El encuentro con la indita

Sou um tipo de cerca de 25 anos, corpo atlético não muito bonito de cara jajajja e de estatura média, bem essa história me passou há já um par de anos, nesses dias trabalhava como louco até mais não poder, pois esse dia me tocou trabalhar um domingo saí às 3 da tarde e cansado da rotina de trabalhar e ir para casa tomei a decisão de tomar um passeio pelas ruas, para meio distrair a vista, caminei um par de quadras até chegar a um centro comercial ou mall ou como lhe chamam em seu país, quando a lointana vi passar uma preciosa menina de cabelo longo louro maltratado, corpo magro e com uma pequena saia de jeans, olhei seu caminhar sem rumo como perdida, por isso não duvidei em aproximar-me à tal preciosa menina, chegando perto dela, me olhou e sorriu, seguimos caminhando eu atrás dela, e voltei a ver e voltei a sorrir porque me pareceu estranho que lhe chamar a atenção tão rapidamente, efetivamente não perdi a oportunidade e lhe falei,

Eu: Olá, você está perdida, verdade?

Ela: Sim, estou procurando o melhor caminho para chegar à minha casa. Vou desde fora da capital e não saio muito, então me perco facilmente.

(Efetivamente, seu acento e forma de falar não eram da capital)

Eu: Pois diga-me por onde você vive e posso dizer-lhe a melhor opção

Ela: Vivo em ...

Ao conhecer onde vivia, não estava tão perdida estava relativamente perto, mas me disse que essa oportunidade não se dá todos os dias. Deixem-me dizer que seu acento sua forma de falar era assustadora, mas tinha um corpo rico, assim me lancei e lhe disse que ia na mesma direção (totalmente mentira jajajja) o que ela tomou com alegria e tomamos a rota mais longa para o lugar enquanto caminhávamos jajajajaja

Nesse momento pude saber muito sobre ela e sacar informações valiosas, deixei-a no local e ao cabo de meia hora me enviou um mensagem dizendo que havia desfrutado da minha companhia e que gostaria ver-me outra vez...

Havera conseguido meu objetivo ajjajaaj dias después me chamou, nos citamos, eu levei ela para comer e pasear, em um lugar havia um tipo de parque com um salão do medo ou algo assim, o que propus a entrada, e ela aceitou. No quarto escuro, eu abraçava-a fortemente e roçava seus peitos macios e duros, o que me aquecia muito em uma delas se assustou muito e resbalou e pôde tocar meu membro duro. Deixe-me dizer que isso a assustou mais e ela ficou muda e quis sair rapidamente da sala, por isso me senti arrependido pelo incidente, mas a coisa foi pior porque ao sair, a coisa se notava muito, o que ela não podia deixar de ver diretamente. Ela: há algum motivo para você estar assim? Eu: sinceramente posso dizer que é por ti. Ela: mas como é possível que esteja entusiasmado sem fazer nada? Eu: desculpe, mas se fizesses, roçastes-me muitas vezes os peitos em meus braços e peito no quarto aquele. Ela: sinto muito, não me dei conta (sorrindo e ruborizada). Continuamos caminhando e falando sobre coisas triviais até que eu perguntei se ela tinha namorada, o que disse que não, ela confessou que não havia tido namorado desde há 6 meses e que havia cortado com ele porque não queria casar-se com ele, queria ter sexo com ele mas estava educada para entregar sua virgindade apenas ao esposo. O que me deixou com o olho redondo ante tal pensamento antigo, mas que me preencheu a cabeça de luxúria ao pensar que não havia sido provada por ninguém. Continuamos caminhando e ouvindo mais sobre sua história. Nos vimos por uma semana mais todos os dias e ela ainda não deixava seus temores, pois seus pais lhe haviam enculcado quando lhe propus que lhe daria opções sem que ela faltasse o respeito a seus antepassados. Eu estendi minha mão por debaixo da sua saia e pude sentir seu apertado paninho, o que após minutos deixou sentir que estava ela fechava os olhos enquanto meus dedos tocavam o que efetivamente era sua apertada raya. Poderiam-se imaginar o quanto eu estava duro quando confirmava o que ela dizia. Uma semana depois, a citei em um lugar para estar sozinhos e ali tomei muitas fotos dela de roupa interior. Ela jogava comigo como se fosse minha boneca, fazendo o que eu lhe dava para modelar e aquele corpo virginal foi meu aquela tarde. Eu não contava com muito experiência, mas os seus gemidos ao desfrutar das primeiras experiências pagavam pelo não ter experiência. Dias depois, não pudemos mais nos ver e isso acabou nesse momento. Meses depois, ela me chamou para dizer que, após mim, havia tido 5 namorados mais em menos de 3 meses e que com todos havia desfrutado do que eu antes lhe dava... jajajajaja. Ela a havia convertido em uma puta que desfrutava do sexo...

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