A urologista 3: O Final

Rosa, ajoelhada na frente de Pedro, olhava pra ele. Feliz. Contente.

—O que você bolou?

—Lembra por que a gente se conheceu?

—Você tinha levado um chute jogando futebol...

O rosto de Rosa, já brilhando pela gozada de Pedro, se iluminou.

—Tá pensando a mesma coisa que eu? — perguntou, com a pica dura na mão.

—Acho que sim. Daria pra dar um jeito de você ir no vestiário depois de um treino.

Rosa levou a mão livre pra buceta dela e começou a se esfregar com força.

—Ummmm, quantos vocês são? Porra... que tesuda eu tô.

—Bom... No time somos 15 mais o técnico. Mas sempre falta algum.

Rosa se imaginou ajoelhada na frente de todos aqueles caras e recebendo uma cachoeira de leite quente em cima dela. Gozou com espasmos fortes de prazer. Precisava experimentar aquilo, nem que fosse uma vez.

—Você vai... fazer... isso por mim?

Ajudou ela a se levantar e beijou. Abraçou. Ela sentiu que Pedro estava tenso.

—Vai fazer, Pedro?

—Se você quiser...

—Você não ia gostar de me ver assim?

—A ideia me excita, sim... mas...

—Mas o quê?

—É que... eu quero você só pra mim.

Ela olhou pra ele. Era tão doce e ao mesmo tempo tão homem. Queria ela só pra ele.

—Pedro, sou sua. De corpo e alma. Foi você quem me fez sentir coisas que nunca senti. Você é o melhor amante que já tive. Isso seria só... sexo. Você me ama?

—Acho que sim, Rosa.

—E eu amo você. Isso não vai mudar, não importa quantos homens tenha. Preciso disso. Tenho que sentir. Por favor, faz isso por mim.

—Tá bom. Vou fazer.

—Valeu... meu amor.

Ela pegou na mão dele e levou pro quarto. Se despentiram um ao outro e se acariciaram por um bom tempo.

—Rosa... quero fazer amor com você.

—Ummmm, te desejo, Pedro... também quero que você me ame.

Ele penetrou devagar, beijando, acariciando o corpo dela. Rosa envolveu a cintura dele com as pernas. Rosto contra rosto, se acariciavam. O leite que ela tinha logo se espalhou entre os dois rostos, provado. pelas duas bocas.

Rosa teve um orgasmo suave e gostoso. Naquele momento, não pensava em mais nada além do homem que a penetrava tão maravilhosamente. Não pensava em gozo caindo no rosto dela. Só sentia aquela pica dura dando prazer pra ela.

— Aggggg Pedro... como você é bom nisso... você é...

Ele beijou ela sem deixar terminar. Entrelaçaram as mãos e Pedro aumentou o ritmo da penetração, fazendo ela gemer cada vez mais forte. O orgasmo de Pedro tava chegando. Naquele momento, ele não queria tirar pra ir até o rosto dela. Queria fazer amor de verdade. Queria gozar dentro dela.

— Rosa... eu quero você...

— E eu quero você, Pedro... Aggggggggg que prazer.

— Vou... gozar... dentro de... você.

— Siiiiiiiiiiiiiii meu amor... me enche de você. Me enche de você.

Quando Rosa sentiu Pedro se tensar e o fundo da buceta dela se encher de calor, ela também gozou, se unindo os dois num orgasmo que deixou eles juntinhos por vários minutos. Se olhavam, se beijavam. Sorriam um pro outro.

— Gostei que você gozou dentro de mim.

— Eu também. Assim posso fazer uma coisa que tava querendo há um tempão.

— É? O quê?

— Isso...

Ele desceu devagar pelo corpo de Rosa até enfiar a cara entre as pernas dela. Começou a chupar a buceta.

— Aggg Pedro... tô cheia de você.

— Eu sei. E agora vou te chupar até deixar você vazia.

Foi uma chupada de buceta muito especial. Rosa sentia a mistura de lubrificação e gozo saindo aos poucos, e Pedro lambendo sem parar. Cada orgasmo que ele dava pra ela, a mistura ia clareando, até que só saiu lubrificação. Depois de vários orgasmos, ela teve que afastar ele, porque a buceta tinha ficado sensível demais.

— Vem cá, meu amor.

Rosa apoiou a cabeça no peito de Pedro, enquanto ele acariciava o cabelo dela.

— Tava gostosa minha bucetinha?

— Hummm, deliciosa.

— Se fosse o gozo de outro homem, você teria feito?

— Porra. Bem... não sei. Acho que não.

— E se eu pedisse?

— Bom... não sei. a verdade. Se você me pedisse... talvez.

Pedro foi embora meio cabisbaixo. Por um lado, queria fazer o que ela desejava. Dar essa satisfação a ela. Mas por outro, temia que algo desse errado. Perder o que tinha com ela. Naquela noite, ele custou a dormir, pensando, matutando. Tinha prometido a ela. Via ela tão excitada com a ideia. Ia fazer. Por ela.

No dia seguinte, Pedro falou com Ignacio, o amigo que tinha dado o pontapé que o fez conhecer Rosa. Não ia contar tudo, só o essencial.

— Ei, Ignacio. Sabe o que é um bukkake?

— Bukkake? Ué... Um... doce?

— Não. É isso.

Mostrou uma foto onde uma garota estava ajoelhada, de olhos fechados e coberta de porra. Os olhos de Ignacio arregalaram.

— Porra. Que gozada, mano.

— Tenho uma amiga que quer fazer isso.

— Hã?

— Que tenho uma amiga que quer fazer isso. Pensei no time.

— Deixa eu entender. Cê tá me dizendo que uma amiga sua quer que o time goze nela?

— Exatamente isso.

Ignacio começou a olhar pra todo lado.

— O que cê tá fazendo?

— Procurando a câmera escondida.

— Isso é sério.

— Não acredito.

— Por que não?

— É bom demais pra ser verdade.

— Pois é verdade, mano.

— Quem é? Eu conheço?

— Não conhece. O que cê acha? Toparia?

— Gozar na cara dessa mina? Claro.

— Seria gozar na cara dessa mina na frente do time todo, um atrás do outro.

— Também.

— Cê acha que devo contar pros outros ou fazer surpresa?

— Pedro. Isso é sério mesmo, né?

— Sim.

— Porra. Tô ficando duro só de pensar. Não conta pra ninguém. Vai ser surpresa. Quando cê pensa em fazer?

— Bem... amanhã mesmo, depois do treino.

— Uau! Vai ser algo grande. Quem é essa putinha?

Isso era uma das coisas que Pedro temia. Que tratassem Rosa pelo que ela não era.

— Não é nenhuma putinha. Os motivos não importam. É algo que ela deseja. Vou estabelecer regras. E quem não cumprir, se ferra.

— Relaxa, cara.

— Então tá tudo certo. Amanhã, depois do treino, a gente faz.

Já estava feito. Ele foi pro hospital, foi direto pro depósito dos encontros com a Rosa e mandou uma mensagem no celular dela. Em menos de cinco minutos, ela já estava ajoelhada na frente dele, passando a pica no rosto.

Ninguém falava nada. Só se olhavam. Ela era feliz se acariciando com a pica do Pedro. Olhava pra ele, sorrindo. O rosto dela ia ficando molhado com o líquido pré-seminal que aquela estaca dura destilava. Pedro tava muito tarado, pensando no que ia rolar no dia seguinte. E assustado. Mas a excitação era maior. Ele fez ela levantar e se beijaram com paixão. A mão da Rosa pegou na pica dele e começou a bater uma enquanto as línguas se entrelaçavam.

Pedro enfiou a mão por baixo da saia dela e levou até a buceta. A calcinha tava encharcada. Enfiou os dedos por dentro da peça e acariciou a rachinha. Adorava sentir o calor dela, principalmente quando a excitação começava, quando tava toda meladinha. Quando passou as pontas dos dedos no clitóris, ela gemeu na boca dele. Pedro foi beijando ela dali até a orelhinha. Sussurrou:

— Rosa, amanhã à tarde meu time inteiro vai gozar na sua cara.

Quando ela ouviu aquelas palavras, gozou na hora. Fechou as pernas, prendendo a mão que a acariciava e enchendo os dedos do Pedro com os fluidos dela. Se agarrou no garoto pra não cair. As pernas tremiam. Ela tinha os olhos bem fechados enquanto o corpo explodia de prazer.

Abriu os olhos devagar. Os dele estavam olhando pra ela.

— Você é maravilhoso, Pedro. Te amo.

— Falei com um amigo. Justamente o que me deu o chute. O culpado da gente se conhecer.

— O que você disse pra ele?

— Só que você é uma amiga com um desejo especial. Não quero que saibam quem você é. Os outros não vão saber nada até chegar a hora. Também falei que vou estabelecer regras e que eles têm que cumpri-las.
- Que regras?

Ele disse a ela. Ela ficou emocionada. Eram regras pra protegê-la. Ela concordou com todas. Beijou ele com paixão. Na mão dela, a rola dura.

- Beleza, agora enche minha cara com uma boa gozada.

Olhando nos olhos dele, foi se ajoelhando devagar, até que o rosto dela ficasse na altura do pau.

- Goza na minha cara, Pedro. Goza na minha cara. Imagina que já tá cheia da porra dos seus amigos. Que você é o último, o mais importante.

Pedro pegou a rola e começou a bater uma com força. A excitação era enorme. Ele começou a gemer. Rosa esfregava o rosto na ponta da rola. Já conhecia ele muito bem. Sabia o momento exato em que ele ia gozar. Fechou os olhos, ficou parada.

Um tapa no rosto dela. Calor. Outro. Mais um. Cada um seguido de um espasmo de prazer. Cada vez sentia a pele do rosto mais quente, mais molhada. Ouvia os gemidos do Pedro. Abriu a boca, colocou a língua pra fora e sentiu outro jato em cima dela. Saboreou o néctar quente, e explodiu. Ainda sentia os últimos jatos da gozada do Pedro quando o corpo dela foi tomado pelo prazer. Pensar que sentia tudo aquilo com um homem só e que no dia seguinte sentiria a mesma coisa uma vez e outra, uma vez e outra, provocou nela um orgasmo intenso.

Depois que os dois terminaram com os espasmos, os tremores, ficaram parados. Só os peitos ofegantes se moviam no ritmo das respirações. Pedro olhava pra aquela mulher, com um sorriso no rosto e coberta pelo sêmen dele. Será que aguentaria vê-la rodeada pelos amigos dele, bufando como animais, gozando em cima dela?

Ele se ajoelhou ao lado da Rosa. Ela abriu os olhos e se olharam. Aproximaram as bocas e se beijaram. Pedro sentiu o gosto amargo e salgado.

- Meu amor, me dá.

Outras vezes ele usava a rola pra levar o sêmen que cobria o rosto dela até a boca. Dessa vez fez com a língua. Pegava um pouco e se beijavam, e voltava pra pegar mais. Logo o rosto dela estava sem nenhum vestígio da essência dele. - Você vem hoje à tarde na minha casa?
- Claro que vou.
- Obrigada, Pedro. Por tudo.

Naquela tarde, eles transaram. Devagar, com ternura. Ele gozou dentro dela e, como da vez anterior, depois a fez gozar uma e outra vez com a língua. Terminaram os dois abraçados.

- Tem certeza de que quer fazer isso?
- Não paro de pensar nisso, Pedro. Eu... preciso. Preciso sentir isso. Senão, vou passar a vida inteira imaginando como seria.

Pedro não disse nada. Se ela queria, ele faria. Embora percebesse que não queria que ela fizesse aquilo. Por mais excitado que se sentisse com a ideia, não queria que ela fizesse. Mas faria, por ela.

Combinaram de se encontrar às sete do dia seguinte no estádio onde eles treinavam. Naquele horário, o treino terminava. Um pouco antes, ele se esgueirou e a colocou no vestiário sem que ninguém percebesse. Ninguém, exceto Ignacio, que não tirava os olhos dele. Naquele dia, eram 14 caras e o treinador.

Rosa esperava escondida numa espécie de depósito, cheio de bolas e outras coisas. O coração batia forte. Quase se arrependeu e saiu correndo, mas ouviu vozes. O vestiário começou a encher de gente. Ouvia risadas, brincadeiras. Ouviu os caras começando a tomar banho. Imaginou que, atrás da porta que a separava deles, estariam todos pelados. A buceta começou a molhar.

Pedro disse a Ignacio para trancar a porta. Não queria que ninguém entrasse. Todos estavam pelados, alguns debaixo do chuveiro, outros já se secando. Ele se aproximou da porta do depósito e a abriu. Rosa saiu. Olhou para todos aqueles garotões. Uns nus, outros com toalhas na cintura. E um vestido, um pouco mais velho. O treinador, sem dúvida.

Um dos caras foi o primeiro a vê-la. Deu um grito e se cobriu com as mãos. Os outros logo perceberam a presença da mulher. A maioria cobriu as partes. Uns poucos, menos tímidos, se exibiram pra gostosa.

Como tinha combinado com Pedro, Rosa caminhou até o centro do vestiário e se ajoelhou. Olhou pra aqueles caras, sorrindo. Eles não entendiam o que tava rolando. Pedro começou a explicar.

— Beleza, rapaziada, essa aqui é uma amiga minha, que tem um desejo, e pensei que vocês iam adorar satisfazer ela.

Alguns já sacaram do que se tratava. Outros tavam mais perdidos que cego em tiroteio. Pedro continuou.

— Então, minha amiga quer que todos gozem na cara dela.

Um murmúrio geral se espalhou. Incredulidade, tesão. Alguns paus começaram a endurecer. Rosa quase tremia.

— Mas tem umas regras. Quem não cumprir, vai se ver comigo. Vou moer o cara, seja quem for. Primeiro: nada de xingamentos. Ela é uma dama com um desejo. Então tratem ela como cavalheiros. Segundo: nada de tocar nela. Ela, se quiser, vai tocar em vocês e até chupar os paus de vocês, mas vocês não encostam um fio de cabelo nela. Depois que todo mundo terminar, vão embora e nos deixam em paz. Quem não concordar, pode vazar agora.

Ninguém se mexeu um milímetro. Alguns já tavam se tocando, mostrando umas ereções mais que respeitáveis. Rosa sentia a buceta cada vez mais molhada. Até o treinador tava se coçando no pau por cima da calça.

— Então, gurizada — disse Rosa — Quem vai ser o primeiro a gozar na minha cara?

Eles tavam meio na dúvida. Pedro olhou pro Ignacio e fez um sinal. Ignacio se aproximou de Rosa. O pau dele ainda tava meio murcho, mas quando chegou a uns centímetros do rosto dela, ficou duro pra caralho.

— Hummm, então você vai ser o primeiro.

— Parece que sim.

Eles se enganaram. Um dos caras não aguentou mais e veio correndo. A um metro de distância já começou a gozar. Mesmo assim, conseguiu acertar três jorros grossos na cara de Rosa, que recebeu de olhos fechados.

Ela sentiu arrepios. E prazer. Levou a mão esquerda pra buceta. Tava de saia, sem calcinha. Começou a se esfregar enquanto com a mão Direita agarrou a pica do Ignacio e começou a punhetar ele na frente da cara dela. Em poucos minutos, a segunda gozada se juntou com a primeira.

Os outros foram perdendo a vergonha. Todo mundo já tava com o pau bem duro. O treinador tinha tirado o dele. Foram se aproximando devagar da mina, cercando ela.

Pedro vigiava pra ninguém fazer nada errado. Mas parecia que tinham entendido direitinho as regras.

O terceiro a gozar deu um passo em direção à Rosa e jorrou uma cachoeira impressionante de porra, bem líquida. Quando se misturou com a anterior, começou a escorrer pelo peito dela. O cheiro de sêmen ficou muito forte, e Rosa teve o primeiro orgasmo dela.

Os caras com menos resistência foram gozando primeiro. Um deles, o mais tímido do grupo, depois de gozar, até agradeceu a Rosa. Ela, surpresa e grata pela educação, deu um beijo na ponta da pica dele, passando a língua na cabecinha e pegando a última gota de porra. Saboreou com gosto.

Isso fez com que outros dois não aguentassem mais e gozassem ao mesmo tempo nela. A cara de Rosa já tava toda coberta. Oito caras já tinham gozado nela. Ela já não conseguia abrir os olhos. Tavam cheios de porra de macho. Então ela tirou um lenço que tinha preparado e limpou eles. Queria ver tudo. Não perder nenhum detalhe.

Faltavam seis caras e o treinador. Todos, menos o Pedro, que só olhava, cercavam a Rosa. Um deles chegou mais perto, quase encostando a ponta da pica nos lábios da mina. Ela olhou pra ele, abriu a boca e enfiou a pica dura até a metade. Ele gozou na hora. Os dois primeiros jatos desceram pela garganta da Rosa. O resto ele espirrou na cara dela enquanto ela explodia mais uma vez num orgasmo forte.

A parte de cima da blusa dela tava coberta pela porra que escorria da cara. Os peitos dela cheios. A porra que caía pelo decote descia entre os peitos e chegava até a borda da saia. Os 4 restantes foram recompensados com a boca de Rosa, que chupou as picas deles até gozarem dentro, pra rapidamente, ainda no orgasmo, tirá-las e fazer eles terminarem de gozar nela. Com as picas ainda pingando, eles se afastavam pra dar lugar ao próximo.

O último a descarregar em Rosa foi o treinador. Todo mundo olhava a mamada foda que ela deu. Quando sentiu que ele ia gozar, Rosa tirou a pica da boca, manteve ela aberta e recebeu a gozada grossa na língua. O treinador gemia de prazer. Olhando pra todos, ela engoliu e passou a língua nos lábios.

Nem Rosa, nem Pedro, tinham contado com a juventude do time. Os primeiros que tinham gozado já estavam com as picas duras de novo. Quando um quis repetir, se aproximando de Rosa, Pedro foi impedir, mas ao ver Rosa abrindo a boca e começando a chupar, deixou.

Todos repetiram. E ela chupou a pica de todos. Agora aguentaram mais. Rosa começou a cansar. Não de receber prazer, não de receber na boca e na cara os caldos quentes deles. Cansou da posição. Ia mudando, mas já não tava confortável.

Quando o treinador gozou pela segunda vez, Pedro deu a festa por encerrada.

— Beleza, rapaziada. Acho que vocês se divertiram pra caralho. Agora, sejam legais e nos deixem.

Eles foram legais. Se vestiram. Olhavam aquela mulher que ainda tava lá, agora sentada no chão. A cara toda coberta de porra. Parte no cabelo. A camisa um bagaço. Os olhos, fechados.

Foram saindo. Quando o último saiu, Pedro fechou a porta. Olhou pra Rosa, que limpava os olhos. Se aproximou dela.

— E aí, como foi?

— Valeu, Pedro, por ter feito isso por mim. Nunca vou esquecer isso na vida.

Pedro ia dizer que não faria mais. Que não ajudaria mais nisso. Que se ela quisesse fazer de novo, que se virasse sozinha. Que tinha sofrido ao ver os colegas gozarem nela uma vez atrás da outra. Mas ela se adiantou.

— Eu gostei, não vou negar. negar. Não sei quantas vezes gozei. Mas... não vou mais. Já sei como é. Como experiência, foi legal. Mas... quando faço contigo, me sinto melhor. Você me preenche mais. Contigo eu gozo mais. Não preciso de mais nada.

Aquelas palavras emocionaram Pedro. Ele estendeu as mãos para ajudá-la a levantar. A quantidade de porra que Rosa tinha em cima era impressionante. Ele a levou até um dos chuveiros e abriu a água. As roupas deles molharam. A porra começou a sumir.

Ele a despiu, tirando a blusa e depois a saia. Em seguida, se despilou também. Debaixo do chuveiro quente, se abraçaram e se beijaram. Ele a apoiou contra a parede coberta de azulejos, aquecidos pela água. Foi descendo pelo corpo dela, devagar, até ficar de joelhos na frente dela. Beijou a buceta dela. Rosa abriu as pernas pra deixar ele passar a língua ao longo da sua rajitinha gostosa. A água tirava boa parte do seu sabor delicioso. Mesmo assim, Pedro aproveitou e fez Rosa aproveitar, que gozou na cara dele, gritando de prazer.

O orgasmo fez as pernas dela fraquejarem e ela se ajoelhou junto daquele homem maravilhoso. Se beijaram e terminaram deitados no chão.

Eles transaram bem devagar, com penetrações profundas mas lentas. A água caía sobre eles. Não paravam de se olhar, de se beijar.

Depois de muitos minutos, os dois ficaram sem fôlego. Os dois estavam sendo atravessados por um orgasmo avassalador. A buceta de Rosa se encheu da porra quente de Pedro. O pau de Pedro foi apertado uma e outra vez pelos espasmos da buceta de Rosa. E durante todo o tempo que durou, não pararam de se olhar.

A água continuava caindo enquanto se beijavam com doçura.

Mais tarde, se secaram. Rosa vestiu uma roupa reserva que tinha trazido. De mãos dadas, saíram do estádio a caminho da casa de Rosa.

Os caras ficaram um tempão perguntando sobre ela. Queriam repetir a aventura. Pedro nunca contou nada pra eles. Com o tempo, desistiram.

Pedro e Rosa continuaram se vendo. Amavam. Ele dava tudo que ela precisava. Não havia prazer maior pra Rosa do que se ajoelhar na frente do homem dela e sentir o rosto coberto pelo leite quente dele. Muitas vezes ela gozava sem nem se tocar. Bastava só a sensação. Ela também dava a ele tudo que ele pedia, sem negar nada. Pedro era feliz só de satisfazer ela.

Por enquanto, não precisavam de mais.

FIM

3 comentários - A urologista 3: O Final

la puta madree de donde carajo sacaste esta estupenda historia!!?!?! 😛 😛
GUAUUUUUU.... FELICITACIONES!!!!! NO TENGO MAS PUNTOS PARA DARTE HOY.......