Me chamo Lily, tenho 38 anos mas pareço ter só 30, talvez em parte porque não tivemos filhos, vou à academia três vezes por semana, não trabalho e não temos problemas financeiros.
Pedro tem sua própria empresa de Informática e principalmente porque sou feliz, tenho todo o sexo que preciso ou quero e ainda gosto do meu físico. Tenho 1,68m e medidas magníficas 95-65-90, olhos negros e cabelo castanho que, embora eu goste de manter sempre na altura dos ombros, combina bem com o conjunto.
Desde que conheci Pedro aos 17 até uns três anos atrás, não tinha me deitado com ninguém além dele.
Sempre fui sexualmente muito ativa e fácil de convencer a experimentar coisas novas.
Pouco depois de nos conhecermos, uma tarde em que estávamos nos divertindo enquanto eu batia uma punheta pra ele, ele estava apertando meus peitos e me perguntou pouco antes de gozar:
"Quando você vai me chupar? Porque esse é o próximo passo."
Não respondi, ele gozou parte na minha mão, parte nas minhas pernas pois levantei a saia para não sujar, lambi com a ponta da língua alguns restos da mão e encontrei um gosto um tanto forte, ácido e "acre ou salgado", como o de nêsperas quando estão quase maduras mas falta o "quase".
Sem dizer nada, me abaixei e coloquei o pau já mole dele na boca sem saber bem o que fazer com ele, por enquanto chupei tudo que pude, mas talvez devido à situação logo ele recuperou o suficiente para poder fazer um boquete mais "sério".
Essa vez foi com uma "gozada" mais escassa, mas toda ela na boca, eu engolia e lambia e voltava a chupar e com os lábios e a língua fazia como se estivesse batendo punheta e não devo ter feito mal, pois desde aquele dia nunca mais bati punheta pra ele, a não ser para começar.
Pouco depois, foi durante um feriado prolongado em que nenhum de nós viajou com nossas famílias, que não sabiam nada do nosso relacionamento, e ambos dissemos em casa que íamos com amigos, no meu caso Júlia, uma grande amiga que continua sendo, foi quem passou em casa com seus... meus pais me buscaram no dia da partida, mas me deixaram na primeira estação de trem porque tinham "esquecido uns remédios e não podiam continuar".
Passamos os três dias sem sair da casa dele e foi a ocasião de termos relações completas com o Pedro. As penetrações vaginais eram com camisinha, mas quando perguntei:
"É imprescindível a camisinha no sexo anal?"
Ele esclareceu que não, mas que teria muito cuidado para não me machucar. Começou me acariciando com um dedo "engordurado" com creme, mas quando estava com ele no meio da entrada, dei uma empurrada forte para trás de forma que entrou todo de uma vez. Doeu um pouco, mas economizamos muito tempo.
O primeiro dia com sua noite passamos transando por onde ele quis e nos momentos "de calma" eu aproveitava para dar um bom boquete. No segundo dia, Pedro estava acabado, mas não permiti que dormisse mais que de vez em quando. Quando ele dormia, eu já me encarregava de "acordá-lo". Aquele feriado prolongado foi memorável e até hoje o citamos como promessa de uma sessão de "sexo sem compaixão".
Quando um de nós diz: "Vamos de feriadão?" já sabemos que não devemos nos comprometer com outras coisas.
Quatro anos depois, poucos dias depois de eu completar 22 anos, nos casamos e nossa relação foi ficando cada vez mais sólida e cúmplice. Com o tempo, compramos alguns brinquedos, pois às vezes o Pedro tinha dificuldade em acompanhar meu ritmo. Mas há três anos, ele me propôs algo que me "beneficiou" e que a ele trouxe pouco ganho.
"Você teria vontade de fazermos uma troca de casais?"
Sinceramente, não. Acho que estamos bem como estamos e acho que colocar estranhos na nossa relação não traria nada de bom.
"Não me referia a estranhos. Também acho que ir a um daqueles clubes que anunciam poderia ser um problema."
E continuou dizendo:
"Eu tinha pensado em alguém conhecido, como a Julia e o Luís. Você poderia comentar com a Julia e ver o que ela acha. Nos conhecemos há muito tempo e vejo como o Luís olha para você, e a Julia não me desagrada. Seria só para... Vocês conversariam.
Mas! Mas você tá maluco, nada menos que com a Julia e o marido dela, eu ficaria muito chateada se eles se irritassem com isso. Não sei o que te dizer.
Faça por mim, por nós, sei ou pelo menos imagino que o Luís não te desagrada e com certeza vocês se divertiriam. Não tenho queixas de você porque sempre me deu tudo que pedi, mas agora tô com vontade de experimentar isso.
Vou falar com a Julia, mas não me pressione, vou fazer quando ver uma oportunidade pra ela não ficar chateada e se ela recusar, não vou mais tocar no assunto nem com ela nem com nenhum outro amigo.
Combinamos assim, eu não sabia como abordar a Julia, mas naquela quarta-feira, ela me disse que não iria à academia porque o Luís ficaria fora até sexta e ela tava meio cansada, eu disse que passaria pra vê-la já que também não tava com muita vontade, quando cheguei ela me serviu um café e conversamos sobre bobagens, até que ela perguntou:
"O que tá acontecendo com você? A gente se conhece há muito tempo e já percebi que quer me contar algo, mas tá difícil."
"Tem razão, preciso te perguntar uma coisa, mas o que não quero é que você fique brava, se você achar bom, ótimo! E se não, por favor esquece, mas não vamos brigar por isso."
Quando comentei o pedido do Pedro, ela deu uma risada e disse:
"Só é isso? Pensei que fosse algo mais sério, nós já fomos algumas vezes a um clube desses, faz mais de dois anos, o Luís insistiu e eu aceitei, e se não te contei nada antes é porque não 'curtimos' totalmente."
"Foi uma experiência ruim, não foi legal?"
"Sim, a primeira vez foi muito boa pra nós dois, embora antes de entrar combinamos nos separar e cada um seguir por conta própria depois que nos explicaram como tudo funcionava e que sairíamos no máximo às três."
"Quem chegasse primeiro ao carro esperaria o outro e se a gente se encontrasse antes de sair, tratar como desconhecidos e, acima de tudo, não perguntar ao outro como foi e o que fez, se tivéssemos vontade de contar, tudo bem, mas se não, seria nosso direito. calar.
Como era a primeira vez que uma garota muito gostosa ficava completamente nua, ela nos mostrou as instalações, que estavam pouco movimentadas, já que ainda não eram dez da noite. Uma grande sala comum com mesas e um balcão para tomar o que desejássemos, só podíamos beber nessa sala.
Depois, ela nos mostrou dois jacuzzis grandes para pelo menos 8 pessoas cada e uma piscina, onde cabiam tranquilamente umas 20 pessoas. Em seguida, uma sala com uma cama redonda grande, caso tivéssemos vontade de participar da orgia que costumava ser organizada ali. "O muro das surpresas", que era uma sala onde, de um lado, ficavam os que ofereciam: buceta, cu, pau, tetas; e do outro, os que acariciavam, beijavam, penetravam. Algo muito curioso, pois você podia colocar as tetas em alguns orifícios e não sabia quem estava as apalpando.
E por último, mas não menos importante, ela nos mostrou uma série de reservados, onde se entrava por uma cortina curta que permitia ver se estava ocupado, e dentro havia uma cama que podia acomodar quatro pessoas. Por toda parte, havia sofás de três lugares para os que preferiam "brincar em público". Imagino que alguns seriam animadores, para incentivar a galera a entrar na onda.
Ao terminar as explicações, a garota que nos atendeu, quando confirmamos que ficaríamos, enfatizou a regra principal da casa:
Quando alguém diz NÃO, é simplesmente NÃO. Isso não impede que toquem ou apalpem, mas você pode parar ou recusar. Se afastar a mão de alguém ou algo do tipo, a pessoa vai entender que não deve continuar. TODOS os participantes respeitam essa regra, sob ameaça de expulsão sem poder voltar NUNCA.
Ela nos acompanhou até um vestiário, onde nos despimos, deixamos tudo dentro de uns armários e pegamos um roupão caso "tivéssemos frio" e uma pulseira com a chave do armário. Era tudo o que levávamos conosco. Então, Luís e eu nos beijamos e combinamos de nos encontrar às três no carro.
E você se divertiu?
Maravilhosamente, Lily. Foi uma das melhores experiências da minha vida. Vida, instantes depois de ver Luís desaparecer, senti umas mãos na minha cintura. Eram muito macias, mas grandes. Coloquei as minhas sobre elas e as levei até meus peitos. Quando senti uns mamilos duros cravando nas minhas costas, me surpreendi um pouco, mas esfreguei neles. Então ela me beijou no pescoço e sussurrou:
"Quer ir para um reservado? Parece que é sua primeira vez aqui, nunca te vi por aqui."
Assenti e me deixei levar. Entramos no reservado mais afastado de onde estávamos. Ela me guiava por trás, segurando meus peitos e beijando meu pescoço, soprando minha nuca, esfregando seu sexo contra minha bunda. Quando me sentou na cama, pude ver a garota mais gata que você pode imaginar — não devia ter mais que 24, 25 anos.
Sem mais delongas, ela me empurrou para trás e me deitou na cama, deixando minhas pernas penduradas. Ela as abriu um pouco e me fez o melhor oral que já imaginei. Gozei três vezes antes que ela me deixasse descansar. Depois, me posicionou direito na cama e começou a lamber todo meu corpo.
Quando chupava um mamilo, enfiava dois dedos na minha buceta super sensível. Com ela, em pouco mais de uma hora e meia, tive seis orgasmos — minhas pernas não me sustentavam.
Num sussurro, como se não quisesse falar alto, como se fosse um sonho, ela disse:
"Quando descansar um pouco... se me acompanhar ao vestiário, te dou meu cartão. Caso queira me ver algum dia fora daqui. Não sou profissional, só gostei do sabor da sua buceta e queria repetir. Sem compromisso."
Não pude resistir e perguntei:
"E aí, você foi? Ela te deu o cartão? Vocês se viram de novo?"
"Sim, sim e sim! Acompanhei ela, peguei o cartão e nos vimos muitas vezes nesses dois anos. Inclusive, tínhamos marcado para esta tarde, mas vou ter que dizer que estou cansada — porque quando estamos juntas, ela me dá uns amassos que me deixam destruída."
"Mas ela tem tanta energia assim? O que ela faz?"
"Júlia, sem Não disse nada, se levantou, estendeu as mãos para mim e eu também me levantei sem saber muito bem o que ela pretendia.
Me aproximei dela e ela me beijou nos lábios, foi um beijo muito terno, mais uma carícia do que qualquer outra coisa. Então suas mãos percorreram todo o meu corpo e, quando percebi, estava apenas de calcinha fio-dental, com o vestido no chão e o sutiã sobre o sofá.
Então ela me perguntou:
"Você percebeu alguma coisa? Porque eu também não. Quando a Luz 'acende', não tem quem a satisfaça, é uma coisa nunca vista. Quando estou com ela, o tempo parece parar."
Nos envolvemos em um amasso, o primeiro que tive na minha vida com uma mulher, mas nem por isso menos prazeroso. Ela me pegou pela mão e me levou até a cama, onde nos deitamos. Ela não parecia nada cansada, lambeu todo o meu corpo e, antes mesmo de chegar na minha buceta, eu já tinha tido meu primeiro orgasmo.
O segundo veio logo depois que ela se posicionou entre minhas pernas e foi precedido por uma grande ejaculação. Já tinha tido algumas em situações muito excitantes, mas nunca tão abundante. Depois desse segundo orgasmo, puxei ela para cima e a beijei com muita paixão, dizendo que agora era a minha vez de satisfazê-la.
"Não, disso a Luz vai cuidar depois. Na verdade, nós duas vamos até ela e veremos se ela tem para as duas."
"E foi só isso que você fez naquela primeira noite no clube?"
"Nada disso! Quando a Luz me deu o cartão e me deixou, fui ao jacuzzi para relaxar um pouco. Tinha um completamente vazio. Mal tinha me instalado e estava com os olhos semicerrados, tentando me recuperar, quando se aproximaram dois caras de uns 30 anos que perguntaram se podiam me acompanhar."
"Sim! Tem espaço de sobra."
"A pergunta é se 'podemos te acompanhar' para um lugar mais tranquilo."
A pergunta me pegou um pouco de surpresa, mas não hesitei em perguntar:
"O que vocês estão me propondo? Vocês parecem bem seguros de que têm algo a oferecer."
"Quantas vezes você já teve uma dupla penetração na água? Somos uma equipe e essa é uma das nossas especialidades."
"Sempre na água?"
"Ou onde você quiser. você escolhe, é mais, podemos experimentar uma na água e outra onde você propor, e depois você mesma julga qual gosta mais.
O que você fez?
Eu disse a eles que estava um pouco cansada e que por isso estava na jacuzzi descansando um pouco, mas que se me ajudassem a ir para a piscina, poderíamos experimentar. Um deles me disse:
Não me surpreende que esteja cansada, nas mãos da Luz todos estamos perdidos, vimos que ele te pegou assim que você se separou do seu acompanhante, queríamos ser os primeiros a te dar as boas-vindas, mas ele se adiantou. De qualquer forma, conosco você não vai se entediar nem se cansar quase nada.
Eles me ajudaram a sentar na borda da piscina, que era toda revestida de madeira, daquelas que se usa nas saunas para não marcar o corpo. Um entrou na piscina, me segurou pela cintura e me desceu esfregando pelo corpo dele. Quando meus pés chegaram no fundo, o outro já estava atrás de mim, apertando meus peitos que mal apareciam acima da água.
O que estava na minha frente se afastou um pouco, subiu com muita facilidade na borda da piscina, e pude ver que ele tinha uma pica mais que apetitosa, com mais de 20 cm e grossa, uns quatro dedos. Quando vi que ele começava a abrir a embalagem de uma camisinha, me aproximei e, sem avisar, engoli aquela pica, fazendo uma meia mamada enquanto o outro enfiava a pica dele entre minhas pernas.
Então eu disse que, quando terminássemos, faria uma mamada completa em cada um, para dar algo em troca do que eles me dariam.
O que estava fora colocou a camisinha e entrou na água. Com a ajuda do companheiro, me levantou e, quando alinhou a entrada da minha buceta, foi me penetrando lentamente, enquanto o companheiro lambia minhas costas desde o nível da água até a nuca, onde ele soprava um pouquinho — isso me deixa louca, e não deve ser só comigo.
Quando o que estava atrás achou que era hora, começou a acariciar minha barriga com uma mão, enquanto com a outra me segurava bem a bunda. Não foi brusco, mas não parou em nenhum momento, chegou até o fundo com uma enfiada lenta, porém irresistível. Quando ele me fodeu completamente, eu perguntei:
— Está doendo ou posso continuar?
— Continua! Ou você vai ter um problema.
Então comecei a experimentar algo diferente de tudo que já tinha vivido até aquele momento. Quando um entrava, o outro saía, e eu no meio. Quando cheguei ao orgasmo foi sensacional, eu tremendo, e não de frio, e aqueles dois sátiros que não me deixavam gozar. O que estava na frente gozou, mas continuaram metendo até que eu pedi para pararem, não aguentava mais. Eles ficaram paradinhos os dois dentro de mim, e eu pensei — bom, pensei depois — que na verdade eles eram um ótimo time.
Quando fui capaz de dizer algo mais, só me ocorreu um simples "Obrigada". Eles saíram de mim, primeiro o de trás e depois o da frente, que saiu da água, tirou a camisinha e depositou em um daqueles "recipientes" distribuídos por toda parte para esse fim.
Ele sentou na borda da piscina e foi o primeiro que eu chupei. Recolhi os restos que tinham ficado e um pouco mais que ele soltou, pois me esforcei ao máximo. Quando terminei com ele, ele se abaixou o suficiente para me beijar nos lábios, e depois me dediquei ao amigo dele. Esse não tinha gozado, tinha se enxaguado com a água da piscina, de forma que quando comecei a chupá-lo, não encontrei nada além de um pau limpo e anormalmente duro, já que geralmente na água eles enrugam.
O cara aguentou bastante, e olha que tenho muita prática, pois o Luís adora e quase sempre, se não é no começo, é no final, mas a gente marca um 69 bem gostoso.
Quando finalmente o cara gozou, pensei que ia me engasgar. Não dava tempo de engolir no ritmo que ele soltava. Apertei um pouco as bolas dele com uma mão e ele aliviou um pouco, mas demorou mais de dois minutos para se esvaziar. Quando engoli tudo e ele se recuperou um pouco, ele voltou para a piscina e, depois de me beijar muito, os dois me ajudaram a sair dela.
Me acompanharam os dois até uma das cabines reservadas, de onde vimos sair uma "faxineira", pois cada vez que uma fica vaga, trocam a roupa e se... limpia. Continua. 🤤 🤤 🤤 deixo vocês com a primeira parte de um relato muuuito interessante. Em breve vou lançar um mini livro de contos, a primícia é pra vocêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê
Pedro tem sua própria empresa de Informática e principalmente porque sou feliz, tenho todo o sexo que preciso ou quero e ainda gosto do meu físico. Tenho 1,68m e medidas magníficas 95-65-90, olhos negros e cabelo castanho que, embora eu goste de manter sempre na altura dos ombros, combina bem com o conjunto.
Desde que conheci Pedro aos 17 até uns três anos atrás, não tinha me deitado com ninguém além dele.
Sempre fui sexualmente muito ativa e fácil de convencer a experimentar coisas novas.
Pouco depois de nos conhecermos, uma tarde em que estávamos nos divertindo enquanto eu batia uma punheta pra ele, ele estava apertando meus peitos e me perguntou pouco antes de gozar:
"Quando você vai me chupar? Porque esse é o próximo passo."
Não respondi, ele gozou parte na minha mão, parte nas minhas pernas pois levantei a saia para não sujar, lambi com a ponta da língua alguns restos da mão e encontrei um gosto um tanto forte, ácido e "acre ou salgado", como o de nêsperas quando estão quase maduras mas falta o "quase".
Sem dizer nada, me abaixei e coloquei o pau já mole dele na boca sem saber bem o que fazer com ele, por enquanto chupei tudo que pude, mas talvez devido à situação logo ele recuperou o suficiente para poder fazer um boquete mais "sério".
Essa vez foi com uma "gozada" mais escassa, mas toda ela na boca, eu engolia e lambia e voltava a chupar e com os lábios e a língua fazia como se estivesse batendo punheta e não devo ter feito mal, pois desde aquele dia nunca mais bati punheta pra ele, a não ser para começar.
Pouco depois, foi durante um feriado prolongado em que nenhum de nós viajou com nossas famílias, que não sabiam nada do nosso relacionamento, e ambos dissemos em casa que íamos com amigos, no meu caso Júlia, uma grande amiga que continua sendo, foi quem passou em casa com seus... meus pais me buscaram no dia da partida, mas me deixaram na primeira estação de trem porque tinham "esquecido uns remédios e não podiam continuar".
Passamos os três dias sem sair da casa dele e foi a ocasião de termos relações completas com o Pedro. As penetrações vaginais eram com camisinha, mas quando perguntei:
"É imprescindível a camisinha no sexo anal?"
Ele esclareceu que não, mas que teria muito cuidado para não me machucar. Começou me acariciando com um dedo "engordurado" com creme, mas quando estava com ele no meio da entrada, dei uma empurrada forte para trás de forma que entrou todo de uma vez. Doeu um pouco, mas economizamos muito tempo.
O primeiro dia com sua noite passamos transando por onde ele quis e nos momentos "de calma" eu aproveitava para dar um bom boquete. No segundo dia, Pedro estava acabado, mas não permiti que dormisse mais que de vez em quando. Quando ele dormia, eu já me encarregava de "acordá-lo". Aquele feriado prolongado foi memorável e até hoje o citamos como promessa de uma sessão de "sexo sem compaixão".
Quando um de nós diz: "Vamos de feriadão?" já sabemos que não devemos nos comprometer com outras coisas.
Quatro anos depois, poucos dias depois de eu completar 22 anos, nos casamos e nossa relação foi ficando cada vez mais sólida e cúmplice. Com o tempo, compramos alguns brinquedos, pois às vezes o Pedro tinha dificuldade em acompanhar meu ritmo. Mas há três anos, ele me propôs algo que me "beneficiou" e que a ele trouxe pouco ganho.
"Você teria vontade de fazermos uma troca de casais?"
Sinceramente, não. Acho que estamos bem como estamos e acho que colocar estranhos na nossa relação não traria nada de bom.
"Não me referia a estranhos. Também acho que ir a um daqueles clubes que anunciam poderia ser um problema."
E continuou dizendo:
"Eu tinha pensado em alguém conhecido, como a Julia e o Luís. Você poderia comentar com a Julia e ver o que ela acha. Nos conhecemos há muito tempo e vejo como o Luís olha para você, e a Julia não me desagrada. Seria só para... Vocês conversariam.
Mas! Mas você tá maluco, nada menos que com a Julia e o marido dela, eu ficaria muito chateada se eles se irritassem com isso. Não sei o que te dizer.
Faça por mim, por nós, sei ou pelo menos imagino que o Luís não te desagrada e com certeza vocês se divertiriam. Não tenho queixas de você porque sempre me deu tudo que pedi, mas agora tô com vontade de experimentar isso.
Vou falar com a Julia, mas não me pressione, vou fazer quando ver uma oportunidade pra ela não ficar chateada e se ela recusar, não vou mais tocar no assunto nem com ela nem com nenhum outro amigo.
Combinamos assim, eu não sabia como abordar a Julia, mas naquela quarta-feira, ela me disse que não iria à academia porque o Luís ficaria fora até sexta e ela tava meio cansada, eu disse que passaria pra vê-la já que também não tava com muita vontade, quando cheguei ela me serviu um café e conversamos sobre bobagens, até que ela perguntou:
"O que tá acontecendo com você? A gente se conhece há muito tempo e já percebi que quer me contar algo, mas tá difícil."
"Tem razão, preciso te perguntar uma coisa, mas o que não quero é que você fique brava, se você achar bom, ótimo! E se não, por favor esquece, mas não vamos brigar por isso."
Quando comentei o pedido do Pedro, ela deu uma risada e disse:
"Só é isso? Pensei que fosse algo mais sério, nós já fomos algumas vezes a um clube desses, faz mais de dois anos, o Luís insistiu e eu aceitei, e se não te contei nada antes é porque não 'curtimos' totalmente."
"Foi uma experiência ruim, não foi legal?"
"Sim, a primeira vez foi muito boa pra nós dois, embora antes de entrar combinamos nos separar e cada um seguir por conta própria depois que nos explicaram como tudo funcionava e que sairíamos no máximo às três."
"Quem chegasse primeiro ao carro esperaria o outro e se a gente se encontrasse antes de sair, tratar como desconhecidos e, acima de tudo, não perguntar ao outro como foi e o que fez, se tivéssemos vontade de contar, tudo bem, mas se não, seria nosso direito. calar.
Como era a primeira vez que uma garota muito gostosa ficava completamente nua, ela nos mostrou as instalações, que estavam pouco movimentadas, já que ainda não eram dez da noite. Uma grande sala comum com mesas e um balcão para tomar o que desejássemos, só podíamos beber nessa sala.
Depois, ela nos mostrou dois jacuzzis grandes para pelo menos 8 pessoas cada e uma piscina, onde cabiam tranquilamente umas 20 pessoas. Em seguida, uma sala com uma cama redonda grande, caso tivéssemos vontade de participar da orgia que costumava ser organizada ali. "O muro das surpresas", que era uma sala onde, de um lado, ficavam os que ofereciam: buceta, cu, pau, tetas; e do outro, os que acariciavam, beijavam, penetravam. Algo muito curioso, pois você podia colocar as tetas em alguns orifícios e não sabia quem estava as apalpando.
E por último, mas não menos importante, ela nos mostrou uma série de reservados, onde se entrava por uma cortina curta que permitia ver se estava ocupado, e dentro havia uma cama que podia acomodar quatro pessoas. Por toda parte, havia sofás de três lugares para os que preferiam "brincar em público". Imagino que alguns seriam animadores, para incentivar a galera a entrar na onda.
Ao terminar as explicações, a garota que nos atendeu, quando confirmamos que ficaríamos, enfatizou a regra principal da casa:
Quando alguém diz NÃO, é simplesmente NÃO. Isso não impede que toquem ou apalpem, mas você pode parar ou recusar. Se afastar a mão de alguém ou algo do tipo, a pessoa vai entender que não deve continuar. TODOS os participantes respeitam essa regra, sob ameaça de expulsão sem poder voltar NUNCA.
Ela nos acompanhou até um vestiário, onde nos despimos, deixamos tudo dentro de uns armários e pegamos um roupão caso "tivéssemos frio" e uma pulseira com a chave do armário. Era tudo o que levávamos conosco. Então, Luís e eu nos beijamos e combinamos de nos encontrar às três no carro.
E você se divertiu?
Maravilhosamente, Lily. Foi uma das melhores experiências da minha vida. Vida, instantes depois de ver Luís desaparecer, senti umas mãos na minha cintura. Eram muito macias, mas grandes. Coloquei as minhas sobre elas e as levei até meus peitos. Quando senti uns mamilos duros cravando nas minhas costas, me surpreendi um pouco, mas esfreguei neles. Então ela me beijou no pescoço e sussurrou:
"Quer ir para um reservado? Parece que é sua primeira vez aqui, nunca te vi por aqui."
Assenti e me deixei levar. Entramos no reservado mais afastado de onde estávamos. Ela me guiava por trás, segurando meus peitos e beijando meu pescoço, soprando minha nuca, esfregando seu sexo contra minha bunda. Quando me sentou na cama, pude ver a garota mais gata que você pode imaginar — não devia ter mais que 24, 25 anos.
Sem mais delongas, ela me empurrou para trás e me deitou na cama, deixando minhas pernas penduradas. Ela as abriu um pouco e me fez o melhor oral que já imaginei. Gozei três vezes antes que ela me deixasse descansar. Depois, me posicionou direito na cama e começou a lamber todo meu corpo.
Quando chupava um mamilo, enfiava dois dedos na minha buceta super sensível. Com ela, em pouco mais de uma hora e meia, tive seis orgasmos — minhas pernas não me sustentavam.
Num sussurro, como se não quisesse falar alto, como se fosse um sonho, ela disse:
"Quando descansar um pouco... se me acompanhar ao vestiário, te dou meu cartão. Caso queira me ver algum dia fora daqui. Não sou profissional, só gostei do sabor da sua buceta e queria repetir. Sem compromisso."
Não pude resistir e perguntei:
"E aí, você foi? Ela te deu o cartão? Vocês se viram de novo?"
"Sim, sim e sim! Acompanhei ela, peguei o cartão e nos vimos muitas vezes nesses dois anos. Inclusive, tínhamos marcado para esta tarde, mas vou ter que dizer que estou cansada — porque quando estamos juntas, ela me dá uns amassos que me deixam destruída."
"Mas ela tem tanta energia assim? O que ela faz?"
"Júlia, sem Não disse nada, se levantou, estendeu as mãos para mim e eu também me levantei sem saber muito bem o que ela pretendia.
Me aproximei dela e ela me beijou nos lábios, foi um beijo muito terno, mais uma carícia do que qualquer outra coisa. Então suas mãos percorreram todo o meu corpo e, quando percebi, estava apenas de calcinha fio-dental, com o vestido no chão e o sutiã sobre o sofá.
Então ela me perguntou:
"Você percebeu alguma coisa? Porque eu também não. Quando a Luz 'acende', não tem quem a satisfaça, é uma coisa nunca vista. Quando estou com ela, o tempo parece parar."
Nos envolvemos em um amasso, o primeiro que tive na minha vida com uma mulher, mas nem por isso menos prazeroso. Ela me pegou pela mão e me levou até a cama, onde nos deitamos. Ela não parecia nada cansada, lambeu todo o meu corpo e, antes mesmo de chegar na minha buceta, eu já tinha tido meu primeiro orgasmo.
O segundo veio logo depois que ela se posicionou entre minhas pernas e foi precedido por uma grande ejaculação. Já tinha tido algumas em situações muito excitantes, mas nunca tão abundante. Depois desse segundo orgasmo, puxei ela para cima e a beijei com muita paixão, dizendo que agora era a minha vez de satisfazê-la.
"Não, disso a Luz vai cuidar depois. Na verdade, nós duas vamos até ela e veremos se ela tem para as duas."
"E foi só isso que você fez naquela primeira noite no clube?"
"Nada disso! Quando a Luz me deu o cartão e me deixou, fui ao jacuzzi para relaxar um pouco. Tinha um completamente vazio. Mal tinha me instalado e estava com os olhos semicerrados, tentando me recuperar, quando se aproximaram dois caras de uns 30 anos que perguntaram se podiam me acompanhar."
"Sim! Tem espaço de sobra."
"A pergunta é se 'podemos te acompanhar' para um lugar mais tranquilo."
A pergunta me pegou um pouco de surpresa, mas não hesitei em perguntar:
"O que vocês estão me propondo? Vocês parecem bem seguros de que têm algo a oferecer."
"Quantas vezes você já teve uma dupla penetração na água? Somos uma equipe e essa é uma das nossas especialidades."
"Sempre na água?"
"Ou onde você quiser. você escolhe, é mais, podemos experimentar uma na água e outra onde você propor, e depois você mesma julga qual gosta mais.
O que você fez?
Eu disse a eles que estava um pouco cansada e que por isso estava na jacuzzi descansando um pouco, mas que se me ajudassem a ir para a piscina, poderíamos experimentar. Um deles me disse:
Não me surpreende que esteja cansada, nas mãos da Luz todos estamos perdidos, vimos que ele te pegou assim que você se separou do seu acompanhante, queríamos ser os primeiros a te dar as boas-vindas, mas ele se adiantou. De qualquer forma, conosco você não vai se entediar nem se cansar quase nada.
Eles me ajudaram a sentar na borda da piscina, que era toda revestida de madeira, daquelas que se usa nas saunas para não marcar o corpo. Um entrou na piscina, me segurou pela cintura e me desceu esfregando pelo corpo dele. Quando meus pés chegaram no fundo, o outro já estava atrás de mim, apertando meus peitos que mal apareciam acima da água.
O que estava na minha frente se afastou um pouco, subiu com muita facilidade na borda da piscina, e pude ver que ele tinha uma pica mais que apetitosa, com mais de 20 cm e grossa, uns quatro dedos. Quando vi que ele começava a abrir a embalagem de uma camisinha, me aproximei e, sem avisar, engoli aquela pica, fazendo uma meia mamada enquanto o outro enfiava a pica dele entre minhas pernas.
Então eu disse que, quando terminássemos, faria uma mamada completa em cada um, para dar algo em troca do que eles me dariam.
O que estava fora colocou a camisinha e entrou na água. Com a ajuda do companheiro, me levantou e, quando alinhou a entrada da minha buceta, foi me penetrando lentamente, enquanto o companheiro lambia minhas costas desde o nível da água até a nuca, onde ele soprava um pouquinho — isso me deixa louca, e não deve ser só comigo.
Quando o que estava atrás achou que era hora, começou a acariciar minha barriga com uma mão, enquanto com a outra me segurava bem a bunda. Não foi brusco, mas não parou em nenhum momento, chegou até o fundo com uma enfiada lenta, porém irresistível. Quando ele me fodeu completamente, eu perguntei:
— Está doendo ou posso continuar?
— Continua! Ou você vai ter um problema.
Então comecei a experimentar algo diferente de tudo que já tinha vivido até aquele momento. Quando um entrava, o outro saía, e eu no meio. Quando cheguei ao orgasmo foi sensacional, eu tremendo, e não de frio, e aqueles dois sátiros que não me deixavam gozar. O que estava na frente gozou, mas continuaram metendo até que eu pedi para pararem, não aguentava mais. Eles ficaram paradinhos os dois dentro de mim, e eu pensei — bom, pensei depois — que na verdade eles eram um ótimo time.
Quando fui capaz de dizer algo mais, só me ocorreu um simples "Obrigada". Eles saíram de mim, primeiro o de trás e depois o da frente, que saiu da água, tirou a camisinha e depositou em um daqueles "recipientes" distribuídos por toda parte para esse fim.
Ele sentou na borda da piscina e foi o primeiro que eu chupei. Recolhi os restos que tinham ficado e um pouco mais que ele soltou, pois me esforcei ao máximo. Quando terminei com ele, ele se abaixou o suficiente para me beijar nos lábios, e depois me dediquei ao amigo dele. Esse não tinha gozado, tinha se enxaguado com a água da piscina, de forma que quando comecei a chupá-lo, não encontrei nada além de um pau limpo e anormalmente duro, já que geralmente na água eles enrugam.
O cara aguentou bastante, e olha que tenho muita prática, pois o Luís adora e quase sempre, se não é no começo, é no final, mas a gente marca um 69 bem gostoso.
Quando finalmente o cara gozou, pensei que ia me engasgar. Não dava tempo de engolir no ritmo que ele soltava. Apertei um pouco as bolas dele com uma mão e ele aliviou um pouco, mas demorou mais de dois minutos para se esvaziar. Quando engoli tudo e ele se recuperou um pouco, ele voltou para a piscina e, depois de me beijar muito, os dois me ajudaram a sair dela.
Me acompanharam os dois até uma das cabines reservadas, de onde vimos sair uma "faxineira", pois cada vez que uma fica vaga, trocam a roupa e se... limpia. Continua. 🤤 🤤 🤤 deixo vocês com a primeira parte de um relato muuuito interessante. Em breve vou lançar um mini livro de contos, a primícia é pra vocêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê
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