Que bom que você veio, não pensei que você era assim", me dizia Yesi, enquanto eu me ajeitava pra dormir, meio culpado. "Você é uma gostosa mesmo, ontem de manhã não imaginava nada disso", falei, enquanto ela acariciava minha cabeça...
Na manhã anterior, minha namorada me mandou uma mensagem dizendo que queria terminar. Segundo ela, os motivos foram pura e exclusivamente por minha culpa: eu mudei muito e não tratava ela como antes. Tava na escola, cheio de raiva e ódio, porque embora fosse verdade que eu mudei, tudo era por causa dos problemas que eu tinha com minha família. Lucas, que começava a me conhecer um pouco mais, me abraçou e, no meio do ódio, me disse: "Caralho, hoje no Chankanab a gente vai detonar, fica tranquilo". Enquanto ele tentava me consolar, eu pensava no que ia fazer, já que a gente se apaixonou muito novos e ficamos juntos por uns anos. Algumas horas depois, especialmente no segundo recreio, começamos a conversar com Lucas enquanto andávamos pelo pátio...
Eu: Bolo, não sei o que fazer, você não me conhece muito, mas apesar de como eu sou, não sei, eu amo ela, entende?
Lucas: Feichu, o amor é assim, talvez seja verdade que a gente não se conhece muito, mas a dor é compartilhada.
Eu: É, mas beleza, vamos parar de falar disso. A única coisa que quero é ir embora, espairecer, sair daqui.
Lucas: Fica de boa, já te falei, hoje o Chankanab é nosso. Você vai conhecer a noite de San Martín.
Eu: Então tá, se não tem outro jeito, vamos. Desde que cheguei aqui, o único lugar que fui foi no La Curva pra tomar algo ou no La Cueva pra jogar umas sinuquinhas.
A conversa continuou, mas com assuntos que pouco importavam. Subimos pra guardar as coisas e nos formar pro ato, pra depois poder ir embora. Enquanto isso, eu pensava em quanto ia sentir falta dela e que nunca ia conseguir esquecê-la. Nisso, Fercho (outro grande amigo, que naquele ano foi como um irmão pra mim, assim como Lucas) se aproxima, me olha quase duvidando e diz: "Hoje a gente sai nós três, assim você espairece e a gente detona tudo, beleza? Vai melhorar", eu sorri e continuei focado no ato, embora minha cabeça estivesse em outro lugar. Lembrava das noites de sexo, das vezes que a gente transava, das posições que a gente fazia, memorizava cada centímetro do corpo dela, mas sabia que ela já não era minha, ou pelo menos por enquanto.
Dessa vez, quem caminhava aquelas 40 quadras éramos eu, Lucas e Fercho, a gente ia almoçar na casa do Lucas, que se ofereceu pra me animar. Começamos a comer umas pizzas boas e os caras entraram no MSN pra procurar umas minas pra acompanhar a gente. Naquele momento, chega uma mensagem pra mim, era a Pechu dizendo: "te vi triste hoje, o que rolou?". Quase deixando as lágrimas caírem, contei o que aconteceu e o que os caras estavam planejando. Não passou um minuto e ela me ligou pra confirmar que ela mesma ia chamar duas amigas pra gente ficar em seis. Contei pros caras e, quase que obrigatório, fomos comprar roupa no Unicenter, que fica a só 5 minutos da gente. Subimos no 71 e nos primeiros bancos virados, tinha um casal muito apaixonado e, obviamente, eu imaginei ela de novo.
Chegamos no lugar, compramos umas paradas, tomamos um frapuccino e voltamos cada um pra sua casa, pra comer, tomar banho, fazer a barba, passar o melhor perfume e encontrar as minas na casa do Lucas pra fazer a prévia. Chegou a hora, começamos a beber, todo mundo tava lá, a Pechu me abraçou, me apresentou a Coti e a Yesi, supostamente a gostosa mais linda até agora, mas o único problema é que ela tinha namorado, caminhoneiro e 10 anos mais velho que ela, era impossível. Meu desafio era conquistar ela, mesmo a Pechu jogando tudo contra. O cabelo castanho dela, os olhos castanhos, o nariz pequeno, um piercing que parecia uma pinta, estilo Marilyn Monroe, a boca pequena, mas que encaixava perfeitamente no sorriso lindo dela, mais pra baixo, os peitos dela, meio surpreendentes, porque ela não passava de 1,66 m e era realmente chamativa, a barriga dela com uns gominhos marcados, provavelmente porque tinha começado a academia faz pouco tempo, um belo piercing na barriga que brilhava tanto quanto o olhar dela pra mim, mais pra baixo as pernas dela, bem torneadas, fazendo uma boa companhia pra rabeta dela e junto com elas umas leggings pretas lindas. Por um instante, nossos olhares se conectaram, a gente não conseguiu se segurar, minutos depois ela sentou do meu lado e começamos a rir, contando histórias das nossas vidas. Chegou a hora de ir pra balada, na fila enorme que tinha pra entrar a gente continuava conversando, quase sem vontade de entrar pra dançar, mas fazer o que, não íamos estragar todo o rolê que os caras tinham armado.
Dançamos um tempo separados, fui comprar algo pra beber, fiquei com um grupo de minas, ela fez o mesmo com uns caras, mas a gente não parava de se olhar, continuava na mesma, até que eu chego nela, tiro ela pra dançar sem muita enrolação, dançamos juntos, falo pra ela, "olha, eu realmente não quero ficar aqui, mas quero ir embora com você", ela ri, faz um gesto com a cabeça e sussurra no meu ouvido que tava com a mesma vontade. Decidimos vazar, quase sem avisar ninguém, paramos perto do Uni, entramos no HN, começamos com beijos suaves, com muita paixão, a gente não parava de percorrer os corpos um do outro com as mãos, começamos a tirar a roupa devagar, percorri o corpo todo dela com beijos, ela tava muito excitada, desci um pouco mais, beijei as pernas dela, fui pros músculos da coxa, me ajeitei melhor e comecei a trabalhar, ela gritava, parecia se desmontar, eu continuei no tranco, mas dessa vez enfiando os dedos. Yesi pega na minha cabeça, me puxa pra cima e ela começa a chupar minha pica, minutos depois, a gente se viu rodeado de tesão e começamos a nos revirar na cama pra achar a primeira posição, naquela noite a gente tinha pago 6 horas pra aproveitar bem. Começamos com a tradicional, ela se agarrou em mim, talvez pra se esfregar mais e apertar forte lá dentro, depois ficou de quatro, a gente teve um sexo bem mais pesado, eu puxava ela pelo cabelo, dava tapas na bunda dela, parecia que ela tava gostando, cada vez gritava mais e mostrava quando pedia, "me dá mais, mais forte, vai, até o fundo", os gritos dela me incentivavam, quase gozando, ela pede pra eu gozar nela, obedeço, tiro a rola rápido e dou tudo, parece que ela gostou, engulo quase tudo e lavo com a língua dela inteiro, quase deixando seca. Passaram 5 horas, a gente transou sem parar praticamente, comi a bunda dela, ela gostou tanto que a gente fez mais três vezes, gozei dentro como ela pedia e eu tanto queria, a gente curtiu tanto que naquele momento, eu tinha esquecido de tudo. Mas, 7 da manhã, o celular dela toca, o namorado, que precisava vê-la, ela me olha, quase triste, "tenho que ir e não quero", e eu respondi, "é, às vezes a gente tem que sacrificar coisas pelo amor"...
"Que bom que você foi, não imaginava que você era assim", a Yesii falava, enquanto eu me arrumava pra dormir, meio culpado. "Você é uma gostosa mesmo, ontem de manhã eu não imaginava tudo isso", falei enquanto ela acariciava minha cabeça e se trocava pra ir encontrar o namorado...
FIM!!!COMENTA ALIMENTA MINHAS HISTÓRIAS!!! VALEU!!!
Na manhã anterior, minha namorada me mandou uma mensagem dizendo que queria terminar. Segundo ela, os motivos foram pura e exclusivamente por minha culpa: eu mudei muito e não tratava ela como antes. Tava na escola, cheio de raiva e ódio, porque embora fosse verdade que eu mudei, tudo era por causa dos problemas que eu tinha com minha família. Lucas, que começava a me conhecer um pouco mais, me abraçou e, no meio do ódio, me disse: "Caralho, hoje no Chankanab a gente vai detonar, fica tranquilo". Enquanto ele tentava me consolar, eu pensava no que ia fazer, já que a gente se apaixonou muito novos e ficamos juntos por uns anos. Algumas horas depois, especialmente no segundo recreio, começamos a conversar com Lucas enquanto andávamos pelo pátio...
Eu: Bolo, não sei o que fazer, você não me conhece muito, mas apesar de como eu sou, não sei, eu amo ela, entende?
Lucas: Feichu, o amor é assim, talvez seja verdade que a gente não se conhece muito, mas a dor é compartilhada.
Eu: É, mas beleza, vamos parar de falar disso. A única coisa que quero é ir embora, espairecer, sair daqui.
Lucas: Fica de boa, já te falei, hoje o Chankanab é nosso. Você vai conhecer a noite de San Martín.
Eu: Então tá, se não tem outro jeito, vamos. Desde que cheguei aqui, o único lugar que fui foi no La Curva pra tomar algo ou no La Cueva pra jogar umas sinuquinhas.
A conversa continuou, mas com assuntos que pouco importavam. Subimos pra guardar as coisas e nos formar pro ato, pra depois poder ir embora. Enquanto isso, eu pensava em quanto ia sentir falta dela e que nunca ia conseguir esquecê-la. Nisso, Fercho (outro grande amigo, que naquele ano foi como um irmão pra mim, assim como Lucas) se aproxima, me olha quase duvidando e diz: "Hoje a gente sai nós três, assim você espairece e a gente detona tudo, beleza? Vai melhorar", eu sorri e continuei focado no ato, embora minha cabeça estivesse em outro lugar. Lembrava das noites de sexo, das vezes que a gente transava, das posições que a gente fazia, memorizava cada centímetro do corpo dela, mas sabia que ela já não era minha, ou pelo menos por enquanto.
Dessa vez, quem caminhava aquelas 40 quadras éramos eu, Lucas e Fercho, a gente ia almoçar na casa do Lucas, que se ofereceu pra me animar. Começamos a comer umas pizzas boas e os caras entraram no MSN pra procurar umas minas pra acompanhar a gente. Naquele momento, chega uma mensagem pra mim, era a Pechu dizendo: "te vi triste hoje, o que rolou?". Quase deixando as lágrimas caírem, contei o que aconteceu e o que os caras estavam planejando. Não passou um minuto e ela me ligou pra confirmar que ela mesma ia chamar duas amigas pra gente ficar em seis. Contei pros caras e, quase que obrigatório, fomos comprar roupa no Unicenter, que fica a só 5 minutos da gente. Subimos no 71 e nos primeiros bancos virados, tinha um casal muito apaixonado e, obviamente, eu imaginei ela de novo.
Chegamos no lugar, compramos umas paradas, tomamos um frapuccino e voltamos cada um pra sua casa, pra comer, tomar banho, fazer a barba, passar o melhor perfume e encontrar as minas na casa do Lucas pra fazer a prévia. Chegou a hora, começamos a beber, todo mundo tava lá, a Pechu me abraçou, me apresentou a Coti e a Yesi, supostamente a gostosa mais linda até agora, mas o único problema é que ela tinha namorado, caminhoneiro e 10 anos mais velho que ela, era impossível. Meu desafio era conquistar ela, mesmo a Pechu jogando tudo contra. O cabelo castanho dela, os olhos castanhos, o nariz pequeno, um piercing que parecia uma pinta, estilo Marilyn Monroe, a boca pequena, mas que encaixava perfeitamente no sorriso lindo dela, mais pra baixo, os peitos dela, meio surpreendentes, porque ela não passava de 1,66 m e era realmente chamativa, a barriga dela com uns gominhos marcados, provavelmente porque tinha começado a academia faz pouco tempo, um belo piercing na barriga que brilhava tanto quanto o olhar dela pra mim, mais pra baixo as pernas dela, bem torneadas, fazendo uma boa companhia pra rabeta dela e junto com elas umas leggings pretas lindas. Por um instante, nossos olhares se conectaram, a gente não conseguiu se segurar, minutos depois ela sentou do meu lado e começamos a rir, contando histórias das nossas vidas. Chegou a hora de ir pra balada, na fila enorme que tinha pra entrar a gente continuava conversando, quase sem vontade de entrar pra dançar, mas fazer o que, não íamos estragar todo o rolê que os caras tinham armado.
Dançamos um tempo separados, fui comprar algo pra beber, fiquei com um grupo de minas, ela fez o mesmo com uns caras, mas a gente não parava de se olhar, continuava na mesma, até que eu chego nela, tiro ela pra dançar sem muita enrolação, dançamos juntos, falo pra ela, "olha, eu realmente não quero ficar aqui, mas quero ir embora com você", ela ri, faz um gesto com a cabeça e sussurra no meu ouvido que tava com a mesma vontade. Decidimos vazar, quase sem avisar ninguém, paramos perto do Uni, entramos no HN, começamos com beijos suaves, com muita paixão, a gente não parava de percorrer os corpos um do outro com as mãos, começamos a tirar a roupa devagar, percorri o corpo todo dela com beijos, ela tava muito excitada, desci um pouco mais, beijei as pernas dela, fui pros músculos da coxa, me ajeitei melhor e comecei a trabalhar, ela gritava, parecia se desmontar, eu continuei no tranco, mas dessa vez enfiando os dedos. Yesi pega na minha cabeça, me puxa pra cima e ela começa a chupar minha pica, minutos depois, a gente se viu rodeado de tesão e começamos a nos revirar na cama pra achar a primeira posição, naquela noite a gente tinha pago 6 horas pra aproveitar bem. Começamos com a tradicional, ela se agarrou em mim, talvez pra se esfregar mais e apertar forte lá dentro, depois ficou de quatro, a gente teve um sexo bem mais pesado, eu puxava ela pelo cabelo, dava tapas na bunda dela, parecia que ela tava gostando, cada vez gritava mais e mostrava quando pedia, "me dá mais, mais forte, vai, até o fundo", os gritos dela me incentivavam, quase gozando, ela pede pra eu gozar nela, obedeço, tiro a rola rápido e dou tudo, parece que ela gostou, engulo quase tudo e lavo com a língua dela inteiro, quase deixando seca. Passaram 5 horas, a gente transou sem parar praticamente, comi a bunda dela, ela gostou tanto que a gente fez mais três vezes, gozei dentro como ela pedia e eu tanto queria, a gente curtiu tanto que naquele momento, eu tinha esquecido de tudo. Mas, 7 da manhã, o celular dela toca, o namorado, que precisava vê-la, ela me olha, quase triste, "tenho que ir e não quero", e eu respondi, "é, às vezes a gente tem que sacrificar coisas pelo amor"...
"Que bom que você foi, não imaginava que você era assim", a Yesii falava, enquanto eu me arrumava pra dormir, meio culpado. "Você é uma gostosa mesmo, ontem de manhã eu não imaginava tudo isso", falei enquanto ela acariciava minha cabeça e se trocava pra ir encontrar o namorado...
FIM!!!COMENTA ALIMENTA MINHAS HISTÓRIAS!!! VALEU!!!
1 comentários - Às vezes também precisa falar de amor...