
Tremendo de nervos e com o olhar perdido, segurei a prova entre minhas mãos, ignorando o barulhão ao meu redor, causado pelo toque da sineta de saída e os outros alunos saindo a toda pressa, sem acreditar no que estava acontecendo comigo…
"N-não pode ser… Reprovada?" Pensei, e só a palavra já parecia inacreditável.
Ficava repetindo isso pra mim mesma, na esperança de que talvez fosse só um pesadelo do qual eu acordaria a qualquer momento… mas não… O enorme 5 marcado com um vermelho escandaloso na primeira página da prova não deixava dúvidas de que aquilo era muito, muito real.
E com essa nota humilhante, meu destino era ainda mais sombrio e cruel: repetir o ano.
"Mas como é possível?! — Me disse, em choque profundo — Se entreguei todos os trabalhos no prazo, e nas outras matérias minha média é excelente. Tem que ter um erro! É, com certeza é só isso. Vou falar com o professor e tudo se resolve. Não tem problema."
Sem conseguir conter minha ansiedade, levantei do meu lugar e fui até onde o professor da matéria, Héctor, ainda revisava uns papéis, enquanto os últimos dos meus colegas saíam da sala, nos deixando no mais absoluto e desconfortável silêncio.
"P-professor?" Perguntei, meio tímida.
"Diga, Nayeli, o que você quer?" Respondeu sem levantar o olhar.
Hesitei antes de falar qualquer coisa, me sentindo muito intimidada pela presença dele, porque Héctor não era o professor típico de escola. Pra começar, ele tinha só 38 anos e parecia um deus de pele ébano, com um rosto viril e olhos verdes exóticos, e um físico poderoso se marcando por baixo da camisa branca e calça preta, o que, junto com a personalidade intelectual e misteriosa dele, deixava todas as garotas da escola praticamente loucas por ele.
Mas o problema é que ele também era incrivelmente rigoroso, e as provas dele sempre nos aterrorizavam.
"É que… — Procurei as palavras certas para expressar minha situação. – T-tem um 5 na minha prova e… e-eu… eu acho que é um erro."
"Não tem erro nenhum, senhorita Nayeli – respondeu em voz baixa – A senhora não estudou e isso ficou bem claro na sua prova, então infelizmente vai ter que repetir o ano."
"N-não, olha, o que acontece é que…"
"Não tem desculpa que preste – disse Héctor com certa exasperação, deixando de lado uma pilha de papéis e me olhando nos olhos. – A prova não mente."
"N-não, professor, olha, deve ter um erro porque eu…"
Mas Héctor me ignorou e voltou pros seus afazeres, com uma atitude como se eu fosse a coisa mais irritante do mundo, e então eu apertei as mãos sem saber o que fazer, quase chorando.
"P-professor, por favor…"
"Olha, Nayeli – Héctor respondeu, ficando ainda mais sério – A senhora não tem nada melhor pra fazer? Tenho que revisar muitos documentos, se não se importa."
Eu mordi os lábios nervosamente, mas sabia que repetir o ano não era uma opção pra mim, então, com muito medo, falei quase sussurrando: "P-professor, e-eu… eu tô disposta a fazer o que for pra passar de ano."
Naquele momento, Héctor parou de escrever e, com toda a calma do mundo, respondeu: "Nayeli, a senhora tem certeza do que tá dizendo?"
"S-sim, professor…"
"Por favor, feche a porta da sala", ele disse.
Rapidamente obedeci, e num segundo já tava de novo na frente dele, mas notei que ele tinha se acomodado na cadeira numa postura mais relaxada, enquanto me olhava dos pés à cabeça. "Repito: a senhora tem certeza do que acabou de dizer?"
Eu assenti levemente, sem ousar olhar pra ele.
"Muito bem. Então tire o uniforme."
Ouvir aquilo foi como sentir um choque de calor pelo corpo todo, e na hora minha respiração acelerou visivelmente, coisa que Héctor notou na mesma hora.
"P-professor, eu…"
"Nayeli, não tenho tempo pra joguinhos – disse Héctor com seriedade. – Se a senhora não tem coragem, por favor, não me faça perder meu tempo. Pode se retirar."
"N-não, eu… eu… Vou fazer, mas... tô com vergonha."
"Você tem 10 segundos pra fazer o que eu pedi."
"P-por favor, eu..."
"Um... dois..."
Apertei as mãos sem saber o que fazer, me sentindo presa, mas o tempo continuava passando, então, na maior pressa do mundo, desabotoei a camisa branca do uniforme e tirei ela junto com a gravatinha que a gente usava, e na sequência tirei o sutiã, deixando meus peitinhos pequenos à mostra. Aí peguei minha saia preta e, de uma puxada só, joguei ela no chão, mas na hora de tirar a calcinha, não consegui evitar hesitar...
Mas eu sabia que não tinha outra escolha, então, juntando toda minha coragem, fui deslizando elas pra baixo aos poucos pelas minhas pernas até deixar minha buceta completamente exposta pro Héctor, que sorria com a mesma cara de um lobo vendo uma ovelhinha indefesa."Quem diria? — Disse Héctor com uma expressão sensual — Que por baixo dessa roupa de colegial inocente tinha uma mulherzinha com um corpo tão gostoso?"
"O-obrigada. — Respondi hesitando, mas sem conseguir esconder um sorriso tímido. — P-posso tirar também as meias pretas e os sapatos?"
"Não, prefiro assim. Mas agora, Nayeli, quero que você suba na mesa de joelhos, de frente pra mim."
Obedeci sem questionar e em um segundo já estava com meus joelhos apoiados na superfície fria de madeira, com o corpo levemente arqueado, realçando o efeito das minhas formas esbeltas, e meus peitos se mostrando como frutinhas que ainda não amadureceram, tudo isso enquanto eu mordia nervosamente o lábio e apertava as mãos, tão envergonhada por estar exposta daquele jeito que nem conseguia encarar o professor Héctor.
Mas ele só me observava em silêncio, satisfeito com a visão sensual e deliciosa que meu corpo delicado proporcionava, com certeza imaginando mil e uma maneiras de me dominar do jeito que ele quisesse.
Até que de repente ele se levantou da cadeira, e com uma atitude dominante deslizou a mão pela minha nuca e me puxou até a boca dele pra me beijar agressivamente, com a respiração queimando meu rosto enquanto a língua dele entrava possessiva na minha boca, como uma intrusa que, sem ser convidada, se servia à vontade e se enroscava grotescamente contra minha própria língua, arrancando gemidos suaves que não deixavam dúvidas de que meu corpo inexperiente estava mais do que pronto pra se render e obedecer tudo que ele exigisse. "Mmfm… aah… He-Héctor…!"
E o calor na sala parecia aumentar cada vez mais, até que depois de vários minutos da mais Batalha perversa dentro da minha boca, meu professor sussurrou no meu ouvido com voz firme e autoritária: "Quero que você se toque na minha frente."
"H-Héctor." Gemi com uma doce agonia ao ouvir aquilo, mas obedientemente meus dedos desceram pela minha pele até encontrar aquele pontinho molhado e sexual entre minhas pernas, que comecei a esfregar como uma desesperada enquanto me contorcia de forma sugestiva. "Aaahhh… mmmm… mmmm!"
Mas me ver tão excitada foi uma cena irresistível para Héctor, que com total voracidade começou a beijar e lamber minhas bochechas e meu pescoço até chegar aos meus peitos, que ele apertou uma e outra vez entre suas mãos enquanto chupava e mordia meus mamilos sem parar.
E em resposta eu abria a boca de forma descaradamente luxuriosa, instintivamente acelerando os movimentos dos meus dedos contra minha buceta, que já derramava deliciosamente seu caldinho quente pela minha entreperna. "Ahhh, P-professor…"
Mas Héctor não parava nem por um segundo, e mordia, beijava, puxava e lambia cada centímetro dos meus peitos com desenfreado, apertando-os uma e outra vez com suas mãos poderosas como se quisesse devorá-los, até que de repente senti seus dedos deslizando pelo meu cabelo enquanto sua voz soava contra meu ouvido: "Nayeli, quero ver você chupando meu pau."
E seu tom deixava claro que de jeito nenhum era uma sugestão, mas sim uma ordem.
Imediatamente sua mão começou a me abaixar lenta mas firmemente em direção ao seu membro, que ainda estava escondido sob a gigantesca barraca que se formava em sua virilha, e como se fosse possível me fazer sentir mais humilhada, ele esfregou agressivamente meu rosto contra sua calça por vários segundos, até que disse: "Abra o zíper com os dentes."
Sem hesitar, abri a boca num gesto descaradamente sexual e apertei o metal frio do zíper com os dentes, baixando-o lentamente até que, surpreendentemente, algo muito grosso e duro bateu na minha bochecha, e o que vi me deixou de boca aberta...
Na minha frente estava um poderoso pau apontando diretamente na minha boca, com suas veias grossas inchadas de sangue que pareciam prestes a estourar, se antecipando ao que viria.
"P-professor..." Tentei dizer algo, mas sem me dar tempo ele segurou minha cabeça com firmeza e com um movimento decidido, seu pau abriu caminho entre meus lábios, enchendo minha boca por completo. "Mfmfmf!"
"Isso, isso, Nayeli, fica mais gostosa quando não fala e só mama."
Mas eu estava em chamas, e desesperada me agarrei ao pau dele como se minha vida dependesse disso, chupando sem parar enquanto me arqueava de quatro sobre a mesa, e então Héctor começou a mover os quadris vigorosamente pra frente e pra trás, violentando minha boca repetidas vezes com a cadência mais primitiva. "Isso, Nayeli, até o fundo, engole ele todo."
"Mfmfmf... mffmfmf... mfmfmf."
E meu mundo se resumiu a ver o corpo de Héctor indo e vindo contra meu rosto, com as mãos apertando minha cabeça enquanto seu membro poderoso me engasgava sem piedade, enquanto a respiração do meu Professor aumentava visivelmente, sinal inequívoco de que estava prestes a gozar.
Até que depois de quase 10 minutos de violação bucal primitiva, suas mãos apertaram minha cabeça ainda mais forte, me imobilizando por completo, e com a voz entrecortada ele ordenou: "Nayeli, engole TUDO!"
Naquele momento, uma poderosa explosão de líquido denso e ardente começou a inundar minha boca em quantidades industriais, e eu só consegui olhar pra ele com uma carinha de aflição enquanto engolia sem parar a porra perversa dele, embora não tenha conseguido evitar que uma grande quantidade escorresse pelo canto dos meus lábios, dando a impressão errada de que eu não tinha engolido quase nada.
Mas Héctor evidentemente sabia o quanto suas descargas eram abundantes, e ao me ver sofrer tão penosamente, sorriu um pouco e então tirou lentamente o pau da minha boca.
"Cof, cof!" Tossi fracamente enquanto olhava o fio de sêmen que pendia dos meus lábios até o escritório, sentindo minha mandíbula dormente de tanto esforço.
"Nayeli, você é um aspiradorzinho." Disse Héctor dando um tapinha na minha cabeça, daquele tipo "Bem feito, putinha. Você me chupou muito gostoso."
"S-sim." Sorri timidamente sem ousar olhar pra ele, sentindo minhas entranhas quentes por causa da gozada que tinha acabado de receber, e com o gosto do semen pegajoso dele impregnando cada centímetro da minha garganta. E com um gesto safado e inconsciente usei minha língua e dedos pra comer o que tinha caído na mesa, o que me rendeu outro tapinha na cabeça, como se eu fosse uma cachorrinha.
Naquele momento cometi o pior erro possível.
Ingenuamente pensei que, com a gozada do Héctor, tudo tinha acabado, então lentamente comecei a descer da mesa, mas ele me segurou firme: "Aonde você pensa que vai?"
"N-não terminamos?" Respondi com uma carinha de inocente.
Héctor apontou pro pau dele, que continuava duro e quente, com minha saliva escorrendo por todo o comprimento e com restos de porra na ponta. "Você acha que isso tá terminado?"
"E-eu… n-não…"
Com um gesto dominador, Héctor me pegou pelo cabelo e me puxou pra baixo da mesa, e contra meus fracos protestos, me curvou agressivamente sobre a superfície de madeira e colocou minhas mãos nas minhas costas, segurando-as com uma mão só.
"Ai!" Reclamei fraquinha com o tratamento tão bruto, mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, senti a cabeça grossa do pau dele esfregando entre minhas nádegas e contra minha buceta, e a sensação foi tão selvagem e animalesca que fiquei quietinha gemendo de expectativa.
"Pronto, quieta, para de brigar." Disse Héctor dando um tapa forte na minha bunda, e naquele momento o pau grosso dele pressionou e começou a abrir caminho entre meus lábios vaginais apertados, preenchendo minha intimidade centímetro por centímetro, e instintivamente apertei minhas nádegas até que as bolas dele batessem descaradamente no meu clitóris.
Ah, meu Deus, ele meteu até o fundo.
Com um gemidinho gostoso de Impotente, me contorci contra a mesa, batendo as pernas fraquinho ao perceber que o Héctor se esfregava de leve na minha bunda, preparando meu corpo pra ser macetado sem piedade, até que de repente senti a mão do meu Professor tampando minha boca. "Fica quietinha, Nayeli, não quero ninguém te ouvindo enquanto eu te como."
Ouvir aquilo foi incrivelmente perverso, senti que me molhava ainda mais, se é que isso era possível, e um gemido safado escapou. Não sabia como tinha chegado naquilo, mas tinha virado uma mulher dominada por um homem do jeito mais sujo, selvagem e primitivo, e em resposta a isso, levantei um pouco mais a bunda e prendi a respiração, esperando o pior…
Ou o melhor.
E tudo começou brutalmente, sem cerimônia. O Héctor puxou meu cabelo com força e enterrou o pau dele com brutalidade, arrancando um gemido de mim, e em menos de um segundo o corpo dele bateu de novo em mim, e de novo… mais uma vez… e mais, até que as estocadas furiosas dele pegaram um ritmo frenético e o som da minha bunda batendo na virilha dele ecoava pela sala toda.
Slap, slap, slap, slap, slap!
"Ahhh… ahhhhh… ahhhhh… Siim, ahhh!" Mordi meus lábios desesperada com um castigo tão cruel, ignorando completamente aquele "não quero ninguém te ouvindo", sentindo a mesa debaixo de mim tremer violentamente a cada estocada.
"Ufff, ufff!" O Héctor grunhia como se tivesse correndo uma maratona, suando pra caralho nas minhas costas, e de repente me deu um tapaão na bunda que quase me fez chorar. "Se mexe como a putinha que você é!"
"Ai!" Reclamei manhosamente enquanto começava a rebolar em círculos, levantando a bunda com vontade a cada estocada, como se pedisse mais, e apertando meus músculos da buceta o máximo que podia.
De repente o Héctor se inclinou sobre minhas costas e, sem parar de me comer, falou no meu ouvido com autoridade: "Nayeli, abre sua bunda com as mãos e me oferece seu cu."
"P-professor, eu não… — Respondi timidamente, sem saber o que fazer – Nunca me…"
"–Nunca te comeram a buceta? Pois sempre tem uma primeira vez. Obedece."
O sangue subiu na minha cara enquanto meu coração batia que nem louco, prestes a sair do peito, com mil sentimentos se alternando entre humilhação e tesão, até que, num gesto submisso, agarrei minhas nádegas e as abri o máximo que pude, de par em par, deixando meu buraquinho apertado e completamente vulnerável.
Héctor não perdeu tempo e começou a esfregar a cabeça grossa do pau dele no meu cu, alargando ele com movimentos firmes e circulares. Mas, mesmo com a vara dele toda melada dos meus fluidos, ele achou que, por ser minha primeira vez, ia precisar de mais lubrificação. Então enfiou um dedo na minha boca, molhou ele com minha própria saliva, e depois levou até meu cu, enfiando fundo, fazendo pequenos giros lá dentro pra dilatar. Até que, depois de uns segundos de preparo…
Ele colocou a cabeça grossa e roxa contra meu cu e, com um empurrão firme, começou a meter pelo meu rabo, centímetro por centímetro, alargando ele de um jeito que eu nunca achei que fosse possível.
"Ai! Meu Deus – arregalei os olhos, de boca aberta. – T-tá… entrando, meu Deus, meu Deus."
E as sensações eram estranhíssimas, mas excitantes, sentindo aquele tronco grosso e cheio de veias abrindo caminho entre minhas nádegas, dor misturada com prazer, multiplicada por um avanço sem parar que enchia minhas entranhas por completo, quase insuportável.
Até que, com um empurrão firme, o pau dele ficou totalmente dentro do meu corpo.
"Agghhh!" Fiquei completamente imóvel, curtindo aquela sensação nova, sentindo a dureza da vara dele lá dentro a cada respiração.
"Uau, Nayeli! – Héctor falou no meu ouvido – Seu cu aperta pra caralho, quase… quase não consigo me mexer. Que gostoso!"
Gemi e esperneei com um jeito inocente, e na hora Héctor se jogou nas minhas costas e envolveu minha cabeça entre os braços fortes dele. braços, como um macho que aprisiona sua indefesa mulher pra dominar ela, e então começou a me sodomizar com investidas poderosas, profanando meu cu sem piedade enquanto a mesa debaixo de mim balançava violentamente de novo.
Slap, slap, slap, slap, slap.
Mas eu tava em êxtase, fascinada ao sentir o corpo pesado do Héctor esfregando de trás pra frente nas minhas costas num mar de suor ardente, e instintivamente levantei mais minha bunda pra penetração ser ainda mais funda. "Ahh… mmmm… siiim, mmmmm…!"
"Isso, Nayeli, aperta essa buceta gostosa assim, já tô quase." Grunhiu o Héctor atrás de mim, me mantendo completamente imobilizada enquanto me empalava, num ritual dos mais animalescos e primitivos, e em resposta eu me contorcia que nem cobra debaixo dele, no mesmo ritmo que o instrumento dele batia nas minhas tripas, me estremecendo toda vez que as bolas dele batiam no meu clitóris, até que finalmente...
"Ahhhhhh!" Abri a boca e fiquei incrivelmente tensa, com o corpo todo queimando no meio do mais absoluto êxtase de orgasmo, e só consegui apertar os punhos e ofegar sem vergonha, que nem uma puta, e bem na hora o Héctor apertou violentamente os quadris dele contra minha bunda, e eu senti o pau dele alargar e começar a cuspir jatos violentos de porra quente dentro do meu cu. "Grrr, ufff, a-assim Nayeli, aperta esse cu assim, grrrr."
Simplesmente, era prazer demais.
Fechei os olhos e me deixei levar pelo mais gostoso transe sexual, gemendo baixinho sem conseguir pensar em nada além do tesão que aquela pica tinha me dado, com o Héctor firme dentro de mim e acariciando minhas costas e rosto suavemente com os dedos, até que depois do que pareceu uma eternidade finalmente o pau dele saiu devagar do meu corpo, levando junto um suspiro gostoso meu.
"Acho que você passou com honras nessa aula, 'senhorita' Nayeli."
Sorri fraco, sentindo uma delícia de ardor no meu cu. peitos, lábios e até na barriga, e com meu corpo todo coberto de suor ardente enquanto meu cabelo preto comprido grudava no meu rosto do jeito mais desconfortável possível. Então apoiei as mãos na mesa e tentei me levantar, mas quando tentei dar um passo, minhas pernas falharam e Héctor teve que me segurar.
"Cuidado!" Ele disse com um sorriso.
Eu mordi os lábios e as cores voltaram pro meu rosto, porque a foda que acabaram de me dar tinha sido tão intensa que até me sentia fraca, e assim que meu Professor me soltou, me abaixei pra pegar minhas roupas espalhadas pelo chão e comecei a me vestir de novo, mas depois de procurar um pouco, vi que minha calcinha não aparecia em lugar nenhum...
"Tá procurando isso?" Disse Héctor com um olhar safado, mostrando minha peça delicada entre os dedos dele. Mas quando tentei pegar, ele afastou de mim e levou até o rosto, inalando fundo o cheiro enquanto me encarava, e então guardou no bolso da calça. "Considere isso uma lembrança, Nayeli, a primeira de muitas."
Eu fiquei levemente vermelha, sinal de que minha timidez habitual tava voltando, e sem conseguir olhar nos olhos dele, respondi: "S-sim, Professor."
Héctor sorriu de leve ao ver minha reação e foi sentar de novo na mesa dele, pegando uns papéis na mão pra continuar com as tarefas pendentes, mas antes de fazer qualquer coisa, disse: "Nayeli, você acabou de passar no curso, mas mesmo assim seu desempenho escolar tem que melhorar muito, então todos os dias depois da aula teremos uma sessão de recuperação, entendeu?"
"Sim, Professor." Concordei com um gesto infantil.
"E ainda, serão necessárias aulas noturnas."
"Com certeza são necessárias pra minha educação. — Respondi com um tom provocante, surpresa com minha 'ousadia' incomum. — Então, Professor, vejo você amanhã, ok?"
"Pode ir."
Concordei com doçura e saí da sala, sorrindo enquanto revirava na minha mente o que tinha acabado de acontecer, as sensações físicas que ainda derretiam meu corpo, e cada palavra perversa que Héctor tinha me dito.
… E o que ainda faltava.
Sem dúvida, pensei com um sorriso, esse semestre vai ser deliciosamente longo.
Adorei esse conto quando li, por isso decidi compartilhar. Se gostaram, comentem aí, que eu posto mais.
Fonte: http://www.eliterelatos.com
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