Isso foi lá por 2003 ou 2004, não lembro bem. Foi uma fase da vida em que o tesão me queimava por dentro. Tinha começado a frequentar cinemas pornô e entrar em chats gays. Os encontros nos cinemas eram só deixar me chuparem e fazer uma punheta de vez em quando. Um dia descobri um cinema na Rodríguez Peña e Corrientes e fui lá. Lembro que tinha um quiosque do lado da porta e eu não sabia onde comprar o ingresso. E dava uma vergonha perguntar no quiosquinho, mas eu estava fervendo de tesão, tinha ficado no chat e estava a mil, então perguntei e o cara respondeu "já te vendo". Quando comprei a entrada nem ticket me deram, só falaram "sobe", já que as salas eram lá em cima. Quando entrei, vi que o cinema era uma merda, tinha uma ou duas pessoas assistindo um filme que não esquentava ninguém. Observando o lugar, vi uma porta e fui lá. Aquilo parecia ser a sala gay, que na verdade tinha uma TV de 30 polegadas no lugar da tela, o lugar estava vazio (esqueci de mencionar que era por volta das 14h). Queria me matar, tinha pago 10 mangos e era horrível, xinguei por não ter ido ao cinema da Suipacha e Corrientes (lugares onde tinham me feito uns boquetes incríveis). Quando estou voltando pra sala principal, na verdade era ir lá pra sair, queria ir embora pra porra, ouço um chamado com beicinho, olho e vejo que era uma gatinha (foi a primeira impressão, porque percebi na hora que era uma travesti) até aquele dia nunca tinha estado perto de uma. Fiz de bobo como se não tivesse ouvido, mas voltei pra sala e sentei numa poltrona. Ela se aproximou, sentou perto de mim e começou a falar comigo. Como disse, estava quase explodindo.
—Oi, meu amor, tudo bem?
A verdade é que não lembro se ela era bonita ou não, estava bem escuro, mas isso não importava.
—Tudo— respondi.
—Tá procurando algo gostoso?— Ela perguntou de novo enquanto passava o dedo no meu peito.
—O que tem?— perguntei de volta, e antes que ela respondesse, completei:
—Olha, que... não tenho grana, não quero fazer você perder tempo.
— Que chato — ela me disse.
Eu me levantei pra ir embora e, quando fiz isso, ela tocou minha bunda. Ainda lembro o que senti naquele momento (um monte de sensações que não dá pra explicar).
— Para, não vai não, fica.
Me sentei de novo e conversamos, nos perguntamos algumas coisas, tipo nome e idade, até que ela falou:
— Vem, vamos pra aquele lado que tá mais escuro.
Como eu tava, ia fazer o que ela quisesse, então fomos pro canto que ela sugeriu, que ficava quase atrás da TV.
Ela se ajoelhou, abriu meu cinto e minha calça, e começou a esfregar o rosto no meu pau por cima da cueca. Agora lembro que ela tinha várias tranças no cabelo. Depois, baixou minha cueca e começou a chupar meu pau enquanto apertava minha bunda com as mãos. Eu me sentia no paraíso; toda vez que eu ia gozar, ela parava e me deixava louco de tesão. No meio disso tudo, ela falava, com meu pau na boca, que eu tinha uma bunda bonita, se eu já tinha "estreado" ela. Eu disse que não. Ela me perguntou se eu queria dar pra um cara, e claro que eu disse que sim. No estado em que eu estava, eu dava pra qualquer coisa.
— Vamos esperar — ela dizia.
— Pode ser que entre alguém e você dá pra ele. Topa? — Eu só respondia que sim pra tudo.
De repente, ela se levantou e falou: "Vira de costas, quero te encostar, gosto da sua bunda". Naquele momento, eu não tinha defesa nenhuma. Virei, e ela me encostou enquanto beijava minha nuca e, com as mãos, esfregava meu pau. E ainda ficava falando que, se entrasse um cara, eu tinha que foder ele.
— Você dá pra ele, né?
— Sim, o que você disser — eu respondia.
— E que tal se, enquanto você der pra ele, eu te foder também?
Não respondi, mas acho que meu silêncio foi um sim.
Ninguém mais entrou na sala. De repente, ela se agachou e lambeu minha bunda um tempão (foi a coisa mais gostosa que senti na vida). Depois, se levantou pra me encostar de novo e, dessa vez, colocou a pontinha do pau dela. Me assustei um pouco porque não vi ela botar camisinha. que enfiei minha bunda pra frente. Eu tinha me enganado, estava de capa.
Esse movimento fez ela me perguntar se eu queria ou não, e eu concordei, mas estava com medo. Ela me agarrou, me beijou e de novo me virou e colocou a cabecinha, não doeu, mas eu estava com muito medo de ela entrar mais, e eu deixei isso claro, então ela não fez mais pressão. Ficamos assim um tempo, não sei até onde ela enfiou, mas acho que não foi muito. Não era uma rola grande, era mais pequena, mas também não tive coragem de pedir pra ela enfiar mais (embora eu acredite que eu quisesse muito).
Eu tinha a cabecinha da rola dela na minha bunda enquanto me masturbava e eu gostava. Quando eu estava quase gozando, eu avisei e ela pediu pra eu gozar nos peitos dela. Então eu virei, ela se abaixou e eu gozei nos peitos dela, ela pegou minha rola e chupou um pouco da minha porra, se levantou e me beijou (não gostei muito). Mas eu tinha me divertido muito, depois eu me despedi e fui embora, ficando com muita vontade de ter sido comido direito, de ter sentido ela bem dentro.
De novo, conto a segunda vez com uma travesti. Quando entrei no hotel, percebi que era uma travesti.
—Oi, meu amor, tudo bem?
A verdade é que não lembro se ela era bonita ou não, estava bem escuro, mas isso não importava.
—Tudo— respondi.
—Tá procurando algo gostoso?— Ela perguntou de novo enquanto passava o dedo no meu peito.
—O que tem?— perguntei de volta, e antes que ela respondesse, completei:
—Olha, que... não tenho grana, não quero fazer você perder tempo.
— Que chato — ela me disse.
Eu me levantei pra ir embora e, quando fiz isso, ela tocou minha bunda. Ainda lembro o que senti naquele momento (um monte de sensações que não dá pra explicar).
— Para, não vai não, fica.
Me sentei de novo e conversamos, nos perguntamos algumas coisas, tipo nome e idade, até que ela falou:
— Vem, vamos pra aquele lado que tá mais escuro.
Como eu tava, ia fazer o que ela quisesse, então fomos pro canto que ela sugeriu, que ficava quase atrás da TV.
Ela se ajoelhou, abriu meu cinto e minha calça, e começou a esfregar o rosto no meu pau por cima da cueca. Agora lembro que ela tinha várias tranças no cabelo. Depois, baixou minha cueca e começou a chupar meu pau enquanto apertava minha bunda com as mãos. Eu me sentia no paraíso; toda vez que eu ia gozar, ela parava e me deixava louco de tesão. No meio disso tudo, ela falava, com meu pau na boca, que eu tinha uma bunda bonita, se eu já tinha "estreado" ela. Eu disse que não. Ela me perguntou se eu queria dar pra um cara, e claro que eu disse que sim. No estado em que eu estava, eu dava pra qualquer coisa.
— Vamos esperar — ela dizia.
— Pode ser que entre alguém e você dá pra ele. Topa? — Eu só respondia que sim pra tudo.
De repente, ela se levantou e falou: "Vira de costas, quero te encostar, gosto da sua bunda". Naquele momento, eu não tinha defesa nenhuma. Virei, e ela me encostou enquanto beijava minha nuca e, com as mãos, esfregava meu pau. E ainda ficava falando que, se entrasse um cara, eu tinha que foder ele.
— Você dá pra ele, né?
— Sim, o que você disser — eu respondia.
— E que tal se, enquanto você der pra ele, eu te foder também?
Não respondi, mas acho que meu silêncio foi um sim.
Ninguém mais entrou na sala. De repente, ela se agachou e lambeu minha bunda um tempão (foi a coisa mais gostosa que senti na vida). Depois, se levantou pra me encostar de novo e, dessa vez, colocou a pontinha do pau dela. Me assustei um pouco porque não vi ela botar camisinha. que enfiei minha bunda pra frente. Eu tinha me enganado, estava de capa.
Esse movimento fez ela me perguntar se eu queria ou não, e eu concordei, mas estava com medo. Ela me agarrou, me beijou e de novo me virou e colocou a cabecinha, não doeu, mas eu estava com muito medo de ela entrar mais, e eu deixei isso claro, então ela não fez mais pressão. Ficamos assim um tempo, não sei até onde ela enfiou, mas acho que não foi muito. Não era uma rola grande, era mais pequena, mas também não tive coragem de pedir pra ela enfiar mais (embora eu acredite que eu quisesse muito).
Eu tinha a cabecinha da rola dela na minha bunda enquanto me masturbava e eu gostava. Quando eu estava quase gozando, eu avisei e ela pediu pra eu gozar nos peitos dela. Então eu virei, ela se abaixou e eu gozei nos peitos dela, ela pegou minha rola e chupou um pouco da minha porra, se levantou e me beijou (não gostei muito). Mas eu tinha me divertido muito, depois eu me despedi e fui embora, ficando com muita vontade de ter sido comido direito, de ter sentido ela bem dentro.
De novo, conto a segunda vez com uma travesti. Quando entrei no hotel, percebi que era uma travesti.
7 comentários - Mi primera vez con un travesti en un cine porno
buenísimo, a ese cine fui muchas veces y me pasó algo parecido con una travesti que me cogió al costado del televisor 🙂
ahora no es más cine xxx, es un teatro
Yo comenté tu post, por favor comentá el mio.
Los comentarios son caricias al alma de los posteadores
Saludos