Ana y yo

Bom, essa é minha primeira postagem e espero que vocês gostem dessa história. Pode não ser tão interessante, mas é real. Já li algumas por aqui e custo acreditar que são verdadeiras. Sem mais delongas, aqui vai meu relato.

Tudo começou um dia em que não tinha nada pra fazer, meus amigos estavam ocupados e o tempo estava uma merda. Decidi ver meu e-mail, mas não achei nada de bom. Cada vez mais entediado, sem saber o que fazer — 17 anos e sem nada pra fazer. Comecei a ver vídeos de música e umas merdas aleatórias, e do nada lembrei de um site parecido com o YouTube, mas pornô. Não via nada de errado e entrei na página, mas era a mesma coisa de sempre, mesma dinâmica. Vi uns vídeos e saí. Como meus amigos estavam online, quis bater um papo com eles, mas continuavam ocupados fazendo trabalhos que eu já tinha feito. Estavam muito estressados. Aí me veio a ideia de entrar num chat e comecei a conversar com umas minas, mas a maioria me dizia que sabia o que eu tava procurando e que não ia conseguir. Não entendia do que estavam falando. Enfim, não dei importância e continuei procurando uma mina pra conversar. Vale dizer que era um chat com gente tanto da América quanto da Europa, especialmente Espanha. No fim, encontrei uma mina com o nick Ana. Cumprimentei ela e começamos a conversar. Me apresentei, ela se apresentou e perguntou de onde eu era. Respondi que do México, e o típico: ela perguntou, eu respondi e perguntei "e você?". Ela disse que era da Espanha, não lembro o nome da cidade, mas isso é o de menos. De repente, já com mais confiança, contei pra ela o que as primeiras minas no chat tinham me dito: que sabiam o que eu queria, mas que não ia conseguir.

— O que significa tudo isso?
— Bom, olha, elas te falaram isso porque a maioria dos caras que entram no chat tão atrás de minas pra ter cibersexo. Sabe o que é?

Respondi que sim, mas que na verdade não tava procurando isso, só queria passar o tempo. Ela começou a dizer que já tinha feito isso uma vez, mas que foi gravada e não tava disposta a se arriscar de novo. Me perguntou se eu já tinha feito, e respondi que não. Passou um tempo e o assunto voltou. Ela começou a perguntar o que eu tava fazendo, e eu disse que estava entediado. E ela me... Disse que na Espanha já era tarde, quase de madrugada, e que não conseguia dormir. A filha dela, de 8 anos, tava dormindo do outro lado do corredor. A gente foi criando intimidade e trocamos e-mails na hora. Ela falou: "vamos ligar as câmeras", e eu aceitei. Ela não tinha me dito, mas tinha 45 anos. Não era ruim, na real. Era magra, cabelo curto, loirinha e tinha um corpo gostoso. Eu, com 17 anos, magro e quase definido. Na hora ela mandou: "tira a roupa, quero ver como você é sem ela". Eu tava morrendo de vontade, mas tinha visita em casa e não podia fechar a porta do quarto, senão iam desconfiar. Mas arrisquei e tirei. Ela disse: "bom, agora é minha vez". Tava muito boa pros 45 anos: pele branquinha, bundinha pequena e redonda, peitos médios mas com bicos grandes, e a buceta com uma risquinha bem visível. Perguntei se tinha certeza de que a filha não ia entrar no quarto dela, já que a porta tava aberta. Ela percebeu e foi fechar. Ela tava numa espécie de sala que dava pro quarto, e a porta que fechou dava pro corredor.

Começamos a nos esquentar. Ela pedia: "dá uma voltinha", e eu fazia o mesmo. No fim, ela fez igual, virou de costas pra webcam, se inclinou e abriu as nádegas, deixando eu ver o cu dela. Eu tava louco, mas não acreditava. Depois sentou numa cadeira, levantou as pernas apoiando na mesa e focou a câmera na buceta dela até enfiar o dedo lá dentro. Tava literalmente tremendo de tesão. Tirou a câmera, tava toda molhada, limpou, lambeu um dedo e disse: "vamos brincar". Comecei a me masturbar e ela também. Aí tive a ideia de fazer uma videochamada e comecei a ouvir os gemidos dela: "AAAHH, ummm", fechando os olhos. Eu tava quase gozando. Ela falava coisas tipo: "tira, tira, deixa eu ver esse líquido que eu tanto quero". De repente, bateram no meu quarto perguntando o que eu tava fazendo. Eu, prestes a gozar, não sabia o que fazer. Improvisei e respondi que tava lendo. Achei que o pior já tinha passado, meu coração tava batendo muito rápido. E aí ela disse: "abre pra mim". Era meu pai. Eu não tava... roupa, então falei pra ela: "é que eu tô estudando e preciso me concentrar". Ela acreditou e disse que quando eu terminasse, fosse jantar (pra quem tava se perguntando se eu tinha ouvido os gemidos da Ana, não foi assim, não ia me arriscar e coloquei uns fones de ouvido). Voltei pro meu canto, ela tava de quatro, enfiando um dedo no cu e me olhando. "Já tira ela", ela dizia, mas o que mais me excitou foi que ela começou a rebolar enquanto tinha orgasmos. E sem mais, falei: "já vou gozar", e ela também já não aguentava. Saiu, ela soltou um grito na hora. Nos olhamos e ela disse: "cresceu, vai limpar, gozou muito". E eu fiz o mesmo, me limpei e voltei pro computador. Ela tava cansada e se despediu de mim, pediu pra repetirmos. Depois me despedi e acabou.

De vez em quando eu me conectava, era difícil coincidir com ela por causa da diferença de fuso. Ela tava mais estranha, pedia pra fazermos de novo. Fizemos mais 3 vezes, e de repente ela dizia: "só tira a roupa, tô exausta". Outros dias só conversávamos pelados, e de repente ela falou: "não devíamos ter feito isso, desculpa, vou ter que te deletar". Tentei impedir, mas ela me deletou e nunca mais soube dela.

Sei que não é tão excitante, mas foi real e só queria contar pra vocês. Depois conto mais coisas, espero que gostem.

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5 comentários - Ana y yo

pasa la direccion de messenger de la mina culeado
jupato
si me pasas la direccion yo te paso la de pamela sosa si te interesa
muy buen relato amigo yo también conseguí un par de putitas en el tiempo del messenger que les gustaba mostrarse :F:F que buenas épocas jaja saludos y gracias por compartir 😉