Fantasias de Casal

Faz mais ou menos um mês, tipo novembro, eu e minha esposa fomos pra Buenos Aires a trabalho. Passamos um dia na Capital e os outros três na Província, mais precisamente na Zona Oeste. Já fazia uns meses que a gente tinha realizado nosso desejo de dividir ela com outro cara, e estar longe da nossa província nos deixou mais relaxados. Aí sugeri outro encontro, e ela topou na hora.

Começamos a rodar por lugares, baladas onde a gente pudesse encontrar alguém que ela curtisse. Parecia impossível, que não íamos conseguir nosso objetivo. Até que passamos pela praça de San Miguel e decidimos descer do carro e dar uma volta. Mal a gente desceu, um cara de uns quarenta anos ou um pouco mais se aproximou e se ofereceu pra cuidar do carro. Não dei muita bola, mas parece que minha esposa sim.

Quando começamos a andar, ela comentou: "O que você achou daquele cara pra mim?" Sinceramente, nem tinha reparado. Continuamos na nossa busca e nada acontecia, não tinha ninguém que caísse no gosto dela, só o flanelinha. Quando voltamos pro carro, prestei atenção no cara, e verdade seja dita, ele não parecia ser ruim. Pelo contrário, era muito simpático, agradável.

Comecei a puxar papo e rapidinho a gente já tava falando de várias coisas, tipo futebol, o clima e tal. Até que entramos no assunto mulheres. Aí ele se soltou com várias histórias, um monte de aventuras, o tipo de gostosas que aparecem à noite, essas coisas. Quando chegou minha vez, contei umas paradas minhas, e isso foi levando a conversa pra minha esposa. Ela parecia não participar do que a gente tava falando, mas tava prestando atenção em tudo.

Num momento, ela se levantou e disse que ia comprar um sorvete, que já voltava. Quando ela se virou e foi em direção à sorveteria, não deixei de reparar como o Juan, o flanelinha, perdeu o olhar na bunda redonda dela. Não aguentei e perguntei se ele tava gostando da rabeta dela, e o safado não hesitou em responder que sim, que tava. Me encantava e que me invejava. Foi aí que propus fazer um ménage. Foi grande a surpresa dele, acho que jamais esperava uma proposta dessas, um presente desses. A gente tava hospedado num hotel no mesmo San Miguel, eu tinha reparado que ao guardar o carro no estacionamento dava pra entrar outra pessoa sem ser visto, então já tinha tudo planejado. Quando voltei, contei pra minha mulher o que já tinha bolado, ela, claro, tava doida. Subimos no carro, demos umas quadras e chegamos onde a gente tava. Como pensei, abriram o estacionamento e entrei com o carro e o Juan atrás, escondido no banco de trás, enquanto minha mulher pegava a chave na recepção. Ao chegar no quarto, ela já tava no banheiro. Liguei o ar condicionado, fechei a janela, coloquei um canal de música na TV e ficamos esperando por ela. Daí a pouco ela saiu e o Juan entrou no banheiro, dei uma toalha pra ele e em dez minutos a gente tava pronto pro que ia rolar. A luz tava baixa, música de fundo, tava tudo mais que bom, e ainda por cima a gente tava muito excitado. Minha mulher tava de calcinha fio dental, um sutiãzinho bordado, meia arrastão e salto alto. Quando ele saiu do banheiro, só levava a toalha amarrada na cintura. Era moreno, um metro e setenta, cabelo grisalho curto. Ele se aproximou da minha mulher e ofereceu a rola dele como se fosse num prato. Ela sentou na beira da cama e tirou a toalha dele, e lá apareceu uma rola preta, grande e dura. Ela pegou o pedaço dele na mão direita e com a esquerda ficava passando a mão nas bolas, nessa altura o cara já tava delirando. Quando ela aproximou os lábios da cabeça, pareceu que ia explodir, pensei por um instante que ia encher a cara dela de porra, mas por sorte não foi assim. O Juan tremia e xingava minha mulher, chamava ela de puta, gostosa, chupa bem minha rola, e ela não negou, de jeito nenhum. Eu enquanto isso tava do lado, tocando os peitos dela, a buceta dela. Adorei ver de tão perto como ela devorava um pedaço daquele. Depois ela se deitou e o cara começou a beijar a bunda dela e a buceta dela, parecia mesmo que tava há tempos sem. Não tava com uma gatinha. Ela gemia e se contorcia de prazer, agarrava a cabeça dele e enfiava cada vez com mais força entre as pernas dela. Eu me ajoelhei do lado dela e dei meu pau pra ela chupar, e como ela chupou. Eu beliscava os peitos dela e enfiava meu pau na boquinha pintada dela. Do nada, Juan se levanta, vira ela, coloca a camisinha e molha a racha dela com saliva e, sem mais enrolação, enfia até o fundo, e ela já tava gritando. Vendo isso, enfio um dedo no cu apertado dela, e é aí que ela chega ao orgasmo, parecia enlouquecida, fora de si. Ele tenta enfiar no cu dela, mas o tesão foi mais rápido e ele goza no cu dela, tira a camisinha e enche ela de porra, parecia que nunca ia acabar. O tesão dela parecia não ter fim, ela vira e dá uma última mamada, e Juan já tava quase desmaiando nessa altura. Aproveito e enfio meu pau na boca dela, e com umas poucas bombadas encho a boca dela com meu esperma, escorrendo pelos cantos. Depois de uns minutos na cama, levantamos e fomos tomar banho, ele primeiro, depois nós, e lá dentro perguntei o que ela achou da experiência, e ela respondeu que foi a melhor coisa e que esperava que se repetisse logo. Deixamos o Juan na praça e prometemos voltar a qualquer momento. Em breve vamos fazer uma viagem pra Córdoba, onde com certeza vamos buscar uma nova experiência, coisa que prometo relatar aqui.

5 comentários - Fantasias de Casal

bueno, bueno, me gusto. Pero me parece que la puta de tu mujer esta para mas, si es capaz de dejarse garchar por un cuidacoches no dudo que podes armarle una fiestita con 2 o 3 buenos machos , ahi si le van a dejar el culo en flor
Excelente relato. Si andas pos bs as avisame.