Mauro e Ale: Segunda Parte

Fiquei sentada na mesa, imaginando o que o Mauro estaria dizendo pra ela. Mesmo com a tentação me invadindo, não fui até a cozinha pra espionar eles.

Umas vinte minutos se passaram e ninguém saía da cozinha. Uma das minas que chegou da rua queria tomar mate e me perguntou onde estava a chave da cozinha, porque tava trancada.

— Sei não, respondi, o Mauro que tava com ela. Deve ter levado sem querer. — completei me fazendo de sonsa.

Passaram uns três ou quatro minutos, quando vi a Alejandra passando em direção ao banheiro. E logo atrás dela, o Mauro veio até o escritório.

Minha colega perguntou de onde ele vinha, ele me olhando, como quem implora uma desculpa, como quem suplica uma justificativa, fez uma pausa.

— Que não tinha bolachinha? — perguntei na lata.

— Não, não. Fomos em três mercados e não achamos nada, — respondeu ele suspirando.

— Ufa, tô morrendo de fome, — expliquei.

— Eu tenho bolacha de água e sal, — completou minha colega.

Nisso a Ale entrou. Olhei pra ela com cara de "não fala uma palavra".

— Cês não viram a chave da cozinha, que tá trancada? — perguntou nossa colega.

— Acabei de colocar a chaleira pra fazer mate, — disse a Pato, sem desconfiar de nada.

— Ah! De novo levaram a chave sem querer, — falei de repente.

— É, — disse o Mauro. — Eu que tava com ela no bolso.

— Beleza, prepara o mate que vou pegar as bolachas, — completou minha colega, sem sacar nada.

Eu tava morrendo de vontade de saber o que tinha rolado naquela cozinha, durante aquela meia hora que a porta ficou trancada. Mas não podia perguntar, ou podia?

Chamei o Mauro, que é mais narrativo, e perguntei.

O que ele me contou é mais ou menos isso:

Entrei na cozinha e ela tava lá parada, tomando água. Ficamos uns segundos imóveis. Peguei um copo e também tomei água. Olhei pra ela e larguei o copo no balcão. Ela tava calada, mas parada na minha frente. Sem falar nada, peguei ela pela cintura e beijei. Ela correspondeu na hora.

Começamos a nos beijar com paixão. Eu não conseguia pensar, só sentia uma puta excitação, faz tanto tempo que desejo ela que, sem pensar... minhas mãos desceram por baixo da saia dela e, segurando a bunda dela com as duas mãos, puxei ela pra perto de mim, fazendo ela sentir
minha pica já dura pra caralho. Ela, doida, me beijava e, com movimentos de quadril, se esfregava em mim. Apoiei ela no móvel e, tirando minha pica da calça, puxei a calcinha dela e, com um empurrão, enfiei até o fundo. Ela só gemeu baixinho. Soltei um dos peitos dela e chupei até não aguentar mais. Desci entre as pernas dela, ela tentou me parar, mas em segundos já tinha puxado a calcinha e começado a chupar a buceta molhada dela. Ela acariciava meu cabelo, gemendo baixinho. Levantei, segurei ela pela cintura, virei ela de costas e, puxando a calcinha de novo, comecei a comer ela por trás. Amassando
os peitos dela que balançavam a cada estocada. Nossos orgasmos não demoraram a chegar, e comecei a encher o cuzinho dela com meu gozo quente, bem na hora que ela também gozou, empurrando toda a bunda dela pra trás. Terminei deitado nas costas dela, com as mãos nos peitos dela e com meu esperma espalhado nas pernas e na bunda dela.
Foi o melhor sexo que tive em muito tempo, ele concluiu.
— Valeu, mas não queria tantos detalhes — falei, corando e um pouco excitada com o que tinha acabado de ouvir.
— E aí, o que aconteceu depois? — perguntei.
Nesse momento, as duas garotas voltaram a entrar no escritório, então a resposta foi desviada pra um assunto de trabalho...
(continua)

5 comentários - Mauro e Ale: Segunda Parte

despues de leer
la primera
lei esta ta buena la historia

(L) 2da parte xD