À tarde, depois daquela aventura estranha com a mina de Mendoza, voltei pro trampo. A porta do meu chefe tava fechada e, quando passei na frente da coroa, ela falou: "Parece que temos uma colega nova".
Admito que fiquei de cabeça quente em ter que jogar em duas frentes, mas o fato é que eu percebia que a coroa queria que a nossa parada virasse coisa séria, e isso não era comigo.
A real é que o casamento dela era um lixo, e mesmo que agora eles transassem igual coelho, o marido continuava traindo ela e tratando mal.
Eu falava pra ela se separar, largar ele, mas não por minha causa, e sim porque ela se sentisse livre pra fazer isso.
Naquela tarde chegou um cliente que se achava um "Dom Juan". Não era grande coisa, mas tinha muita grana, e de todas as minas que ele já tinha comido, nunca se ouviu falar que fosse um bom amante. O cara só transava, e, mesmo que me dê raiva dizer, transava porque tinha dinheiro.
Esse já tava de olho na coroa há um tempão, não porque gostasse dela, mas porque ainda não tinha comido ela e queria passar a rola.
Isso me deu chance de zoar a coroa e incentivar ela a ter um caso com o cara. No começo ela não gostou muito, mas nas vezes que a gente trepava, ela perguntava: "Você se importaria se eu chupasse a pica de outro cara?"
— Mami, se você chupa a do seu marido, já esqueceu que tá dando pra dois caras? — falei.
— E se eu deixar outro me arrombar? Você se importaria? — ela provocou de novo.
— Nossa, adoraria ver como eles fazem isso com você — gritei sem perceber.
A colega nova era uma jovem de 30 anos que era bem ligada ao catolicismo. Era uma morena gostosa, linda, baixinha, uns 1,40m, sem bunda e com muito peito, e ficava vermelha com nossas conversas de sexo entre colegas.
Depois de vários dias de putaria e trepadas esporádicas com a coroa, a mina de Mendoza me mandou um SMS: "Hoje à noite vem pra casa umas 11".
Nem preciso dizer que fiquei o dia todo de cabeça quente e mais de uma vez parecia que ia acampar.
Me despedi da Meus parceiros, fui pra casa, tomei um banho e 5 minutos antes das 11 rumei pra casa da mendocina.
Bati na porta, a mendocina abriu, sorriu pra mim e, me pegando pela piroca, me puxou pra perto dela me dando um selinho. Uma recepção que eu não esperava.
Ela fechou a porta, abaixou o zíper da minha calça, me agarrou e começou a me masturbar enquanto me beijava, eu me senti dominado, ela estava me "comendo", se é que vocês me entendem.
Ficamos assim uns 5 minutos, quando uma voz de homem ecoou do que eu imaginava ser o quarto da mendocina. Fiquei nervoso e ela, sem soltar minha piroca, me levou pro quarto onde tinha um cara deitado na cama tirando a roupa.
A mendocina foi até o cara tirando o tênis, a calça jeans e a calcinha, deitou o homem de barriga pra cima e sentou na cara dele. Eu vi como o cara chupava a buceta dela enquanto com os dedos massageava o cu dela.
Depois olhei pra cintura do cara e vi como ele começou a ficar duro, o cara tinha uma grande, o mais próximo do "26x8" do Rocco, me senti intimidado por só alguns segundos, porque a mendocina me chamou e, nem lerdo nem preguiçoso, fiquei pelado e me posicionei de um jeito que ela só se inclinou um pouco e começou a chupar minha piroca.
Ficamos até umas 2 da manhã, a mendocina tinha um fôlego danado e ninguém ficou de fora, numa hora o cara tava penetrando ela e ela me tinha do lado chupando os peitos dela enquanto com a mão me punhetava.
Finalmente, chegou minha vez de fazer a rabeta dela e pra minha surpresa o cu dela não precisou de muita dilatação, parecia que a gostosa dava muito pro sexo anal. Enquanto comecei a comê-la, ela começou a chupar o cara e notei que só entrava a cabeça na boca dela.
Mas não liguei, se eu tava ali era porque a gostosa queria mais uma piroca e a minha acabou sendo a escolhida.
Eu curti comê-la, tomei meu tempo, tirava e metia de vez em quando, batia devagar, forte, tava num sonho.
Finalmente o cara disse que era a vez dele, eu Sai, a mina de Mendoza não se mexeu da posição dela e me chamou pra ficar na frente dela. Pensei que ia me chupar, mas em vez disso, estendeu as mãos pra eu segurar.
Eu segurei. Vi o cara cuspir na própria mão várias vezes pra lubrificar a rola e falou –Vou–
A mina soltou um “uuff!” como um gemido e apertou minhas mãos com força “filho da puta mal nascido!” falou.
O cara começou a meter sem ligar pros gemidos dela.
Ela começou a me olhar, e nos olhos dela tinha caretas de dor e prazer, às vezes apertava minha mão com força e eu via o corpo e o rosto dela se contraindo de vez em quando.
Ela mordia os lábios, eu tava pasmo e com a rola dura, pelo que eu via, a gostosa tava sentindo dor pra valer, mas não saía.
O cara parou de se mexer, mas não tirou, me olhou com cara de cúmplice e falou –Como vou aproveitar isso–
De repente deu uma estocada, a mina soltou um “uuff” forte no meio de um gemido entrecortado, e ainda apertou minhas mãos com tanta força que doeu um pouco.
O cara foi pra trás e deu outra estocada, dessa vez ela gritou “aiii, a buceta da sua mãe!”
–Para, mano!...– falei eu.
–Não, não, deixa continuar… eu gosto, eu gosto… ai como eu gosto…–
Eu rapidamente aproximei minha rola da boca dela e ela começou a chupar, até que umas duas vezes cravou os dentes, eu fiquei meio assustado de sair machucado, mas foi uma noite de loucura.
Fodemos até umas 5 da manhã e depois dormimos os três na cama meio desconfortáveis. Umas 7 e meia eu levantei pra tomar banho e café pra ir trabalhar.
A mina de Mendoza tava acordada, me olhou, chegou perto, me deu um selinho e apoiando as mãos no meu peito perguntou –Quer tomar banho comigo?–
Eu aceitei e tomamos banho juntos, ensaboei as costas dela, fiz umas massagens, ela por sua vez lavou meu peito, a rola e as bolas, depois nos ajudamos a secar, vesti a roupa que tinha trazido de noite, ela me acompanhou até a porta, me deu um selinho bem Terno e me disse –a gente se vê daqui a pouco, gostosa–
Assim que a porta se fechou, eu olhei pra rua deserta e fui pra casa sem acreditar em tudo que tinha acontecido comigo…
Admito que fiquei de cabeça quente em ter que jogar em duas frentes, mas o fato é que eu percebia que a coroa queria que a nossa parada virasse coisa séria, e isso não era comigo.
A real é que o casamento dela era um lixo, e mesmo que agora eles transassem igual coelho, o marido continuava traindo ela e tratando mal.
Eu falava pra ela se separar, largar ele, mas não por minha causa, e sim porque ela se sentisse livre pra fazer isso.
Naquela tarde chegou um cliente que se achava um "Dom Juan". Não era grande coisa, mas tinha muita grana, e de todas as minas que ele já tinha comido, nunca se ouviu falar que fosse um bom amante. O cara só transava, e, mesmo que me dê raiva dizer, transava porque tinha dinheiro.
Esse já tava de olho na coroa há um tempão, não porque gostasse dela, mas porque ainda não tinha comido ela e queria passar a rola.
Isso me deu chance de zoar a coroa e incentivar ela a ter um caso com o cara. No começo ela não gostou muito, mas nas vezes que a gente trepava, ela perguntava: "Você se importaria se eu chupasse a pica de outro cara?"
— Mami, se você chupa a do seu marido, já esqueceu que tá dando pra dois caras? — falei.
— E se eu deixar outro me arrombar? Você se importaria? — ela provocou de novo.
— Nossa, adoraria ver como eles fazem isso com você — gritei sem perceber.
A colega nova era uma jovem de 30 anos que era bem ligada ao catolicismo. Era uma morena gostosa, linda, baixinha, uns 1,40m, sem bunda e com muito peito, e ficava vermelha com nossas conversas de sexo entre colegas.
Depois de vários dias de putaria e trepadas esporádicas com a coroa, a mina de Mendoza me mandou um SMS: "Hoje à noite vem pra casa umas 11".
Nem preciso dizer que fiquei o dia todo de cabeça quente e mais de uma vez parecia que ia acampar.
Me despedi da Meus parceiros, fui pra casa, tomei um banho e 5 minutos antes das 11 rumei pra casa da mendocina.
Bati na porta, a mendocina abriu, sorriu pra mim e, me pegando pela piroca, me puxou pra perto dela me dando um selinho. Uma recepção que eu não esperava.
Ela fechou a porta, abaixou o zíper da minha calça, me agarrou e começou a me masturbar enquanto me beijava, eu me senti dominado, ela estava me "comendo", se é que vocês me entendem.
Ficamos assim uns 5 minutos, quando uma voz de homem ecoou do que eu imaginava ser o quarto da mendocina. Fiquei nervoso e ela, sem soltar minha piroca, me levou pro quarto onde tinha um cara deitado na cama tirando a roupa.
A mendocina foi até o cara tirando o tênis, a calça jeans e a calcinha, deitou o homem de barriga pra cima e sentou na cara dele. Eu vi como o cara chupava a buceta dela enquanto com os dedos massageava o cu dela.
Depois olhei pra cintura do cara e vi como ele começou a ficar duro, o cara tinha uma grande, o mais próximo do "26x8" do Rocco, me senti intimidado por só alguns segundos, porque a mendocina me chamou e, nem lerdo nem preguiçoso, fiquei pelado e me posicionei de um jeito que ela só se inclinou um pouco e começou a chupar minha piroca.
Ficamos até umas 2 da manhã, a mendocina tinha um fôlego danado e ninguém ficou de fora, numa hora o cara tava penetrando ela e ela me tinha do lado chupando os peitos dela enquanto com a mão me punhetava.
Finalmente, chegou minha vez de fazer a rabeta dela e pra minha surpresa o cu dela não precisou de muita dilatação, parecia que a gostosa dava muito pro sexo anal. Enquanto comecei a comê-la, ela começou a chupar o cara e notei que só entrava a cabeça na boca dela.
Mas não liguei, se eu tava ali era porque a gostosa queria mais uma piroca e a minha acabou sendo a escolhida.
Eu curti comê-la, tomei meu tempo, tirava e metia de vez em quando, batia devagar, forte, tava num sonho.
Finalmente o cara disse que era a vez dele, eu Sai, a mina de Mendoza não se mexeu da posição dela e me chamou pra ficar na frente dela. Pensei que ia me chupar, mas em vez disso, estendeu as mãos pra eu segurar.
Eu segurei. Vi o cara cuspir na própria mão várias vezes pra lubrificar a rola e falou –Vou–
A mina soltou um “uuff!” como um gemido e apertou minhas mãos com força “filho da puta mal nascido!” falou.
O cara começou a meter sem ligar pros gemidos dela.
Ela começou a me olhar, e nos olhos dela tinha caretas de dor e prazer, às vezes apertava minha mão com força e eu via o corpo e o rosto dela se contraindo de vez em quando.
Ela mordia os lábios, eu tava pasmo e com a rola dura, pelo que eu via, a gostosa tava sentindo dor pra valer, mas não saía.
O cara parou de se mexer, mas não tirou, me olhou com cara de cúmplice e falou –Como vou aproveitar isso–
De repente deu uma estocada, a mina soltou um “uuff” forte no meio de um gemido entrecortado, e ainda apertou minhas mãos com tanta força que doeu um pouco.
O cara foi pra trás e deu outra estocada, dessa vez ela gritou “aiii, a buceta da sua mãe!”
–Para, mano!...– falei eu.
–Não, não, deixa continuar… eu gosto, eu gosto… ai como eu gosto…–
Eu rapidamente aproximei minha rola da boca dela e ela começou a chupar, até que umas duas vezes cravou os dentes, eu fiquei meio assustado de sair machucado, mas foi uma noite de loucura.
Fodemos até umas 5 da manhã e depois dormimos os três na cama meio desconfortáveis. Umas 7 e meia eu levantei pra tomar banho e café pra ir trabalhar.
A mina de Mendoza tava acordada, me olhou, chegou perto, me deu um selinho e apoiando as mãos no meu peito perguntou –Quer tomar banho comigo?–
Eu aceitei e tomamos banho juntos, ensaboei as costas dela, fiz umas massagens, ela por sua vez lavou meu peito, a rola e as bolas, depois nos ajudamos a secar, vesti a roupa que tinha trazido de noite, ela me acompanhou até a porta, me deu um selinho bem Terno e me disse –a gente se vê daqui a pouco, gostosa–
Assim que a porta se fechou, eu olhei pra rua deserta e fui pra casa sem acreditar em tudo que tinha acontecido comigo…
5 comentários - Historias de oficina 5