— Você gosta? — o cara pergunta entre gemidos roucos enquanto enfia o pau no meu cu.
— Mmmmmhhhhhh… siiiiiiiiiim… eu gosto… ahhhhhhhhhhhh… mete tudo…! — respondo eu, excitada pra caralho, sentindo meu cu se abrir igual uma flor na primavera pra receber toda aquela vara de carne que avança lá dentro com uma força imbatível, incontrolável.
Mais uma vez, como tantas outras, tô numa cama que não é minha, aguentando o peso de um corpo desconhecido, de alguém que até pouco tempo atrás nem fazia parte do meu mundo, mas agora tava ali, metendo por trás, abrindo minha buceta de lado, me submetendo a uma fodida deliciosa que fica mais profunda a cada vez.
Como sempre, saí do trampo e em vez de ir pra faculdade, fui dar uma volta por aí. Tinha um monte de coisa pra pensar, aquilo que vocês sabem e que já contei no meu post anterior, embora naquele momento o que eu precisava era distrair a mente, afastar essas preocupações que ultimamente me deixavam longe dessas práticas que me dão tanto prazer e satisfação. Já fazia uns dias que eu não me sentia feliz, e o motivo tava mais do que claro. Por isso mesmo, resolvi fazer um daqueles passeios típicos cuja única razão de ser é acabar na cama com quem puder me dar aquilo que é tão necessário e indispensável nessas horas. Por isso, quando dou esses passeios, nunca planejo seguir um caminho fixo, só me deixo levar, começo a andar e não paro até conseguir o que procuro tão ansiosamente.
Um cara qualquer, daqueles que tão sempre na espera, igual a mim, me vê passar e começa a me seguir, falando umas coisas que uma mulher no cio eterno adora ouvir. Num determinado momento, paro de repente, viro e falo:
— Cê vai mesmo fazer todas essas coisas que tá falando?
O cara se surpreende com meu pedido, afinal imagino que a maioria das As que assediam desse jeito devem ignorar ele solenemente, mas eu não sou como as outras, eu sou diferente, adoro ouvir essas frases obscenas que, com poucas palavras, desenham na minha mente cenas intensas e deliciosas.
—Me dá uma chance só, gostosa, e te garanto que você vai ficar completamente satisfeita— ele diz com aquele jeito de babão que, em vez de me repelir, me atrai ainda mais, quase irresistivelmente.
—Por acaso eu pareço insatisfeita?— pergunto enquanto continuo andando devagar, com ele me seguindo de perto, a poucos passos.
—Claro que não, você parece muito bem cuidada, mas isso não quer dizer que não queira uma atenção extra— ele fala —Um drink rapidinho—
Eu ri do comentário dele. Não era um cara exatamente bonito, mas pelo menos dava pra ver que tava morrendo de vontade de me partir ao meio, e isso sempre pesa mais do que qualquer preferência física.
—E aonde a gente iria?— pergunto, meio que sondando.
—Te levaria pro melhor hotel, mas tenho meu apê aqui perto, lá a gente vai ficar muito mais à vontade— ele diz, desculpa perfeita pra disfarçar que não tem um puto no bolso.
—Mmmm… não sei— hesito, mas sem dispensá-lo ainda.
—Vai, gata, a gente vai se divertir pra caralho, toma uma taça e depois não sei, a gente vê como segue— ele insiste, os olhos tentando devorar toda a minha frente pulsante.
—Olha, você me pegou num bom dia, então vou aceitar essa taça, mas não prometo nada, hein— falo, devolvendo a alma ao corpo dele.
Os olhos dele se arregalam, surpreso com minha boa vontade. Imagino que devo ser a primeira que se entrega assim, quase de mão beijada, embora mais que oferta, fosse um presente. Ele ficou me olhando, besta, sem dizer nada.
—E aí, não vai falar nada?— apressei.
—Eh… sim… claro, vamos, te garanto que não vai se arrepender, e não vou te forçar a nada que você não queira— ele diz, como se só agora percebesse que tá prestes a marcar um gol. Golaço de meio de campo. E não tô falando isso pra me gabar, mas porque acho que ele não tava acostumado a pegar uma gostosa tão fácil assim. Era um cara comum pra caralho, sem lábia nem grana, com roupa que já tava bem gasta, então ter aceitado tomar algo com ele e ainda na casa dele já era uma vitória por si só.
A gente tinha se cruzado ali pela Humberto Primo, então continuamos andando até a esquina e viramos na Tacuarí. Mais umas quadras, atravessamos a Independência, e no meio do quarteirão entramos num daqueles apartamentos de corredor, bem comuns na região. Chegamos lá no fundo, e enquanto ele procurava a chave, eu cruzei os braços.
— Cê mora sozinho? — perguntei só de curiosidade.
— Sim, sou separado, minha esposa mora com os filhos em Soldati — ele me contou.
— Ah, cê tem filhos! — respondi.
— Uma menina e um menino — ele disse.
Como o assunto "filhos" é algo que por enquanto prefiro evitar, resolvi não perguntar mais sobre isso, mas ele logo rebateu com a pergunta óbvia.
— E você?
— Por enquanto não — respondi seca.
Por sorte ele abriu a porta e entramos. Acendeu a luz e me convidou pra me acomodar num sofá de dois lugares que tava na frente da TV. Era um apartamento de um cômodo só, sem janelas e mal iluminado. Dava pra ver na cara que faltava o toque de uma mulher. De repente, senti pena daquele cara, porque a solidão tava em cada canto. Como não tinha nenhuma cama à vista, deduzi que aquele sofá devia virar uma.
— O que cê prefere beber? — ele perguntou — Tenho um barzinho bem sortido — completou, me mostrando uma coleção de garrafas de todas as marcas e tipos.
— O que você beber tá bom — falei.
— Então vou te fazer provar um licor de laranja que é excelente — ele respondeu.
— OK — concordei.
Ele serviu o tal licor e, com as taças na mão, se aproximou e sentou do meu lado. Me deu uma, brindamos:
— Por esse encontro — e cada um deu um gole.
Depois do cara dele ficou me encarando.
—O que você tá olhando? — perguntei rindo.
—Nada, é que… eu queria comer sua boca — respondeu, me olhando de um jeito que parecia mesmo querer me devorar.
—E por que você não come? — retruquei, tomando outro gole daquele licor que ele tinha feito tanta propaganda.
Não precisei repetir. Na hora ele se aproximou ainda mais e comeu minha boca. Eu não resisti. Meus lábios se abriram pra dar passagem à língua dele, que se enroscou na minha. Mas ele não se limitou só a “comer minha boca”, óbvio, porque enquanto me beijava, largou a taça de lado e com as mãos começou a apalpar meus peitos, apertando e soltando, apertando e soltando, fazendo meus bicos endurecerem como pedra.
O normal da minha parte teria sido acariciar ele também, de preferência na região da virilha, pelar a pica dele, chupar e depois fazer ele meter, tudo bem rápido, como manda uma verdadeira chifrada, mas aquela não era uma traição qualquer, eu precisava fazer daquele momento algo especial, algo que me convencesse de que minha decisão de adiar a maternidade era a mais acertada. Então me deitei no sofá, abracei ele e, puxando ele mais pra perto de mim, me enlacei num beijo que transbordava luxúria e intensidade. Uma das mãos dele deslizou até minha virilha, minhas pernas se abriram espontaneamente ao toque daquele desconhecido. Mesmo de calça, dava pra sentir através do tecido a intromissão dos dedos dele.
— Que gostosa você é… tá de dar vontade de te partir ao meio! — exclamou ele ao se separar dos meus lábios por um instante.
— É isso que eu quero! — concordei, voltando a dar um chupão forte nele. O tesão já tava me deixando louca.
— Quero sua língua — falei.
Ele tirou a língua e eu chupei, saboreando com gosto enquanto também mordia os lábios dele. As mãos dele não paravam quietas nem por um segundo, da minha virilha subiram pros meus peitos, pra apertar de novo. Então Ele puxou minha blusa pra baixo de uma vez, depois o sutiã, meus peitos apareceram inchados e pulsando, ele agarrou com as duas mãos e enfiou a cara entre eles, começou a chupar com frenesi, ia de um pro outro, mordendo, beijando, chupando, me fazendo sentir a excitação da respiração dele. Agora sim, estiquei uma mão e toquei no volume dele. "Mmmmmmm... que surpresa". Parece que é uma lei não escrita, mas onde você menos espera, sempre aparece algo que te surpreende.
—Parece que você tá armado— brinquei, sentindo a dureza daquela parte do corpo dele.
—Sim, e olha que essa não deixa nada inteiro— ele riu.
Desabotoei a calça dele rapidinho e tirei aquela cock que tinha me surpreendido tanto. Ela surgiu cheia e transbordando de vigor. Não que fosse enorme, mas era bem fornida, com as veias lindamente desenhadas na pele. Peguei com uma mão e comecei a masturbar ele, enquanto continuava beijando, saboreando sem controle nenhum. Ainda não chupo, só vou mexendo, sentindo toda aquela potência viril ficar mais forte a cada momento. Então me levanto e fico de pé na frente dele. Ele fica me olhando como se ainda não acreditasse que foi tão fácil me pegar.
Sem mais delongas, começo a me despir, ele faz o mesmo, sem parar de me olhar, elogiando e admirando cada uma das minhas curvas. Já nua, coloco as mãos na cintura e falo desafiadora:
—Você me prometeu um monte de coisas na rua, espero que cumpra pelo menos a metade—
—Vou cumprir todas, linda, como te falei, você vai ficar completamente satisfeita— ele garantiu.
Então ele me deitou de costas no sofá, abriu minhas pernas, se enfiou entre elas, e partiu pra cima da minha pussy, passando primeiro a língua pelos lábios, saboreando avidamente aquele suquinho que escorria grosso do meu interior mais profundo. Eu me abria toda pra aquele estranho, pra aquele cara que eu nem sabia o nome, agarrava a cabeça dele com minhas mãos Isso me atraía ainda mais para perto, desejando sentir a boca dele explorando minhas profundezas mais escondidas.
Com a ponta da língua, ele me tocava no lugar exato, onde as sensações mais intensas se multiplicam por milhões, se espalhando por cada canto do meu corpo. Com os lábios, ele apertava meu clitóris, já inchado e durinho, chupava, mordia, dava umas lambidas, e depois enfiava os dedos em mim, me deixando num estado desesperador.
—Me come…! — pedia com a voz trêmula de tesão — Me come…! — repetia, ansiosa pra sentir ele dentro de mim o quanto antes — Me come!
Claro que ele ia me satisfazer, era pra isso que estávamos ali, mas antes eu precisava cuidar dele do mesmo jeito que ele tinha cuidado de mim: com a boca.
Ele se levantou, ficou bem do lado da minha cabeça e apontou a rola pra minha boca. Assim que chegou perto, eu chupei e comecei a mamar com frenesi, enquanto ele bombava como se estivesse me comendo pela boca. Tava tão dura e quente que já tinha começado a soltar um suquinho gostoso que eu não conseguia evitar de engolir.
Depois de uma chupada deliciosa, ele se levantou, fez eu me levantar também e num instante montou o sofá transformando numa cama. Aí ele se deitou por cima de mim, encaixou a rola bem na entrada e com um empurrão só meteu tudo. Ah, antes colocou uma camisinha, claro, e aí sim, começou a me comer num ritmo destruidor, entrando e saindo com toda aquela grossura consistente. Sem tirar de dentro, ele se ajoelhou na cama, encaixou minhas pernas nos ombros dele e dobrou o ritmo das penetrações.
Eu ofegava e tremia inteira, me entregando de corpo e alma àquela bombada tão gostosa. Embora a gente tivesse acabado de começar, o cara tava cumprindo a promessa de me deixar completamente satisfeita.
Depois de um tempo me comendo sem parar, ele tirou a rola, aproveitei a pausa pra tirar a camisinha e chupar de novo, mas dessa vez no meu próprio ritmo, segurando com as mãos. Dei um último beijo nas bolas dele e fiquei de quatro, aí Booty bem empinada, ansiosa e disposta, ele colocou outra camisinha, se ajeitou atrás de mim e meteu tudo de uma vez só, com um único e preciso empurrão, me comendo com força, até que tirou de novo e enfiou no outro buraco. Não falei nada, só me deixei levar. Ele passou um pouco de gel lubrificante e, encostando a glande na portinha do meu cu, começou a empurrar, entrando devagar no meu túnel traseiro. Foi aí que ele fez a pergunta que comecei a história:
- Você gosta? -
O que veio depois foi um turbilhão de metidas e tiradas, uma enculada gloriosa que deixou minha Booty partida no meio. Era uma das coisas que ele tinha me dito na rua.
- Você tem uma bunda pequena linda, tá pedindo pra levar -
E ele tava fazendo, ou desfazendo melhor dizendo, porque a cada estocada eu sentia minhas entranhas indo embora com ele. Entrava e saía por completo, batendo a pélvis na minha bunda cada vez mais empinada, com uma mão enfiada entre minhas pernas eu me tocava naquela área tão quente do meu corpo enquanto ele continuava furando meu cu sem parar, abrindo ele cada vez mais, deixando um buraco que com certeza levaria dias pra fechar de novo.
Me sentia aniquilada, presa ali entre as pernas dele, recebendo aquela porrada constante que me dava dor e prazer igualmente, porque quando o assunto é sexo anal, uma coisa vem com a outra. Se não dói, não vale, e eu tava doendo, mas era aquela dor que só o prazer mais extremo pode dar.
Me sentia bem com aquele homem, com aquele completo estranho que me comia tão gloriosamente, que sabia quando acelerar e quando parar pra meus esfíncteres se acostumarem com aquele volume gostoso.
- Qual é seu nome, gostosa? - ele perguntou numa daquelas poucas pausas que fazia só pra voltar com muito mais força ainda.
- Ma… Mariela…! - consegui murmurar, sentindo meu corpo todo ferver de tesão.
Sem Mas ele não me disse como se chamava, e eu também não perguntei. Me excitava a ideia de que ele ficasse no anonimato, não saber o nome de quem estava me arrombando a buceta, alguém sem nome, alguém como qualquer um, alguém que teve a sorte de eu cruzar no caminho dele, ou, considerando os deliciosos estragos que a porra da pica dele tava fazendo, eu é que tive a sorte de ele cruzar no meu.
Entrava e saía, entrava e saía, eu sentia ele mais fundo a cada instante, me enchendo de delícias extáticas até que... eu desabei a chorar. Não era porque tava doendo, eu chorava por outra coisa, embora ele achasse que era porque eu não aguentava aquele pedaço enorme no meu cuzinho.
— O que foi, gostosa, tá doendo? — ele perguntou com carinho, parando de repente as investidas violentas.
— Sim... mas... continua... não para... me come... arromba meu cuzinho... como você falou... me destrói toda... — eu dizia entre lágrimas e babas, sem parar de chorar.
Não fazia sentido contar por que eu tava chorando de verdade, ele não ia entender, era só alguém com quem eu tava passando um bom momento, nada mais que isso.
— Nossa, como me excita saber que tá doendo e você pedindo mais! — ele disse, recomeçando aqueles bombadas fortes, como se quisesse se enfiar dentro do meu corpo.
E ele continuou me comendo, e eu continuei chorando, descarregando de uma vez toda aquela raiva e frustração que tava me consumindo há dias.
A gente continuou por um bom tempo, agora eu por cima dele, ainda sem conseguir segurar as lágrimas, mas cavalgando com frenesi, pulando no corpo dele, me balançando em volta daquela pica imponente que parecia nunca perder a ereção prodigiosa. Enquanto eu subia e descia, aproveitando cada centímetro, ele chupava meus peitos, mordia e beijava meus bicos, curtindo meu corpo com todas as liberdades que eu mesma tinha dado.
Era realmente impressionante como aquele homem comum, sem nenhum atrativo notável, podia se transformar numa máquina daquelas. Porra, ele não parava, nem pra tomar um fôlego, continuava e continuava, com um objetivo claro na cabeça: me deixar completamente satisfeita. Eu já tava, tenho que dizer, depois das gozadas que eu tinha dado, não tinha como não estar, mas ele ainda tava no auge.
Me virava de um lado e enfiava, me virava do outro e enfiava de novo, me dando uma foda descontrolada, me penetrando sem parar, alternando entre um buraco e outro, me enchendo pelos dois, me dando o prazer inigualável de me sentir satisfeita por trás e pela frente. Eu acompanhava o ritmo, não tinha outra escolha, me abria toda, me escancarava, me oferecendo uma e mil vezes pra aquela porra suculenta que parecia nunca murchar.
Já no final, me deitei sobre ele, tirei a camisinha e coloquei o pau dele entre meus peitos, apertei uma teta contra a outra, com o pau no meio, e comecei a bater uma punheta com elas, chupando e beijando a cabeça dele cada vez que ela aparecia por entre minha carne voluptuosa. Isso pareceu agradar ele, então fui acelerando aos poucos, sentindo ele cada vez mais duro e inchado, até que um jato de porra saiu sem controle nenhum, indo parar bem na minha cara. Mas não foi o único, claro, porque entre suspiros gostosos vieram muitos mais, um jato atrás do outro, uma chuva torrencial, um dilúvio de esperma que me molhou deliciosamente. O cara tava delirando de prazer enquanto o pau dele cuspia porra sem controle, me encharcando com aquela meleca que eu acho tão gostosa.
Depois de descansar e tomar mais uma dose daquele licor de laranja, ele me acompanhou até a porta da rua. Nos despedimos com um beijo na boca, algo que não costumo fazer, porque depois da foda o que eu quero é vazar rápido. Mas dessa vez não, fui eu que quis beijar ele. Depois fui andando devagar, porque depois que te arrombam o cu, fica uma sensação estranha que dura um bom tempo. cara, até o buraco que te abriram fechar de novo e os machucados que te fizeram começarem a sarar.
Aquele desconhecido tinha arrombado bem minha buceta e eu nem soube o nome dele. Embora às vezes seja melhor assim, não saber demais de certas coisas.
— Mmmmmhhhhhh… siiiiiiiiiim… eu gosto… ahhhhhhhhhhhh… mete tudo…! — respondo eu, excitada pra caralho, sentindo meu cu se abrir igual uma flor na primavera pra receber toda aquela vara de carne que avança lá dentro com uma força imbatível, incontrolável.
Mais uma vez, como tantas outras, tô numa cama que não é minha, aguentando o peso de um corpo desconhecido, de alguém que até pouco tempo atrás nem fazia parte do meu mundo, mas agora tava ali, metendo por trás, abrindo minha buceta de lado, me submetendo a uma fodida deliciosa que fica mais profunda a cada vez.
Como sempre, saí do trampo e em vez de ir pra faculdade, fui dar uma volta por aí. Tinha um monte de coisa pra pensar, aquilo que vocês sabem e que já contei no meu post anterior, embora naquele momento o que eu precisava era distrair a mente, afastar essas preocupações que ultimamente me deixavam longe dessas práticas que me dão tanto prazer e satisfação. Já fazia uns dias que eu não me sentia feliz, e o motivo tava mais do que claro. Por isso mesmo, resolvi fazer um daqueles passeios típicos cuja única razão de ser é acabar na cama com quem puder me dar aquilo que é tão necessário e indispensável nessas horas. Por isso, quando dou esses passeios, nunca planejo seguir um caminho fixo, só me deixo levar, começo a andar e não paro até conseguir o que procuro tão ansiosamente.
Um cara qualquer, daqueles que tão sempre na espera, igual a mim, me vê passar e começa a me seguir, falando umas coisas que uma mulher no cio eterno adora ouvir. Num determinado momento, paro de repente, viro e falo:
— Cê vai mesmo fazer todas essas coisas que tá falando?
O cara se surpreende com meu pedido, afinal imagino que a maioria das As que assediam desse jeito devem ignorar ele solenemente, mas eu não sou como as outras, eu sou diferente, adoro ouvir essas frases obscenas que, com poucas palavras, desenham na minha mente cenas intensas e deliciosas.
—Me dá uma chance só, gostosa, e te garanto que você vai ficar completamente satisfeita— ele diz com aquele jeito de babão que, em vez de me repelir, me atrai ainda mais, quase irresistivelmente.
—Por acaso eu pareço insatisfeita?— pergunto enquanto continuo andando devagar, com ele me seguindo de perto, a poucos passos.
—Claro que não, você parece muito bem cuidada, mas isso não quer dizer que não queira uma atenção extra— ele fala —Um drink rapidinho—
Eu ri do comentário dele. Não era um cara exatamente bonito, mas pelo menos dava pra ver que tava morrendo de vontade de me partir ao meio, e isso sempre pesa mais do que qualquer preferência física.
—E aonde a gente iria?— pergunto, meio que sondando.
—Te levaria pro melhor hotel, mas tenho meu apê aqui perto, lá a gente vai ficar muito mais à vontade— ele diz, desculpa perfeita pra disfarçar que não tem um puto no bolso.
—Mmmm… não sei— hesito, mas sem dispensá-lo ainda.
—Vai, gata, a gente vai se divertir pra caralho, toma uma taça e depois não sei, a gente vê como segue— ele insiste, os olhos tentando devorar toda a minha frente pulsante.
—Olha, você me pegou num bom dia, então vou aceitar essa taça, mas não prometo nada, hein— falo, devolvendo a alma ao corpo dele.
Os olhos dele se arregalam, surpreso com minha boa vontade. Imagino que devo ser a primeira que se entrega assim, quase de mão beijada, embora mais que oferta, fosse um presente. Ele ficou me olhando, besta, sem dizer nada.
—E aí, não vai falar nada?— apressei.
—Eh… sim… claro, vamos, te garanto que não vai se arrepender, e não vou te forçar a nada que você não queira— ele diz, como se só agora percebesse que tá prestes a marcar um gol. Golaço de meio de campo. E não tô falando isso pra me gabar, mas porque acho que ele não tava acostumado a pegar uma gostosa tão fácil assim. Era um cara comum pra caralho, sem lábia nem grana, com roupa que já tava bem gasta, então ter aceitado tomar algo com ele e ainda na casa dele já era uma vitória por si só.
A gente tinha se cruzado ali pela Humberto Primo, então continuamos andando até a esquina e viramos na Tacuarí. Mais umas quadras, atravessamos a Independência, e no meio do quarteirão entramos num daqueles apartamentos de corredor, bem comuns na região. Chegamos lá no fundo, e enquanto ele procurava a chave, eu cruzei os braços.
— Cê mora sozinho? — perguntei só de curiosidade.
— Sim, sou separado, minha esposa mora com os filhos em Soldati — ele me contou.
— Ah, cê tem filhos! — respondi.
— Uma menina e um menino — ele disse.
Como o assunto "filhos" é algo que por enquanto prefiro evitar, resolvi não perguntar mais sobre isso, mas ele logo rebateu com a pergunta óbvia.
— E você?
— Por enquanto não — respondi seca.
Por sorte ele abriu a porta e entramos. Acendeu a luz e me convidou pra me acomodar num sofá de dois lugares que tava na frente da TV. Era um apartamento de um cômodo só, sem janelas e mal iluminado. Dava pra ver na cara que faltava o toque de uma mulher. De repente, senti pena daquele cara, porque a solidão tava em cada canto. Como não tinha nenhuma cama à vista, deduzi que aquele sofá devia virar uma.
— O que cê prefere beber? — ele perguntou — Tenho um barzinho bem sortido — completou, me mostrando uma coleção de garrafas de todas as marcas e tipos.
— O que você beber tá bom — falei.
— Então vou te fazer provar um licor de laranja que é excelente — ele respondeu.
— OK — concordei.
Ele serviu o tal licor e, com as taças na mão, se aproximou e sentou do meu lado. Me deu uma, brindamos:
— Por esse encontro — e cada um deu um gole.
Depois do cara dele ficou me encarando.
—O que você tá olhando? — perguntei rindo.
—Nada, é que… eu queria comer sua boca — respondeu, me olhando de um jeito que parecia mesmo querer me devorar.
—E por que você não come? — retruquei, tomando outro gole daquele licor que ele tinha feito tanta propaganda.
Não precisei repetir. Na hora ele se aproximou ainda mais e comeu minha boca. Eu não resisti. Meus lábios se abriram pra dar passagem à língua dele, que se enroscou na minha. Mas ele não se limitou só a “comer minha boca”, óbvio, porque enquanto me beijava, largou a taça de lado e com as mãos começou a apalpar meus peitos, apertando e soltando, apertando e soltando, fazendo meus bicos endurecerem como pedra.
O normal da minha parte teria sido acariciar ele também, de preferência na região da virilha, pelar a pica dele, chupar e depois fazer ele meter, tudo bem rápido, como manda uma verdadeira chifrada, mas aquela não era uma traição qualquer, eu precisava fazer daquele momento algo especial, algo que me convencesse de que minha decisão de adiar a maternidade era a mais acertada. Então me deitei no sofá, abracei ele e, puxando ele mais pra perto de mim, me enlacei num beijo que transbordava luxúria e intensidade. Uma das mãos dele deslizou até minha virilha, minhas pernas se abriram espontaneamente ao toque daquele desconhecido. Mesmo de calça, dava pra sentir através do tecido a intromissão dos dedos dele.
— Que gostosa você é… tá de dar vontade de te partir ao meio! — exclamou ele ao se separar dos meus lábios por um instante.
— É isso que eu quero! — concordei, voltando a dar um chupão forte nele. O tesão já tava me deixando louca.
— Quero sua língua — falei.
Ele tirou a língua e eu chupei, saboreando com gosto enquanto também mordia os lábios dele. As mãos dele não paravam quietas nem por um segundo, da minha virilha subiram pros meus peitos, pra apertar de novo. Então Ele puxou minha blusa pra baixo de uma vez, depois o sutiã, meus peitos apareceram inchados e pulsando, ele agarrou com as duas mãos e enfiou a cara entre eles, começou a chupar com frenesi, ia de um pro outro, mordendo, beijando, chupando, me fazendo sentir a excitação da respiração dele. Agora sim, estiquei uma mão e toquei no volume dele. "Mmmmmmm... que surpresa". Parece que é uma lei não escrita, mas onde você menos espera, sempre aparece algo que te surpreende.
—Parece que você tá armado— brinquei, sentindo a dureza daquela parte do corpo dele.
—Sim, e olha que essa não deixa nada inteiro— ele riu.
Desabotoei a calça dele rapidinho e tirei aquela cock que tinha me surpreendido tanto. Ela surgiu cheia e transbordando de vigor. Não que fosse enorme, mas era bem fornida, com as veias lindamente desenhadas na pele. Peguei com uma mão e comecei a masturbar ele, enquanto continuava beijando, saboreando sem controle nenhum. Ainda não chupo, só vou mexendo, sentindo toda aquela potência viril ficar mais forte a cada momento. Então me levanto e fico de pé na frente dele. Ele fica me olhando como se ainda não acreditasse que foi tão fácil me pegar.
Sem mais delongas, começo a me despir, ele faz o mesmo, sem parar de me olhar, elogiando e admirando cada uma das minhas curvas. Já nua, coloco as mãos na cintura e falo desafiadora:
—Você me prometeu um monte de coisas na rua, espero que cumpra pelo menos a metade—
—Vou cumprir todas, linda, como te falei, você vai ficar completamente satisfeita— ele garantiu.
Então ele me deitou de costas no sofá, abriu minhas pernas, se enfiou entre elas, e partiu pra cima da minha pussy, passando primeiro a língua pelos lábios, saboreando avidamente aquele suquinho que escorria grosso do meu interior mais profundo. Eu me abria toda pra aquele estranho, pra aquele cara que eu nem sabia o nome, agarrava a cabeça dele com minhas mãos Isso me atraía ainda mais para perto, desejando sentir a boca dele explorando minhas profundezas mais escondidas.
Com a ponta da língua, ele me tocava no lugar exato, onde as sensações mais intensas se multiplicam por milhões, se espalhando por cada canto do meu corpo. Com os lábios, ele apertava meu clitóris, já inchado e durinho, chupava, mordia, dava umas lambidas, e depois enfiava os dedos em mim, me deixando num estado desesperador.
—Me come…! — pedia com a voz trêmula de tesão — Me come…! — repetia, ansiosa pra sentir ele dentro de mim o quanto antes — Me come!
Claro que ele ia me satisfazer, era pra isso que estávamos ali, mas antes eu precisava cuidar dele do mesmo jeito que ele tinha cuidado de mim: com a boca.
Ele se levantou, ficou bem do lado da minha cabeça e apontou a rola pra minha boca. Assim que chegou perto, eu chupei e comecei a mamar com frenesi, enquanto ele bombava como se estivesse me comendo pela boca. Tava tão dura e quente que já tinha começado a soltar um suquinho gostoso que eu não conseguia evitar de engolir.
Depois de uma chupada deliciosa, ele se levantou, fez eu me levantar também e num instante montou o sofá transformando numa cama. Aí ele se deitou por cima de mim, encaixou a rola bem na entrada e com um empurrão só meteu tudo. Ah, antes colocou uma camisinha, claro, e aí sim, começou a me comer num ritmo destruidor, entrando e saindo com toda aquela grossura consistente. Sem tirar de dentro, ele se ajoelhou na cama, encaixou minhas pernas nos ombros dele e dobrou o ritmo das penetrações.
Eu ofegava e tremia inteira, me entregando de corpo e alma àquela bombada tão gostosa. Embora a gente tivesse acabado de começar, o cara tava cumprindo a promessa de me deixar completamente satisfeita.
Depois de um tempo me comendo sem parar, ele tirou a rola, aproveitei a pausa pra tirar a camisinha e chupar de novo, mas dessa vez no meu próprio ritmo, segurando com as mãos. Dei um último beijo nas bolas dele e fiquei de quatro, aí Booty bem empinada, ansiosa e disposta, ele colocou outra camisinha, se ajeitou atrás de mim e meteu tudo de uma vez só, com um único e preciso empurrão, me comendo com força, até que tirou de novo e enfiou no outro buraco. Não falei nada, só me deixei levar. Ele passou um pouco de gel lubrificante e, encostando a glande na portinha do meu cu, começou a empurrar, entrando devagar no meu túnel traseiro. Foi aí que ele fez a pergunta que comecei a história:
- Você gosta? -
O que veio depois foi um turbilhão de metidas e tiradas, uma enculada gloriosa que deixou minha Booty partida no meio. Era uma das coisas que ele tinha me dito na rua.
- Você tem uma bunda pequena linda, tá pedindo pra levar -
E ele tava fazendo, ou desfazendo melhor dizendo, porque a cada estocada eu sentia minhas entranhas indo embora com ele. Entrava e saía por completo, batendo a pélvis na minha bunda cada vez mais empinada, com uma mão enfiada entre minhas pernas eu me tocava naquela área tão quente do meu corpo enquanto ele continuava furando meu cu sem parar, abrindo ele cada vez mais, deixando um buraco que com certeza levaria dias pra fechar de novo.
Me sentia aniquilada, presa ali entre as pernas dele, recebendo aquela porrada constante que me dava dor e prazer igualmente, porque quando o assunto é sexo anal, uma coisa vem com a outra. Se não dói, não vale, e eu tava doendo, mas era aquela dor que só o prazer mais extremo pode dar.
Me sentia bem com aquele homem, com aquele completo estranho que me comia tão gloriosamente, que sabia quando acelerar e quando parar pra meus esfíncteres se acostumarem com aquele volume gostoso.
- Qual é seu nome, gostosa? - ele perguntou numa daquelas poucas pausas que fazia só pra voltar com muito mais força ainda.
- Ma… Mariela…! - consegui murmurar, sentindo meu corpo todo ferver de tesão.
Sem Mas ele não me disse como se chamava, e eu também não perguntei. Me excitava a ideia de que ele ficasse no anonimato, não saber o nome de quem estava me arrombando a buceta, alguém sem nome, alguém como qualquer um, alguém que teve a sorte de eu cruzar no caminho dele, ou, considerando os deliciosos estragos que a porra da pica dele tava fazendo, eu é que tive a sorte de ele cruzar no meu.
Entrava e saía, entrava e saía, eu sentia ele mais fundo a cada instante, me enchendo de delícias extáticas até que... eu desabei a chorar. Não era porque tava doendo, eu chorava por outra coisa, embora ele achasse que era porque eu não aguentava aquele pedaço enorme no meu cuzinho.
— O que foi, gostosa, tá doendo? — ele perguntou com carinho, parando de repente as investidas violentas.
— Sim... mas... continua... não para... me come... arromba meu cuzinho... como você falou... me destrói toda... — eu dizia entre lágrimas e babas, sem parar de chorar.
Não fazia sentido contar por que eu tava chorando de verdade, ele não ia entender, era só alguém com quem eu tava passando um bom momento, nada mais que isso.
— Nossa, como me excita saber que tá doendo e você pedindo mais! — ele disse, recomeçando aqueles bombadas fortes, como se quisesse se enfiar dentro do meu corpo.
E ele continuou me comendo, e eu continuei chorando, descarregando de uma vez toda aquela raiva e frustração que tava me consumindo há dias.
A gente continuou por um bom tempo, agora eu por cima dele, ainda sem conseguir segurar as lágrimas, mas cavalgando com frenesi, pulando no corpo dele, me balançando em volta daquela pica imponente que parecia nunca perder a ereção prodigiosa. Enquanto eu subia e descia, aproveitando cada centímetro, ele chupava meus peitos, mordia e beijava meus bicos, curtindo meu corpo com todas as liberdades que eu mesma tinha dado.
Era realmente impressionante como aquele homem comum, sem nenhum atrativo notável, podia se transformar numa máquina daquelas. Porra, ele não parava, nem pra tomar um fôlego, continuava e continuava, com um objetivo claro na cabeça: me deixar completamente satisfeita. Eu já tava, tenho que dizer, depois das gozadas que eu tinha dado, não tinha como não estar, mas ele ainda tava no auge.
Me virava de um lado e enfiava, me virava do outro e enfiava de novo, me dando uma foda descontrolada, me penetrando sem parar, alternando entre um buraco e outro, me enchendo pelos dois, me dando o prazer inigualável de me sentir satisfeita por trás e pela frente. Eu acompanhava o ritmo, não tinha outra escolha, me abria toda, me escancarava, me oferecendo uma e mil vezes pra aquela porra suculenta que parecia nunca murchar.
Já no final, me deitei sobre ele, tirei a camisinha e coloquei o pau dele entre meus peitos, apertei uma teta contra a outra, com o pau no meio, e comecei a bater uma punheta com elas, chupando e beijando a cabeça dele cada vez que ela aparecia por entre minha carne voluptuosa. Isso pareceu agradar ele, então fui acelerando aos poucos, sentindo ele cada vez mais duro e inchado, até que um jato de porra saiu sem controle nenhum, indo parar bem na minha cara. Mas não foi o único, claro, porque entre suspiros gostosos vieram muitos mais, um jato atrás do outro, uma chuva torrencial, um dilúvio de esperma que me molhou deliciosamente. O cara tava delirando de prazer enquanto o pau dele cuspia porra sem controle, me encharcando com aquela meleca que eu acho tão gostosa.
Depois de descansar e tomar mais uma dose daquele licor de laranja, ele me acompanhou até a porta da rua. Nos despedimos com um beijo na boca, algo que não costumo fazer, porque depois da foda o que eu quero é vazar rápido. Mas dessa vez não, fui eu que quis beijar ele. Depois fui andando devagar, porque depois que te arrombam o cu, fica uma sensação estranha que dura um bom tempo. cara, até o buraco que te abriram fechar de novo e os machucados que te fizeram começarem a sarar.
Aquele desconhecido tinha arrombado bem minha buceta e eu nem soube o nome dele. Embora às vezes seja melhor assim, não saber demais de certas coisas.
39 comentários - Nem soube o nome dela (a história prometida)
escribes fenomenal, todas las chicas deberian ser como tu....... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
besos
no te puedo dar mi pija...pero te doy mis 10 q te los mereces por completo
adorable nena
Me encantó, me recalentó, sos genial :love:
Gracias... que lindo dejar al paloooooooo a alguien... jejeje... ❤️
Al horno y con fritas... ❤️
Gracias... son muy lindos, besitos y ❤️
Beso, puntos y gracias!!!
Te mando points. Como espero tus relatos reina , sos lo mas!
hay marita me quede a mil con tu glorioso relato que delicia che 🤤 🤤 🤤
sos brava nena
me perdi el anterior en estos dias me pongo al dia te dejo 5 y mi mas sinsera admiracion sos grande
Gracias divina, la genial sos vos, y tenes razon cuánto más grande la que te meten, más pequeños los problemas, es pura cuestion de proporciones... Besos y mucho ❤️
Gracias morocha... Besos y ❤️
Muchas gracias Guiyote, espero que aparte de haberte dejado frito el cerebro te haya dejado seco... jajaja... besos. ❤️
Gracias monica, yo tambien me estoy poniendo al dia tanto con lo tuyo como con los de muchos mas, gracias por pasar, punutuar y calentarte... jajaja... Besis. ❤️
Y justo caigo en este relatón que es una masa, no sé si será el mejor, pero a cada palabra, a cada línea que leía sentía que el pingo me explotaba, te juro.
Sos genial, no cambies nunca y si tenés que tener un beibi porque es la ley de la vida, no te preocupes que el bombo no impide nada y le agrega un morbo increible (te lo digo por experiencia).
Bueh, me fui al joraca con el coment. Ya está, quería que lo supieras ❤️
de lujo
IMPRESIONANTE POST TE MANDASTE !!!
SEGUI ASI !!! FELICITACIONES !!!
GRACIAS POR COMPARTIR !!!
Como dice un viejo dicho: "Debajo de una mala capa, se esconde un buen torero"...jajaja.
Uno camina por la calle y ve gente, y nunca sabes que sorpresas te puedes encontrar linda, yo encontré a una mujer que era una hembraza en la cama, ella fue mi primera mujer, me enseñó todo lo que se en el sexo, y la contacte en la calle, y tuvimos una exquisita relacion de varios años!!
Excelente relato como de costumbre amiga...ME ENCANTO!!:clap::clap: +10
Besos querida Mary
LEO :kiss: