E aí, galera do Poringa, como é que tá? Vou contar uma experiência que rolou esse ano, além da história que tenho com minha vizinha.
Então, faz uns 2 anos que tô frequentando uma escola de dança de folclore de bairro, onde conheci muita gente e, principalmente, várias mulheres. Entre elas, uma senhora chamada Raquel. Mulher de mais ou menos 1,65m, peituda, com um bundão bem redondinho e apetitoso — resultado de anos fazendo folclore e taekwondo.
A parada começou num sábado, quando a galera se juntou pra comemorar o aniversário da Silvina, que é chefe da Raquel numa creche (a Raquel é a tia gostosa, né). O jantar, que depois da sobremesa virou baile, foi ficando cada vez mais pesado com a ajuda do álcool. Eu, que já tava de olho na Raquel com um tesão da porra, fui ficando mais e mais excitado conforme bebia. Esperei até a hora dos cuartetos pra fazer minha jogada.
Na hora, me decidi e chamei a senhora pra dançar. Dança vai, dança vem, faço ela girar e seguro ela por trás, apertando forte. Com o álcool batendo, já tava com um fogo danado, querendo transar ali mesmo — meu amigo acordou em questão de segundos, ainda mais sentindo aquele rabão bem feito e durinho, quase como uma carne macia que tá pedindo pra ser penetrada. Depois, comecei a balançar ela pra sentir mais aquele bumbum lindo, sem ligar pra reação dela. Esperava que a qualquer momento ela me mandasse pra puta que pariu ou me desse um fora educado, mas não foi assim. Ela não falou nada e, ainda por cima, senti que ela dançava no ritmo dos meus movimentos, sem nunca perder o contato com meu pau durão que tava encostado por trás.
O cuarteto continuou por um bom tempo, e eu seguia, disfarçadamente, fazendo com que ela ficasse apoiada naquela bundinha linda, trabalhada pelo meu pau vermelho e perfurante. Naquele momento, só queria levar a Raquel pro banheiro e detonar ela. Em um instante da dança, finjo que é sem querer e dou um tapa naquele rabão. Nossa, senhora, senti ele tão redondo e firme que deu vontade de meter os dedos.
A música acabou e, em... Então, eu tô me preparando pra ir embora. Se não desse pra pegar a senhora, eu ia atrás de putas. Aí a Raquel me diz: "Me leva?" E eu quase duvidando pergunto: "Pra onde você vai?", tentando disfarçar, porque por dentro eu tava pensando: "Te levo pro hotel, vadia!" Ela mora relativamente perto da minha casa, então aceito e levo ela.
A gente tava na minha Kangoo e eu tava tocando a perninha dela enquanto falávamos besteira. Aí eu pergunto: "Você gosta de dançar cuarteto, né?" Ela me responde: "E você gosta de esfregar em mim?" Minha rola já não aguentava mais, então eu falo: "Vamos pra algum hotel, o que você acha?" "Mas são quase 6 horas e eu quero que você me coma agora!", diz a Raquel.
Na hora, procurei um cantinho debaixo de uma árvore e comecei a transar com ela. Ela lançou a mão como um chicote viciado em sexo pra tatear meu volume, me dizendo depois: "Que durinha você tem". Eu comecei a chupar os peitos dela, já louco de tesão, e logo digo: "Vou te foder com essa rola até você sangrar". Ela disse: "Quero, quero". Eu me balancei na direção dela no banco do passageiro e começo a levantar o vestido. Ela me pergunta: "Você tem camisinha?" E eu, fervendo de calor, digo que não e finalizo: "Mas eu faço o cuzinho, minha love". Ela, sem hesitar, me diz: "Faz o que quiser comigo, papi". Fiquei ainda mais louco. Então, joguei o encosto do banco pra trás, virei ela, deixando os joelhos dela no banco da frente e os cotovelos no banco de trás, e procedi a molhar o cuzinho dela...
"Sim, papi, abre tudo", me diz a Raquel... "Que buraquinho lindo, minha love, vou deixar ele todo arrombado", eu digo. "Vai, vai", ela me diz... Não consegui esperar mais. A ansiedade de vadia dela era a minha ansiedade de querer sexo. Então, aproximei minha rola, já bem vermelha, e penetrei forte. Tão forte que ela gritou alto e mexeu os pés e as mãos como se estivesse procurando alguém pra salvá-la de tanta dor. "Ayyy, Eliseo, como você fode forte, minha love", dizia a Raquel. "Vai, papi, mete assim que eu gosto, você fode muito bem". A Raquel não parava, parecia mais excitada que eu. Dá pra ver que seus 34 anos são uma vida intensa de sexo... Enquanto isso, eu Entro e saio da minha pica, vejo como ela olha quase desesperada, com os olhos quase fechados e a boca aberta, ofegante de prazer. Ela é uma viciada em sexo, mais puta que as que cobram, ela é feliz com uma pica na bunda.
Agarro seus peitos e me aproximo do ouvido dela e pergunto: "Gostou?"
"Eu adoro sua pica, quero que me dê forte, bem forte", me diz Raquel.
Aí mesmo começo a meter mais forte, com a cintura imprimo velocidade e os barulhos das batidas são altos. O carro balança cada vez mais, os vidros embaçam de tanto sexo e ela começa a aprovar aos gritos, igual uma deputada bem puta: "Sim sim sim sim sim sim sim sim sim". Beijo seu pescoço e aperto seus peitos pra ver se saem suco.
Aí mesmo digo: "Gosta bem forte, puta, né? Toma aí, tô te comendo bem forte". Ela aprova dizendo: "Eu gosto, eu gosto".
Já sabendo que ia gozar, me aproximo do ouvido e digo: "Gosta que te comam, puta? Você é bem puta, né? Gosta que façam sua bunda, puta? Você é minha puta, né?"
Ela me responde: "Sim, papi, eu gosto da sua pica toda. Mete bem fundo que ela tá muito boa. Vai, mete sua pica, papi, eu adoro como você me come".
Aí mesmo encho sua bunda de porra e, com o prazer ainda no auge, continuo castigando ela com pirocadas por um bom tempo, até que nos acomodamos e descansamos um pouco.
Ela me diz, resignada: "O que a gente fez, Eliseo?" Eu digo: "Fodemos muito bem, além do mais, você tem uma bunda muito linda". Ela sorri e me diz: "Espero que não me julgue por isso, foi o álcool". Eu expliquei que ela não precisava se justificar e que eu não ia contar pra ninguém. Ela me pediu pra nos vermos de novo e, bom, nos vimos mais duas vezes depois das aulas...
Valeu, amigos poringas!!!
Então, faz uns 2 anos que tô frequentando uma escola de dança de folclore de bairro, onde conheci muita gente e, principalmente, várias mulheres. Entre elas, uma senhora chamada Raquel. Mulher de mais ou menos 1,65m, peituda, com um bundão bem redondinho e apetitoso — resultado de anos fazendo folclore e taekwondo.
A parada começou num sábado, quando a galera se juntou pra comemorar o aniversário da Silvina, que é chefe da Raquel numa creche (a Raquel é a tia gostosa, né). O jantar, que depois da sobremesa virou baile, foi ficando cada vez mais pesado com a ajuda do álcool. Eu, que já tava de olho na Raquel com um tesão da porra, fui ficando mais e mais excitado conforme bebia. Esperei até a hora dos cuartetos pra fazer minha jogada.
Na hora, me decidi e chamei a senhora pra dançar. Dança vai, dança vem, faço ela girar e seguro ela por trás, apertando forte. Com o álcool batendo, já tava com um fogo danado, querendo transar ali mesmo — meu amigo acordou em questão de segundos, ainda mais sentindo aquele rabão bem feito e durinho, quase como uma carne macia que tá pedindo pra ser penetrada. Depois, comecei a balançar ela pra sentir mais aquele bumbum lindo, sem ligar pra reação dela. Esperava que a qualquer momento ela me mandasse pra puta que pariu ou me desse um fora educado, mas não foi assim. Ela não falou nada e, ainda por cima, senti que ela dançava no ritmo dos meus movimentos, sem nunca perder o contato com meu pau durão que tava encostado por trás.
O cuarteto continuou por um bom tempo, e eu seguia, disfarçadamente, fazendo com que ela ficasse apoiada naquela bundinha linda, trabalhada pelo meu pau vermelho e perfurante. Naquele momento, só queria levar a Raquel pro banheiro e detonar ela. Em um instante da dança, finjo que é sem querer e dou um tapa naquele rabão. Nossa, senhora, senti ele tão redondo e firme que deu vontade de meter os dedos.
A música acabou e, em... Então, eu tô me preparando pra ir embora. Se não desse pra pegar a senhora, eu ia atrás de putas. Aí a Raquel me diz: "Me leva?" E eu quase duvidando pergunto: "Pra onde você vai?", tentando disfarçar, porque por dentro eu tava pensando: "Te levo pro hotel, vadia!" Ela mora relativamente perto da minha casa, então aceito e levo ela.
A gente tava na minha Kangoo e eu tava tocando a perninha dela enquanto falávamos besteira. Aí eu pergunto: "Você gosta de dançar cuarteto, né?" Ela me responde: "E você gosta de esfregar em mim?" Minha rola já não aguentava mais, então eu falo: "Vamos pra algum hotel, o que você acha?" "Mas são quase 6 horas e eu quero que você me coma agora!", diz a Raquel.
Na hora, procurei um cantinho debaixo de uma árvore e comecei a transar com ela. Ela lançou a mão como um chicote viciado em sexo pra tatear meu volume, me dizendo depois: "Que durinha você tem". Eu comecei a chupar os peitos dela, já louco de tesão, e logo digo: "Vou te foder com essa rola até você sangrar". Ela disse: "Quero, quero". Eu me balancei na direção dela no banco do passageiro e começo a levantar o vestido. Ela me pergunta: "Você tem camisinha?" E eu, fervendo de calor, digo que não e finalizo: "Mas eu faço o cuzinho, minha love". Ela, sem hesitar, me diz: "Faz o que quiser comigo, papi". Fiquei ainda mais louco. Então, joguei o encosto do banco pra trás, virei ela, deixando os joelhos dela no banco da frente e os cotovelos no banco de trás, e procedi a molhar o cuzinho dela...
"Sim, papi, abre tudo", me diz a Raquel... "Que buraquinho lindo, minha love, vou deixar ele todo arrombado", eu digo. "Vai, vai", ela me diz... Não consegui esperar mais. A ansiedade de vadia dela era a minha ansiedade de querer sexo. Então, aproximei minha rola, já bem vermelha, e penetrei forte. Tão forte que ela gritou alto e mexeu os pés e as mãos como se estivesse procurando alguém pra salvá-la de tanta dor. "Ayyy, Eliseo, como você fode forte, minha love", dizia a Raquel. "Vai, papi, mete assim que eu gosto, você fode muito bem". A Raquel não parava, parecia mais excitada que eu. Dá pra ver que seus 34 anos são uma vida intensa de sexo... Enquanto isso, eu Entro e saio da minha pica, vejo como ela olha quase desesperada, com os olhos quase fechados e a boca aberta, ofegante de prazer. Ela é uma viciada em sexo, mais puta que as que cobram, ela é feliz com uma pica na bunda.
Agarro seus peitos e me aproximo do ouvido dela e pergunto: "Gostou?"
"Eu adoro sua pica, quero que me dê forte, bem forte", me diz Raquel.
Aí mesmo começo a meter mais forte, com a cintura imprimo velocidade e os barulhos das batidas são altos. O carro balança cada vez mais, os vidros embaçam de tanto sexo e ela começa a aprovar aos gritos, igual uma deputada bem puta: "Sim sim sim sim sim sim sim sim sim". Beijo seu pescoço e aperto seus peitos pra ver se saem suco.
Aí mesmo digo: "Gosta bem forte, puta, né? Toma aí, tô te comendo bem forte". Ela aprova dizendo: "Eu gosto, eu gosto".
Já sabendo que ia gozar, me aproximo do ouvido e digo: "Gosta que te comam, puta? Você é bem puta, né? Gosta que façam sua bunda, puta? Você é minha puta, né?"
Ela me responde: "Sim, papi, eu gosto da sua pica toda. Mete bem fundo que ela tá muito boa. Vai, mete sua pica, papi, eu adoro como você me come".
Aí mesmo encho sua bunda de porra e, com o prazer ainda no auge, continuo castigando ela com pirocadas por um bom tempo, até que nos acomodamos e descansamos um pouco.
Ela me diz, resignada: "O que a gente fez, Eliseo?" Eu digo: "Fodemos muito bem, além do mais, você tem uma bunda muito linda". Ela sorri e me diz: "Espero que não me julgue por isso, foi o álcool". Eu expliquei que ela não precisava se justificar e que eu não ia contar pra ninguém. Ela me pediu pra nos vermos de novo e, bom, nos vimos mais duas vezes depois das aulas...
Valeu, amigos poringas!!!
9 comentários - companheira de folclore muito safada (madura)
"...en su hermosa colita trabajada por mi rojiza pija taladrante...";
"...ella lanzo su mano como latigo adicto de sexo para tantearme el bulto...";
"...que lindo agujerito mi amor te lo voy a dejar roto...";
"...ayyy eliseo que fuerte coges mi amor..." (eliseo??? es un nombre de fantasia, no?);
y la que me mató:
"...y ella empieza a aprobar a gritos como diputada bien puta "si si si si si si si si ..." jajajajajajajajajajajaaa!!!
Buen relato! 🙂
ja! ja! menos mal que comentar es gratis 🙂
muy bueno el relato, me importa un carajo si es real o inventado, es caliente y bastante bien contado.
Si no fueras tan canuto para comentar a tus colegas novatos te premiaria con puntines.
max_cady muy buenos tus relatos te dejaria puntos comentarios algo!!! pero no puedo...