Meu cunhadinho gostoso

No final de 2000, durante uma festa do Dia do Trabalho, conheci Isaura, uma morena de 25 anos que, além de ter uns olhos puxados lindos, tinha uns lábios carnudos cor de carmim, uns peitos firmes, durinhos e pequeninos como duas deliciosas laranjinhas, uma cintura de pilão e um par de bundas carnudas e bem proporcionadas.

Imediatamente me apaixonei por ela e decidi cortejá-la até fazer dela minha namorada. Meses depois, consegui seduzi-la e, sem mais delongas, 6 meses depois nos casamos, muito apaixonados. Minha esposa tinha uma família até certo ponto normal: os pais e um irmão mais novo chamado Adrián, um garoto afeminado de 10 anos que, se não fosse pela diferença de idade, eu juraria que era gêmeo da minha esposa.

3 anos depois, tivemos nosso primeiro filho; 4 anos mais tarde, uma menina; e exatamente 2 anos depois, fomos pais de outro menino. Atribulada com os deveres de casa e o cuidado dos nossos três filhos, Isaura pediu ajuda à minha sogra, que, por causa dos problemas de idade, ofereceu que Adri, meu cunhado(a), viesse passar uns dias na nossa casa, já que morávamos na mesma cidade e os horários da faculdade permitiriam que ele(a) ajudasse com algumas tarefas (Adri me confessou depois que escolheu ser chamado assim para que pudesse facilmente ser chamado de Adriana quando fizesse a transição de sexo e personalidade).

Naquela época, era mais que óbvio que meu cunhado(a) Adri era gay, e mesmo que sua aparência não fosse de mulher, era meio andrógino(a). Aos 19 anos, meu cunhado(a) tinha uma semelhança impressionante com minha esposa: o corpo era esbelto, tinha uns quadris não tão largos quanto os de uma mulher e uma bundinha que não dava pra ver direito porque ele(a) sempre usava calças bem largas, que não deixavam adivinhar as formas. Sempre respeitei as preferências sexuais das pessoas, mas me incomodava que Adri fosse morar na minha casa e estivesse perto dos meus filhos, mesmo assim, por causa da grande ajuda que nos daria levando meus pequenos pra escola e ajudando minha mulher com as tarefas dela enquanto ficava de quarentena, guardei minhas desconfianças e aceitei a proposta.

Meu trato com a Adri não era lá muito cordial, pra ser sincero, eu falava só o básico pra não ser grosso e por consideração à ajuda que ela nos dava.

A Adri se instalou no quarto de hóspedes, do lado do nosso quarto. Acho que à noite ela ouvia quando eu implorava pra minha esposa quebrar a abstinência sexual que eu tinha começado pouco antes do parto e que se prolongou por causa da quarentena pós-parto.

Vale dizer que o máximo que eu conseguia era minha esposa me masturbar e fazer oral, porque ela nunca deixou ir além. Com o pouco que a Isaura me oferecia, eu soltava uns gemidos no meu quarto que com certeza a Adri ouvia.

Uma manhã, eu tava me preparando pra tomar banho e ir pro trabalho quando vi que no banheiro tinham umas calcinhas penduradas que eu nunca tinha visto em casa; eram umas calcinhas de renda branca e preta com detalhes em azul pastel e vermelho, respectivamente. Tomado por um tesão estranho, peguei as roupas femininas que imaginei serem da Adri e levei ao rosto pra sentir o cheiro delas; tenho que admitir que cheiravam delicioso, uma mistura de cheiro de buceta com perfume suave de mulher... Envergonhado pelo meu impulso, deixei elas no lugar e fui tomar meu banho. Nessa hora, a Adri bateu na porta do banheiro e pediu pra entrar pra pegar umas coisas que tinha deixado, e eu deixei, porque pensei em repreendê-la por andar deixando a calcinha dela no banheiro, mas não fiz isso. Movido pelo tesão doentio que me fez cheirar as calcinhas dela, abri um pouco a cortina, de um jeito que desse pra ver meu pau duro por causa da presença dela.

Como eu imaginei, minha cunhada fixou o olho no meu pinto e engoliu saliva, provavelmente imaginando ele entre os lábios dela, os olhos dela... brilhavam de deseio, se cruzaram com os meus e, sem pudor, ela sorriu pra mim enquanto, com um gesto provocante e bem feminino, levava o dedo indicador à boca pra morder; naquele momento, percebi que minha cunhada tinha gostado do que viu e, me sentindo desconfortável e envergonhado, fechei a cortina, irritado comigo mesmo por ter provocado aquela situação; depois desse encontro, minha atitude com ela ficou meio seca, e, notando meu mau humor, minha cunhada evitava falar comigo o máximo possível.

Uma tarde, voltei do trabalho mais cedo que o normal e percebi que em casa estavam só meus dois filhos mais velhos fazendo lição, sob os cuidados da minha cunhada; minha mulher tinha saído com o bebê pra consulta de rotina no posto. Então fui pra cozinha pegar algo pra comer e me deitei na cama, acabando pegando no sono.

Uma hora depois, acordei e fui pra sala, onde meus filhos viam TV entretidos. Como não vi a Adri com eles, imaginei que estivesse no quarto dela. Voltei pro meu quarto pra pegar um cigarro e fui pro banheiro fumar, passando na frente do quarto da Adri. Notei que a porta estava entreaberta e dava pra ouvir uma música suave. Me aproximei na ponta dos pés pra espiar lá dentro... e... puta que pariu, qual não foi minha surpresa quando vi a Adri posando na frente da webcam do laptop, com o rosto lindamente maquiado e vestindo uma camisola preta translúcida, que deixava ver um par de **tetinhas!!**, aliás, muito bonitas, pequenininhas do tamanho de uma laranja pequena. Continuei admirando: o corpo dela, todo depilado, não tinha nenhum traço de masculinidade; ela usava uma calcinha fio-dental preta amarrada dos dois lados da cintura, que destacava de forma monumental a bunda e as pernas, divinamente torneadas, finalizadas com umas meias pretas. O conjunto tão harmônico que formava faria qualquer garota da idade dela morrer de inveja (naquele momento, entendi o que a Adri escondia por baixo das roupas largas). Ela dançava no ritmo de uma melodia em... Wicked games"; o cabelo dele levemente cortado e penteado de lado combinava lindamente com o corpo e a lingerie. Quando vi meu cunhado dançando tão provocativamente, esqueci que era ele e não ela; comecei a acariciar meu pau ereto, até que não aguentei mais e corri para o banheiro me masturbar.

Nos dias seguintes, notei que Adri me olhava de um jeito diferente, como se quisesse me dizer ou perguntar algo, mas eu agia de forma bem seca quando ele tentava falar comigo, puto por ter descoberto o quanto ele me atraía e a excitação que me dava lembrar daquela figura gostosa enfiada na lingerie provocante.

Uma tarde, sabendo que minha esposa iria ao médico para o check-up ginecológico, pedi permissão no trabalho pra sair mais cedo, dizendo justamente que ia acompanhar minha mulher no médico; sabia que meu cunhado provavelmente estaria em casa, na frente do laptop modelando algum conjuntinho provocante na internet, então, sem pensar duas vezes, fui pra casa o mais rápido possível.

Entrei em casa do jeito mais silencioso que pude; por sorte, meus filhos estavam entretidos jogando no playstation, sabendo que não iam incomodar por um bom tempo, subi pro quarto do Adri, que encontrei trancado. Bati de leve e ninguém respondeu.

Fui pro meu quarto puto, achando que meu cunhado tava dormindo. Quando me aproximei da janela, vi que no quintal dos fundos, que dá pra uma rua mais deserta que a da frente, Adri tava se beijando com um cara. Então cheguei perto da janela tentando passar despercebido e ouvi a voz suplicante do jovem dizendo entre um beijo e outro…

— Vai, me deixa entrar na sua casa, eles não vão perceber, né?

— Não, Luís, minha irmã nem meu cunhado tão aqui, e além disso, depois você quer que eu me vista de mulher e vai querer me comer, e eu ainda não tô pronta pra "isso".

O tal Luís começou a massagear os peitos e a bunda do Adri. enquanto beijava o pescoço dele, minha cunhada, visivelmente irritada, deu um tapa que fez o viadinho cair sentado. Ele, furioso, levantou e disse pro Adri: —Porra, seu viado fresco!! Já era, você vai ver...

Adri tinha pegado uma pá encostada no muro e, com voz ameaçadora, respondeu: —Olha aqui, cara, sou viado por gosto, não por obrigação. Você é que ficou me enchendo o saco, imbecil, não eu. Se acha o tal machão, o galã das minas, e ficou me implorando. Então vai tomar no cu, aqui acabou. Sou fresco, e daí? Vou transar com quem eu quiser, e não vai ser com você, cara. Vaza antes que eu quebre a sua cara. E nem tenta fazer escândalo, porque tenho suas cartinhas de amor e suas fotos pra te expor no teu trabalho, na escola e no teu site. Então é melhor você sumir da minha vida como se nada tivesse acontecido.

Luis saiu vermelho de raiva pela rua de trás, resmungando contra o Adri, que, visivelmente puto, entrou em casa. Eu saí do meu quarto pronto pra encher o saco dele pelo teatrinho com o namorado. Encontrei ele na porta do quarto, ele se assustou ao me ver e falou com a voz trêmula: —Ah, achei que você não tivesse aqui. Com a voz embargada de raiva e um tom irônico, respondi: —E como é que você achava que eu não tava? Chamou seu "namorzinho" pra se pegar no quintal, seu viado! No fundo, me surpreendi ao perceber que minha reclamação vinha de uma mistura de raiva e ciúme pelo que vi, e não por estar indignado com a atitude da minha cunhada.

Adri ficou vermelho de raiva e ficou em silêncio... com os olhos cheios d'água, respirou fundo e respondeu: —Olha, Hernan, peço desculpas se o que aconteceu no quintal com o Luis te ofendeu. Não vai se repetir, ele não volta mais aqui. Me chamar de "viado" dói e me ofende, porque achei que você fosse uma pessoa mais aberta e compreensiva sobre minha condição gay, que você entendia. porque você é meu cunhado e eu morei aqui na sua casa por três semanas sem problemas, aliás… eu… é, eu cheguei a acreditar que… você não tinha problema com meu comportamento porque sempre respeitei meus sobrinhos, amo eles e não faria mal nenhum a eles.

Perturbado pelas palavras de Adri, comecei a sentir uma excitação enorme, meu pau começou a ficar duro, meu/minha cunhado(a) notou meu desconforto e… com um jeitinho gostoso de provocação, colocou um dedo na boca pedindo pra eu não falar mais nada, me pegou pela mão e me puxou pro quarto dele(a).

Meu coração batia a mil por hora, Adri fechou a porta, se aproximou de mim provocativamente e, sem mais, me ofereceu os lábios enquanto as mãos dele(a) abaixavam o zíper da minha calça e liberavam meu pau duro, eu só consegui dizer – não faz isso, seu viado, nãooo.

Adri se ajoelhou na minha frente e, apressadamente, tinha desabotoado minha calça que caiu aos meus pés, abaixou minha cueca e com uma cara de safada ansiosa me disse: – nossa, que bonitinho seu menino, já tinha visto você no chuveiro e gostei, agora que vejo de perto parece delicioso e hmm, cheira gostoso, papai!!, imediatamente começou a lamber meu pau, me beijou, chupou como se fosse um doce, me mordeu, causando uma dor gostosa, não aguentei mais, acompanhei o movimento da cabeça dele(a) segurando e empurrando meu quadril na direção do rosto dele(a), com estocadas fortes que fizeram ele(a) engasgar várias vezes.

Em uma dessas, Adri me disse – ai Hernan, como você é gostoso, bebê, e ainda em quarentena, coitadinho de mim, hmm-, eu não consegui responder porque o prazer da boca dele(a) era incomparável, de verdade, nunca, nem minha esposa, tinham me feito um boquete como Adri, nossos movimentos ficaram mais frenéticos e violentos até que eu gozei pra caralho na boca dele(a), como um vulcão que rompe as últimas barreiras da cratera, a boca do(a) meu/minha cunhado(a) praticamente transbordou do meu leite, os lábios e a língua dele(a) avidamente me limparam e com os dedos limpou os restos que Ficaram no rosto dele, chupando com gosto.
— Neném, que barbaridade, tu tava mesmo com a pistola carregada, quase me afogou.

Já recuperado e relaxado, pedi desculpas por ter agido daquele jeito, falei que não era gay, que amava a irmã dele, confessei que a raiva que senti foi porque tinha visto ele com o namorado e que na verdade era um desejo doentio que despertou em mim quando cheirei as calcinhas dele no banheiro e quando o vi dançando na frente do notebook, que não conseguia lutar contra aquele desejo e que agora me sentia mal com minha mulher e meus filhos.

Adri, resignado, suspirou e me disse:
— Hernan, não se sinta mal pelo que a gente fez, olha, primeiro, a abstinência que você tava sofrendo influenciou pra você me ver com outros olhos e acabar deixando seus preconceitos de lado. Eu sei o quanto você ama minha irmã e meus sobrinhos, encara isso como uma aventura que você teve com uma colega de trabalho. Eu te agradeço pelo presente que você me deu, você é uma delícia, me fez esquecer aquele idiota do Luis e agora é só pra frente, nada mais. Eu vou sair da sua casa logo, vou pra casa dos meus pais e aqui não aconteceu nada, ok? — Dito isso, me deu um beijo na boca que eu não recusei e pediu pra eu deixar ele sozinho, era melhor assim porque minha esposa ia chegar logo.

Os dias que se seguiram foram um martírio pra mim, lembrava dos carinhos suaves do Adri no meu pau, dos lábios dele, mas ao mesmo tempo não queria continuar pensando naquilo. Pra variar, minha mulher, avisada pelo médico sobre a abstinência sexual, mas também já querendo quebrar o jejum, me fez um boquete com muita dedicação. Tentei gozar na boca dela, mas tenho que admitir que o talento dela pra me provocar um orgasmo com a língua tava anos-luz do Adri, então eu sempre acabava fazendo ela me masturbar com as mãos até eu gozar. E o mais frustrante: meu gozo, espalhado na minha barriga e nas mãos dela, acabava sendo limpo com papel higiênico e lavado com água da pia do banheiro, porque a Isaura sentia repulsa da ideia de Engolir.

Num sábado de manhã, quando tava saindo no meu carro pro escritório do trampo, a Adri, com os olhinhos dela mais brilhantes que o normal, me pediu pra dar uma carona até a escola dela, porque tinha que ir num seminário. — Claro, Adri, lógico, sobe aí —, minha cunhada abriu a porta do carona e eu percebi que ela tava com uma mochila enorme. — Parece que vai viajar —. — Não, é que eu tô levando roupa pra trocar porque vou fazer umas compras —.

— Ahhh, e... vai voltar tarde? —. — Sim, bom, depende — respondeu. — Depende do quê?, claro, se dá pra saber —.

Com a carinha dela sorrindo, respondeu, tocando meu nariz com o dedo indicador — Depende se uma pessoinha vai aceitar um presente surpresa que vou dar pra ela —.

Suando frio, respondi: — Não tô entendendo o que cê quer dizer, Adri, a gente combinou que não ia mais falar sobre o que rolou entre a gente naquela tarde e... além disso, eu tenho que ir pro trampo e você pra sua escola — retruquei.

Adri, toda safada, falou: — Bobinho, eu quero que você me dê duas horas do seu tempo, não vai se arrepender, olha, eu só vou na escola, assino a presença e vou de táxi pro apartamento de um amigo que é perto do seu escritório, aqui o endereço — ela anotou num papel —. Você vai pro escritório, dá uma olhada nos seus trampos e sai três horinhas antes pra me dar só essas duas horas, chega em casa com minha irmã como sempre, enquanto eu vou pra casa dos meus pais, beleza?.

Atraído pela ideia de ficar a sós com minha cunhada, topei na hora, ela deu um gritinho de alegria e me beijou na bochecha. Pouco depois, chegamos na escola dela, parei o carro pra ela descer, e quando fez isso, virou as costas se inclinando pra sair do carro. Nessa hora, a calça dela desceu uns centímetros nas costas, deixando ver que ela tava usando uma tanga de renda preta, visão que acabou de me deixar pronto.

Lá pelas 12h20 do dia, eu tava na frente do apartamento onde a Adri me chamou, super excitado, com minha ereção a todo vapor. Ponto. Me imaginando qual seria a surpresa que me esperava, toquei a campainha e quem me abriu foi uma garota linda, enfiada num baby doll branco, com um tênis da mesma cor, uma calcinha fio dental de renda fina que deixava entrever uma moita preta e espessa, uma cinta-liga com bordado de fita de gaze rosa e meias arrastão de fio branco fino.

— Entra, love, tá em casa. Não teve problema pra chegar?

Mudo de tão impressionado de ver a Adri vestida de mulher, só consegui responder: — Aaaahn, não, nenhum.

Ela me deu um beijo na boca e me puxou pela mão pra dentro. Eu olhava babando pras bundas bem torneadas dela, entre as quais se destacava o fio de uma calcinha fio dental fininha que terminava num coração de brilhante de bijuteria, a junção dos outros dois fios que rodeavam a cintura dela e que, ao caminhar, deixavam ver o quanto o rabo e as pernas dela eram bem trabalhados na academia. As costas dela deixavam ver uma linha fina de pelinhos delicados que nasciam no pescoço e se perdiam no começo da bunda, o pescoço esbelto e os ombros delicados de pele nacarada e macia exalavam um cheiro de rosas que dava vontade de morder e percorrer palmo a palmo com a língua.

Sentamos num sofá grande e fofinho. Ela me ofereceu algo pra beber e eu aceitei um uísque com gelo. Ela serviu um pra ela com soda, sentou na minha frente com uma pose de mocinha e estendeu o braço levando o copo na minha direção, num gesto de brinde, e perguntou:

— Como eu tô? Cê gostou? Sou igual à minha irmã?

Enquanto virava meu copo, só consegui dizer que sim, que gostava e que ela tava linda. Sobre a irmã, falei que parecia uma cópia dela quando a conheci.

Ela sorriu, lisonjeada, e disse:

— Hernan, agradeço você ter aceitado me dar um pouco do seu tempo. De verdade, gosto que você me veja, me fale e me trate como mulher, porque é assim que me sinto e é isso que eu sou. A única coisa que me sobra é o que você já sabe, mas de resto, me sinto igual ou melhor que qualquer mulher, incluindo a minha irmã. minha irmã.
Até então notei que na virilha dela não dava pra ver nenhum volume que indicasse a existência de um pau, já que eu sabia que ela não tinha feito cirurgia, então sem jeito perguntei sobre o aparelho dela; sorrindo, Adri me respondeu: —Tô com ele escondidinho com uma fita adesiva, pra trás, além de que, felizmente pra mim, meu pau é pequeno comparado com o seu.—
—Ahhh— falei — e então, qual é a surpresa que você preparou pra mim? Claro, te ver vestida assim já é uma surpresa agradável pra mim.
Visivelmente corada, Adri soltou: —A surpresa ou presente surpresa que quero te dar é… entregar minha virgindade pra você, papai! Juro que não vai se arrepender, e se você aceitar, vai me fazer muito feliz, porque não quero ser de ninguém pela primeira vez a não ser de você.—
Engoli seco com a revelação e, com o maior tato possível, falei: —Olha, é… não leva a mal, mas eu achava que você já tinha transado com um homem, e como vi que você tinha namorado, então… imaginei que…—
—Pois é, meu amor, aí você se enganou, porque eu só tive namoradinhos, com quem peguei, troquei carícias e beijos, mas nunca deixei ninguém me penetrar, porque eu tinha a ilusão de entregar minha bunda pra alguém realmente especial, que me fizesse sentir mulher, e esse alguém, felizmente, é você, Hernan.—
—Então você nunca…— perguntei.
—Não, com ninguém, e hoje pretendo te entregar meu cuzinho pra você me estrear, papai. Então, o que me diz? Aceita meu presente?—
Balancei a cabeça afirmativamente sem articular palavra, ela deu um gritinho, se aproximou de mim e nossos hálitos se misturaram quando nos beijamos apaixonadamente. Eu, que naquela altura já tava queimando de tesão, me recostei pra trás e acariciei furiosamente a bunda dela, enquanto ela se ajoelhava montada na minha cintura. Minha língua vasculhava impaciente a boca dela e procurava a dela enquanto minhas mãos percorriam aquele rabo espetacular. Passei pelo pescoço dela com beijos, mordidas e Lambidas, desci por ele até chegar nos peitos dela, que tinham uma auréola pequena e rosadinha.

Chupei cada peito da Adri com delicadeza e ternura, ela se arrepiava e exclamava: — Assim, papai, assim, gostoso, meu amor, me toma devagar, assim, bebê — eu perdi a noção chupando aqueles peitos de menina. Ela, enquanto isso, desabotoou minha camisa e me tirou ela, e com as unhas compridas, percorria minhas costas, me dando uma sensação incrível. Depois de acariciar minhas costas, ela me deitou no sofá e foi percorrendo meu peito, enquanto eu desabotoava minha calça. Ela chegou na minha barriga e atacou com vontade meu pau ereto, que transbordava de porra, e ela devorou com gula e prazer.

Quase gozei com a ação das lambidas dela, mas a Adri, com um puxão suave no meu saco ou uma leve pressão na base da vara, evitava minha gozada e imediatamente continuava com as lambidas nas minhas bolas, na base da glande, no furinho, enfim, o corpo inteiro do meu pau foi agraciado com as carícias e chupadas dela.

O corpo dela também mudava de posição, porque assim que parava de chupar meu pau, ela se sentava de pernas abertas em cima de mim, de costas pra mim, descendo o suficiente pra colocar ele em contato com a virilha dela, se esfregando com a bunda, me deixando louco com a visão que ela me dava da raba dela na minha frente.

Por fim, depois dessa putaria gostosa e virada de costas pra mim, com uma atitude feminina e safada, ela começou a tirar o sutiã, as meias e a cinta-liga, ficando só de fio dental.

Foi aí que percebi que os testículos e o pau dela estavam presos pra trás, na direção da bunda, com uma fita adesiva macia cor de pele. Acreditem, isso não me incomodou, porque tirando isso, a Adri era tão gostosa quanto qualquer mulher. Então, com a temperatura a mil, eu a deitei no braço do sofá, com a bunda dela virada pra mim, puxei o fio dental dela pro lado, revelando uma raba linda e rosadinha. virgem que se apertava e soltava nervosamente esperando ser inaugurado, Adri, arrancou a fita adesiva que segurava seu pau e bolas, puxando-os pra frente pra que não me desanimassem.

De joelhos como estava, Adri me oferecia as primícias do corpo dela e eu pensava em aproveitar da melhor forma possível, então comecei aspirando o cheiro peculiar que exalava das nádegas e do cu dela, dei um beijo suave no cuzinho dela e comecei a chupar a bunda dela com doçura e gula, minha língua percorreu de cima pra baixo as dobras das nádegas dela, as rugas do cu imaculado e delicioso dela; cheio de paixão e luxúria, comecei a enfiar minha língua no cu dela, Adri soltava suspiros e gemidos como uma menina prestes a ser desvirginada: — Ahhhh, Ahhhhhh papai, assim, ohhhhh, que delícia que você me faz, aiiii!, aggh!, come tudo, é todo seuuuuu!!

Assim como estava, me deitei sobre ela, como se fosse penetrá-la, comecei a esfregar meu pau contra o cu dela, encaixando na fenda das nádegas, ela arqueava o corpo, aumentando o atrito dos nossos corpos ao longo das costas dela — já, papai, já me dá, eu preciso, preciso de você dentro de mim, sou sua puta no cio e você é meu macho!

Animado por ela, pedi que se virasse, tirei a calcinha fio dental dela e ficamos de frente um pro outro, nos beijamos profundamente, e a deitei no sofá, afastei a mão dela com que tentava esconder as partes e, sem me importar que o pau ereto dela roçasse na minha barriga, só pensava em possuí-la como um bode macho; fiz uma pausa e, olhando nos olhos dela, disse: — vou te desvirginar como se fosse minha menina, de frente, olhando nos seus olhos, como deve ser com uma donzela; ela, pra facilitar a penetração, pegou na mesa ao lado do sofá um vidro de lubrificante e passou no meu pau com o líquido.

Enquanto continuava olhando nos olhos dela, apontei meu pau pro cu dela faminto pela minha rola; ela envolveu minha cintura com as pernas e ofereceu o cuzinho, pegando meu pau e colocando na entrada seu templo sagrado; mandei a primeira estocada, suave mas firme, conseguindo enfiar a cabeça da minha piroca, a Adri soltou um suspiro de dor e prazer ao mesmo tempo, deixei ela se acostumar com a grossura e parti pra segunda investida, onde o corpo inteiro da minha rola entrou.

Esperei um tempo pra deixar ela se acostumar com meu pau, enquanto olhava o rostinho dela derramando umas lágrimas de emoção, gemendo e me dizendo: Hernan, finalmente sou sua, você é meu homem e eu sou sua mulher, vou lembrar desse momento pra sempre e mesmo que você não esteja do meu lado, sempre vai ser o primeiro—

Não quis esperar mais e imediatamente comecei a beijar os peitos dela, os lábios, o pescoço, enquanto metia com tudo no cuzinho rosado dela, entrava e saía com gosto da bunda dela, a Adri literalmente berrava de prazer — aaaaah, aaaaah, papai, agora sou sua, sou sua putinha, me come, ohhhh, me enche o cu, ohhhhhh, me destrói, ai, papai, continua aaaaah, não paraaaaaa, me enche de você, meu machoooo, meu homem. ai—

O êxtase final chegou quando, prestes a gozar, a Adri contraiu a bunda de um jeito que me deu um aperto que me levou direto ao clímax, nossas línguas entrelaçadas pararam de se acariciar pra gente soltar um suspiro mútuo que nos levou ao céu, eu gozei dentro do cu dela, enchendo o esfíncter dela com meu leite, ela gozou entre nós dois, o esperma dela nos uniu por um momento, numa sensação sem igual, que nos deixou exaustos, eu por cima dela abraçados e sem fôlego, trocando beijos carinhosos.

Assim que a gente se excitou de novo, a Adri me convidou pro quarto do amigo dela (que por sinal também era gay), lá a gente continuou se beijando com paixão, ela limpou minha barriga do esperma dela derramado, pegou meu pau com carinho e, dando os beijos e carícias mais ternos, começou a chupar ele, me deixando duro na hora, com lambidas e boquetes que eram meu paraíso, acho que desde aquela vez ninguém mais chupou minha piroca daquele jeito.

Assim que meu poste se ergueu orgulhoso e desafiador, minha mina de quatro Ela me ofereceu a flor dela de novo, e do jeito que tava, me ajoelhei atrás dela e apontei meu pau pro cu dela. Entrei com certa facilidade e comecei a bombar com força, os quadris dela se encaixaram na hora no ritmo do meu vai e vem. A excitação começou a nos deixar no ponto de novo, de repente ela levantava as costas e se encostava em mim enquanto eu beijava o pescoço dela por trás e acariciava os peitinhos dela.

Deslizei minha mão até a barriga dela, acariciando, e encontrei o pintinho ereto dela. Instintivamente, movido pelo desejo, comecei a acariciar ele, junto com as bolas dela. Peguei ele como faria com o meu e comecei a masturbar ela no mesmo ritmo das minhas estocadas. Adri tava extasiada, fora de si, como diz a música: louca de paixão!

— Hernan, papai, nãooo, me dá vergonha, buceta, ahhhhhh —

Adri ficou louca de paixão, empurrava a bunda com força contra mim, como se quisesse que a penetração fosse mais fundo. Ela se acariciava os peitos enquanto eu masturbava ela, numa dança frenética que nos levou a gozar um segundo orgasmo, tão intenso quanto o primeiro, ou mais. Ela se derramou nas minhas mãos, que rapidamente espalharam o leite do corpo dela no corpo dela e no meu; eu novamente inundei o cu dela com uma quantidade generosa da minha porra, que escorria do esfíncter dela com vestígios de sangue e merda.

Depois de nos recuperarmos do nosso encontro, fomos pro chuveiro pra nos enxaguar. Lá pude ver os brinquedos sexuais do nosso anfitrião. Adri, feito uma esposa amorosa, me ensaboou e limpou o corpo inteiro, beijando cada palmo de mim. Ela me deu mais um boquete de campeão que me fez gozar na boca dela, embora com pouca porra, já que eu tava praticamente seco.

Enquanto nos vestíamos, Adriana me pediu pra continuarmos nos vendo, pra sermos amantes. Eu, verdade seja dita, queria continuar tendo o corpo dela, e depois do que a gente experimentou, falei que sim na hora. Selamos nossa relação com um beijo apaixonado, e ela disse que a partir daquele momento... um dia ela iria morar naquele apartamento com a amig@ dela, que já tinha planos de sair da casa dos pais e viver a vida como mulher. ela me deu uma cópia da chave do apartamento pra eu visitá-la quando quisesse. foi assim, vestida com uma minissaia preta, meia arrastão e uma blusinha rosa bem sexy que marcava os bicos dos peitos, que nasceu minha cunhada Adriana, com quem mantenho um caso apaixonado e escondido que hoje tá indo de vento em popa, porque ela é uma pessoa que ama minha esposa e meus filhos.

Hoje em dia, a Adriana conseguiu, através de um processo judicial, mudar sua identidade. com minha ajuda financeira, ela fez uma cirurgia de redesignação sexual. como advogada, trabalha num escritório jurídico e é super bem-sucedida. nem preciso dizer que ela se tornou uma mulher linda, elegante e distinta. a gente se ama e quer ficar junto por muito tempo ainda. dá pra dizer que ela é uma versão repaginada da minha esposa, só que sem filhos e sexualmente mais aberta.

6 comentários - Meu cunhadinho gostoso

terrible como se me puso la pija 🤤 🤤 🤤
Gran relato, de una complejidad que trasciende lo sexual, aunque muy caliente, se trata con mucho respeto el tema del al identida, la elección de género, el debut sexual. Una joya de lo intrincado de la mente y del deseo.
Bien!!!! me gustó tu relato, una de las tantas facetas de la sexualidad. Hay que romper con la estructura binaria sexual.Debo puntos, mañana paso.
Excelente post, me sentí identificado con Adri, seguiré leyendo tus posts y espero me reconozcas! Saludos