El Paquete de Mi Ex.

Fala, Poringuer@s!!!


Bem-vindos a mais um dos meus posts, amantes da leitura…

Dessa vez, o tema é: Fantasias e Brinquedos!


Me desculpem se já leram essa história na versão original. Peguei ela de um site francês e tive um certo trabalho pra traduzir, porque algumas coisas, ao passar pro espanhol, não faziam muito sentido. Então tive que tirar do meu repertório e modificar. Não mudei mais de 2%, então tá quase igual ao original. Espero que valorizem meu esforço e, como sempre digo: Felizes Punhetas, amassos, siriricas, dedadas e etc.

Não acho que minha história seja muito estranha ou incomum, mas é bem sexy, sim. Meu nome é Valery. Alguns anos atrás, conheci um cara chamado Edwar. Começamos a sair, ele era atencioso e tudo que a gente gosta, além de gostoso e bem dotado. Depois de um tempo, viramos namorados, só que ele era... como dizer... um depravado! Isso, a palavra perfeita.

Ele foi morar no meu apartamento. Morando juntos, conheci ele de verdade. Começou a levar pra casa filmes pornô, revistas, etc. No começo, a gente via junto, ficava excitado, brincava, mas eu não curtia muito. Preferia ver com ele filmes tipo Outono em Nova York, Uma Linda Mulher, A Bela e a Fera ou algo do Bruce Willis, mas ele preferia ver Jenna Jameson, Anna Nicole Smith, Veronika Zemanová, Stormy Daniels, Aria Giovanni, etc. Acordava com a revista pornô na mão, tomava café lendo a Playboy e, de noite, filmes cheios de safadeza.

Depois de alguns meses, meu namorado foi demitido do emprego. Então comecei a fazer hora extra. Com dois em casa e um desempregado, as contas aumentaram. Saía cedo e chegava tarde da noite. Nos primeiros dias, tudo bem. Ele saía pra procurar emprego, chegava em casa, arrumava as coisas, fazia o papel de dono de casa e, quando eu chegava, tinha o jantar pronto. Depois de um tempo, parou de sair pra procurar serviço. Acordava tarde. Às vezes, eu chegava e encontrava ele vendo pornô e se masturbando. Em algumas vezes, a gente acabava transando, mas depois comecei a achar ridículo. Várias vezes encontrei ele dormindo de pau duro, com a barriga cheia de porra, ou as pernas também. Não ajudava mais em casa. Virou mais um peso do que um parceiro.

Depois de várias brigas, decidi botar ele pra fora de casa, junto com toda aquela pornografia nojenta dele. Durante várias semanas, ele ficou me ligando e pedindo perdão, mas, sinceramente, eu não queria mais nada com ele nem com a pornografia dele. Alguns meses depois... Chegou um pacote na minha porta, era uma caixa comprida retangular, toda enrolada em papel tipo DHL e era pra ele. Deixei num canto e fui ligar pro Edwar pra ele pegar o pacote dele. Quando ele atendeu, sempre a mesma coisa: dizia que me amava e queria voltar comigo, etc. No fim, nunca consegui falar que tinha um pacote pra ele, porque ele chorava no telefone e não me deixava falar, então deixei o pacote de lado. Um dia peguei ele e ia jogar fora, mas parei e fiquei curiosa pra ver o que tinha dentro. Apesar de ser grande, era leve, então não achei que fossem mais revistas. Não fazia barulho de DVD porno também. Fui pro meu quarto, coloquei em cima da cama, sentei do lado do pacote e comecei a abrir. Não tinha terminado de abrir quando vi na lateral da caixa uma mulher linda, loira, de olhos azuis, cílios longos, lábios carnudos e vermelhos. Tirei o papel todo e qual não foi minha surpresa: era a caixa de uma boneca inflável. Não aguentei de rir, não podia acreditar que meu ex-namorado tinha encomendado uma boneca inflável. Depois de um tempo rindo, peguei a caixa e fui em direção ao lixo pra jogar fora... Não sei o que aconteceu, mas não joguei. Comecei a pensar: como será que é? Será do meu tamanho? Os peitos? A buceta? Como é a pele? O cabelo é igual ao de uma Barbie? Por onde infla? Peguei a caixa e voltei pro meu quarto de novo. Cuidadosamente, abri. Dentro vinham várias bolhas de plástico bolha, e dentro de um saco o corpo murcho da boneca. Vi as instruções do lado. Lendo, vi que dizia "para noites solitárias", "sexo seguro", "trios potenciais", "sua escrava sexual". Vi que inflava pela nuca com uma bomba especial que não vinha incluída. Também vi que vendiam acessórios separados, como perfume, "shampoo" pro cabelo dela (já que parecia ser de cabelo humano), cremes, inclusive um creme que imitava a secreção vaginal em textura e sabor, batom e todo tipo de maquiagem. Como não pude... inflei ela com cuidado e guardei na caixinha dela, aquela noite não parei de pensar na boneca.
No outro dia, quando me despia pra tomar banho, comecei a olhar meu corpo no espelho, não tenho um corpo ruim, meus peitos são grandes, meus mamilos rosados e bem durinhos, tenho uma cintura bem desenhada, pernas fortes e coxas grossas, minha buceta sem um único pelo, bunda firme, graças à academia (e se quiserem saber, tenho olhos castanhos, cabelo preto liso até os ombros e sou uma garota branca). Ficava olhando minhas costas, minha bunda, e não sei por que comecei a tocar meus peitos, em círculos, sem parar de me olhar no espelho, comecei a salivar nos dedos e passar nos mamilos, puxando eles. Sentei no chão, já que o espelho ia até o chão, abri as pernas e fiquei me olhando a buceta no espelho, olhei uns segundos e comecei a tocar meu clitóris bem de leve, e não sei por que, mas veio na minha cabeça a loirinha da caixa da boneca, comecei a fantasiar que ela chupava minha buceta com aqueles lábios tão sensuais, depois de um tempo me masturbando tive um orgasmo incrível, como poucos que meu ex tinha me dado, e caí exausta.
Já durante a manhã não parei de pensar na boneca, sentia uma excitação muito grande.
Quase ao anoitecer fui de novo no quarto e vi a caixa, e me perguntei: será que compro o aparelho pra inflar ela? Pensei uns minutos, peguei minha bolsa, o cartão de crédito e saí, enquanto dirigia liguei pra uma amiga, ela é daquelas que compra vibrador e transa com qualquer cara que aparece, como sabia que ela conhecia essas lojas, liguei pra ela, depois que falei que precisava ir numa sex shop e ela disse –então sua safadinha, finalmente vai comprar um vibrador? –não!– falei, vou comprar umas revistas pra um amigo–, não acredito, depois me mostra o vibrador, gostosa, ha ha ha ha– ela falou; depois de umas brincadeiras me passou o endereço, conforme me aproximava do lugar, via putas mostrando os peitos, lésbicas se beijando no meio da rua, night Clubes, cinemas pornô, quanto mais eu me aproximava, mais medo eu sentia, mas meu tesão era maior. Até sentia as batidas do meu coração na minha buceta. Finalmente cheguei, desci do carro e entrei na sex shop. Um lugar muito bonito, não parecia que eu estava num lugar daqueles. Achei que ao entrar ia encontrar um lugar sujo ou fedido, ou talvez algum cara de pau duro vendo os DVDs ou as revistas, ou uma puta comprando camisinhas. A loja estava vazia, não tinha um único cliente, sorte a minha. As vitrines tinham vestidos lindos para festas ou roupas sexy para uma noite de sexo gostoso, muitos brinquedos, como chicotes, algemas, consolos, camisinhas de sabores e texturas, e muitos outros que nem sei o nome. No balcão principal, tinha uma gordinha gostosa, loira, com muita maquiagem e umas tetas enormes num decote que não deixava nada pra imaginação, parecia que iam explodir. Enquanto eu caminhava até ela, não tirei os olhos das tetas dela até que a voz dela disse: – Em que posso ajudar, mocinha? – Voltei à realidade, olhei pra ela tentando esconder meu nervoso e meu medo, engoli seco e falei: – Oi, olha, é que eu comprei uma boneca inflável pro meu namorado, mas não percebi que faltavam muitos acessórios e queria ver se você tem esses acessórios. – Ela me olhou de cima a baixo e disse: – Sim, claro, aqui tenho um catálogo. – Virou-se e pegou vários catálogos, colocou no balcão. – Qual você comprou? – Ela perguntou. Olhei os catálogos e vi tantas bonecas, lindas, gostosas pra caralho. Eu só imaginava a mulher que usaram de modelo. Tinha umas de rabão, altas, baixinhas, loiras, asiáticas, peitudas, rabudas, de peito pequeno, morenas, negras, bronzeadas, mulatas, era um cardápio quase sem fim. Depois de folhear várias páginas, cheguei na minha loira de olhos azuis e falei: – É essa. – Ah, ok! Essa é a que os homens mais levam porque o cu, a buceta e a língua dela vibram ou se mexem conforme você controla, além disso, ela geme, fala e grava sons. – Disse a peituda. Eu abri Os olhos arregalados de surpresa, não acreditei que sexualmente existisse tanta tecnologia. Ela completou: — Essa boneca se chama Casidy, você pode comprar sapatos, chapéus, brincos, maquiagem, roupa de todo tipo, baby dolls, lingerie, esporte, pode comprar roupa em qualquer lugar, já que no manual vem as medidas dela. O que você vai levar? — Com um sorriso de orelha a orelha, eu disse: — De tudo! — E foi assim: comprei roupas bem sexys que nem eu tinha (por sorte levei o manual da boneca pra ver as medidas), comprei o inflador, maquiagem, uns sapatos divinos, comprei também baterias recarregáveis pros movimentos e pra voz dela, lubrificante pra buceta e pro cu, e peguei um cinto com um consolo. Quando paguei a grana alta, a loira peituda me disse: — Você deve amar muito seu namorado, nunca vi uma mulher comprar tantos acessórios pra uma boneca. — É que eu mimo ele muito, hi hi — falei com um sorrisinho safado. Quando já tava com meus pacotes na mão, falei pra peituda: — Belos peitos! — Virei de costas e saí.
Era quase meia-noite quando saí da loja, o tempo voou, mas eu tava muito excitada e ansiosa pra chegar e ver minha Casidy infladinha, com bateria, lubrificada e bem maquiada. Cheguei igual uma louca desesperada no meu apartamento, quando cheguei vi na porta uma carta que dizia “sinto sua falta”. Peguei, li, era do imbecil do Edwar. Rasguei em mil pedaços, nada ia me atrapalhar agora que ia inflar minha boneca. Entrei, fechei a porta, acendi as luzes, corri pro meu quarto com os pacotes na mão, abri a caixa da Casidy, com cuidado coloquei ela na cama, tirei do saco que ela vinha. Deu um pouco de agonia, porque a pele dela é muito real e senti como se pegasse em couro, mas sabia que ao inflar, ia sentir a pele macia e delicada dela… Comecei a inflar devagar, os peitos dela começaram a tomar forma enquanto inflavam, eu tocava eles com as mãos, tirei minha blusa e fiquei nua, comparei meus peitos com os dela, era como me tocar. Meus peitos podiam se esticar, meus braços eram longos, assim como meus dedos, meus quadris eram largos. Não aguentei a curiosidade e toquei na buceta de plástico dela, era macia e grossa, meio funda. Depois de 10 minutos, minha Casidy já estava inflada, não sabia mais o que fazer... Depois de admirá-la deitada ali e contemplar sua figura feminina bem torneada, decidi vesti-la. Cobri seus peitos perfeitos com um sutiã branco minúsculo de meia-taça, coloquei uma calcinha fio-dental de renda branca que mal cobria os lábios da buceta dela, junto com uma cinta-liga e umas meias lindas que iam até o meio das coxas, e umas sandálias brancas de salto alto. Os movimentos dela são tão reais, e o peso dos peitos dela ajusta o sutiã direitinho. O formato da bunda dela e a estrutura faziam o fio-dental enfiar tudo entre as nádegas, então comecei a pentear e maquiar ela. Era como se fôssemos namoradas e eu estivesse maquiando ela. Já estava começando a amar minha boneca, pensava se estava ficando louca, mas me reconfortava dizendo: isso é só uma fantasia e uma brincadeira sexual que não machuca ninguém... Pintei os lábios dela de vermelho, delineei os olhos de preto, passei base, e, mesmo não tendo ficado igual, tentei pentear ela como vinha na caixa, mas ela estava linda... Não tinha percebido, mas já eram três da manhã e eu tinha que acordar às cinco pra ir trabalhar. Não pensei muito, ia me reportar doente e faltar. Minha Casidy já estava sentada na cama e com as mãos pedindo um abraço, não ia desperdiçar a chance de amar minha boneca.

As baterias já tinham carregado, coloquei debaixo da axila dela e comecei a ler o manual pra ver como gravar e ouvir a voz dela. Infelizmente, ela falava inglês, então só coloquei automaticamente os gemidos dela e os "Oh God", "Yeah fast baby", "hard, hard", "Fuck me". Depois adicionei do meu vocabulário: "te amo Valery", "cógeme", "que gostoso você chupa", "sou uma puta", "me ama", "mete tudo". Meus gemidos: "aaah sim sim", "oh oh oh oh", "mmm". “Siiii” “Haayyy haayyy” — claro, com minha voz sexy e dando a entender que eu tava muito excitada, e olha, eu tava mesmo.
Eu tava pelada, deitei do lado da Casidy, passei a saliva artificial nela e comecei a tocar meus peitos enquanto olhava nos olhos penetrantes dela. Me aproximei e comecei a beijá-la, a língua dela começou a se mexer, não era tão real, mas eu gostava. Comecei a apalpar os peitos da Casidy e coloquei ela por cima de mim. Tava meio desconfortável, mas excitada, no fim das contas. Com cuidado, comecei a tirar o sutiã dela, e os gemidos dela ecoavam — tava me deixando muito excitada. Coloquei ela mais pra cima de mim e comecei a lamber os peitos perfeitos dela e a morder os bicos, passava a língua por todo o mamilo, primeiro um, depois o outro. Com uma mão segurava a Casidy e com a outra já tava me tocando o clitóris. Chupei os peitos dela por um bom tempo e voltei a beijá-la com força, peguei o cabelo dela com força, trazendo os lábios dela firmemente contra os meus. Como a boca dela se mexia, coloquei ela nos meus peitos e sentia a vibração — fechava os olhos e imaginava uma garota de verdade lambendo meus peitos e massageando com a ponta da língua meu mamilo.
Aos poucos, fui descendo a Casidy até colocar ela na minha buceta, aumentei a vibração e meu clitóris tava duro e excitado. Na minha excitação, falava pra Casidy: — Ai, meu amor, mas que tasty que tu chupa! Assim, com a Casidy na minha buceta vibrando no meu clitóris, eu aproveitava e enfiava os dedos na buceta e passava na boca da Casidy; pra mim, era uma mulher de verdade com quem eu tava transando, e muito bom, por sinal… Depois de alguns minutos com minha boneca no meu clitóris e eu me masturbando, tive um orgasmo onde do fundo do meu ser deixei sair um — Aaaaaaah! Aaaaaaah! Aaaaaaaah! Siiiiiiiiii! Uuuuummmmmmm!!!!! Parei de enfiar os dedos e levei eles à boca, e os introduzi como se fosse um pau que tivesse enfiando na minha boca, pra me deliciar saboreando meu doce néctar, sem tirar a Casidy da minha buceta molhada. Não tinha passado nem um minuto quando - aaaaaaah!, aaaaaaah!, aaaaaaaah!, siiiiiiiiiii!, uuuuummmmmmm!!!!!, ela já tinha me feito gozar de novo. Minha linda e preciosa Casidy, coloquei ela do meu lado, abracei e beijei. A boca dela tinha gosto da minha buceta, deliciosa! Falei como se fosse uma pessoa de verdade – te amo! – Deixei meus braços caírem na cama por causa da relaxação que os orgasmos me deram, virei a cabeça para o criado-mudo e vi o lubrificante anal e o vaginal da minha boneca. – Por que não? – pensei, me aproximei e peguei eles. Abri o frasco vaginal, cheirei, peguei um pouco com o mindinho e provei. Não tinha gosto ruim e tinha gosto de buceta, não igual ao gosto da minha, mas tava bom pra mim. Comecei a passar dentro e fora da minha boneca. Como tava ligada, ouvia os gemidos da minha Casidy. Virei ela de bruços e peguei o lubrificante anal. Nunca na minha vida tinha lambido um cu, na verdade nunca tinha ficado com uma mina. Cheirei e não cheirava a merda, óbvio. Comecei a passar em volta do ânus dela e em volta das nádegas, como se tivesse fazendo uma massagem. Enfiei meus dedos dentro do ânus dela, apertado, e coloquei um pouco do lubrificante. Fiquei curiosa pra saber que sensação seria aquela, nunca tinha tido relação anal, embora meu ex tivesse pedido umas vezes, nunca aceitei. Mas como tava excitada e explorando um mundo novo, passei lubrificante nos meus dedos, me deitei de lado e comecei a passar no meu ânus. Levantei minha perna esquerda e comecei a enfiar um dedo, devagar. Sentia como se fosse abrindo aos poucos, sentia a pressão no meu dedo, sentia os arredores do meu cu. Doía um pouquinho e me sentia estranha, mas sabia que tudo no começo é difícil e era questão de me acostumar. Comecei a girar meu dedo e a coisa foi melhorando. Comecei a enfiar e tirar meu dedinho bem de leve. Me aproximei da Casidy e comecei a chupar os peitos dela enquanto meu dedinho brincava no meu cu. Olhei pra Casidy e falei: – Quer que eu te faça minha, amor? Tirei o dedo do cu e enfiei no cu de Casidy na boca -Você gosta? Disse pra minha boneca, deitei ela, abri as pernas dela, coloquei as mãos dela como se ela estivesse se tocando nos peitos, me deitei, peguei as pernas dela e, com medo, aproximei meus lábios dos lábios vaginais dela e comecei a passar a língua em volta e ouvia Casidy dizer -Oh God!, Yeah!, isso me deixou com tesão e enfiei o dedo no meu cu de novo e com a outra mão me tocava nos peitos, espremia eles e puxava meus mamilos, torcia eles e molhava com minha saliva, sem parar de lamber a buceta da minha boneca, nunca tinha chupado uma buceta, não sabia do que tinha perdido, depois de um tempo levantei e já não era a mesma, olhei pra Casidy e falei –de agora em diante você vai fazer tudo que eu mandar- e cuspi nela, foi foda, minha parte dominadora saiu, peguei Casidy, como se fosse uma qualquer e dei uns tapas nela, cuspi nela de novo, beijei ela com força e joguei ela na cama, subi na cama e chutei os peitos dela, me aproximei e enfiei os dedos do meu pé na boca dela, o demônio do sexo tinha entrado em mim porque me arranhei os peitos e peguei os lábios da minha buceta e apertei eles como se fosse arrancar, me joguei em cima de Casidy e comecei a enfiar os dedos na buceta dela, coloquei meu ouvido na boca dela pra ouvir me fode!, Yeah!, Oh Yeah!, -você gosta, puta?, você gosta, né?, falava com paixão pra minha boneca, -quer que eu chupe seu cu, desgraçada?, falei, virei ela e coloquei de quatro, me ajoelhei na frente da bunda dela, coloquei minhas mãos na bunda dela e comecei a passar a língua no cu dela, como se fosse o último sorvete da terra, aproveitava e dava uns tapas na bunda e ouvia Casidy dizer -ah Ah! Mais mais!- passava a língua em volta do cu dela, chupei a bunda dela e claro, também chupava a buceta dela. Lembrei que tinha comprado um cinto com um consolo, coloquei Casidy de lado e fui colocar ele, comecei a tocar nele como se tivesse um pau, lembrei das vezes que masturbei paus, embora não seja a mesma sensação, me sentia dominadora e eu ia e queria estuprar a Casidy. —Você é uma puta maldita e vou meter meu pau em você — falei pra minha boneca, passei lubrificante e enfiei até o fundo. Lembrei das vezes que fui comida e levava porrada forte. Abri as pernas da Casidy, segurei pelos tornozelos, me ajeitei e comecei a meter nela. Eu via o cabelo dela balançando e o movimento ritmado dos peitos. Era tão lindo, não é à toa que os homens adoram nos comer com força…

Depois de um tempo, decidi pegar o consolo e colocar na Casidy. Deitei ela, o consolo virado pra cima, e me sentei em cima. Queria enfiar no cu, mas não aguentei. Não dava pra perder a virgindade do meu cu assim, do nada. Mas mesmo assim penetrei minha buceta. Comecei a acariciar meus peitos e a me mexer ritmadamente. Quando olhava pra Casidy, cuspia nela e falava: —Você é uma porca. Queria ser minha namorada, né? — Nunca tinha me divertido tanto. Me aproximava da minha linda Casidy, dava tapas na cara dela e puxava os bicos dos peitos. Já não tratava ela com amor, só queria paixão e luxúria. Continuei me remexendo em cima do consolo até que — aaaahhh! Aaaahhh! Sim, sim, sim, ummmmmmmm! Tive outro orgasmo… Caí exausta com o consolo ainda dentro e em cima do corpo da minha Casidy. Lamberia o rosto dela e dizia: —Te amo, meu amor. Você é a melhor coisa que me aconteceu.

Peguei meus cobertores e travesseiros, arrumei na cama, me deitei e abracei a Casidy. Já eram quase 6 da manhã. Tive uma longa madrugada de sexo com uma boneca inflável, que me ajudou a descobrir meu lado selvagem. Nunca tinha me divertido tanto. Naquela manhã, não fui trabalhar. Depois de me reportar doente, dormi mais um pouco e acordei à 1 da tarde. Fiz café da manhã, peguei meu laptop e procurei mais informações sobre bonecas infláveis. A maioria é da Ásia e dos EUA. Tem umas com porta USB, pra viver uma relação virtual e física com elas. Inclusive, tem outras que dá pra aumentar o tamanho da bunda e dos peitos, outras que urinam, têm gozo feminino, menstruam ou são Eles tão cagando, não são do meu gosto essas, mas pra fetiche também tem suas bonecas, ha ha ha ha!.
O imbecil do Edwar me ligou 2 vezes pra ver se o pacote dele tinha chegado, falei que não, mesmo ele dizendo que a entrega foi confirmada, eu só falei que não recebi nem deixaram no meu apê, não ouvi mais nada dele.
Minha amiga continua me perguntando por que fui naquela sex shop, não contei meu segredo pra ninguém, nem pros meus parceiros. Minha bonequinha, toda vez que tenho visita, eu esvazio, guardo na caixinha, escondo no armário e quando fico sozinha, pego ela e a gente transa uma vez atrás da outra…
A peituda da loja? Bom, não vi ela de novo. Nunca transei com uma mulher de verdade, pra isso tenho a Casidy; e homens? Pois é, depois do Edwar fiquei com 2, bons na cama, pinto normal, fogosos e carinhosos, aprendi mais coisas com eles pra fazer com a Casidy.
E outra coisa, ainda sou virgem do cu, o máximo que fiz foi enfiar um dedo… Até a próxima, hoje é dia de transar com a Casidy e se eu continuar vidrada no meu notebook, escrevendo minha historinha, ela não vai se deixar pegar gostosa como sempre.
Paz!


Valeu por ler e pelos comentários!!!

8 comentários - El Paquete de Mi Ex.

IMPRESIONANTE APORTE !!!!

FELICITACIONES

GRACIAS POR COMPARTIR !!

Bien cogida, mejor culeada...relato
mu_a2 +1
tremendo relato gracias por compartir 😉 😉 😉
relato cogidainfiel
WWWWWWaaaaaaaaooooooooo que historia, genial gracias por compartir!!!
muy bueno ,,tenes esta vergota para metertela en culo!!