiz isso bem mal por vários motivos, mas o principal era que não conseguia me concentrar porque ela não deixava meu pau quieto nem por um segundo. Enquanto eu chupava a buceta dela, ela alternava entre me masturbar, passar a mão nas minhas bolas ou se inclinar e me chupar.
Finalmente, lá pelas 4 da manhã, enquanto ainda chovia, fomos dormir na minha cama, os dois pelados, e dormimos abraçados. A noite toda não penetrei ela…
Quando o despertador tocou, eu estava dormindo de lado e ela de costas para mim. Ela se virou, ajeitou o lençol, me deu um selinho, senti a mão dela me pegar e, enquanto sorria, começou a me masturbar. O polegar dela roçava nas minhas bolas.
Enquanto fazia isso, ela sorria, e eu só levei minha mão ao rosto dela e comecei a acariciá-la. – O cabelo, gosto que toquem meu cabelo – ela disse.
Meia hora depois, levantamos. Enquanto ela foi ao banheiro, peguei meu celular e tinha oito SMS da mendocina perguntando se na noite chuvosa todo mundo tinha ido embora pra ela vir me ver, e da quarentona, a reclamação era porque eu não dava atenção pra ela.
Ainda tenho mais umas histórias pra contar… se vocês tiverem interesse, claro?
(Como introdução, naquele mesmo dia, depois da tarde com a coroa, a gente tinha combinado com minhas colegas de se encontrar pra jantar)
2ª parte: a campainha tocou, fui lá e, abrindo a porta, vi a nova colega, que vou chamar daqui pra frente de "a religiosa". Ela deu um sorriso e hesitou um pouco antes de me dar um beijo na bochecha – trouxe um refrigerante, não curto cerveja – disse ela me mostrando uma sacola. – entra que tá chovendo – falei.
Ela, ao ver que a gente tava sozinho, ficou meio nervosa, mas eu comecei a falar um monte de besteira e depois de um tempo ela já tava me ajudando a arrumar a mesa e tal pro jantar.
Passaram uns 5 minutos e recebi um SMS da coroa dizendo que ia chegar um pouco atrasada. Nisso, a campainha tocou de novo, fui abrir e era a mendocina, que me deu uns olhares bem safados. Eu fiz uma careta e murmurei "não tô sozinho". Esse foi um erro. Ela olhou pra ver se vinha alguém, me deu um beijo e me agarrou as bolas. Eu, nem lerdo nem besta, bloqueei a visão da porta pra religiosa lá de dentro não ver o que tava rolando. Eu fazia cara pra mendocina parar, mas ela só ria, a mina tava curtindo a situação. Nisso, a religiosa se aproximou dizendo – que bom que você chegou – a mendocina me soltou pra receber o beijo da religiosa, que depois olhou pra mim pedindo permissão pra usar o banheiro. Quando indiquei onde era, ela entrou no banheiro. Ao sentir a porta fechar, a mendocina foi pro meio da sala e, fazendo um sinal com a mão de "vem rápido", baixou a calça e a calcinha até a metade e se inclinou, apoiando as mãos na borda do sofá, de costas pra mim, rapidinho. desembainhei meu pau e mandei ver de uma vez, usando a palavra: buceta. Sentir a mudança de temperatura ao penetrar é fabuloso, não sei o que o Bonner tava colocando, se era comer a mendocina ou a situação. Devia ter me mexido rápido umas 10 ou 15 vezes, quando ouvimos a porta do banheiro. Tirei rapidamente e fui correndo pra cozinha. A religiosa apareceu na sala dizendo que tinha esquecido a bolsa, pegou ela no sofá, onde tinha deixado, e foi pro banheiro. Me aproximei da mendocina querendo mais guerra e aí percebi que tinha esquecido um detalhe sobre como usar o bidê, então fui pro banheiro a toda pressa. Bati na porta perguntando se podia entrar – a religiosa falou –“pode”– quando abri a porta, notei que ela tinha desabotoado e abaixado o zíper do jeans completamente –“desculpa encher o saco”– me desculpei, nisso ela se ajeitou e virou de lado pra não mostrar a calcinha. Fui até o bidê e falei –“olha, a torneira tá invertida, a fria é quente e vice-versa, e a da quente tá dura a borrachinha, abre um pouco e espera porque não sai água e aí a gente abre mais e ela jorra um jato tão quente que vai cauterizar suas hemorroidas”– Ela riu e tentou abrir a torneira do bidê pra testar, foi tão desastrada de nervosa que sem querer roçou meu volume, percebendo o que tinha feito sem querer meio que se assustou e recuou de repente levando as mãos à boca pra mostrar que tava envergonhada, por isso soltou a calça e ela caiu até os joelhos. O que vi é que ela tava usando uma calcinha less azul e marcava a buceta pra caralho. Me surpreendeu pra caramba. Rapidamente me virei pra sair e não incomodar mais, enquanto ia embora, inconscientemente olhei pra trás pra ver a bunda dela, era linda, tinha um pouco, mas muito pouca celulite, mas uma bunda muito bem feita, mas bunda é bunda e ninguém vai falar “essa bunda eu não como”. –“ai, para de olhar minha bunda que me” Você tá incomodando" - disse ela.
A noite passou rápido, no meio da chuva torrencial que se ouvia forte. Eu ficava dividido entre os olhares da mendocina e seus comentários de duplo sentido, e a coroa de quarenta não ficava atrás. A velha e a outra coroa nem ligavam nem cortavam, eram umas gatinhas muito legais, tinham boa energia e zoavam todo mundo. Às vezes eu me perguntava se elas suspeitavam de algo da minha história com a coroa e a mendocina, porque dava pra ver de longe que não eram umas bobas. O que me surpreendeu, isso sim, foi descobrir a religiosa me olhando, e não com um olhar nada maternal, saca?
Tudo acabou, era tipo uma e meia da manhã. A primeira a ir embora foi a mendocina, que pegou meu guarda-chuva e vazou. A outra colega de 40 anos foi assim que viu o carro do marido na porta. O marido da coroa chegou na van dela, e ela ofereceu carona pra religiosa e pra velha, mas a religiosa disse que tinha pedido um Uber pra um amigo e ia esperar.
A velha, vendo que o marido não vinha, aceitou a oferta da coroa e foi embora. Fiquei eu sozinho com a religiosa. Ficamos em silêncio e eu ofereci:
- Me ajuda a arrumar um pouco e, se sobrar tempo, te faço outro café.
- Fechou - foi a resposta.
Comecei a arrumar as coisas e ela me deu uma mão, mas antes mandou um SMS pro amigo do Uber. Os primeiros minutos ficamos calados, até que ela quebrou o silêncio.
- Hoje você passou dos limites, ficou me olhando sem parar.
- Sim... a rabeta, se não me engano, e pra ser sincero, não me sinto nem um pouco culpado.
- Ah, seu (meu nome) sem-vergonha.
- Mas para de encher o saco, se você tem uma raba no ponto do caramelo, pelo que vejo, tá "comível".
- Nada a ver... - ela hesitou - ... você me acha gostosa?
- Claro que sim... e com o que vi hoje, ainda mais. Me surpreendi que você usasse uma calcinha fio dental.
- Por quê? Pra mim são super confortáveis - respondeu.
- É que você dava a impressão de ser uma gatinha que usa calcinha de velha, o fio dental revela bastante.
- Te falei, não uso pra provocar, os uso porque são super confortáveis pra mim.
Seguimos, conversando mais um pouco, chegou um SMS, era o amigo dela falando que o carro não ligava. –Ufa, já ia embora com “falou o nome da quarentona”–
Eu me aproximei, li o SMS e falei –chamamos outro remeiro ou, se não, você dorme no meu quarto e eu fico no sofá.–
–Ok, terminamos de arrumar e pedimos outro remeiro, senão aceito sua proposta, não te incomoda?–
–nem um pouco, não é todo dia que uma gostosa dorme na minha cama–
–ah, para de encher, que você me mata de rir.– respondeu.
Eu peguei um monte de coisas e fui pra cozinha, ela me seguiu e, sem perceber, me virei e trombei de frente com ela, foi rápido e instintivo, nós dois nos mexemos ao mesmo tempo e demos um selinho. Eu fui até a mesa da sala e ela deixou as coisas na bancada. Virei pra olhar pra ela e ela me encarava, segurando a cabeça com uma mão, como se pensasse no que tinha rolado. Ela veio até a mesa pra pegar outras coisas e eu voltei pra cozinha pra levar mais coisas. Avancei, ela também, paramos um na frente do outro e saiu outro selinho, larguei rapidamente as coisas na mesa e voltei a ficar de frente pra ela, que tava com a respiração meio ofegante e a minha se igualava à dela, devagar nos abraçamos e começamos a nos beijar, mas não estávamos colados um no outro, depois de um tempo a distância foi diminuindo e começamos a juntar os peitos, barriga, cintura, até que meu volume, que já tava duro, encaixou na fenda da pussy dela. Nesse momento ela começou a passar a mão nas minhas costas com frenesi, eu aproveitei e desci a mão até pegar na bunda dela, ela parou, parou de me beijar, me olhou fixo, pensei que tinha estragado tudo com o que fiz, mas ela voltou a me beijar, se afastou um pouco e com as duas mãos pegou na minha cock por cima da calça e começou a me masturbar, ela se virou pra ajustar minha cock pra que por baixo da calça apontasse pra cima, facilitando a punheta, a esquerda então começou a trabalhar nas minhas bolas.
Eu tava enlouquecido. Quase caindo, fomos pro meu sofá, e enquanto eu sentava, ela conseguiu puxar minha calça e cueca pra baixo, olhou pra minha cock e viu que tava molhada, com a ponta do dedo tocou a cabecinha e levou o dedo na boca pra provar um pouco do meu cum. Rapidinho voltou pro trabalho manual, tava me matando. Depois de uns 15 minutos, parou, levantou e tirou a roupa toda. As auréolas dos peitos eram bem grandes e rosadas, sem bico, só um relevozinho. A pussy dela tinha bastante pelo, não é muito minha praia, mas uma pussy é uma pussy, com muito, pouco ou nenhum pelo, a gente quer chupar e foder do mesmo jeito. Ela se ajeitou de um jeito que dava pra chupar os dois peitos dela, e depois que se acomodou, voltou pro trabalho manual. Eu, por minha vez, deslizei um dos meus dedos e comecei a acariciar a pussy dela… e aí veio a surpresa: quando tentei enfiar um dedo, ela reclamou.
— Ai, para…!! — disse, eu continuei — Tá doendo, filho da puta, para… — ela se afastou.
— Você é virgem? — perguntei.
— Sim… — disse meio envergonhada.
— Que estranho? — falei.
— Por quê? — perguntou.
— Ah, porque você sabe lidar com uma cock, nenhuma gostosa fez o que você fez comigo, como aprendeu isso?
— No internato católico, com um amigo.
— Com um amigo, no internato católico!!!???
— Sim, com um amigo que ainda vejo de vez em quando. O que aconteceu foi que um dia o padre tava ensinando sobre educação sexual e um ponto era que fornicar antes do casamento era pecado, mas uma mina perguntou sobre sexo oral e o padre não soube o que dizer. Nunca soubemos se foi por ignorância ou se ele tinha vergonha de falar sobre isso. No fim, quando a aula acabou, a gente se juntou no pátio e começou a debater o que era fornicar e o que não era. Por algum motivo, a gente achava que fornicar era só quando a pussy é penetrada pela cock — eu interrompi — Fala pussy e cock — ela sentou do meu lado pra continuar a história, mas não soltou minha cock, enquanto contava, ficava brincando com a cabecinha com o polegar, foi difícil concentrar, acreditem.
—naquela noite, depois do papo entre amigos, fui pro quarto do meu amigo, eu sempre ia pro quarto dele quando não conseguia dormir e ele também vinha pro meu se tivesse insone, se isso acontecesse a gente ia pro quintal conversar sem nenhuma restrição, então fui e entrei em silêncio, o cara tava se masturbando “que que cê tá fazendo” perguntei, ele ficou sem graça e eu me aproximei, reconheço que a conversa com as minas e os caras no quintal tinha despertado uma certa fome e curiosidade, e como nunca tinha visto uma rola de verdade, só numa foto na televisão, me aproximei e puxei o lençol, a rola dele tava dura e ele, vendo minha curiosidade, começou a se masturbar, eu estiquei a mão e toquei nos ovos dele que tavam bem inchados, nisso ele pegou minha mão e me forçou a segurar a rola dele e, segurando meu pulso, me indicou pra continuar. O que veio depois foi que meu amigo colocou as mãos ao lado e começou a curtir o que eu tava fazendo, e isso me motivou pra caralho. Uma colega de quarto, bem putinha às vezes, falava num celular escondido com um namorado que via de vez em quando, que adorava e que adoraria chupar a rola dele. Eu, devagar pra testar, me aproximei e lambi a cabeça da rola do meu amigo, lembro que ele soltou um gemido e me xingou, isso me animou, e comecei a lamber por um tempão.
—ai, abre a boca e chupa ela— ele disse, excitado
Eu abri a boca e enfiei o máximo que consegui, só mexia a língua na cabeça da rola dele. Ele pegou minha cabeça com as mãos e me indicou pra me mexer, então comecei a masturbá-lo com a boca. Depois de uns minutos, o cara começou a tremer e, gozando, acabou fora da minha boca. Era a primeira vez que via sair porra de um pinto. A situação me deixava louca. Meu amigo levantou da cama, me fez levantar, abaixou meu pijama com a calcinha, me deitou na cama, senti a língua dele na minha buceta, foi estranho, ele chupou minha buceta e comecei a sentir prazer, nisso ele esticou as mãos debaixo da minha Ela tirou a camisa e começou a apalpar meus peitos.
Foi minha primeira vez, não teve penetração nem naquele momento nem depois. Eu e meu amigo ficamos nos vendo por uns 3 anos, e só nos chupávamos.
Quando a religiosa terminou o relato, eu estava super avassalado. Ela se inclinou e começou a chupar meu pau, e foi alucinante, o que ela fez com a boca, língua, lábios, dentes. Até parava de vez em quando e, com o olhar, buscava o meu para que eu visse o que ela estava fazendo. Quando sentia que eu ia gozar, ela se afastava e dizia: – Ainda não.
Ela me fez deitar no sofá e sentou na minha cara. Eu tinha que chupar a buceta dela, e fiz isso bem mal por vários motivos, mas o principal era que não conseguia me concentrar porque ela não deixava meu pau quieto nem por um segundo. Enquanto eu chupava a buceta dela, ela alternava entre me masturbar, passar a mão nas minhas bolas ou se inclinar e me chupar.
Finalmente, lá pelas 4 da manhã, enquanto ainda chovia, fomos dormir na minha cama, os dois pelados, e dormimos abraçados. A noite toda não penetrei ela…
Quando o despertador tocou, eu estava dormindo de lado e ela de costas para mim. Ela se virou, ajeitou o lençol, me deu um selinho, senti a mão dela me pegar e, enquanto sorria, começou a me masturbar. O polegar dela roçava nas minhas bolas.
Enquanto fazia isso, ela sorria, e eu só levei minha mão ao rosto dela e comecei a acariciá-la. – O cabelo, gosto que toquem meu cabelo – ela disse.
Meia hora depois, levantamos. Enquanto ela foi ao banheiro, peguei meu celular e tinha oito SMS da mendocina perguntando se na noite chuvosa todo mundo tinha ido embora pra ela vir me ver, e da quarentona, a reclamação era porque eu não dava atenção pra ela.
Ainda tenho mais umas histórias pra contar… se vocês tiverem interesse, claro?
3 comentários - Histórias de Escritório 6 Parte 2
bien dicen que.. "las santitas son las peores""