🙎♂️
Imelda é a irmã mais velha da minha esposa, nunca nos demos bem até que um dia, numa reunião de família, já meio bêbada, ela se aproximou e me perguntou diretamente: "cunhado, quero que você me diga sem mentiras por que você não gosta de mim? Você me considera uma má influência para minha irmã ou fiz algo que te desagradou, por favor me fala…"
Bem surpreso com a pergunta, só respondi: "Não, cunhada, como assim? Não é que eu não goste de você, nada disso. Na verdade, são outras coisas que prefiro calar porque não quero te ofender…"
Com a insistência de quem começa a se sentir corajoso pelo álcool, minha cunhada reclamou: "Ah, não, agora você vai me contar, seu safado! Quero saber o que te incomoda em mim. Eu, na verdade, te admiro muito porque sei que você ama minha irmã e quero me dar melhor com você, dá pra ver que você é um bom marido."
Faço um parêntese para mencionar que Imelda já teve três maridos, teve um filho com cada um, agora está separada do terceiro e, na real, ela está muito gostosa. Tem um par de peitos como melões, uma buceta bem peluda e usa umas calcinhas diabólicas. Seu bumbum enorme, naquela época, estava intacto, porque toda vez que um de seus maridos pedia, ela cortava a vontade deles perguntando: "O quê, você é viado pra me comer pelo cu?" O que acabava com o ânimo dos maridos. Isso eu sei pelas conversas que minha cunhada tinha com minha mulher.
Pois bem, pensando que essa era a oportunidade que eu esperava para começar a seduzir minha cunhada, soltei de repente a resposta… "Olha, o que mais me incomoda em você é justamente isso… você ser irmã da minha esposa…"
"Como? Não entendi", respondeu Imelda…
"É isso mesmo, me irrita você ser minha cunhada porque, senão, já teria te levado pra cama e estaria te comendo, e você não teria que ficar transando com aquele cara que foi seu último marido. E a única maneira de enterrar esse sentimento que tenho por você é te olhando com rancor, justificado porque você é… ela é a causa e razão da minha paixão secreta.
Incrédula com o que ouvia, Imelda se recompôs e, com firmeza, me disse: "Hahaha! A máscara caiu, cunhado! Então você gosta de mim e tá puto porque não pode se envolver com a irmã da sua esposa, hahahahaha, que coisa..."
"Vem, vamos dançar" – ela me disse no momento em que a festa animava com a música do merenglass, conhecida como a dança do cachorro.
Dançamos a música (que quase sempre danço bem safado com minha esposa) com toda a luxúria carregada nos olhos e nas nossas virilhas. Os atritos não faltaram, os passos simulando uma cópula de cachorros (ela mexendo aquele rabão de costas pra mim e eu fingindo ser o cachorro) apareceram de maneira perigosa, porque os outros fizeram uma roda e começaram a bater palmas. Minha esposa, morta de rir, me incentivava a continuar, então decidi fingir cansaço e pedi pra nos sentarmos.
Aproveitei para ir buscar três cervejas, oferecendo uma pra Imelda e outra pra minha esposa, que já tinha se juntado a nós, dizendo: "Que bem vocês dançam! Até parece que dançam juntos há anos, hahaha". Nesse momento, virei suplicante pra Imelda, que com um sorriso malicioso de cumplicidade me deu a entender que nossa conversa não seria revelada. Assim continuamos conversando eu, minha esposa Lorena e Imelda.
Lorena estava tão feliz que eu e sua irmã finalmente estávamos nos dando bem sem conflitos, que bebeu mais do que devia. Aí um dos meus filhos se aproximou e pediu à minha esposa sua mamadeira, então Lorena teve que nos deixar, dizendo que voltaria logo.
Nossa conversa interrompida continuou naquele momento, quando Imelda me disse: "Olha, cunhado, veja só... já que estamos em confiança, vou te dizer que te considero um homem bonito, hmm, desejável, com quem qualquer mulher adoraria dar uma trepada..."
"E esse conceito seu inclui você?" – revirei.
Imelda sorriu e respondeu: "Por que não? Na verdade, quando você casou com minha irmã, você me... Você foi muito bem e, no fundo, lamentei não ter te conhecido antes da minha irmã ou que pelo menos você tivesse um irmão solteiro ou divorciado, hahahaha, entende?.
Eu disse: "Bom, pra ser sincero, a gente tá se fazendo de besta, porque tanto você quanto eu gostaríamos de estar na cama um do outro. A única coisa que impede é que somos quase irmãos, fazer o quê. Acho que a gente não devia mais falar sobre isso", pedi num surto de frustração, ao ver que o que nos unia também nos separava irremediavelmente.
Imelda fez cara de despreocupada e disse: "Se você quer ver assim, problema seu, porque se fosse você, eu não perderia as esperanças, ainda mais depois que ambos confessamos nossos desejos secretos, cunhado. Estamos unidos por um baita segredo, mas tudo bem, se você quer assim, problema seu. Tchau". Concluiu, enquanto se levantava e se juntava ao grupo de pessoas que dançavam no ritmo de "Payaso de Rodeo".
O que ela me disse por último me deixou com tesão, então bebi e bebi pra afogar o fogo que sentia por Imelda e, lembrando que minha esposa Lorena estaria em algum dos quartos ninando nosso filho, decidi extravasar com ela todas as minhas vontades reprimidas por Imelda.
Já no quarto, observei minha esposa dormindo tranquilamente na cama que haviam reservado pra nós dois, então decidi não acordá-la e fui ao banheiro, pensando em aliviar minhas vontades com uma "punheta".
Para entrar no banheiro de visitas, tinha que passar pelo quarto da Imelda, cuja porta estava entreaberta. Aproveitando que os filhos dela não estavam lá naquele momento, num ato de tesão e loucura, entrei no quarto dela para ver de perto suas roupas íntimas. Sabendo que alguém da casa poderia me pegar numa situação embaraçosa, planejei que, se necessário, fingiria estar bêbado e vomitando. Então, rapidamente, procurei nos gavetões do toucador a lingerie da minha cunhada. Minha desesperança foi recompensada com uma calcinha fio dental finíssima de renda preta, com um pequeno... triângulozinho e minúsculos fios que era impossível cobrirem aquela bocetona que dava pra perceber na minha cunhada, cheirei, beijei, enrolei no meu pau. Continuei encontrando vários tipos de calcinhas, até achar um negligê vermelho, com seu fio dental de gaze e meias da mesma cor, que me deixou louco, porque diferente das outras, essa tinha duas aberturas no cavado, uma na frente e outra atrás, imaginei que era a peça que tinha incitado as frustradas ânsias anais do ex-marido dela.
Ouvi barulhos no corredor, então coloquei meu plano em prática, fechei a cômoda, guardando quase todas as peças e simulei vomitar, e sim, era minha cunhada Imelda, que alarmada me perguntou o que tinha acontecido… falei que nada, só exagerei nas bebidas.
— Deita um pouco, eu só vim buscar umas coisas…
Resposta que me deixou gelado quando vi que ela abriu a gaveta onde eu tinha estado fuçando, mas ela não demonstrou nenhuma reação, embora ao se virar, ficou me encarando fixamente enquanto olhava pro chão ao mesmo tempo.
Tentando disfarçar a perturbação, falei:
— Já me sinto melhor, cunhada, acho que já vou indo…
— Não, cunhado, fica. Só vim pegar dinheiro pras minhas filhas, vêm buscar a Ivette e a Alejandra, as primas, pra irem dançar, e você viu que o Lisandro o pai levou no fim de semana. Fica, você deve. Eu já vou sair, quer que eu chame minha irmã?
— Não… — falei —, ela já tá dormindo profundamente, acho que se embebedou, éééé… Melhor não chamar, já vou me deitar.
Sem esperar resposta, ela soltou:
— Não dorme, me espera um pouquinho, quero te perguntar uma coisa.
Puta que pariu, pensei, o que vai acontecer? E sim, ela voltou em menos de 5 minutos, tempo que me serviu pra perceber que no chão, junto à cama, estava o fio dental de duas aberturas jogado, e era justamente o lugar que a Imelda tava olhando quando entrou no quarto.
Ao voltar, Imelda cruzou os braços na minha frente e me... ela disse… o que eu queria te perguntar é… Por que caralhos você tá fuçando nas minhas coisas do toucador, o que você queria roubar? – Soltou com uma cara de puta da vida que fez meu pau encolher – ainda mais mexendo na minha calcinha, seu porco nojento, o que você tava pretendendo, o que você tava procurando, hein?.
Eu não sabia o que responder e talvez meu rosto refletisse esse medo porque Imelda mudou a expressão e começou a rir, hahahaha hahahaha, que cara de viadinho você fez, cunhado, hahahaha, não é verdade, cara, hahahahaha, eu fico lisonjeada que você fique excitado com minhas roupas íntimas, principalmente aquela que tá jogada aí no chão – me disse apontando para ela.
Eu respondi, puta da sua irmã, cunhada, a verdade é que você me deixou bem excitado e eu sempre soube que você usa umas calcinhas que são um tesão e quis conhecê-las já que você não vai poder me mostrar…
Imelda sorriu e disse que “…coincidências, da última vez que fui visitar vocês, eu fiz a mesma coisa, cunhado, quando minha irmã me pediu para separar a roupa que ela tinha lavado, aí eu conheci seus boxers justos e suas cuecas rasgadas hahahahaha, e já com tesão, dobrei elas e coloquei na sua gaveta, onde encontrei uma sunga masculina que imagino que você usa para fazer striptease para a minha irmãzinha. Hahahaha.
Inibido e tudo, a única coisa que fiz foi rir ao mesmo tempo que me levantei e fui até Imelda, dando um beijo profundo e de língua que foi amplamente correspondido, então comecei a acariciar seus peitos, tirando-os do seu vestido decotado, chupando-os e mordendo-os.
Imelda imediatamente me jogou na cama dela e foi trancar a porta, voltando na hora enquanto tirava meu pau da calça e começou a dar uma chupada dos sonhos, digo, minha esposa é uma puta no cio para sexo oral, mas minha cunhada me deu uma chupada que me fez esquecer as da minha esposa.
Pedi que ela tirasse a calcinha fio dental que eu sabia que ela estava usando e que colocasse a calcinha fio dental vermelha com aberturas na frente e atrás, ao que ela aceitou de boa, então levantando… Tirei o vestido dela de uma vez só e deitei-a na cama, afastando as tiras da calcinha fio-dental e também os pelos negros da sua mata fechada, expondo sua boceta rosada, de onde emanava um delicioso aroma de mulher no cio. Com um beijo na sua boceta, prestei tributo à sua papaya e comecei a me deleitar com aquele manjar cor-de-rosa, cheio de mel quente e grudento, com um sabor agridoce delicioso, o sabor das mulheres quando estão no ponto. Aproveitando a abertura traseira, segui com a língua a linha em direção às costas, introduzindo minha língua no seu cu, esperando uma reação negativa. Fiquei surpreso quando ela gemeu com ardor, então decidi verificar com uma nova carícia no local, comprovando que sim, era do seu gosto.
Depois de um bom tempo chupando o cu, Imelda literalmente gritava: "Aaaaaai, que gostoso, papai, que gostoso! Nunca tinham feito algo assim comigo, continua, quero mais linguinha no meu buuuuum, maaaais!" Empolgado, perguntei se ela queria um dedo, e ela respondeu: "Faz o que quiser comigo, papai, sou sua!" Sem perder tempo, coloquei ela de quatro, comecei a enfiar um dedo no seu cu enquanto chupava sua xota, e vice-versa, enfiei dois dedos na boceta e chupei o seu cuzinho. Então decidi que tinha que ir para o ponto sem retorno, para aproveitar o tesão dela, e perguntei: "Quer algo mais grosso na sua periquita?" — "Siiiiim" — foi a resposta. Então deixei meu pau entrar na xereca quente que ela me oferecia, dei bombadas frenéticas até sentir que ia gozar. Por isso parei e, me afastando, deixei um pouco de porra jorrar, derramando na linha do seu cu. Ela, intuindo para que era, me perguntou: "O que você tá fazendo, papai, o que vai fazer comigo?" Respondi: "Quer que eu te dê pelo cu, bebecita?" Ela respondeu: "Não sei se consigo, dizem que dói muito..."
"Dizem?" perguntei. "Quem te disse? Alguém que com certeza não te comeu direito. Você já provou minha língua e meus dedos, acho que você gostou muito."
"Sim," disse ela, "mas tenho medo." Então decidi... Continuar a enfiar os dedos para que seu cu voltasse a ficar sensível, o que consegui de imediato pela lubrificação do meu sêmen. Já toda quente e ofegante, ela disse: "Enfia então, papi, quero sentir, não importa".
Nem lento nem preguiçoso, apontei a cabeça no cuzinho dela e comecei a empurrar, devagar até que entrou todinha. Deixei que ela se acostumasse, enquanto ela perguntava: "Já, papi? É muito grande, já?" Eu respondi: "Já, você já está bem enrabada. Agora vem a parte gostosa". E comecei a empurrar suave, metendo e sacando, metendo e sacando, fazendo cada vez mais rápido e violento. "Aaaaaah, aaaaaah, que gostoso, papi! Não pensei que fosse tão bom, aaaaaah, aaaaaah! Dá forte, eu gosto, papi, eu gosto, ahhhhhh!" Eu respondi: "Já, baby, já estou te comendo. Quem é seu homem? Quem está arrombando seu cu, quem?"
Ela respondeu: "É você, seu pussy, seuuuuuu! Toma, é teu, aaaaaah!" Perguntei: "De quem é esse cu? De quem?" — "Seu, papi, você é o primeiro que me come, aaaaaah!" Ambos gozamos juntos e gritamos: "Aaaaaaah, que delíciaaaaaaaaaa!" Ao mesmo tempo, lá fora se ouvia um barulho ensurdecedor de fogos e rojões.
Gozamos juntos, eu dentro do seu cu e ela na minha mão com a dedada que dei. Deitamos exaustos na cama dela, que cheirava a cu e sexo.
Já recuperados e nos vestindo, minha cunhada confessou: "Agora entendo por que minha irmã está toda apaixonada por você, cabrão. Você fode bem gostoso, papi, sabe de todas as manhas. Me comeu e me deu na primeira, quando eu nunca deixei meus maridos nem insinuarem. Ai, minha irmãzinha, que pedaço de homem ela tem, como eu a invejo. No fundo, eu imaginava que você era bom na cama, porque na cara da minha irmã dá pra ver que você sempre a deixa bem fodida. Pena que eu não posso dizer o mesmo".
Envaidecido pela experiência, eu disse: "Como assim pena? É só questão de a gente se organizar, se entender sem cenas de ciúmes bestas ou direitos sobre alguém, e você vai ver que também vai ficar... vou conseguir te atender bem gostoso, como vê.
Minha cunhada me respondeu com um beijo e um abraço insinuante, me dizendo: "é papi, porque a partir de agora eu sempre vou querer tua porra, e você vai me dar. Eu vou fazer o que você mandar, papi, mas por favor, temos que nos ver de novo, sim".
Ambos saímos do quarto, com os devidos cuidados, separados, e nos encontramos novamente no pátio onde se celebrava o grito da independência, todos bem bêbados e loucos, enquanto minha cunhada e eu estávamos, mas dos nossos fluidos íntimos. Por isso, pegamos uma cerveja e, brindando do nosso canto, nos olhamos felizes e satisfeitos, na quente cumplicidade que acabava de nascer entre nós dois e que havíamos acabado de selar com um grito de independência, ainda que na intimidade do quarto dela. 🙎♂️ 🙎♂️
Imelda é a irmã mais velha da minha esposa, nunca nos demos bem até que um dia, numa reunião de família, já meio bêbada, ela se aproximou e me perguntou diretamente: "cunhado, quero que você me diga sem mentiras por que você não gosta de mim? Você me considera uma má influência para minha irmã ou fiz algo que te desagradou, por favor me fala…"
Bem surpreso com a pergunta, só respondi: "Não, cunhada, como assim? Não é que eu não goste de você, nada disso. Na verdade, são outras coisas que prefiro calar porque não quero te ofender…"
Com a insistência de quem começa a se sentir corajoso pelo álcool, minha cunhada reclamou: "Ah, não, agora você vai me contar, seu safado! Quero saber o que te incomoda em mim. Eu, na verdade, te admiro muito porque sei que você ama minha irmã e quero me dar melhor com você, dá pra ver que você é um bom marido."
Faço um parêntese para mencionar que Imelda já teve três maridos, teve um filho com cada um, agora está separada do terceiro e, na real, ela está muito gostosa. Tem um par de peitos como melões, uma buceta bem peluda e usa umas calcinhas diabólicas. Seu bumbum enorme, naquela época, estava intacto, porque toda vez que um de seus maridos pedia, ela cortava a vontade deles perguntando: "O quê, você é viado pra me comer pelo cu?" O que acabava com o ânimo dos maridos. Isso eu sei pelas conversas que minha cunhada tinha com minha mulher.
Pois bem, pensando que essa era a oportunidade que eu esperava para começar a seduzir minha cunhada, soltei de repente a resposta… "Olha, o que mais me incomoda em você é justamente isso… você ser irmã da minha esposa…"
"Como? Não entendi", respondeu Imelda…
"É isso mesmo, me irrita você ser minha cunhada porque, senão, já teria te levado pra cama e estaria te comendo, e você não teria que ficar transando com aquele cara que foi seu último marido. E a única maneira de enterrar esse sentimento que tenho por você é te olhando com rancor, justificado porque você é… ela é a causa e razão da minha paixão secreta.
Incrédula com o que ouvia, Imelda se recompôs e, com firmeza, me disse: "Hahaha! A máscara caiu, cunhado! Então você gosta de mim e tá puto porque não pode se envolver com a irmã da sua esposa, hahahahaha, que coisa..."
"Vem, vamos dançar" – ela me disse no momento em que a festa animava com a música do merenglass, conhecida como a dança do cachorro.
Dançamos a música (que quase sempre danço bem safado com minha esposa) com toda a luxúria carregada nos olhos e nas nossas virilhas. Os atritos não faltaram, os passos simulando uma cópula de cachorros (ela mexendo aquele rabão de costas pra mim e eu fingindo ser o cachorro) apareceram de maneira perigosa, porque os outros fizeram uma roda e começaram a bater palmas. Minha esposa, morta de rir, me incentivava a continuar, então decidi fingir cansaço e pedi pra nos sentarmos.
Aproveitei para ir buscar três cervejas, oferecendo uma pra Imelda e outra pra minha esposa, que já tinha se juntado a nós, dizendo: "Que bem vocês dançam! Até parece que dançam juntos há anos, hahaha". Nesse momento, virei suplicante pra Imelda, que com um sorriso malicioso de cumplicidade me deu a entender que nossa conversa não seria revelada. Assim continuamos conversando eu, minha esposa Lorena e Imelda.
Lorena estava tão feliz que eu e sua irmã finalmente estávamos nos dando bem sem conflitos, que bebeu mais do que devia. Aí um dos meus filhos se aproximou e pediu à minha esposa sua mamadeira, então Lorena teve que nos deixar, dizendo que voltaria logo.
Nossa conversa interrompida continuou naquele momento, quando Imelda me disse: "Olha, cunhado, veja só... já que estamos em confiança, vou te dizer que te considero um homem bonito, hmm, desejável, com quem qualquer mulher adoraria dar uma trepada..."
"E esse conceito seu inclui você?" – revirei.
Imelda sorriu e respondeu: "Por que não? Na verdade, quando você casou com minha irmã, você me... Você foi muito bem e, no fundo, lamentei não ter te conhecido antes da minha irmã ou que pelo menos você tivesse um irmão solteiro ou divorciado, hahahaha, entende?.
Eu disse: "Bom, pra ser sincero, a gente tá se fazendo de besta, porque tanto você quanto eu gostaríamos de estar na cama um do outro. A única coisa que impede é que somos quase irmãos, fazer o quê. Acho que a gente não devia mais falar sobre isso", pedi num surto de frustração, ao ver que o que nos unia também nos separava irremediavelmente.
Imelda fez cara de despreocupada e disse: "Se você quer ver assim, problema seu, porque se fosse você, eu não perderia as esperanças, ainda mais depois que ambos confessamos nossos desejos secretos, cunhado. Estamos unidos por um baita segredo, mas tudo bem, se você quer assim, problema seu. Tchau". Concluiu, enquanto se levantava e se juntava ao grupo de pessoas que dançavam no ritmo de "Payaso de Rodeo".
O que ela me disse por último me deixou com tesão, então bebi e bebi pra afogar o fogo que sentia por Imelda e, lembrando que minha esposa Lorena estaria em algum dos quartos ninando nosso filho, decidi extravasar com ela todas as minhas vontades reprimidas por Imelda.
Já no quarto, observei minha esposa dormindo tranquilamente na cama que haviam reservado pra nós dois, então decidi não acordá-la e fui ao banheiro, pensando em aliviar minhas vontades com uma "punheta".
Para entrar no banheiro de visitas, tinha que passar pelo quarto da Imelda, cuja porta estava entreaberta. Aproveitando que os filhos dela não estavam lá naquele momento, num ato de tesão e loucura, entrei no quarto dela para ver de perto suas roupas íntimas. Sabendo que alguém da casa poderia me pegar numa situação embaraçosa, planejei que, se necessário, fingiria estar bêbado e vomitando. Então, rapidamente, procurei nos gavetões do toucador a lingerie da minha cunhada. Minha desesperança foi recompensada com uma calcinha fio dental finíssima de renda preta, com um pequeno... triângulozinho e minúsculos fios que era impossível cobrirem aquela bocetona que dava pra perceber na minha cunhada, cheirei, beijei, enrolei no meu pau. Continuei encontrando vários tipos de calcinhas, até achar um negligê vermelho, com seu fio dental de gaze e meias da mesma cor, que me deixou louco, porque diferente das outras, essa tinha duas aberturas no cavado, uma na frente e outra atrás, imaginei que era a peça que tinha incitado as frustradas ânsias anais do ex-marido dela.
Ouvi barulhos no corredor, então coloquei meu plano em prática, fechei a cômoda, guardando quase todas as peças e simulei vomitar, e sim, era minha cunhada Imelda, que alarmada me perguntou o que tinha acontecido… falei que nada, só exagerei nas bebidas.
— Deita um pouco, eu só vim buscar umas coisas…
Resposta que me deixou gelado quando vi que ela abriu a gaveta onde eu tinha estado fuçando, mas ela não demonstrou nenhuma reação, embora ao se virar, ficou me encarando fixamente enquanto olhava pro chão ao mesmo tempo.
Tentando disfarçar a perturbação, falei:
— Já me sinto melhor, cunhada, acho que já vou indo…
— Não, cunhado, fica. Só vim pegar dinheiro pras minhas filhas, vêm buscar a Ivette e a Alejandra, as primas, pra irem dançar, e você viu que o Lisandro o pai levou no fim de semana. Fica, você deve. Eu já vou sair, quer que eu chame minha irmã?
— Não… — falei —, ela já tá dormindo profundamente, acho que se embebedou, éééé… Melhor não chamar, já vou me deitar.
Sem esperar resposta, ela soltou:
— Não dorme, me espera um pouquinho, quero te perguntar uma coisa.
Puta que pariu, pensei, o que vai acontecer? E sim, ela voltou em menos de 5 minutos, tempo que me serviu pra perceber que no chão, junto à cama, estava o fio dental de duas aberturas jogado, e era justamente o lugar que a Imelda tava olhando quando entrou no quarto.
Ao voltar, Imelda cruzou os braços na minha frente e me... ela disse… o que eu queria te perguntar é… Por que caralhos você tá fuçando nas minhas coisas do toucador, o que você queria roubar? – Soltou com uma cara de puta da vida que fez meu pau encolher – ainda mais mexendo na minha calcinha, seu porco nojento, o que você tava pretendendo, o que você tava procurando, hein?.
Eu não sabia o que responder e talvez meu rosto refletisse esse medo porque Imelda mudou a expressão e começou a rir, hahahaha hahahaha, que cara de viadinho você fez, cunhado, hahahaha, não é verdade, cara, hahahahaha, eu fico lisonjeada que você fique excitado com minhas roupas íntimas, principalmente aquela que tá jogada aí no chão – me disse apontando para ela.
Eu respondi, puta da sua irmã, cunhada, a verdade é que você me deixou bem excitado e eu sempre soube que você usa umas calcinhas que são um tesão e quis conhecê-las já que você não vai poder me mostrar…
Imelda sorriu e disse que “…coincidências, da última vez que fui visitar vocês, eu fiz a mesma coisa, cunhado, quando minha irmã me pediu para separar a roupa que ela tinha lavado, aí eu conheci seus boxers justos e suas cuecas rasgadas hahahahaha, e já com tesão, dobrei elas e coloquei na sua gaveta, onde encontrei uma sunga masculina que imagino que você usa para fazer striptease para a minha irmãzinha. Hahahaha.
Inibido e tudo, a única coisa que fiz foi rir ao mesmo tempo que me levantei e fui até Imelda, dando um beijo profundo e de língua que foi amplamente correspondido, então comecei a acariciar seus peitos, tirando-os do seu vestido decotado, chupando-os e mordendo-os.
Imelda imediatamente me jogou na cama dela e foi trancar a porta, voltando na hora enquanto tirava meu pau da calça e começou a dar uma chupada dos sonhos, digo, minha esposa é uma puta no cio para sexo oral, mas minha cunhada me deu uma chupada que me fez esquecer as da minha esposa.
Pedi que ela tirasse a calcinha fio dental que eu sabia que ela estava usando e que colocasse a calcinha fio dental vermelha com aberturas na frente e atrás, ao que ela aceitou de boa, então levantando… Tirei o vestido dela de uma vez só e deitei-a na cama, afastando as tiras da calcinha fio-dental e também os pelos negros da sua mata fechada, expondo sua boceta rosada, de onde emanava um delicioso aroma de mulher no cio. Com um beijo na sua boceta, prestei tributo à sua papaya e comecei a me deleitar com aquele manjar cor-de-rosa, cheio de mel quente e grudento, com um sabor agridoce delicioso, o sabor das mulheres quando estão no ponto. Aproveitando a abertura traseira, segui com a língua a linha em direção às costas, introduzindo minha língua no seu cu, esperando uma reação negativa. Fiquei surpreso quando ela gemeu com ardor, então decidi verificar com uma nova carícia no local, comprovando que sim, era do seu gosto.
Depois de um bom tempo chupando o cu, Imelda literalmente gritava: "Aaaaaai, que gostoso, papai, que gostoso! Nunca tinham feito algo assim comigo, continua, quero mais linguinha no meu buuuuum, maaaais!" Empolgado, perguntei se ela queria um dedo, e ela respondeu: "Faz o que quiser comigo, papai, sou sua!" Sem perder tempo, coloquei ela de quatro, comecei a enfiar um dedo no seu cu enquanto chupava sua xota, e vice-versa, enfiei dois dedos na boceta e chupei o seu cuzinho. Então decidi que tinha que ir para o ponto sem retorno, para aproveitar o tesão dela, e perguntei: "Quer algo mais grosso na sua periquita?" — "Siiiiim" — foi a resposta. Então deixei meu pau entrar na xereca quente que ela me oferecia, dei bombadas frenéticas até sentir que ia gozar. Por isso parei e, me afastando, deixei um pouco de porra jorrar, derramando na linha do seu cu. Ela, intuindo para que era, me perguntou: "O que você tá fazendo, papai, o que vai fazer comigo?" Respondi: "Quer que eu te dê pelo cu, bebecita?" Ela respondeu: "Não sei se consigo, dizem que dói muito..."
"Dizem?" perguntei. "Quem te disse? Alguém que com certeza não te comeu direito. Você já provou minha língua e meus dedos, acho que você gostou muito."
"Sim," disse ela, "mas tenho medo." Então decidi... Continuar a enfiar os dedos para que seu cu voltasse a ficar sensível, o que consegui de imediato pela lubrificação do meu sêmen. Já toda quente e ofegante, ela disse: "Enfia então, papi, quero sentir, não importa".
Nem lento nem preguiçoso, apontei a cabeça no cuzinho dela e comecei a empurrar, devagar até que entrou todinha. Deixei que ela se acostumasse, enquanto ela perguntava: "Já, papi? É muito grande, já?" Eu respondi: "Já, você já está bem enrabada. Agora vem a parte gostosa". E comecei a empurrar suave, metendo e sacando, metendo e sacando, fazendo cada vez mais rápido e violento. "Aaaaaah, aaaaaah, que gostoso, papi! Não pensei que fosse tão bom, aaaaaah, aaaaaah! Dá forte, eu gosto, papi, eu gosto, ahhhhhh!" Eu respondi: "Já, baby, já estou te comendo. Quem é seu homem? Quem está arrombando seu cu, quem?"
Ela respondeu: "É você, seu pussy, seuuuuuu! Toma, é teu, aaaaaah!" Perguntei: "De quem é esse cu? De quem?" — "Seu, papi, você é o primeiro que me come, aaaaaah!" Ambos gozamos juntos e gritamos: "Aaaaaaah, que delíciaaaaaaaaaa!" Ao mesmo tempo, lá fora se ouvia um barulho ensurdecedor de fogos e rojões.
Gozamos juntos, eu dentro do seu cu e ela na minha mão com a dedada que dei. Deitamos exaustos na cama dela, que cheirava a cu e sexo.
Já recuperados e nos vestindo, minha cunhada confessou: "Agora entendo por que minha irmã está toda apaixonada por você, cabrão. Você fode bem gostoso, papi, sabe de todas as manhas. Me comeu e me deu na primeira, quando eu nunca deixei meus maridos nem insinuarem. Ai, minha irmãzinha, que pedaço de homem ela tem, como eu a invejo. No fundo, eu imaginava que você era bom na cama, porque na cara da minha irmã dá pra ver que você sempre a deixa bem fodida. Pena que eu não posso dizer o mesmo".
Envaidecido pela experiência, eu disse: "Como assim pena? É só questão de a gente se organizar, se entender sem cenas de ciúmes bestas ou direitos sobre alguém, e você vai ver que também vai ficar... vou conseguir te atender bem gostoso, como vê.
Minha cunhada me respondeu com um beijo e um abraço insinuante, me dizendo: "é papi, porque a partir de agora eu sempre vou querer tua porra, e você vai me dar. Eu vou fazer o que você mandar, papi, mas por favor, temos que nos ver de novo, sim".
Ambos saímos do quarto, com os devidos cuidados, separados, e nos encontramos novamente no pátio onde se celebrava o grito da independência, todos bem bêbados e loucos, enquanto minha cunhada e eu estávamos, mas dos nossos fluidos íntimos. Por isso, pegamos uma cerveja e, brindando do nosso canto, nos olhamos felizes e satisfeitos, na quente cumplicidade que acabava de nascer entre nós dois e que havíamos acabado de selar com um grito de independência, ainda que na intimidade do quarto dela. 🙎♂️ 🙎♂️
15 comentários - Rompiendo el turron con mi cuñada Imelda
Muy buena historia bro, me has dejado bien caliente imaginando esa buena culiada que le diste a tu cuñada.
Gracias por compartir
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...