Olá, pessoal.
Vou começar dizendo que meu nome é Fernando e o da minha irmã é Natalia. Eu tenho 24 anos atualmente e ela, 25. Moramos num bairro da cidade de Buenos Aires, na Argentina. Estamos aqui desde que nascemos.
A Natalia desenvolveu um corpo bonito. Aos 16 anos já tinha uma bunda gostosa e uns peitos promissores, duros, redondos e com potencial pra crescer ainda mais. Eu, com 15 anos, começava a ter minhas curiosidades sexuais.
Na escola, o pessoal falava de sexo, e entre quem tinha irmã, a gente brincava sobre já ter visto elas peladas ou coisas do tipo. Eu nunca tinha pensado nisso antes.
Pensar em ver minha irmã nua começou a me excitar. Só a ideia de vê-la já me deixava duro. Uma tarde, quando esse pensamento tomou conta da minha cabeça, decidi me masturbar imaginando ela pelada. Aos 20 anos, o corpo dela já estava totalmente desenvolvido. As curvas eram bem redondinhas, os peitos e a bunda bem carnudos, e eu a via cada vez mais como uma mulher. Minhas punhetas se repetiram várias vezes com o tempo. Sempre imaginava ela se trocando, tomando banho ou até se masturbando, mas eu ficava numa posição passiva, só observando. Essas fantasias me renderam vários gozos.
Uma noite, estávamos nós dois sozinhos em casa, e ela entrou no banheiro pra tomar banho. A situação por si só já me excitava: eu e minha irmã sozinhos, e ela pelada se lavando a poucos metros de mim. Eu ia pro meu quarto me masturbar, quando finalmente tive a ideia de espiar ela pra realizar minha fantasia de vê-la nua de verdade. Esperei ela deixar a água correr no chuveiro, sabia que ela gostava de encher a banheira com água quente pra relaxar. Quando imaginei que ela já estaria pelada, fui até a porta do banheiro e me abaixei na fechadura pra espiar. O que vi me excitou pra caralho. Eu já tinha 19 anos, e meu pau ficou duro pra valer. Vi ela completamente nua, brincando com o cabelo enquanto a banheira enchia. Parada na frente do espelho da pia, de costas pra porta do banheiro, eu via a bunda linda e redonda dela na minha frente, rebolando enquanto se penteava ritmicamente. Quando ela se mexia, porque além disso ela olhava o corpo inteiro no espelho, o reflexo me deixava ver os peitos dela, tão grandes e redondos. Eu tinha a vista das costas dela toda e, pelo espelho, via a frente inteira. Comecei a me masturbar olhando minha irmã rebolando na frente do espelho, ela se mexia sem parar e me dava visões lindas da bunda dela, dos peitões e da periquita peluda.
Quando ela entrou no chuveiro e já não dava mais pra observar, fui pro meu quarto e continuei me masturbando pensando no que tinha visto. Agora sim, pela primeira vez, pensava em chupar aqueles peitos lindos, massagear eles, beliscando os biquinhos redondos. Agora sim me masturbava pensando em comer ela toda, possuir ela por completo. Penetrar aquela bunda carnuda até encher de porra, gozar no corpo inteiro dela. Desde aquele momento, minhas fantasias incluíam minha participação ativa, imaginava comendo ela fazendo ela gozar que nem uma putinha. Comer ela na própria cama dela, a qualquer hora, sempre que a gente tivesse sozinho, a casa seria nossa, a cama dela seria nossa, e eu comeria ela quanto quisesse e do jeito que quisesse. Sonhava com ela chupando meu pau freneticamente ou fazendo um puta espanhol com os peitões dela. Queria banhar o corpo dela todo com minha porra quente. Desde aquele momento, eu espiava ela em toda situação que desse, espiava ela tomando banho e depois completava minha fantasia até ter uns orgasmos lindos na minha cama. Uma noite, repetindo essa rotina, algo deu errado. Eu tava na frente da porta espiando ela, quando de repente, sem conseguir prever, ela girou a maçaneta pra abrir a porta. Desesperadamente, corri dali num pulo pra sala que era do lado do banheiro. Ela, estranhando, perguntou o que tava rolando ali, ficou desconfiada, mas nunca soube se ela chegou a me ver ou se, quando abriu a porta, se assustou ao ouvir algum passo. Eu preferia manter essa última opção, já que não me comprometia em nada. Como era casual eu passar por lá, não seria estranho que ela me ouvisse. Respondi: — Tô aqui, o que foi? — Nada, depois me traz uma toalha. Decidi esquecer esse episódio e me convencer de que ela não tinha percebido nada. Até porque ela nunca me deu a entender nada, então supus que estava tudo bem.
Minhas punhetas continuavam do mesmo jeito. Agora eu me contentava em olhar menos tempo e compensava o resto com minhas fantasias até gozar tranquilamente.
A relação não tinha mudado nada depois daquele ocorrido, só que agora, como ela saía com as amigas ou os namorados com mais frequência, se arrumava mais vezes.
Muitas vezes entrava no meu quarto com roupas muito, muito sexy e me perguntava como tava ficando. Eu, todo excitado, só olhava e aprovava a escolha. Ela não tinha um corpinho de modelo, mas as tetas explodiam nas roupas e a bunda pedia pra ser comida aos berros. Uma noite de sábado, entrou no meu quarto e, como sempre, perguntou: — Como é que tô? Tava com uma calça clara bem justinha que marcava a calcinha, sumindo no meio da racha da bunda. Em cima, uma regatinha tipo top que levantava ainda mais as tetas e marcava claramente os bicos meio durinhos. Sem sutiã. — Tá boa, dá uma voltinha aí. É, tá legal, mas acho meio putaria. Eu tava a mil, via minha irmã como uma verdadeira gostosa na minha frente, se mostrando tão sexy, como se quisesse me comer. A pica tava a mil e eu já imaginava como ia bater uma quando ela fosse embora. Aí ela pergunta: — Por que putaria? Se fazendo de sonsa. — Sei lá, tá aparecendo tudo. — O que é tudo? — Sei não, mina, tudo, o corpo, oras. — Ah, aqui cê diz. E aponta pro top. — É, aí. — Ah, cê acha que dá pra ver os bicos? Eu não podia acreditar, devo ter ficado roxo de vergonha. Nunca tinha dito nada parecido, nem ela nem eu. — É, mina, beleza, então, tá bom, vai nessa. Ela se virou e, parecendo dar uma risadinha, saiu. Ela saiu do meu quarto e depois da minha casa. Fiquei estupefato, não conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Embora não fosse nada demais, ela tinha dito pela primeira vez a palavra mamilo na minha frente, e não só isso, estava se referindo aos próprios mamilos, apontando para eles, sabia que eu estava olhando e os nomeava como se não se importasse que eu os notasse. Comecei a suspeitar que talvez ela gostasse quando eu a olhava para aconselhá-la, que talvez pedir meu conselho não passasse de uma desculpa para me fazer olhar para ela com atenção e ela se exibir sem culpa, o que poderia excitá-la. Tudo mudou esta noite. Eu não era o único pervertido que se excitava com o outro. Ela, embora não fosse me espionar, e talvez nem se masturbasse como eu, sentia uma certa excitação com a minha presença. Pelo menos, se excitava em se exibir para mim, e isso já era suficiente. Embora eu fantasiava que ela gostasse das minhas espiadas, agora tinha acabado de confirmar que, de certa forma, ela se excitava quando eu a via. Deduzi então que, se ela descobrisse que eu a espiava, não ficaria brava, mas sim se excitaria ainda mais, contanto que ela continuasse sendo a irmã inocente que era espiada sem perceber. A coisa começou a mudar. Apesar de tudo, minhas fantasias não iam além de espionar e, talvez, ser espionado. Só isso já me dava motivos de sobra para me masturbar tranquilamente. Ainda não sabia se naquela noite ela tinha percebido que eu a espiava e, a partir daí, surgiu seu novo prazer, ou se ela não imaginava nada e só se exibia ao me mostrar suas roupas. Já não me importava mais, estava disposto a continuar com meus hábitos e me sentia mais seguro de que nada de ruim aconteceria se fosse descoberto; pelo contrário, a ideia de ser descoberto já se somava às minhas fantasias com ela. Uma noite de semana, ela entrou no banho, meus pais estavam dormindo, fui como de costume até a porta dela e comecei a espiá-la. Não só me excitava vê-la nua brincando na frente do espelho, agora me excitava pensar que talvez ela sabia que eu tava espiando e que isso excitava ela. Queria saber se ela sabia ou não. Se era uma pobre inocente ou uma safada exibicionista, precisava fazer alguma coisa. Decidi deixar ela saber da minha presença de algum jeito, pra ver como reagia. Tirei o pau todo pra fora enquanto espiava ela, e me masturbei com violência, soltando uns gemidinhos baixos. Colado na porta, gemia devagar, querendo que ela me ouvisse. Nada aconteceu, claro que o barulho da ducha enchendo a banheira podia abafar qualquer som lá fora. Mas aí algo rolou. Ela fechou a ducha, mas ficou na frente do espelho, continuava brincando com o cabelo, não entrava na banheira, ficava ali na minha frente me provocando feito uma mulher sedenta por sexo. Aí eu soube que ela tava ligada que eu tava espiando, mesmo sem confirmar se tinha me ouvido. Com aquela dúvida foda, decidi garantir que ela me escutasse. Aumentei o barulho dos meus gemidos, queria ter certeza de que ela ouvia. Cheguei mais perto da porta, e colado na fechadura gemia e me masturbava com mais violência, queria entrar e comer ela toda, possuir ela no chuveiro. Penetrar aquela bunda carnuda e redonda, me masturbar com os peitos dela e banhar ela com meu leite, que ela engolisse meu néctar e pedisse mais e mais e mais. Não podia fazer aquilo, já tava mais que satisfeito com o que tava rolando. Continuei fazendo barulho, enquanto ela ficava como se estivesse distraída se olhando no espelho, era impossível que não me ouvisse, e os sons eram claros o bastante pra saber de onde vinham, e melhor ainda, de quem vinham. Não aguentava mais, já tava terminando, apertei a ponta do meu pau, e gozei, enchi meu prepúcio de porra, minha pele inchava parecendo que ia estourar, soltei um último gemido um pouco mais alto que os outros e fui pro meu quarto esvaziar meu pau em algum lugar. Cada vez eu avançava mais, podia ver ela pelada tomando banho, conseguia umas punhetas do caralho, via ela de roupinha sexy posando pra mim, e agora descobria que era uma safada exibicionista, e pra melhorar, tava começando a gostar disso. ideia de me exibir pra ela. Claro que não tinha nenhuma intenção de estragar tudo isso, nunca a desmascararia, nem me colocaria tão na cara pra forçar uma explicação ou uma reação que estragasse tudo. A gente tava no limite, fingindo que não tava vendo nada, os dois sabiam o que rolava, mas inventávamos desculpas pra não chegar numa situação extrema. Se um mencionasse algo pro outro sobre tudo que acontecia, esse outro reagiria negando tudo, pedindo provas ou explicações que, como eu disse, nós dois cuidávamos de apagar ou disfarçar. Pensei em adicionar a isso tudo minha nova veia exibicionista. Nessa época, a gente já tinha 23 e 24 anos. Situações e parceiros à parte, tudo se repetia harmoniosamente. Meus pais não desconfiavam de nada, quase tudo acontecia enquanto eles não estavam, e ainda por cima nossa relação era das mais normais, até brigávamos com certa frequência, como irmãos totalmente normais. Quando ela ou eu saíamos com alguém, não existia ciúme, continuávamos com nossos hábitos escondidos como se nada fosse. Eu sabia que ela não me espiava, pelo menos enquanto eu tomava banho, porque nunca nada me fez pensar isso. Decidi então criar esse vício nela. Decidi me exibir pra ela e curtir a reação dela. Ao sair do chuveiro, ia pro quarto com a toalha amarrada na cintura e com uma ereção, que embora eu não quisesse tornar tão óbvia, era claramente visível, e passava várias vezes na frente do quarto dela, que fica de frente pro meu, pra que ela me visse. Ela disfarçava, mas dava uma olhada no volume. Às vezes me secava pelado com a porta aberta; mesmo que ela não me espiasse, eu gostava que ela pensasse que eu tava nu e tão acessível aos olhos dela, se ela quisesse. Claro que eu não podia saber se ela me observava ou não, porque senão teria que me cobrir ou encarar ela, mas isso não tava nos planos. Então, fingindo que não tava vendo nada, acho que ela deve ter me visto alguma vez pelado ou notado minha ereção na toalha que eu usava na cintura. Uma tarde de Novembro, com os primeiros calores do verão, eu tinha comprado uma sunga de nadar pra piscina. Quando cheguei em casa, vesti ela e fui perguntar o que ela achava. Claro que a sunga só cobria o necessário, eu já tava de pau duro enquanto vestia, pensando em como ia mostrar pra ela. Coloquei meu pau de lado, pra ele se acomodar na dobra da virilha e se esconder um pouco. A ereção era óbvia, o tronco explodia dentro da sunga e pedia pra sair a todo custo, mas assim, de lado, me fazia parecer mais inocente do que se eu estivesse de frente, na cara dura. Criei coragem, senti um calor que percorria meu corpo todo e parava no meu rosto, sem se mexer mais. Sabia que era a jogada mais arriscada que já tinha feito. Fui até o quarto dela, ela tava lendo ou fazendo alguma coisa na cama. Parei na frente dela e, como se nada fosse, perguntei: — Como é que ficou? Comprei agora há pouco. Ela ficou meio impactada me olhando, até corou por um instante. Eu já tava corado desde que entrei, claro. — Ah, tá bom, você nunca tinha usado um desses. — Não, mas queria experimentar, pra pegar um bronzeado melhor no verão. — Ficou bem em você, dá uma volta pra eu ver... Parecia que ela tinha se animado, aceitando o jogo. Tava tudo indo bem. Eu queria ficar um tempão me exibindo, com qualquer desculpa queria ver o quanto ela olhava pro meu pau e eu gozar com isso. — Não ficou pequeno? — Parece que sim, não? — Por que você diz isso? — falei. — Sei lá, tá aparecendo tudo. — Ah, isso aqui? — apontei pro meu pau, como ela já tinha feito uma vez. Coloquei a palma da mão em cima do pau, como se estivesse tapando, e fui até o espelho grande que ela tem na parede, na frente da cama. Parei e me olhei, virava como se tivesse vendo como a sunga caía em mim. Ela tava de olho na minha bunda, eu tava de costas pra ela. De novo, tapei o pau, meio que acariciei ele, mexia por baixo da sunga. Isso ela não via, mas eu, no espelho, via o corpo dela na cama, atrás de mim. Só que o rosto dela tava tampado pelo meu corpo, então ela só via minha costas, mas imaginava o que ela fazia ao ver meus braços se movendo e indo em direção ao meu pau. Claro que isso eu não podia fazer de propósito na frente dela porque seria insustentável, o fato de estar de costas novamente me colocava numa situação de total inocência, de descuido, nada de errado estava fazendo porque estava de costas, tudo era insinuação. Voltei a ficar de frente para ela, ela olhou pro meu pau mas logo voltou o olhar pro meu rosto. —É, você tem razão, fica um pouco justo, e paciência, vou usar só pra ficar na piscina de casa. E fui embora. Sucesso total, tinha me exibido claramente, ela notou meu pau duro, olhou com muito pouco disfarce, eu gozei vendo ela e me vendo. Naquela noite me masturbei.
Outra manobra pra me exibir era andar pelado pelo meu quarto, um bom tempo depois de ter tomado banho, pra que se ela entrasse sem avisar, me pegasse pelado e com o pau a mil. Sei que todas essas coisas fizeram com que agora ela me visse de outro jeito. Agora ela já tinha uma ideia clara de como era meu pau, e suponho que isso agradava ela. Uns dias depois, e curtindo tudo como no primeiro dia, repeti algo que fazia desde minha primeira exibição, quando ia tomar banho. Abria o chuveiro, me afastava da visão da fechadura e olhava por baixo da porta pra fora, pra ver se ela vinha me espionar. Bingo. Vejo os pés dela de meia, sem calçado, se aproximando sorrateiramente da porta do banheiro. Me levantei e fiquei na frente do espelho, pelado, de costas pra ela, escovei os dentes (coisa que nunca fazia antes de tomar banho) pra dar um show longo pra ela. Me excitava sentir que estava sendo espionado. Me sentia tão inocente, coitado, sendo espionado pela irmã dela. Pensava no que fazer pra me exibir de forma mais crua. Pensei na minha segunda jogada arriscada. Sentei na pia, apoiando as costas no espelho, de frente pra fechadura da porta, e comecei a me masturbar. Eu não sabia se ela ainda estava me espionando, se estava excitada, se tinha ido embora, mas comecei a me masturbar. implorando que ela estivesse ali e que ficasse excitada até gozar. Eu gemia, não muito alto, mas sabendo que se ela estivesse ali, me ouviria gozar. Me masturbava violentamente, tão selvagem quanto podia, disse a mim mesmo: -Vou gozar, vou gozar,... Pra avisar ela e ver bem como explodia toda a minha porra. -Vou gozar, aahhh, ahh.... ohhh..mh....mhhh...aaahhh...Saíram pelo menos três jatos de porra e eu queria que minha irmã tivesse visto o espetáculo, tinha sido pra ela e só pra ela. Dediquei aquela gozada como nenhuma outra, toda essa porra é pra você, irmãzinha, pensava. Fui tomar banho.
Chegou o verão daquele mesmo ano, ano passado, a piscina do jardim estava cheia. Usava o tempo todo o sungão, quando conseguia uma ereção, mal tentava disfarçar, brincava na água com minha irmã, entrava e saía da água, desfilávamos nossos corpos um pro outro. Meu pau por momentos parecia escapar, ela exibia seu microbiquíni enfiado na bunda dela, os bicos dos peitos às vezes escapavam do sutiã e ficava um tempão mostrando eles, tenho certeza que ela percebia o deslize mas curtia como sempre. Os bicos dos peitos dela eram meio grandes, rosados, bem no meio das tetas redondas dela. O triângulo do sutiã tampava os bicos mas deixava escapar as tetas exuberantes dela por todos os lados. Via a dobra inferior das tetas dela onde se unem com o peito, transbordavam do sutiã. Às vezes juntava as tetas com os braços, me mostrando quão exuberantes eram juntas. Dia após dia era uma provocação atrás da outra, dela e minha. Continuava espiando ela no chuveiro, me masturbando com ela, e quando podia me exibir também fazia. Era o verão mais quente de todos, eram os dias mais quentes que já tínhamos passado.
Um domingo de manhã, depois do café, estando de férias dos estudos e sozinhos em casa, fomos pra água e ficamos tomando sol um bom tempo. Num momento ela me diz: -Fer, te importa se eu ficar de topless? Fiquei surpreso, era uma jogada que beirava o óbvio, não esperava Isso nem a pau. Cara, não sei se falei alguma coisa ou não, de qualquer forma, acho que não deu pra me entender. —Tipo, porque assim não ficam as marcas da malha. Eu tava me recuperando, entrei no jogo novo, já tava ficando excitado. —Não, não me incomoda, se não te incomoda também. —Não, vou ficar aqui atrás mesmo. A gente tava em lados opostos, se fôssemos ponteiros de relógio, estaríamos marcando 6 horas em ponto, as cabeças juntas, com o campo de visão que excluía completamente o outro. Eu queria atacar: —Mesmo assim, pelo que a malha cobre, é como se não fosse nada. —Ah, por que você diz? Era minha vez de falar o óbvio, ela tinha dado o passo mais arriscado, nada que eu dissesse ficaria fora de lugar. —Digo, a malha mal cobre seus biquinhos. Só de falar a palavra biquinhos, mesmo me referindo aos dela, me deu um tesão do caralho. —É, verdade, acho que não iria assim pra praia. Disse enquanto se ajeitava na cadeirinha dela. Eu tava excitadíssimo, ela tinha criado um joguinho mais picante. Me sentia tranquilo por ela ter começado, eu ia acompanhar, mas sempre mantendo aquele mínimo de cuidado que nos deixava entre inocentes e distraídos. Contra-ataque: —Por que você diz que não usaria na praia? —Ah, sei lá. —Na praia ninguém liga muito pra isso. —É, mas mesmo assim, eu teria vergonha, não, não, não usaria. —Bom, mas nas mulheres, é quase natural provocar um pouco, todas vocês usam coisas ou apertadas, ou transparentes, ou sei lá. —Ah, que legal, então você fala assim da sua irmã? Você gostaria que ela andasse por aí provocando, depois te chamariam de: lá vai o otário do irmão da puta. Ela riu, eu ri junto, tava tranquilo, como quem tira um tempo pra saborear uma delícia, e aguça todos os sentidos, e quer que dure pra sempre. Tinha que continuar a conversa, evitar que cortasse, mas sem estragar tudo. Sentia que ela também pensava a mesma coisa, queria conversar, já tinha dado o primeiro passo, agora me dava corda pra eu continua.
—É, cê tem razão, melhor fazer tudo isso aqui, ninguém te vê.
—É, bom, tem você, mas não tem nenhum estranho.
—Claro, além disso eu sou seu irmão mais novo, o que vou fazer?
—Eu, falando em fazer, o que houve com a Julieta.
Julieta era uma amiga, com quem saí por uns meses, não passou disso, não durou nada esse relacionamento. Expliquei um pouco e encerrei o assunto Julieta.
—Além disso, já tava achando mil defeitos nela, nem gostava mais.
—Mas ela é mó gostosa.
—Sei lá, enjoei, foi.
Pensei: opa, é minha vez, vamos falar de corpos, mas no minuto me toquei.
—Além disso, era muito menininha, muito miudinha.
—Ahh, muito delicada, cê diz.
—É, sei lá, gostava que ela fosse delicada, mas era meio sem sal, em outras palavras, não tinha peito.
—Olha só, o exigente.
Eu já tinha jogado a bomba, queria ver se explodia.
—Cê gosta de peituda então?
—É, prefiro as mais cheinhas.
Ouvi ela se levantando.
—Ai, o menino prefere as cheinhas.
Não acreditei no que via, ela tinha se levantado e ficava andando como se tirando sarro de mim, tipo desfilando na minha frente. Ela tapava os peitos com as mãos e passou duas ou três vezes na minha frente. Ela tava só de peitos, mesmo tapados com as mãos, e com aquela fio dental tão enfiada na bunda linda dela desfilando na minha frente. Ficou assim uns segundos e entrou em casa. Fiquei alucinado, a conversa tinha tido um toque erótico e pra melhorar tinha terminado com uma espécie de strip tease. Naquela manhã confirmei que tudo era um jogo de exibicionismo, tanto dela quanto meu. A parada era que um dos dois desse o passo provocativo e o outro continuasse a batalha.
Umas dez dias depois daquela manhã, acho que era quinta, eu tava de folga e ela de férias, entramos na água. Tava só nós dois, ela tava de microbiquíni, não era o de sempre, esse era um pouco mais recatado mas mesmo assim o que não mostrava insinuava, eu continuei com meu sono erótico. Naquela manhã acordei a mil, desde a noite anterior sabia que íamos ficar sozinhos, e eu passei a noite inteira fantasiando sobre como aproveitar e curtir o dia que me esperava. Cheguei à conclusão de que ela era a rainha das provocações, que ela dava os passos mais ousados, que ela sempre iniciava tudo. Supus que ela estaria disposta a arcar com as consequências dos seus ataques. Pensei a noite toda até onde eu iria me atrever com meus contra-ataques. Concluí que, se a intenção dela fosse óbvia, eu responderia com todo o meu arsenal. Estabeleci meu próprio limite, e confesso que era bem ousado. A manhã estava ensolarada e quente, felizmente, e estávamos lá tomando sol. Ela comentou:
— Acho que vou repetir o topless, se você não se importar.
— De jeito nenhum.
Estávamos deitados lado a lado, paralelos, então imaginei que ela mudaria para a posição 6 horas e tiraria o sutiã. Em vez disso, o que ela fez foi, sem se levantar, tirar o sutiã. Se eu não virasse a cabeça, não conseguia vê-la, mas a putinha estava ali me tentando a olhar, confiante de que eu não faria isso. Passaram-se alguns segundos, acho que não me surpreendi com o que ela fez, mas confirmei que ela sempre dava um passo a mais na provocação. Um minuto depois, contra-ataque:
— Acho que vou ficar de bolas de fora.
Ela riu.
— Como?
— É, vou tirar a sunga pra me bronzear bem também, ou te incomoda?
— Não, tudo bem, pode tirar.
Tirei a sunga até os tornozelos sem olhar para onde ela estava. Eu estava com uma ereção enorme, queria que ela notasse. Estávamos a menos de dois metros um do outro, deitados no chão olhando para o céu. Se a gente não virasse a cabeça, só conseguia ver o outro como uma figura geral, de canto de olho, mas sem detalhes. Isso era o máximo que já tinha acontecido, ou seja, sendo óbvios um com o outro. Eu sabia qual era meu limite, mas ainda estava longe do que estava rolando até ali. Passaram-se uns 30 minutos em que falávamos besteiras, parecia que estávamos nos medindo. dando tempo pro outro fazer algo ou reagir. A conversa voltou pra minha relação com a Julieta, a gente falou um pouco sobre isso, e num momento aconteceu a melhor parte.
- Faz quase um mês que você terminou com a Juli.
- É, uns vinte e poucos dias.
- Como você deve estar.
- Triste, cê diz?
- Não, que triste, como você deve estar sem uma gostosa.
Passaram uns cinco segundos que na minha cabeça pareceram minutos, refleti sobre tudo que tinha planejado, meus limites, tudo. Percebi que talvez não teria outra chance como essa. Meu coração batia a mil, quase o corpo inteiro tremia, fiquei vermelho, criei coragem e me levantei.
- É, mas olha como eu me viro.
E fiquei de pé com as pernas abertas sobre ela, na altura da cintura dela. Comecei a me masturbar em cima dela. Um calor tomava meu corpo inteiro. O calor do proibido e do pecado. Ela, assim que fiquei em cima, só ficou me olhando. Não disse uma palavra, só levantou levemente a cabeça e fixou o olhar na minha piroca dura. Minha própria irmã olhava enquanto eu me masturbava pelado em cima dela. Eu olhava o rosto dela, os olhos dela iam dos meus pra minha piroca, paravam um tempão na minha piroca. Olhava os peitos dela de cima. Deviam ter passado uns 1 ou 2 minutos, e eu tava quase gozando.
- Ahh, vou gozar, vou gozar.
- Vem, vem aqui.
Ela falou quase gemendo. Me abaixei, quase sentando na barriga dela, e continuei me masturbando.
- Ahh, vou gozar, ahhhh siiiim, mmmmhhhh.
Ela juntou um pouco os peitos com os braços. Continuei por uns segundos, apontei minha piroca pros peitos dela, acho que até roçou neles. Continuei violentamente, e descarreguei toda minha porra nela. Os primeiros jatos foram nos peitos dela e se espalharam até o pescoço. Nenhum acertou o rosto dela, que tava quase na frente da minha piroca. O resto da porra caiu devagar na barriga dela e um pouco nos peitos. Não podia acreditar. Fiquei uns segundos parado, ela também. Olhei, me recuperando, pra minha irmã, era inacreditável, ela tava só de peitos de fora, debaixo de mim, toda banhada na minha porra, tinha cara de tesão, mas não fez nada. Absolutamente nada, ela continuou me olhando nos olhos e pro meu pau que eu ainda segurava na mão, descarregando o último resto que tinha. Ela continuava apertando os peitos dela, fazendo uma montanha linda com os picos nevados. Uns segundos depois, me levantei, ela se levantou na hora e entrou em casa. Fiquei estupefato, não sabia o que ia rolar naquele momento. Por um segundo, me senti um idiota, como se ela tivesse ido embora ofendida, mas isso era impossível, ela tinha consentido tudo. Quando comecei a me masturbar em cima dela, ela não tinha dito nada, nem tinha ficado bolada, além disso, ela mesma me pediu pra chegar perto quando eu já tava quase gozando. Era óbvio que não podia estar ofendida de jeito nenhum. Passaram uns minutos e ela não voltava, entrei em casa e ouvi ela tomando banho. Entendi que a manhã tinha terminado ali, talvez à tarde pudesse rolar algo mais, mas eu tava tão extasiado com o que tinha acontecido, que até eu mesmo preferia que passasse um tempinho pra refletir direito e planejar uma nova jogada. O mais foda era que a gente tinha dado um passo mais que importante. A gente tinha deixado de lado o medo da obviedade, as cartas na mesa propunham um jogo mais interessante, era preciso saber jogar e tirar o maior proveito. O resto do dia foi como se nada tivesse acontecido, embora a gente tenha se olhado poucas vezes na cara. Parecia que pela primeira vez tinha um pouco de vergonha, mas não me preocupei, sabia que tava no caminho certo.
No sábado seguinte, a gente ia ficar sozinho de novo, mas só pela manhã até o meio-dia. Eu já sabia e tinha ficado bolando tudo a noite anterior. A manhã não tava muito ensolarada, mas mesmo assim a gente ficou na piscina e tomando sol. Ela tava usando a microbiquíni mais minúscula que tinha. A gente tomava sol, ela repetiu a do topless, ficava do meu lado. Começou uma conversa:
-Eu... que loucura o outro dia.
-É sim.
Respondi eu, não tentava disfarçar nada nem me fazer de desentendido, tinha pensado sobre isso na noite anterior. Perguntei:
-O que você achou? —Foi bom, foi muito estranho, mas eu gostei.
—Eu também.
—É, deu pra ver que você gostou.
Ela sorriu, fazendo clara alusão à minha gozada violenta. Eu já tava quase tudo jogado, a gente já tinha passado do óbvio, o tesão era descomunal, a noite anterior tinha terminado comigo percebendo que não tinha mais limites, tava tudo na mesa. Sabia dos riscos que corria, pensava nas consequências, mas nada me importava, era um ponto de virada. Continuei:
—Não vai te surpreender saber que punheta igual à do outro dia eu bato direto pensando em você.
O silêncio durou uns 5 a 10 segundos, eu não tava nem aí, e imaginava que ela também já tava meio entregue. Continuei:
—Ah é? E eu imaginava que fosse assim. Pra falar a verdade, sempre soube o quanto meu corpo te deixava com tesão, e eu me aproveitava disso pra ter também um certo prazer, e confesso que mais de uma vez me masturbei pensando na minha provocação.
Já tava tudo jogado, era hora das confissões. A gente tinha virado de lado, deitados na grama, de frente um pro outro, eu via os peitos dela nus, ela já não se cobria nem nada.
—Sempre viajei nos seus peitos, te espiei umas cem vezes enquanto você tomava banho e minhas punhetas sempre eram dedicadas a você.
—Sempre desconfiei que você me espiava, ahhh que lindooo, irmãozinho, me conta umas dessas.
Contei muitas das coisas que fazia pensando nela, ela contou outras tantas. Ficamos uns 5 minutos confessando abertamente o quanto um esquentava o outro, como se fosse a coisa mais normal. Falávamos do assunto como se falássemos do tempo, com total naturalidade, e até com uma boa dose de tesão, já que eu olhava fixamente pros peitos dela e ela não perdia detalhe da minha ereção. Num momento, ela parou a conversa e disse:
—A gente faz de novo?
Eu sabia do que ela tava falando.
—Beleza, vamos lá.
Levantei, tirei completamente minha sunga, minha ereção monstra ficou exposta, abri as pernas e fiquei de pé sobre ela como da outra vez, comecei a me masturbar quando ela interrompeu:
—Espera, chega mais pra cá, vem. mas aqui.
E com as mãos ela fazia gestos pra eu me aproximar dela, eu tava delirando de tesão. Sentei quase em cima da barriga dela, segurando meu pau com pressão. Ela me pegou pela cintura e me empurrou, fazendo com que eu ficasse sentado nela, me puxou mais pra perto dos peitos dela, eu soltei meu pau e adivinhei a intenção dela.
— Vem, irmãozinho, que quero te ajudar um pouquinho.
Ela pegou meu pau com as mãos e mergulhou ele entre os peitos carnudos dela, a gente tava tendo o primeiro contato real, meu coração batia a mil, meu corpo todo suava, ela, embora parecesse decidida e segura, a voz falhava, como sintomas de nervosismo e/ou tesão. Ela pegou os peitos com as mãos e começou a me masturbar com eles.
— Vamos ver como o irmãozinho tá, mhhh, cê gosta que sua irmã te bate uma punheta com os peitos? mmmhhh, que pau grande mhhhh, aasssiiiiii, ohhhh, mmmhh, que delícia, cê gosta de comer meus peitos?
— Siiiim, mmmhhh, não para, mmmhhhh, aahhh, cadelaaaaaa, ssssiiii.
A gente se olhava nos olhos, via o tesão estampado nos rostos. Peguei os peitos dela por cima das mãos dela e acompanhei o movimento. Logo ela tirou as mãos, levou elas pra minha cintura e marcava o ritmo do vai e vem. Eu fiquei com as mãos nos peitos dela, mexendo eles pra me masturbar. Apertava, esticava, brincava com os bicos cada vez mais duros, continuava me masturbando.
— Isso, Fer, aasssiiiii, esfrega tudo, goza gostoso, mmhhhh, ahhhahhhhahhhahh.
Me afastei um pouco, me arquei o máximo que pude pra beijar os peitos dela. Finalmente alcancei, fiquei uns segundos chupando os peitões dela, passei a língua nos bicos, brinquei com eles, mordi.
— Mhhh, siiiim, aasssiiii, me chupa toda mmhhhhh.
Eu sentia que ia explodir, tava perto de gozar, me levantei de novo sobre os peitos dela, ela continuou me masturbando por uns segundos, aumentou o ritmo da masturbação, esfregava os peitos com violência no meu pau, ele tava brilhante e roxo, ia explodir.
— Feeerrr, goza em mim, mmmmhhhh, sim, me dá seu gozo, por favor, mmhhhhh, siiiim, vai, vai, siiiim. Toma. Meu pau na minha mão, me masturbei mais violentamente enquanto olhava nos olhos dela. Ela levantou a cabeça, encarando meu pau na frente dela e abriu bem grande a boca.
— Dá tudo pra mim, Fer, eu aceito, quero ele dentro da minha boca.
Apontei e gozei violentamente, os jatos de porra foram direto no rosto dela, vários entraram direto na boca dela, ela fechou os olhos mas deixou claramente a boca aberta pra continuar engolindo minha porra. Foi o que fiz, fiquei uns segundos descarregando minha porra na boca dela. Ela abriu os olhos, olhou pro meu rosto e com a língua me mostrava toda a porra que tinha na boca. Grande parte da minha porra tava na boca dela, e ela exibia como troféu. Já não éramos mais irmãos, ela era uma mulher terrível, fodedora, puta e safada, e eu tava ali aproveitando ela como ninguém. Ela brincava com a porra na boca, meu pau começava a murchar, mas mentalmente eu tava super excitado. Me aproximei mais do rosto dela, peguei a cabeça dela pela nuca, e meti meu pau na boca dela, ela engoliu até a base, fechou a boca hermeticamente e começou a fazer massagens com a língua. E eu sentia ela chupando meu pau com maestria, mantinha a boca fechada, como se fizesse um bochecho com meu pau, ainda não tinha engolido minha porra, sentia ela brincando com minha porra e meu pau, uns segundos e ela engoliu tudo, sugou meu pau tirando o último resto de porra que tinha, e engoliu toda a que já tinha dado. Lambeu e beijou ternamente meu pau como reparando ele da bagunça anterior. Sorriu, olhou pra mim e disse:
— E aí? Gostou?
Eu não terminava de gozar.
— Ahhh, adorei, como você foi boa, mhhh.
Meu orgasmo só agora se extinguia. Levantei como pude, coloquei o shorts, e me joguei ao lado dela, ela colocou o sutiã e sorria o tempo todo. Ficamos assim, prevenidos porque em pouco tempo meus pais chegariam. Mesmo assim ficamos conversando sobre o que acabávamos de fazer, foi excitante continuar falando com o tesão que a gente fazia. Conversamos quase meia hora de sexo jogados no jardim. Chegamos à conclusão de que não tínhamos coragem de transar, concordamos no tesão que gerávamos um no outro, nos exibindo, etc., etc., mas não ousaríamos transar. Esclarecemos várias coisas sobre o que esperávamos um do outro. Os dias passaram, essa cena se repetiu mais duas vezes, quase da mesma forma. Várias noites tomamos banho juntos, nus no chuveiro nos ensaboamos, nos beijamos e nos masturbamos mutuamente. Eu esfrego meu pau por todo o corpo dela, mas nunca chego a penetrá-la. Ela chupa meu pau como ninguém, não tem problemas em engolir minha porra, e isso me enlouquece. Dedico um bom tempo nos peitos dela com massagens, esfregões, beliscões, chupadas e tudo que ela curte pra caralho. Várias vezes a masturbei com meus próprios dedos e minha língua. Gozamos pra caralho nos exibindo, quando a situação permite, ficamos pelados pela casa como se nada, fazendo piadas ou carinhos um no outro. Transamos 2 ou 3 vezes por mês, mas com mais frequência fazemos esse tipo de brincadeira que chamamos de Shot Sex. Um fala pro outro: — Quer um Shot Sex? E na hora nos rolamos feito crianças, nos apalpamos, nos despimos, nos beijamos. Desde o último verão em que tudo começou, até hoje gozamos pra caralho, são 10 meses gloriosos, viramos amantes ativos debaixo do mesmo teto, irmão e irmã, amantes fogosos.
Vou começar dizendo que meu nome é Fernando e o da minha irmã é Natalia. Eu tenho 24 anos atualmente e ela, 25. Moramos num bairro da cidade de Buenos Aires, na Argentina. Estamos aqui desde que nascemos.
A Natalia desenvolveu um corpo bonito. Aos 16 anos já tinha uma bunda gostosa e uns peitos promissores, duros, redondos e com potencial pra crescer ainda mais. Eu, com 15 anos, começava a ter minhas curiosidades sexuais.
Na escola, o pessoal falava de sexo, e entre quem tinha irmã, a gente brincava sobre já ter visto elas peladas ou coisas do tipo. Eu nunca tinha pensado nisso antes.
Pensar em ver minha irmã nua começou a me excitar. Só a ideia de vê-la já me deixava duro. Uma tarde, quando esse pensamento tomou conta da minha cabeça, decidi me masturbar imaginando ela pelada. Aos 20 anos, o corpo dela já estava totalmente desenvolvido. As curvas eram bem redondinhas, os peitos e a bunda bem carnudos, e eu a via cada vez mais como uma mulher. Minhas punhetas se repetiram várias vezes com o tempo. Sempre imaginava ela se trocando, tomando banho ou até se masturbando, mas eu ficava numa posição passiva, só observando. Essas fantasias me renderam vários gozos.
Uma noite, estávamos nós dois sozinhos em casa, e ela entrou no banheiro pra tomar banho. A situação por si só já me excitava: eu e minha irmã sozinhos, e ela pelada se lavando a poucos metros de mim. Eu ia pro meu quarto me masturbar, quando finalmente tive a ideia de espiar ela pra realizar minha fantasia de vê-la nua de verdade. Esperei ela deixar a água correr no chuveiro, sabia que ela gostava de encher a banheira com água quente pra relaxar. Quando imaginei que ela já estaria pelada, fui até a porta do banheiro e me abaixei na fechadura pra espiar. O que vi me excitou pra caralho. Eu já tinha 19 anos, e meu pau ficou duro pra valer. Vi ela completamente nua, brincando com o cabelo enquanto a banheira enchia. Parada na frente do espelho da pia, de costas pra porta do banheiro, eu via a bunda linda e redonda dela na minha frente, rebolando enquanto se penteava ritmicamente. Quando ela se mexia, porque além disso ela olhava o corpo inteiro no espelho, o reflexo me deixava ver os peitos dela, tão grandes e redondos. Eu tinha a vista das costas dela toda e, pelo espelho, via a frente inteira. Comecei a me masturbar olhando minha irmã rebolando na frente do espelho, ela se mexia sem parar e me dava visões lindas da bunda dela, dos peitões e da periquita peluda.
Quando ela entrou no chuveiro e já não dava mais pra observar, fui pro meu quarto e continuei me masturbando pensando no que tinha visto. Agora sim, pela primeira vez, pensava em chupar aqueles peitos lindos, massagear eles, beliscando os biquinhos redondos. Agora sim me masturbava pensando em comer ela toda, possuir ela por completo. Penetrar aquela bunda carnuda até encher de porra, gozar no corpo inteiro dela. Desde aquele momento, minhas fantasias incluíam minha participação ativa, imaginava comendo ela fazendo ela gozar que nem uma putinha. Comer ela na própria cama dela, a qualquer hora, sempre que a gente tivesse sozinho, a casa seria nossa, a cama dela seria nossa, e eu comeria ela quanto quisesse e do jeito que quisesse. Sonhava com ela chupando meu pau freneticamente ou fazendo um puta espanhol com os peitões dela. Queria banhar o corpo dela todo com minha porra quente. Desde aquele momento, eu espiava ela em toda situação que desse, espiava ela tomando banho e depois completava minha fantasia até ter uns orgasmos lindos na minha cama. Uma noite, repetindo essa rotina, algo deu errado. Eu tava na frente da porta espiando ela, quando de repente, sem conseguir prever, ela girou a maçaneta pra abrir a porta. Desesperadamente, corri dali num pulo pra sala que era do lado do banheiro. Ela, estranhando, perguntou o que tava rolando ali, ficou desconfiada, mas nunca soube se ela chegou a me ver ou se, quando abriu a porta, se assustou ao ouvir algum passo. Eu preferia manter essa última opção, já que não me comprometia em nada. Como era casual eu passar por lá, não seria estranho que ela me ouvisse. Respondi: — Tô aqui, o que foi? — Nada, depois me traz uma toalha. Decidi esquecer esse episódio e me convencer de que ela não tinha percebido nada. Até porque ela nunca me deu a entender nada, então supus que estava tudo bem.
Minhas punhetas continuavam do mesmo jeito. Agora eu me contentava em olhar menos tempo e compensava o resto com minhas fantasias até gozar tranquilamente.
A relação não tinha mudado nada depois daquele ocorrido, só que agora, como ela saía com as amigas ou os namorados com mais frequência, se arrumava mais vezes.
Muitas vezes entrava no meu quarto com roupas muito, muito sexy e me perguntava como tava ficando. Eu, todo excitado, só olhava e aprovava a escolha. Ela não tinha um corpinho de modelo, mas as tetas explodiam nas roupas e a bunda pedia pra ser comida aos berros. Uma noite de sábado, entrou no meu quarto e, como sempre, perguntou: — Como é que tô? Tava com uma calça clara bem justinha que marcava a calcinha, sumindo no meio da racha da bunda. Em cima, uma regatinha tipo top que levantava ainda mais as tetas e marcava claramente os bicos meio durinhos. Sem sutiã. — Tá boa, dá uma voltinha aí. É, tá legal, mas acho meio putaria. Eu tava a mil, via minha irmã como uma verdadeira gostosa na minha frente, se mostrando tão sexy, como se quisesse me comer. A pica tava a mil e eu já imaginava como ia bater uma quando ela fosse embora. Aí ela pergunta: — Por que putaria? Se fazendo de sonsa. — Sei lá, tá aparecendo tudo. — O que é tudo? — Sei não, mina, tudo, o corpo, oras. — Ah, aqui cê diz. E aponta pro top. — É, aí. — Ah, cê acha que dá pra ver os bicos? Eu não podia acreditar, devo ter ficado roxo de vergonha. Nunca tinha dito nada parecido, nem ela nem eu. — É, mina, beleza, então, tá bom, vai nessa. Ela se virou e, parecendo dar uma risadinha, saiu. Ela saiu do meu quarto e depois da minha casa. Fiquei estupefato, não conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Embora não fosse nada demais, ela tinha dito pela primeira vez a palavra mamilo na minha frente, e não só isso, estava se referindo aos próprios mamilos, apontando para eles, sabia que eu estava olhando e os nomeava como se não se importasse que eu os notasse. Comecei a suspeitar que talvez ela gostasse quando eu a olhava para aconselhá-la, que talvez pedir meu conselho não passasse de uma desculpa para me fazer olhar para ela com atenção e ela se exibir sem culpa, o que poderia excitá-la. Tudo mudou esta noite. Eu não era o único pervertido que se excitava com o outro. Ela, embora não fosse me espionar, e talvez nem se masturbasse como eu, sentia uma certa excitação com a minha presença. Pelo menos, se excitava em se exibir para mim, e isso já era suficiente. Embora eu fantasiava que ela gostasse das minhas espiadas, agora tinha acabado de confirmar que, de certa forma, ela se excitava quando eu a via. Deduzi então que, se ela descobrisse que eu a espiava, não ficaria brava, mas sim se excitaria ainda mais, contanto que ela continuasse sendo a irmã inocente que era espiada sem perceber. A coisa começou a mudar. Apesar de tudo, minhas fantasias não iam além de espionar e, talvez, ser espionado. Só isso já me dava motivos de sobra para me masturbar tranquilamente. Ainda não sabia se naquela noite ela tinha percebido que eu a espiava e, a partir daí, surgiu seu novo prazer, ou se ela não imaginava nada e só se exibia ao me mostrar suas roupas. Já não me importava mais, estava disposto a continuar com meus hábitos e me sentia mais seguro de que nada de ruim aconteceria se fosse descoberto; pelo contrário, a ideia de ser descoberto já se somava às minhas fantasias com ela. Uma noite de semana, ela entrou no banho, meus pais estavam dormindo, fui como de costume até a porta dela e comecei a espiá-la. Não só me excitava vê-la nua brincando na frente do espelho, agora me excitava pensar que talvez ela sabia que eu tava espiando e que isso excitava ela. Queria saber se ela sabia ou não. Se era uma pobre inocente ou uma safada exibicionista, precisava fazer alguma coisa. Decidi deixar ela saber da minha presença de algum jeito, pra ver como reagia. Tirei o pau todo pra fora enquanto espiava ela, e me masturbei com violência, soltando uns gemidinhos baixos. Colado na porta, gemia devagar, querendo que ela me ouvisse. Nada aconteceu, claro que o barulho da ducha enchendo a banheira podia abafar qualquer som lá fora. Mas aí algo rolou. Ela fechou a ducha, mas ficou na frente do espelho, continuava brincando com o cabelo, não entrava na banheira, ficava ali na minha frente me provocando feito uma mulher sedenta por sexo. Aí eu soube que ela tava ligada que eu tava espiando, mesmo sem confirmar se tinha me ouvido. Com aquela dúvida foda, decidi garantir que ela me escutasse. Aumentei o barulho dos meus gemidos, queria ter certeza de que ela ouvia. Cheguei mais perto da porta, e colado na fechadura gemia e me masturbava com mais violência, queria entrar e comer ela toda, possuir ela no chuveiro. Penetrar aquela bunda carnuda e redonda, me masturbar com os peitos dela e banhar ela com meu leite, que ela engolisse meu néctar e pedisse mais e mais e mais. Não podia fazer aquilo, já tava mais que satisfeito com o que tava rolando. Continuei fazendo barulho, enquanto ela ficava como se estivesse distraída se olhando no espelho, era impossível que não me ouvisse, e os sons eram claros o bastante pra saber de onde vinham, e melhor ainda, de quem vinham. Não aguentava mais, já tava terminando, apertei a ponta do meu pau, e gozei, enchi meu prepúcio de porra, minha pele inchava parecendo que ia estourar, soltei um último gemido um pouco mais alto que os outros e fui pro meu quarto esvaziar meu pau em algum lugar. Cada vez eu avançava mais, podia ver ela pelada tomando banho, conseguia umas punhetas do caralho, via ela de roupinha sexy posando pra mim, e agora descobria que era uma safada exibicionista, e pra melhorar, tava começando a gostar disso. ideia de me exibir pra ela. Claro que não tinha nenhuma intenção de estragar tudo isso, nunca a desmascararia, nem me colocaria tão na cara pra forçar uma explicação ou uma reação que estragasse tudo. A gente tava no limite, fingindo que não tava vendo nada, os dois sabiam o que rolava, mas inventávamos desculpas pra não chegar numa situação extrema. Se um mencionasse algo pro outro sobre tudo que acontecia, esse outro reagiria negando tudo, pedindo provas ou explicações que, como eu disse, nós dois cuidávamos de apagar ou disfarçar. Pensei em adicionar a isso tudo minha nova veia exibicionista. Nessa época, a gente já tinha 23 e 24 anos. Situações e parceiros à parte, tudo se repetia harmoniosamente. Meus pais não desconfiavam de nada, quase tudo acontecia enquanto eles não estavam, e ainda por cima nossa relação era das mais normais, até brigávamos com certa frequência, como irmãos totalmente normais. Quando ela ou eu saíamos com alguém, não existia ciúme, continuávamos com nossos hábitos escondidos como se nada fosse. Eu sabia que ela não me espiava, pelo menos enquanto eu tomava banho, porque nunca nada me fez pensar isso. Decidi então criar esse vício nela. Decidi me exibir pra ela e curtir a reação dela. Ao sair do chuveiro, ia pro quarto com a toalha amarrada na cintura e com uma ereção, que embora eu não quisesse tornar tão óbvia, era claramente visível, e passava várias vezes na frente do quarto dela, que fica de frente pro meu, pra que ela me visse. Ela disfarçava, mas dava uma olhada no volume. Às vezes me secava pelado com a porta aberta; mesmo que ela não me espiasse, eu gostava que ela pensasse que eu tava nu e tão acessível aos olhos dela, se ela quisesse. Claro que eu não podia saber se ela me observava ou não, porque senão teria que me cobrir ou encarar ela, mas isso não tava nos planos. Então, fingindo que não tava vendo nada, acho que ela deve ter me visto alguma vez pelado ou notado minha ereção na toalha que eu usava na cintura. Uma tarde de Novembro, com os primeiros calores do verão, eu tinha comprado uma sunga de nadar pra piscina. Quando cheguei em casa, vesti ela e fui perguntar o que ela achava. Claro que a sunga só cobria o necessário, eu já tava de pau duro enquanto vestia, pensando em como ia mostrar pra ela. Coloquei meu pau de lado, pra ele se acomodar na dobra da virilha e se esconder um pouco. A ereção era óbvia, o tronco explodia dentro da sunga e pedia pra sair a todo custo, mas assim, de lado, me fazia parecer mais inocente do que se eu estivesse de frente, na cara dura. Criei coragem, senti um calor que percorria meu corpo todo e parava no meu rosto, sem se mexer mais. Sabia que era a jogada mais arriscada que já tinha feito. Fui até o quarto dela, ela tava lendo ou fazendo alguma coisa na cama. Parei na frente dela e, como se nada fosse, perguntei: — Como é que ficou? Comprei agora há pouco. Ela ficou meio impactada me olhando, até corou por um instante. Eu já tava corado desde que entrei, claro. — Ah, tá bom, você nunca tinha usado um desses. — Não, mas queria experimentar, pra pegar um bronzeado melhor no verão. — Ficou bem em você, dá uma volta pra eu ver... Parecia que ela tinha se animado, aceitando o jogo. Tava tudo indo bem. Eu queria ficar um tempão me exibindo, com qualquer desculpa queria ver o quanto ela olhava pro meu pau e eu gozar com isso. — Não ficou pequeno? — Parece que sim, não? — Por que você diz isso? — falei. — Sei lá, tá aparecendo tudo. — Ah, isso aqui? — apontei pro meu pau, como ela já tinha feito uma vez. Coloquei a palma da mão em cima do pau, como se estivesse tapando, e fui até o espelho grande que ela tem na parede, na frente da cama. Parei e me olhei, virava como se tivesse vendo como a sunga caía em mim. Ela tava de olho na minha bunda, eu tava de costas pra ela. De novo, tapei o pau, meio que acariciei ele, mexia por baixo da sunga. Isso ela não via, mas eu, no espelho, via o corpo dela na cama, atrás de mim. Só que o rosto dela tava tampado pelo meu corpo, então ela só via minha costas, mas imaginava o que ela fazia ao ver meus braços se movendo e indo em direção ao meu pau. Claro que isso eu não podia fazer de propósito na frente dela porque seria insustentável, o fato de estar de costas novamente me colocava numa situação de total inocência, de descuido, nada de errado estava fazendo porque estava de costas, tudo era insinuação. Voltei a ficar de frente para ela, ela olhou pro meu pau mas logo voltou o olhar pro meu rosto. —É, você tem razão, fica um pouco justo, e paciência, vou usar só pra ficar na piscina de casa. E fui embora. Sucesso total, tinha me exibido claramente, ela notou meu pau duro, olhou com muito pouco disfarce, eu gozei vendo ela e me vendo. Naquela noite me masturbei.
Outra manobra pra me exibir era andar pelado pelo meu quarto, um bom tempo depois de ter tomado banho, pra que se ela entrasse sem avisar, me pegasse pelado e com o pau a mil. Sei que todas essas coisas fizeram com que agora ela me visse de outro jeito. Agora ela já tinha uma ideia clara de como era meu pau, e suponho que isso agradava ela. Uns dias depois, e curtindo tudo como no primeiro dia, repeti algo que fazia desde minha primeira exibição, quando ia tomar banho. Abria o chuveiro, me afastava da visão da fechadura e olhava por baixo da porta pra fora, pra ver se ela vinha me espionar. Bingo. Vejo os pés dela de meia, sem calçado, se aproximando sorrateiramente da porta do banheiro. Me levantei e fiquei na frente do espelho, pelado, de costas pra ela, escovei os dentes (coisa que nunca fazia antes de tomar banho) pra dar um show longo pra ela. Me excitava sentir que estava sendo espionado. Me sentia tão inocente, coitado, sendo espionado pela irmã dela. Pensava no que fazer pra me exibir de forma mais crua. Pensei na minha segunda jogada arriscada. Sentei na pia, apoiando as costas no espelho, de frente pra fechadura da porta, e comecei a me masturbar. Eu não sabia se ela ainda estava me espionando, se estava excitada, se tinha ido embora, mas comecei a me masturbar. implorando que ela estivesse ali e que ficasse excitada até gozar. Eu gemia, não muito alto, mas sabendo que se ela estivesse ali, me ouviria gozar. Me masturbava violentamente, tão selvagem quanto podia, disse a mim mesmo: -Vou gozar, vou gozar,... Pra avisar ela e ver bem como explodia toda a minha porra. -Vou gozar, aahhh, ahh.... ohhh..mh....mhhh...aaahhh...Saíram pelo menos três jatos de porra e eu queria que minha irmã tivesse visto o espetáculo, tinha sido pra ela e só pra ela. Dediquei aquela gozada como nenhuma outra, toda essa porra é pra você, irmãzinha, pensava. Fui tomar banho.
Chegou o verão daquele mesmo ano, ano passado, a piscina do jardim estava cheia. Usava o tempo todo o sungão, quando conseguia uma ereção, mal tentava disfarçar, brincava na água com minha irmã, entrava e saía da água, desfilávamos nossos corpos um pro outro. Meu pau por momentos parecia escapar, ela exibia seu microbiquíni enfiado na bunda dela, os bicos dos peitos às vezes escapavam do sutiã e ficava um tempão mostrando eles, tenho certeza que ela percebia o deslize mas curtia como sempre. Os bicos dos peitos dela eram meio grandes, rosados, bem no meio das tetas redondas dela. O triângulo do sutiã tampava os bicos mas deixava escapar as tetas exuberantes dela por todos os lados. Via a dobra inferior das tetas dela onde se unem com o peito, transbordavam do sutiã. Às vezes juntava as tetas com os braços, me mostrando quão exuberantes eram juntas. Dia após dia era uma provocação atrás da outra, dela e minha. Continuava espiando ela no chuveiro, me masturbando com ela, e quando podia me exibir também fazia. Era o verão mais quente de todos, eram os dias mais quentes que já tínhamos passado.
Um domingo de manhã, depois do café, estando de férias dos estudos e sozinhos em casa, fomos pra água e ficamos tomando sol um bom tempo. Num momento ela me diz: -Fer, te importa se eu ficar de topless? Fiquei surpreso, era uma jogada que beirava o óbvio, não esperava Isso nem a pau. Cara, não sei se falei alguma coisa ou não, de qualquer forma, acho que não deu pra me entender. —Tipo, porque assim não ficam as marcas da malha. Eu tava me recuperando, entrei no jogo novo, já tava ficando excitado. —Não, não me incomoda, se não te incomoda também. —Não, vou ficar aqui atrás mesmo. A gente tava em lados opostos, se fôssemos ponteiros de relógio, estaríamos marcando 6 horas em ponto, as cabeças juntas, com o campo de visão que excluía completamente o outro. Eu queria atacar: —Mesmo assim, pelo que a malha cobre, é como se não fosse nada. —Ah, por que você diz? Era minha vez de falar o óbvio, ela tinha dado o passo mais arriscado, nada que eu dissesse ficaria fora de lugar. —Digo, a malha mal cobre seus biquinhos. Só de falar a palavra biquinhos, mesmo me referindo aos dela, me deu um tesão do caralho. —É, verdade, acho que não iria assim pra praia. Disse enquanto se ajeitava na cadeirinha dela. Eu tava excitadíssimo, ela tinha criado um joguinho mais picante. Me sentia tranquilo por ela ter começado, eu ia acompanhar, mas sempre mantendo aquele mínimo de cuidado que nos deixava entre inocentes e distraídos. Contra-ataque: —Por que você diz que não usaria na praia? —Ah, sei lá. —Na praia ninguém liga muito pra isso. —É, mas mesmo assim, eu teria vergonha, não, não, não usaria. —Bom, mas nas mulheres, é quase natural provocar um pouco, todas vocês usam coisas ou apertadas, ou transparentes, ou sei lá. —Ah, que legal, então você fala assim da sua irmã? Você gostaria que ela andasse por aí provocando, depois te chamariam de: lá vai o otário do irmão da puta. Ela riu, eu ri junto, tava tranquilo, como quem tira um tempo pra saborear uma delícia, e aguça todos os sentidos, e quer que dure pra sempre. Tinha que continuar a conversa, evitar que cortasse, mas sem estragar tudo. Sentia que ela também pensava a mesma coisa, queria conversar, já tinha dado o primeiro passo, agora me dava corda pra eu continua.
—É, cê tem razão, melhor fazer tudo isso aqui, ninguém te vê.
—É, bom, tem você, mas não tem nenhum estranho.
—Claro, além disso eu sou seu irmão mais novo, o que vou fazer?
—Eu, falando em fazer, o que houve com a Julieta.
Julieta era uma amiga, com quem saí por uns meses, não passou disso, não durou nada esse relacionamento. Expliquei um pouco e encerrei o assunto Julieta.
—Além disso, já tava achando mil defeitos nela, nem gostava mais.
—Mas ela é mó gostosa.
—Sei lá, enjoei, foi.
Pensei: opa, é minha vez, vamos falar de corpos, mas no minuto me toquei.
—Além disso, era muito menininha, muito miudinha.
—Ahh, muito delicada, cê diz.
—É, sei lá, gostava que ela fosse delicada, mas era meio sem sal, em outras palavras, não tinha peito.
—Olha só, o exigente.
Eu já tinha jogado a bomba, queria ver se explodia.
—Cê gosta de peituda então?
—É, prefiro as mais cheinhas.
Ouvi ela se levantando.
—Ai, o menino prefere as cheinhas.
Não acreditei no que via, ela tinha se levantado e ficava andando como se tirando sarro de mim, tipo desfilando na minha frente. Ela tapava os peitos com as mãos e passou duas ou três vezes na minha frente. Ela tava só de peitos, mesmo tapados com as mãos, e com aquela fio dental tão enfiada na bunda linda dela desfilando na minha frente. Ficou assim uns segundos e entrou em casa. Fiquei alucinado, a conversa tinha tido um toque erótico e pra melhorar tinha terminado com uma espécie de strip tease. Naquela manhã confirmei que tudo era um jogo de exibicionismo, tanto dela quanto meu. A parada era que um dos dois desse o passo provocativo e o outro continuasse a batalha.
Umas dez dias depois daquela manhã, acho que era quinta, eu tava de folga e ela de férias, entramos na água. Tava só nós dois, ela tava de microbiquíni, não era o de sempre, esse era um pouco mais recatado mas mesmo assim o que não mostrava insinuava, eu continuei com meu sono erótico. Naquela manhã acordei a mil, desde a noite anterior sabia que íamos ficar sozinhos, e eu passei a noite inteira fantasiando sobre como aproveitar e curtir o dia que me esperava. Cheguei à conclusão de que ela era a rainha das provocações, que ela dava os passos mais ousados, que ela sempre iniciava tudo. Supus que ela estaria disposta a arcar com as consequências dos seus ataques. Pensei a noite toda até onde eu iria me atrever com meus contra-ataques. Concluí que, se a intenção dela fosse óbvia, eu responderia com todo o meu arsenal. Estabeleci meu próprio limite, e confesso que era bem ousado. A manhã estava ensolarada e quente, felizmente, e estávamos lá tomando sol. Ela comentou:
— Acho que vou repetir o topless, se você não se importar.
— De jeito nenhum.
Estávamos deitados lado a lado, paralelos, então imaginei que ela mudaria para a posição 6 horas e tiraria o sutiã. Em vez disso, o que ela fez foi, sem se levantar, tirar o sutiã. Se eu não virasse a cabeça, não conseguia vê-la, mas a putinha estava ali me tentando a olhar, confiante de que eu não faria isso. Passaram-se alguns segundos, acho que não me surpreendi com o que ela fez, mas confirmei que ela sempre dava um passo a mais na provocação. Um minuto depois, contra-ataque:
— Acho que vou ficar de bolas de fora.
Ela riu.
— Como?
— É, vou tirar a sunga pra me bronzear bem também, ou te incomoda?
— Não, tudo bem, pode tirar.
Tirei a sunga até os tornozelos sem olhar para onde ela estava. Eu estava com uma ereção enorme, queria que ela notasse. Estávamos a menos de dois metros um do outro, deitados no chão olhando para o céu. Se a gente não virasse a cabeça, só conseguia ver o outro como uma figura geral, de canto de olho, mas sem detalhes. Isso era o máximo que já tinha acontecido, ou seja, sendo óbvios um com o outro. Eu sabia qual era meu limite, mas ainda estava longe do que estava rolando até ali. Passaram-se uns 30 minutos em que falávamos besteiras, parecia que estávamos nos medindo. dando tempo pro outro fazer algo ou reagir. A conversa voltou pra minha relação com a Julieta, a gente falou um pouco sobre isso, e num momento aconteceu a melhor parte.
- Faz quase um mês que você terminou com a Juli.
- É, uns vinte e poucos dias.
- Como você deve estar.
- Triste, cê diz?
- Não, que triste, como você deve estar sem uma gostosa.
Passaram uns cinco segundos que na minha cabeça pareceram minutos, refleti sobre tudo que tinha planejado, meus limites, tudo. Percebi que talvez não teria outra chance como essa. Meu coração batia a mil, quase o corpo inteiro tremia, fiquei vermelho, criei coragem e me levantei.
- É, mas olha como eu me viro.
E fiquei de pé com as pernas abertas sobre ela, na altura da cintura dela. Comecei a me masturbar em cima dela. Um calor tomava meu corpo inteiro. O calor do proibido e do pecado. Ela, assim que fiquei em cima, só ficou me olhando. Não disse uma palavra, só levantou levemente a cabeça e fixou o olhar na minha piroca dura. Minha própria irmã olhava enquanto eu me masturbava pelado em cima dela. Eu olhava o rosto dela, os olhos dela iam dos meus pra minha piroca, paravam um tempão na minha piroca. Olhava os peitos dela de cima. Deviam ter passado uns 1 ou 2 minutos, e eu tava quase gozando.
- Ahh, vou gozar, vou gozar.
- Vem, vem aqui.
Ela falou quase gemendo. Me abaixei, quase sentando na barriga dela, e continuei me masturbando.
- Ahh, vou gozar, ahhhh siiiim, mmmmhhhh.
Ela juntou um pouco os peitos com os braços. Continuei por uns segundos, apontei minha piroca pros peitos dela, acho que até roçou neles. Continuei violentamente, e descarreguei toda minha porra nela. Os primeiros jatos foram nos peitos dela e se espalharam até o pescoço. Nenhum acertou o rosto dela, que tava quase na frente da minha piroca. O resto da porra caiu devagar na barriga dela e um pouco nos peitos. Não podia acreditar. Fiquei uns segundos parado, ela também. Olhei, me recuperando, pra minha irmã, era inacreditável, ela tava só de peitos de fora, debaixo de mim, toda banhada na minha porra, tinha cara de tesão, mas não fez nada. Absolutamente nada, ela continuou me olhando nos olhos e pro meu pau que eu ainda segurava na mão, descarregando o último resto que tinha. Ela continuava apertando os peitos dela, fazendo uma montanha linda com os picos nevados. Uns segundos depois, me levantei, ela se levantou na hora e entrou em casa. Fiquei estupefato, não sabia o que ia rolar naquele momento. Por um segundo, me senti um idiota, como se ela tivesse ido embora ofendida, mas isso era impossível, ela tinha consentido tudo. Quando comecei a me masturbar em cima dela, ela não tinha dito nada, nem tinha ficado bolada, além disso, ela mesma me pediu pra chegar perto quando eu já tava quase gozando. Era óbvio que não podia estar ofendida de jeito nenhum. Passaram uns minutos e ela não voltava, entrei em casa e ouvi ela tomando banho. Entendi que a manhã tinha terminado ali, talvez à tarde pudesse rolar algo mais, mas eu tava tão extasiado com o que tinha acontecido, que até eu mesmo preferia que passasse um tempinho pra refletir direito e planejar uma nova jogada. O mais foda era que a gente tinha dado um passo mais que importante. A gente tinha deixado de lado o medo da obviedade, as cartas na mesa propunham um jogo mais interessante, era preciso saber jogar e tirar o maior proveito. O resto do dia foi como se nada tivesse acontecido, embora a gente tenha se olhado poucas vezes na cara. Parecia que pela primeira vez tinha um pouco de vergonha, mas não me preocupei, sabia que tava no caminho certo.
No sábado seguinte, a gente ia ficar sozinho de novo, mas só pela manhã até o meio-dia. Eu já sabia e tinha ficado bolando tudo a noite anterior. A manhã não tava muito ensolarada, mas mesmo assim a gente ficou na piscina e tomando sol. Ela tava usando a microbiquíni mais minúscula que tinha. A gente tomava sol, ela repetiu a do topless, ficava do meu lado. Começou uma conversa:
-Eu... que loucura o outro dia.
-É sim.
Respondi eu, não tentava disfarçar nada nem me fazer de desentendido, tinha pensado sobre isso na noite anterior. Perguntei:
-O que você achou? —Foi bom, foi muito estranho, mas eu gostei.
—Eu também.
—É, deu pra ver que você gostou.
Ela sorriu, fazendo clara alusão à minha gozada violenta. Eu já tava quase tudo jogado, a gente já tinha passado do óbvio, o tesão era descomunal, a noite anterior tinha terminado comigo percebendo que não tinha mais limites, tava tudo na mesa. Sabia dos riscos que corria, pensava nas consequências, mas nada me importava, era um ponto de virada. Continuei:
—Não vai te surpreender saber que punheta igual à do outro dia eu bato direto pensando em você.
O silêncio durou uns 5 a 10 segundos, eu não tava nem aí, e imaginava que ela também já tava meio entregue. Continuei:
—Ah é? E eu imaginava que fosse assim. Pra falar a verdade, sempre soube o quanto meu corpo te deixava com tesão, e eu me aproveitava disso pra ter também um certo prazer, e confesso que mais de uma vez me masturbei pensando na minha provocação.
Já tava tudo jogado, era hora das confissões. A gente tinha virado de lado, deitados na grama, de frente um pro outro, eu via os peitos dela nus, ela já não se cobria nem nada.
—Sempre viajei nos seus peitos, te espiei umas cem vezes enquanto você tomava banho e minhas punhetas sempre eram dedicadas a você.
—Sempre desconfiei que você me espiava, ahhh que lindooo, irmãozinho, me conta umas dessas.
Contei muitas das coisas que fazia pensando nela, ela contou outras tantas. Ficamos uns 5 minutos confessando abertamente o quanto um esquentava o outro, como se fosse a coisa mais normal. Falávamos do assunto como se falássemos do tempo, com total naturalidade, e até com uma boa dose de tesão, já que eu olhava fixamente pros peitos dela e ela não perdia detalhe da minha ereção. Num momento, ela parou a conversa e disse:
—A gente faz de novo?
Eu sabia do que ela tava falando.
—Beleza, vamos lá.
Levantei, tirei completamente minha sunga, minha ereção monstra ficou exposta, abri as pernas e fiquei de pé sobre ela como da outra vez, comecei a me masturbar quando ela interrompeu:
—Espera, chega mais pra cá, vem. mas aqui.
E com as mãos ela fazia gestos pra eu me aproximar dela, eu tava delirando de tesão. Sentei quase em cima da barriga dela, segurando meu pau com pressão. Ela me pegou pela cintura e me empurrou, fazendo com que eu ficasse sentado nela, me puxou mais pra perto dos peitos dela, eu soltei meu pau e adivinhei a intenção dela.
— Vem, irmãozinho, que quero te ajudar um pouquinho.
Ela pegou meu pau com as mãos e mergulhou ele entre os peitos carnudos dela, a gente tava tendo o primeiro contato real, meu coração batia a mil, meu corpo todo suava, ela, embora parecesse decidida e segura, a voz falhava, como sintomas de nervosismo e/ou tesão. Ela pegou os peitos com as mãos e começou a me masturbar com eles.
— Vamos ver como o irmãozinho tá, mhhh, cê gosta que sua irmã te bate uma punheta com os peitos? mmmhhh, que pau grande mhhhh, aasssiiiiii, ohhhh, mmmhh, que delícia, cê gosta de comer meus peitos?
— Siiiim, mmmhhh, não para, mmmhhhh, aahhh, cadelaaaaaa, ssssiiii.
A gente se olhava nos olhos, via o tesão estampado nos rostos. Peguei os peitos dela por cima das mãos dela e acompanhei o movimento. Logo ela tirou as mãos, levou elas pra minha cintura e marcava o ritmo do vai e vem. Eu fiquei com as mãos nos peitos dela, mexendo eles pra me masturbar. Apertava, esticava, brincava com os bicos cada vez mais duros, continuava me masturbando.
— Isso, Fer, aasssiiiii, esfrega tudo, goza gostoso, mmhhhh, ahhhahhhhahhhahh.
Me afastei um pouco, me arquei o máximo que pude pra beijar os peitos dela. Finalmente alcancei, fiquei uns segundos chupando os peitões dela, passei a língua nos bicos, brinquei com eles, mordi.
— Mhhh, siiiim, aasssiiii, me chupa toda mmhhhhh.
Eu sentia que ia explodir, tava perto de gozar, me levantei de novo sobre os peitos dela, ela continuou me masturbando por uns segundos, aumentou o ritmo da masturbação, esfregava os peitos com violência no meu pau, ele tava brilhante e roxo, ia explodir.
— Feeerrr, goza em mim, mmmmhhhh, sim, me dá seu gozo, por favor, mmhhhhh, siiiim, vai, vai, siiiim. Toma. Meu pau na minha mão, me masturbei mais violentamente enquanto olhava nos olhos dela. Ela levantou a cabeça, encarando meu pau na frente dela e abriu bem grande a boca.
— Dá tudo pra mim, Fer, eu aceito, quero ele dentro da minha boca.
Apontei e gozei violentamente, os jatos de porra foram direto no rosto dela, vários entraram direto na boca dela, ela fechou os olhos mas deixou claramente a boca aberta pra continuar engolindo minha porra. Foi o que fiz, fiquei uns segundos descarregando minha porra na boca dela. Ela abriu os olhos, olhou pro meu rosto e com a língua me mostrava toda a porra que tinha na boca. Grande parte da minha porra tava na boca dela, e ela exibia como troféu. Já não éramos mais irmãos, ela era uma mulher terrível, fodedora, puta e safada, e eu tava ali aproveitando ela como ninguém. Ela brincava com a porra na boca, meu pau começava a murchar, mas mentalmente eu tava super excitado. Me aproximei mais do rosto dela, peguei a cabeça dela pela nuca, e meti meu pau na boca dela, ela engoliu até a base, fechou a boca hermeticamente e começou a fazer massagens com a língua. E eu sentia ela chupando meu pau com maestria, mantinha a boca fechada, como se fizesse um bochecho com meu pau, ainda não tinha engolido minha porra, sentia ela brincando com minha porra e meu pau, uns segundos e ela engoliu tudo, sugou meu pau tirando o último resto de porra que tinha, e engoliu toda a que já tinha dado. Lambeu e beijou ternamente meu pau como reparando ele da bagunça anterior. Sorriu, olhou pra mim e disse:
— E aí? Gostou?
Eu não terminava de gozar.
— Ahhh, adorei, como você foi boa, mhhh.
Meu orgasmo só agora se extinguia. Levantei como pude, coloquei o shorts, e me joguei ao lado dela, ela colocou o sutiã e sorria o tempo todo. Ficamos assim, prevenidos porque em pouco tempo meus pais chegariam. Mesmo assim ficamos conversando sobre o que acabávamos de fazer, foi excitante continuar falando com o tesão que a gente fazia. Conversamos quase meia hora de sexo jogados no jardim. Chegamos à conclusão de que não tínhamos coragem de transar, concordamos no tesão que gerávamos um no outro, nos exibindo, etc., etc., mas não ousaríamos transar. Esclarecemos várias coisas sobre o que esperávamos um do outro. Os dias passaram, essa cena se repetiu mais duas vezes, quase da mesma forma. Várias noites tomamos banho juntos, nus no chuveiro nos ensaboamos, nos beijamos e nos masturbamos mutuamente. Eu esfrego meu pau por todo o corpo dela, mas nunca chego a penetrá-la. Ela chupa meu pau como ninguém, não tem problemas em engolir minha porra, e isso me enlouquece. Dedico um bom tempo nos peitos dela com massagens, esfregões, beliscões, chupadas e tudo que ela curte pra caralho. Várias vezes a masturbei com meus próprios dedos e minha língua. Gozamos pra caralho nos exibindo, quando a situação permite, ficamos pelados pela casa como se nada, fazendo piadas ou carinhos um no outro. Transamos 2 ou 3 vezes por mês, mas com mais frequência fazemos esse tipo de brincadeira que chamamos de Shot Sex. Um fala pro outro: — Quer um Shot Sex? E na hora nos rolamos feito crianças, nos apalpamos, nos despimos, nos beijamos. Desde o último verão em que tudo começou, até hoje gozamos pra caralho, são 10 meses gloriosos, viramos amantes ativos debaixo do mesmo teto, irmão e irmã, amantes fogosos.
Comentarios Destacados
34 comentários - Mi historia con mi hermana (Vale la pena)
mis +10 son tuyos
😮
buen relatooo, buena idea lo de las fotos 😃
Gracias por los puntos!!
espero segundas y terceras partes 😉
m gustaria conocer a tu hermana y disfrutar un poco de lo que tu disfrutas
gran post amigo sigue asi!!!
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Gracias!!
Gracias!
Cuando di un vistazo a la pagina dije naaaaaaa ni en pedo leo todo esto... y empece y no pude parar! Escribis muy bien che felicidades. Da mucha excitacion y adrenalina, nos haces sentir en el lugar con tu relato. Saquense fotos los dos que no se vean las caras... eso les va a dar mas morbo!! jaja
Buenisimo! 🤤
pd:aca hay una que atiende el ciber que tiene una burra imprecionante y tiene una boca re chiquita me mira y me tira onda pero yo nada 😃
nos vemos depues jajaj
🤤