
Tava um calorão da porra, a gente ia todo suado e espremido no metrô, eu tava em pé e meio desconfortável. Numa estação, subiu geral que ainda cabia, e entre eles eu fixei o olhar em dois afeminados que já davam pinta de longe. Junto com eles, subiram uns 10 caras de porte atlético, que se posicionaram atrás dos dois notórios. Percebi que no primeiro túnel já começaram os beijos e os apertões na zoeira.

Os dois caras afeminados ficaram desconfortáveis e se mandaram pra perto de onde eu tava, os caras seguiram eles e continuaram as agarrações, 4 deles estavam completamente duros e nem disfarçavam o jeito que passavam o volume na racha dos outros dois. Percebi que os afeminados já estavam esquentando, porque os deles começaram a dar sinais de vida, já não estavam mais inquietos nem corados, enquanto os outros apoiavam, eles se jogavam pra trás, mostrando o máximo da bunda, e os amassos ficaram na cara. Eu, como se nada, comecei a passar a mão por cima da calça do viado que tava mais perto, e ele retribuiu a atenção do mesmo jeito.

Tava com o tesão lá em cima porque tinha visto um vídeo na net onde um traveco chupava o pau do parceiro enquanto o busão rodava pelas ruas de Buenos Aires. Como a maioria dos que tavam no vagão tava ligada no que ia rolar, eu baixei o zíper e descobri a peça de um deles. O cara que tava atrás dele fez o mesmo. No fim, a gente fez um cercadinho e colocou ele de joelhos pra engolir a rola dos corajosos. De todos, só três tiveram coragem de sacar a arma, enquanto, nessa altura, os dois viadinhos já tavam comendo a carne sem nenhum pudor. O primeiro gozou, espalhando uns meio litro de porra entre a galera.


Cada um ficou com alguma parte da roupa marcada com as lembranças molhadas dele, o segundo batendo uma punheta bestial, fazendo muito barulho, gozou segurando a porra o máximo que pôde entre as mãos, o terceiro, de pau bem pequeno por sinal, enfiou inteiro na boca do segundo e gozou na boca dele. A gente ficou ainda mais tesudo vendo aquele puto engolir e dividir o que sobrou com um beijo de língua no amigo. Aos poucos fomos nos levantando, alguns equilibrados e outros completamente loucos de tesão (eu incluso), e descemos cada um na sua estação. Ao subir as escadas, dois dos caras desceram comigo, rimos um pouco do que aconteceu, mas todos ainda estavam quentes pra caralho, então combinamos de ir para um hotel para saciar a vontade um do outro.O que rolou no hotel eu conto outra hora.
Beijos.
3 comentários - Crónicas de ciudad II
Lo que me llamó la atención es la mezcla de modismos idiomáticos "metro", "lefa", "telo"...
El tema de los modismos es sencillo, en el piso de abajo viven unos chicos de la onda total, uno es madrileño y de cada 3 palabras una tiene que ver o con polla, o lefa o echeeeee e mierd..., con él está un morocho paulista con quien solemos conversar bastante dado que pasé alguna etapa de mi vida ahí, y lo otro viene directamente de nosotros, lo llevamos en las venas..., tbn forman parte de la comunidad del edificio un iraní y un turco a quienes aún no se les entiende casi nada, apenas culo, pija y yo muy caliente..., ah casi me olvidaba de Cato un coreano putísimo que casi nunca liga nada por el aliento y sudor a ajo que deja por donde va. Te habrás dado cuenta que casi casi abrimos un zoo.