Pra vocês terem uma noção completa dessa história, recomendo ler antes os seguintes posts:
http://www.poringa.net/posts/relatos/1628865/Mi-companera-de-trabajo_-Graciela.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1638958/mi-companera-de-trabajo_-Graciela-_2_-parte_.html
A Estela, amiga da Grace, é a dona da casa e do restaurante onde rolou tudo que virou meu segundo relato.
Eu sabia da Estela só pelos comentários que minha parceira fazia, nada mais. Nem características físicas, nem idade, nem como ela era ou o que pensaria dessa história, já que, por ser confidente, tava por dentro de todos os detalhes. Mesmo assim, tudo parecia muito promissor. Não só me excitava a ideia de um possível "menage à trois", mas também o fato de estar com alguém completamente desconhecida até então, que, sem dúvida, tinha topado a parada sem nenhum problema.
Como eu disse antes, tudo parecia "muito" promissor, então não queria ficar abaixo das expectativas. Por isso, liguei pra um brother meu, que é visitador médico, pra me arrumar uma "ajudinha" pra ocasião.
Resolvido esse detalhe, era só esperar até o sábado, tentando segurar a libido que a ansiedade tava provocando.
Nem preciso dizer que a espera foi longa, mas o dia "D" chegou, e na hora marcada, eu tava chegando na casa da Estela.
Foi ela quem atendeu o interfone, abriu o portão lá de dentro pra eu entrar com o carro, e depois me esperou com a porta aberta.
Como expressar minha surpresa ao vê-la parada ali na varanda de entrada? Tudo que eu tinha imaginado sobre ela ficou no chinelo.
Uns 50 e poucos anos muito bem vividos, um corpo que mais de uma gostosa ia invejar, cabelo loiro, comprido (até o fim das costas) e solto, olhos cinzentos que só faziam convidar você a se perder neles, e um sorrisão que coroava o rosto dela, deixando-a ainda mais atraente.
- Oi, você deve ser o Marcelo – ela disse. chegando perto e estampando um beijo na minha boca.
Não podia acreditar, ainda estava estupefato com aquela situação. Feito um idiota, respondi gaguejando e quase sem sentido:
— Sim, sou eu… (que resposta merda a minha)
— Eu sou Estela, ou a Russa, como preferir,… prazer em te conhecer… — finalizou
Já dentro de casa, ela me levou pra sala, onde a Graciela já estava nos esperando.
Inacreditável a visão daquele momento; uma mulher mais gostosa que a outra, e ambas afim de se divertir, pelo menos era o que eu imaginava.
Graciela me recebeu com um beijo quente, molhado e demorado. A língua dela buscou a minha freneticamente e depois se acalmou por um instante pra recomeçar com ainda mais vontade.
Depois de uma recepção dessas, sentamos nós três pra dividir um vinho tinto bem gostoso, uma tábua cheia de queijos e frios, e o mais importante, uma conversa agradável.
Sinto que tenho que descrever como essas duas gostosas estavam vestidas.
Graciela usava uma legging preta, salto alto combinando e uma camisola cinza que deixava claro que não tava de sutiã, mostrando as auréolas lindas dos peitos dela. Já a Estela, vestia uma regata decotada vermelha, com uma saia branca fininha que marcava perfeitamente a bunda firme dela… Realmente o espetáculo era uma delícia.
Voltando ao encontro em si, a conversa foi cordial, foi aí que fiquei sabendo que a Estela era viúva, morava sozinha, não tinha nem parceiro nem namorado, a vida dela girava em torno dos negócios e dos estudos universitários dos três filhos. Com a Graciela eram amigas há muito tempo e tinham compartilhado grande parte da vida juntas, apesar da diferença de idade entre as duas.
Foi ali também que fiquei sabendo que a ideia do jantar que tivemos com a Graciela no restaurante dela tinha sido dela, e que ela tava morrendo de inveja do que aconteceu depois no local, obviamente se referindo ao nosso encontro sexual…
Que queria me conhecer, saber como eu era; e, assim como eu, poder ver o bendito vídeo (do qual também sabia) e se rolasse um clima, fazer algo depois.
Essa última declaração só fez alimentar minhas esperanças mais profundas de uma noite inesquecível.
Pra ser sincero, mal podia esperar pra ter aquelas duas gostosas peladas, e pra ficar pronto, já tinha tomado o comprimido que meu amigo me deu, numa das minhas idas ao banheiro.
Nossa conversa foi esquentando aos poucos, até chegar no ponto de falar abertamente de sexo, momento que foi interrompido pela Estela, pra deixar claro que não ia esperar mais um minuto pra ver o vídeo.
- Bom... para de encher o saco, Gra, e bota o filme que já quero ver! – ela falou, num tom autoritário.
- Espera a gente arrumar um pouco e a gente vê, também tô afim. – respondeu Graciela, e depois me perguntou – e você?
- O que você acha? Tô doido pra ver faz tempo. – respondi, levantando as coisas do jantar.
Indo pra cozinha, senti uma mão na minha cintura, descendo até minha bunda... Achei que fosse a Graciela, que também tava na mesma lida que eu. Mas me enganei, era a Estela, que sem dizer nada avançou com a mão até tocar meu pau, que ainda não tinha ganhado vida.
Não falei absolutamente nada, como se o que aquela mulher tava fazendo fosse a coisa mais normal do mundo. Foi ela quem se surpreendeu com minha passividade, mas não tirou a mão, pelo contrário, começou a esfregar no meu pau com mais vontade. Larguei os pratos na pia e minha mão direita apertou a dela, acompanhando os movimentos, e com a esquerda procurei a buceta dela, encontrando bem fácil.
Só o toque dos meus dedos fez os dois tremerem...
- Ehhh, cheeee... não comecem agora que tem tempo e tão me deixando de fora – disse Graciela entrando atrás da gente.
- E o que você quer? Que a gente comece quando você quiser? Vai nessa...!!! – respondeu Estela, enquanto pegava minhas mãos e levava até a bunda dela, me abraçando e colando nossos corpos.
Ela me beijou fundo, com uma Suavidade, que só fazia me excitar ainda mais. Grace não ficou atrás e se aproximou por trás, levantou minha camisa e começou a beijar minhas costas enquanto uma das mãos dela se enfiava entre os dois corpos, tocando meu pau já duro.
Era o sonho, praticamente o famoso "sanduíche", ou pelo menos me senti assim.
Essas gostosas tentavam se aproveitar de mim, e eu, submisso, aceitava tudo com um prazer imenso.
Faltavam mãos: uma continuava massageando a bunda da Estela, a outra procurava os peitos da Graciela. Custou muito nos separar, literalmente tudo tinha começado, e antes do tempo ou não, quem sabe.
- Vamos, bora ver o vídeo – disse a Grace.
- Sim, por favor!!! – completou a Estela.
- Agora…? Sua puta mãe, isso tava ficando bom – falei, com um tesão que já dava pra ver na minha calça.
Saímos da cozinha.
- Russa…, o filme tá na minha bolsa, vai colocando que já volto… – disse a Graciela, com um toque de mistério.
Nos acomodamos na frente da TV grandona. A Russa pegou o DVD e preparou tudo.
Enquanto esperávamos a Graciela, não perdemos tempo, ou melhor, não queríamos e nem pretendíamos perder. Nossos lábios se encontraram de novo com mais vontade, nossas mãos percorriam com frenesi os corpos já ardentes. O cheiro dela tomava meus sentidos, a umidade era nítida, meu corpo inteiro pedia o dela. Só o barulho de uma porta trouxe uma calminha. Procuramos com o olhar e demos de cara com a Graciela, totalmente pelada vindo na nossa direção.
- E aí, que lentilhas são essas…!!! – ela disse – já tava imaginando vocês pelados… – completou, se inclinando sobre mim pra começar a desabotoar minha camisa.
A Estela se juntou à Grace, e as duas me deixaram nu num instante. Ficaram me encarando, como se estivessem me examinando. Só faltava a anfitriã, que, sabendo o que vinha, se ofereceu de mansinho.
A Graciela beijou ela sem nenhum pudor, como se fosse algo normal, enquanto eu tirava a saia dela que já Nessa altura, já tava incomodando.
Puxei devagar a calcinha dela, molhada pelos sucos que jorravam sem parar da buceta dela.
Nós três nos beijando juntos, devia ser um espetáculo bem excitante. As línguas se enroscavam umas nas outras…
Fomos todos juntos pro chão, que já tínhamos preparado com as almofadas que tinha.
Naquele monte de braços, mãos, pernas, bocas, lábios, conseguimos sincronizar sem planejar antes nossos movimentos e ações. E assim, atacamos o corpo da Russa sem piedade, lambendo cada milímetro da pele pálida e gostosa dela, nos encontrando na boca pra trocar beijos quentes de três.
Arrancamos dela, lá do fundo, os orgasmos e gemidos mais profundos… Tudo era sexo puro, animal e possessivo, porque cada corpo era exclusividade dos outros dois, sem diferença. Os fluidos se misturavam, fazendo a excitação aumentar cada vez mais.
Chegou a vez da Graciela. A Estela pegou ela pela cintura e jogou ela em cima de umas almofadas, e rapidinho tomou conta da buceta, dando o primeiro orgasmo nela.
Eu fiquei com o resto do corpo pra me entreter… E foi o que fiz, mordi de leve os biquinhos dos peitos dela, lambi a barriga até cansar, descendo depois pelas pernas que não paravam de tremer, por causa dos espasmos de orgasmo que a boca ávida da Russa tava causando.
Não consegui segurar a vontade de cuidar daquele rabo lindo que tava ali, sem proteção. A Estela gemeu rouco quando sentiu minha língua no cu dela. Ela se ajeitou, ficou de joelhos pra que a bunda dela abrisse ainda mais, e me deixar lamber ela à vontade. Não sei quanto tempo fiquei saboreando toda aquela racha espetacular. Não aguentava mais, queria penetrar elas o mais rápido possível, minha tara era tanta que a suavidade tinha ido embora, eu mordia as nádegas dela, dois dedos estavam enfiando sem pena naquele cu, enquanto parte da outra mão mexia na buceta. Um novo orgasmo sacudiu o corpo dela, enquanto a Graciela também gozava, molhando a mão da Russa.
Ambas mulheres, suadas, tremendo, cheias de prazer e paixão, ficaram estiradas, abraçadas, trocando carícias suaves, tentando encontrar a calma tão desejada.
Meio sonolentas, me convidaram pra deitar no meio delas naquela pausa rápida. Tava claro que a próxima vítima seria eu. Na minha cabeça, rondava o medo de que meu desempenho não fosse o que eu esperava; eu tinha quase pânico de sentir prazer. Tava resistindo a ser estimulado antes, queria meter logo em alguma delas. Até ali, tudo ia maravilhosamente bem, mas o que eu faria se gozasse cedo demais e o "amigo" não quisesse mais subir? Não queria deixar isso acontecer. O que iam pensar? Na dúvida que me consumia, falei pra elas. Foi uma baita declaração de inferioridade, um sincericídio. Eu, que me achava "o tal", tinha medo de gozar, ou melhor, medo de chegar ao clímax e ficar de fora do que pudesse rolar depois.
Quase como uma mãe, Estela me beijou e disse:
— Não esquenta, bombom… a gente não vai deixar isso acontecer… fica tranquilo.
— Comigo você não vai ficar sem pica… então relaxa que eu cuido disso — completou Graciela, num tom inquisidor, mas deixando claro com alguns gestos que tava apostando algumas fichas em mim.
Vou dar uma pausa na história pra explicar a situação.
Embora, como contei antes, eu tenha tido a chance de curtir o sexo ao máximo em várias situações diferentes, além de ter vivido essa mesma experiência na juventude, dessa vez eu tava convencido de que não podia ser um fiasco. E como era a primeira vez que usava "a pilulazinha", não sabia que resposta ela poderia me dar.
Resumindo, cometi o grave erro de ficar pilhado antes do tempo, e ainda por cima de forma negativa, e isso tava jogando contra mim.
Voltando ao relato.
Consegui acalmar a bad vibes com os primeiros carinhos que Grace e a Russa me fizeram. Em segundos, tava entregue àquelas mãos e bocas que exploravam meu corpo.
Grace Me conhecendo, ela começou com pequenas mordidinhas na cabeça do pau, enquanto Estela, por sua vez, lambia o tronco da minha rola. Elas trocavam de papéis sem parar de me acariciar e beliscar meus mamilos. Eu estava no paraíso, não conseguia resistir ao prazer que aquelas duas bocas me davam, e a visão era sublime: duas cabecinhas loiras perdidas no meio das minhas pernas. E o clímax chegou, de repente, inesperado, jorrando. Cada músculo meu se tensionou, e meu pau, escorrendo porra e saliva, pulsava no ritmo do meu coração acelerado.
Enquanto Estela, sem dizer uma palavra, montava no meu rosto pra eu chupar a buceta dela, Graciela limpava com devoção meu pau, absorvendo cada gota derramada. Quase sem pensar, "o amigo" continuava duro como no começo. A confiança foi tomando conta de mim, quando, de uma só vez, Grace enfiou ele na buceta dela. A cavalgada era frenética, alucinada... Dias antes ela tinha me dito que sentia falta da minha rola e queria me foder de novo.
Já Estela se movia devagar, deixando todo o meu rosto roçar na buceta dela, molhada e rosada. Não lembro em que momento ela gozou, nem como foi, só sei que o néctar dela inundou minha boca e molhou minha cara. Era tudo doçura e suavidade, ao contrário de Graciela, que estava alucinada, molhando o cu com saliva pra depois sentar e se violentar com meu pau. Era impensável que eu pudesse fazer algo pra acalmá-la. Nunca a tinha visto assim, tão cheia de tesão e tão puta.
Ela falava entre suspiros, gritava de prazer, só ela se mexia. Não queríamos perder nada daquele espetáculo. Estela, já recuperada do orgasmo, deitou do meu lado acariciando o corpo da amiga querida. Uma última e potente estocada, acompanhada de um grito quase intimidador, marcou um orgasmo fortíssimo. Com meu pau ainda dentro do cu dela, ela se deixou cair, exausta, em cima de mim.
— Vai, bebê, que tô perto — falei, enquanto minhas mãos agarravam as nádegas dela e eu começava a bombar rápido.
— Isso, bombom… enche o cu dela de porra. Porra" – disse Estela, aprovando meu comentário.
"Me come o cu, pussy… me come, sou tua" – completou Grace.
Jatos de porra penetraram as entranhas delas, e um gemido abafado pelo beijo final marcaram aquele momento único.
Ficamos ali, imóveis, exaustos; só Estela se dedicava a nos dar carícias e beijos. Meu pau foi saindo sozinho do cu da Graciela à medida que perdia a rigidez.
Assim que saiu, esperei Grace se levantar e fiz o mesmo pra ir me higienizar. Quando voltei, Estela estava sozinha, me esperando sentada num dos sofás.
"Que tal a gente ver o vídeo?" – ela perguntou.
"É… bom… como você quiser?" – respondi.
"E a Graciela?" – perguntei.
"Foi tomar um banho no banheiro de cima" – respondeu, no momento em que "a loira" perguntava aos gritos onde estavam os sais de banho.
"Para… já vou" – completou Estela.
Eu continuava deslumbrado, vendo o corpo nu dela se movendo pelo lugar até as escadas. Ela era realmente linda, as pernas incríveis, a bunda firme, o cabelo que chegava até as nádegas, o jeito de andar… era excitante.
Quase por instinto, comecei a tocar meu pau; coisa que não parei de fazer, mesmo quando a Russa tinha voltado.
"Hum, deixa comigo" – ela disse, enquanto pegava meu membro e se preparava pra ligar a TV de plasma.
As imagens foram passando uma após a outra. Uma coisa era ver no computador, outra num plasma de 36 polegadas.
Porra!!! Como o vídeo tinha ficado bom; quente, extremamente amador… e de verdade era. Não tinha perdido aquela essência de imagens roubadas ou voyeur, apesar de um acordo prévio comum.
E isso dava pra perceber em Estela, que estava super excitada com o que via. Eu me dividia entre o plasma e ela. Me fascinava vê-la naquele estado, ela deixava de ser aquela mulher preocupada com os negócios e os filhos pra se transformar quase numa adolescente com vontade de ser saciada sexualmente.
Meu pau mostrava toda essa situação, tava duro, avermelhado, venoso… uma leve coceira. percorria todo o tronco e os testíbooties (depois eu descobriria que era um sintoma normal, causado pela irrigação sanguínea, gerada pela "ajudinha" ingerida).
Levantei, peguei na mão dela e a conduzi até o quarto que ficava no fim do corredor. Eu me virava praticamente como se a casa fosse minha, não por conhecer o lugar de fato, mas porque lembrava onde a Graciela tinha me deixado vê-la se masturbando.
Ao chegar aos pés da cama larga de casal, nos beijamos e, abraçados, nos deixamos cair sobre ela.
Ali começou tudo de um jeito bem suave, relaxado, carregado de erotismo, sensualidade e, claro, excitação.
A Estela se movia com uma suavidade extrema, as mãos dela deslizavam pelo meu corpo todo, a boca não se desgrudava da minha. Muito devagar, ela foi se ajeitando; quando ficou por cima de mim, começou a se empalar no meu pau bem de leve. Era quase do mesmo jeito que a Graciela tinha feito, mas com mais calma. Dava pra sentir ele entrando na buceta dela milímetro por milímetro. Os movimentos dela eram cadenciados, rítmicos… Eu sentia que a Estela não queria transar… queria fazer amor. Decidi satisfazê-la.
Deixei ela fazer o que quis; estava à disposição total dela. Ela, de olhos fechados, curtia cada penetração; eu, por outro lado, ficava alucinado olhando pra ela. Acariciava os peitos fartos dela, os mamilos lindos e pálidos… beliscava eles, esfregava com a ponta dos dedos, arrancando suspiros profundos.
Um orgasmo silencioso e repentino tomou conta dela, e depois veio outro… Só consegui segurá-la pela cintura. E deixar que ela se deitasse na cama, entre respirações ofegantes e tremores pelo corpo todo. Virei ela e comecei a penetrar, me deitando por cima, seguindo a cadência dos movimentos ondulantes dela. A bunda dura dela subia e descia, deixando meu pau entrar mais fundo na buceta quente e melada…
Eu tava com o pau durasso, parecia que ia estourar… Sabia que faltava muito pra gozar e tava disposto a curtir a Estela ao máximo. Tirei ela de uma vez, coloquei ela de quatro e fui metendo devagar até ter tudo lá dentro. Pedi pra ela se mexer, e ela fez, mas dessa vez com fúria… algo tinha mudado… toda a delicadeza ficou de lado, e a luxúria venceu… com ferocidade ela foi chupando meu pau uma e outra vez… Um grito abafado no travesseiro selou aquele momento com um novo orgasmo. Imediatamente, sem perguntar, coloquei a pica no cu dela e comecei a entrar naquele buraco lindo e apertado que se oferecia de par em par… Com pouca suavidade, tive todo meu membro lá dentro… eu estava nas nuvens de êxtase… Bombeei com a força que me restava… cada vez mais minha pica me fazia sentir que o clímax estava chegando… e assim aconteceu, entre gemidos e gritos, gozei dentro dela… enchendo toda aquela bunda de porra… Nos abraçamos e nos fundimos num beijo longo e carinhoso, pra depois descansar entre os peitos dela até a Graciela chegar já vestida no quarto, anunciando que tudo tinha acabado e pedindo pra eu levá-la até a casa dela. Depois de tomar banho e me trocar, me despedi da russa e saímos.
- Gostou do vídeozinho e do presente que te dei? – disse a Grace.
- Sim, gostosa… foi perfeito tudo… – respondi.
Enquanto minha colega de trabalho me entregava oficialmente o DVD pra eu ficar com ele.
Nem preciso dizer que, pra evitar qualquer problema, eu rasguei ele na frente dela, pra única prova que sobrasse ser o que a gente tinha na cabeça…
E foi assim, queridos amigos, que um vídeo me deu muito prazer… uma noite não muito tempo atrás…
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http://www.poringa.net/posts/relatos/1638958/mi-companera-de-trabajo_-Graciela-_2_-parte_.html
minha colega de trabalho, Graciela (3ª parte)
Depois de várias idas e vindas, combinamos com a Graciela de nos encontrar pra ver o vídeo que a gente tinha gravado. Claro, tudo não passava de uma desculpa esfarrapada pra ter mais um encontro sexual, mas dessa vez tinha um plus especial: a Estela ia estar com a gente.A Estela, amiga da Grace, é a dona da casa e do restaurante onde rolou tudo que virou meu segundo relato.
Eu sabia da Estela só pelos comentários que minha parceira fazia, nada mais. Nem características físicas, nem idade, nem como ela era ou o que pensaria dessa história, já que, por ser confidente, tava por dentro de todos os detalhes. Mesmo assim, tudo parecia muito promissor. Não só me excitava a ideia de um possível "menage à trois", mas também o fato de estar com alguém completamente desconhecida até então, que, sem dúvida, tinha topado a parada sem nenhum problema.
Como eu disse antes, tudo parecia "muito" promissor, então não queria ficar abaixo das expectativas. Por isso, liguei pra um brother meu, que é visitador médico, pra me arrumar uma "ajudinha" pra ocasião.
Resolvido esse detalhe, era só esperar até o sábado, tentando segurar a libido que a ansiedade tava provocando.
Nem preciso dizer que a espera foi longa, mas o dia "D" chegou, e na hora marcada, eu tava chegando na casa da Estela.
Foi ela quem atendeu o interfone, abriu o portão lá de dentro pra eu entrar com o carro, e depois me esperou com a porta aberta.
Como expressar minha surpresa ao vê-la parada ali na varanda de entrada? Tudo que eu tinha imaginado sobre ela ficou no chinelo.
Uns 50 e poucos anos muito bem vividos, um corpo que mais de uma gostosa ia invejar, cabelo loiro, comprido (até o fim das costas) e solto, olhos cinzentos que só faziam convidar você a se perder neles, e um sorrisão que coroava o rosto dela, deixando-a ainda mais atraente.
- Oi, você deve ser o Marcelo – ela disse. chegando perto e estampando um beijo na minha boca.
Não podia acreditar, ainda estava estupefato com aquela situação. Feito um idiota, respondi gaguejando e quase sem sentido:
— Sim, sou eu… (que resposta merda a minha)
— Eu sou Estela, ou a Russa, como preferir,… prazer em te conhecer… — finalizou
Já dentro de casa, ela me levou pra sala, onde a Graciela já estava nos esperando.
Inacreditável a visão daquele momento; uma mulher mais gostosa que a outra, e ambas afim de se divertir, pelo menos era o que eu imaginava.
Graciela me recebeu com um beijo quente, molhado e demorado. A língua dela buscou a minha freneticamente e depois se acalmou por um instante pra recomeçar com ainda mais vontade.
Depois de uma recepção dessas, sentamos nós três pra dividir um vinho tinto bem gostoso, uma tábua cheia de queijos e frios, e o mais importante, uma conversa agradável.
Sinto que tenho que descrever como essas duas gostosas estavam vestidas.
Graciela usava uma legging preta, salto alto combinando e uma camisola cinza que deixava claro que não tava de sutiã, mostrando as auréolas lindas dos peitos dela. Já a Estela, vestia uma regata decotada vermelha, com uma saia branca fininha que marcava perfeitamente a bunda firme dela… Realmente o espetáculo era uma delícia.
Voltando ao encontro em si, a conversa foi cordial, foi aí que fiquei sabendo que a Estela era viúva, morava sozinha, não tinha nem parceiro nem namorado, a vida dela girava em torno dos negócios e dos estudos universitários dos três filhos. Com a Graciela eram amigas há muito tempo e tinham compartilhado grande parte da vida juntas, apesar da diferença de idade entre as duas.
Foi ali também que fiquei sabendo que a ideia do jantar que tivemos com a Graciela no restaurante dela tinha sido dela, e que ela tava morrendo de inveja do que aconteceu depois no local, obviamente se referindo ao nosso encontro sexual…
Que queria me conhecer, saber como eu era; e, assim como eu, poder ver o bendito vídeo (do qual também sabia) e se rolasse um clima, fazer algo depois.
Essa última declaração só fez alimentar minhas esperanças mais profundas de uma noite inesquecível.
Pra ser sincero, mal podia esperar pra ter aquelas duas gostosas peladas, e pra ficar pronto, já tinha tomado o comprimido que meu amigo me deu, numa das minhas idas ao banheiro.
Nossa conversa foi esquentando aos poucos, até chegar no ponto de falar abertamente de sexo, momento que foi interrompido pela Estela, pra deixar claro que não ia esperar mais um minuto pra ver o vídeo.
- Bom... para de encher o saco, Gra, e bota o filme que já quero ver! – ela falou, num tom autoritário.
- Espera a gente arrumar um pouco e a gente vê, também tô afim. – respondeu Graciela, e depois me perguntou – e você?
- O que você acha? Tô doido pra ver faz tempo. – respondi, levantando as coisas do jantar.
Indo pra cozinha, senti uma mão na minha cintura, descendo até minha bunda... Achei que fosse a Graciela, que também tava na mesma lida que eu. Mas me enganei, era a Estela, que sem dizer nada avançou com a mão até tocar meu pau, que ainda não tinha ganhado vida.
Não falei absolutamente nada, como se o que aquela mulher tava fazendo fosse a coisa mais normal do mundo. Foi ela quem se surpreendeu com minha passividade, mas não tirou a mão, pelo contrário, começou a esfregar no meu pau com mais vontade. Larguei os pratos na pia e minha mão direita apertou a dela, acompanhando os movimentos, e com a esquerda procurei a buceta dela, encontrando bem fácil.
Só o toque dos meus dedos fez os dois tremerem...
- Ehhh, cheeee... não comecem agora que tem tempo e tão me deixando de fora – disse Graciela entrando atrás da gente.
- E o que você quer? Que a gente comece quando você quiser? Vai nessa...!!! – respondeu Estela, enquanto pegava minhas mãos e levava até a bunda dela, me abraçando e colando nossos corpos.
Ela me beijou fundo, com uma Suavidade, que só fazia me excitar ainda mais. Grace não ficou atrás e se aproximou por trás, levantou minha camisa e começou a beijar minhas costas enquanto uma das mãos dela se enfiava entre os dois corpos, tocando meu pau já duro.
Era o sonho, praticamente o famoso "sanduíche", ou pelo menos me senti assim.
Essas gostosas tentavam se aproveitar de mim, e eu, submisso, aceitava tudo com um prazer imenso.
Faltavam mãos: uma continuava massageando a bunda da Estela, a outra procurava os peitos da Graciela. Custou muito nos separar, literalmente tudo tinha começado, e antes do tempo ou não, quem sabe.
- Vamos, bora ver o vídeo – disse a Grace.
- Sim, por favor!!! – completou a Estela.
- Agora…? Sua puta mãe, isso tava ficando bom – falei, com um tesão que já dava pra ver na minha calça.
Saímos da cozinha.
- Russa…, o filme tá na minha bolsa, vai colocando que já volto… – disse a Graciela, com um toque de mistério.
Nos acomodamos na frente da TV grandona. A Russa pegou o DVD e preparou tudo.
Enquanto esperávamos a Graciela, não perdemos tempo, ou melhor, não queríamos e nem pretendíamos perder. Nossos lábios se encontraram de novo com mais vontade, nossas mãos percorriam com frenesi os corpos já ardentes. O cheiro dela tomava meus sentidos, a umidade era nítida, meu corpo inteiro pedia o dela. Só o barulho de uma porta trouxe uma calminha. Procuramos com o olhar e demos de cara com a Graciela, totalmente pelada vindo na nossa direção.
- E aí, que lentilhas são essas…!!! – ela disse – já tava imaginando vocês pelados… – completou, se inclinando sobre mim pra começar a desabotoar minha camisa.
A Estela se juntou à Grace, e as duas me deixaram nu num instante. Ficaram me encarando, como se estivessem me examinando. Só faltava a anfitriã, que, sabendo o que vinha, se ofereceu de mansinho.
A Graciela beijou ela sem nenhum pudor, como se fosse algo normal, enquanto eu tirava a saia dela que já Nessa altura, já tava incomodando.
Puxei devagar a calcinha dela, molhada pelos sucos que jorravam sem parar da buceta dela.
Nós três nos beijando juntos, devia ser um espetáculo bem excitante. As línguas se enroscavam umas nas outras…
Fomos todos juntos pro chão, que já tínhamos preparado com as almofadas que tinha.
Naquele monte de braços, mãos, pernas, bocas, lábios, conseguimos sincronizar sem planejar antes nossos movimentos e ações. E assim, atacamos o corpo da Russa sem piedade, lambendo cada milímetro da pele pálida e gostosa dela, nos encontrando na boca pra trocar beijos quentes de três.
Arrancamos dela, lá do fundo, os orgasmos e gemidos mais profundos… Tudo era sexo puro, animal e possessivo, porque cada corpo era exclusividade dos outros dois, sem diferença. Os fluidos se misturavam, fazendo a excitação aumentar cada vez mais.
Chegou a vez da Graciela. A Estela pegou ela pela cintura e jogou ela em cima de umas almofadas, e rapidinho tomou conta da buceta, dando o primeiro orgasmo nela.
Eu fiquei com o resto do corpo pra me entreter… E foi o que fiz, mordi de leve os biquinhos dos peitos dela, lambi a barriga até cansar, descendo depois pelas pernas que não paravam de tremer, por causa dos espasmos de orgasmo que a boca ávida da Russa tava causando.
Não consegui segurar a vontade de cuidar daquele rabo lindo que tava ali, sem proteção. A Estela gemeu rouco quando sentiu minha língua no cu dela. Ela se ajeitou, ficou de joelhos pra que a bunda dela abrisse ainda mais, e me deixar lamber ela à vontade. Não sei quanto tempo fiquei saboreando toda aquela racha espetacular. Não aguentava mais, queria penetrar elas o mais rápido possível, minha tara era tanta que a suavidade tinha ido embora, eu mordia as nádegas dela, dois dedos estavam enfiando sem pena naquele cu, enquanto parte da outra mão mexia na buceta. Um novo orgasmo sacudiu o corpo dela, enquanto a Graciela também gozava, molhando a mão da Russa.
Ambas mulheres, suadas, tremendo, cheias de prazer e paixão, ficaram estiradas, abraçadas, trocando carícias suaves, tentando encontrar a calma tão desejada.
Meio sonolentas, me convidaram pra deitar no meio delas naquela pausa rápida. Tava claro que a próxima vítima seria eu. Na minha cabeça, rondava o medo de que meu desempenho não fosse o que eu esperava; eu tinha quase pânico de sentir prazer. Tava resistindo a ser estimulado antes, queria meter logo em alguma delas. Até ali, tudo ia maravilhosamente bem, mas o que eu faria se gozasse cedo demais e o "amigo" não quisesse mais subir? Não queria deixar isso acontecer. O que iam pensar? Na dúvida que me consumia, falei pra elas. Foi uma baita declaração de inferioridade, um sincericídio. Eu, que me achava "o tal", tinha medo de gozar, ou melhor, medo de chegar ao clímax e ficar de fora do que pudesse rolar depois.
Quase como uma mãe, Estela me beijou e disse:
— Não esquenta, bombom… a gente não vai deixar isso acontecer… fica tranquilo.
— Comigo você não vai ficar sem pica… então relaxa que eu cuido disso — completou Graciela, num tom inquisidor, mas deixando claro com alguns gestos que tava apostando algumas fichas em mim.
Vou dar uma pausa na história pra explicar a situação.
Embora, como contei antes, eu tenha tido a chance de curtir o sexo ao máximo em várias situações diferentes, além de ter vivido essa mesma experiência na juventude, dessa vez eu tava convencido de que não podia ser um fiasco. E como era a primeira vez que usava "a pilulazinha", não sabia que resposta ela poderia me dar.
Resumindo, cometi o grave erro de ficar pilhado antes do tempo, e ainda por cima de forma negativa, e isso tava jogando contra mim.
Voltando ao relato.
Consegui acalmar a bad vibes com os primeiros carinhos que Grace e a Russa me fizeram. Em segundos, tava entregue àquelas mãos e bocas que exploravam meu corpo.
Grace Me conhecendo, ela começou com pequenas mordidinhas na cabeça do pau, enquanto Estela, por sua vez, lambia o tronco da minha rola. Elas trocavam de papéis sem parar de me acariciar e beliscar meus mamilos. Eu estava no paraíso, não conseguia resistir ao prazer que aquelas duas bocas me davam, e a visão era sublime: duas cabecinhas loiras perdidas no meio das minhas pernas. E o clímax chegou, de repente, inesperado, jorrando. Cada músculo meu se tensionou, e meu pau, escorrendo porra e saliva, pulsava no ritmo do meu coração acelerado.
Enquanto Estela, sem dizer uma palavra, montava no meu rosto pra eu chupar a buceta dela, Graciela limpava com devoção meu pau, absorvendo cada gota derramada. Quase sem pensar, "o amigo" continuava duro como no começo. A confiança foi tomando conta de mim, quando, de uma só vez, Grace enfiou ele na buceta dela. A cavalgada era frenética, alucinada... Dias antes ela tinha me dito que sentia falta da minha rola e queria me foder de novo.
Já Estela se movia devagar, deixando todo o meu rosto roçar na buceta dela, molhada e rosada. Não lembro em que momento ela gozou, nem como foi, só sei que o néctar dela inundou minha boca e molhou minha cara. Era tudo doçura e suavidade, ao contrário de Graciela, que estava alucinada, molhando o cu com saliva pra depois sentar e se violentar com meu pau. Era impensável que eu pudesse fazer algo pra acalmá-la. Nunca a tinha visto assim, tão cheia de tesão e tão puta.
Ela falava entre suspiros, gritava de prazer, só ela se mexia. Não queríamos perder nada daquele espetáculo. Estela, já recuperada do orgasmo, deitou do meu lado acariciando o corpo da amiga querida. Uma última e potente estocada, acompanhada de um grito quase intimidador, marcou um orgasmo fortíssimo. Com meu pau ainda dentro do cu dela, ela se deixou cair, exausta, em cima de mim.
— Vai, bebê, que tô perto — falei, enquanto minhas mãos agarravam as nádegas dela e eu começava a bombar rápido.
— Isso, bombom… enche o cu dela de porra. Porra" – disse Estela, aprovando meu comentário.
"Me come o cu, pussy… me come, sou tua" – completou Grace.
Jatos de porra penetraram as entranhas delas, e um gemido abafado pelo beijo final marcaram aquele momento único.
Ficamos ali, imóveis, exaustos; só Estela se dedicava a nos dar carícias e beijos. Meu pau foi saindo sozinho do cu da Graciela à medida que perdia a rigidez.
Assim que saiu, esperei Grace se levantar e fiz o mesmo pra ir me higienizar. Quando voltei, Estela estava sozinha, me esperando sentada num dos sofás.
"Que tal a gente ver o vídeo?" – ela perguntou.
"É… bom… como você quiser?" – respondi.
"E a Graciela?" – perguntei.
"Foi tomar um banho no banheiro de cima" – respondeu, no momento em que "a loira" perguntava aos gritos onde estavam os sais de banho.
"Para… já vou" – completou Estela.
Eu continuava deslumbrado, vendo o corpo nu dela se movendo pelo lugar até as escadas. Ela era realmente linda, as pernas incríveis, a bunda firme, o cabelo que chegava até as nádegas, o jeito de andar… era excitante.
Quase por instinto, comecei a tocar meu pau; coisa que não parei de fazer, mesmo quando a Russa tinha voltado.
"Hum, deixa comigo" – ela disse, enquanto pegava meu membro e se preparava pra ligar a TV de plasma.
As imagens foram passando uma após a outra. Uma coisa era ver no computador, outra num plasma de 36 polegadas.
Porra!!! Como o vídeo tinha ficado bom; quente, extremamente amador… e de verdade era. Não tinha perdido aquela essência de imagens roubadas ou voyeur, apesar de um acordo prévio comum.
E isso dava pra perceber em Estela, que estava super excitada com o que via. Eu me dividia entre o plasma e ela. Me fascinava vê-la naquele estado, ela deixava de ser aquela mulher preocupada com os negócios e os filhos pra se transformar quase numa adolescente com vontade de ser saciada sexualmente.
Meu pau mostrava toda essa situação, tava duro, avermelhado, venoso… uma leve coceira. percorria todo o tronco e os testíbooties (depois eu descobriria que era um sintoma normal, causado pela irrigação sanguínea, gerada pela "ajudinha" ingerida).
Levantei, peguei na mão dela e a conduzi até o quarto que ficava no fim do corredor. Eu me virava praticamente como se a casa fosse minha, não por conhecer o lugar de fato, mas porque lembrava onde a Graciela tinha me deixado vê-la se masturbando.
Ao chegar aos pés da cama larga de casal, nos beijamos e, abraçados, nos deixamos cair sobre ela.
Ali começou tudo de um jeito bem suave, relaxado, carregado de erotismo, sensualidade e, claro, excitação.
A Estela se movia com uma suavidade extrema, as mãos dela deslizavam pelo meu corpo todo, a boca não se desgrudava da minha. Muito devagar, ela foi se ajeitando; quando ficou por cima de mim, começou a se empalar no meu pau bem de leve. Era quase do mesmo jeito que a Graciela tinha feito, mas com mais calma. Dava pra sentir ele entrando na buceta dela milímetro por milímetro. Os movimentos dela eram cadenciados, rítmicos… Eu sentia que a Estela não queria transar… queria fazer amor. Decidi satisfazê-la.
Deixei ela fazer o que quis; estava à disposição total dela. Ela, de olhos fechados, curtia cada penetração; eu, por outro lado, ficava alucinado olhando pra ela. Acariciava os peitos fartos dela, os mamilos lindos e pálidos… beliscava eles, esfregava com a ponta dos dedos, arrancando suspiros profundos.
Um orgasmo silencioso e repentino tomou conta dela, e depois veio outro… Só consegui segurá-la pela cintura. E deixar que ela se deitasse na cama, entre respirações ofegantes e tremores pelo corpo todo. Virei ela e comecei a penetrar, me deitando por cima, seguindo a cadência dos movimentos ondulantes dela. A bunda dura dela subia e descia, deixando meu pau entrar mais fundo na buceta quente e melada…
Eu tava com o pau durasso, parecia que ia estourar… Sabia que faltava muito pra gozar e tava disposto a curtir a Estela ao máximo. Tirei ela de uma vez, coloquei ela de quatro e fui metendo devagar até ter tudo lá dentro. Pedi pra ela se mexer, e ela fez, mas dessa vez com fúria… algo tinha mudado… toda a delicadeza ficou de lado, e a luxúria venceu… com ferocidade ela foi chupando meu pau uma e outra vez… Um grito abafado no travesseiro selou aquele momento com um novo orgasmo. Imediatamente, sem perguntar, coloquei a pica no cu dela e comecei a entrar naquele buraco lindo e apertado que se oferecia de par em par… Com pouca suavidade, tive todo meu membro lá dentro… eu estava nas nuvens de êxtase… Bombeei com a força que me restava… cada vez mais minha pica me fazia sentir que o clímax estava chegando… e assim aconteceu, entre gemidos e gritos, gozei dentro dela… enchendo toda aquela bunda de porra… Nos abraçamos e nos fundimos num beijo longo e carinhoso, pra depois descansar entre os peitos dela até a Graciela chegar já vestida no quarto, anunciando que tudo tinha acabado e pedindo pra eu levá-la até a casa dela. Depois de tomar banho e me trocar, me despedi da russa e saímos.
- Gostou do vídeozinho e do presente que te dei? – disse a Grace.
- Sim, gostosa… foi perfeito tudo… – respondi.
Enquanto minha colega de trabalho me entregava oficialmente o DVD pra eu ficar com ele.
Nem preciso dizer que, pra evitar qualquer problema, eu rasguei ele na frente dela, pra única prova que sobrasse ser o que a gente tinha na cabeça…
E foi assim, queridos amigos, que um vídeo me deu muito prazer… uma noite não muito tempo atrás…
7 comentários - Graciela, minha colega gostosa (3ª parte)
Que trío se mandaron !!!
Feliz 2011 !!!
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Muy buenos relatos, muy calientes las tres partes, se ve que se mataron y lo contás de una manera muy sincera y detallada. Un placer leerte!!
Beso, recomendación y deuda de puntos.
Morochadel84
lo recomiendo porq me quede sin puntitos!
Gracias.