Essa história eu tirei de um site....Fala, pessoal. Desculpa a demora pra escrever, mas por motivos que vocês já devem imaginar, depois do que rolou no meu prédio com a minha mina, a gente teve que mudar pra outro apê. Todo mundo já tinha descoberto o vício dela, e era mó vergonhoso pra mim ser parado na rua e o povo se oferecer pra comer a buceta da Marcela. Além disso, o Rubén, toda vez que via ela, perdia a linha e passava a mão na bunda dela, não importava onde estivesse, na frente de qualquer estranho, e ela não conseguia fazer nada pra impedir.
O limite foi quando um dia, voltando do trampo, encontrei minha mina na guarita de segurança do prédio, encostada de frente pra parede, e o Rubén do lado dela, levantando a saia e exibindo a buceta dela pra pelo menos uns 6 ou 7 caras que eu nem conhecia. Todo mundo tava aplaudindo e falando um monte de putaria, enquanto o Rubén passava a mão nela desesperadamente, e a Marcela, cada vez mais safada, deixava rolar sem falar nada.
- Aí chega o corno do marido - falou o Rubén assim que me viu entrar.
Fez um silêncio danado, ela me olhou, tentou abaixar a saia, mas o Rubén não deixou. Todo mundo virou pra me encarar, enquanto o Rubén continuou:
- Fica assim mesmo, senhora, mostra pro seu marido o quão puta você é, sabendo que o que ele tava falando deixava ela louca.
Enquanto todo mundo ria, peguei a Marcela pelo braço, tirei ela dali e subimos pro nosso apê, onde, no meio de uma briga, fiz ela prometer que nunca mais ia fazer exibição sem eu autorizar ou sem eu estar presente. Ela tava bem chateada e confessou que cada vez sentia mais vontade de mostrar a buceta e que não conseguia evitar ficar excitada só de ouvir alguma proposta ou saber que alguém queria passar a mão e comer ela.
Depois de conversar um tempão, a gente concordou que não dava pra continuar assim. Eu admiti que me excita ver ela mostrando a bundinha pequena dela, mas já tinha saído do controle e a gente precisava dar um basta. Foi aí que decidimos nos mudar e mudar de vida. Ela prometeu se controlar diante de qualquer insinuação e eu prometi não pedir mais que ela se exibisse em público.
Foi assim que passamos esses meses entretidos procurando uma nova casa e, depois que encontramos, decorando e mobiliando ela.
Tínhamos relações sexuais "normais" e os dois tentávamos evitar mencionar qualquer coisa do que tínhamos vivido no passado. De qualquer forma, eu tinha certeza de que Marcela lembrava muito bem de tudo e percebia isso porque, no meio da relação, ela fechava os olhos e, enfiando um dedo na bunda, gozava umas três vezes seguidas. Eu também não posso negar que, quando estava sozinho, me vinham à cabeça as cenas da minha mina transando com gente estranha, e eu acabava fazendo uma baita punheta.
Uma tarde, decidimos ir a uma loja de móveis que uma amiga da Marcela tinha recomendado, já que planejávamos trocar os móveis do quarto, especialmente a cama, que por ser bem velha, rangia só de a gente se mexer nela. Quando chegamos, fomos recebidos por um cara de uns 30 anos:
- Boa tarde, me chamo Carlos, em que posso ajudar? - perguntou educadamente.
- Boa tarde, uma amiga dela recomendou este lugar - respondi, apontando para Marcela.
- Oi, nos recomendaram falar com um tal de Pedro - disse ela.
- É meu pai - respondeu ele - entrem, por favor. Marcela passou na frente, e eu notei como os olhos dele foram direto pra rabeta dela, que, diga-se de passagem, estava bem marcada naquelas calças de tecido fininho que ela estava usando.
Ele nos fez entrar num escritório, e atrás de uma mesa estava um senhor de mais ou menos 65 anos, que Carlos logo apresentou como seu pai.
- Boa tarde, senhor. Nossa amiga Cecília nos mandou aqui para nos ajudar a escolher uma boa cama - disse Marcela.
- Ah, sim, a Cecília me ligou e disse que você viria - respondeu Pedro - o que ela não disse é que você viria com seu marido - continuou.
Não entendi por que... Tinha dito isso, mas não dei muita importância.
- Vamos passar pra parte de trás, que é onde fica a fábrica, aí vou mostrar os modelos de cama que tenho, continuou ele.
Assim que Marcela se levantou, o velho cravou o olhar descaradamente na bunda dela e continuou admirando enquanto caminhava atrás dela, sem se importar se eu percebia ou não.
Isso me deu uma certa raiva, mas não posso negar que também me deixou com muito tesão.
Atravessamos uma porta e entramos num galpão enorme, cheio de pedaços de madeira e serragem pra todo lado. Tinha pelo menos 10 operários trabalhando, e conforme Marcela passava na frente deles, iam despindo ela com os olhos. Naquele momento percebi que isso não tinha passado despercebido pra ela, porque notei que ela empinava mais a raba e mexia de um jeito bem sensual.
Comecei a me preocupar quando ela se virou pra me olhar e vi na expressão dela que já tava no fogo. Pensei em pegar ela pelo braço e voltar outro dia, mas a excitação que sentia ao vê-la se exibindo foi mais forte e não consegui mexer um músculo.
- Aqui estão os modelos de cama que fabricamos, disse o velho, todas com colchões pra você testar, continuou, se dirigindo a Marcela.
- Não precisa, só de olhar já dá pra ver, falei eu.
- Não acredita no seu marido, gata, o melhor é você testar pra saber qual é a mais confortável, ele falou pra Marcela, me ignorando completamente.
- Deita nessa aqui, pra ver como você sente, continuou, apontando pra uma cama de casal plus size.
Marcela, que até então não tinha dito nada, me olhou e falou com a voz trêmula de tanto tesão que tava:
- Meu amor, posso deitar na cama do senhor?
Eu fiquei mudo. Olhei pro velho, que tava sorrindo, e vi todos os operários pararem o que estavam fazendo e olharem atentamente pra cena.
Como não recebi resposta minha, Marcela se jogou na cama de bruços, com a bunda bem empinada.
- E aí, o que você acha? — Nena?, perguntou o velho.
— Não tô ligando muito, não, respondeu Marcela.
— Mexe um pouco, levanta mais a bunda e abaixa, pra ver como ela sente a dureza, instruiu o velho.
Nessa altura, já dava pra ver um volume na calça do velho e os carpinteiros já tinham se aproximado bastante, formando um círculo em volta da cama. Eu tava imóvel, olhando tudo, e a única coisa que passava na minha cabeça era tirar a pica da calça, porque do jeito que ela tava dura, tava me matando.
— O senhor acha que tá bom assim?, perguntou Marcela, enquanto levantava a bunda e se deixava cair.
— Assim tá show, nena, respondeu o velho, tentando ajeitar a pica na calça.
— Mesmo assim, não tô ligando muito, não, disse Marcela.
— Nena, você dorme de pijama?, perguntou o velho.
— Não, por quê?
— E como você dorme?
— De calcinha.
— Por isso que você não sente se o colchão é confortável. Eu recomendaria você tirar a calcinha pra testar.
— Não precisa, não, falei eu, tentando mostrar uma autoridade que já tinha perdido fazia tempo.
Os operários já tinham se aproximado mais e estavam a menos de um metro da minha mina.
— Senhor, eu aconselharia o senhor a sentar naquela cadeira e esperar ali enquanto a gente faz a sua mulher testar a cama, me disse o velho.
O que eu obedeci, um pouco porque com o olhar dela Marcela tava me pedindo, e outro porque de tanto tesão que eu tava, já não conseguia mais ficar de pé.
— Vamos, nena, mostra pra gente como você dorme, pediu o velho.
Então Marcela desabotoou os botões da calça e tirou, deixando à mostra uma calcinha branca minúscula, quase toda enfiada naquela bunda linda dela.
Ela se deitou de bunda pra cima e, olhando pro velho, perguntou: — Assim tá melhor, senhor?
— Sim, nena, agora você deve estar bem quentinha mostrando a bunda pra gente. Sua amiga me contou que você adora mostrar ela, e eu tava impaciente pra ver. Vejo que seu marido não se importa, então abre bem. para nós.
Então a Marcela ficou de quatro, levantou bem aquela bundinha minúscula e deixou ela à mercê de quem quisesse olhar. Enquanto o velho e os funcionários baixaram as calças e mostraram uns membros enormes, totalmente duros. Isso deixou a Marcela louca, que começou a enfiar um dedo na buceta e gemer desesperadamente. Dava pra ver que ela tinha se segurado por muito tempo e agora tava mais sem vergonha do que nunca.
- Cê tá afim que a gente arrebente essa sua bundinha, gata? - disse o velho
- Por favor, chupa ela pra mim, senhor - implorava a Marcela enquanto puxava a tanga pro lado, mostrando o cuzinho aberto.
O velho não fez questão e logo levou a língua naquele buraquinho precioso, enquanto os outros começaram a passar a mão nela por todo lado e um deles enfiou a pica na boca dela, que a minha namorada aceitou de boa e começou a chupar feito uma louca até o cara não aguentar mais e encher a boca dela de porra. Enquanto isso, eles se revezavam no cu: um saía e outro chupava, tiravam a boca e enfiavam primeiro um, depois dois e até três dedos. Passavam a mão nela por todo canto. Arrancaram a blusa dela e chupavam os peitos. Ela só gemia e pedia mais pica.
Eu só olhava enquanto uns onze caras aproveitavam da puta da minha namorada e me masturbava, gozava e voltava a me masturbar de novo.
- Saiam todos - ordenou o velho de repente. - Troquem de roupa e continuem trabalhando, que pra vocês a festa acabou.
- Não me deixa assim, senhor, por favor, preciso de uma pica na minha bundinha - dizia a Marcela enquanto olhava pra ele com cara de desespero.
- Se fizer o que eu mandar, você vai ter.
- Gostou do meu filho, né? Vi como você olhava pra ele quando entrou. Então agora você vai se trocar, vai lá no salão de vendas buscar ele, vai trazer ele pra cá e, na minha frente e na do seu marido, vai pedir pra ele arrebentar sua bundinha.
A Marcela levantou, se limpou com uma toalha que o velho deu, se vestiu e Ele saiu andando pra frente. O velho me olhou e mandou eu subir a calça e fingir que nada tinha acontecido.
- Vai ver como ela vai esquentar quando a mulher dele, do nada, pedir pra um cara arrebentar a bunda dela, ele disse.
A ideia me agradou, então obedeci.
Fiquei de pé do lado do velho, e ele fingia que tava me explicando as vantagens da cama, quando a Marcela chegou com o filho.
- O que cê precisa, pai? – perguntou.
- A senhora precisa que você faça um favor pra ela – respondeu.
- A senhora manda.
- Fala "neném" – ordenou o velho.
- Quero que você arrebente minha bucetinha na frente do meu marido e do seu pai – disse a Marcela, enquanto abaixava a calça e mostrava a bunda nua.
- Vi como você me olhava quando me conheceu. Você me deixa muito molhada, e eu preciso de uma pica dentro, então, por favor, arrebenta ela – completou.
O rapaz não entendia nada. Olhava pra mim e pro velho enquanto tocava, meio sem graça, a raba da minha mina.
O pai mandou ele se pelar, e a Marcela fez o mesmo e se deitou no colchão. O cara deitou do lado e começaram a se beijar e se apalpar por todo lado. O velho tirou a calça de novo, e eu fiz o mesmo. Ficamos de pé, olhando a cena.
- Que puta que é sua mulher, olha como ela adora a pica do meu filho – o velho falava pra mim. Ele tava certo: a Marcela chupava com tudo, e o velho, de vez em quando, enfiava um dedo no cu dela, deixando ela mais doida ainda.
- Olha como ela engole o dedo, que cuzão gostoso – ele continuava.
- Vem cá, neném, chupa a minha, enquanto meu filho abre mais essa bunda.
Na hora, a Marcela se levantou, ficou de quatro, empinou a bucetinha e enfiou a pica do velho na boca, enquanto o filho se posicionou atrás e meteu até o talo. Não dá pra explicar como ela gritava e se mexia. Tava explodindo de tesão. Pedia mais e mais. O velho xingava ela, chamava de puta, puta, raba. aberta e ela ficava mais a todo vapor. Ficaram assim por um bom tempo, onde ela deve ter gozado umas 5 vezes, até que o filho encheu a bunda dela toda de porra e, em seguida, o velho fez ela engolir toda a esperma dele.
Marcela ficou estirada na cama, toda arrebentada.
A partir daí, eu soube que minha namorada não ia mais mudar.
O limite foi quando um dia, voltando do trampo, encontrei minha mina na guarita de segurança do prédio, encostada de frente pra parede, e o Rubén do lado dela, levantando a saia e exibindo a buceta dela pra pelo menos uns 6 ou 7 caras que eu nem conhecia. Todo mundo tava aplaudindo e falando um monte de putaria, enquanto o Rubén passava a mão nela desesperadamente, e a Marcela, cada vez mais safada, deixava rolar sem falar nada.
- Aí chega o corno do marido - falou o Rubén assim que me viu entrar.
Fez um silêncio danado, ela me olhou, tentou abaixar a saia, mas o Rubén não deixou. Todo mundo virou pra me encarar, enquanto o Rubén continuou:
- Fica assim mesmo, senhora, mostra pro seu marido o quão puta você é, sabendo que o que ele tava falando deixava ela louca.
Enquanto todo mundo ria, peguei a Marcela pelo braço, tirei ela dali e subimos pro nosso apê, onde, no meio de uma briga, fiz ela prometer que nunca mais ia fazer exibição sem eu autorizar ou sem eu estar presente. Ela tava bem chateada e confessou que cada vez sentia mais vontade de mostrar a buceta e que não conseguia evitar ficar excitada só de ouvir alguma proposta ou saber que alguém queria passar a mão e comer ela.
Depois de conversar um tempão, a gente concordou que não dava pra continuar assim. Eu admiti que me excita ver ela mostrando a bundinha pequena dela, mas já tinha saído do controle e a gente precisava dar um basta. Foi aí que decidimos nos mudar e mudar de vida. Ela prometeu se controlar diante de qualquer insinuação e eu prometi não pedir mais que ela se exibisse em público.
Foi assim que passamos esses meses entretidos procurando uma nova casa e, depois que encontramos, decorando e mobiliando ela.
Tínhamos relações sexuais "normais" e os dois tentávamos evitar mencionar qualquer coisa do que tínhamos vivido no passado. De qualquer forma, eu tinha certeza de que Marcela lembrava muito bem de tudo e percebia isso porque, no meio da relação, ela fechava os olhos e, enfiando um dedo na bunda, gozava umas três vezes seguidas. Eu também não posso negar que, quando estava sozinho, me vinham à cabeça as cenas da minha mina transando com gente estranha, e eu acabava fazendo uma baita punheta.
Uma tarde, decidimos ir a uma loja de móveis que uma amiga da Marcela tinha recomendado, já que planejávamos trocar os móveis do quarto, especialmente a cama, que por ser bem velha, rangia só de a gente se mexer nela. Quando chegamos, fomos recebidos por um cara de uns 30 anos:
- Boa tarde, me chamo Carlos, em que posso ajudar? - perguntou educadamente.
- Boa tarde, uma amiga dela recomendou este lugar - respondi, apontando para Marcela.
- Oi, nos recomendaram falar com um tal de Pedro - disse ela.
- É meu pai - respondeu ele - entrem, por favor. Marcela passou na frente, e eu notei como os olhos dele foram direto pra rabeta dela, que, diga-se de passagem, estava bem marcada naquelas calças de tecido fininho que ela estava usando.
Ele nos fez entrar num escritório, e atrás de uma mesa estava um senhor de mais ou menos 65 anos, que Carlos logo apresentou como seu pai.
- Boa tarde, senhor. Nossa amiga Cecília nos mandou aqui para nos ajudar a escolher uma boa cama - disse Marcela.
- Ah, sim, a Cecília me ligou e disse que você viria - respondeu Pedro - o que ela não disse é que você viria com seu marido - continuou.
Não entendi por que... Tinha dito isso, mas não dei muita importância.
- Vamos passar pra parte de trás, que é onde fica a fábrica, aí vou mostrar os modelos de cama que tenho, continuou ele.
Assim que Marcela se levantou, o velho cravou o olhar descaradamente na bunda dela e continuou admirando enquanto caminhava atrás dela, sem se importar se eu percebia ou não.
Isso me deu uma certa raiva, mas não posso negar que também me deixou com muito tesão.
Atravessamos uma porta e entramos num galpão enorme, cheio de pedaços de madeira e serragem pra todo lado. Tinha pelo menos 10 operários trabalhando, e conforme Marcela passava na frente deles, iam despindo ela com os olhos. Naquele momento percebi que isso não tinha passado despercebido pra ela, porque notei que ela empinava mais a raba e mexia de um jeito bem sensual.
Comecei a me preocupar quando ela se virou pra me olhar e vi na expressão dela que já tava no fogo. Pensei em pegar ela pelo braço e voltar outro dia, mas a excitação que sentia ao vê-la se exibindo foi mais forte e não consegui mexer um músculo.
- Aqui estão os modelos de cama que fabricamos, disse o velho, todas com colchões pra você testar, continuou, se dirigindo a Marcela.
- Não precisa, só de olhar já dá pra ver, falei eu.
- Não acredita no seu marido, gata, o melhor é você testar pra saber qual é a mais confortável, ele falou pra Marcela, me ignorando completamente.
- Deita nessa aqui, pra ver como você sente, continuou, apontando pra uma cama de casal plus size.
Marcela, que até então não tinha dito nada, me olhou e falou com a voz trêmula de tanto tesão que tava:
- Meu amor, posso deitar na cama do senhor?
Eu fiquei mudo. Olhei pro velho, que tava sorrindo, e vi todos os operários pararem o que estavam fazendo e olharem atentamente pra cena.
Como não recebi resposta minha, Marcela se jogou na cama de bruços, com a bunda bem empinada.
- E aí, o que você acha? — Nena?, perguntou o velho.
— Não tô ligando muito, não, respondeu Marcela.
— Mexe um pouco, levanta mais a bunda e abaixa, pra ver como ela sente a dureza, instruiu o velho.
Nessa altura, já dava pra ver um volume na calça do velho e os carpinteiros já tinham se aproximado bastante, formando um círculo em volta da cama. Eu tava imóvel, olhando tudo, e a única coisa que passava na minha cabeça era tirar a pica da calça, porque do jeito que ela tava dura, tava me matando.
— O senhor acha que tá bom assim?, perguntou Marcela, enquanto levantava a bunda e se deixava cair.
— Assim tá show, nena, respondeu o velho, tentando ajeitar a pica na calça.
— Mesmo assim, não tô ligando muito, não, disse Marcela.
— Nena, você dorme de pijama?, perguntou o velho.
— Não, por quê?
— E como você dorme?
— De calcinha.
— Por isso que você não sente se o colchão é confortável. Eu recomendaria você tirar a calcinha pra testar.
— Não precisa, não, falei eu, tentando mostrar uma autoridade que já tinha perdido fazia tempo.
Os operários já tinham se aproximado mais e estavam a menos de um metro da minha mina.
— Senhor, eu aconselharia o senhor a sentar naquela cadeira e esperar ali enquanto a gente faz a sua mulher testar a cama, me disse o velho.
O que eu obedeci, um pouco porque com o olhar dela Marcela tava me pedindo, e outro porque de tanto tesão que eu tava, já não conseguia mais ficar de pé.
— Vamos, nena, mostra pra gente como você dorme, pediu o velho.
Então Marcela desabotoou os botões da calça e tirou, deixando à mostra uma calcinha branca minúscula, quase toda enfiada naquela bunda linda dela.
Ela se deitou de bunda pra cima e, olhando pro velho, perguntou: — Assim tá melhor, senhor?
— Sim, nena, agora você deve estar bem quentinha mostrando a bunda pra gente. Sua amiga me contou que você adora mostrar ela, e eu tava impaciente pra ver. Vejo que seu marido não se importa, então abre bem. para nós.
Então a Marcela ficou de quatro, levantou bem aquela bundinha minúscula e deixou ela à mercê de quem quisesse olhar. Enquanto o velho e os funcionários baixaram as calças e mostraram uns membros enormes, totalmente duros. Isso deixou a Marcela louca, que começou a enfiar um dedo na buceta e gemer desesperadamente. Dava pra ver que ela tinha se segurado por muito tempo e agora tava mais sem vergonha do que nunca.
- Cê tá afim que a gente arrebente essa sua bundinha, gata? - disse o velho
- Por favor, chupa ela pra mim, senhor - implorava a Marcela enquanto puxava a tanga pro lado, mostrando o cuzinho aberto.
O velho não fez questão e logo levou a língua naquele buraquinho precioso, enquanto os outros começaram a passar a mão nela por todo lado e um deles enfiou a pica na boca dela, que a minha namorada aceitou de boa e começou a chupar feito uma louca até o cara não aguentar mais e encher a boca dela de porra. Enquanto isso, eles se revezavam no cu: um saía e outro chupava, tiravam a boca e enfiavam primeiro um, depois dois e até três dedos. Passavam a mão nela por todo canto. Arrancaram a blusa dela e chupavam os peitos. Ela só gemia e pedia mais pica.
Eu só olhava enquanto uns onze caras aproveitavam da puta da minha namorada e me masturbava, gozava e voltava a me masturbar de novo.
- Saiam todos - ordenou o velho de repente. - Troquem de roupa e continuem trabalhando, que pra vocês a festa acabou.
- Não me deixa assim, senhor, por favor, preciso de uma pica na minha bundinha - dizia a Marcela enquanto olhava pra ele com cara de desespero.
- Se fizer o que eu mandar, você vai ter.
- Gostou do meu filho, né? Vi como você olhava pra ele quando entrou. Então agora você vai se trocar, vai lá no salão de vendas buscar ele, vai trazer ele pra cá e, na minha frente e na do seu marido, vai pedir pra ele arrebentar sua bundinha.
A Marcela levantou, se limpou com uma toalha que o velho deu, se vestiu e Ele saiu andando pra frente. O velho me olhou e mandou eu subir a calça e fingir que nada tinha acontecido.
- Vai ver como ela vai esquentar quando a mulher dele, do nada, pedir pra um cara arrebentar a bunda dela, ele disse.
A ideia me agradou, então obedeci.
Fiquei de pé do lado do velho, e ele fingia que tava me explicando as vantagens da cama, quando a Marcela chegou com o filho.
- O que cê precisa, pai? – perguntou.
- A senhora precisa que você faça um favor pra ela – respondeu.
- A senhora manda.
- Fala "neném" – ordenou o velho.
- Quero que você arrebente minha bucetinha na frente do meu marido e do seu pai – disse a Marcela, enquanto abaixava a calça e mostrava a bunda nua.
- Vi como você me olhava quando me conheceu. Você me deixa muito molhada, e eu preciso de uma pica dentro, então, por favor, arrebenta ela – completou.
O rapaz não entendia nada. Olhava pra mim e pro velho enquanto tocava, meio sem graça, a raba da minha mina.
O pai mandou ele se pelar, e a Marcela fez o mesmo e se deitou no colchão. O cara deitou do lado e começaram a se beijar e se apalpar por todo lado. O velho tirou a calça de novo, e eu fiz o mesmo. Ficamos de pé, olhando a cena.
- Que puta que é sua mulher, olha como ela adora a pica do meu filho – o velho falava pra mim. Ele tava certo: a Marcela chupava com tudo, e o velho, de vez em quando, enfiava um dedo no cu dela, deixando ela mais doida ainda.
- Olha como ela engole o dedo, que cuzão gostoso – ele continuava.
- Vem cá, neném, chupa a minha, enquanto meu filho abre mais essa bunda.
Na hora, a Marcela se levantou, ficou de quatro, empinou a bucetinha e enfiou a pica do velho na boca, enquanto o filho se posicionou atrás e meteu até o talo. Não dá pra explicar como ela gritava e se mexia. Tava explodindo de tesão. Pedia mais e mais. O velho xingava ela, chamava de puta, puta, raba. aberta e ela ficava mais a todo vapor. Ficaram assim por um bom tempo, onde ela deve ter gozado umas 5 vezes, até que o filho encheu a bunda dela toda de porra e, em seguida, o velho fez ela engolir toda a esperma dele.
Marcela ficou estirada na cama, toda arrebentada.
A partir daí, eu soube que minha namorada não ia mais mudar.
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