Bom, espero que vocês gostem.
Navegando pela internet, me deparei com este relato. Créditos ao autor.
Por Ferlo
Faz muito tempo que Julia, minha irmã mais nova, se casou com um cafeicultor da Serra e foi morar com ele na fazenda que ele administra. Ele é um homem meio retraído, conservador das tradições e costumes rurais, mas muito trabalhador e mantinha com dificuldade minha irmã e suas duas filhas, Mariela de 22 anos e Sonia de 19 anos, duas garotas lindas e inquietas até onde me lembrava. Quando as visitava enquanto solteiro, as enchia de presentes e com prazer me dedicava a instruí-las no básico, mas por causa do meu casamento e do trabalho, praticamente as tinha abandonado.
Fazia tantos anos sem ver minha irmã que disse a Laura, minha esposa:
“Negra, você gostaria de uma viagem à Serra para mudar de clima e visitar a Julia, que faz mais de 6 anos que não vejo?”
A viagem de 5 horas por uma estrada ascendente nos levou até a região fria onde meu cunhado tem sua pequena fazenda, um pouco afastada da população mais próxima. Quando chegamos, fomos recebidos pela família, que alegremente desembrulhou os presentes que levamos, roupas principalmente, que foram muito bem recebidas, porque dava para notar a situação difícil pela qual passavam.
Julia, que na juventude era uma beleza com seu cabelo preto e seus lindos olhos, agora aos 37 anos parecia desgastada. José, seu marido, também mostrava o peso da situação. Minhas sobrinas camponesas tinham crescido. Mariela era o retrato jovem de sua mãe, com sua cabeleira preta abundante, sua pele do rosto branca, com sobrancelhas fartas e bem delineadas, medianamente alta, mas por estar tão coberta de roupas não dava para apreciar seu corpo. Parecia um pouco tímida. E estava Sonia, uma garota alegre e espontânea, parecida com sua irmã, magra mas com seios muito grandes para sua idade, semelhante fisicamente mas diferente no temperamento, e que desde que cheguei não fez outra coisa senão sentar nas minhas pernas e encher seu tio de beijos. agradecimento pelo ursinho de pelúcia que eu dei pra ela, no início me incomodou um pouco, mas em algum momento comecei a gostar do contato porque ela se sentava em uma das minhas coxas com as pernas abertas e eu sentia sua vulva.
Naquela manhã, eu tinha colocado um short de futebol e estava sentado lendo num banco no fundo da casa, enquanto minha mulher e minha irmã estavam na cozinha. Minha sobrinha, como de costume, procurou minha companhia e estava usando uma saia que ficava meio curta. Ela começou a conversar comigo, sentando-se na minha frente com as pernas cruzadas, então, em algum momento, pude ver de relance sua calcinha. Continuamos conversando e, de repente, ela levantou uma perna, e agora eu pude ver claramente sua calcinha e, pelo lado, saíam alguns pelos pretos, o que me animou a dizer:
“Vem, senta na minha perna.”
Sem malícia, ofereci minha coxa descoberta, mas quando ela ia se sentar, abri sua saia para que ela se sentasse de modo que ficasse de cavalinho, e senti sua calcinha sobre minha coxa. Continuamos falando sobre as coisas dela enquanto eu ajustava minha coxa para ficar mais em contato com sua vulva. Depois de um tempo, já conseguia sentir seus pelos na minha pele. Então eu disse:
“Sonia, alguma coisa está fazendo cócegas na minha coxa, o que é?”
Sonia levantou a saia, olhou e disse: “É que essa calcinha está muito velha e fica se deslocando, olha!”
E levantou a saia, permitindo que eu visse que o elástico da calcinha tinha perdido a pressão e um lado de sua buceta bem peluda estava exposta, com todos os seus pelos sobre minha coxa. Com calma, baixei minha mão, abri completamente a abertura da calcinha e, acariciando seu matagal de pelos, disse:
“Na próxima visita, vou te trazer uma nova e bonita.”
Ela sorriu e, me dando um beijo sonoro, disse: “Obrigada, você é o melhor tio.”
Naquele momento, meu pau totalmente duro estava a centímetros de ficar descoberto, saindo do short. Sonia abaixou sua saia sem dar maior importância ao fato de que seu tio acabara de ver sua buceta, e continuamos. conversando enquanto eu continuava sentindo seus lábios peludos sobre minha pele, me veio à cabeça dizer:
"Sonia, sobe mais na minha perna pra não dar câimbra"
E ela subiu tanto que seu movimento descobriu a cabeça do pau, ficando sua vulva sobre meu pau duro, coberta apenas pela saia. Pensei que ela ia se assustar e parar, mas ela aceitou o contato com o pênis — não sei se por ignorância ou por suprema confiança no tio. Com a glande, eu sentia os pelos da sua buceta. Fiquei imóvel, com uma tesão que ameaçava me fazer gozar.
Continuamos conversando como se nada fosse, enquanto sentia Sonia se acomodando sobre minha pica, a cabeça pulsando sobre seus lábios já úmidos. Não entendia se ela não percebia por sua infantil ignorância rural, ou porque gostava e não via malícia em ter a glande do tio entre os pelos da sua xota. Descuidadamente, com a mão, puxei mais minha bermuda, que ficou toda aberta, e puxei Sonia para mim. O pau deslizou entre os lábios molhados, e ela começou a buscar a cabeça com seu buraco. A cabeça entrou em sua gruta quente, e senti como ela ficava dentro da vulva. Ela me olhava, mas só ria de modo safado, enquanto se movia cadenciosamente sobre a glande. Meu leite estava quase saindo.
De dentro de casa, ouvimos minha irmã chamando Sonia, que rapidamente se levantou, deixando à mostra o pedaço de pau que, ereto, saía da bermuda. Ela olhou para a cabeça vermelha do meu pênis e, com olhos maliciosos, disse:
"Tenho que ir, mas depois você me deixa sentar de novo nas suas pernas, né, tio?"
Ela saiu para atender o chamado da mãe. Eu, com meu pau ao ar, esfreguei e cheirei minha mão, que tinha aquele suave perfume de vulva jovem.
À tarde, deixei minha esposa com minha irmã e saí para caminhar sozinho. Num recanto do caminho, encontro minha sobrinha mais nova, Sonia, que vinha da cidade vizinha e me diz:
"Oi, tio, tudo bem? Conhecendo a fazenda? Vem que eu te mostro a cachoeira."
Pegamos uma trilha afastada e, pouco depois... Chegamos no local, era realmente bonito e terminava num poço cristalino, então eu disse:
"Até dá vontade de dar um mergulho!"
Minha sobrinha respondeu: "Então mergulhe!"
Eu retruquei: "Mas não tenho roupa de banho."
Ela falou: "Bom, vou te contar um segredo: aqui é muito isolado, eu já tomei banho pelada e ninguém nunca aparece por aqui."
Eu disse: "Sim, mas tenho vergonha porque você está aqui."
Ela respondeu: "Relaxa, eu não conto pra ninguém que vi meu tio favorito tomando banho. E eu viro as costas pra você entrar na água."
Pensei por um momento e achei excitante a ideia de me banhar pelado na frente da minha sobrinha.
Falei: "Vire-se e não olhe."
Comecei a me despir em pé, apoiando uma mão nas costas da Sonia. Quando estava abaixando minha cueca, Sonia se virou e disse:
"Me dá a roupa, tio, eu seguro pra não sujar."
Fiquei surpreso com a naturalidade com que ela falou. Enquanto me olhava, ela começou a me examinar de cima a baixo, deu uma olhada de soslaio no meu pau, que estava meio alongado, e decidi me exibir na frente dela.
"Bom, já me viu, pra que esconder, né?"
Fiquei de frente pra ela, sem nenhuma vergonha, enquanto ela me observava sem alarde. Isso me deixou com mais tesão, e ela via como meu pau foi ficando duro lentamente, revelando a cabeça avermelhada. Quando estava bem ereto, entrei na água, que me batia na cintura. Sonia olhava meu pau com curiosidade enquanto eu me banhava, e eu disse:
"Por que não vem e se banha comigo? Tira essa roupa e vem."
Com toda tranquilidade, ela respondeu: "Tá bom, eu fico pelada, mas é nosso segredo, ok?"
Ela começou a desabotoar a camisa de manga longa que usava e a tirou. Como na região, naquela idade, não se usa sutiã, seus seios, que me pareciam grandes, confirmaram minhas suspeitas: duas tetas divinas e empinadas surgiram (tamanho 34B, pensei). Meu pau começou a palpitar, e notei que ela não depilava as axilas, porque um tufo de pelos enfeitava embaixo do braço. Quando ela tirou a saia, estava de costas, e vi que usava uma calcinha nada sexy, de tecido. Corriente, mas quando ela abaixou a visão foi excepcional, umas bundinhas duras e empinadas e quando se agachou me pareceu que o cuzinho estava com pelos, ao virar ficou de frente e pude apreciar uma buceta bem peluda que vinha na minha direção com dois peitos empinados e seus mamilos rosados durinhos, pensei que estava no Paraíso Terrenal. Tentando continuar sendo um tio e dando naturalidade à situação comecei a jogar água nela, iniciando uma brincadeira, no entanto meu pau continuava duro. Porque um homem de 38 anos por mais tio que seja, não toma banho com uma garota de 19 anos mesmo que seja sua sobrinha e que ainda por cima pareça muito natural, no entanto tentei tirar a malícia do momento continuando a brincadeira, ela agarrou minhas mãos e então tentei mergulhá-la e para evitar ela se grudou em mim sentindo seus seios duros no meu peito e a ponta do pau tocou seu monte peludo. Na brincadeira ela me empurrou, caí de costas rindo e fiquei assim com meu pau em riste, e ela para evitar que eu me levantasse e continuasse jogando água nela veio por cima de mim e teve a ideia de sentar no meu peito com as pernas abertas e seus joelhos ao lado do meu rosto, senti seus pelos nos meus mamilos e quando vi sua buceta a 15 cm do meu rosto foi que a apreciei bem, um monte de Vênus bem peludo com pelos negros brilhantes e uns lábios densamente cobertos e que acima do início da fenda se enrolavam parecendo um caracol, os fios longos de uns 4 cm caíam molhados e seu triângulo peludo se estendia para os lados das pernas. Ela ria da minha indefesa naquele momento na brincadeira puxei-a inconscientemente para o meu rosto e seu monte de pelos chegou até minha boca, por reflexo em um instante coloquei a língua para fora e provei o sabor de sua buceta e o cheiro ácido de sua vulva me invadiu, o cheiro de urina jovem. Ela ficou meio impressionada ao sentir minha língua em sua fenda já que ficou sentada sobre minha boca por alguns segundos e os pelos entraram na minha boca quando chupei e ela se levantou dizendo, “Que pena tio, coloquei minha buceta na sua boca e mal Eu lavei", respondi. "Mas se você provar, é gostoso e tem cheiro bom".
Sonia então disse: "Sério? Eu achava que tinha cheiro ruim".
"Bem, deixa eu cheirar de novo porque gostei". Me abaixei e enfiei meu nariz entre seus lábios peludos e aspirei seu aroma.
"Não tem cheiro ruim nenhum. Agora vou provar, coloca sua perna no meu ombro".
Sua vulva se abriu e comecei a afastar seus longos pelos com a língua e toquei seu clitóris, senti seu tremor e continuei até o buraco da sua vulva, já um suco ácido descia e eu o sorvi.
"Está delicioso", disse, me levantando.
Ela fixou o olhar no pedaço de carne ereto que tinha na frente e disse:
"Tio, eu quero saber como cheira e qual o gosto da coisa dos homens, posso fazer com a sua?"
"Claro, pode chupar", eu disse.
Abaixando-se, ela pegou meu pau com uma mão e começou a cheirá-lo, e com a outra mão continuou pegando e cheirando minhas bolas. Algumas gotas de porra começaram a aparecer na ponta do pau.
"Posso provar agora para ver qual o gosto?" – "Claro, pode chupar, se quiser", eu disse.
Ela botou a língua para fora e saboreou as gotas que saíam e começou a chupar minha glande. Que sensação deliciosa ver minha sobrinha mamando a ponta da minha pica. Eu comecei a meter lentamente o resto do tronco na boca dela e ela foi recebendo quase tudo, chupava suavemente e puxava a pele do pau acompanhando o ritmo da minha cintura. Ela agarrou minhas nádegas e eu iniciei o bombeamento dentro de sua boca pequena, mas quente. Quando estava quase gozando, tirei dela e ela me disse:
"Estou com vontade de sentir sua coisa na minha rajadinha". Me levantei e sentei em uma pedra grande.
"Quer que eu meta na sua cueva?" E ela respondeu: "Como você quiser, tio".
Pensei em penetrá-la, desvirgá-la e sentir sua buceta peluda engolindo meu pau, mas me arrependi e abri suas pernas e a sentei de cavalinho sobre meu pau duro, de modo que separei seus fios negros para que só roçasse na raja sobre o clitóris sem penetrá-la. O contato do pau com sua raja foi impactante e ela espontaneamente iniciou um esfregamento. devagar sobre meu pau, suavizado pela quantidade de lubrificação que ela soltava, olhei seus lábios vaginais que estavam abertos e os longos pelos encharcados me cobriam e se enrolavam no pau, do qual só aparecia parte da cabeça, e tendo seu rosto jovem tão perto, beijei suavemente seus lábios e isso acendeu sua paixão juvenil, e começamos um intercâmbio desajeitado mas intenso de línguas, aumentando ela a pressão de sua vulva sobre meu pau e ao sentir a iminência do orgasmo intensificou o atrito, eu percebi e a agarrei pelas nádegas e acelerei o movimento do meu pau contra seu clitóris, ela me apertou e começou a morder meu ombro, a ouvi ofegar e gritar até desfalecer,
"Tio... Tio!... Tio lindo!..." Ela tinha tido seu orgasmo;
Isso me excitou ao máximo e um jato de porra inundou sua buceta peluda com os coágulos de sêmen grosso que banharam até seu umbigo, ela colocou a mão em minha glande e o próximo jato caiu em sua palma, ela observou e levou à boca chupando e engolindo,
"Agora sim sei qual é o seu gosto, tio, e gostei, espero que a gente repita, mas bem dentro da minha coisinha."
Já caía a tarde e o frio, nos vestimos e nos beijamos, como cúmplices voltamos para casa cada um por seu lado.
Na hora do jantar, dois comensais já haviam saciado seu apetite, apenas os olhos alegres de Sonia me lembravam que os tios devem ajudar na educação familiar.
continua.....
😛
Navegando pela internet, me deparei com este relato. Créditos ao autor.
Por Ferlo
Faz muito tempo que Julia, minha irmã mais nova, se casou com um cafeicultor da Serra e foi morar com ele na fazenda que ele administra. Ele é um homem meio retraído, conservador das tradições e costumes rurais, mas muito trabalhador e mantinha com dificuldade minha irmã e suas duas filhas, Mariela de 22 anos e Sonia de 19 anos, duas garotas lindas e inquietas até onde me lembrava. Quando as visitava enquanto solteiro, as enchia de presentes e com prazer me dedicava a instruí-las no básico, mas por causa do meu casamento e do trabalho, praticamente as tinha abandonado.
Fazia tantos anos sem ver minha irmã que disse a Laura, minha esposa:
“Negra, você gostaria de uma viagem à Serra para mudar de clima e visitar a Julia, que faz mais de 6 anos que não vejo?”
A viagem de 5 horas por uma estrada ascendente nos levou até a região fria onde meu cunhado tem sua pequena fazenda, um pouco afastada da população mais próxima. Quando chegamos, fomos recebidos pela família, que alegremente desembrulhou os presentes que levamos, roupas principalmente, que foram muito bem recebidas, porque dava para notar a situação difícil pela qual passavam.
Julia, que na juventude era uma beleza com seu cabelo preto e seus lindos olhos, agora aos 37 anos parecia desgastada. José, seu marido, também mostrava o peso da situação. Minhas sobrinas camponesas tinham crescido. Mariela era o retrato jovem de sua mãe, com sua cabeleira preta abundante, sua pele do rosto branca, com sobrancelhas fartas e bem delineadas, medianamente alta, mas por estar tão coberta de roupas não dava para apreciar seu corpo. Parecia um pouco tímida. E estava Sonia, uma garota alegre e espontânea, parecida com sua irmã, magra mas com seios muito grandes para sua idade, semelhante fisicamente mas diferente no temperamento, e que desde que cheguei não fez outra coisa senão sentar nas minhas pernas e encher seu tio de beijos. agradecimento pelo ursinho de pelúcia que eu dei pra ela, no início me incomodou um pouco, mas em algum momento comecei a gostar do contato porque ela se sentava em uma das minhas coxas com as pernas abertas e eu sentia sua vulva.
Naquela manhã, eu tinha colocado um short de futebol e estava sentado lendo num banco no fundo da casa, enquanto minha mulher e minha irmã estavam na cozinha. Minha sobrinha, como de costume, procurou minha companhia e estava usando uma saia que ficava meio curta. Ela começou a conversar comigo, sentando-se na minha frente com as pernas cruzadas, então, em algum momento, pude ver de relance sua calcinha. Continuamos conversando e, de repente, ela levantou uma perna, e agora eu pude ver claramente sua calcinha e, pelo lado, saíam alguns pelos pretos, o que me animou a dizer:
“Vem, senta na minha perna.”
Sem malícia, ofereci minha coxa descoberta, mas quando ela ia se sentar, abri sua saia para que ela se sentasse de modo que ficasse de cavalinho, e senti sua calcinha sobre minha coxa. Continuamos falando sobre as coisas dela enquanto eu ajustava minha coxa para ficar mais em contato com sua vulva. Depois de um tempo, já conseguia sentir seus pelos na minha pele. Então eu disse:
“Sonia, alguma coisa está fazendo cócegas na minha coxa, o que é?”
Sonia levantou a saia, olhou e disse: “É que essa calcinha está muito velha e fica se deslocando, olha!”
E levantou a saia, permitindo que eu visse que o elástico da calcinha tinha perdido a pressão e um lado de sua buceta bem peluda estava exposta, com todos os seus pelos sobre minha coxa. Com calma, baixei minha mão, abri completamente a abertura da calcinha e, acariciando seu matagal de pelos, disse:
“Na próxima visita, vou te trazer uma nova e bonita.”
Ela sorriu e, me dando um beijo sonoro, disse: “Obrigada, você é o melhor tio.”
Naquele momento, meu pau totalmente duro estava a centímetros de ficar descoberto, saindo do short. Sonia abaixou sua saia sem dar maior importância ao fato de que seu tio acabara de ver sua buceta, e continuamos. conversando enquanto eu continuava sentindo seus lábios peludos sobre minha pele, me veio à cabeça dizer:
"Sonia, sobe mais na minha perna pra não dar câimbra"
E ela subiu tanto que seu movimento descobriu a cabeça do pau, ficando sua vulva sobre meu pau duro, coberta apenas pela saia. Pensei que ela ia se assustar e parar, mas ela aceitou o contato com o pênis — não sei se por ignorância ou por suprema confiança no tio. Com a glande, eu sentia os pelos da sua buceta. Fiquei imóvel, com uma tesão que ameaçava me fazer gozar.
Continuamos conversando como se nada fosse, enquanto sentia Sonia se acomodando sobre minha pica, a cabeça pulsando sobre seus lábios já úmidos. Não entendia se ela não percebia por sua infantil ignorância rural, ou porque gostava e não via malícia em ter a glande do tio entre os pelos da sua xota. Descuidadamente, com a mão, puxei mais minha bermuda, que ficou toda aberta, e puxei Sonia para mim. O pau deslizou entre os lábios molhados, e ela começou a buscar a cabeça com seu buraco. A cabeça entrou em sua gruta quente, e senti como ela ficava dentro da vulva. Ela me olhava, mas só ria de modo safado, enquanto se movia cadenciosamente sobre a glande. Meu leite estava quase saindo.
De dentro de casa, ouvimos minha irmã chamando Sonia, que rapidamente se levantou, deixando à mostra o pedaço de pau que, ereto, saía da bermuda. Ela olhou para a cabeça vermelha do meu pênis e, com olhos maliciosos, disse:
"Tenho que ir, mas depois você me deixa sentar de novo nas suas pernas, né, tio?"
Ela saiu para atender o chamado da mãe. Eu, com meu pau ao ar, esfreguei e cheirei minha mão, que tinha aquele suave perfume de vulva jovem.
À tarde, deixei minha esposa com minha irmã e saí para caminhar sozinho. Num recanto do caminho, encontro minha sobrinha mais nova, Sonia, que vinha da cidade vizinha e me diz:
"Oi, tio, tudo bem? Conhecendo a fazenda? Vem que eu te mostro a cachoeira."
Pegamos uma trilha afastada e, pouco depois... Chegamos no local, era realmente bonito e terminava num poço cristalino, então eu disse:
"Até dá vontade de dar um mergulho!"
Minha sobrinha respondeu: "Então mergulhe!"
Eu retruquei: "Mas não tenho roupa de banho."
Ela falou: "Bom, vou te contar um segredo: aqui é muito isolado, eu já tomei banho pelada e ninguém nunca aparece por aqui."
Eu disse: "Sim, mas tenho vergonha porque você está aqui."
Ela respondeu: "Relaxa, eu não conto pra ninguém que vi meu tio favorito tomando banho. E eu viro as costas pra você entrar na água."
Pensei por um momento e achei excitante a ideia de me banhar pelado na frente da minha sobrinha.
Falei: "Vire-se e não olhe."
Comecei a me despir em pé, apoiando uma mão nas costas da Sonia. Quando estava abaixando minha cueca, Sonia se virou e disse:
"Me dá a roupa, tio, eu seguro pra não sujar."
Fiquei surpreso com a naturalidade com que ela falou. Enquanto me olhava, ela começou a me examinar de cima a baixo, deu uma olhada de soslaio no meu pau, que estava meio alongado, e decidi me exibir na frente dela.
"Bom, já me viu, pra que esconder, né?"
Fiquei de frente pra ela, sem nenhuma vergonha, enquanto ela me observava sem alarde. Isso me deixou com mais tesão, e ela via como meu pau foi ficando duro lentamente, revelando a cabeça avermelhada. Quando estava bem ereto, entrei na água, que me batia na cintura. Sonia olhava meu pau com curiosidade enquanto eu me banhava, e eu disse:
"Por que não vem e se banha comigo? Tira essa roupa e vem."
Com toda tranquilidade, ela respondeu: "Tá bom, eu fico pelada, mas é nosso segredo, ok?"
Ela começou a desabotoar a camisa de manga longa que usava e a tirou. Como na região, naquela idade, não se usa sutiã, seus seios, que me pareciam grandes, confirmaram minhas suspeitas: duas tetas divinas e empinadas surgiram (tamanho 34B, pensei). Meu pau começou a palpitar, e notei que ela não depilava as axilas, porque um tufo de pelos enfeitava embaixo do braço. Quando ela tirou a saia, estava de costas, e vi que usava uma calcinha nada sexy, de tecido. Corriente, mas quando ela abaixou a visão foi excepcional, umas bundinhas duras e empinadas e quando se agachou me pareceu que o cuzinho estava com pelos, ao virar ficou de frente e pude apreciar uma buceta bem peluda que vinha na minha direção com dois peitos empinados e seus mamilos rosados durinhos, pensei que estava no Paraíso Terrenal. Tentando continuar sendo um tio e dando naturalidade à situação comecei a jogar água nela, iniciando uma brincadeira, no entanto meu pau continuava duro. Porque um homem de 38 anos por mais tio que seja, não toma banho com uma garota de 19 anos mesmo que seja sua sobrinha e que ainda por cima pareça muito natural, no entanto tentei tirar a malícia do momento continuando a brincadeira, ela agarrou minhas mãos e então tentei mergulhá-la e para evitar ela se grudou em mim sentindo seus seios duros no meu peito e a ponta do pau tocou seu monte peludo. Na brincadeira ela me empurrou, caí de costas rindo e fiquei assim com meu pau em riste, e ela para evitar que eu me levantasse e continuasse jogando água nela veio por cima de mim e teve a ideia de sentar no meu peito com as pernas abertas e seus joelhos ao lado do meu rosto, senti seus pelos nos meus mamilos e quando vi sua buceta a 15 cm do meu rosto foi que a apreciei bem, um monte de Vênus bem peludo com pelos negros brilhantes e uns lábios densamente cobertos e que acima do início da fenda se enrolavam parecendo um caracol, os fios longos de uns 4 cm caíam molhados e seu triângulo peludo se estendia para os lados das pernas. Ela ria da minha indefesa naquele momento na brincadeira puxei-a inconscientemente para o meu rosto e seu monte de pelos chegou até minha boca, por reflexo em um instante coloquei a língua para fora e provei o sabor de sua buceta e o cheiro ácido de sua vulva me invadiu, o cheiro de urina jovem. Ela ficou meio impressionada ao sentir minha língua em sua fenda já que ficou sentada sobre minha boca por alguns segundos e os pelos entraram na minha boca quando chupei e ela se levantou dizendo, “Que pena tio, coloquei minha buceta na sua boca e mal Eu lavei", respondi. "Mas se você provar, é gostoso e tem cheiro bom".
Sonia então disse: "Sério? Eu achava que tinha cheiro ruim".
"Bem, deixa eu cheirar de novo porque gostei". Me abaixei e enfiei meu nariz entre seus lábios peludos e aspirei seu aroma.
"Não tem cheiro ruim nenhum. Agora vou provar, coloca sua perna no meu ombro".
Sua vulva se abriu e comecei a afastar seus longos pelos com a língua e toquei seu clitóris, senti seu tremor e continuei até o buraco da sua vulva, já um suco ácido descia e eu o sorvi.
"Está delicioso", disse, me levantando.
Ela fixou o olhar no pedaço de carne ereto que tinha na frente e disse:
"Tio, eu quero saber como cheira e qual o gosto da coisa dos homens, posso fazer com a sua?"
"Claro, pode chupar", eu disse.
Abaixando-se, ela pegou meu pau com uma mão e começou a cheirá-lo, e com a outra mão continuou pegando e cheirando minhas bolas. Algumas gotas de porra começaram a aparecer na ponta do pau.
"Posso provar agora para ver qual o gosto?" – "Claro, pode chupar, se quiser", eu disse.
Ela botou a língua para fora e saboreou as gotas que saíam e começou a chupar minha glande. Que sensação deliciosa ver minha sobrinha mamando a ponta da minha pica. Eu comecei a meter lentamente o resto do tronco na boca dela e ela foi recebendo quase tudo, chupava suavemente e puxava a pele do pau acompanhando o ritmo da minha cintura. Ela agarrou minhas nádegas e eu iniciei o bombeamento dentro de sua boca pequena, mas quente. Quando estava quase gozando, tirei dela e ela me disse:
"Estou com vontade de sentir sua coisa na minha rajadinha". Me levantei e sentei em uma pedra grande.
"Quer que eu meta na sua cueva?" E ela respondeu: "Como você quiser, tio".
Pensei em penetrá-la, desvirgá-la e sentir sua buceta peluda engolindo meu pau, mas me arrependi e abri suas pernas e a sentei de cavalinho sobre meu pau duro, de modo que separei seus fios negros para que só roçasse na raja sobre o clitóris sem penetrá-la. O contato do pau com sua raja foi impactante e ela espontaneamente iniciou um esfregamento. devagar sobre meu pau, suavizado pela quantidade de lubrificação que ela soltava, olhei seus lábios vaginais que estavam abertos e os longos pelos encharcados me cobriam e se enrolavam no pau, do qual só aparecia parte da cabeça, e tendo seu rosto jovem tão perto, beijei suavemente seus lábios e isso acendeu sua paixão juvenil, e começamos um intercâmbio desajeitado mas intenso de línguas, aumentando ela a pressão de sua vulva sobre meu pau e ao sentir a iminência do orgasmo intensificou o atrito, eu percebi e a agarrei pelas nádegas e acelerei o movimento do meu pau contra seu clitóris, ela me apertou e começou a morder meu ombro, a ouvi ofegar e gritar até desfalecer,
"Tio... Tio!... Tio lindo!..." Ela tinha tido seu orgasmo;
Isso me excitou ao máximo e um jato de porra inundou sua buceta peluda com os coágulos de sêmen grosso que banharam até seu umbigo, ela colocou a mão em minha glande e o próximo jato caiu em sua palma, ela observou e levou à boca chupando e engolindo,
"Agora sim sei qual é o seu gosto, tio, e gostei, espero que a gente repita, mas bem dentro da minha coisinha."
Já caía a tarde e o frio, nos vestimos e nos beijamos, como cúmplices voltamos para casa cada um por seu lado.
Na hora do jantar, dois comensais já haviam saciado seu apetite, apenas os olhos alegres de Sonia me lembravam que os tios devem ajudar na educação familiar.
continua.....
😛
7 comentários - Minhas Sobrinhas Safadinhas (I)
Saludos.
:buenpost::buenpost:
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤