Minha melhor amiga Andrea não queria chegar aos 18 anos sendo virgem, então me pediu para transformá-la em mulher um dia antes do aniversário dela.
Em 1993, meu pai conseguiu uma promoção no trabalho e decidiu que a gente ia se mudar para uma cidade nova. A ideia me irritou pra caralho, eu tinha acabado de fazer 13 anos e ia ser obrigado a largar meus amigos de infância. A gente foi pra uma casa bonita, minha mãe tava super feliz, e eu não tive escolha a não ser me acostumar.
No primeiro dia de aula, me senti meio desconfortável. No ônibus que ia levar a gente pro colégio, sentei do lado da Andrea, uma menina gostosa que estudava na mesma escola. Meio nervoso, me apresentei e comecei a conversar com ela, que respondeu com simpatia. Assim a gente começou uma conversa divertida até chegar no colégio, e ela me ajudou como guia. Na saída, procurei ela no ônibus e sentei do lado de novo, continuamos conversando, e foi assim que consegui minha primeira amiga, que depois virou minha melhor amiga.
Por ser meio extrovertido, foi mais fácil do que eu imaginava fazer novos amigos. Graças ao futebol e aos videogames, logo me enturmei no grupo, me convidavam pra festas e várias atividades. Mas eu curtia pra caramba a companhia da Andrea, a gente tinha muito em comum, adorava passar tempo com a família dela. A irmã mais nova, Guiselle, era muito divertida. A gente parecia namorados, mas nunca pensei nela como algo mais que uma amiga, talvez pra não arriscar uma amizade tão foda.
Uns dois anos depois, comecei a namorar a Brenda, que era uma das melhores amigas da Andrea. Eu gostava muito dela, e a Andrea me ajudou a conquistá-la. Devo dizer que não tinha problema em arrumar namoradas, não me acho muito bonito, mas também não sou feio. Passava muito tempo nos esportes, então tinha um corpo atlético, e me divertia pra caralho porque tinha fama de pegador.
Mesmo namorando, continuava passando muito tempo com a Andrea. A gente ia junto ao cinema, shows, festas, etc. Andrea, por outro lado, era muito Controlada pelos pais, que não deixavam ela pensar em nada além dos estudos. Quando saíamos, ela tinha que voltar antes das 21h, precisava tirar notas excelentes sempre e não deixavam ela ter namorado, mesmo tendo uma fila de pretendentes.
Como eu disse antes, eu não via a Andrea como uma possível conquista, mas não dava pra ignorar que ela tinha um corpo maravilhoso: pele morena, cabelo liso e preto, peitos médios, redondos e muito apetitosos, pernas lindas e bem bronzeadas, e uma bunda de dar inveja. Ela adorava dançar, e a gente saía pra correr toda manhã, o que ajudava ela a se manter em forma.
Um dia, combinamos de ir ao cinema. Cheguei um pouco mais cedo, a mãe dela abriu a porta e me deixou entrar como sempre. Fui até o quarto dela, e ela estava terminando um trabalho. Disse que já estava quase acabando, então eu me deitei na cama dela e liguei a TV. Uns 5 minutos depois, ela falou que tinha terminado e pediu pra eu sair porque precisava tirar o uniforme. De brincadeira, falei pra ela tirar ali mesmo, que eu tava com preguiça de esperar do lado de fora.
— Acho que não — ela disse com uma careta.
— Qual é, a gente é amigo há tanto tempo, já até te vi de biquíni.
— Tá bom, então, mas fecha os olhos.
Ela levantou a blusa e abaixou a saia, se virou e me deu as costas. Tava usando uma calcinha branca que deixava ver como a bunda dela era perfeita. E pela primeira vez, fiquei realmente excitado ao vê-la. Não consegui parar de olhar e falei:
— Andrea, nunca te falei isso, mas que gostosa você tá…! 🤤
— Ah… como é que você vem com essa?
— Não, sério. Tenho que dizer que você tem a melhor raba que eu já vi.
— Sempre pagando de galã, vamos logo.
Fomos ao cinema como sempre, mas eu olhava pra ela de um jeito diferente. Abracei ela mais do que nas outras vezes, e a gente se divertiu pra caramba. Naquela noite, minha casa tava vazia, então pude saciar meu desejo com a minha Brenda, com quem eu já transava há mais de 18 meses, mas na minha mente eu via o rosto da Andrea no lugar do da Brenda (mesmo que Brenda era mais gostosa) o tesão que eu sentia era enorme. Eu tinha que arriscar com a Andrea, mas precisava saber se ela topava mais.
Umas 3 semanas depois fomos convidados pra uma festa a umas 4 quadras da casa dela, fui com a Andrea e me diverti na festa, tomei umas bebidas e lá pelas 9 da noite ela veio me chamar e disse que já tinha que ir, fingi que tava bêbado, agi como se tivesse dificuldade pra andar e que não tava muito consciente do que fazia. Fomos andando, eu falava besteiras e quando chegamos num lugar escuro do caminho, parei e falei que ela era muito gostosa, na hora beijei ela e por um momento ela me afastou e disse que eu tava muito bêbado. Uns passos adiante tentei de novo e dessa vez ela se deixou levar, me beijou com paixão, comecei a acariciar o peito direito dela enquanto beijava, ela deixou, continuei apalpando ela, até que toquei na bunda dela. Aí ela me afastou e disse que era melhor a gente ir. Tentei beijar ela de novo mas não deixou mais. Não liguei, já sabia que ela queria algo mais comigo.
No dia seguinte cheguei na casa dela e ela não falou nada do que aconteceu, só disse que eu tinha saído muito bêbado e que ela tinha me ajudado a chegar em casa. Eu entrei na onda e falei que não lembrava de nada. Na semana seguinte teve outra festa perto do mesmo lugar e foi ela quem me convidou. De novo fingi que tava bêbado e dessa vez beijei ela por mais tempo, coloquei a mão por baixo da saia dela e toquei na bunda. Aproveitei também pra passar a mão por cima da bucetinha dela, a calcinha tava molhada. Continuei tocando ela, peguei a mão dela e levei até minha calça, ela acariciou meu pau por cima mas não quis tirar pra fora. Depois de um tempo ela me fez parar e me acompanhou até em casa. No dia seguinte fizemos a mesma encenação de não lembrar de nada. Eu queria ela e sabia que ela me queria também, mas não me atrevia a tentar ir mais longe, porque não queria terminar com a Brenda.
Umas 4 semanas depois, um dia antes do aniversário dela de 18, a Andrea me pediu pra chegar de tarde na casa dela. Como sempre, fui, mas tinha algo diferente, ela tinha acabado de tomar banho e se maquiado. Tava com a mesma minissaia que eu tanto gostava; estranhei um pouco a roupa dela. Aí ela me disse que os pais e a irmã tinham saído da cidade e iam voltar só no dia seguinte. Depois, ela pediu uma coisa que me deixou pasmo.
— Sabe, Luis, você é meu melhor amigo e quero te pedir um grande favor, mas tô com vergonha.
— Ei, a gente nunca teve vergonha um do outro, pede o que quiser.
— Sim, mas isso é maior e não sei como pedir.
— Te devo muito e faço qualquer coisa (meu coração tava a mil).
— Sim, mas é que eu sei que você gosta muito da Brenda, que é minha melhor amiga, e…
— Vai, fala logo, que tudo se resolve.
— Bom, você sabe como minha mãe é, nunca me deixou fazer nada. Amanhã faço 18 anos e não quero passar eles sendo virgem — falou com o rosto vermelho de vergonha.
— E você quer que eu…? (perguntei disfarçando minha alegria) 😛 😃
— Pois é, você é o melhor homem que conheço e te peço, por favor, pra me fazer mulher.
— E a Brenda?
— Juro que não vou contar nada pra ela. É muito importante pra mim e faço o que você quiser.
Aí me aproximei dela e beijei ela, igual quando me fiz de bêbado. Ela, claro, correspondeu. Sem parar de nos beijar, fomos até o quarto dos pais dela e deitamos na cama. Abri a blusa dela e tirei, enquanto beijava o pescoço dela. Abri o sutiã e os peitos dela ficaram expostos pela primeira vez. Beijei eles, chupei e mordi de leve os bicos. Me deliciei com eles por mais de 5 minutos. Falei pra ela não se calar e me dizer do que gostava. Depois, beijei a barriga dela e tirei minha camisa. Chupei os peitos dela de novo enquanto minha mão brincava por baixo da saia dela. Tava tudo muito excitado. Ela se levantou e tirou a saia. Eu aproveitei e tirei a calça. Ela deitou de novo e eu beijei a barriga dela de novo. Enfiei minha língua na… umbigo e beliscava os biquinhos dos peitos dela. Desci então pra calcinha dela, que fui tirando aos poucos, beijava a rachinha dela, que tinha poucos pelinhos. Tirei toda a roupa dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela tava quase tendo o primeiro orgasmo (segundo ela me disse depois, nunca tinha se masturbado), continuei chupando até que peguei o clitóris dela entre meus dentes,
- Continua, por favor, eu tô gostando, continua
Ela se contorcia e uns segundos depois explodiu num orgasmo enorme, dava pra ouvir os gemidos dela
- Nossa, isso foi incrível. Ela disse
- E ainda falta muito mais
Queria que ela me chupasse, mas ia deixar pra depois, esse era o momento dela, então voltei a beijar os lábios dela e continuei tocando a periquita dela. Virei ela de costas e beijei as costas dela, fui descendo até chegar na bunda dela, era uma delícia, beijei, mordi. Separei as nádegas dela e enfiei a língua no cu dela, chupei ele, ela só se deixava fazer enquanto gemia. Eu chupava o clitóris dela e subia até o cu dela. Ela tava pronta, peguei uma camisinha e ela disse pra eu não me preocupar que já tava tomando pílula fazia mais de um mês.
Virei ela de novo, beijei ela e, olhando nos olhos dela, coloquei meu pau completamente duro na entrada da vagina dela.
- Tá pronta?
- Tô, mas vai com cuidado
Devagar fui enfiando meu pinto nela, ela mordia o lábio e fechou os olhos, senti que o hímen dela tava impedindo a entrada, empurrei com força, ela reclamou da dor. Parei o movimento até a dor passar, aí enfi meu pau até o fundo. Comecei um movimento lento, fui aumentando o ritmo, aos poucos ela foi se acostumando com a situação e pegou o ritmo, mexia a cintura dela no mesmo compasso das minhas investidas, depois de um tempo esqueceu a dor e, apesar da apertadinha, começou a sentir prazer, agarrou meu corpo com as pernas dela feito um alicate, eu do meu lado tava aproveitando como nunca, me concentrei em aguentar até ela gozar de novo. Depois de mais de 10 minutos ela me dizia
- É uma delícia, não para, tô quase lá
Aumentei o ritmo e, alguns segundos depois, ela cravou as unhas nas minhas costas, me prendeu com mais força com as pernas e, com suspiros fortes, me mostrou que tinha alcançado o êxtase pela segunda vez. Na hora, enchi o útero dela de porra, jorrei uma quantidade enorme de leite. Tinha sido, de longe, a melhor foda da minha vida.
A gente se beijou e ficou deitado na cama. Conversamos sobre o que tinha rolado, ela me agradeceu e disse que tinha sido muito melhor do que imaginava, que era o melhor presente de aniversário que já tinha ganhado na vida toda.
Beijei ela e falei que ela tinha que me agradecer de outro jeito.
- Ah, é! E como eu devo fazer? - ela disse com cara de safada.
- Bom, já que você não é mais mocinha, queria que essa boquinha linda me mostrasse 😀
Levantei na cama e, com meu pau duro de novo apontando pra cara dela, mandei ela chupar. Ela, sem pensar muito, beijou a ponta várias vezes, depois colocou a língua pra fora e deu várias lambidas no meu pau. Com muito tesão, ela desviou o olhar pros meus olhos e abriu os lábios de vez. Enfiei meu pau na boca dela, e ela começou a sugar e chupar. Deu umas mordidinhas por inexperiência, mas mandava muito bem. Me mamou por mais de 5 minutos, deixando escapar bastante saliva pelo canto da boca.
- Você é uma boqueteira de primeira - falei pra ela.
Ela continuou lambendo por um bom tempo, até que eu falei que ia ensinar uma posição nova. Mandei ela ficar de quatro, igual uma putinha, e ela, toda excitada, obedeceu. Brinquei um pouco com o clitóris dela e com o cu, com cuidado, penetrei de novo. Ela tava encharcada. Montei um vai e vem, rápido e devagar, rápido e devagar, até levar ela de novo à beira do orgasmo. Quando ela tava mais quente, enfiei a ponta do dedo no cu dela. Isso a desconcertou e, na sequência, ela teve um orgasmo convulsivo. Poucos segundos depois, eu também gozei.
- Agora, como amigos, a gente vai continuar transando, né?
- Sempre que você quiser - ela respondeu, tentando se acalmar. Passamos a noite juntos na cama dos pais dela. Ao amanhecer do dia seguinte, acordei e comecei a beijar os bicos dos peitos dela, devagar, até ela acordar.
— Feliz aniversário, gostosa.
E beijei ela na boca. A gente transou mais duas vezes naquela manhã e depois várias outras vezes. Ela aceitou que eu continuasse com minha namorada e prometeu não contar nada. Tudo seguiu bem até a irmã dela ver o que a gente tava fazendo… 😳
Em 1993, meu pai conseguiu uma promoção no trabalho e decidiu que a gente ia se mudar para uma cidade nova. A ideia me irritou pra caralho, eu tinha acabado de fazer 13 anos e ia ser obrigado a largar meus amigos de infância. A gente foi pra uma casa bonita, minha mãe tava super feliz, e eu não tive escolha a não ser me acostumar.
No primeiro dia de aula, me senti meio desconfortável. No ônibus que ia levar a gente pro colégio, sentei do lado da Andrea, uma menina gostosa que estudava na mesma escola. Meio nervoso, me apresentei e comecei a conversar com ela, que respondeu com simpatia. Assim a gente começou uma conversa divertida até chegar no colégio, e ela me ajudou como guia. Na saída, procurei ela no ônibus e sentei do lado de novo, continuamos conversando, e foi assim que consegui minha primeira amiga, que depois virou minha melhor amiga.
Por ser meio extrovertido, foi mais fácil do que eu imaginava fazer novos amigos. Graças ao futebol e aos videogames, logo me enturmei no grupo, me convidavam pra festas e várias atividades. Mas eu curtia pra caramba a companhia da Andrea, a gente tinha muito em comum, adorava passar tempo com a família dela. A irmã mais nova, Guiselle, era muito divertida. A gente parecia namorados, mas nunca pensei nela como algo mais que uma amiga, talvez pra não arriscar uma amizade tão foda.
Uns dois anos depois, comecei a namorar a Brenda, que era uma das melhores amigas da Andrea. Eu gostava muito dela, e a Andrea me ajudou a conquistá-la. Devo dizer que não tinha problema em arrumar namoradas, não me acho muito bonito, mas também não sou feio. Passava muito tempo nos esportes, então tinha um corpo atlético, e me divertia pra caralho porque tinha fama de pegador.
Mesmo namorando, continuava passando muito tempo com a Andrea. A gente ia junto ao cinema, shows, festas, etc. Andrea, por outro lado, era muito Controlada pelos pais, que não deixavam ela pensar em nada além dos estudos. Quando saíamos, ela tinha que voltar antes das 21h, precisava tirar notas excelentes sempre e não deixavam ela ter namorado, mesmo tendo uma fila de pretendentes.
Como eu disse antes, eu não via a Andrea como uma possível conquista, mas não dava pra ignorar que ela tinha um corpo maravilhoso: pele morena, cabelo liso e preto, peitos médios, redondos e muito apetitosos, pernas lindas e bem bronzeadas, e uma bunda de dar inveja. Ela adorava dançar, e a gente saía pra correr toda manhã, o que ajudava ela a se manter em forma.
Um dia, combinamos de ir ao cinema. Cheguei um pouco mais cedo, a mãe dela abriu a porta e me deixou entrar como sempre. Fui até o quarto dela, e ela estava terminando um trabalho. Disse que já estava quase acabando, então eu me deitei na cama dela e liguei a TV. Uns 5 minutos depois, ela falou que tinha terminado e pediu pra eu sair porque precisava tirar o uniforme. De brincadeira, falei pra ela tirar ali mesmo, que eu tava com preguiça de esperar do lado de fora.
— Acho que não — ela disse com uma careta.
— Qual é, a gente é amigo há tanto tempo, já até te vi de biquíni.
— Tá bom, então, mas fecha os olhos.
Ela levantou a blusa e abaixou a saia, se virou e me deu as costas. Tava usando uma calcinha branca que deixava ver como a bunda dela era perfeita. E pela primeira vez, fiquei realmente excitado ao vê-la. Não consegui parar de olhar e falei:
— Andrea, nunca te falei isso, mas que gostosa você tá…! 🤤
— Ah… como é que você vem com essa?
— Não, sério. Tenho que dizer que você tem a melhor raba que eu já vi.
— Sempre pagando de galã, vamos logo.
Fomos ao cinema como sempre, mas eu olhava pra ela de um jeito diferente. Abracei ela mais do que nas outras vezes, e a gente se divertiu pra caramba. Naquela noite, minha casa tava vazia, então pude saciar meu desejo com a minha Brenda, com quem eu já transava há mais de 18 meses, mas na minha mente eu via o rosto da Andrea no lugar do da Brenda (mesmo que Brenda era mais gostosa) o tesão que eu sentia era enorme. Eu tinha que arriscar com a Andrea, mas precisava saber se ela topava mais.
Umas 3 semanas depois fomos convidados pra uma festa a umas 4 quadras da casa dela, fui com a Andrea e me diverti na festa, tomei umas bebidas e lá pelas 9 da noite ela veio me chamar e disse que já tinha que ir, fingi que tava bêbado, agi como se tivesse dificuldade pra andar e que não tava muito consciente do que fazia. Fomos andando, eu falava besteiras e quando chegamos num lugar escuro do caminho, parei e falei que ela era muito gostosa, na hora beijei ela e por um momento ela me afastou e disse que eu tava muito bêbado. Uns passos adiante tentei de novo e dessa vez ela se deixou levar, me beijou com paixão, comecei a acariciar o peito direito dela enquanto beijava, ela deixou, continuei apalpando ela, até que toquei na bunda dela. Aí ela me afastou e disse que era melhor a gente ir. Tentei beijar ela de novo mas não deixou mais. Não liguei, já sabia que ela queria algo mais comigo.
No dia seguinte cheguei na casa dela e ela não falou nada do que aconteceu, só disse que eu tinha saído muito bêbado e que ela tinha me ajudado a chegar em casa. Eu entrei na onda e falei que não lembrava de nada. Na semana seguinte teve outra festa perto do mesmo lugar e foi ela quem me convidou. De novo fingi que tava bêbado e dessa vez beijei ela por mais tempo, coloquei a mão por baixo da saia dela e toquei na bunda. Aproveitei também pra passar a mão por cima da bucetinha dela, a calcinha tava molhada. Continuei tocando ela, peguei a mão dela e levei até minha calça, ela acariciou meu pau por cima mas não quis tirar pra fora. Depois de um tempo ela me fez parar e me acompanhou até em casa. No dia seguinte fizemos a mesma encenação de não lembrar de nada. Eu queria ela e sabia que ela me queria também, mas não me atrevia a tentar ir mais longe, porque não queria terminar com a Brenda.
Umas 4 semanas depois, um dia antes do aniversário dela de 18, a Andrea me pediu pra chegar de tarde na casa dela. Como sempre, fui, mas tinha algo diferente, ela tinha acabado de tomar banho e se maquiado. Tava com a mesma minissaia que eu tanto gostava; estranhei um pouco a roupa dela. Aí ela me disse que os pais e a irmã tinham saído da cidade e iam voltar só no dia seguinte. Depois, ela pediu uma coisa que me deixou pasmo.
— Sabe, Luis, você é meu melhor amigo e quero te pedir um grande favor, mas tô com vergonha.
— Ei, a gente nunca teve vergonha um do outro, pede o que quiser.
— Sim, mas isso é maior e não sei como pedir.
— Te devo muito e faço qualquer coisa (meu coração tava a mil).
— Sim, mas é que eu sei que você gosta muito da Brenda, que é minha melhor amiga, e…
— Vai, fala logo, que tudo se resolve.
— Bom, você sabe como minha mãe é, nunca me deixou fazer nada. Amanhã faço 18 anos e não quero passar eles sendo virgem — falou com o rosto vermelho de vergonha.
— E você quer que eu…? (perguntei disfarçando minha alegria) 😛 😃
— Pois é, você é o melhor homem que conheço e te peço, por favor, pra me fazer mulher.
— E a Brenda?
— Juro que não vou contar nada pra ela. É muito importante pra mim e faço o que você quiser.
Aí me aproximei dela e beijei ela, igual quando me fiz de bêbado. Ela, claro, correspondeu. Sem parar de nos beijar, fomos até o quarto dos pais dela e deitamos na cama. Abri a blusa dela e tirei, enquanto beijava o pescoço dela. Abri o sutiã e os peitos dela ficaram expostos pela primeira vez. Beijei eles, chupei e mordi de leve os bicos. Me deliciei com eles por mais de 5 minutos. Falei pra ela não se calar e me dizer do que gostava. Depois, beijei a barriga dela e tirei minha camisa. Chupei os peitos dela de novo enquanto minha mão brincava por baixo da saia dela. Tava tudo muito excitado. Ela se levantou e tirou a saia. Eu aproveitei e tirei a calça. Ela deitou de novo e eu beijei a barriga dela de novo. Enfiei minha língua na… umbigo e beliscava os biquinhos dos peitos dela. Desci então pra calcinha dela, que fui tirando aos poucos, beijava a rachinha dela, que tinha poucos pelinhos. Tirei toda a roupa dela e comecei a chupar a buceta dela. Ela tava quase tendo o primeiro orgasmo (segundo ela me disse depois, nunca tinha se masturbado), continuei chupando até que peguei o clitóris dela entre meus dentes,
- Continua, por favor, eu tô gostando, continua
Ela se contorcia e uns segundos depois explodiu num orgasmo enorme, dava pra ouvir os gemidos dela
- Nossa, isso foi incrível. Ela disse
- E ainda falta muito mais
Queria que ela me chupasse, mas ia deixar pra depois, esse era o momento dela, então voltei a beijar os lábios dela e continuei tocando a periquita dela. Virei ela de costas e beijei as costas dela, fui descendo até chegar na bunda dela, era uma delícia, beijei, mordi. Separei as nádegas dela e enfiei a língua no cu dela, chupei ele, ela só se deixava fazer enquanto gemia. Eu chupava o clitóris dela e subia até o cu dela. Ela tava pronta, peguei uma camisinha e ela disse pra eu não me preocupar que já tava tomando pílula fazia mais de um mês.
Virei ela de novo, beijei ela e, olhando nos olhos dela, coloquei meu pau completamente duro na entrada da vagina dela.
- Tá pronta?
- Tô, mas vai com cuidado
Devagar fui enfiando meu pinto nela, ela mordia o lábio e fechou os olhos, senti que o hímen dela tava impedindo a entrada, empurrei com força, ela reclamou da dor. Parei o movimento até a dor passar, aí enfi meu pau até o fundo. Comecei um movimento lento, fui aumentando o ritmo, aos poucos ela foi se acostumando com a situação e pegou o ritmo, mexia a cintura dela no mesmo compasso das minhas investidas, depois de um tempo esqueceu a dor e, apesar da apertadinha, começou a sentir prazer, agarrou meu corpo com as pernas dela feito um alicate, eu do meu lado tava aproveitando como nunca, me concentrei em aguentar até ela gozar de novo. Depois de mais de 10 minutos ela me dizia
- É uma delícia, não para, tô quase lá
Aumentei o ritmo e, alguns segundos depois, ela cravou as unhas nas minhas costas, me prendeu com mais força com as pernas e, com suspiros fortes, me mostrou que tinha alcançado o êxtase pela segunda vez. Na hora, enchi o útero dela de porra, jorrei uma quantidade enorme de leite. Tinha sido, de longe, a melhor foda da minha vida.
A gente se beijou e ficou deitado na cama. Conversamos sobre o que tinha rolado, ela me agradeceu e disse que tinha sido muito melhor do que imaginava, que era o melhor presente de aniversário que já tinha ganhado na vida toda.
Beijei ela e falei que ela tinha que me agradecer de outro jeito.
- Ah, é! E como eu devo fazer? - ela disse com cara de safada.
- Bom, já que você não é mais mocinha, queria que essa boquinha linda me mostrasse 😀
Levantei na cama e, com meu pau duro de novo apontando pra cara dela, mandei ela chupar. Ela, sem pensar muito, beijou a ponta várias vezes, depois colocou a língua pra fora e deu várias lambidas no meu pau. Com muito tesão, ela desviou o olhar pros meus olhos e abriu os lábios de vez. Enfiei meu pau na boca dela, e ela começou a sugar e chupar. Deu umas mordidinhas por inexperiência, mas mandava muito bem. Me mamou por mais de 5 minutos, deixando escapar bastante saliva pelo canto da boca.
- Você é uma boqueteira de primeira - falei pra ela.
Ela continuou lambendo por um bom tempo, até que eu falei que ia ensinar uma posição nova. Mandei ela ficar de quatro, igual uma putinha, e ela, toda excitada, obedeceu. Brinquei um pouco com o clitóris dela e com o cu, com cuidado, penetrei de novo. Ela tava encharcada. Montei um vai e vem, rápido e devagar, rápido e devagar, até levar ela de novo à beira do orgasmo. Quando ela tava mais quente, enfiei a ponta do dedo no cu dela. Isso a desconcertou e, na sequência, ela teve um orgasmo convulsivo. Poucos segundos depois, eu também gozei.
- Agora, como amigos, a gente vai continuar transando, né?
- Sempre que você quiser - ela respondeu, tentando se acalmar. Passamos a noite juntos na cama dos pais dela. Ao amanhecer do dia seguinte, acordei e comecei a beijar os bicos dos peitos dela, devagar, até ela acordar.
— Feliz aniversário, gostosa.
E beijei ela na boca. A gente transou mais duas vezes naquela manhã e depois várias outras vezes. Ela aceitou que eu continuasse com minha namorada e prometeu não contar nada. Tudo seguiu bem até a irmã dela ver o que a gente tava fazendo… 😳
10 comentários - Relato erótico: mi mejor amiga me pidió que la desvirgara!
q paso con la hermana cuando vio q garchaban?
En ese momento nada, pero después me empezó a mirar raro 🙄
Hasta que me la garché a ella (naaa mentira) 😃 😃
Gracias por los puntos 🙂
buen relato sigue asi.
:buenpost:
Puntos y favorito te lo mereces amigo.